Como Saber Quem É O Dono Do Apartamento?

“Preciso alugar meu imóvel” – essa é a primeira frase que vem na cabeça de todo proprietário de imóveis assim que sabe que seu imóvel ficará livre.

O aluguel direto com o proprietário acaba sendo muito mais rápido, isso acontece porque é uma transação feita retirando um intermediários do processo. Onde ambas as partes têm o maior interesse em fechar o contrato. Vários proprietários já alugam seus imóveis – essa é uma modalidade prevista na lei do inquilinato, mas alguns detalhes exigem atenção.

É super importante prestar atenção em todas as etapas. Desde anunciar o imóvel, passando pela emissão do modelo de contrato de aluguel, análise para encontrar um bom inquilino e etc. Por isso leia o post até final. ????

Se você quer saber como alugar uma casa ou apartamento direto com o proprietário e de forma segura, fique atento ao post que preparamos para você. Confira!

Hoje, a experiência do inquilino começa no ato da procura do imóvel. Afinal, encontrar o lugar perfeito e fechar o contrato o quanto antes também é o sonho dele.

A internet oferece muitas possibilidades para fazer anúncios e dar detalhes precisos do imóvel e da região. Além disso, dependendo dos portais que você anunciar, milhões de pessoas verão seu imóvel. Escolha com atenção os canais por onde você irá divulgar seu imóvel e esteja sempre atento à qualidade das fotos.

Spoiler Alert: na Zimobi você anuncia grátis o seu aluguel e ainda pode, com um clique, espalhar seu anúncio nos principais portais. Gerando muito mais interessados. Aproveite e faça seu anúncio agora.

Principalmente por ser aluguel direto com proprietário, esse é o passo mais importante. Cuide muito ao escolher o inquilino, nestas horas é melhor pecar pelo zelo.

A análise cadastral é um importante instrumento para ajudar na tomada de decisão, mas você deve observar outros detalhes que irão te ajudar na melhor escolha. Durante o momento da visita ao imóvel aproveite para observar algumas atitudes e conhecer melhor o candidato a locação. Observe detalhes: como hábitos, perguntas realizadas, dificuldade de comunicação, motivo da mudança.

Para a sua segurança – e para o aluguel direto com o proprietário funcionar bem – é preciso estabelecer quais garantias financeiras regerão o início do contrato. Basicamente, existem três diferentes tipos:

  1. Fiador: pessoa escolhida pelo inquilino para assumir a responsabilidade financeira em caso de inadimplência.
  2. Seguro fiança: é um seguro que cobre os alugueis, danos ao imóvel e ainda presta serviços, como reparos. Para garantir a segurança do proprietário, esta é a melhor opção.
  3. Depósito caução: Valor depositado pelo inquilino para o proprietário, que pode ser de no máximo três vezes o valor do aluguel (Guia: lei do inquilinato para proprietários)

Para dispensar a figura do fiador e fazer um processo de locação mais rápido e seguro, a melhor opção seria o seguro fiança, mas ele tem um custo fixo por mês. Você pode aproveitar e conhecer melhor sobre como funciona o seguro fiança clicando aqui.

Os contratos de locação estão entre os principais mecanismos para assegurar um relacionamento saudável entre proprietários e inquilinos, uma vez que documentam as cláusulas e os detalhes desse tipo de acordo.

Dos proprietários mais rígidos ao mais tranquilos, a regra é uma só: toda e qualquer negociação deve estar documentada e assinada no contrato. Por isso, proprietários podem emitir seus contratos de locação e assinar digitalmente na plataforma da Zimobi, clique aqui para se cadastrar agora!

 Ao preparar um imóvel para locação, alguns cuidados básicos devem ser tomados pelo proprietário do imóvel. A vistoria de imóvel, por exemplo, é indispensável para atestar as condições de habitação de um ambiente antes que ele seja entregue ao futuro inquilino. Tal procedimento evita prejuízos e problemas entre inquilino e locatário.

Mas isso não precisa ser um bicho de sete cabeças, veja neste post como fazer uma vistoria bem feita.

Uma boa dica para manter uma boa relação, é cobrar seu aluguel de maneira profissional. Os boletos bancários são os mais utilizados para fazer este tipo de cobrança.

Você pode fazer isso para evitar atrasos ou esquecimentos no envio e, consequentemente, a falta de pagamento por parte do inquilino e outros tipos de inconvenientes.

A facilidade é para ambas as partes, já que o locador evita gastos com impressão e envio, e o locatário recebe o boleto direto na sua caixa de e-mail ou celular.

Entenda as regras de como cobrar aluguel por boleto.

A Zimobi tem inovado o modo de alugar e administrar imóveis.

Tudo isso é feito com amplo profissionalismo. Por meio da Startup, os proprietários de imóveis contam com diversos recursos. É possível:

  • Anunciar os imóveis em diversos sites e portais imobiliários;
  • Avaliar o histórico dos interessados no imóvel e realizar a análise de crédito, de antecedentes criminais e demais informações;
  • Emitir o contrato de locação para garantir segurança jurídica aos acordos;
  • Administrar a cobrança e o recebimento dos aluguéis de forma automática.

Tudo isso traz mais agilidade e facilidade para os processos de locação imobiliária – tanto para os inquilinos quanto para os locadores.

Com a ausência de terceiros e, ao mesmo tempo, a disposição de ferramentas de locação, todo o procedimento é desburocratizado, rompendo com os modelos convencionais.

Como localizar o proprietário de um imóvel? – Assertiva Blog

Você também pode acompanhar o artigo Como localizar o proprietário de um imóvel? por áudio. É só clicar no player abaixo!

É corretor de imóveis, precisa fazer prospecção e está com dificuldade para localizar o proprietário de um imóvel? Confira 3 dicas para resolver esse problema e potencializar seus resultados!

Para quem atua nesse ramo, encontrar novos imóveis para locação ou venda é essencial. É através desses novos negócios que o mercado imobiliário se aquece e, como consequência, que os corretores recebem suas comissões. Mas, apesar de existirem diversas propriedades vazias, os profissionais da área ainda enfrentam problemas para localizar o proprietário de um imóvel.

Muitos motivos dificultam a localização de um dono de imóvel. Entre eles:

  • Proprietários que moram em outras cidades
  • Falta de contato com os vizinhos
  • Indisponibilidade de tempo para procurar um corretor quando deseja negociar seu bem

Isso sem contar os casos onde o dono do imóvel já faleceu e um processo de herança está se desenrolando. Nessa situação, além de encontrar o proprietário, é necessário saber quem são os filhos para só então conseguir conversar sobre uma possível corretagem.

Muito tempo investido com um retorno incerto, não é mesmo? A boa notícia é que localizar o proprietário de um imóvel não precisa mais ser tão difícil assim ????

Confira agora dicas para melhorar os índices de prospecção e encontrar o proprietário de um imóvel de maneira muito mais simples.

Dicas para localizar o proprietário de um imóvel

1- Anotar todos os dados que puder

Essa pode parecer uma dica boba, mas muitas vezes os corretores acabam esquecendo de anotar dados de extrema importância para localizar o proprietário de um imóvel como, por exemplo, o endereço completo com número. Isso porque no momento pode ser que pareça fácil se lembrar daquele imóvel, mas ao longo do dia ele acaba sendo esquecido.

Em dias muito produtivos, onde diversas propriedades são prospectadas, não anotar cada detalhe possível pode prejudicar todo o processo de localização dos proprietários.

2- Prospectar imóveis pela internet

Encontrar imóveis da maneira tradicional gera, sem dúvidas, resultados para os corretores. Mas, você já pensou em potencializar isso usando a internet? Muitos proprietários anunciam seus imóveis em portais de busca como particulares e essa pode ser uma oportunidade de aumentar sua prospecção.

Esse tipo de prospecção tem a desvantagem de ser extremamente manual, o que dificulta a realização em escala. Mas, se você está começando, a grande vantagem desse tipo de busca é que ela já fornece as fotos e o endereço do imóvel, daí em diante você só vai precisar localizar o proprietário usando a nossa última dica.

3- Modernizar seu jeito de localizar o proprietário de um imóvel

O mundo mudou e você não vai querer continuar fazendo as coisas do mesmo jeito que fazia há 10 anos, não é? A tecnologia é a chave para tornar sua prospecção muito mais rápida e assertiva.

O grande segredo para tornar todo o trabalho mais simples é aliar ferramentas especializadas a cada processo. A nossa sugestão é o Localize, uma solução criada para facilitar a localização de pessoas através de dados como o endereço completo.

Com ela é possível indicar o possível proprietário de um imóvel, além de identificar pessoas relacionadas a ele (opção interessantes para localizar herdeiros de propriedades e facilitar o processo de negociação).

Essa busca leva menos de 5 minutos e é realizada pela internet. Não é muito mais fácil que entrevistar os vizinhos? ????

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Quer saber mais sobre como a Assertiva pode te ajudar?

Nós sabemos que modernizar uma forma de trabalho não é tão simples assim. Por isso, criamos soluções simples e completas para que você possa começar a incluir a tecnologia em sua vida profissional.

Se você quer saber mais sobre o que podemos oferecer para te ajudar, você pode clicar aqui, preencher o formulário e, em breve, um dos nossos especialistas vai entrar em contato ????

É a cara do dono? Descubra qual o seu tipo de imóvel

Do estilo do bairro ao estilo da decoração, cada um tem as suas preferências quando o assunto é morar bem. Mas na hora de pensar em mudar para um lugar que seja seu, a regra é a mesma para todos: são as suas necessidades que definem o perfil do imóvel.

Existem diversas soluções para os mais variados perfis de moradores. Mas como saber qual é o apartamento ideal para o seu perfil? A gente organizou algumas informações e dicas aqui neste post, que vão ajudar você a focar seus esforços em uma busca muito mais direcionada.

COMECE DEFININDO SUAS PRIORIDADES

Quais são as suas prioridades com relação ao apartamento? Reflita sobre onde você está agora e qual caminho deseja seguir num futuro próximo.

Pense em como está a vida de cada um de seus membros hoje, e como estará daqui a pelo menos 5 anos, que é um prazo futuro capaz de ser projetado.

A partir daí, fica mais fácil entender o que você precisa e, também, avaliar a planta e a infraestrutura dos imóveis selecionados.

Uma área social grande faz mais o tipo de quem gosta de receber os amigos. Existem ótimas plantas com livings grandes e quartos menores. Já quem prefere manter o apartamento como um refúgio só seu, a área íntima ganha mais peso. E aí um apartamento com suítes grandes e livings menores e integrados pode até ser mais interessante.

Tem aqueles que estão buscando um home office (escritório de trabalho em casa). E aí o melhor imóvel vai permitir criar um espaço para organizar mobília e equipamentos de trabalho, e até mesmo realizar a recepção de uma pessoa.

LISTE O QUE É ESSENCIAL

Como deu pra perceber, são muitas as possibilidades de pensar no apartamento ideal. Uma dica bastante útil e fazer uma lista do que realmente importa, organizando tudo em 4 grupos:

  • O que é essencial?
  • O que eu gostaria de ter mas posso abrir mão?
  • O que eu NÃO gostaria que meu imóvel tivesse, mas posso aceitar se o imóvel me agradar.
  • O que meu imóvel NÃO deve ter de forma alguma?

AVALIE SEU MOMENTO DE VIDA. MAS NÃO ESQUEÇA DO FUTURO

Você precisa avaliar qual o momento atual da sua vida, que tipo de apartamento se encaixa mais no seu perfil. Perto da família ou mais afastado? Menor ou maior? Você precisa de mais quartos? Mais banheiros?

O imóvel perfeito acompanha seu momento de vida. Mas é fundamental que você pense no seu futuro e no da sua família antes de tomar qualquer decisão.

Como está a vida de cada um de seus membros hoje, e como estará daqui a pelo menos 5 anos? Pense onde cada um trabalha, estuda, se há planos de aumentar a família. Se você planeja ter um filho no próximo ano, pode ser interessante já buscar imóveis maiores.

São as suas necessidades que ditam o que é importante ou não. Você deve ter uma visão de futuro e definir suas necessidades.

Assim, será possível traçar o perfil mais adequado para todos os moradores do novo imóvel. Um bairro que atende ao seu estilo de vida hoje, pode não servir para o momento que um baby chegar, por exemplo. Um bairro mais distante vai onerar você com mais tempo no trânsito.

CONHEÇA OS DIFERENTES TIPOS DE IMÓVEIS

O mercado imobiliário oferece uma série de opções para todos os bolsos e todos os perfis de famílias. Basicamente, eles são organizados em dois grupos: casa ou apartamento. Conheça agora todos eles, e descubra qual é o mais indicado para você.

 APARTAMENTOS

Os apartamentos se configuram em unidades residenciais dispostas em torres verticais, que podem estar em condomínios ou não e oferecem uma sensação maior de segurança, sendo essa uma das suas principais vantagens.

É o tipo de imóvel mais popular atualmente. Apresenta muitas configurações diferentes (de nenhum a muitos dormitórios), com metragens diversas (de 12m² a mais de 1000m²) e opções para maiores e menores orçamentos.

Duplex é quando um apartamento ocupa dois andares de um prédio, uma opção com o dobro da área das unidades padrão. Com o triplex é a mesma situação, porém ocupando três andares.

Geralmente a residência de divide em uma área de estar, ou social, localizada em um andar, reunindo sala e cozinha, por exemplo, e outra área íntima ou privativa, onde se concentram os quartos e banheiros.

É o apartamento que ocupa o último andar dos prédios. Geralmente é o mais valorizado, pois conta com uma área extra, aproveitando o espaço superior da edificação.

Possui o dobro da área do apartamento padrão, e pode oferecer uma estrutura diferenciada e privativa: piscina ou churrasqueira, por exemplo.

É indicado para quem deseja morar em um apartamento mas que,  ao  mesmo tempo, busca mais espaço, incluindo uma área ao ar livre.

Uma cobertura pode ser duplex, ocupando dois andares do prédio, ou mesmo triplex, quando se distribui por três pavimentos. Existe ainda a penthouse, um tipo de cobertura em que a área externa fica no mesmo pavimento do restante do apartamento.

É o apartamento do andar térreo que conta com uma área externa privativa. É um espaço exclusivo que pode ser aproveitado de diferentes formas: dá pra montar desde um jardim até uma piscina, dependendo do espaço disponível e também das normas estabelecidas pelo condomínio.

Esse é aquele apartamento com uma metragem pequena (geralmente abaixo de 40m2), que se caracteriza pela divisão interna em dois cômodos básicos: um banheiro e uma área maior, que integra dormitório, estar e cozinha. Ideal para quem busca uma boa localização, acessibilidade, facilidade de manutenção e preços mais em conta.

É um apartamento padrão, com metragem reduzida, que conta com uma oferta de serviços “de hotel”. Daí sua denominação apart- hotel. Apesar das dimensões reduzidas, conta com dormitório, área de estar e cozinha.

Garante uma comodidade de serviços típicos dos hotéis, como camareira e lavanderia, com custos bem menores do que os da rede hoteleira convencional.

É muito utilizado por quem está em um momento provisório no que se refere à moradia, como alguém que está a trabalho em uma cidade diferente, ou durante uma reforma ou mudança.

É um tipo de residência sem divisões entre os cômodos, como um studio, mas com dimensões maiores. Teve origem nos Estados Unidos, quando se passou a transformar antigos depósitos e galpões em moradias. Costuma ter pé direito elevado, grandes janelas e aberturas, e pode ser equipado, ou não, com mezanino. Proporciona espaços mais generosos em um ambiente que pode ser inovador e descolado.

CASAS

As casas são construídas em terreno individual ou integrante de um condomínio. Tem diferentes modelos e estilos para quem busca por mais espaço ou privacidade.

Todos os cômodos são distribuídos em um mesmo pavimento. É indicada para quem apresenta dificuldade de locomoção, como os idosos, ou simplesmente quer fugir de escadas.

É a casa onde os cômodos se distribuem em dois pavimentos. Geralmente a cozinha e a sala ficam no térreo e os dormitórios no piso superior – o que possibilita reservar ambientes para receber visitas e até para montar um escritório em casa. É ideal para uma família grande ou para quem quer ter mais espaço.

A casa geminada é construída lado a lado com outra casa. As plantas de ambas são semelhantes e aproveitam a mesma estrutura. Costuma ser em regiões mais afastadas, proporcionando mais tranquilidade para seus moradores.

É uma casa pequena, localizada no fundo de um terreno, atrás da casa principal, com saída independente. Normalmente possui apenas um dormitório, sala, banheiro e cozinha.

QUAL É SEU TIPO? AQUI TEM UMA DICA PARA CADA PERFIL

Agora que você conhece os principais tipos de imóveis disponíveis no mercado, precisa avaliar suas necessidades e, é claro, disponibilidade financeira. O importante é sempre levar em conta o tamanho da sua família e seus planos para o futuro.

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Você não quer gastar seu tempo livre levando roupas para lavar ou limpando o banheiro. Procure um imóvel com facilidade de serviços.

Pode ser um apartamento pequeno, mas certifique-se que há uma lavanderia comum. Em alguns condomínios, há um funcionário responsável por lavar, secar, passar e entregar as roupas de cada morador.

Dividido por todos os condôminos, o custo desse serviço acaba sendo bem em conta.

Os flats têm um serviço centralizado de limpeza, o que pode ser uma boa opção para diluir despesas. Ainda no caso de apartamentos pequenos, um salão de festas amplo pode ser uma forma inteligente de receber amigos.

Um serviço de portaria 24 horas é interessante para quem nunca estará em casa para receber cartas e encomendas.

Outro serviço bastante valorizado por solteiros é uma ampla rede de restaurantes com delivery nas vizinhanças.

Vocês dois estão numa fase excelente, e planejam ter filhos num futuro próximo. Antecipe-se e compre um imóvel com um dormitório a mais.

Se você tem filhos pequenos, um prédio ou casa com infraestrutura de lazer é uma boa pedida. Sem dúvida, morar em um imóvel com playground, quadra poliesportiva ou piscina é ótimo para as crianças.

Não esqueça de observar a infraestrutura necessária do lado de fora: creche, escola e hospital nas vizinhanças são importantes tanto para a criança quanto para vocês perderem menos tempo com deslocamentos no trânsito.

  • Perfil família com adolescentes

Se você vai comprar um imóvel e possui filhos na faixa dos 16 ou 17 anos, saiba que ele em breve poderá ter um carro – seja comprado por ele ou por você mesmo.

Muita gente acaba comprando uma casa ou apartamento com uma só vaga mesmo já possuindo dois carros.

No entanto, se o local escolhido não possuir estacionamento próximo nem houver vagas sobrando no prédio, isso pode ser tornar um enorme problema.

  • Perfil família com filhos adultos

Caso seu filho tenha 20 e poucos anos, ele deve estar prestes a sair de casa. Aproveite para comprar um imóvel menor. Muita gente se recusa a tomar essa decisão porque a encara como uma redução do padrão de vida. Mas um imóvel menor é mais fácil de limpar e mais barato de manter. E se a renda vai acabar reduzindo com a chegada da aposentadoria, pode ser bem inteligente tomar tal decisão.

Se você cultiva hábitos saudáveis, procure um prédio com academia em bom estado. Considere também a proximidade com parques e praças, ciclovias e clubes.

Evite comprar imóveis em uma rua com ladeira, ou apartamentos em prédios baixos sem elevador se você está sentindo o peso da idade ou apresenta dificuldade de locomoção.

Isso pode tornar cansativa demais qualquer caminhada, ao mesmo tempo em que aumenta o risco de acidentes.

Já existem alguns prédios que fornecem uma linha de serviços pay per use focados em saúde, com apartamentos projetados para atender as necessidades que vão surgindo com o passar dos anos.

Quem não gosta de dirigir ou não possui carro, deve optar por imóveis perto do trabalho ou do local onde estuda. Outra opção é escolher bairros com metrô (quando houver) ou boa oferta de transporte público.

Conseguiu definir o perfil do seu imóvel? Então comece a pôr em prática seu planejamento financeiro. Quanto mais cedo você começar a se preparar, maiores serão as chances de fazer um bom negócio. E se você ainda não está seguro com relação a isso, é melhor esperar um pouco. Comprar um apartamento é uma decisão que gera resultados que impactam na sua qualidade de vida por bastante tempo.

Qual seu perfil de imóvel? Conte pra gente. O nosso perfil preferido é “proprietário feliz”.

Locador e locatário: 8 diferenças entre eles para você lembrar

Os termos que indicam os protagonistas de uma locação imobiliária são bem parecidos, podendo até mesmo ser confundidos. Mas, atenção: locador e locatário têm papéis bem diferentes em uma relação locatícia.

Por isso é fundamental saber reconhecer o que cada denominação significa e quais obrigações, deveres e expectativas estão ligados a elas.

Acompanhe a leitura e saiba de uma vez por todas o que distingue locador e locatário!

1. O locador tem a propriedade

O locador é o detentor da propriedade — detém a posse — de um imóvel disponibilizado para alugar.  

Ou seja, é o dono de um bem que vai ser ocupado por outra pessoa, por determinado período, mediante pagamento de valores mensais estipulados em um contrato de aluguel.

2. O locatário usa a propriedade

O locatário é quem vai ocupar um imóvel disponibilizado para locação mediante o pagamento de um valor mensal chamado aluguel.

Inquilino é outro nome bastante empregado para designar quem paga valores mensais a um proprietário, com a finalidade de residir ou praticar atividades comerciais em determinado imóvel.

3. O locador no contrato

O locador (quem tem o imóvel) se identifica no contrato e tem que incluir nele os dados do imóvel que está alugando. Desse modo, ele vai apresentar documentos comprobatórios de que é dono do bem, o que não acontece com o locatário.

4. O locatário no contrato

O locatário (quem vai ocupar o imóvel), além de ser devidamente identificado no contrato, é obrigado a comprovar renda, residência e sua capacidade de pagar os aluguéis.

Para completar, precisa oferecer uma garantia locatícia — fiador, depósito, seguro-fiança ou outra que lhe seja exigida.

5. O locador e suas obrigações

  • O locador tem que entregar o imóvel à locação em plenas condições de uso, assim como devidamente regularizado para a finalidade a que se destina (residência ou comércio).
  • Outra obrigação pela qual o locador responde é a de fornecer relatório no qual estejam detalhadas as reais condições do imóvel que será entregue à locação.
  • Providenciar reparos dos defeitos ocultos da construção, quando tais problemas se evidenciam e passam a comprometer a utilização adequada do bem, é parte das obrigações do locador.
  • Também é sua responsabilidade garantir a manutenção do direito de uso do imóvel pelo locador durante todo o período contratado.
  • Mais uma das obrigações do locador é manter o imóvel alugado com a mesma forma e destinação da época em que disponibilizou a propriedade ao inquilino.
  • Isso significa que o imóvel alugado como residencial deve ser mantido assim até o fim da locação, bem como imóveis comerciais não podem ser convertidos em residenciais durante a vigência de um contrato.

No caso dos imóveis em condomínio, cabe ao locador o pagamento de taxas referentes a benfeitorias e fundo de obras. Despesas decorrentes da demissão de funcionários (quando forem provenientes de um período anterior ao do início da locação) devem ser quitadas pelo locador.

6. O locador e seus direitos 

  1. Ao locador é garantido o direito de exigir uma garantia para a locação, que pode ser na forma de depósito caução, fiador, seguro-fiança ou outra modalidade que julgar conveniente.

  2. Quanto aos aluguéis e outras taxas de responsabilidade do locatário, a lei assegura ao locador o direito de vê-los quitados conforme a data e o valor combinados no contrato de locação.

  3. Caso isso não aconteça, o locador pode mover uma ação de despejo, de acordo com o previsto em lei.

  4. Os reajustes periódicos do valor do aluguel, autorizados pela lei, bem como a revisão judicial dos aluguéis, quando considerada necessária, estão entre os direitos do locador.
  5. O locador pode ainda permitir ou proibir a sublocação do seu imóvel, assim como conceder ou não a cessão da locação a terceiros.

7. O locatário e suas obrigações

O locatário deve pagar pontualmente os aluguéis e demais taxas — cuja responsabilidade ele assumiu em contrato — referentes ao imóvel alugado. Dentre as suas outras obrigações estão:

  • conservar o bem que lhe foi entregue em locação;
  • reparar os danos ocorridos;
  • manter o imóvel com as mesmas características de quando o alugou;
  • obedecer ao tipo de uso estabelecido em contrato (residencial ou comercial);
  • seguir as regras do condomínio no qual a propriedade está situada;
  • dar acesso para que o locador (ou a administradora do imóvel) possa realizar vistoria;
  • notificar qualquer ocorrência que envolva o imóvel;
  • entregar ao locador notificações e documentos que digam respeito à propriedade;
  • devolver a casa ou apartamento em condições iguais às do início da locação.

8. O locatário e seus direitos

O locatário tem o direito de apresentar uma só garantia locatícia no ato da contratação da locação. A lei assegura, ainda, que ele pode exigir laudo de vistoria, no qual a condição do imóvel a ser locado esteja discriminada.

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Quanto à vigência do período locatício, o locatário tem a garantia legal da plena utilização do imóvel durante todo o tempo estipulado em contrato. Nesses meses, o locador deve receber o comprovante de quitação de cada aluguel pago.

  • É direito do locatário requisitar os consertos e reparos de responsabilidade do locador e, quando houver urgência, ver atendida a sua solicitação o mais rapidamente possível.
  • Se o imóvel alugado for colocado à venda, o locatário tem o direito à preferência, o que significa que, antes de oferecer a propriedade a terceiros, deve ser feita uma proposta de venda ao inquilino.
  • Ser notificado em caso de necessidade de desocupação do imóvel e contar com 30 dias entre o recebimento da notificação e a saída são mais direitos do locatário.
  • Como você pôde ver até aqui, diversas são as diferenças entre locador e locatário, sendo esses sujeitos os dois lados da mesma moeda: a locação de um imóvel.
  • Para que tanto a locação como o relacionamento com o seu inquilino sigam sem nenhuma dificuldade e você fique livre de dores de cabeça, coloque uma assessoria imobiliária séria, dinâmica e comprometida para apoiar os seus negócios.

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Relação entre inquilino e proprietário: conheça os direitos e deveres de cada um – Lockey

Quem não conhece uma história de confusão na relação entre inquilino e proprietário? É muito comum, não é mesmo? Mas saiba que esse vínculo não precisa ser desgastante por causa de mal entendidos.

Para garantir um bom relacionamento, é ideal que as partes entendam quais são as suas obrigações com o contrato de locação.

Foi pensando nisso que preparamos este artigo. Aqui a gente mostra quais são os principais direitos e deveres de inquilinos e proprietários.

Continue a leitura para aprender as regras e evitar dores de cabeça no futuro!

Lei do Inquilinato: as regras que orientam a relação entre inquilino e proprietário

Você sabia que existe uma lei criada para o mercado de aluguéis aqui no Brasil? Isso mesmo! Chamada de Lei do Inquilinato (Lei n.º 8.245/1991), vale para todo tipo de imóveis, sejam eles residenciais ou comerciais.

Um exemplo de caso em que a lei pode ser utilizada é a quebra de contratos. Tanto quem aluga quanto quem oferece o imóvel assina o contrato de aluguel para firmar o compromisso entre as duas partes. Mas imprevistos acontecem e tanto o dono do imóvel quanto o locatário podem desistir desse acordo.

Se isso acontecer, quem quiser cancelar o contrato deve pagar uma multa contratual. A exceção acontece quando o proprietário pede o imóvel de volta para morar. Nesse caso,  ele deve conceder o prazo de 90 dias para desocupação e possuir apenas aquele imóvel, para que não haja aplicação de multa.

Deveres do proprietário

Entregar o imóvel em plenas condições de moradia

O imóvel deve ser entregue ao locatário em plenas condições de moradia, em bom estado de conservação e sem defeitos que impeçam ou atrapalhem o seu uso. Para evitar problemas, vale a pena fazer uma vistoria antes da mudança.

Vale lembrar que antes do fechamento do contrato os problemas estruturais no imóvel e os defeitos visualmente perceptíveis, como manchas, infiltrações e rachaduras nas paredes ou tetos ficam por conta do proprietário. Além disso, caso surjam problemas estruturais no futuro, caberá ao dono do imóvel custear os reparos.

Fornecer os recibos referentes ao aluguel

Outra obrigação do dono do imóvel é a de fornecer os recibos referentes ao pagamento do aluguel, discriminando todas as despesas incluídas. Isso é importante para que o locatário tenha os comprovantes de que está em dia com suas obrigações.

Pagar as taxas extraordinárias de condomínio

O proprietário é o responsável pelo pagamento das taxas extraordinárias de condomínio, como as reformas do prédio, pinturas externas, decoração e equipamentos das áreas de uso comum ou o fundo de reserva. Também é ele que deve pagar as taxas administrativas da imobiliária.

Pagamento de IPTU e outras taxas

De acordo com a lei, é dever do proprietário o pagamento do IPTU e outros encargos, como taxa de lixo e seguro incêndio. Porém, o contrato pode definir que essa obrigação será do locatário — na verdade, essa é uma prática bastante comum na locação de imóveis.

Direitos do proprietário

Ter seu imóvel conservado

O proprietário tem direito de receber o imóvel ao término do contrato nas mesmas condições em que ele foi entregue ao inquilino, conforme indicado no laudo de vistoria. Por isso, esse é um documento fundamental na hora de alugar uma casa ou apartamento. Se o locatário não cumprir essa obrigação, a garantia dada na locação, como o seguro-fiança, poderá ser usada para cobrir os reparos.

Cobrar multa em caso de atraso no pagamento do aluguel

Se o locatário não pagar o aluguel na data de vencimento, o dono do imóvel pode cobrar multa. Normalmente, são cobrados 10% do valor correspondente ao aluguel. Agora, se mesmo assim o inquilino não pagar o que deve, o proprietário tem o direito de realizar uma ação de despejo.

Direitos do inquilino

Entrega das chaves

O locatário deve receber as chaves no prazo indicado no contrato e o imóvel precisa estar em plenas condições de uso, cabendo ao proprietário consertar eventuais defeitos que sejam anteriores à mudança. Para evitar dores de cabeça, é importante passar pela vistoria, que permite identificar eventuais problemas e solicitar os devidos reparos.

Direito de preferência

Caso o proprietário queira vender o imóvel, a lei do inquilinato prevê que o locatário terá o direito de preferência para comprá-lo. Para isso, ele deve ser notificado sobre a intenção de venda e as condições em que o bem será ofertado.

Após a comunicação, o inquilino tem 30 dias para informar se deseja adquirir o imóvel e realizar os procedimentos necessários para isso. Caso contrário, ele perderá o direito de preferência e o proprietário poderá vender o bem para qualquer pessoa.

Sublocação

O inquilino tem o direito de dividir o apartamento com outra pessoa, a chamada sublocação, desde que conste no contrato. Entretanto, se não houver previsão contratual, vale a pena conversar com o proprietário e ver se ele está de acordo.

Ressarcimento pelas benfeitorias

E, em caso de melhorias realizadas no imóvel, as chamadas benfeitorias, o inquilino pode receber do proprietário o dinheiro que ele investiu na obra. Só que essa indenização acontece apenas nos casos de benfeitorias consideradas úteis ou necessárias. Não sabe o que elas são? A gente explica!

As benfeitorias necessárias são os reparos de emergência feitos para manutenção e conserto, como instalação elétrica ou troca de telha. Nesse caso, não é necessário pedir a autorização do proprietário para realizar o serviço.

As benfeitorias úteis são obras que facilitam o uso, conforto e segurança do imóvel, como a instalação de grades protetoras nas janelas ou troca de piso.

Deveres do inquilino

Pagar o aluguel em dia

Uma das principais obrigações do inquilino é manter o pagamento do aluguel em dia, conforme acordado no contrato, pois os atrasos acarretam a cobrança de juros e multa. Além disso, diante dos atrasos, o proprietário poderá entrar com uma ação de despejo, que pode resultar na obrigação de desocupar e devolver o imóvel.

Devolver o imóvel nas condições indicadas na vistoria

Outra obrigação fundamental do inquilino é cuidar da casa ou do apartamento para não provocar nenhum estrago. Não se esqueça que quem aluga um imóvel precisa devolvê-lo nas mesmas condições em que o recebeu. Se acontecer qualquer problema, cabe ao locatário pagar os consertos necessários.

Cumprir as regras do contrato

O contrato de aluguel traz diversas regras que devem ser observadas pelas partes, como valores, prazo de pagamento, forma de uso do imóvel, possibilidade de sublocação etc. Portanto, o locatário deve ficar atento ao que foi acordado e cumprir todas as cláusulas, caso contrário, poderá ser penalizado com o pagamento de multas ou, até mesmo, com uma ação de despejo.

Pagar as taxas ordinárias do condomínio

O proprietário deve arcar com as taxas extraordinárias de condomínio, mas cabe ao locatário pagar as taxas ordinárias, que englobam despesas como:

  • consumo de água, esgoto e energia das áreas comuns;
  • manutenção e conservação dos equipamentos de uso comum;
  • manutenção e conservação das áreas comuns.

Pronto! Agora que você já sabe quais são os direitos e deveres do inquilino e do proprietário, ficará bem mais fácil manter um bom relacionamento durante o contrato de locação, concorda?

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