Como Saber Quem É O Dono De Uma Empresa?

Você sabe qual é o papel do sócio proprietário dentro de uma empresa (seja ela física ou virtual)? Pois bem, muita gente também não sabe.

A verdade é que quem deseja começar um negócio precisa entender quais serão as suas responsabilidades no início dessa jornada.

Além de tomar conta do negócio como um todo, o empreendedor precisa saber delegar tarefas para conseguir focar no que realmente importa: as atividades estratégicas.

Por isso é preciso saber o que deve ser, de fato, sua responsabilidade e gerir o negócio da melhor forma possível.

Quer saber mais sobre esse tema e entender de uma vez por todas qual é o papel do sócio proprietário na empresa? Então continue a leitura deste post!

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Quem é o sócio proprietário?

Antes de falarmos sobre as suas responsabilidades é preciso deixar claro que o sócio proprietário é o empreendedor que criou a empresa e, por esse motivo, é o proprietário do negócio.

É possível fazer sociedade com outras pessoas, compartilhando custos, trabalho e outras questões que envolvem a operação do negócio. Além do sócio proprietário, é possível ter também a figura do sócio cotista. A principal diferença é que o sócio cotista não está envolvido na administração do negócio, ou seja, ele não possui responsabilidade no dia a dia da empresa.

Geralmente esse tipo de sócio é um investidor ou um fundo de investimento, que também tem direitos nas divisões de lucros conforme eles surgirem.

Como Saber Quem É O Dono De Uma Empresa?

Quais são as responsabilidades do sócio proprietário?

Agora que você já entendeu um pouco mais sobre a figura do sócio proprietário, vamos listar 5 de suas atividades principais:

1. Liderar a construção das estratégias de negócio

Uma das funções do empreendedor é cuidar das estratégias da empresa, visto que ele é o principal responsável pelos seus objetivos e pelas metas a nível de negócio. Portanto, executar esse tipo de tarefa deve ser uma das prioridades do sócio proprietário.

Como Saber Quem É O Dono De Uma Empresa?

Sendo assim, ele precisa fazer reuniões de alinhamento com sua equipe, conduzi-la na criação de mecanismos para a elaboração dessas estratégias e monitorar os resultados dia após dia.

2. Acompanhar a área financeira

Principalmente no início das operações da empresa é importante que o sócio proprietário preste uma atenção especial na área financeira. É preciso estar atento ao andamento dos assuntos que permeiam essa diretoria, bem como às compras e à saúde financeira do negócio.

Por questões de sobrevivência, sempre será preciso ter alguém para ser mais rígido com os gastos, e ninguém melhor do que o sócio proprietário para desempenhar esse papel.

3. Conhecer o mercado

Outra atividade essencial que um sócio proprietário deve desenvolver é conhecer o mercado em que o seu negócio está atuando.

Nesse sentido, é interessante que o empreendedor aprenda a fazer marketing e vendas, fornecendo inteligência de mercado para que as equipes consigam conquistar mais clientes e trabalhar pontos que diferem o negócio dos seus concorrentes.

4. Divulgar a empresa

Além de conhecer o mercado, o empreendedor deve ser a “cara” da empresa, mostrando que ela é um destaque no mercado. Por isso, ampliar a rede de contatos, marcar presença em eventos e em reuniões que fortaleçam esse aspecto é essencial.

É importante entender também que o sócio proprietário deve prezar pela reputação da empresa. Portanto, é imprescindível que ele transmita uma boa imagem — pois, como já falamos, ela será a própria imagem da empresa.

5. Captar recursos

Por fim, a última atividade que listamos é a captação de recursos. Caso o negócio precise captar recursos para sobreviver e sustentar seus planos de expansão, o empreendedor é quem deve tomar a frente disso.

O motivo dessa atividade é bem claro: na captação de recursos é preciso saber “vender” a ideia do negócio, os seus planos e os resultados obtidos. Se o sócio proprietário não souber fazer isso, quem saberá?

Gostou de saber mais sobre o papel do sócio proprietário dentro da empresa? Então conheça 6 opções de negócio próprio que não precisam de grande investimento!

Como descobrir o CNPJ de uma empresa pelo nome

É possível descobrir o CNPJ de uma empresa pelo nome no site Redesim, um portal de serviços do governo federal para pessoas jurídicas. O recurso é útil para emitir certidões e consultar dados, como quadro de sócios e administradores, no site da Receita Federal, que aceita apenas o número de inscrição de empresas.

A busca pode ser feita usando o nome empresarial ou pelo nome do estabelecimento – também conhecido como nome fantasia. No tutorial a seguir, confira como descobrir o CNPJ de uma empresa pelo nome no Portal Redesim. O serviço é gratuito, mas é necessário se cadastrar ou entrar usando as credenciais da sua conta gov.br.

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Aprenda a pesquisar o CNPJ de uma empresa pelo nome — Foto: Helito Beggiora/TechTudo

Aprenda a pesquisar o CNPJ de uma empresa pelo nome — Foto: Helito Beggiora/TechTudo

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Veja também: Saiba como navegar na Internet de modo anônimo ou sem deixar rastros

Como Saber Quem É O Dono De Uma Empresa?

Saiba como navegar na Internet de modo anônimo ou sem deixar rastros

Passo 1. Acesse o site do Redesim (redesim.gov.br). Por lá, clique sobre o ícone do cadeado e, em seguida, vá em “Área do usuário”;

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Acesse a sua conta no Portal Redesim — Foto: Reprodução/Helito Beggiora

Acesse a sua conta no Portal Redesim — Foto: Reprodução/Helito Beggiora

Passo 2. Agora, cadastre-se clicando em “Crie sua conta gov.br” ou faça login, caso já possua cadastro;

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Faça login ou cadastre-se — Foto: Reprodução/Helito Beggiora

Faça login ou cadastre-se — Foto: Reprodução/Helito Beggiora

Passo 3. Para se cadastrar, você pode confirmar a sua identidade de diversas formas. Escolha a opção desejada para continuar, incluindo CPF ou certificado digital;

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Opções de cadastro — Foto: Reprodução/Helito Beggiora

Opções de cadastro — Foto: Reprodução/Helito Beggiora

Passo 4. Após fazer login na sua conta ou se cadastrar, permita que o site acesse os seus dados clicando em “Autorizar”;

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Autorize o acesso do Portal Redesim aos seus dados — Foto: Reprodução/Helito Beggiora

Autorize o acesso do Portal Redesim aos seus dados — Foto: Reprodução/Helito Beggiora

Passo 5. Na página principal de serviços do Redesim, clique em “Consulta CNPJ”;

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Acesse a consulta de CNPJ — Foto: Reprodução/Helito Beggiora

Acesse a consulta de CNPJ — Foto: Reprodução/Helito Beggiora

Passo 6. Escolha se você quer realizar a consulta pelo nome empresarial ou nome do estabelecimento (fantasia). Ao lado, escolha a situação cadastrar e estado. Feito isso, digite o nome da empresa e clique em “Pesquisar”;

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Pesquisando nome da empresa — Foto: Reprodução/Helito Beggiora

Pesquisando nome da empresa — Foto: Reprodução/Helito Beggiora

Passo 7. Na página de resultados, você encontra o número do CNPJ das empresas com o nome pesquisado.

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Descobrindo o CNPJ da empresa — Foto: Reprodução/Helito Beggiora

Descobrindo o CNPJ da empresa — Foto: Reprodução/Helito Beggiora

Aproveite as dicas para descobrir o CNPJ de uma empresa pelo seu nome.

Consultar o CNPJ pelo CPF: É possível? – Serasa Ensina

Quando precisamos contratar alguma empresa, é importante consultar o CNPJ dela para ter confiança de que não terá problemas futuros. Mas se você não tem os números em mãos, será que é possível consultar o CNPJ pelo CPF do dono?

Nós vamos desvendar essa questão, mas para te ajudar, conheça um pouco mais sobre o documento.

O CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas) é como se fosse o CPF das empresas. Documento básico de identificação que toda empresa precisa ter antes de exercer suas atividades comerciais.

Por que ele é importante?

Primeiro, é com esse número de identificação que a empresa é reconhecida pelo Estado. Ao ser registrada na Receita Federal, ela pode emitir nota fiscal e receber pelos serviços prestados. Além disso, ela também pode de pagar seus funcionários e fazer a declaração de seus impostos.

Por ter todas essas informações vinculadas ao número do CNPJ, é que se você consultar a situação da empresa nos birôs de crédito, você pode saber se ela tem uma vida financeira saudável, ou não.

É possível consultar o CNPJ pelo CPF?

Por medida de segurança, não é possível consultar a situação de uma empresa com apenas o CPF do dono. Mesmo que tenha usado o CPF para fazer o registro dos números, outras informações completamente diferentes são atreladas ao CNPJ.

Não tenho o CNPJ e agora?

É possível descobrir o número de uma empresa através do nome dela. Então, se você sabe o nome, pesquise e descubra o cadastro.

Como eu faço para consultar um CNPJ?

O Serasa Consumidor tem um serviço chamado Você Consulta Empresa. Lá, você consegue em apenas uma consulta conferir, por exemplo, se a empresa tem:

Para usar o Você Consulta Empresas, siga os passos abaixo:

  1. Acesse o site do VocêConsulta Empresa;
  2. Coloque o número do CNPJ que você quer consultar;
  3. Informe os seus dados (nome, CPF, idade, e-mail e telefone);
  4. Inclua o cartão de crédito para o pagamento do serviço;
Leia também:  Como Se Chama Uma Pessoa Que Gosta De Aprender?

Feito!

Importante
Você precisa escrever um e-mail que utilize, pois o relatório do CNPJ que você consultou será enviado para a conta de e-mail informada.

Segue que é sucesso!
Como consultar empresas pela internet?
VocêConsulta Empresas: o que é e como funciona?
Você sabe que está sujeito a fraude?

O Você Consulta Empresas custa R$ 35 por pesquisa. E a única forma de pagamento é por cartão de crédito.

Não perca a oportunidade de consultar a saúde financeira da empresa que você deseja contratar e se resguardar de possíveis dores de cabeça. E aí, curtiu? Qualquer dúvida, deixe nos cometários! ????

VEJA AGORA SUA PONTUAÇÃO.

Natureza Jurídica: O que é? Lista de tipos societários a definir

A natureza jurídica de uma empresa é o seu regime jurídico, pois define exatamente quais exigências e normas os sócios terão que obedecer.

Por exemplo, é baseado na escolha da natureza jurídica que o empreendedor saberá o valor do capital social, quais regras e deveres terá que obedecer para praticar suas atividades dentro da lei, e ainda quais benefícios terá direito.

Existem algumas naturezas jurídicas que se enquadram a negócios de pequeno porte, portanto, saiba aqui como descobrir a natureza jurídica de uma empresa.

Para muitos empreendedores iniciantes, abrir a própria empresa pode parecer um tanto assustador, principalmente quando se trata de entender e seguir todas as regras e deveres jurídicos e fiscais. E, de fato, com um sistema bastante burocrático, essas questões podem fazer com que a ideia de abrir uma empresa nunca saia do papel.

Para que isso não aconteça e os futuros empreendedores possam realizar seus planos de ter seu próprio negócio, deve-se primeiramente entender o processo de abertura de empresa e saber quais os tipos jurídicos que se aplicam, pois, é só assim que você saberá quais regras terá que obedecer e quais impostos terá que pagar.

Entre todas as exigências para abrir o próprio negócio, um dos pontos que mais gera dúvidas é como descobrir a natureza jurídica de uma empresa, pois é exatamente ela que determina as regras que deverão ser aplicados a você e seus sócios.

Por isso, nós vamos explicar tudo sobre como abrir uma empresa e escolher sua natureza jurídica de maneira correta para que não haja dúvidas.  Confira aqui!

O conceito de natureza jurídica

Assim como explicamos acima de maneira mais simplificada, o conceito de natureza jurídica está relacionado não só com o modo como será aplicado, mas também com quais exigências, regras e deveres os sócios da empresa deverão seguir. Para descobrir exatamente qual a natureza jurídica certa para seu negócio, é importante conhecer as características específicas.

O motivo disso é porque, dependendo da estruturação da empresa, ela será enquadrada em uma classificação que irá determinar questões muito importantes, suas obrigações, direitos e benefícios.

A constituição da empresa – número de sócios, participação de cada um deles dentro do negócio, capital social etc. – define o regime jurídico. 

Ou seja, saber o que é natureza jurídica de uma empresa e escolher a opção mais vantajosa para o seu negócio é essencial para evitar problemas com órgãos públicos e para manter uma boa gestão.

Tipos de natureza jurídica de uma empresa

Existem dezenas de naturezas jurídicas, mas, pensando nos pequenos empreendedores, vamos falar apenas sobre as seis principais. São elas:

MEI

A forma mais simples e rápida de empreender é com o MEI, ou o Microempreendedor Individual, pois ele permite obter um CNPJ rapidamente e sem muita burocracia, emitir notas fiscais pelos produtos ou serviços prestados e ainda pagar os impostos de uma só vez em uma única guia. 

No entanto, não são todas as empresas que se encaixam como MEI e há algumas limitações. Por exemplo, o MEI não pode ter uma renda bruta anual maior que R$81 mil, não pode empregar mais de um funcionário e não pode ser sócio em outras empresas. 

Além disso, é necessário ficar atento à Tabela de Atividades Permitidas, pois se a atividade do seu negócio não estiver incluída na lista, você não poderá ser MEI mesmo que obedeça aos outros requisitos.

EI

Sigla para Empresário Individual ou Empresa Individual, o EI é semelhante ao MEI no sentido de ser uma empresa de apenas um único dono e sem sócios. 

O EI não pode separar seu patrimônio pessoal do patrimônio empresarial. Além disso, o capital social que é necessário investir inicialmente na empresa é relativamente baixo quando comparado aos outros tipos societários, sendo R$1.000.

EIRELI

Com a Empresa Individual de Responsabilidade Limitada, ou EIRELI, os requisitos são muito mais específicos. 

Não é necessário a participação de sócios, assim como um Empresário Individual. O dono desse tipo de empresa pode tomar todas as decisões sozinho e será total e unicamente responsável por ela.

Outro requisito único da EIRELI é que, ao contrário do EI, é exigido investir um capital social bem alto – equivalente a, pelo menos, 100 salários mínimos vigentes. No entanto, isso pode ser muito positivo na hora de proteger seus bens pessoais, uma vez que o patrimônio do dono da empresa fica separado do patrimônio empresarial.

Sociedade Anônima

Outra forma de sociedade é a Sociedade Anônima, ou S/A, não possui sócios, mas, sim, acionistas, pois, ao invés de cotas, divide-se o capital em ações. Graças a isso, esses acionistas podem comprar e vender suas ações livremente – não é à toa que é o tipo de natureza jurídica geralmente escolhido por grandes corporações.

Ainda dentro da S/A, há duas modalidades: o capital aberto, que permite vender ações na bolsa de valores, e o capital fechado, que não compra ou vende ações para o público geral e, sim, para “convidados” ou então para outros sócios, ou acionistas, já envolvidos.

Sociedade Simples Limitada

Esse tipo de natureza jurídica é específico, já que se trata de uma das modalidades da Sociedade Simples, uma empresa prestadora de serviços, formada por dois ou mais sócios do mesmo ramo e normalmente escolhida por profissões intelectuais e de cooperativa como médicos, dentistas, advogados, contadores, etc.

A Sociedade Simples Limitada, diferente de sua contraparte (a Sociedade Simples Pura), é, assim como o nome sugere, uma espécie de Ltda., pois conta com a separação de patrimônios pessoais dos empresariais, ou seja, protege os bens do dono em caso de dívidas da empresa.

SLU

Finalmente, a SLU, ou Sociedade Limitada Unipessoal, é uma espécie de “mistura” entre os tipos de natureza jurídica de uma empresa, pois, assim como uma EIRELI, não é exigido sócios; como um EI, o investimento para o capital social pode ser baixo; e como uma Ltda., os patrimônios do dono são protegidos, estando separados dos patrimônios da empresa.

Desta forma, a SLU, o mais novo tipo de natureza jurídica no Brasil (que ficou vigente ainda esse ano), une algumas das melhores características de cada um desses diferentes tipos de empresas, dando mais liberdade e até mais agilidade ao empreendedor.

Onde encontrar a natureza jurídica?

  • Após entender os tipos de natureza jurídica de uma empresa e definir qual delas será mais vantajosa para o seu negócio, é importante lembrar ainda que sua escolha deverá ser informada no momento de abertura da empresa, pois ela deve constar no contrato social juntamente com outros dados, como atividade, localização, participação de sócios e muito mais.
  • Para encontrar a natureza jurídica da empresa mesmo depois de sua abertura, além de constar no seu contrato social – que pode ser acessado através do site da Junta Comercial –, é também possível encontrá-la consultando sua ficha de CNPJ ou acessando o Portal da Transparência.
  • Com essas informações, você saberá não só como descobrir a natureza jurídica de uma empresa, mas também conhecerá todos os tipos societários de uma empresa de maneira a ainda descobrir qual deles é o mais vantajoso para o seu negócio especificamente.

No entanto, é sempre importante ressaltar que todo esse processo deve ser feito, ou pelo menos acompanhado, por um escritório de contabilidade para evitar erros, atrasos ou multas. E se você quer fazer isso de maneira rápida e até sem sair de casa, confira aqui com a Contabilizei o que é a contabilidade online e como ela pode lhe ajudar com tudo isso!

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“Atitude de dono”: veja porque o tão falado ownership deve ser um requisito da sua empresa

“O olho do dono é o que engorda o porco”. Não é a primeira vez que usamos esse ditado aqui no blog. Relembrando, a frase se refere ao cuidado especial que o proprietário tem com seu negócio.

A atitude de dono – também chamada de senso de dono – é a mentalidade diferenciada de quem deseja ver a empresa prosperar como um todo, garantindo estabilidade, lucro e crescimento.

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Imagine se todos os colaboradores e gestores de sua empresa tivessem esta mesma mentalidade?

O que é atitude de dono?

Quando as empresas nascem, muitas delas nas garagens, nas repúblicas de estudantes ou nas mesas de boteco, geralmente têm um perfil em comum.

Os sócios, que irão se tornar diretores, CEOs, CFOs e tantos outros “C-level” da empresa, são (ou acham que são) visionários com um ideal. Para eles, mais do que ganhar dinheiro, ter um negócio envolve realizar um sonho.

Você deve conhecer gente assim, que se apaixona tanto por seu empreendimento que parece que está falando de um filho ou de um grande amor.

Com o passar do tempo, a empresa cresce e novos profissionais são incluídos. A cada rodada de novas contratações, a paixão diminui, e a relação entre as pessoas migra de “sócio/sócio” para “patrão/empregado”.

A figura clichê nesta relação é o colaborador apático, que detesta o chefe e enxerga em seu trabalho apenas uma forma de pagar as contas ao fim do mês.

Embora este extremo não seja a regra, o outro oposto é ainda mais raro.

É óbvio que nem todos podem ser donos. Mas a atitude de dono é algo que pode ser conseguido – e desejado – por todos os profissionais de uma empresa que almeja o sucesso. Por isso, se você é um empreendedor ou gestor, está na hora de entender a diferença entre accountability e ownership.

Apertando a tecla SAP: Accountability x Ownership

Se tentarmos traduzir estes dois termos em inglês, o mais próximo que chegaríamos seria “responsabilidade” e “sentimento de posse”. Sua meta como gestor, empreendedor ou qualquer outro tipo de líder, deve ser levar seus colaboradores da posição de responsabilidade para a posição de apropriação.

A responsabilidade é algo que gera pressão e ansiedade nos funcionários. São as cobranças, as regras e as hierarquias. É algo que o superior determina de forma unilateral ao subordinado, como um fardo. Funcionários com responsabilidades trabalham para evitar a punição e não pelo resultado positivo. Esta tendência pode levá-los até a esconder dados ruins ou ignorar crises.

Já o ownership é a mentalidade que estimula e causa entusiasmo nos membros do time. São as metas, as ideias e o companheirismo.

O ownership não pode ser delegado, ele é chamado para si pelo próprio profissional, que enxerga o sucesso da empresa como um interesse de todos.

Colaboradores com este sentimento de dono se esforçam para o bem da organização como um todo, trabalhando em equipe, de forma aberta e sinérgica, pensando em como melhorar todas as métricas – até mesmo aquelas que não lhe dizem respeito.

Há pessoas que são naturalmente assim; no entanto, esse atributo só será realmente aproveitado se a empresa tiver uma política inclusiva, e não de hierarquia rígida. E agora vamos ver como você pode implantar isso na sua organização.

Gosta da ideia de todos trabalhando juntos, às claras? Talvez você goste de ler este texto sobre gestão à vista.

Inserindo a atitude de dono em seus profissionais

Quando sua empresa ainda engatinha e você tem apenas um ou dois funcionários, você pode ter gente “apenas” responsável.

Afinal de contas, em um ambiente limitado como este, é perfeitamente possível microgerenciar tudo, puxando para si a exclusiva atitude de dono.

Mas, se você é igual à maioria dos gestores ou empreendedores do mundo, sua meta é ver sua empresa crescer. A partir de certo porte empresarial, envolver-se diretamente em todos os processos e decisões torna-se impraticável.

Agora, se você, desde cedo, alimentar uma cultura de atitude de dono, seus esforços serão multiplicados pelos seus colaboradores.

Você poderá investir suas energias em tarefas essenciais da gestão enquanto os outros membros da equipe desempenharão suas tarefas satisfatoriamente.

E, quando for o caso, irão buscar auxílio com você e com outros membros mais experientes. Porque eles estarão motivados pela sua própria busca por sucesso.

Contratando bem…

É mais fácil contratar profissionais com atitude de dono que formá-los. Por isso, o primeiro passo para criar uma equipe com ownership é selecionar as pessoas certas.

Desde os primeiro funcionários, aqueles que irão se tornar os gestores e líderes da empresa, procure sempre aquela pessoa com senso de dono.

A pessoa que quer entender os processos como um todo e enxerga a organização como seu time de futebol ou sua marca preferida de algum produto.

Cada profissional da equipe inicial com atitude de dono irá espalhar a cultura pela empresa, formando pessoas semelhantes. Busque aqueles que trocam regras e supervisão por ideias e autonomia, que trabalham satisfeitos e que sentem que a organização se importa e depende deles.

… e se comunicando melhor ainda

Agora, se você já tem a sua equipe formada e deseja implementar a cultura de ownership, a comunicação é a chave. Colaboradores com atitude de dono devem ser influenciados, não comandados.

Caso você esteja tentando tirar o melhor de um profissional cuja tarefa você não domina, explique para ele o que você precisa e diga “Para este resultado, o que você precisa? No que eu posso ajudar?”.

Se você domina a tarefa que será “apropriada” por outro profissional, converse de igual para igual com ele, explicando a forma como você faria, o que a tarefa significa para você e quais as suas preocupações. Deixe agora que ele crie sua rotina individual segundo seu próprio estilo, mas com um mesmo objetivo.

Percebeu que, nos dois casos, definir a finalidade é mais importante que o processo? Para saber mais sobre ferramentas que alinham as equipes em um mesmo objetivo, recomendamos nosso texto sobre OKR.

Estimule projetos paralelos e a criatividade

Outra forma de fomentar a atitude de dono em uma empresa é o intraempreendedorismo. Essa palavra difícil de falar descreve o comportamento de funcionários que estão sempre trazendo novas ideias e criando novos projetos. Eles são empreendedores, mas dentro da organização.

Como descobrir o e-mail de uma pessoa pelo Gmail

Vamos logo avisando, essa dica é para você que tem um instinto investigativo e é incansável. Não que você terá grande trabalho para conseguir rastrear um endereço de e-mail no Gmail, pelo contrário. É que este texto é voltado para pessoas que sabem o que querem e buscam até conseguir.

Existem muitas formas de se conhecer uma pessoa e conseguir uma amizade, seja em um encontro por acaso, numa lanchonete onde se trocam contatos ou em uma convenção de determinado setor, onde pessoas de diversas empresas estão reunidas.

Estas situações, porém, dependem de diferentes fatores para acontecerem e você pode não conseguir conhecer aquele CEO da empresa que você sempre sonhou trabalhar.

Entretanto, essa dica pode ser usada também para achar um amigo que não tem contato há anos.

A primeira observação, para dar tudo certo, é que você deve utilizar uma conta do Gmail e, através dela, seguir os seguintes passos. Antes de tudo, vale destacar que essa técnica não é infalível e não funciona se você estiver buscando o e-mail de super famosos, como, por exemplo, o Neymar, Beyoncé ou Paul McCartney.

Dito isso, vamos ao primeiro passo, que dependerá de duas informações para se completar.

Primeiro, você deve saber o nome completo da pessoa que está buscando, se for o dono de uma grande empresa, uma busca na internet pode ajudar. Se for um amigo antigo, tente recordar o sobrenome ou pergunte a algum conhecido.

Segundo, você precisará saber o domínio do e-mail da empresa em que a pessoa trabalha. A partir daí, vem a fase da tentativa e erro.

Com as informações (nome completo e domínio de e-mail) você vai abrir uma nova mensagem de e-mail e vai testar no campo do destinatário combinações possíveis e ir verificando se alguma está correta.

Digamos que você quer se conectar com presidente e CEO do Instagram, Kevin Systrom. Você poder usar arranjos como os destacados abaixo:

Para testar se uma alternativa está correta, você deve, após digitar o endereço e pressionar “espaço”, levar o cursor do mouse em cima dela. Essa ação fará aparecer uma caixinha e, em caso de acerto no endereço, a foto e outras informações da pessoa que procura irão aparecer.

E como você pode perceber que escolheu uma combinação que não é a de um e-mail válido? Simples, ao fazer o mesmo processo e a caixa não aparecer com foto e informações sobre a pessoa que procura.

Bom, mas nem toda empresa tem um domínio fácil como o Instagram. Para resolver esse problema, você pode encontrar os principais domínios das maiores empresas do mundo em alguns sites. Um deles é o CrunchBase, onde bastar buscar pelo nome da empresa para encontrar o domínio.

Fonte: Motto

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Offshore terá que identificar dono real

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(Foto: Reprodução internet)

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A Receita Federal prepara norma que irá obrigar empresas offshore que queiram operar no Brasil a identificar seus beneficiários finais.

Hoje, esse tipo de firma pode fazer investimento direto, comprar imóveis e ter participação em empresas brasileiras sem que ninguém saiba quem são seus verdadeiros donos uma vez que são registradas com ações ao portador.

A identificação dos controladores de offshores – empresas registradas no exterior, normalmente em paraísos fiscais – tem sido cobrada do Brasil por autoridades internacionais na área de transparência financeira que veem na medida uma forma de ajudar no combate à lavagem de dinheiro por essas firmas.

Se a norma já estivesse em vigor, a Operação Lava Jato teria mais facilidade para identificar, por exemplo, quem são os verdadeiros donos das empresas offshore criadas pela panamenha Mossack Fonseca, alvo da 22ª fase da investigação, supostamente para lavar dinheiro de corrupção da Petrobrás.

No cenário atual, para cada firma descoberta será necessário uma investigação mais aprofundada que pode ou não levar aos verdadeiros donos.

“Ação ao portador é a lavagem de dinheiro em pessoa”, disse ao Estado um dos responsáveis pela elaboração da nova norma, que deve ficar pronta até março deste ano.

Uma das offshores abertas pela firma panamenha, a Murray Holdings LLC, comprou um tríplex no Guarujá (SP) no mesmo condomínio Solaris onde o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria um imóvel.

A documentação registrada na Receita Federal brasileira só permite saber que a empresa foi aberta em Las Vegas, Estado de Nevada, nos Estados Unidos.

Apenas a Mossack tem as informações completas sobre os beneficiários finais.

A exigência de se identificar os controladores de offshores parece algo simples de ser colocado em prática, mas a discussão se arrasta no governo há 12 anos no âmbito da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro (Enccla), organismo que reúne mais de 60 órgãos.

O tema é considerado complexo porque, segundo apurou a reportagem, autoridades financeiras do governo temiam que a exigência provocasse fuga de capital estrangeiro do Brasil.

Com o passar dos anos, vários países adotaram esse tipo de norma e as resistências no País foram superadas. Tanto que em 2009, o Banco Central obrigou instituições financeiras a exigirem a informação do beneficiário final ao iniciar relação com pessoa jurídica.

Não há, contudo, mecanismo eficiente para acesso rápido a essa informação pelos órgãos de fiscalização e persecução penal. “Agora a discussão é sobre como se dará a exigência dessa informação quanto à constituição da sociedade”, explicou um dos envolvidos no trabalho.

A partir desse entendimento, a discussão saiu da Enccla e hoje é feita por um grupo menor formado por Receita, BC e Comissão de Valores Mobiliários, que regulamenta o mercado de capitais. O Uruguai e o Panamá já aprovaram a exigência do registro do proprietário real.

Hoje, para poder operar no Brasil, as offshores pedem à Receita Federal um CNPJ. Preenchem um cadastro para se habilitar a ter o registro sem o qual não conseguem fazer nenhum tipo de negócio no País. A Receita já incluiu no cadastro um campo para ser preenchido com a identificação do beneficiário final da offshore.

Mas, sem a vigência da norma, não há punição em caso de informação incorreta. Em muitos casos, o representante apresentado como beneficiário final da empresa é um “laranja”.

O jornal O Estado de S. Paulo apurou que será obrigatório o registro de todos os nomes dos sócios. Caso a informação seja omitida, a offshore será proibida de operar no País.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Empresa rica, dono pobre. Dono rico, empresa pobre

Vou contar uma história para você. Essa semana eu fui na padaria que era a melhor da cidade, a padaria do Nelson.

Mas, infelizmente, hoje ela está bem longe de ser a melhor.

A padaria estava feia e os equipamentos pareciam velhos. Dava para ver que ela não tinha uma manutenção há muito tempo. Além disso, as opções eram pouquíssimas e o estoque parecia estar vazio.

A padaria do Nelson, que antes era a melhor da cidade, está em decadência.

O Nelson, em compensação, está bem. Anda com o carro do ano, tem vários imóveis que aluga e gera uma boa renda. A padaria está perto de falir e já não gera renda, então ele vive desses alugueis e investimentos.

Essa é uma história fictícia, mas tenho certeza que você já deve ter imaginado logo de cara alguma empresa e algum Nelson com essas características, acertei?

Empresa rica, dono pobre. Dono rico, empresa pobre

Você conhece esse o ditado: Empresa rica, dono pobre. Dono rico, empresa pobre?

Ele é bem conhecido entre gestores e empreendedores. E é a resposta para a pergunta: por que a empresa do Nelson está quebrando?

É muito simples: o Nelson parou de investir no seu negócio e começou a retirar o dinheiro da padaria para uso pessoal. Faltou investimento. Praticamente todo o dinheiro que deveria ser reinvestido na empresa era retirado do caixa para as contas pessoais do Nelson.

O Nelson acha que não poderia ter tomado melhor decisão. Afinal, com os imóveis e investimentos, a sua renda está boa e ele consegue ter um padrão alto de vida. Mas, esse pode ser um grande engano pois, se o Nelson tivesse reinvestido na padaria, poderia ganhar muito mais com ela do que está ganhando hoje com esses outros investimentos.

O Nelson esqueceu completamente que a empresa também é um bem dele e, como todo bem, precisa de manutenção e orçamento destinado.

A padaria do Nelson está sofrendo de falta de capital de giro.

Empreendedor: quanto você custa para o seu negócio?

Você já parou para se questionar sobre isso? Você sabe quanto tira da empresa mensalmente para cobrir os seus gastos?

Vamos ajudar a chegar nesse valor. Mas, antes precisamos falar sobre gastos da empresa e gastos pessoais.

É essencial para o sucesso da empresa que os gastos pessoais sejam separados dos da empresa, até mesmo para evitar problemas com o Fisco.

O ideal é que você tire o seu pró-labore no início do mês. Mas, sabemos que por muitas vezes isso não é possível e a solução é fazer pequenas retiradas durante o mês corrente.

  • Essas retiradas também devem ser vistas como seu pró-labore, é como se você pegasse o seu salário de forma parcelada.
  • Se você faz uma única retirada no começo do mês, o trabalho é menor: é só registrar e categorizar esse gasto no fluxo de caixa da empresa como pró-labore.
  • Agora, se você faz pequenas retiradas, isso não significa que a sua gestão financeira precisa ficar comprometida!

O importante é não esquecer de registrar nenhuma retirada, até as menores precisam de atenção. Sabe quando você retira do caixa da empresa 50 reais para abastecer o seu carro? Essa retirada também precisa ser registrada como seu pró-labore.

Você vai notar, quando ter esse controle, que até as despesas pequenas podem trazer um grande impacto para o seu negócio se não forem administradas.

Além disso, com esse registro, você conseguirá entender no final do mês o quanto foi retirado da empresa por você, ou seja, o quanto você custa para o seu negócio.

Lembre-se: qualquer retirada que você faça para pagar seus gastos pessoais deve ser registrada como seu pró-labore e não como um gasto da empresa. Por exemplo: a conta de energia elétrica da sua casa não deve ser registrada como energia elétrica e sim como pró-labore.

Assim, você não compromete o seu DRE e o fluxo de caixa categorizado continua fazendo sentido para a sua empresa.

Dono pobre? Como assim?

Quando falamos sobre dono pobre é preciso ter cuidado para não haver uma grande confusão.

Ser um dono pobre não significa que o seu salário deva ser baixo, mas sim sustentável para a empresa.

Vamos explicar melhor: pode ser que no começo da empresa você realmente não consiga fazer retiradas significativas. E pode ser até que algum colaborador ganhe mais do que você. E tudo bem! Esse é um processo normal em uma empresa nova.

Mas, conforme ela vai se estruturando e tendo mais lucro, o seu pró-labore pode ser maior também.

A ideia de dono pobre é que você vai ganhar menos do que todo o lucro da empresa, mas pode ser que chegue o momento que seja sustentável você ter um pró-labore de R$ 100.000,00 e nós estamos torcendo por isso! ????

Você não pode se esquecer também que, conforme a sua empresa for crescendo, a participação de lucros também aumenta, gerando uma renda maior para você. Essa é feita normalmente no final do ano, depois de separar o montante para ser reinvestido.

Resumindo: ser um dono pobre é ser pobre em relação a empresa. A empresa sempre deve ficar com a maior parte dos recursos que ela gera em relação a você.

Se você precisar de uma forcinha para gerenciar o seu financeiro, entre em contato conosco e agende uma demonstração do Fácil123!

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