Como Saber Que O Figado Esta Ruim?

Segundo maior órgão do corpo, o fígado é responsável por sintetizar o colesterol, desintoxicar o organismo, emulsificar gorduras, armazenar algumas vitaminas, entre outras funções. Por ser tão importante, é preciso ficar de olho: qualquer problema deve ser investigado pelo médico.

Os primeiros sinais e sintomas de problemas no fígado são dor abdominal do lado direito e barriga inchada. Além desses, é fácil perceber uma cor amarelada na pele e nos olhos e urina escura, de cor amarela forte.

  • Como Saber Que O Figado Esta Ruim?
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  • Como Saber Que O Figado Esta Ruim?
  • Algumas das causas comuns de problemas no fígado são o excesso de gordura neste órgão, que ocorre principalmente em pessoas com excesso de peso ou que não praticam atividade física, excesso de álcool, uso abusivo de medicamentos e doenças como hepatite, cirrose, ascite, esquistossomose e hipertensão portal.
  • O gastroenterologista é o médico especialista mais indicado para o tratamento das doenças do fígado, e ele deve ser consultado se os sintomas persistirem, mesmo após as alterações na dieta.
  • Principais sintomas
  • Dor abdominal
  • Vômitos
  • Dor de cabeça
  • Coceira
  • Tontura
  • Cansaço
  • Fezes amareladas
  • Diarreia

Diante da presença desses sintomas, é importante procurar um médico para investigar a causa do problema e iniciar o tratamento adequado.

Exames de diagnósticoPara diagnosticar problemas no fígado, deve-se fazer um exame de sangue chamado hepatograma, que avalia as funções do órgão a partir dos níveis de:

  • AST e ALT;
  • GGT, também chama de Gama GT;
  • Fosfatase alcalina;
  • Bilirrubina direta, indireta e total;
  • Albumina;
  • INR e TAP ou TP;
  • 5′ nucleotidase (5’NTD);
  • LDH.

Além dos exames de sangue, o médico pode pedir outros complementares, como ultrassonografia e tomografia computadorizada.

TratamentoO tratamento a ser feito depende das causas da doença, mas os casos mais leves são tratados apenas com alterações na dieta. No entanto, nas situações de maior gravidade, podem ser necessários remédios para diminuir a inflamação, o colesterol, a glicemia e outros fatores que afetam o fígado.

Além disso, deve-se conversar com o médico e pedir autorização para complementar o tratamento com remédios caseiros que ajudam a limpar o órgão, como os feitos com boldo, alface ou alfazema.

Alimentação para tratar o fígadoEm caso de problemas no fígado, recomenda-se beber pelo menos 1,5 litro de água por dia e consumir alimentos de fácil digestão e com pouca gordura, como peixes, carnes brancas, frutas, legumes, sucos naturais, queijos brancos, leite e derivados desnatados.

Além disso, é importante preferir preparações cozidas, assadas ou grelhadas, evitando frituras, refrigerantes, biscoitos recheados, manteiga, carnes vermelhas, salsicha, linguiça, bacon, chocolate e doces em geral. Também é recomendado evitar o consumo de qualquer tipo de bebida alcoólica. (Com informações do portal Tua Saúde)

11 sintomas de problemas no fígado (com teste online)

​Os primeiros sintomas de problemas no fígado geralmente são a dor abdominal do lado direito e a barriga inchada, no entanto, podem variar de acordo com o tipo de problema, que pode ser desde fígado gordo, até uso excessivo de bebidas alcoólicas ou doenças, como hepatite, cirrose ou esquistossomose, por exemplo.

Os principais sinais e sintomas que podem indicar um problema no fígado incluem:

  1. Dor na região superior direita da barriga;
  2. Enjoos ou tonturas frequentes;
  3. Dor de cabeça recorrente;
  4. Cansaço fácil e sem razão aparente;
  5. Facilidade em ficar com manchas roxas;
  6. Cor amarelada nos olhos ou pele;
  7. Urina escura;
  8. Perda de apetite;
  9. Fezes amareladas, cinzentas ou esbranquiçadas;
  10. Barriga inchada;
  11. Coceira em todo o corpo.

Caso surjam alguns destes sintomas é importante consultar um clínico geral ou um hepatologista para identificar a causa e iniciar o tratamento mais adequado.

Teste online de problemas no fígado

Para saber se pode estar com algum problema no fígado, assinale o que está sentindo:

Principais causas de problemas no fígado

As alterações no fígado são mais comuns em pessoas sedentárias e que têm hábitos de vida pouco saudáveis, como alimentação rica em gordura e consumo excessivo de bebidas alcoólicas, por exemplo, o que pode comprometer o bom funcionamento do fígado e levar ao aparecimento dos sintomas.

Além disso, outras situações que podem causar problemas no fígado são:

  • Uso de medicamentos sem indicação médica, o que pode levar à sobrecarga do fígado e comprometimento da sua função, já que o fígado é responsável pela metabolização dos medicamentos;
  • Infecções por vírus, principalmente o vírus da hepatite, que atinge o fígado e diminui a sua atividade;
  • Infecção por parasita, principalmente o parasita Schistosoma mansoni, que é responsável pela esquistossomose, uma doença infecciosa em que formas mais jovens do parasita atingem a circulação portal do fígado e desenvolvem-se até a fase adulta, o que pode provocar aumento e endurecimento do fígado;
  • Hipertensão portal, que é uma situação em que há aumento da pressão nas veias que levam o sangue dos órgãos abdominais para o fígado, o que pode alterar o seu funcionamento;
  • Cirrose, que é a inflamação crônica do fígado em que há endurecimento do tecido desse órgão, o que compromete a sua função, e pode acontecer devido a problemas autoimunes e abuso de álcool;
  • Diabetes descompensada, em que os níveis aumentados de glicose no sangue podem comprometer a função do fígado e levar ao aparecimento de sintomas.

É importante que a causa dos sintomas de problema no fígado seja identificada, pois assim é possível que seja indicado pelo médico o tratamento mais adequado, prevenindo possíveis complicações. Conheça outras causas de problemas no fígado.

Como confirmar o diagnóstico

O diagnóstico de problemas no fígado é feito inicialmente por meio da avaliação dos sinais e sintomas pelo médico, que em seguida solicita uma série de exames para avaliar o funcionamento do fígado, que recebe o nome de hepatograma.

O hepatograma corresponde a um conjunto de exames laboratoriais e de imagem que permitem saber se o fígado está funcionando ou não.

Dentre os exames incluídos estão a dosagem de bilirrubina total, direta e indireta, albumina, lactato desidrogenase (LDH), gama glutamil transferase (GGT), TGO/ ALT, TGP/ AST e tempo de protrombina, além de ultrassonografia e tomografia. Conheça mais sobre os exames que avaliam o fígado.

Como é feito o tratamento

O tratamento indicado pelo médico varia de acordo com a doença a ser tratada, no entanto nos casos mais leves pode ser recomendado apenas alteração na dieta.

Por outro lado, nos casos mais graves, além da mudança na alimentação, pode também ser necessário tomar remédios que ajudem a diminuir a inflamação, colesterol e a glicemia, que são fatores que podem trazer ainda mais complicações para o fígado.

Além disso, deve-se conversar com o médico e saber se pode complementar o tratamento com remédios caseiros, como os feitos com boldo, alface ou alfazema.

Alimentação para tratar o fígado

Em caso de problemas no fígado, recomenda-se beber pelo menos 1,5 L de água por dia e consumir alimentos de fácil digestão e com pouca gordura, como peixes, carnes brancas, frutas, legumes, sucos naturais, queijos brancos e leite e derivados desnatados.

Além disso, deve-se preferir preparações cozidas, assadas ou grelhadas, evitando frituras, refrigerantes, biscoitos recheados, manteiga, carnes vermelhadas, salsicha, linguiça, bacon, chocolate e doces em geral, sendo também importante evitar o consumo de qualquer tipo de bebidas alcoólicas. Veja como deve ser feita a dieta para o fígado.

  • O gastroenterologista é o médico especialista mais indicado para o tratamento das doenças do fígado, e ele deve ser consultado se os sintomas persistirem, mesmo após as alterações na dieta.
  • Assista ao vídeo e veja mais dicas para tratar os problemas no fígado:

Como Saber Que O Figado Esta Ruim?

Fígado: 11 sinais e sintomas mais comuns que indicam problemas

Saiba como identificar problemas no fígado e descubra quando é hora de buscar auxílio médico para o tratamento.

Como Saber Que O Figado Esta Ruim?

Embora os sintomas possam ser considerados genéricos e, muitas vezes, poucos específicos, saber como identificar problemas no fígado com antecedência pode evitar que certas doenças se agravem. Como muitas doenças relacionadas a esse órgão são, de certa forma, silenciosas, a atenção deve ser redobrada.

Talvez você não saiba, mas o fígado é o segundo maior órgão do corpo humano, pesando em média 1,5 quilo. Além disso, ele é um dos poucos órgãos com capacidade de regeneração, podendo voltar ao tamanho normal em caso de anomalias ainda que com funções limitadas. O fígado é responsável por sintetizar o colesterol e desintoxicar o organismo, entre outras características.

Por sua importância, ao menor sinal de problemas você deve procurar um médico. Porém, quais são os sinais mais frequentes? Nesse artigo, falaremos um pouco sobre eles.

Sintomas mais comuns em problemas no fígado

A lista de sintomas que possivelmente representam um problema no fígado é extensa, mas vale lembrar que perceber apenas um deles não significa necessariamente que este é o órgão afetado. Um exame mais apurado feito por um médico e eventualmente exames laboratoriais é que vão determinar um diagnóstico preciso. 

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Preste atenção aos seguintes sintomas:

  1. Dores na região superior direita da barriga;
  2. Enjoos ou tonturas com muita frequência;
  3. Dores de cabeça diárias;
  4. Cansaço sem razão aparente;
  5. Facilidade de ficar com hematomas após pancadas leves;
  6. Cor amarelada nos olhos ou na pele;
  7. Urina com cor escura e cheiro mais forte;
  8. Falta de apetite;
  9. Fezes de cor amarelada, esbranquiçada ou cinzentas;
  10. Barriga inchada;
  11. Sensação de coceira em todo o corpo.

Se você marcou apenas um problema da lista são pequenas as chances de que o seu fígado esteja com algum problema. Porém, dois ou mais sintomas confirmados podem ser um sinal de que alguma coisa está errada e não custa verificar com um médico que tipo de problema isso pode representar.

Quem está mais propenso a apresentar problemas no fígado?

O excesso de gordura é uma das principais causas de problemas no fígado. Assim, pessoas com alimentação inadequada, composta por muitas frituras ou alimentos industrializados, estão mais suscetíveis a apresentar alguns desses sintomas. Pacientes com sobrepeso ou que não praticam atividades físicas têm riscos ainda maiores. A 

Outro vilão do fígado são as bebidas alcóolicas. O órgão tem a capacidade de transformar esse elemento em outras substâncias. Porém, quando a ingestão de álcool ocorre em quantidades maiores do que o fígado é capaz de processar isso pode resultar em lesões nas células hepáticas. A doença hepática alcóolica está entre os males mais comuns que acometem o fígado.

Quais são os problemas mais comuns relacionados ao fígado?

Além da doença hepática alcóolica, podemos citar ainda as hepatites (A, B, C, D e E) – todas causadas por vírus – a esteatose hepática, a esquistossomose a hepatite autoimune e a hepatite medicamentosa. Doenças causadas por acúmulo de ferro (hemocromatose) e cobre (doença de Wilson) no fígado também são recorrentes, mas menos comuns.

A esteatose hepática é causada pelo acúmulo de gordura no fígado, porém os problemas não precisam necessariamente ser causados pela má alimentação. O diabetes e a ingestão de bebidas alcóolicas em excesso também podem resultar nessa condição. Nesse caso, os sintomas são pouco perceptíveis e somente exames de sangue ou ultrassonografia podem identificar a doença com precisão.

Já a hepatite autoimune é causada por disfunções no sistema imunológico. Nesse cenário, são produzidos anticorpos capazes de destruir as células do fígado. O grande problema dessa doença é que praticamente não há sintomas nas fases iniciais e quando o paciente descobre o fígado já pode estar bastante danificado.

A esquistossomose, popularmente conhecida como “barriga d’água”, é causada por um parasita presente em caramujos encontrados em lagoas da região Nordeste. A doença tem sintomas similares aos da cirrose, mas também se manifesta somente em fases mais avançadas.

Por fim, há ainda as hepatites virais. No Brasil, as mais comuns são as causadas pelos vírus A, B e C, enquanto na África e na Ásia as do tipo D e E são mais frequentes.

A transmissão pode ocorrer em decorrência de contato com fezes, especialmente em áreas sem saneamento básico adequado, por meio de transmissão sanguínea, em decorrência de sexo desprotegido ou compartilhamento de seringas e agulhas, ou ainda da mãe para o filho durante a gravidez. 

Orientação médica é essencial

Como mencionamos acima, o simples fato de você perceber um ou dois sintomas relacionados a problemas no fígado não significa necessariamente que se trata de uma doença associada a esse órgão. Porém, a recomendação principal é: se você apresenta dois ou mais sintomas como os descritos acima, procure um clínico geral.

Ele é o profissional que poderá fazer exames preliminares e encaminhá-lo, se necessário, a um hepatologista, especialista em doenças do fígado. Como muitos dos sintomas se manifestam de forma tardia, ao percebê-los é fundamental não adiar a visita ao médico, pois o quadro da doença pode ser mais avançado do que o que se imagina.

Alimentação saudável, exercícios físicos, consumo moderado de álcool e sexo seguro são as principais formas de evitar qualquer problema relacionado ao fígado. Como se trata de um dos órgãos mais importantes do corpo humano, dê atenção total a ele. Faça exames de rotina e consulte um médico em caso de dúvidas.

Problemas no fígado: sintomas indicam quadro avançado

As doenças do fígado com frequência são silenciosas, ou seja, não apresentam sintomas.

Muitas pessoas acreditam que um gosto amargo na boca está associado com doença no fígado, mas essa é uma queixa inespecífica, que pode ser desencadeada por várias causas, como gastrite, lesões dos dentes ou na gengiva, infecções na faringe ou amígdalas, desidratação, jejum prolongado, cigarro e medicamentos, geralmente sem relação com doenças do fígado. Assim como tontura, dor de cabeça e náuseas, que muitas vezes estão associados a um quadro de enxaqueca.

Entre as doenças que acometem o fígado, as mais comuns são: esteatose hepática, hepatites por vírus (A, B, C, D, E), doença hepática alcoólica, esquistossomose, hepatite autoimune e hepatite medicamentosa.

Outras doenças menos frequentes incluem a hemocromatose (doença por acúmulo de ferro), doença de Wilson (doença por acúmulo de cobre no fígado), doenças das vias biliares intra-hepaticas, como a colangite esclerosante, a cirrose biliar primária e a colangite autoimune.

A esteatose hepática é um acúmulo de gordura no fígado, geralmente causada por um distúrbio metabólico associado à obesidade, diabetes, elevação dos níveis de colesterol ou triglicérides.

Também pode ser decorrente da ingestão abusiva de bebidas alcoólicas.

Não causa sintomas, portanto somente é diagnosticada com exames de sangue ou ultrassonografia, seja de rotina ou solicitados por alguma suspeita clinica.

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A doença hepática alcoólica pode causar sintomas como dor abdominal, icterícia e náuseas.

Esses sinais aparecem nos casos de hepatite aguda decorrente do abuso na ingestão de álcool, ou, com maior frequência, nas fases avançadas da doença, quando o fígado já está bastante comprometido.

Portanto as pessoas que ingerem bebidas alcoólicas com frequência devem ser submetidas a exames periódicos para avaliação do fígado.

A hepatite autoimune é decorrente de disfunção do sistema imunológico, com produção de anticorpos que agridem e destroem progressivamente as células do fígado, também cursam de forma silenciosa, apresentando sintomas somente quando existe maior dano ao fígado.

A cirrose biliar primária acomete as vias biliares dentro do fígado e se caracteriza por causar intenso prurido no corpo, com outros sintomas somente em fases avançadas da doença.

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A esquistossomose, também conhecida como barriga d'água por desencadear formação de ascite (água na barriga) em fases avançadas, é causada pelo Schistossoma mansoni, um parasita de caramujos encontrados em lagoas da região nordeste. A pessoa se contamina ao entrar na lagoa com esses caramujos. O parasita se aloja no fígado, acarretando fibrose com endurecimento do órgão, semelhante à cirrose. Somente apresenta sintomas em fases avançadas de doença.

Toda vez que ocorre uma agressão aguda ao fígado podem aparecer sintomas como mal estar geral, febre, dor no lado direito do abdômen junto às costelas, náuseas, vômitos, urina escura (colúria), fezes mais claras (hipocolia fecal) e olhos amarelados (icterícia), portanto esses são sintomas de doença aguda no fígado. São mais comuns nas hepatites virais agudas (A, B, C, D E), mas também podem aparecer em outras doenças infecciosas gerais, sistêmicas ou agudas que acometem o fígado, como mononucleose, toxoplasmose e infecção por citomegalovírus.

Como Saber Que O Figado Esta Ruim? mulher no hospital com dor abdominal – Foto: Getty Images

Alguns desses sintomas, como náuseas, icterícia e colúria, também aparecem em hepatite aguda desencadeada por algum medicamento. Por isso deve-se procurar um médico para a realização de exames para a identificação da doença.

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Como a maioria das doenças do fígado não causam sintomas, uma pessoa pode estar doente e não ter conhecimento disso, somente descobre a doença com a realização de exames de rotina. Podem ser feitos tanto exames de sangue para avaliação de fígado, as transaminases, como exames de imagem, como a ultrassonografia de abdômen, que mostram alguma alteração.

Quando as doenças não são identificadas precocemente vão agredindo progressivamente o fígado, causando inflamação crônica com formação de fibrose, que leva a uma alteração da estrutura, endurecimento do fígado e destruição de células, os hepatócitos, o que caracteriza a cirrose hepática. O endurecimento do órgão leva a um aumento de pressão na veia que chega ao fígado (veia porta), trazendo sangue do trato digestivo. Consequentemente, há dilatação da veia porta e de veias próximas, como as que vão para estômago e esôfago, formando varizes.

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A cirrose inicial, quando o fígado ainda está com sua função preservada, ou seja, filtrando o sangue, produzindo albumina e substâncias necessárias para coagulação do sangue, pode não acarretar sintomas, mas, conforme a doença vai piorando o fígado vai perdendo suas funções, levando à insuficiência hepática, aparecendo vários sintomas gerais como cansaço intenso, perda de apetite, perda de massa muscular, inchaço nas pernas, icterícia. A icterícia é decorrente do acúmulo de bilirrubina no sangue e deposição na pele, pela redução de sua metabolização e excreção pelo fígado doente, frequentemente causa coceira por irritação das terminações nervosas. Junto com a icterícia costuma ocorrer fezes claras (hipocolia fecal) e urina escura (colúria).

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O paciente com doença hepática pode apresentar equimoses (manchas roxas na pele) e sangramentos após pequenos traumas, pela deficiência de fatores de coagulação que são produzidos pelo fígado.

Além da deficiência dos fatores de coagulação, os pacientes com cirrose e hipertensão portal frequentemente apresentam redução das plaquetas, o que também colabora para uma maior dificuldade em coagular o sangue.

Pacientes do sexo masculino com cirrose frequentemente apresentam ginecomastia, que é o desenvolvimento de mamas.

As causas ainda não estão bem definidas, mas acredita-se que seja pela elevação nos níveis de estrogênio no sangue, tanto pelo aumento da produção como pela redução da metabolização desse hormônio pelo fígado.

Outro fator importante para o surgimento da ginecomastia é o uso do diurético espironolactona para o tratamento da ascite nos pacientes com cirrose, pois esse é um efeito colateral do medicamento.

Outros sintomas mais sérios e muito frequentes da doença hepática crônica em fase avançada, quando o fígado se encontra bastante comprometido, são a ascite, a hemorragia digestiva e a encefalopatia hepática.

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A ascite é um acúmulo de liquido no abdômen, decorrente tanto do aumento de pressão nos vasos intra-abdominais, como da redução dos níveis de proteína sanguínea pela diminuição na ingestão, decorrente da perda de apetite e da diminuição na produção pelo fígado. Muitas vezes pode se tornar muito volumosa, com grande aumento do abdômen, causando desconforto, cansaço e falta de ar.

A hemorragia digestiva geralmente ocorre pelo rompimento das varizes de esôfago, pode aparecer por vômitos com sangue, ou sangue nas fezes, o doente pode perder grande quantidade de sangue nestes episódios. O aumento da pressão no sistema digestivo também pode acometer as veias do intestino e do reto, provocando hemorroidas e sangramento anal.

A encefalopatia hepática é uma alteração das funções cerebrais decorrentes de acúmulo de toxinas no cérebro. As substâncias digeridas e absorvidas pelo trato digestivo passam pelo fígado, onde são metabolizadas, ou filtradas, antes de seguir para o resto da circulação sanguínea.

Alguns derivados de proteínas de origem animal, como a amônia, são tóxicos para o cérebro e precisam ser metabolizados pelo fígado, mas na doença avançada muitas vezes não são metabolizados ou não passam pelo fígado, pelo desvio de sangue pela hipertensão portal, dessa forma atingem e se depositam no cérebro causando a encefalopatia.

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A encefalopatia hepática pode se manifestar com quadros leves, com letargia, sonolência intensa, alteração no ritmo do sono vigília (ou seja, a pessoa dorme muito durante o dia e fica mais desperta a noite), irritabilidade, dificuldade de concentração, confusão mental e desorientação no tempo e espaço, até quadros mais graves, com redução do nível de consciência e coma.

O aparecimento de inchaço, ascite, icterícia, hemorragia e encefalopatia caracterizam uma doença hepática avançada, com prognóstico ruim, por isso é importante a prevenção, o diagnóstico precoce e tratamento das doenças do fígado para evitar progressão para formas mais graves, onde muitas vezes a única possibilidade de tratamento é o transplante hepático.

Esteatose hepática: obesidade e excesso de álcool são causas da doença

A esteatose hepática, mais conhecida como “gordura no fígado”, vem se tornando um problema cada vez mais frequente e conhecido pela população. É verdade que isso se deve, em parte, ao fato de mais médicos solicitarem ultrassonografias de abdômen e detectarem o problema. Outra razão que explica sua incidência cada vez mais comum é o aumento da obesidade na população.

Quando as células e os espaços do fígado são preenchidos por gordura, o órgão se torna volumoso e pesado.

A comparação mais comum — impactante, porém didática, é com o famoso patê de frois grais (fígado de ganso), obtido a partir da dieta forçada e extremamente rica em calorias desses animais.

Porém, o abuso de álcool, o uso de certos medicamentos e doenças como as hepatites virais também podem causar esse quadro, que só gera algum sintoma quando o dano ao fígado já é muito grave.

Fígado e suas funções

O fígado é uma glândula localizada no lado direito do abdômen que possui diversas funções, como desintoxicar o organismo, produzir colesterol, sintetizar proteínas e armazenar glicose (o açúcar do sangue).

O órgão produz a bile, um composto que ajuda no processo de eliminação de toxinas e na digestão dos lipídios. Assim, a presença de um pouco de gordura no fígado é absolutamente normal.

Mas quando o índice de infiltração ultrapassa 5% do seu volume, a situação começa a se complicar.

Evolução

Se não tratada ou controlada, a esteatose hepática pode gerar uma inflamação, também chamada de esteatoepatite, que leva a morte celular e um processo de fibrose (cicatrização). Com o passar dos anos, a condição pode progredir para cirrose hepática e também pode resultar em câncer de fígado. Em situações mais graves, o transplante é necessário.

Existem dois tipos de esteatose, ou doença hepática gordurosa, de acordo com as causas:

– Alcoólica Provocada pelo consumo excessivo de álcool. O fígado tem a capacidade de metabolizar as moléculas de etanol para eliminar a substância do nosso organismo.

Mas quando a dose é alta ou ingerida em pouco tempo, os subprodutos desse processo ficam concentrados, e eles são tóxicos para as células hepáticas.

Com o passar do tempo, o dano passa interferir nas funções do órgão.

– Não alcoólica Provocada prioritariamente por má alimentação, sedentarismo, sobrepeso, obesidade, diabetes, colesterol e triglicérides alto, e perda ou ganho muito rápido de peso.

Porém, também pode ser causada pelo uso de certos medicamentos (hormônios e corticoides, entre outros), ou por inflamações crônicas associadas, por exemplo, à hepatite C ou outras doenças hepáticas.

Prevalência

A esteatose é considerada a doença do fígado mais comum nos países industrializados ocidentais. Cerca de 70% dos casos referem-se à doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA) e o restante é consequência do abuso de álcool.

Estima-se que 20% a 40% da população sofra com o problema, sendo que o percentual é mais alto se considerarmos populações específicas, como a de obesos, diabéticos ou indivíduos com síndrome metabólica (quadro que envolve dislipidemia, resistência à insulina e obesidade abdominal).

Embora seja mais comum em adultos na faixa dos 40 ou 50 anos de idade, crianças pequenas podem ter esteatose, geralmente associada a doenças metabólicas. Entre as mais velhas e os adolescentes, o quadro também pode surgir como consequência de hábitos pouco saudáveis. E apesar da relação com a obesidade, indivíduos magros também podem fígado gorduroso.

Já em relação à esteatose hepática associada à bebida, estima-se que 90% dos indivíduos que fazem uso abusivo do álcool tenham a condição, dos quais 15% a 30% desenvolvem hepatite alcoólica e 10% a 20%, cirrose hepática.

Complicações

– Cardiovasculares A DHGNA é considerada o componente hepático da síndrome metabólica e também uma complicação da obesidade. Assim como esses quadros, constitui um fator de risco para infartos e derrames.

– Cirrose Toda doença crônica do fígado, que envolve uma inflamação persistente, pode resultar em cirrose, que é a alteração da arquitetura normal do órgão pela presença de cicatrizes e nódulos que envolvem as células hepáticas remanescentes. Estima-se que 30% dos pacientes com doença hepática gordurosa não alcoólica evoluam para esteatoepatite e cirrose.

Uma das primeiras alterações provocadas por essa mudança de arquitetura do fígado é a chamada hipertensão portal (aumento da pressão na veia porta, que drena o sangue proveniente dos intestinos). Quando a cirrose é avançada, há comprometimento de funções do fígado, como a formação de proteínas e neutralização de toxinas. Nesses casos, o transplante pode se tornar necessário.

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– Câncer de fígado A cirrose e a própria esteatose são fatores de risco para o hepatocarcinoma, um tipo agressivo de câncer das células hepáticas que causa mais de 9.700 mortes ao ano, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca).

Cerca de metade dos pacientes com esse tipo de câncer têm cirrose hepática, doença que pode ser consequência não apenas da esteatose e do alcoolismo, mas principalmente da infecção pelos vírus da hepatite B ou C.

Vale lembrar que o tabagismo, a obesidade, a esquistossomose e a ingestão de grãos e cereais contaminados pelo fungo aspergilus flavus, que produz a aflatoxina, são outros fatores de risco importantes.

Fatores de risco

  • Uso abusivo de álcool:tanto a ingestão diária de mais de duas doses para mulheres, ou três, para os homens, quanto o excesso ocasional (ingestão de quatro ou mais doses para mulheres ou cinco ou mais doses para homens em duas horas) são associadas à maior risco de doença no fígado. Cada dose corresponde a aproximadamente a 350 ml de cerveja ou 150 ml de vinho ou 50 ml de bebida destilada;
  • Obesidade e sobrepeso com obesidade central;
  • Diabetes mellitus ou pré-diabetes (resistência insulínica);
  • Dislipidemia (aumento do colesterol e/ou triglicérides);
  • Hipertensão arterial;
  • Genética: fatores genéticos podem estar envolvidos na tendência a obesidade, dislipidemias, diabetes e mesmo na dependência de álcool;
  • Medicamentos (como amiodarona, corticosteroides, estrógenos e tamoxifeno);
  • Esteroides anabolizantes;
  • Toxinas ambientais: produtos químicos;
  • Cirurgias para combater a obesidade (bypass jejuno-ileal, derivações bilio-digestivas);
  • Doenças que podem ser associadas à esteatose hepática;
  • Hepatite crônica pelo vírus C;
  • Síndrome de ovários policísticos;
  • Hipotiroidismo;
  • Apneia do sono;
  • Hipogonadismo;
  • Lipodistrofia e alterações metabólicas de origem hereditária.

Sintomas

Praticamente todos os pacientes com esteatose hepática não apresentam sinais ou sintomas, ou seja, a condição é silenciosa, e só é identificada em exames de rotina. Quando surgem, os sintomas mais comuns são:

  • Fadiga;
  • Desconforto do lado direito superior do abdômen;
  • Aumento do fígado;

Já quando existe um grau elevado de inflamação (esteatoepatite), ou fibrose e cirrose, as manifestações podem incluir:

  • Fadiga;
  • Falta de apetite;
  • Coceira;
  • Aranhas vasculares (varizes finas em formato de teia de aranha);
  • Icterícia (pele e olhos amarelados);
  • Fezes esbranquiçadas;
  • Alterações do sono;

Uma das consequências possíveis da cirrose é chamada hipertensão portal, que tem como sintomas:

  • Acúmulo anormal de líquido dentro do abdômen (ascite);
  • Confusão mental;
  • Complicações neurológicas (já que as toxinas deixam de ser corretamente eliminadas);
  • Mudanças na coagulação;
  • Inchaço dos membros inferiores;
  • Hemorragias;
  • Presença de varizes no esôfago;
  • Queda no número de plaquetas sanguíneas.

Os sintomas mais comuns do câncer de fígado são:

  • Dor abdominal;
  • Massa e distensão abdominal;
  • Acúmulo de líquido no abdômen (ascite);
  • Perda de peso inexplicada;
  • Perda de apetite;
  • Mal-estar;
  • Icterícia (pele e olhos amarelados);

Diagnóstico

Na maioria das vezes, a esteatose é identificada de forma incidental em uma ultrassonografia de abdômen solicitada pelo médico num exame de rotina. Esse exame pode ser pedido quando o profissional identifica um ou mais fatores de risco.

Para completar o diagnóstico, é importante conhecer o histórico do paciente, avaliar pressão arterial, peso, altura, IMC (índice de massa corporal) e circunferência abdominal.

Além disso, devem ser pedidos exames laboratoriais para avaliar os níveis de colesterol, triglicérides, glicose, insulina; teste homa (que determina o grau de resistência à insulina); e enzimas hepáticas.

Outros exames de imagem, como tomografia, ressonância magnética e elastografia hepática (procedimento parecido com a ultrassonografia) podem ajudar a confirmar o diagnóstico. Em alguns casos, porém, a biópsia de fígado é necessária.

  • Os exames e/ou a biópsia podem indicar a gravidade da esteatose, geralmente classificada em:
  • Grau 1 ou leve Quando há pequeno acúmulo de gordura;
  • Grau 2 Quando há um acúmulo moderado de gordura no fígado;
  • Grau 3 Quando ocorre grande acúmulo de gordura no fígado.

Tratamento

O combate ao problema envolve prioritariamente mudanças no estilo de vida, com dieta saudável e prática de atividade física, a fim de se controlar o excesso de peso, a resistência à insulina, os níveis de colesterol e triglicérides e a pressão arterial. O consumo de álcool deve ser evitado mesmo para quem essa não é a principal causa do problema, já que a bebida sobrecarrega o fígado e contribui para a obesidade.

Embora emagrecer seja considerado o principal pilar do tratamento, é importante que a perda de peso seja gradual. O emagrecimento rápido pode agravar a esteatose porque, antes de ser “queimada”, a gordura armazenada no corpo também passa pelo fígado —é por isso que as cirurgias da obesidade são um fator de risco.

Quando a doença é causada por medicamentos, é necessário avaliar custo-benefício e estudar a possibilidade de substituição. O uso de esteroides anabolizantes deve ser interrompido e, no caso de a esteatose ser associada a outras doenças, como hipotireoidismo ou ovário policístico, essas condições devem ser tratadas adequadamente.

Não existe nenhum medicamento específico para a esteatose, porém alguns medicamentos costumam ser indicados pelos médicos para alguns pacientes.

É o caso de drogas para o controle do colesterol e do diabetes (como metformina, pioglitazona e rosiglitazona), ou drogas para controle da obesidade, como o orlistat (Xenical).

A vitamina E e o ácido ursodesoxicólico também costumam ser indicados quando há sinais de esteatoepatite e fibrose, e alguns profissionais podem indicar alguns suplementos, como a silimarina (fitoterápico) e a N-acetilcisteína, embora os resultados sejam inconclusivos.

Para casos de cirrose avançada, que não respondem ao tratamento de controle, o transplante de fígado tem o potencial de aumentar a sobrevida e qualidade de vida dos pacientes. Na cirrose alcoólica é necessária a abstinência alcoólica de pelo menos seis meses antes do procedimento.

Como deve ser a dieta de quem tem fígado gorduroso?

  1. A alimentação deve ser orientada por médicos e nutricionistas, para levar em conta questões individuais, como o diabetes ou a hipertensão.

  2. O que priorizar:
  3. – Verduras, legumes, frutas e grãos integrais, que são ricos em fibras, antioxidantes e nutrientes benéficos para o fígado, como a betaína;
  4. – Peixes, carnes brancas e ovos (na quantidade permitida pelo seu profissional de saúde), que contém colina e metionina, também importantes para a função hepática;
  5. – Itens ricos em gordura “do bem”, como salmão, sardinha, azeite extravirgem, abacate e amêndoas podem e devem ser consumidos, já que têm efeito anti-inflamatório, desde que o excesso de calorias seja evitado.
  6. – Atividades aeróbicas (cerca de 30 minutos pelo menos cinco vezes por semana) e exercícios de resistência muscular (pelo menos duas vezes por semana) também são medidas que auxiliam o metabolismo e a queima de gordura.
  7. O que evitar:
  8. – Excesso de gordura animal (presente principalmente na carne vermelha, no leite integral e nos queijos amarelos);
  9. – Gordura trans (a gordura vegetal modificada e presente em industrializados como margarinas, sorvetes e biscoitos);
  10. – Frituras (mesmo quando se usa apenas óleos vegetais, o aquecimento a altas temperaturas torna o alimento prejudicial à saúde);
  11. – Enlatados, embutidos e comida industrializada em geral (esses itens costumam ser ricos em gordura e sódio, e podem ter efeito inflamatório);
  12. – Excesso de açúcar e itens com alto índice glicêmico (como batata, pão e macarrão brancos), já que podem interferir nos níveis de insulina e contribuir para a inflamação;
  13. – Bebidas alcoólicas ou ricas em açúcar.

Prevenção

Todas as medidas acima, indicadas para o controle da esteatose, também ajudam indivíduos saudáveis a evitar a condição. Lembre-se que toda doença capaz de causar inflamação crônica no fígado deve ser diagnosticada e tratada a fim de evitar a progressão para a cirrose hepática.

Prognóstico

A esteatose pode ser revertida ou pelo menos estabilizada quando diagnosticada em estágios leves ou moderados, desde que a pessoa siga todas as orientações médicas. Já nos casos de cirrose, o tratamento visa ao controle do quadro, sendo que nos casos avançados o transplante de fígado pode ser necessário.

Como ajudar um familiar com esteatose hepática?

Modificar hábitos é um desafio enorme, especialmente porque vivemos expostos a alimentos calóricos e o consumo de álcool é algo aceito na nossa sociedade. Por isso quem tem um familiar com a condição pode ajudar com apoio emocional e incentivo de hábitos saudáveis. O combate à obesidade e ao alcoolismo com frequência envolvem suporte psicológico.

Fontes: Edvânia Soares, nutricionista clínica da Estima Nutrição; Isaac Altikes, gastroenterologista da Federação Brasileira de Gastroenterologia; Renato Zilli, endocrinologista do Hospital Sírio Libanês; American Liver Foundation; Instituto Nacional de Câncer (Inca); Ministério da Saúde; Sociedade Brasileira de Hepatologia.

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