Como Saber Que Musica Passou Na Antena 3?

1 – Não, a série não é uma produção da Netflix

Como Saber Que Musica Passou Na Antena 3?

La Casa de Papel foi criada por Álex Pina para o canal a cabo espanhol Antena 3, e estreou em maio de 2017. A Netflix adquiriu os direitos de exibição e a produção entrou para o catálogo do serviço de streaming em dezembro do ano passado, mas com uma pequena modificação: os episódios foram reeditados.

Os 15 capítulos originais, com mais de uma hora de duração cada, foram transformados em episódios menores, com aproximadamente 50 minutos. A primeira parte da série, que tinha 9 episódios, passou a ter 13 com o formato criado pela Netflix. A nova leva, que estreia nesta sexta, adapta os seis restantes em outros 9.

2 – A série fez mais sucesso fora da Espanha do que lá dentro

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Graças ao streaming, La Casa de Papel atravessou as fronteiras espanholas e se tornou um sucesso no resto do mundo.

Por lá, a audiência foi boa (mais de 1,1 milhão de pessoas acompanharam o final da trama) e a série chegou a ser indicada para alguns prêmios.

Mas o êxito em países como França, Argentina e, claro, Brasil fez com que ela permanecesse por cinco semanas como a série mais maratonada no ranking do aplicativo TV Time.

3-  “Bella Ciao” foi uma música símbolo da resistência italiana

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Cantada a plenos pulmões pelo grupo de ladrões, a canção possui um passado de luta. Ela foi composta no século 19 por camponesas do norte da Itália, que a cantavam durante o trabalho de colheita contra a opressão dos patrões.

A música voltou para a boca do povo durante a Primeira Guerra Mundial com uma nova letra, em tom de protesto ao conflito. Na Segunda Guerra, o partido comunista fez uma terceira versão (sempre mantendo o refrão) contra o governo fascista do ditador Benito Mussolini. E em 2015, quando o partido de esquerda venceu as eleições na Grécia, adivinha qual música eles usaram depois da vitória?

4 – O visual de Tóquio foi inspirada na personagem de Natalie Portman em O Profissional

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Olhando para as duas, a referência fica clara. No longa de 1994, Portman, em seu primeiro papel no cinema, interpreta Mathilda, uma garota que se torna protegida de um assassino profissional e que deseja vingar a morte da família. A atriz Úrsula Corberó, que dá vida a Tóquio, fez, inclusive, uma brincadeira sobre isso em seu Instagram.

5 – A Casa da Moeda da série é uma mistura de três edifícios

Como Saber Que Musica Passou Na Antena 3? A verdadeira Cada da Moeda (à esq.) e a fachada do CSIC (à dir.) Carlos Delgado / Luis García (Zaqarbal)/Wikimedia Commons

Peça central na trama, o local faz referência à Fábrica Nacional de Moneda y Timbre – Real Casa de la Moneda, organização responsável pela emissão de dinheiro na Espanha. Só que o espaço que aparece na série não é a sede do órgão, em Madri. Ao invés disso, graças à magia da TV, três locações diferentes compõem o ambiente da série.

A fachada da Casa da Moeda fictícia é a do Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC), localizado na capital espanhola.

Já para o galpão onde o dinheiro é produzido, foram utilizadas as prensas do jornal ABC, também em Madri (as notas que aparecem na série, inclusive, eram impressas no papel do periódico).

Por fim, as outras partes foram gravadas em uma locação nos arredores da cidade.

6 – Você já reparou na quantidade de elementos vermelhos?

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Não é só o macacão dos personagens: desde a primeira cena da série, a cor aparece em diversos momentos, como em outras peças de roupa, placas e objetos ( o telefone usado pelos assaltantes, por exemplo). De acordo com o diretor de fotografia do programa, Migue Amoedo, o vermelho traz força e intensidade, algo que o criador, Álex Pina, queria passar para o espectador.

7 – A doença de Berlim não existe

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Na trama, Berlim (Pedro Alonso) sofre de uma doença chamada miopatia de Helmer.

Uma enfermidade com esse nome não existe na vida real — mas, de acordo com o que foi mostrado até aqui, o personagem parece ter miopatia mitocondrial, um distúrbio genético que causa perda progressiva da força muscular.

O nome vem da origem do problema: um mau funcionamento das mitocôndrias, responsáveis por fornecer energia para as células do corpo.

8 – Os nomes de alguns personagens foram trocados da ideia original

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Uma das coisas mais legais da série são os nomes de cidade que cada um dos assaltantes recebeu, parecido com o que ocorre em Cães de Aluguel, primeiro filme de Quentin Tarantino, no qual cada membro da gangue é chamado por uma cor diferente. Na primeira versão da história, Oslo, Nairóbi e Moscou se chamariam Valência, Chernobil e Camarões. Os nomes mudaram, mas não foram descartados: eles viraram os códigos para os planos do grupo.

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Ethan Renner é um assassino internacional que, ao ver a morte se aproximar, decide deixar a vida de espião para se reconectar com a família.

Mas, antes, ele embarcará numa última missão, em busca de uma droga que pode salvar a sua vida.

Enquanto cuida da sua filha adolescente, pela primeira vez em dez anos, Ethan terá que correr contra o tempo para caçar um dos terroristas mais perigosos do mundo.

Título Original 3 Days To Kill Elenco Kevin Costner, Amber Heard, Tómas Lemarquis, Connie Nielsen, Richard Sammel, Hailee Steinfeld Dubladores Ethan Renner: Garcia Júnior/ Vivi Delay: Angélica Santos/ Zooey Renner: Michelle Giudice/ Christine Renner: Adriana Pissardini/ O Albino: Ricardo Sawaya/ O Lobo: Marcelo Pissardini/ Mitat Yilmaz: Walter Breda/ Guido: Nelson Machado/ Hugh: Diego Marques/ Jules: Armando Tiraboschi/ Yasmin: Raquel Marinho/ Executivo Da Cia: Gilberto Baroli/ Executivo Da Cia: Carlos Campanile/ Chefe De Polícia: Luiz Antonio Lobue Outras Vozes:Carlos Campanile/ Ulisses Bezerra Direção MCG Nacionalidade Americana Gênero Ação Como Saber Que Musica Passou Na Antena 3?

Enquanto cuida da sua filha adolescente, pela primeira vez em dez anos, Ethan terá que correr contra o tempo para caçar um dos terroristas mais perigosos do mundo. “>

Diego é um cineasta diagnosticado com câncer terminal, cuja única chance de sobrevivência é se submeter a um transplante de medula óssea experimental, que apenas é realizado nos Estados Unidos.

Assim, ele parte para Washington, mas, antes, decide se casar e se despedir dos amigos. Já no hospital, ele conhece um menino hindu de apenas oito anos, que também está internado.

Logo, Diego passa a vivenciar com ele aventuras fantasiosas, inspiradas no cinema, que ajudam a suportar a dura realidade que os cerca.

Título Original Meu Amigo Hindu Elenco Maria Fernanda Cândido, Willem Dafoe, Reynaldo Gianecchini, Selton Mello, Bárbara Paz, Maitê Proença Direção Hector Babenco Nacionalidade Brasileira Gênero Drama Como Saber Que Musica Passou Na Antena 3?

Logo, Diego passa a vivenciar com ele aventuras fantasiosas, inspiradas no cinema, que ajudam a suportar a dura realidade que os cerca.
“> Programa promove bate papo sobre novelas, realities, redes sociais, jornalismo e música

O 'Altas Horas' deste sábado, dia 24, conta com a participação dos atores Chay Suede e Alexandre Nero, a jornalista Sandra Annenberg, João Augusto, Marina e Sofia, filhos de Gugu Liberato, Elaine Melo, a vencedora da primeira edição do No Limite e as músicas de Marcelo Falcão e Paula Fernandes.

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Nos anos 1960, a jovem Skeeter retorna para sua cidade de origem, no interior do estado do Mississipi, determinada a se tornar uma escritora.

Ela começa a entrevistar as mulheres negras da região, que deixam suas vidas para trabalhar na criação dos filhos da elite branca.

Com a ajuda de Aibileen Clark, a empregada da sua melhor amiga, Skeeter irá enfrentar muitas críticas para revelar a dura realidade da sua época. Vencedor do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante.

Título Original The Help Elenco Emma Stone, Viola Davis, Bryce Dallas Howard, Octavia Spencer, Jessica Chastain, Ahna O'reilly Dubladores Minny: Adriana Pissardini/ Aibileen: Alessandra Araújo/ Hilly: Angelica Santos/ Charlotte: Cecilia Lemes/ Skeeter: Leticia Quinto/ Elizabeth: Luciana Baroli/ Jolene: Melissa Garcia/ Celia: Raquel Marinho/ Mrs. Walters: Rosa Maria/ Stuart: Marcelo Campos/ Mae Mobley: Bruna Quinto/ Outras Vozes: Angela Couto/ Arlete Montenegro/ Denise Reis/ Faduli/ Fatima Silva/ Guiga Lopes/ Helio Vaccari/ Isabel De Sá/ Luiz Antonio/Marcio Marconato/ Marco Antonio Abreu/ Marco Aurelio Campos/ Nestor Chiesse/ Ricardo Sawaya/ Rosana Beltrame/ Samira Fernandes/ Sergio Corcetti Silvio Giraldi/ Vinny Takahashi/ Zaira Zordan Direção Tate Taylor Nacionalidade Americana, Indiana, Árabe-Emiradense Gênero Drama Como Saber Que Musica Passou Na Antena 3?

Com a ajuda de Aibileen Clark, a empregada da sua melhor amiga, Skeeter irá enfrentar muitas críticas para revelar a dura realidade da sua época. Vencedor do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. “>

Samuel nunca foi de ter muitas responsabilidades. Levando uma vida tranquila ao lado das pessoas que ama no litoral sul da França, ele vê tudo mudar com a chegada inesperada de uma bebê de poucos meses chamada Glória, sua filha.

Incapaz de cuidar da criança, ele corre para Londres a fim de encontrar a mãe biológica, mas, sem sucesso, decide criá-la sozinho. Oito anos depois, quando Samuel e Glória se tornam inseparáveis, a mãe retorna para recuperar a menina.

Título Original Demain Tout Commence Elenco Omar Sy, Gloria Colston, Clémence Poésy, Antoine Bertrand Dubladores Samuel Wellington Lima/ Kristin: Priscila Franco/ Bernie: Marcio Araújo/ Gloria: Raquel Carlotti/ Outras Vozes: Cássius Romero, Cecília Lemes, Cássia Bisceglia, César Marchetti, Enzo Bezerra, Felipe Grinnan, Fernanda Bullara, Fábio Moura, Glauco Marques, Guilherme Lopes, Hélio Vaccari, Letícia Bortoletto, Letícia Quinto, Luciana Baroli, Marco Antônio Abreu, Mauro Ramos, Melissa Lucena, Márcia Regina, Melissa Bezerra, Nestor Chiesse, Rosa Maria Baroli Direção Hugo Gélin Nacionalidade Inglesa; francesa Gênero Comédia Como Saber Que Musica Passou Na Antena 3?

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Já famoso, bombado e dono da própria escola de etiqueta e finesse, Crô se vê, no entanto, sozinho e sem família.

Carente e vulnerável, acaba ficando à mercê de supostos parentes, cujas intenções não parecem ser das melhores.

Ao lado das inseparáveis Geni, Magda e Jurema, mas sempre desviando do veneno da pérfida colunista Carlota Valdez, Crô embarca em uma aventura para descobrir a sua verdadeira família.

Título Original Crô Em Família Elenco Marcelo Serrado, Tonico Pereira, Arlete Salles, João Baldasserini Direção Cininha De Paula Nacionalidade Brasil Gênero Comédia Como Saber Que Musica Passou Na Antena 3?

Ao lado das inseparáveis Geni, Magda e Jurema, mas sempre desviando do veneno da pérfida colunista Carlota Valdez, Crô embarca em uma aventura para descobrir a sua verdadeira família.”>

Recém-saída da prisão, Debbie Ocean planeja executar o assalto do século em pleno Met Gala, em Nova York, com o apoio de Lou, Nine Ball, Amita, Constance, Rose, Daphne Kluger e Tammy.

Título Original Ocean's 8 Elenco Sandra Bullock, Cate Clanchett, Anne Hathaway, Mindy Kaling Direção Gary Ross Nacionalidade Americana Gênero Comédia/Ação Como Saber Que Musica Passou Na Antena 3?

Balthazar é um feiticeiro que mora em Manhattan e luta para defender a cidade de seu arquinimigo. Só que ele não é mais capaz de cumprir a tarefa sozinho. Ele, então, recruta como aprendiz Dave, um rapaz comum com um potencial oculto. Balthazar passa a ensinar tudo o que sabe o mais rapidamente possível para que juntos possam lutar contra as forças que ameaçam Nova York e, talvez, o mundo.

Título Original The Sorcerer's Apprentice Elenco Nicolas Cage, Jay Baruchel, Alfred Molina, Teresa Palmer, Omar Benson Miller, Monica Bellucci Dubladores Balthazar Blake: Ricardo Schnetzer/ Dave Stutler: Sérgio Cantú/ Maxim Horvarth: Júlio Chaves/ Becky Barnes: Mariana Torres/ Drake Stone: Marcos Souza/ Bennet: Marcelo Garcia/ Veronica: Andrea Murucci/ Morgana Le Fay: Mariangela Cantú/ Merlin: Jomeri Pozzoli/ Dave Stutler – Jovem: Matheus Périssé/ Becky Jovem: Pamella Rodrigues Direção Jon Turteltaub Nacionalidade Americana Gênero Ação Como Saber Que Musica Passou Na Antena 3?

Administração do CHMT mostra obras no Hospital de Abrantes (C/ÁUDIO)

A unidade de Abrantes do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) está a ter um conjunto de obras em sequência, sendo que está a começar, nesta altura, a preparação do estaleiro para a instalação do primeiro equipamento público de Ressonância Magnética do distrito de Santarém.

Trata-se de um investimento de um milhão e 300 mil euros num equipamento necessário ao diagnóstico médico e que leva a que os hospitais do distrito recorram aos privados. E mesmo assim, de acordo com Ivone Caçador, diretora Clínica do CHMT há muita dificuldade no agendamento deste tipo de exames.

Os que são considerados urgentes têm resposta do setor privado, mas os menos urgentes têm tempos de espera muito elevados.

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  • Ivone Caçador, diretora clínica CHMT
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E acresce outro problema com estes exames.

De acordo com o presidente do Conselho de Administração do CHMT, Carlos Andrade Costa, há a dificuldade de ter de fazer muitos quilómetros para fazer uma ressonância, há o desconforto de andar em ambulâncias de um lado para o outro e há, ainda, a afetação de recursos, porque sempre que um doente tem de fazer um exame destes é acompanhado por uma enfermeira.

Para além das melhorias e rapidez no diagnóstico dos doentes há ganhos consideráveis em termos financeiros e de recursos humanos.

Carlos Andrade Costa mostrou o andamento destas obras ao presidente da Câmara Municipal de Abrantes e revelou que neste momento estão a preparar o estaleiro para que possa ser feita a instalação do equipamento.

Tratando-se de um bloco de grandes dimensões a sua instalação no piso 2, no serviço de Imagiologia, terá de ser feita uma adaptação neste setor.

É que tem se ser partida uma parede exterior para fazer entrar o equipamento sem prejudicar o normal funcionamento dos restantes departamentos.

  1. Carlos Andrade Costa frisou que a obra física deverá estar concluída em finais de agosto para que em setembro sejam feitos todos os testes e certificação devendo a Ressonância Magnética entrar ao serviço em outubro.
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  3. Carlos Andrade Costa, presidente CA CHMT

O administrador hospitalar mostrou também uma nova área de balneários para os profissionais. Trata-se, segundo afirmou, de aumentar a capacidade para as condições do pessoal. Este balneário tem uma capacidade de 220 cacifos. Como o hospital funciona com três turnos permite melhorar as condições de equipamento de cerca de 70 profissionais por cada turno.

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Carlos Andrade Costa, presidente CA CHMT

E quem passa perto do Hospital de Abrantes pode ver uma grua junto ao edifício. Carlos Andrade Costa explicou que não tem a ver com esta intervenção. Trata-se da continuidade do projeto do âmbito de uma candidatura efetuada ao Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR).

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Dessa intervenção fazem parte a instalação do bloco de painéis solares, da nova coluna de água e agora da substituição de toda a caixilharia do edifício.

Com esta mudança dá-se mais um passo na eficiência energética, pois esta intervenção permitirá modificar o aquecimento/refrigeração de zonas que têm no inverno/verão muitas variações térmicas.

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Carlos Andrade Costa, presidente CA CHMT

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Manuel Jorge Valamatos, presidente da Câmara de Abrantes, destacou a importância da entrada em funcionamento da Ressonância Magnética para além dos restantes investimentos, como seja a requalificação do serviço de Urgência da unidade. E depois disse que a autarquia também vai, em breve, lançar a empreitada para a construção numa rotunda que vai ligar a Avenida Dr. Santana Maia e Francisco Sá Carneiro e a rua de acesso ao Hospital.

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Manuel Jorge Valamatos, presidente CM Abrantes

De referir que está já anunciada a requalificação da urgência médica e cirúrgica do Hospital de Abrantes.

É um processo que está na fase de preparação para o lançamento do concurso público, uma vez que é um investimento já validado pelos ministérios da Saúde e das Finanças com um valor da ordem de 2,9 Milhões de euros.

O anúncio da intervenção e apresentação do projeto em 3D daquilo que será o novo serviço aconteceu a 30 de março de 2021 na unidade de Abrantes.

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  • Investimentos no Hospital de Abrantes:
  • Instalação de Painéis Solares – 113 mil euros – concluído
  • Instalação de nova coluna de água – 700 mil euros – em curso
  • Instalação da Ressonância Magnética – 1,3 M euros – Em curso (prevista a conclusão em agosto)
  • Renovação e alargamento do serviço de Urgência Medica e Cirúrgica – 2,9 M euros – lançamento dos concursos (previsão de início das obras ainda em 2021)
  • Renovação Consulta Externa e Gastroenterologia – 1 M euros – Preparação do projeto (entra em obras após a conclusão da Urgência)

2021-04-23

Antena 3 – Wikipédia, a enciclopédia livre

 Nota: Se procura pela emissora espanhola, veja Antena 3 (Espanha).

Esta página cita fontes confiáveis, mas que não cobrem todo o conteúdo. Ajude a inserir referências. Conteúdo não verificável poderá ser removido.—Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico) (Novembro de 2020)
Antena 3
Serviço público de rádio
País  Portugal
Frequência(s) 92.3 – 107.9 MHz (Portugal Continental)
Canais FM
Sede Lisboa
Slogan
  • “A alternativa pop.”
  • “A rádio da nova música portuguesa.”
Fundação 26 de abril de 1994 (26 anos)
Pertence a Grupo RTP – Rádio e Televisão de Portugal.
Género Música contemporânea, debates
Faixa etária 15-40
Idioma Português
Cobertura Nacional
Sítio oficial http://www.rtp.pt/antena3
RDP FM

Antena 3 é uma emissora de radiodifusão do Grupo RTP – Rádio e Televisão de Portugal. A sua programação é baseada em música alternativa e na divulgação de novos grupos musicais portugueses. É dedicada à juventude e emitida para todo o País.[1]

Histórico

Fundada em 26 de Abril de 1994, a Antena 3 destaca-se por promover a nova música portuguesa (ao longo dos anos descobriu algumas das mais importantes bandas nacionais) e tem como slogan o lema A primeira vez é sempre na 3.

Nos últimos anos, a Antena 3 teve como directores Jorge Alexandre Lopes, Luís Montez e José Mariño.

Programação antiga

Às quintas-feiras, a Antena 3 só passava música portuguesa (sobretudo bandas novas) – e por isso, era dia de “Quinta dos Portugueses”.

Além disso, a Antena 3 também promoveu a “Quinta dos Portugueses ao vivo”: um tipo de minifestival de música portuguesa, que acontecia todos os meses, a uma quinta-feira, sempre em cidades diferentes e que juntava em palco algumas bandas novas e outras mais conhecidas.

A “Quinta dos Portugueses” foi também o nome do palco da música portuguesa nalguns festivais (SBSR, Sudoeste, etc.), com bandas escolhidas pela Antena 3. Destacou-se ainda a promoção a filmes e a cobertura cuidada de festivais de cinema como Veneza, Cannes, Doc Lisboa e Indie Lisboa.

Audiências

Ano

Média anual

2002 2,4%
2003 3,2%
2004 3,7%
2005 3,6%
2006 3,6%
2007 3,4%
2008 3,5%
2009 3,1%
2010 3,0%
2011 2,6%
2012 2,2%
2013 2,1%
2014 2,2%
2015 2,0%
2016 1,6%
2017 1,6%
2018 1,5%

Referências

  1. ↑ Antena 3 – Perfil da estação de rádio in RTP.pt

Ver também

  • Antena 3 Madeira

Ligações externas

  • Antena 3 – Site oficial
  • Emissão on-line da Antena 3
  • Portal da rádio
  • Portal de Portugal

Vinil mania, confissões de um colecionador – Conversas – Revista Must

Joaquim Paulo vive num daqueles bairros lisboetas que, mais do que nunca, parece um segredo. Bonito, tranquilo, quase sussurrado, como se por lá houvesse algo de mágico de que só alguns privilegiados terão conhecimento.

É mais ou menos assim a sua casa, um primeiro andar à primeira vista tão discreto como, depois, bem recheado. Mal transpomos a porta de entrada, damos de caras com ela: A Colecção.

São mais de 15 mil vinis, embalados em capas de plástico e arrumados por ordem alfabética, em prateleiras que se estendem do chão ao tecto, do passado distante ao mais recente.

Em cada disco uma aventura, um novo capítulo na história deste homem que assume ter sido salvo pela música.

O rapaz tímido que já era o típico nerd, ainda antes do termo cá chegar, deu lugar ao coleccionador obstinado que, por sua vez, foi cedendo espaço ao melómano apaixonado, o qual, hoje, também é homem de negócios astuto.

Apresentador do programa de rádio Matéria-Prima, transmitido na Antena 3, e autor de dois livros dedicados ao lado gráfico da Música, editados pela Taschen, é o fundador de uma editora cuja missão é reeditar raridades, devolvendo ao mundo alguns dos mais belos discos que o tempo se encarregou de silenciar. Longa vida ao vinil.

O livro “Funk & Soul Covers” , editado por Taschen Foto: D.R.

Comprou o primeiro vinil quando tinha 15 anos. Já sabia que seria esse o início da sua colecção?

Nessa altura, vivia na minha casa um primo mais velho do que eu. Ele era oficial da Marinha, passava a vida a viajar pelo mundo inteiro e era fanático por música e por livros.

Eu partilhava o quarto com ele. Tenho essa memória de ficarmos acordados até “às quinhentas”, a ouvir programas de rádio.

Era, até, algo bizarro porque ele já ouvia música muito complexa… Jazz rock, jazz de fusão, música experimental. Foi, sem dúvida, a minha grande influência.

Depois, obviamente, explorei outras coisas: funk, soul, música do Brasil e música clássica também. Mas ele obrigou-me a começar pelo lado mais complexo. Mais tarde, mudou de país e eu fiquei com os discos dele.

Mas o seu primeiro disco foi comprado e não foi herdado. Lembra-se qual foi?

Claro! O meu pai é de Fafe e eu sempre passei grandes temporadas em casa do meu avô. O meu primeiro disco foi comprado em Fafe, numa loja minúscula onde eu passava as tardes a ouvir discos.

O meu avô deu-me dinheiro e eu levei uma eternidade a decidir que disco haveria de comprar. Escolhi um dos Genesis, Selling England by the Pound.

Já não me identifico muito com ele, mas guardo-o religiosamente.

Li, recentemente, uma notícia onde se dava conta de um estudo que defendia que os 24 anos são a idade em que se está mais disponível para investigar novas sonoridades e que, a partir dos 30, deixamos de o fazer. Não será o seu caso…

Sempre ouvi música muito antiga, jazz antigo, música negra muito antiga. Por outro lado, trabalhei em rádio a vida toda e, durante muito tempo, era obrigado – por questões profissionais – a ouvir certas coisas que nunca ouviria em casa.

Coisas comerciais que não me interessam. Tive sempre, isso sim, um lado arqueológico de querer ir à procura das raízes e sempre li muitas publicações para saber o que vai sendo editado.

Mas o meu tempo é cada vez mais específico e dedicado a descobrir coisas que não são novidades.  

A música antiga é inequivocamente melhor?

Não necessariamente [hesita]. Como explicar? Há um crítico português, o José Duarte, que diz que o jazz morreu quando o John Coltrane morreu, o que é uma afirmação muito radical.

Mas concordo que a Música foi mais aventureira nos anos de 1960 e de 1970, que é o período de que mais gosto. Tem a ver com o contexto social. Hoje, tudo é ouvido de uma forma tão descartável que não há tempo para uma ligação emocional.

Tenho uma sobrinha de 17 anos, fanática por discos, e procuro fazer com ela o mesmo exercício que o meu primo fazia comigo: “Ah, gostas dos The Strokes?! Então vais ouvir o Iggy Pop de 1972.”

A isso se chama educação musical…

Sim. E hoje as pessoas não perdem muito tempo a educar-se. Partilham ficheiros, o que é uma coisa completamente abstracta. Por isso é que, por outro lado, as vendas de vinil dispararam nos últimos cinco anos, porque ainda há essa necessidade de ter uma relação física com o objecto.

Esse é um comportamento típico de uma determinada geração?   

Não. Além da editora que lancei recentemente, tenho um negócio de venda de discos online, uma plataforma, e muitas das pessoas que me compram discos, em todo o mundo, são miúdos, alguns muito novos.

Às vezes troco alguns e-mails com eles porque se trata de discos manuseados e eles querem informações sobre o seu estado de conservação, e noto que são muito interessados. Fazem perguntas com alguma profundidade. Não é, portanto, algo que tenha a ver apenas com a minha geração.

As pessoas da minha idade até poderão ter mais poder de compra, mas basta entrar nas lojas de discos para perceber quem é que está lá a comprar…

Tornou-se mais fácil encontrar e comprar “aquele” vinil?

Sim, muito mais. Há plataformas mundiais ? como a Discogs que aloja milhares de lojas no mundo inteiro, inclusive a minha ? que fazem com que seja fácil comprar um disco raro ou até uma reedição. Mas, ainda assim, esse é um imediatismo diferente daquele de descarregar um ficheiro que depois vai parar a um disco externo.

Consumir música dessa forma é algo que vai contra os seus princípios?

[Ri-se] Uso o Spotify para “picar” coisas novas. Mas sempre que encontro alguma coisa de que gosto muito, compro o disco. Toda a minha vida foi assim. Ouço discos o dia inteiro!

Foi por isso que acabou por fazer carreira na Rádio?

Comecei a trabalhar aos 17 anos naquela que, na altura, se chamava Rádio Porto e depois passou a ser a Rádio Comercial Norte. O convite surgiu porque eu já era conhecido como sendo um miúdo que tinha bastantes discos.

Um dia, um vizinho que trabalhava nessa rádio falou com o meu pai no sentido de perceber se eu poderia lá ir. O meu pai disse-lhe que esquecesse essa ideia. Eu era muito tímido.

Mas ele acabou por vir falar comigo e eu lá fui… Eles ficaram doidos! Na altura não era habitual alguém ter assim tantos discos. Eu comecei a aparecer, todos os sábados, para fazer um programa que durava cinco horas! Era a loucura total.

Depois, comecei a trabalhar mais proximamente com o Álvaro Costa, escrevia-lhe textos, fazia pesquisa. Ainda criei uma rádio pirata com amigos e, mais tarde, fundei a Rádio Nova, hoje parte do grupo Sonae. Estive lá bastantes anos, até me mudar para Lisboa.

Hoje apresenta um programa na Antena 3, o Matéria-Prima…

… que era uma coisa que eu não fazia há, pelo menos, 20 anos. Eu não fazia antena. Eu era um homem de bastidores. Mas, há cerca de dois anos, convenceram-me e estou a adorar.

É o espaço público da sua colecção…

Completamente. Deram-se ao trabalho de voltar a instalar um gira-discos no estúdio. Levo os meus discos e só passo o que eu quero. Estava há tanto tempo fora do estúdio que achei que poderia não correr bem. Mas não foi o caso. Assim que entrei, fez-se um “clique”. Aquilo é um mundo à parte.

Dá-me um gozo muito grande ir lá todas as semanas, estar ali fechado, a gravar, a ouvir as minhas coisas. É muito raro e difícil, hoje em dia, poder fazer-se isso, porque as rádios estão muito formatadas e condicionadas por estudos musicais e playlists.

Fazer isto numa rádio pública que pode ser ouvida no mundo inteiro e com esta liberdade é um luxo total. Simultaneamente, deu-se um fenómeno maravilhoso: há muitos ouvintes que me contactam para saber mais sobre os discos.

Também por isso, estou a criar um site para agrupar essa informação. E já aconteceu convidar os ouvintes para vir cá a casa ouvir música.

À medida que a colecção foi crescendo, não lhe foi roubando paz de espírito? Ou seja, nunca se tornou em algo obsessivo?

Um coleccionador é sempre alguém obsessivo. Claramente. Sou incapaz de fazer uma viagem sem me informar se o sítio para onde eu vou tem discos para comprar, nem que isso implique bater à porta de alguém.

Faço sempre esse trabalho. Tudo se cruza. Mas, hoje, se eu não comprar, não fico deprimido. Houve uma altura em que isto já foi uma coisa mais…

bem, não diria descontrolada, mas quando os discos eram mais difíceis de encontrar, quando não havia Internet, o desafio era bem maior. E quando se conseguia um disco, o prazer era gigantesco.

Receber os catálogos das lojas, chegar a tempo de fazer o pedido e o disco ainda estar lá… Enfim, era um prazer muito grande.

Como é que a colecção se foi desenhando?

Eu comecei por um lote de músicos, basicamente. Por exemplo, se num disco do Herbie Hancock tocasse um determinado músico, eu ia ver que outros discos ele tinha. Funciona como uma rede. As fichas técnicas dos discos, para mim, são tudo.

Durante muito tempo comprei discos “às cegas”, sem saber de que se tratava, mas bastava-me olhar para a ficha técnica e identificar dois ou três músicos para saber em que direcção eu estava a ir. Comprei muitos discos assim e alguns revelaram-se mesmo maravilhosos.

Também se descobre muito conversando com pessoas. Quando a Internet

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