Como Saber Que Esta Perto Do Ponto De Rutura Emocional E Fisica?

Como Saber Que Esta Perto Do Ponto De Rutura Emocional E Fisica?

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Nossas emoções mudam a forma como nosso cérebro reage à dor dos outros

Quando vemos alguém sofrer, somos capazes de nos colocar em sua pele, sentirmos empatia. Isso ocorre porque partes do cérebro ligadas à nossa própria dor são ativadas.

Mas nosso estado emocional também pode impactar o nível de empatia que sentimos. Ou seja, mudam a forma como o nosso cérebro reage à dor dos outros. Ou seja, nossas interações sociais podem ser afetadas negativamente quando nos sentimos mal.

É evidente que nosso humor pode influenciar nosso comportamento de várias maneiras, desde nossas escolhas alimentares – quando estamos de mau humor, por exemplo, costumamos comer de forma menos saudável – às nossas amizades.

Quando nossos amigos estão abatidos e tristes, esse sentimento pode ser contagioso, fazendo com que sintamos o mesmo. Segundo um estudo realizado em 2017, o mau humor pode se espalhar até mesmo pelas redes sociais.

A verdade é que nossas emoções são tão poderosas que, quando estamos de bom humor, funcionam como uma espécie de analgésico se nos ferirmos. Por outro lado, sentimos mais dor quando estamos fragilizados e pessimistas.

Pior, um estudo recente, publicado em dezembro do ano passado, mostrou que, quando nos sentimos mal, nossa capacidade interna para ajudar outras pessoas com dor é significativamente afetada. Nossa empatia acaba, assim, “amortecida”.

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Estudo recente mostrou que, quando nos sentimos mal, nossa capacidade interna para ajudar outras pessoas com dor é significativamente afetada

A equipe da pesquisadora Emilie Qiao-Tasserit, da Universidade de Genebra, na Suíça, queria entender como nossas emoções influenciam a maneira como reagimos ao vermos os outros sofrer.

Para isso, reuniu um grupo de voluntários. Eles foram induzidos a sentir dor com um dispositivo que aumentava a temperatura na perna. Os pesquisadores também mostraram aos participantes trechos de filmes positivos ou negativos além de fazê-los sentir dor, ou quando assistiam a vídeos dos outros sofrendo.

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Os cientistas se perguntaram, então: os voluntários sentiam empatia em relação àqueles que conheciam quando estes sentiam dor?

Aqueles que assistiram a um clipe negativo e depois viram outros com dor mostraram menos atividade cerebral em áreas relacionadas à dor: o lobo da ínsula e o giro do cíngulo. Essas duas partes do cérebro geralmente ficam ativas quando vemos outros com dor, bem como quando nós mesmos sentimos dor.

“Em outras palavras, as emoções negativas podem reprimir a capacidade do nosso cérebro para ser sensível à dor dos outros”, explica Qiao-Tasserit.

A descoberta é reveladora, pois mostra que as emoções podem significativamente mudar o “estado do nosso cérebro”, e que, ao fazê-lo, nossos próprios sentimentos modificam a forma como reagimos a alguém.

Na mesma linha, outro estudo de Qiao-Tasserit e de sua equipe constatou que, depois de assistir a um vídeo negativo, as pessoas tendiam a julgar um rosto com emoção neutra como mais negativo.

Tais resultados têm, obviamente, implicações no mundo real. Se uma pessoa que exerce determinado poder, por exemplo, um chefe, seja exposto a algo negativo em suas vidas – mesmo algo tão simples como um filme negativo – podem ficar menos sensíveis à dor dos subordinados ou mesmo vê-los de forma mais negativa.

Ou seja, tornam-se menos empáticos aos sentimentos dos outros.

A falta de empatia também gera outras consequências. As conclusões da pesquisa mostram que uma menor empatia acarreta menos doações para instituições de caridade. O mapeamento do cérebro também revelou que ficamos menos solidários com aqueles que não estão em nosso círculo social imediato.

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Por que as emoções negativas reduzem a empatia?

Mas por que as emoções negativas reduzem a empatia?

Pode ser que um tipo específico de empatia, chamado de sofrimento empático, esteja em jogo.

Isso, explica Olga Klimecki, também da Universidade de Genebra, é “o sentimento de estar sobrecarregado” quando algo ruim acontece com outra pessoa, o que faz você querer se proteger em vez de ser dragado por sentimentos negativos. Esse tipo de empatia mostra até mesmo uma ativação no cérebro muito diferente da empatia típica. Também pode naturalmente reduzir a compaixão.

Por outro lado, pode ser que qualquer situação que provoque emoções negativas nos estimule a nos concentrar mais em nós mesmos e em todos os problemas que enfrentamos.

“Pacientes ansiosos e deprimidos que sofrem de um excesso de emoções negativas são mais propensos a se concentrar em seus próprios problemas e se isolarem”, diz Qiao-Tasserit.

Um estudo realizado em 2016 por Klimecki e seus colegas descobriu que essa falta de empatia aumenta a agressividade.

Para chegar a essa conclusão, os participantes foram submetidos a situações injustas e então tiveram a possibilidade de punir ou perdoar seus concorrentes. Além disso, foram convidados a fazer testes de personalidade antes de entrarem no laboratório.

Os pesquisadores descobriram que aqueles que eram mais naturalmente solidários reagiram com um comportamento menos punitivo.

Para Klimecki, a conclusão foi emblemática. Em sua extensa pesquisa sobre o assunto, ela mostrou que é possível cultivar um comportamento mais solidário. E descobriu que os sentimentos que incentivam a compaixão podem ser treinados. Nossas respostas emocionais aos outros são, portanto, variáveis.

Isso mostra que todos podemos trabalhar nossa empatia interior, mesmo diante da angústia de outra pessoa. E ao pensarmos de uma forma mais positiva, isso nos ajudará a perceber as necessidades dos outros.

“Isso poderia contribuir para relacionamentos melhores, um fator chave da felicidade”, diz Qiao-Tasserit.

Então, da próxima vez que você estiver de mau humor, considere o efeito que isso pode ter sobre as pessoas com quem você lida no dia a dia.

Além disso, talvez valha a pena dosar o número de horas que você passa lendo romances sombrios ou assistindo a filmes de terror.

  • Leia a versão original desta reportagem (em inglês) no site BBC Future

9 pontos no corpo para pressionar e aliviar o estresse | HCor

O corpo humano é cheio de pontos-chave que quando pressionados ajudam a aliviar dores e equilibrar emoções, como estresse, ansiedade e tristeza. Conhecida como digitopressão, a técnica utiliza apenas  a pressão dos dedos sobre pontos específicos relacionados aos pontos de acupuntura para aliviar incômodos.

O procedimento pode ser realizado pela própria pessoa, com ou sem a ajuda de um especialista.

De acordo com Reginaldo Ceolin, fisioterapeuta especialista em acupuntura, do HCor, parar as atividades por um minuto e realizar a técnica já traz efeitos benéficos.

“O ideal é fazer com os olhos fechados, respirando profundamente e levando a atenção a cada ponto quando estimulado”, explica.

Para ajudar a acalmar a mente e eliminar o estresse e ansiedade, Ceolin indica alguns pontos e a maneira correta de ativá-los. Confira nas fotos a seguir:

1-  Topo da cabeça

O primeiro ponto situa-se no meio do crânio, no topo da cabeça. Ativá-lo ajuda a beneficiar o cérebro e os sentidos, elevar a mente e acalmar as emoções.  “Quando a pessoa é muito agitada ou autoritária, ela pode ter dores de cabeça, pressão alta e pensamentos muito confusos. Então, esse ponto ajuda a baixar um pouco essa condição”, afirma o especialista Reginaldo Ceolin.

Estímulo: aperte o ponto com os dedos médios e segure.

2-  Meio da cabeça

A localização deste ponto fica cerca de um polegar para os lados, para frente e para trás do primeiro. Também é indicado para acalmar a mente e organizar os pensamentos.

  • Estímulo: pressione com os dedos médios, anulares e indicadores e segure por alguns segundos.
  • 3-  Meio da testa
  • Localizado entre as sobrancelhas, esse é um dos principais pontos que quando estimulado ajuda a tranquilizar, equilibrar o sistema nervoso e aliviar a ansiedade.
  • Estímulo: basta pressionar e segurar por alguns segundos enquanto respira profundamente.
  • 4-  Região do buço 

Este ponto localiza-se entre o nariz e o lábio superior. É um dos mais importantes para a restauração da consciência. Ativá-lo ajuda a acalmar a mente, renovar o ânimo e fazer o fluxo energético na parte central do corpo fluir de maneira mais adequada.

Estímulo: massagear com pressão moderada usando o dedo indicador, fazendo movimentos de um lado para o outro.

5-  Parte superior do queixo

Esse ponto fica bem abaixo do lábio inferior (na região do cavanhaque). Realizar movimentos nessa região faz o fluxo energético na parte central do corpo fluir de maneira mais adequada.

Estímulo: massagear com pressão moderada de um lado para o outro.

6-  Região inferior da clavícula (gravatinha)

Esse ponto situa-se em uma depressão entre a primeira costela e a margem inferior da clavícula. “É um ponto usado para energizar o corpo todo, como se fosse um tônico”, explica Ceolin.

  1. Estímulo: deve-se apertar o ponto com o dedo indicador e o polegar realizando movimentos de  pulsar.
  2. 7-  Meio do peito
  3. O ponto exato fica na linha média entre os mamilos, é usado para aliviar o estresse que se acumula nessa região, tranquilizar e melhorar a respiração.
  4. Estímulo: dar leves batidas com os dedos indicador, médio e anular ao mesmo tempo, enquanto faz respirações profundas.
  5. 8-  Pescoço

Os dois pontos ficam na parte posterior do pescoço e compreendem o início e o final da coluna cervical.  Esse local está sujeito a muita tensão, ainda mais com o uso de celulares e computadores, logo essa manobra visa aquecer, relaxando, favorecendo o fluxo energético e a circulação local.

Estímulo: esfregar com o punho fechado dos dois lados ao mesmo tempo, enquanto respira profundamente.

9-  Região lombar

Os dois pontos a ser ativados delimitam o final da coluna lombar e o sacro. Toda a região entre um ponto e outro deve ser estimulada para ajuda a aliviar a tensão característica da região.

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Estímulo: com os punhos fechados, esfregar os dois lados ao mesmo tempo, enquanto respira profundamente.

Fonte: Catraca Livre

Visão | 20 sinais alarmantes de que a sua relação corre perigo

Estes são os 20 Sinais que precisa de conhecer para conseguir evitar, a tempo, a rotura e a separação.

1 – Sente-se sozinho ao lado do seu companheiro?

Este é um dos sinais mais reveladores de que algo não está bem. Não é natural duas pessoas que se amam sentirem-se sozinhas na presença do outro. Este sentimento de solidão, a maioria das vezes, origina-se na dificuldade em conversar, em expressar emoções, na falta de empatia, atenção, aceitação, interesse, partilha, ajuda e apoio.

Pior do que falar é não falar sobre esse sentimento de solidão, fazer de conta que não o sente e colocá-lo no sótão da sua mente. Se não quer andar escadas acima, escadas a baixo, a visitá-lo repetidamente, e a fazer de conta que está tudo bem quando não está, pense sobre o que a/o impede de dizer ao seu companheiro/a: “Sinto-me sozinho/a”! Do que tem medo? O que evita?

Poderá ter a surpresa de o seu companheiro/a lhe responder: “Eu também!” e uma porta há muito fechada se abrir e trazer alguma luz à vossa relação.

2 – Sente que a relação é pesada, custa respirar, já quase não riem, sente que não têm nada a ver um com o outro?

Uma relação de Amor não é uma cruz a carregar, um inferno, uma prisão, uma tortura, uma obrigação. Uma relação a dois é algo que faz bem aos dois, porque se não faz, o melhor é estar sozinho.

  • Sim, uma relação de Amor passa por todos os tipos de estrada, mas quando o “carro” não quer pegar e os dois começam a empurrá-lo todos os dias rua a baixo, e ficam logo exaustos para o dia todo, algo se passa.
  • Quando se pensa no outro e se respira como se estivesse em trabalho de parto e a dar à luz, só de pensar que vai ter de dizer o mesmo pela milésima vez pois ainda não entrou…
  • Quando já não riem, já não brincam, já não se divertem, já não se desafiam nem se “metem” um com o outro;
  • Quando tudo é demasiado sério, importante, racional, formal, mecanizado;

Quando olha para ele/ela e não consegue sentir um pingo de sintonia, de conexão, de cumplicidade, de afinidade e se pergunta “Quem és tu?” e “O que faço eu contigo?”,

Provavelmente chegou o momento de o descobrir!

3 – Já não sabe se a/o ama? Ou ama, mas esse amor fá-lo/a sofrer?

Um dos sinais que melhor evidenciam que algo pode não estar a correr bem, é começar a interrogar-se se ama o seu companheiro/a. É claro que essa dúvida pode surgir nas “melhores relações”, especialmente depois de calorosas discussões, mas ela dissipa-se rapidamente, porque os dois conhecem o caminho para encontrar o Amor que vive muito para além dos arrufos, desavenças e conflitos.

Se esta interrogação aterra no seu espírito como aviões no mais movimentado aeroporto, fique atento/a.

Se sente que continua a amar, mas que essa relação o faz sofrer, esse é também um sinal que não pode ignorar. Tente perceber e identificar a causa, ou causas, do seu desconforto.

O que o magoa e lhe faz mal? Será que está relacionado com a relação, com o comportamento do seu companheiro/a ou com algum acontecimento da sua vida pessoal? Será que o deve aceitar? Converse com uma pessoa da sua confiança.

  1. 4 – As conversas estão impregnadas de críticas e culpa e os silêncios são maiores?
  2. O “bolo” da discussão tem sempre os mesmo ingredientes: culpa, critica, generalização, acusação, ameaças… passados alguns segundos, se perguntar ao seu companheiro/a o que disse, não se lembra, mas você lembra-se!
  3. O registo da guerra está sempre na segunda pessoa do singular, isto é: Tu,tu,tu,tu… bastava que mudassem o registo para: Eu,eu,eu,eu… para tudo mudar.
  4. Se está a ver este filme, ou um outro cujo título é “Silêncio dói”, comece a pensar o que fazer, pois a continuar nessa sala de cinema, um destes dias, ou sai pela saída de emergência divórcio ou começa a somatizar de variadas formas e feitios.

5 – Tolerância: “0”. Compreensão: “0”, Empatia: “0”, Perdão: “0”.

Quatro sinais de que a relação precisa de ir à revisão. Não é o que faz com o seu carro? Então porque não faz com a sua relação? Sentem-se e tentem perceber porque se tratam assim e se fazem mal.

6 – Namoro: “extinto ou em vias de extinção”, Desculpas: muitas!

Se à palavra “namorar” associa passado e as desculpas para não namorarem se acumulam até ao teto, então provavelmente a vossa relação está a precisar de uma lufada de ar fresco e, a não acontecer, poderá, sim, correr perigo.

É assim tão difícil namorar? Se se esqueceu tente recordar um dos momentos mais bonitos quando os dois ainda namoravam. Que emoções sentiu… puxe pela criatividade, dê assas ao sonho e surpreenda quem ama. Deixar de o fazer pode significar o “nós” desaparecer.

7 – Está sempre à espera da próxima guerra e sente necessidade constante de se defender?

A sua relação é um desassossego? Nunca sabe quando a bomba vai explodir? Tem a artilharia pesada sempre pronta a disparar e os mísseis apontados ao inimigo?

  • Se assim é, você não tem uma relação, tem uma grande confusão na sua vida que só lhe faz mal.
  • Os dois precisam hastear a bandeira branca e encontrarem-se fora da zona de ataque, baixar defesas, perceber porque sentem necessidade de o fazer e escolher viver a relação e a vida de uma forma mais saudável, porque essa é destrutiva para os dois e destrói qualquer relação.
  • 8 – Sente tristeza, raiva, irritação, ansiedade, injustiça, frequentemente, e vontade de fugir só para ter paz?

Só a voz dela/dele o irrita? As histórias, teorias e piadas são sempre as mesmas e fazem-no sentir desconfortável?

  1. Pensa coisas menos boas a respeito do seu companheiro?
  2. Quando ele/ela vai de viagem é uma maravilha?
  3. Sente imensa vontade de ter paz?
  4. Estas emoções já estão a comprometer a sua estabilidade e equilíbrio emocional, os resultados no seu trabalho e a sua saúde?

Tem dores de cabeça e de costas frequentes? Constipa-se muitas vezes? Dorme aos “soluços”?

Estes são sinais SOS. Não os ignore!

As suas emoções e o seu corpo estão a dizer-lhe que a relação pode estar em perigo. Converse com um amigo da sua confiança e/ou procure apoio.

9 – Existe falta de confiança, faltas de respeito, ou qualquer outro tipo de agressão?

Os ciúmes doentios, a traição e a falta de confiança podem minar uma relação ao ponto de comprometer a sua existência. Não, não é normal andar a ver o telemóvel do companheiro/a, controlar a sua vida ao minuto, desconfiar se está a dizer a verdade, pensar repetidamente que o vai abandonar e trocar por outra pessoa…estas são situações que a continuarem podem fazer com que a relação acabe.

  • A propósito da onda de violência doméstica que assombra o nosso País, quanto a este tema, preciso escrever em letras bem grandes e a bold o seguinte:
  • HUMILHAR E CHAMAR NOMES É MUITO GRAVE!
  • DAR ENCONTRÕES E EMPURRÕES É MUITO GRAVE!
  • MANIPULAR E PRESSIONAR É MUITO GRAVE!
  • AMEAÇAR É MUITO GRAVE!
  • DAR ESTALOS E BATER É MUITO GRAVE!
  • Gastam-se milhões de euros em outdoors publicitários de bens materiais e campanhas políticas, porque não se pegam nestas e em muitas outras frases e se faz uma verdadeira sensibilização/informação/ consciencialização da gravidade destes comportamentos?
  • Sim, é imprescindível mudar a atitude por parte das autoridades, a reeducação dos agentes do Estado, rever a proteção à pessoa que denúncia, mais centros de abrigo, mais apoio às associações que trabalham incansavelmente estas problemáticas… mas parece-me que mais importante que tudo isso é:
  • CONSEGUIR QUE QUEM ESTEJA EM RISCO DE SER VITIMA ou o seja, O SAIBA, e se SAIBA PROTEGER DESDE O PRIMEIRO MINUTO, e isso só se consegue COM INFORMAÇÃO E CONSCIENCIALIZAÇÃO DA GRAVIDADE DESTAS SITUAÇÕES E COM A CRIAÇÃO DE MAIS INSTITUIÇÕES DE APOIO ÀS FAMILIAS PORTUGUESAS.
  • 10 – O “nós” e os afetos desvaneceram-se, a indiferença reina, não se sente valorizado e cuidado?

Nunca há tempo a dois, o interesse pelas necessidades do outro é quase inexistente, o foco está naquilo que está mal, os dois caminham no deserto dos afetos, a rotina tomou conta das suas vidas e o “nós” parece que se apagou sozinho.

Não se sentem nem queridos, nem cuidados, nem amados. Os dois, ou apenas um, sentem-se autênticos bombeiros a apagar fogos sem cessar, e pior que isso, é que nem se veem de mangueira na mão, nem valorizam.

Se estiver feito, não veem, se não estiver, apontam o erro!

Isto pode acabar em divórcio, cuidado!

11 – Passa a vida a retirar importância ao sucedido, a puxar “a carroça” sozinho, a andar atrás de quem não o vê… , já fez tudo e nada parece resultar?

Desvaloriza, nega, faz de conta, engole, digere mal, fica doente, mas continua a empurrar “a carroça” sozinho, a fazer tudo para agradar, para evitar discussão e conflitos, mas eles parecem estar fora do seu controlo. Pensa que a culpa é sua. Devia saber controlar melhor, ter mais ideias, fazer mais, desculpar mais, fechar mais a boca…

Escute: uma relação saudável são duas pessoas que assumem o compromisso de se fazerem bem, não é uma a viver um filme de terror e a outra a fazer a vida que quer.

Um destes dias essa “carroça” fica pesada demais e pode ir precipício abaixo. Que tal parar a “carroça” e começar a olhar para ela, tentando perceber que mercadoria é tão pesada e em troca do quê aceita carregá-la?

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12 – Pensa muitas vezes: ”Isto está a fazer-me mal!”?

  1. A nossa intuição é um dos presentes mais maravilhosos que o nosso Criador nos deu.
  2. Sim, é verdade, por vezes é muito difícil escutá-la, porque ao fazê-lo somos como que forçados a tomar decisões que temos medo de tomar e a seguir caminhos estranhos e desconhecidos.
  3. Mas, continuar a pensar que uma situação lhe faz mal e nada fazer, não lhe parece no mínimo, um contrassenso?
  4. Se a sua intuição o está a fazer pensar isso, e a sentir angústia e ansiedade, é porque é preciso pensar porque está a acontecer.
  5. 13 – Sente-se atraído por outras pessoas?

Pensa noutras pessoas, fantasia com colegas de trabalho e sente necessidade de alimentar flirts ou conversas mais íntimas, procurando ter a atenção e valorização que o seu companheiro não lhe dá? Teve ou tem um amigo/amiga colorido, uma aventura com o vizinho/a do lado, ou está sempre nas redes sociais à procura de “algo”? Sempre o fez, ou apenas acontece desde que se afastaram?

Estas são situações que inevitavelmente colocam em perigo a relação, autênticos balões de oxigénio que podem explodir quando menos se espera.

14 – Não têm intimidade sexual?

Sim, existem casais que não têm intimidade sexual há uma eternidade. Isso é um sinal de alarme? Sim, é, a menos que os dois se sintam felizes e contentes com essa situação, o que é raro acontecer.

Sim, o estado da relação influencia a intimidade e a intimidade o estado da relação.

Quando a relação está fragilizada, na maioria dos casos, a intimidade está “hibernada”. Se isto se mantiver, pode levar à rutura. É preciso conversar!

15 – Não consegue superar o que aconteceu no passado?

Mágoa e ressentimentos cristalizados podem levar à separação. Aqui o “faz de conta” também não resulta. Por mais que custe é preciso falar sobre o que doeu tanto, sob pena de o afastamento se tornar crónico.

16 – A sua família e amigos estão preocupados consigo?

Por vezes é muito difícil termos o distanciamento suficiente para perceber o que se passa connosco e com as nossas relações. A família e os amigos, porque nos conhecem bem, conseguem perceber melhor quando algo ou alguém nos faz bem ou menos bem. Escute-os e faça-lhes perguntas.

17 – Prefere ficar no trabalho até tarde, ou sair com amigos só para não a/o aturar.

Não ter vontade de ir para casa e de estar com o seu companheiro é outro dos grandes sinais. Não o descure!

Quando não nos sentimos bem, o natural é procurar a ajuda do nosso companheiro. Se evita estar com ele para se sentir melhor, então existe um problema a resolver. De nada vale fazer como a “avestruz”! Vai passar a vida a fugir para não ter de aturar? Não é mais fácil resolver e sentir outra vez vontade de voltar para casa? Não é a fugir que os problemas se resolvem.

  • 18 – Não existe mais um projeto de vida a dois.
  • Um projeto de vida a dois é um dos alicerces base de qualquer relação que se pretenda saudável e duradoura.
  • Se deixaram de sonhar, experienciar e criar a dois, de planear a dois, de se lançarem desafios e acreditarem ser possível concretizá-los, de saber gerir e resolver a dois, de sentirem que são uma equipa, e perderam a capacidade de se visualizarem juntos num futuro próximo ou longínquo, então o sinal está vermelho.
  • 19 – No trabalho, em casa, na rua, no trânsito… pensa constantemente: “isto não funciona”, “não quero isto para mim”, “se calhar o melhor é separarmo-nos”, “não posso fazer isto aos meus filhos”, “o que faço?”

Todos estes pensamentos são sinais vermelhos! Todas as emoções que está a sentir ao tê-los são alertas de que precisa de fazer algo. Não os ignore! Se o fizer a rutura emocional será inevitável ainda que a “fachada” se mantenha.

Os primeiros pensamentos sobre separação equivalem ao soar do primeiro alarme de que o “barco” está com sérios problemas e pode afundar. É preciso identificá-los e ver se é possível solucioná-los, antes de tomar a decisão de saltar do barco.

20 – Dá voltas e voltas à cabeça para encontrar solução, mas o fim parece inevitável?

A sua cabeça não para e a esperança de que ainda seja possível voltar a ter uma relação de afeto, cumplicidade, e partilha, assemelha-se a uma miragem. Investiu toda a sua energia e tempo, acreditou, criou mil ilusões, teve infinitas expectativas, mas o inevitável fim parece aproximar-se cada vez mais…

Sim, estes pensamentos surgem pouco antes do fim de uma relação, e são a “antecâmara” da separação. Para trás fica um longo processo, mais ou menos silencioso, mais ou menos percetível de sofrimento a dois, quando não a três, quatro ou cinco.

Todas as relações amorosas passam por crises, altos e baixos, curvas e contracurvas, momentos difíceis, outros maravilhosos, momentos de desafio, outros de tranquilidade, tempestades, ventos fortes e tsunamis, dias de céu azul resplandecentes e arco-íris deslumbrantes. O Amor é encantado, provado, exaltado, testado, apaixonado, desafiado. Hoje não é igual a ontem, nem será igual ao amanhã. Existirão sempre novos acontecimentos, situações, questões, duvidas, dilemas, bloqueios… planícies, desertos, montanhas, oásis.

Mas em qualquer sítio, a qualquer hora do dia ou da noite, os dois estão de mãos dadas. Mesmo quando sentem vontade de tirar a mão e ir dar uma volta sozinhos.

O respeito está lá. A admiração está lá. A confiança está lá. A aceitação está lá. A partilha está lá. O Amor mora lá!

Os 20 sinais aqui presentes são apenas algumas das situações que a repetirem-se no tempo, precedem a crónica de uma relação terminada. São os principais sinais de alarme a que deve estar atento.

Especialmente no que se refere à violência psicológica, verbal e física, preciso dizer-lhe o seguinte: Se já foi ou é vítima, ou alguma vez acontecer ser vítima de maus tratos, de qualquer género, confie no que a sua intuição lhe diz e, logo que acontecer a primeira vez, conte a uma pessoa de sua confiança, procure ajuda, afaste-se, proteja-se.

Quem inventou a crença de que quem ama deve aguentar tudo, era psicopata. Quem o ama não o violenta, e quem lhe faz mal tem de ser punido.

Se identificou alguns, ou muitos, destes 20 sinais na sua relação, converse com o seu companheiro. Se não descobriu nenhum, mas se mais tarde vierem a revelar-se, dê-lhes a devida atenção. Calar-se e deixar o tempo passar, apenas agrava a situação. Ignorar e negar o óbvio apenas o desgasta emocional e psicologicamente, quando não fisicamente.

  1. A sua vida é a sua maior bênção, um tesouro a ser cuidado com todo o seu Amor.
  2. O seu Afeto deve dá-lo a quem o respeitar e souber valorizar!
  3. O seu Amor é um presente grandioso para quem o conseguir VER!

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Saúde mental dos adolescentes precisa de atenção no isolamento: como cuidar

O confinamento social tem se mostrado um dos meios de impedir a propagação do novo coronavírus.

Porém, ficar em casa impôs uma nova forma de viver e se relacionar, e o prolongamento e a incerteza do fim do isolamento podem gerar ansiedade, angústia, tristeza e estresse.

Tais danos psicológicos devem ser monitorados e controlados, sobretudo em adolescentes, que tiveram de se afastar compulsoriamente de sua rede socioafetiva: amigos, colegas de escola, pessoa amada e familiares.

“O ser humano é social. O contato é estruturante na vida psíquica e, principalmente, do adolescente, que se expõe a experiências sociais com mais intensidade, seja em relação à família ou amigos. Uma mudança drástica pode ser fator de risco à saúde mental do jovem”, afirma Elson Asevedo, psiquiatra e pesquisador do Departamento de Psiquiatria da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

Mudanças físicas, emocionais e sociais podem tornar os adolescentes vulneráveis a condições de saúde mental. Por isso, a promoção do bem-estar psicológico durante a pandemia ajuda a lidar com a instabilidade.

“Momentos de crise podem ser um gatilho para transtornos mentais. Muitos deles se iniciam na adolescência e a metade antes dos 14 anos. É importante reconhecer a ansiedade e os medos.

Fechar os olhos pode ser pior', aconselha Asevedo.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), as condições de saúde mental são responsáveis por 16% das doenças e lesões em pessoas com idade entre 10 e 19 anos, sendo a depressão e o suicídio as principais causas de morte. Estima-se que, no mundo, entre 10% e 20% dos adolescentes passem por problemas psicológicos.

Mas como os pais podem identificar os sinais que indicam instabilidade emocional ou o surgimento de transtornos mentais?

“Queixas de angústia são manifestações comuns e precoces após eventos traumáticos. Mudanças no humor, no comportamento, no sono, aumento da agressividade, sintomas de ansiedade, dificuldades grandes e abruptas na cognição devem ser consideradas”, alerta Antônio Alvim, coordenador do Departamento de Psiquiatria da Infância e Adolescência da ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria).

Alterações de comportamento intensas em demasia podem ser uma indicação de desenvolvimento de pensamentos de risco, sendo o suicídio o desfecho mais trágico. Um estudo publicado no Brazilian Journal of Psychiatry constatou que, de 2006 a 2015, a taxa de casos de adolescentes que tiraram a vida aumentou 13%, em seis cidades brasileiras analisadas pelos pesquisadores.

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Relações afetivas

Os adolescentes precisam de estrutura e de senso de normalidade para manter a estabilidade emocional. O que pode ser mais difícil em tempos de ensino a distância, afastamento dos amigos, cancelamento de festas e viagens e mudanças de costumes. Por isso, é essencial manter as obrigações diárias.

“A rotina traz segurança. Os vínculos com a escola, o trabalho, a família e a internet estão sendo ressignificados. São naturais a ansiedade e o estranhamento, mas também uma oportunidade de se reaproximar e redescobrir as relações”, explica Larissa Polejack, professora do Instituto de Psicologia da UnB (Universidade de Brasília).

Segundo a professora, o caminho é encontrar o prazer nos hábitos do cotidiano. “Conversar e compartilhar assuntos de interesse pode ser um momento afetivo, que é fundamental para a proteção da saúde mental e do desenvolvimento de transtornos”, complementa Polejack.

Procurar formas alternativas para um convívio social saudável é a chave do bem-estar emocional dos adolescentes em tempos de pandemia. Atente às recomendações dos especialistas ouvidos pelo VivaBem para ter uma boa saúde mental e identificar possíveis transtornos.

1. Converse sobre a doença

Os pais devem conversar abertamente com os filhos, traduzindo de forma clara e simples a atual crise mundial. Para o adolescente, pode parecer injusto, já que não foi uma escolha, e sim uma imposição pela situação epidemiológica. Ele precisa compreender que o confinamento não significa castigo ou medida corretiva, mas uma demonstração de cuidado.

Dê explicações básicas: o que é, quais são as medidas de prevenção e como os médicos estão cuidando dos doentes, sem excesso de detalhe e de acordo com a idade do adolescente. Cuidado com a superexposição a informações. O que os pais dizem e fazem sobre o covid-19 pode aumentar ou diminuir a ansiedade dos filhos.

2. Mantenha a rotina

A manutenção de hábitos sociais e emocionais saudáveis é importante para o bem-estar mental dos adolescentes, pois traz tranquilidade neste momento de incertezas e facilitará o retorno às atividades rotineiras ao final do isolamento social.

Estabelecer o que fazer e os horários de cada tarefa ajuda a ter foco e a dar sentido aos afazeres. Elabore uma programação de atividades cotidianas, como acordar, tomar banho, trocar de roupa, estudar, se alimentar, se exercitar e dormir bem.

Vale separar um tempo para o envolvimento em ações solidárias, como propagar boas informações e cuidados com os familiares ou vizinhos. O sentimento de utilidade transforma o adolescente em protagonista no combate à disseminação da pandemia e ajuda a manter o equilíbrio, o controle e o poder de decisão.

3. Boa convivência entre pais e filhos

Por causa do isolamento social, os adolescentes estão vivendo uma convivência intensa e prolongada com os pais. A imposição de uma nova forma de relacionamento pode intensificar os conflitos que antes já existiam.

Uma saída é engajar o adolescente na rotina da casa. De maneira construtiva, a formação de uma equipe dividindo tarefas, com o objetivo de cuidar um do outro, pode ser uma ferramenta para melhorar a relação. Assim como estabelecer horários para o lazer em família, a fim de fortalecer os vínculos afetivos e afinidades.

4. Compartilhe o dia a dia com amigos

A ruptura abrupta do núcleo de suporte social pode gerar reações emocionais e frustrações perigosas para o adolescente, cuja fase da vida se caracteriza pela importância do convívio e da validação dos amigos.

Por isso, o canal de comunicação e socialização deve ser mantido, por meio das redes sociais. Mas com limite e supervisão.

O uso prolongado e próximo da hora de dormir causa insônia, estresse, entre outras alterações mentais e corporais.

Compartilhar as atividades do dia, contar as novidades e dividir os questionamentos são uma maneira de se conectar com as pessoas afetivamente e de fortalecer a onda de solidariedade e de afeto.

5. Monitore o comportamento

Alterações bruscas de comportamento e de sociabilidade são sinais de alerta. Excesso de irritabilidade, aumento da agressividade, intensificação do isolamento e mudanças dos padrões de sono e alimentar podem indicar instabilidade emocional e até depressão.

Atente, também, para o excesso de pensamentos negativos, como a sensação de que é um fardo. O raciocínio de que atrapalha a vida das pessoas que ama é uma distorção da verdade que é risco para suicídio.

Adolescentes que consumiam drogas e/ou álcool podem ficar mais impulsivos e hiperativos durante o isolamento em casa, sob a vigilância dos pais. A restrição ao consumo pode desencadear abstinência, irritação e insônia.

6. O papel de cada um na prevenção

O adolescente tem de ficar atento às suas emoções, sentimentos e oscilações comportamentais. Caso perceba o surgimento de pensamentos negativos, deve procurar ajuda da família e até de profissionais. O importante é entender que ele não está passando pelas dificuldades sozinho.

Do ponto de vista familiar, a atribuição dos pais é a de ajudar os filhos a manter a rotina escolar, os hábitos alimentares e de sono saudáveis, a prática de atividade física e de lazer e o contato com os amigos. Em caso de instabilidade emocional, valide e legitime os sentimentos e não minimize as queixas e os sofrimentos. Ouça, compreenda e mostre que está disposto a conversar a qualquer momento.

Já a escola é um canal de monitoramento não somente acadêmico, mas também psicológico ao se colocar como uma rede afetiva e solidária aberta a discussões.

Além disso, a nova rotina de ensino a distância mudou a forma como os adolescentes estavam habituados a usar a internet, que deixou de ser um canal de busca para assuntos de interesse e contato com amigos para se tornar de obrigações escolares.

Esse novo papel pode gerar ansiedade e estresse. Por isso, a importância de o colégio desenvolver habilidades emocionais capazes de reduzir desfechos negativos de saúde mental.

O que é saúde emocional e como ela interfere no seu dia a dia?


Conheça o que é saúde emocional e saiba se você é uma pessoa verdadeiramente saudável.

Você é uma pessoa saudável? Antes de responder, tente considerar todas as dimensões do bem estar que envolvem os aspectos físico, espiritual, sociofamiliar, profissional e emocional da sua saúde. Achou difícil? Que tal começar caracterizando cada uma delas?

  • Como você já pode imaginar, a saúde física envolve os cuidados relacionados à prática regular de atividades físicas e à reeducação alimentar.
  • A saúde psíquica, por sua vez, consiste na identificação de doenças que alteram o discernimento psicológico, tais como depressão, ansiedade, transtorno bipolar, entre outras.
  • Enquanto a saúde espiritual se relaciona à fé religiosa, a saúde profissional está ligada à satisfação dos objetivos laborais.

Mas onde a saúde emocional entra nessa história? Continue a leitura e você saberá! Vamos lá?

O que é saúde emocional

  1. A saúde emocional é caracterizada pela capacidade de controlar e gerenciar as alterações de comportamento que influenciam nossas atividades cotidianas.

  2. Nesse sentido, aborda-se sentimentos que ocasionam falta de motivação, vida afetiva vazia, objetivos pessoais e profissionais difusos, comportamentos apáticos e de procrastinação frente às atividades diárias.

  3. É fundamental não somente identificar os problemas relacionados à saúde emocional, mas também guiar suas atitudes para resolvê-los. Confira a seguir algumas dicas para modificar essa condição clínica:

Evite desequilíbrios emocionais

A saúde emocional é tão importante para o funcionamento do corpo e da mente que o desequilíbrio de suas funções pode levar ao esgotamento mental.

Esse agravo é caracterizado pela exacerbação de emoções negativas, que podem se externar por meio de choros intensos, desabafos angustiantes, insônia ou agitação para dormir, irritabilidade, falta de paciência e dificuldade de concentração.

Invista em comportamentos positivos

A autoestima deve ser sempre cultivada através de comportamentos e atitudes positivas. Mude o visual, modifique o jeito de se vestir, aposte nas novidades e tendências sobre estética e beleza, enfim: invista naquilo te faz se sentir bem.

Melhore sua atitude e se aproxime de pessoas alegres, motivadoras, que possam te ajudar a controlar suas emoções e a crescer pessoal e profissionalmente.

Paralelamente, procure eliminar o ódio, a angústia, a inveja, a solidão e o estresse. Administre as tensões e preocupações diárias para que elas não atrapalhem suas funções vitais de alimentação, sono e convívio social.

Mas lembre-se de estabelecer metas realistas para que seus objetivos possam ser alcançados. Se o resultado for positivo, aproveite para se recompensar!

Melhore sua alimentação

Cuidar da alimentação é uma ótima forma de se manter emocionalmente saudável. Uma nutrição adequada pode prevenir comportamentos de irritabilidade e sintomas de depressão.

  • Invista principalmente em alimentos ricos em Omega 3 (frutos do mar, óleo de linhaça, carnes vermelhas), vitaminas do complexo B (ovos, banana, abacate) e ácido fólico (vegetais verde escuros, frutas cítricas).
  • Também é recomendável a infusão de chás calmantes, como flores de camomila, raízes de valeriana e folhas de passiflora.
  • Esses nutrientes ajudam a melhorar o funcionamento do cérebro, pois acalmam e diminuem os sintomas de ansiedade.

Pratique atividades prazerosas

Nada como balancear as emoções com atividades que te dão prazer. Além de acalmar e ajudar na concentração e canalização de sentimentos, atividades prazerosas estimulam a inteligência e as habilidades socioemocionais.

  1. Dedique um tempo do seu dia para avaliar melhor aquela proposta do curso de confeitaria, de artesanato, de canto lírico ou de artes cênicas que você sempre quis fazer.
  2. Além de ser um motivo para se desacomodar, essa iniciativa garantirá uma rotina de horários, treinos e compensação pelos bons resultados alcançados.
  3. A saúde emocional está relacionada à qualidade de vida, ao bem-estar e ao equilíbrio da pessoa consigo mesma e com o mundo.
  4. Portanto, é importante entender os sintomas do seu desequilíbrio, suas complicações e a forma de lidar com as possíveis adversidades.

E você, já começou a cuidar da sua saúde emocional? Então conheça agora o que é a educação emocional.

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