Como Saber Que Disco Rigido Tenho?

Os tipos de discos mais usados atualmente são HDD (Hard Disk Drive) e os SSD (Solid-State Drive). Cada um tem suas respectivas especificações técnicas e funcionamento diferente.

Se você tem um computador, laptop, comprou um dispositivo usado ou ganhou e ele não acompanha as especificações ou manual, pode ser fundamental em algumas circunstâncias checar se a máquina está com um disco do tipo HDD ou SSD, sem ter acesso à parte interna do aparelho.

Será que é possível identificar via software qual o tipo de disco usado?

Como Saber Que Disco Rigido Tenho?

A Resposta para esse questionamento é: Sim, é possível.

Exclusivamente nesse tutorial, vamos mostrar como saber ou identificar qual o tipo de disco de armazenamento que você tem em seu PC/ Notebook, sem abri-lo ou executar qualquer tarefa super técnica.

As instruções são para usuários do Windows 10/Windows 8 e será executada de duas formas, com aplicações diferentes do próprio sistema operacional, sem a obrigação de baixar ou instalar qualquer software terceiro. Veja nesse tutorial passo a passo.

Passo 1 – Para saber qual o tipo de disco, pressione a tecla Winkey (Logotipo do Windows) e aperte a tecla R.
Como Saber Que Disco Rigido Tenho?

Passo 2 – No Executar, digite na caixa de texto o comando: dfrgui e clique no botão OK. Após efetuá-lo, a janela Otimizar unidades será exibida.

Como Saber Que Disco Rigido Tenho?

Passo 2 – No utilitário Otimizar Unidades, também conhecido em versões anteriores como “Desfragmentador de disco”, seção Status, verifique na coluna Tipo de mídia e linha correspondente ao disco que você quer saber, qual o tipo definido. Caso seja, Unidade de disco rígido, o seu dispositivo está com um HDD, mas caso a informação seja Unidade de estado sólido, o disco é um SSD.

Como Saber Que Disco Rigido Tenho?
Passo 1 – Uma outra maneira de descobrir qual é o tipo de disco que está instalado em seu PC com Windows 10 é usando a ferramenta Msinfo32. Para acessá-la, repita o mesmo procedimento do passo 1 anterior. Pressione a tecla Winkey (Com a bandeirinha do Windows) e aperte a tecla R simultaneamente. Em seguida, digite o comando msinfo32 e clique no botão OK.

Como Saber Que Disco Rigido Tenho?

Passo 2 – A Ferramenta informações do sistema mostrará um resumo com várias informações do dispositivo e sistema.

À Esquerda, dê dois cliques sobre a categoria Componentes, em seguida, clique novamente duas vezes na subcategoria Armazenamento e por fim, clique em Discos.

À Direita, coluna Item, procure pela opção Tipo de mídia. Ao localizar, verifique o valor.

Como Saber Que Disco Rigido Tenho?
Passo 1 – Em nosso terceiro método para verificar se você tem um HDD ou SSD no computador/laptop, vamos usar uma ferramenta de comandos bastante poderosa, o Windows PowerShell. Para acessar o Windows PowerShell, digite na caixa de pesquisa: PowerShell. Depois que o aplicativo for listado nos resultados da pesquisa, clique com o botão direito do mouse sobre o Shell e selecione a opção Executar como administrador.
Como Saber Que Disco Rigido Tenho?

Passo 2 – Uma notificação do Controle de Conta de Usuário do Windows será exibida solicitando permissões para fazer alterações, confirme clicando no botão Sim.

Já com a ferramenta de linha de comando aberta, digite: Get-PhysicalDisk e pressione a tecla Enter. Após alguns segundos, os discos conectados em seu dispositivo serão listados. Observe o tipo de disco através da coluna MediaType.

Caso o resultado seja HDD – Disco Rígido, SSD – Unidade de disco sólido.

Como Saber Que Disco Rigido Tenho? É Importante informar que essas são algumas formas que você pode usar para descobrir qual o tipo do disco que está em seu computador/Notebook, sem precisar instalar nenhum software ou aplicativo terceiro para obter essa informação.

Como saber se meu notebook tem SSD ou HD? | InfoWester Responde

Como Saber Que Disco Rigido Tenho?

O jeito mais fácil é observando o desempenho. Se a tela de login do Windows 10 leva em torno de dez segundos para aparecer após o notebook ser ligado, certamente a unidade de armazenamento existente ali é um SSD, afinal, dispositivos do tipo são muito mais rápidos que os discos rígidos (HDs) na leitura e gravação de dados (e, portanto, no carregamento do sistema operacional).

Mas, para ter certeza, existe um pequeno truque. Abra o Explorador de Arquivos no Menu Iniciar ou Barra de Tarefas do Windows 10 e, na coluna da direita, procure pela unidade de armazenamento. Se o seu computador só possui uma unidade, ela é identificada como Disco Local (C:).

Agora, clique com o botão direito do mouse sobre ela, escolha a opção Propriedades e vá à aba Ferramentas. Ali, clique no botão Otimizar em Otimizar e desfragmentar unidade.

Como Saber Que Disco Rigido Tenho?

A janela que surgir mostrará as unidades de armazenamento de dados existentes em seu computador. A coluna Tipo de mídia indica em qual categoria se enquadra cada dispositivo:

  • SSDs são identificados como Unidade de estado sólido;
  • HDs são identificados como Unidade de disco rígido.

Como Saber Que Disco Rigido Tenho?

Fácil, não? Note que você não precisa seguir com o procedimento de otimização. Só chegamos a esse recurso porque ele indica claramente se a unidade de armazenamento corresponde a um SSD ou a um HD.

Se você quiser descobrir exatamente qual o modelo do SSD ou HD que equipa o seu laptop, basta repetir o procedimento, mas, em vez de abrir a aba Ferramentas, clique na guia Hardware. O nome do dispositivo aparecerá ali.

Veja também:

BoaDica – Dicas – O Disco que você comprou é realmente novo?

O DISCO QUE VOCÊ COMPROU É REALMENTE NOVO?

Recentemente, devido a alguns requerimentos de amigos, lojas e usuários, liberamos um artigo aqui na área de dicas, onde mostrávamos como identificar se um toner HP era falso ou não (Toner Falso da HP – CUIDADO – Aprenda a identificar), e muita gente tem utilizado as dicas que passamos para não ser enganado o que tem nos dado grande satisfação em ter ajudado. Algumas das pessoas que nos deram feedback sobre o artigo, nos colocaram um outro problema: “como saber se um disco que estou comprando é novo ou usado?”.

Como muitos discos são vendidos na modalidade OEM (sem caixa, só no envelope), e muitos discos com problema são facilmente recondicionados e colocados de novo à venda, o comprador nem sempre tem como saber se o disco que está comprando é novo, rma, usado, etc., ou seja, podem estar comprando gato por lebre (não temos nada contra produtos usados ou RMA, DESDE QUE SEJA CLARAMENTE INFORMADO AO COMPRADOR).

Estivemos pensando um pouco sobre o assunto, compramos alguns discos para verificar, e para sabermos se o disco já era usado ou não, só tem como saber TESTANDO… mas pelo menos o teste é bem simples e qualquer um pode fazer.

Praticamente todos os discos atualmente utilizam a tecnologia S.M.A.R.T (Self-Monitoring, Analysis and Reporting Tecnhology) – vejam algumas informações sobre esta tecnologia no artigo Entendendo o S.M.A.R.T.

onde mostramos um pouco sobre o que é esta tecnologia – onde utilizam esta tecnologia para controle de quantidade de erros, falhas, tempo de uso, etc., e é justamente nisso que podemos basear nossa análise.

Mesmo que o disco seja formatado, zerado, apagado, desmagnetizado, isto só é realizado na superfície do mesmo, os dados do S.M.A.R.

Leia também:  Como Devo Informar O Iefp De Que Já Estou Empregado?

T ficam na EPROM (memória presente na parte eletronica do disco), que não pode ser apagada de modo simples, assim, ali você encontra várias informações sobre a vida do disco, e na parte que nos interessa, QUANTO TEMPO TEM O DISCO, QUANTAS VEZES FOI LIGADO, etc., de forma que poderemos saber se ele é USADO OU NÃO!

Para poder ler os dados do S.M.A.R.T., você pode baixar um programa gratuito, em português, que é muito bom e gratuito: CrystalDiskInfo (versão standard). Para não ter nem que instalar, você tem a opção de utilizar a versão para dispositivos portáteis (pendrives USB – portable edition).

Como usei a versão portable, não precisa nem instalar, é abrir o ZIP e rodar o executável que está lá dentro:

Como Saber Que Disco Rigido Tenho?

Como vemos na imagem que o produto apresenta, é facilmente identificado o Nº de vezes ligado, e o Nº de horas Ligado, ou seja, o HD acima (instalado no meu notebook), já foi ligado 952 vezes e já possui 2475 horas de uso!!! Se eu vendesse este HD para alguém dizendo que era novo, mesmo formatando ele, quem comprou saberia na mesma hora (usando o S.M.A.R.T.) que o HD já tinha este tempo todo de uso que informei anteriormente.

Para aqueles que desejam conferir estas informações do S.M.A.R.T. de forma rápida, sem ter que instalar o disco no seu micro, poderá também recuperar esta informação utilizando uma conexão USB, ou seja, conectando o disco através do USB no seu micro (ou notebook), basta rodar o aplicativo e verificar os dados. Veja no exemplo abaixo:

Como Saber Que Disco Rigido Tenho?

  • Neste quadro acima, vemos que o disco está conectado através da USB, foi ligado 18 vezes e usando durante 40 horas!
  • Uma maneira de testar rápido seria utilizando uma dock-station para discos como a que foi mostrada no artigo Base para disco IDE e Sata Externo.
  • Assim, como vemos, utilizando um micro com o disco conectado (USB ou ATA/SATA) e o programa CrystalDiskInfo instalado num pen-drive, rapidamente poderemos checar se o disco já é usado ou não!
  • Caso você queira contratar uma empresa para executar os mais diversos serviços, dê um pulo na área de Prestadores de Serviço aqui do BoaDica.
  • Não deixe de conferir outros artigos aqui na área de DICAS do BoaDica.
  • Procurando onde comprar seu equipamento? Veja na Pesquisa de Preços BoaDica

Como saber se o seu disco rígido está em boas condições

Se é utilizador de computadores há algum tempo, de certeza que já passou pela angustia de ter um disco rígido mecânico que começou a fazer barulhos suspeitos que, normalmente, querem dizer que o disco está a dar as últimas. Principalmente se já tiverem alguma idade.

No entanto, estes sons nem sempre querem dizer problemas. Porque podem ser causados por uma ventoinha, ou qualquer outra peça móvel que está dentro da máquina.

Então como se pode saber se o disco está bom, ou está prestes a “morrer”?

A regra de ouro, se suspeita que o seu disco está com problemas, é, em primeiro lugar, tentar remover o máximo de dados importantes para outro meio o mais depressa possível.

Isto porque, quando os discos estão realmente com problemas, a falha total pode acontecer a qualquer altura e depois, para voltar a ver os seus ficheiros, só recorrendo a um serviço especializado de recuperação de dados.

E mesmo assim não existem garantias de conseguir recuperar seja o que for.

Para copiar os seus dados, pode usar um programa de cópias de segurança, o explorador do Windows ou o Finder do Macintosh para copiar os dados para uma unidade NAS ou para um disco externo.

Use o S.M.A.R.T.

Depois de copiar os dados do disco que suspeita estar em risco de falhar para outra unidade, pode usar o sistema S.M.A.R.T. para ter uma ideia do que realmente se está a passar.

S.M.A.R.T. que dizer ‘Self-Monitoring Analysis and Reporting Technology’ e foi uma tecnologia inventada pela IBM em 2004 para monitorizar o estado de saúde das unidades de armazenagem dos servidores.

Qualquer disco comercializado desde 2004, independentemente da interface, inclui esta tecnologia, no entanto necessita de uma aplicação própria para pode aceder aos dados, como é o caso do Crystal Disk Info ou do HD Tune.

Ambos são ferramentas freeware que pode descarregar e usar gratuitamente.

Como Saber Que Disco Rigido Tenho?Ecrã principal do Crystal Disk Info

O Crystal Disk Info dá muita informação acerca do estado de saúde do seu disco, começando pela parte superior, temos as informações gerais como o fabricante, modelo e tipo de disco que está a ser analisado.

Abaixo estão as informações acerca da interface utilizada e da respectiva velocidade máxima.

Também lá estão informações acerca da capacidade, o número de série, a letra atribuída pelo Windows, o tamanho do buffer e a velocidade de rotação.

Análise dos dados

À esquerda está a indicação da saúde geral do disco que ser para dar ao utilizador informação rápida acerca do estado do disco rígido. Ao pé desta informação está também a informação acerca da temperatura da unidade. Para referência, a temperatura ideal de funcionamento de um disco mecânico situa-se na entre os 25 e os 40 graus centigrados.

A informação ‘Power on Count’ diz ao utilizador quantas vezes que o disco foi ligado à corrente eléctrica. Relacionado com esta é a informação ‘Power on hours’ que indica o tempo acumulado, em horas, que a drive esteve a funcionar desde a sua construção.

Todas estas informações são úteis, mas não lhe dizem com certeza quando é que a drive pode “entregar a alma ao criador”. E, apesar de integrarem esta tecnologia nos seus produtos, os fabricantes não indicam com certeza que aspectos é que podem acelerar a decadência do seu disco.

No entanto houve uma empresa que testou mais de 40.000 discos e analisou os dados do sistema S.M.A.R.T. em todos eles e criou uma lista com os erros que levam mais frequentemente a uma falha total do disco:

SMART 15 – Rellocated Sector Count: O número de sectores do disco que apresentaram erros e que foram remapeados para sectores limpos. À medida que os sectores danificados se acumulam no disco, o desempenho vai decrescendo.

  • SMART 187 – Reported Uncorrectable Errors: O número de erros que não podem ser recuperados.
  • SMART 188 – Command Timeout: O número de operações que tiveram de ser suspendidas devido ao disco ter deixado de responder.
  • SMART 197 – Current Pending Sector Count: O número de sectores com erros irrecuperáveis de leitura que estão à espera de serem remapeados.

SMART 198 – Uncorrectable Sector Count: O número total de sectores com erros não corrigidos. Este valor sobe quando a drive está prestes a falhar.

Se os valores reportados estiverem muito próximos do valor reportado na coluna Threshold, isso pode querer dizer que o seu disco pode estar prestes a falhar.

Leia também:  Como Ver Um Programa Que Já Passou Na Meo?

De notar que o Crystal Disk Info não segue a mesma convenção de numeração para designar estes erros, tendo optado pela numeração hexadecimal e por uma numeração diferente.

Os SSD também têm S.M.A.R.T.

Apesar de não terem peças móveis como os discos mecânicos tradicionais, os SSD também incluem o sistema de diagnósticos S.M.A.R.T.

Enquanto que os discos mecânicos vão perdendo capacidades à medida que vão envelhecendo, também os módulos de memória flash vão perdendo a capacidade de guardarem dados com a mesma eficácia de quando eram novos.

No caso dos SSD, a solução mais eficaz é usar o software do fabricante do disco que fornece o mesmo tipo de informação do Crystal Disk Info, mas inclui a informação relacionada directamente com a tecnologia SSD.

É o caso, por exemplo, do parâmetro 202 – Percentage Lifetime Used que utiliza o cálculo da quantidade de vezes que os módulos foram escritos e apagados para lhe dar uma ideia do tempo de vida que resta à drive SSD. No caso dos SSD da Intel, este valor é calculado pela escrita diária de 20GB ao longo de 5 anos.

Tire Suas Dúvidas E Entenda As Vantagens Do Ssd – Vertic Tecnologia

Tire suas dúvidas e entenda as vantagens do SSD

Para que serve um SSD? Quais são suas funções? Saiba tudo sobre a unidade de armazenamento sólido

  • SSD tem melhor desempenho do que discos rígidos
  • Com melhor desempenho e velocidade muito maior do que os discos rígidos, os SSDs (solid-state drive, em inglês) se tornaram uma opção atraente no mercado. “O SSD é muito rápido e faz você passar a usar realmente o processador e a memória RAM do PC, já que estariam ociosos ao usar o sistema e programas em um disco rígido, acelerando todas as atividades realizadas em um computador”, explica Iuri Santos, especialista do Grupo de Recursos Tecnológicos da fabricante de componentes de informática Kingston
  • Upgrade é opção econômica para aumentar velocidade do PC
  • Saiba quanto tempo você ganha com um drive SSD no computador

Mas afinal, o que é um SSD? Para que ele serve? Por que trocar o disco rígido por um SSD? Tire suas dúvidas sobre a unidade de armazenamento.

O que é um SSD? O SSD é uma unidade de armazenamento composta por memórias flash do tipo NAND. A sigla SSD vem de solid-state drive, ou unidade de estado sólido, uma vez que é composta por chips e não por um disco.

Quais são as diferenças entre um SSD e um disco rígido? O SSD, ao contrário do HD, não possui um disco magnético que gira e um cabeçote para buscar as informações. Por conta disso, o SSD é imune a vibrações e impactos que, em uma situação cotidiana, poderiam levar à perda de dados em um disco rígido ou até mesmo à necessidade de substituí-lo.

Outras diferenças são a ausência de ruído, menor geração de calor e economia de energia do SSD. “Este último item é ainda mais importante para quem usa o SSD em um notebook, pois acaba usufruindo maior tempo de duração da bateria”, explica Iuri.

Outra grande diferença entre o SSD e o disco rígido está no desempenho. As unidades de armazenamento sólido não precisam procurar a informação em um disco e alimentam o processador de informações assim que o usuário passa o comando.

Os SSDs atuais têm velocidade de leitura e escritas sequenciais de cinco a 15 vezes maiores que as de um disco rígido tradicional. Com isso, trabalhos como carregamento de programas e transferência de arquivos, por exemplo, ocorrem de forma perceptivelmente mais rápida.

Quais as vantagens do SSD? Uma das principais vantagens é que o SSD permite usar de forma mais intensa o processador e a memória RAM do computador, acelerando as atividades realizadas.

É também muito mais resistente porque não possui partes móveis, portanto não está sujeito às falhas que os discos rígidos apresentam, reduzindo custos com manutenção e aumentando a vida útil da máquina. Além disso, o SSD consome menos energia, não esquenta como um disco rígido e não faz barulho.

Posso instalar um SSD tanto em um desktop quanto em um notebook? Sim. O SSD pode ser instalado em qualquer sistema, seja desktop ou notebook.

Por que SSDs custam mais do que HDDs?  “Comparar o custo por GB de um SSD com um disco rígido é como comparar o custo de um carro 1.0 com uma moto 1.0. Ambos são meios de transporte, mas a experiência ao se utilizar uma moto de 1.

000 cilindradas é bem diferente de se utilizar um carro de 1.000 cilindradas”, analisa Iuri. “Claro que você carrega mais coisas em um carro, mas a moto 1.000 cc tem muito mais agilidade e uma experiência muito mais emocionante e única”, acrescenta.

No caso do SSD e do disco rígido, os dois são unidades de armazenamento, mas cada um tem um comportamento diferente no PC. Quem busca o SSD não quer só espaço, quer fazer um melhor uso do computador por mais tempo e com menos necessidade de manutenção. “Tudo isso justifica a diferença de capacidade presente entre as tecnologias”, explica Iuri.

Quanto um SSD é mais rápido? Tudo depende dos modelos a serem analisados. Mas, comparando um SSD simples com um disco rígido simples, costuma-se ter entre 10 e 15 vezes mais velocidade em uma unidade de armazenamento sólido em termos de experiência do usuário.

Cada modelo de SSD foi projetado para ser usado por um público específico. “É muito importante verificar qual unidade se adéqua melhor para fim que o usuário pretende usar”, comenta Iuri.

Que sistemas operacionais são suportados? Todos os sistemas operacionais compatíveis com unidades de armazenamento SATA são compatíveis com os SSDs.

Um SSD requer desfragmentação como um HDD? Não. A controladora do próprio SSD organiza os dados na unidade. Assim, ele passa a ter informação sempre de maneira rápida e preservando a saúde dos chips de memória.

Meu SSD vai se desgastar ou perder desempenho ao longo do tempo de uso? Isso depende do modelo do SSD e da controladora que o SSD possui. “Os bons SSDs têm uma vida útil muito longa. Provavelmente o usuário doméstico nunca veja seu SSD chegar a 80% de vida útil restante”, explica Iuri.

Segundo Iuri, os bons SSDs têm controladoras preocupadas em manter o desempenho por toda vida útil de maneira inalterada. “Se o uso do SSD é de um modelo de qualidade próprio para o seu perfil, ele não vai se desgastar ou perder o desempenho ao logo do tempo de uso.”

 (Post Blog Portal Terra, fonte Cross Content)

5 sinais que seu SSD está prestes a estragar

Os SSDs são mais rápidos, mais leves, consomem muito menos energia e não têm peças mecânicas ou móveis, o que os torna uma opção popular para computação portátil e doméstica. Ao contrário dos discos rígidos, os SSDs são mais estáveis e menos propensos a falhar do que os HDs tradicionais. No entanto, os SSDs não são infalíveis e têm expectativa de vida útil de 5 a 10 anos.

Leia também:  Como Secar Celular Que Caiu Na Água?

Mas muitos SSDs acabam falhando ou se corrompendo em um período não muito longo de tempo. Portanto, você deve estar preparado para isso, tendo sempre um backup e recuperação a fim de enfrentar os piores cenários, como a perda de todos os seus dados. Confira abaixo quais são os sinais de alerta de um SSD que está no fim da sua vida útil.

Sinais que seu SSD está prestes a estragar

Ao contrário do HD, a recuperação de dados de um SSD é quase impossível, com a abordagem e as ferramentas técnicas atuais. Portanto, é importante saber quando seu SSD está chegando ao fim. Isso ajuda você a tomar as medidas adequadas para proteger os dados e evitar situações permanentes de perda de dados.

Lidando com os sinais de alerta de um SSD que vai estragar

Como não há peças mecânicas, você precisa depender inteiramente da interface do software do SSD para detectar os sinais de desgaste. A seguir estão os sinais de alerta comuns de um SSD no fim da vida:

1. Corrupção do sistema de arquivos

Quando o sistema do Windows lança uma notificação ou mensagem de erro para reparar o sistema de arquivos, isso significa que algo está seriamente errado com o sistema ou com o próprio SSD. Às vezes, pode ser um falso positivo do seu sistema após um desligamento ou falha abrupta do sistema.

No entanto, ignorar o erro pode ser desastroso para seus dados. Portanto, tente descobrir se o problema está no sistema ou no SSD. E use uma ferramenta de recuperação de dados para restaurar o SSD – quando os dados ou a unidade ficarem inacessíveis.

2. Bad Blocks

Bad Blocks no SSD são semelhantes aos setores / blocos defeituosos no HD. Você não pode ler nem gravar dados em um bloco, portanto, o efeito de Bad Blocks no SSD pode ser grave, como mencionamos anteriormente. Seu SSD pode ficar corrompido ou pode falhar devido aos blocos defeituosos, levando à perda permanente de dados.

Use um software de recuperação de dados, como o Stellar Data Recovery, para escanear seu SSD, em busca de blocos defeituosos e, se necessário, clonar o SSD usando o utilitário 'Drive Monitor'. Além disso, se o SSD ficar corrompido devido a Bad Blocks, execute a verificação de recuperação da unidade SSD usando o Stellar Data Recovery, e restaure os dados.

3. Pane do sistema

Uma pane durante a inicialização ou durante o uso do sistema indica um problema potencial do SSD, ou corrupção de arquivos do sistema operacional. No entanto, se o seu sistema inicializar com sucesso após algumas reinicializações, é um sinal claro de um SSD está “indo pro saco”. Faça imediatamente um backup e providencie a compra de um novo SSD!

4. Modo leitura

Em casos raros, quando um SSD começa a mudar para o modo somente leitura, é melhor fazer backup dos dados do SSD imediatamente.

O erro indica corrupção de unidade ou erro no sistema de arquivos, e ambos podem causar perda permanente de dados se as etapas de backup e recuperação necessárias não forem executadas imediatamente.

Uma coisa boa sobre o Modo Leitura é que você ainda pode acessar e fazer backup dos dados.

5. Operação de leitura / gravação

Quando um arquivo no seu SSD não abrir ou exibir uma mensagem de erro, considere um sinal de aviso, geralmente causado pelos Bad Blocks. Portanto, verifique os dados do seu SSD para garantir o status da integridade do disco. Se necessário, substitua o SSD.

Como proteger dados de um SSD que vai estragar

Quando um SSD começar a gerar erros e mostrar os sintomas listados acima, faça um backup dos dados imediatamente. No caso, os dados são perdidos ou o SSD fica corrompido, use as seguintes etapas para a recuperação da unidade SSD:

  1. Baixe, instale e execute o software Stellar Data Recovery;
  2. Escolha All Data e clique em Next;
  3. Selecione a unidade SSD na unidade conectada e clique em Digitalizar. Se o SSD tiver duas ou mais partições, selecione uma de cada vez

Nota: Às vezes, uma partição ou um volume SSD não é visível nas listas de unidades conectadas. Isso geralmente indica corrupção grave da unidade. No entanto, você ainda pode restaurar seus dados com a opção Can’t Find Drive (Não foi possível encontrar o Drive) no software.

  • Selecione Can’t Find Drive (Não é possível encontrar o Drive) se a partição não estiver visível e clique em Scan (Verificar);
  • Selecione o nome da unidade SSD na lista Select Drive (Selecionar unidade) e clique em Search (Pesquisar);
  • As partições encontradas são listadas na caixa de listagem Partitions Found (Partições Encontradas);
  • Caso a partição desejada não esteja visível, clique em Deep Scan (Varredura profunda) abaixo da caixa de listagem Partitions Found (Partições Encontradas);
  • Selecione a partição SSD e clique em Scan (Verificar).
  1. Após a verificação, se os arquivos e pastas desejados não forem encontrados, clique no link Click here (Clique aqui) na parte inferior da tela do software para iniciar a Deep Scan (Varredura profunda).

O Deep Scan examina minuciosamente cada setor da unidade em busca de dados baseados em assinaturas de arquivos, e facilita a recuperação de RAW.

  1. Selecione o arquivo que você deseja recuperar. Você também pode visualizar os dados recuperáveis ​​antes de salvá-los.
  2. Após a seleção do arquivo, clique em Recover (Recuperar) e clique em Browse (Procurar) quando a caixa de diálogo Recover pop up aparecer
  3. Escolha um local para salvar e clique em Start Saving (Iniciar salvamento).

Depois de um tempo, seus dados serão salvos no local desejado. Você pode então obter um novo SSD e mover seus dados para começar a usar a nova unidade como antes.

Conclusão

Os dados de um SSD estragado são quase impossíveis de recuperar – especialmente quando o SSD falha devido a uma falha de componentes do SSD.

Além disso, problemas lógicos em um SSD podem levar à corrupção e à falha da unidade. Portanto, é crucial que o usuário entenda os sinais de falha do SSD.

Isso ajuda os usuários a tomar medidas apropriadas para proteção de dados antes que o SSD falhe ou seja corrompido.

Felizmente, os dados de um SSD corrompido podem ser recuperados com a ajuda de um software de recuperação de dados, como o Stellar Data Recovery, o que mencionamos no post. Além disso, o software também pode monitorar e atualizar seu status de integridade, desempenho e temperatura do SSD, juntamente com os atributos do disco SMART.

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*