Como Saber Quanto Vou Receber De Reforma?

Como Saber Quanto Vou Receber De Reforma?
Reforma na Suíça

Para segurados residentes na Suíça e no exterior.

A caixa de compensação Suíça fornece aos segurados residentes na Suíça e no estrangeiro o website da ESCAL, que possibilita a realização Online uma estimativa de pensão de velhice. “Reforma”

O resultado desta estimativa é obtido através de um procedimento simplificado baseado em dados livremente inseridos pelo segurado. Como resultado, os montantes comunicados não têm valor legal e não vinculam o Fundo de Compensação da Suíça.

Condições de utilização

ESCAL é um site que permite fazer uma estimativa online de pensões de velhice.

O resultado é obtido através de um procedimento simplificado e não representa qualquer garantia. A presença de elementos hipotéticos no cálculo implica que os montantes anunciados sejam indicativos. Estes montantes são, portanto, sem valor legal e não vinculam o Fundo de Compensação. Além disso, a avaliação da pensão não dá direito a um benefício.

  • Advertência: Se você está ou teve uma pensão de social ou invalidez, o resultado da avaliação da sua reforma não será mais fiável.
  • Executar uma simulação:
  • Fonte: Site AVS

Pensão profissional, segundo pilar

A pensão profissional é obrigatória para todos os trabalhadores. Você deve contribuir assim que entrar na vida profissional, o mais cedo a partir dos 17 anos, se sua renda atingir 21.330 francos ou mais. As contribuições são pagas por empregadores e funcionários. Elas são deduzidas directamente do salário.

A pensão é calculada com base nas contribuições pagas durante a sua vida profissional. Depende também dos regulamentos do seu fundo de pensão.

As pensões resultantes são constituídas de acordo com as economias que acumulou até sua idade de reforma, as quais você receberá na forma de uma anuidade ou pagamento parcial fixo mensal.

A pensão que você receberá é calculada com base na “taxa de conversão” definida por lei, que actualmente está definida em 6,8% (para homens e mulheres em idade de receber a reforma (AVS).

ExemploSuponha que, durante sua vida profissional, você tenha acumulado uma economia de velhice de 200.000 francos. Com uma taxa de conversão definida em 6,8%, você receberá uma pensão de 13.600 francos por ano, ou seja, 1.133 francos por mês, durante toda a sua reforma.

Folhetos informativos em português

Preparar minha partida para a reforma

Para receber a sua pensão AVS (1º pilar), bem como os seus activos de pensão ocupacional (2º pilar) e privado (3º pilar) em tempo hábil, você deve tomar certas medidas.

Pedido de sua pensão AVS (1º pilar)

A anuidade do AVS não é paga automaticamente. Para obtê-la, você deve fazer um pedido por escrito para o fundo de compensação onde você pagou suas últimas contribuições.

A sua candidatura deve ser submetida pelo menos 3 meses antes de atingir a idade legal de reforma, a fim de permitir que o seu fundo de compensação obtenha todas as informações necessárias para calcular a sua pensão.Ler mais:

Como pedir a reforma na Suíça “AVS-primeiro pilar”

Quando devo fazer o pedido

Deve enviar sua inscrição três a quatro meses antes do pagamento da pensão, envio esse será feito para o fundo de compensação responsável pela cobrança das contribuições do AVS .

Para se pedir a reforma na Suíça tem duas opções.

  • Pode ser efectuada via internet no site do AVS
  • Pode enviar o formulário pelos correios

Para envio por via internet preencha o formulário“Demande de rente de vieillesse “

  • Deve ler primeiro os concelhos no lien seguinte
  • Ler mais:

Renda AVS máxima: o que deve saber “importante”

Quais os factores que determinam o montante da renda AVS? E como obter uma renda máxima?

O AVS nos acompanha ao longo de toda a nossa vida activa. Portanto o maior parte das pessoas não lhe dão muita atenção, mesmo nenhuma atenção de todo. Mas não é nada surpreendente: o AVS é o primeiro pilar do sistema dos três pilares na Suíça, é obrigatório e deduzido do salário automaticamente.

Calcule sua renda:  Calculez votre rente future avec CreditSuisse

Fique a conhecer os montantes actuais do AVS mensuais:

mínimo: 1185 francos
máximo: 2370 francos
máximo para um casal: 3555 francos

Para um casal casado, tem um máximo que se aplica. Quer isto dizer que a renda total do AVS de um casal apenas pode ser maior 150% do que a renda máxima de uma pessoa solteira. As duas rendas individuais são então reduzidas de maneira proporcional e pagas separadamente.Ler mais:

Com que idade me posso reformar “Suíça”

A idade legal

Na Suíça, a idade legal para pedir a reforma é de 65 anos para homens e 64 anos para mulheres.

Reforma antecipada

No que diz respeito ao 1º pilar, é possível antecipar a recepção da sua pensão AVS por 1 ou 2 anos com uma redução de 6,8% (durante 1 ano) ou 13,6% (durante 2 anos) da pensão durante a reforma. Os termos e condições a serem respeitados para se beneficiar dessa antecipação são descritos na nota “Idade Flexível da reforma”. Ler mais:

Pode encontrar estas informações e muitas mais nos sites que se encontram abaixo.

  • https://www.ahv-iv.ch/fr
  • https://www.ch.ch/fr/sitemap/

Regras de ouro para saber tudo sobre a reforma

    O atual sistema social de reforma em Portugal baseia-se num modelo de repartição em que o número de trabalhadores ativos contribui para os que atualmente estão na reforma. Quando existem mais pensionistas do que trabalhadores a sustentabilidade do sistema entra em rotura.

    Para que este sistema seja considerado equilibrado e sustentável é recomendado que tenhamos pelo menos 3 trabalhadores por cada pensionista. De acordo com os dados (Pordata), Portugal tinha em 2017 6.672 mil trabalhadores e 3.632 mil Pensionistas, ou seja, atingíamos um rácio de 1,8.

    Este número embora preocupante não significa ainda a rotura do sistema de segurança social, mas já evidencia fatores de insustentabilidade a prazo do sistema em Portugal. As estatísticas indicam que as pensões de reforma dispararam de 5,5% do PIB em 1990 para 8% em 2017, no quadro da OCDE, segundo o Pensions Outlook 2018.

    Em Portugal este valor supera os 16,1%, valor este superior á media Europeia e decorre da aceleração do envelhecimento da população portuguesa.

    Estamos num cenário que terá tendência para agravar, é previsível que as futuras gerações percam benefícios e que o valor das reformas seja cada vez menor.

    Mas estará a sociedade preparada para estas mudanças? Os especialistas acreditam que é necessária uma alteração da atitude face à reforma, ou seja, temos de deixar de contar em exclusivo com o Estado, porque a atual situação de forte desequilíbrio das finanças públicas (mais de 125% do PIB) tem sido um peso incontornável de ultrapassar. Um primeiro passo para resolvermos este problema exige que todos aumentemos ou contribuamos para o reforço da educação financeira das famílias no sentido da poupança.

    Neste ponto existe um importante desafio para superar: a geração do milénio carateriza-se por fracos planos de poupança e uma natureza pouco propícia a compromissos de investimento a longo prazo. É necessário educar para a consciência de que poupar para o futuro deve começar o mais cedo possível.

    Têm direito a receber a pensão de reforma todos os trabalhadores por conta de outrem ou independentes que efetuaram descontos para a Segurança Social, ou outro sistema de proteção social, durante o prazo mínimo de 15 anos (seguidos ou não).

    O valor da pensão calcula-se tendo em consideração:

    • Remuneração de Referência x Taxa Global de Formação x Fator de Sustentabilidade (aplicável às pensões de velhice a partir de 1 janeiro de 2008).

    O reformado terá direito ao pagamento de subsídio de Natal (13.º mês) e de férias (14.º mês), que corresponderão ao mesmo valor da pensão.

    Para fazer as contas ao valor da pensão de reforma que irá receber, o contribuinte pode efetuar o cálculo, com base na fórmula geral, através do simulador disponibilizado pela Segurança Social. Basta ir ao site desta entidade e, no menu superior, selecionar Simulações e de seguida clicar Pensões.

    As regras para os cálculos dependem de diversas variáveis, sendo uma das mais importantes a data em que se inscreveu na Segurança Social:

    • Até 31 dezembro de 2001
      O valor da pensão é calculado com base em dois fatores: os 10 melhores anos dos últimos 15 anos de descontos e todos os anos de descontos da carreira contributiva, até ao limite de 40 anos.
    • A partir de 1 de janeiro de 2002
      A pensão é calculada com base em todos os anos de descontos da carreira contributiva, até ao limite de 40 anos (se tiver mais que 40 anos de descontos, contam os 40 melhores anos).

    Atualmente, uma pensão de reforma média em Portugal equivale a 68% do salário que resulta da carreira contributiva, enquanto em 2070 se espera que este valor desça para 56%, indica o estudo Ageing Report 2018, da Comissão Europeia.

    Se está em idade ativa e ainda lhe faltam alguns anos para a reforma, pode esperar uma perda de rendimento. A projeção do valor da reforma face a um salário mensal de 1.500 euros é de 1.018 euros por mês para quem tenha hoje 55 anos, 906 euros para alguém com 40 anos e 843 euros para um jovem de 25 anos, segundo os cálculos do simulador da Segurança Social.

    O fator de sustentabilidade de determinado ano resulta da relação existente entre a esperança média de vida aos 65 anos, em 2000, e aquela que se vier a verificar no ano anterior ao início da pensão de reforma.

    É aplicado apenas às pensões de reforma iniciadas a partir de 1 de janeiro de 2014 e atribuídas antes da idade normal de acesso à pensão.

    Este ano, o corte aplicado às reformas antecipadas devido ao fator de sustentabilidade será de 14,7%; em 2018, cifrou-se nos 14,5%.

    Para receber a reforma por inteiro, é necessário ter idade igual ou superior a 66 anos e 5 meses (2019) – esta sobe todos os anos, tendo em conta a esperança média de vida -, e terem sido efetuados descontos de pelo menos 15 anos para a Segurança Social.

    As pensões antecipadas permitem que os trabalhadores possam reformar-se antes da idade legal de reforma e são acessíveis a quem tenha 60 anos ou mais de idade ou 40 anos ou mais de descontos.

    Na data em que o beneficiário completar 65 anos, a idade normal de acesso à pensão é reduzida em 4 meses por cada ano civil acima dos 40 anos de carreira contributiva com registo de remunerações, não podendo a redução resultar no acesso à pensão antes daquela idade. Por exemplo, se o beneficiário tiver 43 anos de descontos pode requerer a pensão de reforma quando perfizer 65 anos de idade e 3 meses.

    No caso do desemprego involuntário de longa duração, é possível pedir a reforma antecipada. Para ter direito à pensão, é necessário que o desempregado cumpra na data em que foi despedido uma das seguintes condições:

    •  Ter menos de 57 anos de idade e 15 anos de descontos para a Segurança Social: só se pode reformar quanto fizer 62 anos.
    • Ter 52 anos de idade e 22 anos de descontos para a Segurança Social: pode-se reformar a partir dos 57 anos, mas até aos 62 anos terá um corte de 0,5% por cada mês que falte para aquela idade. A penalização é reduzida em 1 ano (6%) por cada período de 3 anos em que o trabalhador tenha realizado descontos além da carreira contributiva de 32 anos contados a partir do dia em que fez 57 anos.

    Os trabalhadores da função pública podem aceder à reforma antecipada a partir dos 55 anos de idade, desde que contem com 30 ou mais anos de descontos relevantes para o cálculo da pensão.

    Certas profissões, por serem consideradas de natureza desgastante, têm condições diferentes de acesso à pensão de reforma, podendo aceder à mesma nas condições específicas de idade e de carreira contributiva estabelecidas para cada setor de atividade. É o caso dos mineiros, trabalhadores marítimos, profissionais da pesca, controladores de tráfego aéreo, bailarinos, trabalhadores portuários e bordadeiras da Madeira.

    Sim. Aplica-se uma penalização relacionada com o fator de sustentabilidade (que depende da evolução da esperança média de vida, tal como a idade da reforma) e que se situa nos 14,7%, em 2019.

    As reformas antecipadas são também sujeitas a cortes de 0,5% por cada mês que falte para a idade legal da reforma (6% por ano).

    Estas penalizações são permanentes, não se alterando quando o pensionista atingir a idade normal de acesso à pensão de reforma.

    No entanto, por cada ano de descontos acima dos 40 exigidos, o número de meses de antecipação do pedido de reforma é reduzido em 4 meses.

    Exemplo
    Decide reformar-se aos 61 anos de idade e tem 44 anos de descontos:

    • Pela idade (até 65 anos), tem penalização de 4 anos (48 meses);
    • Por cada ano que exceda os 40 de carreira, beneficia de 4 meses;
    • Tem 48 meses de penalização pela idade e beneficia de 16 meses na carreira, fica com 32 meses de penalização;
    • Penalização da pensão é de 16% (32 meses x 0,5%).

    É de assinalar que os cortes deixam de se aplicar se forem respeitados os seguintes critérios em simultâneo: a idade mínima de 60 anos e 48 anos de descontos ou 46 anos desde que o contribuinte tenha começado a trabalhar aos 16 anos ou antes.

    A reforma antecipada pode ser pedida quando faltarem 3 meses ou menos para a data em que pretende começar a receber a pensão. A resposta é obtida em 50 dias.

    A sustentabilidade do atual sistema social está ameaçada e a tendência será para um aumento da base de contribuição dos cidadãos e para a subida da idade em que os trabalhadores se possam reformar para ter direito à pensão completa. O valor da mesma terá, também, tendência para diminuir, o que torna urgente a poupança para a reforma. E quanto mais cedo começar, melhor.

    A trajetória mais acentuada do envelhecimento da população em Portugal, quando comparada com a média dos países europeus, é assinalada pelo Instituto Nacional de Estatística e pelo Ageing Report 2018.

    Uma realidade que pode ser representada por uma pirâmide invertida, com uma elevada erosão na base, provocada pela diminuição do peso dos mais jovens.

    As perspetivas apontam para que não só em Portugal, mas também nos países desenvolvidos em geral, a natalidade seja cada vez mais baixa, a esperança média de vida seja cada vez maior e o valor das reformas públicas insuficiente para que os pensionistas tenham uma base financeira equivalente à que tinham quando estavam no ativo. Em Portugal, o défice demográfico existe desde 1982, quando os nascimentos deixaram de ser suficientes para fazer frente à reposição das gerações, com previsíveis consequências no futuro da economia e do sistema público de pensões.

    O investimento em Planos Poupança Reforma (PPR) ou soluções de aforro para a reforma com um regime fiscal equiparável aos PPR continua a ser mais vantajoso quando comparado com outros produtos financeiros.

    Os benefícios fiscais traduzem-se na dedução à coleta de IRS correspondente a 20% dos valores investidos, com limites anuais em função da idade: 400 euros, até aos 35 anos; 350 euros, entre os 35 e os 50 anos; e 300 euros, acima dos 50 anos.

    Os rendimentos gerados nestas aplicações são considerados rendimentos da categoria E de IRS (de capitais), e em caso de reembolso total ou parcial nas situações previstas no artigo 4.º do Decreto-Lei n.

    º 158/2002, de 2 de julho, a matéria coletável é constituída por dois quintos do rendimento, sendo a tributação autónoma, à taxa de 20%, o que significa uma taxa efetiva de 8%.

    Se o reembolso ocorrer fora das situações previstas no artigo 4.º do Decreto-Lei n.º 158/2002, de 2 de julho, o rendimento obtido está sujeito a IRS, por retenção na fonte, à taxa autónoma de 21,5%, liberatória salvo opção pelo englobamento.

    Devemos confiar por completo no Estado para assegurar o futuro financeiro nos tempos de reforma? Ou será mais inteligente, começar a investir num complemento de reforma que nos permita manter o nível de vida quando formos pensionistas? A prudência aconselha a que comecemos a pensar o mais cedo possível nas poupanças para a reforma.

    O melhor caminho a seguir será traçar um plano de investimento a longo prazo e analisar o modo como as suas aplicações financeiras permitirão que tenha uma vida confortável na reforma.

    Pode apostar em produtos que lhe permitam diversificar a sua carteira de investimentos com um maior retorno financeiro, mas tenha em mente uma ideia: quanto maior for o tempo até à idade em que se irá reformar, maior capacidade terá de suportar produtos com alta volatilidade, em que o peso das ações será mais elevado.

    O valor estimado de poupança para que possa equiparar o valor da sua reforma a um salário mensal de 1500 euros será de 75 euros se começar aos 25 anos, de 135 euros caso tenha 40 anos e de 325 euros se apenas iniciar este esforço aos 55 anos, assumindo uma rendibilidade média anual de 3,5%.

    Pense nas atividades que gostaria de fazer quando se reformar. Tem as viagens como prioridade ou prefere ficar a ler na esplanada da praia perto de casa? Dependendo do estilo de vida que gostaria de ter, os gastos também vão variar. Tenha em conta os seus objetivos para os tempos de reforma e os efeitos da inflação no seu poder de compra.

    Ou seja, os cinco mil euros que tem hoje no banco não vão valer o mesmo na próxima década. A partir destas ideias calcule quanto terá que poupar para os anos dourados e destine uma parte do seu salário para a poupança e para prevenir o seu futuro nos tempos de reforma logo no início do mês para evitar a “desculpa” de que o dinheiro nunca sobra.

    Existem diferentes soluções no mercado (por exemplo, fundos de investimento ou seguros PPR, ou fundo de pensões individuais) em que as contribuições de cada pessoa podem ser transformadas em prestações futuras como complemento de reforma. Ao prevenir o futuro, estará mais apto a fazer frente à possível quebra de rendimentos que poderá acontecer nos tempos de reforma.

    As dúvidas sobre a sustentabilidade da Segurança Social alertam para a necessidade de os contribuintes pensarem em alternativas como investir em PPR, com entregas programadas a partir de 25 euros por mês, como é o caso do IMGA Poupança PPR e IMGA Investimento PPR.

    Ou se for cliente do Banco EuroBIC, através dos PPRs ciclo de vida que se adaptam em termos de perfil de risco retorno a cada idade do subscritor.

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Simulador de pensões: saiba quanto vai receber de reforma

Na área da Segurança Social Direta, no portal da Segurança Social, está disponível um simulador de pensões que permite aos trabalhadores que descontam para este sistema de proteção social projetarem o valor da sua pensão e a idade legal de reforma.

O simulador ajuda ainda os trabalhadores a decidirem o seu momento de passagem à reforma, indicando as penalizações, por saída antecipada do mercado de trabalho, ou as bonificações, por prolongamento da vida ativa.

Veja como simular a sua pensão futura, passo a passo.

O que é necessário para utilizar o simulador de pensões?

Para aceder ao simulador de pensões, basta ter acesso a um computador ou tablet com ligação à internet e estar registado na plataforma da Segurança Social Direta. Se ainda não está registado, deve fazê-lo o quanto antes.

Quem pode simular?

O simulador de pensões destina-se unicamente a quem tem descontos para a Segurança Social e uma carreira contributiva para este sistema de proteção social de, pelo menos, 15 anos.

Assim, quem tem contribuições para a Caixa Geral de Aposentações (CGA) ou para outros regimes nacionais e internacionais não poderá utilizar esta ferramenta.

Estão também excluídas algumas profissões, como pescadores ou mineiros. Consulte aqui todas as condições.

Como são efetuados os cálculos?

As simulações baseiam-se nos salários registados na Segurança Social e nas regras em vigor. Para os anos de projeção, a ferramenta assume uma inflação de 0,5% ao ano e um crescimento real dos salários igualmente de 0,5% ao ano.

Os valores são garantidos?

Não. Os valores devolvidos pelo simulador (pensão, idade legal de reforma, bonificações e penalizações) não são vinculativos, isto é, não constituem um direito. As simulações são meramente indicativas. Isto porque têm por base as estimativas sobre a evolução de salários e a inflação.

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Para que serve?

O objetivo do simulador de pensões é dar uma ideia ao trabalhador do rendimento que pode esperar receber da Segurança Social na altura em que deixar de trabalhar. Quanto mais próximo o trabalhador estiver da idade legal de reforma, mais fiável será a estimativa do valor da pensão.

Conhecer o valor estimado da pensão futura, permite também ajudar a decidir mais cedo sobre a constituição de um complemento de reforma, sobretudo para quem quer reformar-se mais cedo.

O que se pode simular?

O simulador de pensões tem duas opções de simulação: simulação automática e simulação à medida.

A simulação automática – disponível para a pensão de velhice do regime geral – permite conhecer o valor bruto estimado da pensão (antes dos descontos) obtido com base nos salários existentes no sistema informático da Segurança Social e em projeções dos mesmos no caso dos anos futuros. Com esta simulação, o trabalhador fica a saber também a idade estimada da reforma. Caso pretenda, pode ainda escolher uma outra data para a reforma, ficando assim a conhecer a penalização ou bonificação associada.

Na simulação à medida – disponível para pensão de velhice e também para as pensões de invalidez absoluta e relativa, do regime geral – o trabalhador pode introduzir dados sobre a sua carreira contributiva e alterar os parâmetros de cálculo, como a taxa de crescimento dos salários e a taxa de inflação. Esta modalidade possibilita ainda escolher outras opções, por exemplo, reforma por antecipação por desemprego involuntário de longa duração.

Como se simula?

Para simular o valor bruto da sua pensão futura e saber quando se poderá reformar deve dar os seguintes passos:

Passo 1

Aceda ao portal da Segurança Social e clique no link da Segurança Social Direta. Para entrar nesta plataforma, deve colocar o seu Número de Identificação da Segurança Social (NISS) e a palavra-chave. Se ainda não estiver registado na Segurança Social Direta, terá de o fazer;

Passo 2

No menu da página da Segurança Social Direta, carregue em “Pensões” e, depois, escolha a opção “Simulador de Pensões”;

Passo 3

Opte entre as duas modalidades de simulação disponíveis: simulação automática (ver passo 4) ou simulação à medida (ver passos 5 a 10);

Passo 4

Na simulação automática – a mais simples – tem apenas de carregar no botão respetivo. Imediatamente ser-lhe-á indicado o valor bruto estimado da sua pensão de velhice e a idade estimada para a sua reforma. A simulação possibilita ainda consultar os salários que foram considerados para o cálculo do valor bruto da pensão;

Passo 5

Para efetuar a simulação à medida, comece por escolher uma das três opções de simulação: “Pensão de velhice”, “Pensão de invalidez absoluta” ou “Pensão de invalidez relativa”;

Passo 6

Escolhido o tipo de pensão, introduza a data em que se pretende reformar e clique no botão “Prosseguir”;

Passo 7

Se, à data em que se pretender reformar, receber outras pensões, estiver numa situação de desemprego involuntário de longa duração ou nos cinco anos anteriores exercer uma atividade profissional com limite de 65 anos, deve responder “Sim” nos campos respetivos, na área destinada a informação adicional;

Passo 8

Carregue no botão “Passo seguinte: Salários”;

Passo 9

Se desejar, altere os valores dos salários anuais reais ou estimados utilizados para a simulação. Também pode adicionar os anos em falta, se for o caso. Neste passo, tem ainda a possibilidade de mudar a taxa anual de inflação a aplicar aos salários e ao cálculo da pensão e a taxa anual de crescimento a aplicar aos salários;

Passo 10

Pressione o botão “Passo seguinte: Resultado de simulação”. O simulador indicar-lhe-á o valor bruto estimado da sua pensão

Entrar na reforma

Entrar na reforma é um passo importante. Normalmente associada ao fim da vida profissional, a entrada na reforma garante-lhe direitos e deveres para manter o seu papel ativo na sociedade.

Saiba quando e em que condições se pode reformar, e que apoios pode pedir em caso de necessidade. Conheça também algumas formas de manter uma vida ativa.

  • Há apoios sociais dirigidos a diferentes tipos de necessidades de quem está na reforma.
  • Está numa situação de dependência?
  • Quando uma pessoa está reformada e depende da ajuda de alguém para satisfazer as necessidades básicas da sua vida quotidiana, pode pedir um apoio em dinheiro chamado complemento por dependência.
  • Considera-se que uma pessoa precisa de ajuda para satisfazer as necessidades básicas da sua vida quotidiana se, tratar da sua higiene pessoal, alimentar-se ou deslocar-se.
  • Para conhecer melhor as condições para aceder a este apoio, consulte a informação no ePortugal sobre o complemento por dependência.
  • Tem dificuldades económicas?
  • As pessoas em situação de pobreza extrema podem pedir o rendimento social de inserção (RSI), para receber um apoio mensal em dinheiro.

Para ter acesso ao RSI, a soma dos seus rendimentos mensais tem de ser inferior a 186,68 € e o valor do seu património mobiliário (contas bancárias, ações e fundos de investimento, por exemplo) não pode ultrapassar os 25.734 €. Se viver com mais pessoas, os valores são outros. Consulte o Guia Prático Rendimento Social de Inserção para obter informação mais detalhada.

Se tem baixos recursos económicos e já tem, pelo menos, 66 anos e 4 meses, pode pedir o complemento solidário para idosos. Este apoio é somado à sua pensão.

Para receber este apoio mensal em dinheiro, é preciso viver em Portugal há, pelo menos, 6 anos seguidos e não pode ter rendimentos superiores a 5175,82 € por ano. Se a pessoa for casada ou viver em união de facto, os valores são outros. Consulte o Guia Prático para obter informação mais detalhada.

Tem uma deficiência ou incapacidade?

As pessoas com deficiência têm direito ao financiamento de produtos de apoio relacionados com as suas incapacidades e limitações (cadeiras de rodas, próteses, aparelhos auditivos, amplificadores de voz, por exemplo). Saiba como pedir o financiamento e que produtos podem ser financiados.

Em cada um dos serviços de atendimento da Segurança Social das sedes de distrito, existe um Balcão da Inclusão. Aqui vai encontrar um atendimento especializado em questões relacionadas com deficiência e incapacidade. Pode esclarecer dúvidas e aceder a serviços e apoios de várias entidades.

Não consegue pagar as suas despesas de saúde?

As pessoas com baixos rendimentos ou com uma incapacidade a partir de 60 % podem não ter de pagar taxas moderadoras. Consulte as condições que deve reunir para beneficiar da isenção.

Quem recebe o complemento solidário para idosos pode beneficiar de mais dois apoios para reduzir as despesas de saúde:

  • os benefícios adicionais de saúde, que garantem o reembolso de despesas com:
    • medicamentos – pagamento de 50 % da parte do preço do medicamento que não é comparticipada pelo Estado
    • óculos e lentes – pagamento de 75 % da despesa, até ao limite de 100 € de dois em dois anos
    • a compra ou arranjo de próteses dentárias removíveis (dentaduras) – pagamento de 75 % da despesa, até ao limite de 250 € de três em três anos.
  • o programa nacional de promoção da saúde oral, que paga consultas de dentista ou estomatologista, através de um cheque-dentista passado pelo médico de família.

Precisa de um lugar para viver?

Se tem mais de 65 anos, existem lares da Segurança Social a que se pode candidatar, para viver temporária ou permanentemente. O valor a pagar pelo alojamento é calculado com base nos rendimentos da sua família.

  1. Vive no estrangeiro?
  2. Se está em dificuldades económicas e vive num país que não pertence à União Europeia e que não lhe garante apoio nessa situação, pode candidatar-se ao apoio social a emigrantes idosos carenciados.
  3. Foi ainda criado um apoio para que as portuguesas e os portugueses a viver fora da UE há mais de 20 anos pudessem visitar Portugal, mesmo que não tenham condições para pagar a viagem. O programa Portugal no Coração destina-se a pessoas com mais de 65 anos e é composto por:
  • viagem a Portugal e regresso ao país de residência
  • programa turístico e cultural em Portugal, em regime de pensão completa, com duração aproximada de duas semanas.

Informação atualizada a 13 de maio de 2020

Quanto vais receber de reforma? Segurança Social lança novo simulador de pensões

Quando é que me posso reformar? E que valor vou receber? As respostas a estas perguntas estão para breve. A Segurança Social (SS) vai lançar esta quarta-feira (9 de maio) um novo simulador de pensões que vai permitir conhecer a idade estimada de reforma e o valor esperado de pensão.

A nova ferramenta digital quer ajudar os cidadãos a decidir sobre o momento da reforma, tendo em conta as bonificações e penalizações aplicáveis.

A simulação é feita com base nas regras em vigor que são atualizadas cada vez que há mudanças, como é o caso da idade legal da reforma – que agora é de 66 anos e 4 meses –, que aumenta de ano para ano, uma vez que está associada à esperança média de vida.

Os cálculos apresentados têm, é de salientar, apenas em conta as contribuições para a SS, deixando de fora descontos para outros sistemas como a Caixa Geral de Aposentações (CGA) ou regimes estrangeiros.

Como utilizar o simulador passo a passo

Para aceder a este simulador é preciso estar registado na Segurança Social Direta. Chegado ao site terás de inserir o Número de Identificação da Segurança Social (NISS) e a palavra-passe.

Também poderá ser utilizado o Cartão de Cidadão ou a chave móvel digital. Depois, basta escolher a opção “Pensões” e de seguida selecionar “Simulador de Pensões”.

Chegado a este passo terás duas possibilidades: optar pela “Simulação Automática” ou a “Simulação à medida”, lê-se num comunicado do Governo.

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Simulação automática: disponível para a Pensão de Velhice do regime geral. Permite conhecer o valor estimado da pensão, obtido com base nos salários registados na SS.

Com esta simulação o utilizador fica a saber a idade estimada da reforma e o valor bruto estimado da pensão. Ainda poderás escolher uma outra data para a reforma, ficando assim a saber se tens penalização ou bonificação na nova data.

A simulação automática só está disponível para quem tem mais de 15 anos de descontos (o prazo de garantia no âmbito das pensões).

Simulação à medida: disponível para Pensão de Velhice e também para Pensão de Invalidez Absoluta e Pensão de Invalidez Relativa, do regime geral. Nesta opção o utilizador pode introduzir dados como a data a que pretende reformar-se, alterar a taxa de crescimento dos seus salários futuros ou a taxa de inflação.

Além do regime geral, o simulador prevê também as pensões antecipadas por desemprego de longa duração e por flexibilização de idade.

A nova ferramenta, que poderá ser utilizada a partir de amanhã, é apresentada esta terça-feira, – Dia Nacional da Segurança Social –, pelo primeiro-ministro, António Costa, e pelo ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva, no Instituto de Informática, em Lisboa.

Receber uma pensão no estrangeiro

Nesta página

Última verificação: 11/01/2021

As regras e condições apresentadas nesta página continuam a ser aplicáveis no Reino Unido e aos cidadãos do Reino Unido na UE.

Se tiver adquirido direitos em matéria de segurança social (como o direito a cuidados de saúde, subsídio de desemprego, pensões) antes de 31 de dezembro de 2020, o Acordo de Saída do Reino Unido estabelece as regras gerais para a proteção desses direitos. Saiba mais sobre os seus direitos.

Se tiver problemas em fazer valer os seus direitos, contacte os nossos serviços de assistência.

Se trabalhou em vários países da UE, poderá ter acumulado direitos de pensão em cada um deles.

Deve requerer a pensão junto da entidade competente em matéria de pensões do país onde reside ou do país onde trabalhou pela última vez. Se nunca trabalhou no país onde reside atualmente, este transmitirá o pedido ao país onde trabalhou pela última vez.

É este último que é responsável por processar o pedido e reunir os registos das contribuições pagas em todos os países onde trabalhou.

Em alguns países, a entidade competente em matéria de pensões deve enviar-lhe um formulário para requerer a pensão antes de atingir a idade legal de reforma. Se não receber este formulário, contacte a entidade competente para verificar se o mesmo é enviado automaticamente.

Comece a informar-se sobre a obtenção da sua pensão pelo menos seis meses antes da data em que se pretende reformar, uma vez que, em muitos países, a atribuição da pensão pode ser um processo moroso.

Documentos necessários

Os documentos necessários variam de país para país. Regra geral, tem de fornecer os seus dados bancários e apresentar um documento de identificação.

Para informações mais exatas, contacte a entidade competente em matéria de pensões que se ocupa do seu caso.

Diferenças na idade de reforma

Em alguns países da UE, tem de esperar mais tempo para se poder reformar do que noutros.

Só poderá receber uma pensão do país onde agora vive (ou onde trabalhou pela última vez) quando tiver atingido a idade legal da reforma nesse país. Caso tenha acumulado direitos de pensão noutros países, só receberá a parte da pensão correspondente quando atingir a idade legal da reforma nos países em causa.

  • Por conseguinte, informe-se com antecedência em todos os países onde trabalhou sobre qual será a sua situação se alterar a data em que começa a receber a pensão.
  • O facto de começar a receber uma pensão mais cedo do que outra poderá afetar os montantes recebidos.
  • Para mais informações, consulte a entidade competente em matéria de pensões no país onde vive e/ou nos países onde trabalhou.
  • Informe-se sobre a idade da reforma e os regimes de pensões nos países da UE:

Selecione o país:

Continua com dúvidas?

Caroline, de nacionalidade francesa, trabalhou na Dinamarca durante 15 anos, tendo regressado a França no fim da carreira. Tal como é habitual no seu país, quando fez 60 anos, solicitou a pensão de reforma, mas obteve uma pensão muito baixa.

Aos 60 anos, Caroline só tem direito à parte francesa da sua pensão. Só poderá receber a parte dinamarquesa quando fizer 67 anos, a idade legal da reforma na Dinamarca para o grupo etário de Caroline.

  1. Em alguns países da UE, é necessário trabalhar durante um período mínimo de tempo para ter direito a uma pensão.
  2. Nesse caso, para avaliar se tem direito a uma pensão, a entidade competente deve ter em conta todos os períodos em que trabalhou noutro país da UE ( princípio de totalização dos períodos).
  3. Caso isso não aconteça, pode pedir ajuda aos nossos serviços de assistência.

Tom trabalhou quatro anos na Alemanha e 32 anos em Portugal.

Na Alemanha, é necessário ter trabalhado pelo menos cinco anos para ter direito a uma pensão. À partida, Tom não teria direito a uma pensão na Alemanha dado que só trabalhou quatro anos nesse país.

No entanto, a entidade alemã competente em matéria de pensões teve de ter em conta os anos que Tom trabalhou em Portugal. Tom recebe assim uma pensão pelos quatro anos que trabalhou na Alemanha.

Períodos de seguro inferiores a um ano

Se esteve coberto por um período inferior a um ano num país, poderá aplicar-se uma regra especial, já que alguns países da UE não atribuem pensões por períodos curtos de tempo.

Nesse caso, os meses em que esteve segurado ou residiu no país onde trabalhou durante um período curto de tempo não se perdem e serão tidos em conta no cálculo da sua pensão pelos países onde trabalhou mais tempo.

Caso tenha problemas para obter o pagamento de uma pensão relativa a períodos de trabalho inferiores a um ano, pode pedir ajuda aos nossos serviços de assistência.

Como é calculada a sua pensão

As entidades competentes em matéria de pensões de cada país da UE onde trabalhou terão em conta as contribuições pagas para os respetivos sistemas, os montantes pagos noutros países e os períodos durante os quais trabalhou nos vários países.

Cálculo a nível da UE

  • Cada entidade competente em matéria de pensões calcula a parte da pensão que lhe deverá pagar tendo em conta os períodos de trabalho em todos os países da UE.
  • Para tal, adiciona os períodos completados em todos os países da UE e calcula a pensão a que teria direito se tivesse contribuído para o seu próprio regime durante a totalidade do período total (o chamado montante teórico).
  • Esse montante é depois ajustado para refletir o tempo efetivo em que esteve segurado nesse país (a chamada prestação proporcional).

Cálculo nacional

Se preenche as condições para ter direito a uma pensão independentemente dos períodos completados noutros países, a entidade competente em matéria de pensões calcula a pensão nacional (a chamada prestação autónoma).

Resultado

A entidade nacional procede, então, à comparação da prestação autónoma com a prestação proporcional, devendo pagar-lhe a que for mais elevada.

Receberá uma nota especial (o formulário P1) com a explicação da decisão de cada país relativamente ao seu pedido.

Rosa trabalhou 20 anos em França e 10 anos em Espanha.

Ambos os países preveem um período mínimo de 15 anos de trabalho para ter direito a uma pensão. Cada país calcula a pensão de Rosa.

A entidade francesa faz dois cálculos:

  • calcula a pensão nacional pelos 20 anos que Rosa trabalhou em França, por exemplo, 800 euros
  • e calcula o montante teórico a que Rosa teria direito se tivesse trabalhado os 30 anos em França, por exemplo, 1500 euros. Em seguida, determina a prestação proporcional, ou seja, a parte deste montante que deveria ser paga pelos anos que Rosa trabalhou em França, isto é 1500 x 20 anos em França/30 anos no total = 1000 euros.

Rosa tem, assim, direito a 1000 euros por mês, que é o montante mais elevado.

A entidade espanhola não calcula a pensão nacional porque Rosa trabalhou em Espanha menos tempo do que o período mínimo exigido. Faz, assim, o cálculo a nível da UE, começando com o montante teórico, ou seja, a pensão a que Rosa teria direito se tivesse trabalhado os 30 anos em Espanha, por exemplo, 1200 euros.

Em seguida, determina a prestação proporcional ou seja a parte deste montante que deveria ser paga pelos anos que Rosa trabalhou em Espanha, isto é 1200 x 10 anos em Espanha/30 anos no total = 400 euros.

Rosa receberá assim uma pensão de 1400 euros.

Pagamento da pensão

Regra geral, cada um dos países que lhe paga uma pensão deposita o respetivo montante numa conta bancária no seu país de residência, caso resida num país da UE.

Se não residir na UE, poderá ter de abrir uma conta bancária em cada país da UE que lhe paga uma pensão.

Pensões por invalidez / de sobrevivência

As regras referidas anteriormente também se aplicam ao cálculo das pensões de invalidez e de sobrevivência. Importa saber que:

  • se requerer uma pensão por invalidez ou prestação por incapacidade, cada país onde trabalhou pode insistir em submetê-lo a uma junta médica, podendo chegar-se a conclusões diferentes. Um país pode determinar que está gravemente incapacitado enquanto outro poderá considerar que não tem qualquer incapacidade.
  • alguns países da UE não pagam pensões de sobrevivência. Se um dos cônjuges trabalhar no estrangeiro, não é certo que o outro tenha direito a uma pensão de sobrevivência, pelo que convém verificar se o país em questão prevê este tipo de pensão.

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