Como Saber Quando Vou Encontrar Um Namorado?

Como Encontrar a Pessoa Certa Para Namorar? Se você está se fazendo esta pergunta provavelmente só encontrou pessoas erradas em sua vida, não é mesmo?

Neste post vou levantar uma questão sobre relacionamentos que você pode não estar enxergando, e quero que você coloque em perspectiva o que realmente faz com que não consiga encontrar a pessoa certa…ainda!

Esqueça esta história de “dedo podre” “não sei escolher um homem” “nunca vou encontrar ninguém” “nenhum homem presta” etc…

Vai “doer” um pouco agora, mas quando você achar sua alma gêmea, vai entender porque. Ok? ????

Ninguém se apaixona por alguém de carne e osso. Apaixona-se por uma ilusão, uma figura projetada, muitas vezes até um reflexo do que o próprio apaixonado gostaria de ser.

Regina Navarro Lins

A primeira pergunta que nos fazemos é sempre essa: “Como Encontrar a Pessoa Certa Pra Mim?” Seja para namorar, casar ou qualquer outro tipo de relacionamento amoroso, parece que nunca vamos achar o par perfeito.

É Realmente Possível Achar uma “Pessoa Certa” ? Veremos…

  • Você já deve ter namorado várias pessoas e até hoje não encontrou aquela para dizer: Agora eu encontrei alguém para ter um relacionamento sério e duradouro e ai vem a segunda pergunta na sua mente “Porque não encontro a pessoa certa para namorar?”
  • Nem preciso falar que nós procuramos sempre alguém perfeito e ideal, saiba que esta pessoa não existe, e nossas expectativas sempre são maiores do que a realidade.
  • Você pode ser uma mulher bem educada, pode cuidar bem da sua aparência, é uma pessoa interessante, tem muitos amigos e amigas, é bem sucedida, mas sente que falta algo em sua vida.
  • Agora vou te perguntar: Será que você não encontra a pessoa certa porque você não é a pessoa certa?
  • Como nesta frase famosa:

“Não existe amor à primeira vista.
O que existe é a pessoa certa,
no momento certo.

Você por acaso estava lá.”

Não sei quem é o autor desta frase, mas mandou muito bem!

  • Leia também: Como Conquistar um Homem Para Sempre?

Para Encontrar a Pessoa Certa Você Precisa Ser a Pessoa Certa!

Faz sentido para você? Se até hoje não encontrou uma pessoa que aceite você independente das suas atitudes e você por sua vez não aceita os erros do seu par, o problema pode estar em você! Forte não é?

  1. Pode ter certeza, os seus problemas na vida sentimental podem ser exclusivamente sua culpa, este é um pensamento lógico.
  2. Pense nisso: você já namorou muitas pessoas e nunca deu certo com ninguém, então todas estas pessoas estão erradas?
  3. Não quero apontar o dedo para você agora, esta “culpa” não é sua, você não tem consciência neste momento que são seus erros que estão afastando você destas pessoas e precisa ter um caminho para seguir rumo a se tornar a pessoa certa e ser feliz em seus relacionamentos.
  4. Os problemas de relacionamento acontecem porque você tem procurado encontrar a pessoa certa ao invés de SER A PESSOA CERTA!

Como Saber Quando Vou Encontrar Um Namorado?

Como Saber Se Ele É o Homem da Sua Vida?

Ai que a coisa fica complicada, nós temos uma tendência em colocar nosso parceiro em um pedestal no começo do relacionamento, isto se chama Paixão, e você sabe bem que a paixão nos cega, tudo é perfeito e maravilhoso nesta fase.

A partir dai, a paixão dá aquela esfriada e você começa a enxergar os defeitos dele. Sim, ele tem defeitos! (Ele solta pum! ???? )

Então, como falei antes, se você quer realmente achar o cara certo, comece por você mesma, assim quando ele também começar a ver os seus defeitos, ele vai continuar com você pelo que você realmente é.

O poeta brasileiro Luis Fernando Veríssimo escreveu um poema chamado “A pessoa errada” que na sua essência fala para nós pararmos de procurar a pessoa certa, porque ela faz tudo certo, e isso pode ser muito entediante.

A pessoa errada te faz perder a cabeça, perder a hora, morrer de amor…
A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar que é pra na hora que vocês se encontrarem a entrega ser muito mais verdadeira.
A pessoa errada, é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa.

No artigo “Seja O Amor Que Você Quer Encontrar!” eu explico um pouco mais sobre como essa nossa procura por um amor perfeito passa primeiro pelas nossas atitudes e pelo nosso comportamento.

Quer Encontrar a Pessoa Certa?

Então, encontre a pessoa certa dentro de você, seja única, irresistível e original! Não tente ser outra pessoa, mostre seu verdadeiro “eu” logo no primeiro dia de namoro, assim você não corre o risco de decepcionar seu parceiro, ele vai ficar com você pelo que é e não por uma fantasia criada pela paixão.

Pense nisso!

Até mais…

Gostou? Então compartilhe com suas amigas que também querem saber Como Encontrar a Pessoa Certa Para Namorar! Isto vai ajudar…

  • Leia também: Como Parar de Sofrer por Amor? Ou a Falta Dele!
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Sandro Arquejada

Aqui vão algumas reflexões sobre as razões pelas quais, hoje, parece ser mais difícil conseguir um namorado (a) e dicas de como driblar essa tendência atual.

A idade

Antigamente, nossos avós e pais se casavam com menos idade. Hoje, na idade em que eles se casaram, a juventude quer curtir e ir às inúmeras festas. Então, filtre o tipo de evento que melhor lhe convém e não se entregue às facilidades e aos modismos.

Como Saber Quando Vou Encontrar Um Namorado?

Créditos: Wesley Almeida/cancaonova.com

Relacionamento sério

Antes, só existia namoro sério. Talvez, um ou dois relacionamentos e as pessoas já optavam pelo casamento. Elas valorizavam mais o fato de estarem juntas de alguém. Em nossos dias, a sociedade minou a mentalidade sobre o que é namoro, tornando-o “descartável”.

Isto se dá, tanto no sentido de terminar o relacionamento quanto ao fato de não sentir mais uma paixão frenética, ou quando o “ficar” deu ares de “fast-food” aos relacionamentos. Portanto, não aceite “ficar”, e quando estiver com alguém, curta sua paixão.

Saiba que um relacionamento sobrevive mais com a construção de valores.

Fases do conhecimentos

No contexto social dos nossos avós, muitas vezes, eram os pais deles quem escolhiam o pretendente. Então, lhes eram “poupado o trabalho” de arrumar um namorado(a).

 Hoje, você tem de passar pelo processo da paquera, do conhecimento do outro, tem de expressar seus sentimentos e questionamentos interiores e ter cumplicidade com ele (a).

Na maioria das vezes, nada disso nos é ensinado pelos mais velhos, porque essa dinâmica é recente, ou seja, tudo depende de você! Veja, então, esse momento como um privilégio, porque você pode escolher uma pessoa.

Questão financeira

A estabilidade financeira que alguns procuram, para só depois entrar num relacionamento, toma tempo. O antigo costume do dote solucionava boa parte desse problema. Mas, na geração de hoje, muitos levam alguns anos se estruturando profissional e financeiramente. Saiba que você pode conciliar namoro com estudo e trabalho.

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Independência da mulher

A independência feminina é positiva, sem dúvida! Mas o que o feminismo fez foi forçar a mulher a competir com o homem naquilo que é papel dele, naquilo que os traços masculinos conseguem desempenhar melhor.

Por exemplo: forçou a mulher – que tem características melhores do que o homem em criar empatia e colaboração dentro de uma instituição – a ser competitiva e desenvolver certa agressividade (características masculinas para proteção), o que é próprio do ser masculino.

Então, com a mulher mais agressiva e competitiva, o homem acabou não se interessando pelo compromisso. Afinal, um elo com uma pessoa que ele não pode proteger e que vai competir com ele não lhe parece uma parceria, muito menos amor. Isso fez com que o homem perdesse um pouco da referência de sua identidade, seu papel e seu lugar no mundo.

Não que o homem tenha medo da mulher bem resolvida ou de competir com ela. O problema foi que ele se desinteressou mesmo pelo compromisso. Ainda mais com tantas facilidades no mundo de hoje, muitos homens não querem se prender a relacionamentos.

Homens, tenham iniciativa, mas não só no namoro. O cavalheirismo lhes cai bem no trabalho, com a família, em qualquer ambiente e situação. Sejam práticos onde houver a necessidade de praticidade e estejam atentos quando a sensibilidade precisar falar mais alto; e não tenham receio de compromisso! Iniciativa faz bem, porque está na sua essência.

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Mulheres, sejam belas de alma, depositem amor em tudo que fizerem. E que tal aceitar a proteção e o cuidado dos homens? Ao contrário do que muitas mulheres pensam, homens apreciam mulheres inteligentes, que acrescentem algo no relacionamento por meio de suas ideias, de sua força e da união do casal.

A ansiedade

Os meios modernos, a rapidez em resolver as coisas trouxeram muitos benefícios. Entretanto, isso provocou no ser humano muita ansiedade. Ele quer tudo ao toque de um botão. Consequentemente, não aprendeu as gradualidades da vida. Muitos não sabem o que é “plantar para colher”, investir e esperar para chegar a um resultado.

Sem iniciação, nós nos tornamos tímidos, introspectivos e reclusos em várias dimensões da vida.

No campo da afetividade, isso resulta na falta de iniciativa em ir na direção da (o) paquera para conquistá-la (o).

Quase sempre ficamos na torcida para que aquela pessoa, por quem nutrimos um interesse, venha até nós, nos dê sinais ou que o céu se mova em nosso favor.

Até mesmo do nosso “mundinho” e da nossa rotina é difícil sairmos para nos aventurarmos em conhecer pessoas novas. Queira sair do seu casulo!

O conhecimento do outro

Hoje em dia, as pessoas não sabem se relacionar. Muitas têm receio de conversar e falar de seus pensamentos e suas experiências por medo de perder o (a) namorado (a) e de não serem compreendidas devido às suas feridas colecionadas durante a vida por causa de relacionamentos antigos. Ou, então, entram “de cabeça”, principalmente na área sexual.

Ao optarem por morar juntos, não cultivam as gradativas etapas de conhecimento um do outro, não prezam por descobrir se há cumplicidade, não protegem o que há de mais sagrado em si mesmos nem a sua capacidade de amar, aumentando a carência e as feridas no coração.

Viva a castidade, virtude pela qual, naturalmente, se sublima todo e qualquer tipo de relacionamento: amizade, namoro, família, profissão (…); ainda cultivando o domínio e o amor próprio.

É claro que, podem existir outros fatores e muitos não se encaixarão nesses citados. Minha intenção foi fazer uma análise geral da sociedade, por isso, não se sinta na obrigação de se ver num desses argumentos. Contudo, eles podem lhe servir também para uma reflexão pessoal.

Como Saber Quando Vou Encontrar Um Namorado?

Como Saber Quando Vou Encontrar Um Namorado?

Missionário da Comunidade Canção Nova, Sandro Arquejada é formado em Administração de Empresas pela Faculdade Salesiana de Lins (SP). Atualmente, trabalha na Editora Canção Nova. Autor de livros pela Editora Canção Nova, ele já publicou três obras: “Maria, humana como nós”; “As cinco fases do namoro”; e “Terço dos Homens e a grande missão masculina”.

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10 perguntas para fazer para você mesma e saber se está pronta para um relacionamento sério

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Chuck e Blair em cena de romance em Paris em “Gossip Girl” (Foto: Reprodução)

Por mais baladeira, viajante ou profissional que uma mulher seja, existe sempre um momento em que ela deseja entrar de cabeça em um relacionamento sério – dando fim aos casinhos e amizades coloridas. Não há data específica para isso; a decisão está ligada a um estágio da vida.

“Antigamente, a mulher decidia por causa do ‘relógio biológico’, na casa dos 30 anos. Hoje, o cenário mudou.

Apesar de ainda existir quem pense assim, é cada vez mais comum a mulher priorizar estudos, carreira e outras realizações para então se dedicar a um relacionamento”, afirma Gisele Meter, psicóloga e coach de mulheres.

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Mas, afinal, o que define um relacionamento como sério? Ana Maria Fürst, psicóloga e sexóloga clínica, explica: “É um relacionamento saudável, com o propósito de constituir um projeto de vida em comum.

Há regras a serem cumpridas e vividas, ligadas a questões simples, como a periodicidade de encontros, até outras complexas, como o que será considerado infidelidade”. Para que ele já comece no caminho certo, as regras precisam ser as mesmas para as duas partes e estar bem claras.

“O casal deve conversar sobre elas. Confiança, lealdade, respeito mútuo e regras estabelecidas são as marcas de um relacionamento sério”, diz.

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E atenção: não confunda impulso – porque amigas estão namorando ou casando, por exemplo – com o real momento de sua vida para um relacionamento sério. Para tanto, vale fazer algumas perguntas para si e entender se você está realmente pronta. Gisele e Ana Maria contam quais são e comentam dez delas.

1 – Por que quero um relacionamento sério?Antes de entrar em um relacionamento sério é preciso entender suas expectativas em relação a si e ao outro.

“É importante analisar se não quer algo impossível de ser oferecido, como um parceiro que comunique todos os passos que dá, ou aquém do que você merece, como ter alguém apenas para não ficar sozinha. Isso só não acontecerá se você estiver consciente de suas escolhas”, diz Gisele.

Pensar sobre o que se espera é fundamental para preservar a sua autoestima e a saúde do relacionamento, além de evitar frustrações no futuro.

2 – Estou disposta a mudar minha rotina por causa de outra pessoa?“Escolhemos o outro por sentimento, mas o dia a dia da relação é racional”, afirma Ana Maria. “Vida a dois, muitas vezes, é abdicar de um momento só seu em prol da relação. Estar aberta para essas mudanças é crucial”, continua.

Gisele concorda: “Para dividir parte da vida com alguém, é inevitável que a rotina seja afetada. Será que você está disposta a abrir mão da balada do sábado para estar ‘inteira’ no almoço com a família dele no domingo?”. Isso não significa se isolar do mundo ao entrar em um relacionamento sério, que fique claro.

Mas é como diz o ditado: cada escolha, uma renúncia.

3 – Eu consigo ficar só?

Um relacionamento sério não pode se basear em dependência. Colocar suas atitudes e decisões nas mãos do parceiro não é justo com ele (que será cobrado injustamente por isso) nem com você (que se frustrará quando não for atendida). “A capacidade de viver bem só é fundamental para uma vida a dois saudável. Ter o outro para compartilhar a vida, e não para resolvê-la, é a chave para entrar em um relacionamento sério”, resume Ana Maria.

4 – Estou vivendo um bom momento?A vida é cheia de altos e baixos em todos os campos: relacionamento familiar e com amigos, emprego, carreira. Saber em que ponto, no geral, está a sua vida ajuda a decidir que direção seguir.

“É válido fazer uma análise completa para ter certeza de que não está buscando um parceiro porque quer alguém com quem dividir problemas”, alerta Gisele.

O ideal, segundo ela, é abrir espaço para um relacionamento sério em um momento bom e pleno da vida.

Em “Comer, Rezar e Amar” Elizabeth precisa se encontrar primeiro para só depois se relacionar com alguém (Foto: Reprodução)

5 – Estou receptiva para o sexo?De acordo com Ana Maria, é muito comum o casal ter necessidades diferentes em termos de qualidade e quantidade de sexo.

“Ao mergulhar em um relacionamento sério, o casal precisa conversar sobre sua sexualidade e chegar a um comum acordo.

Falar sobre sexo cria intimidade entre o casal, o que é fundamental para uma relação de confiança”, conclui.

6 – O que posso oferecer ao meu parceiro?Nunca é demais lembrar que um relacionamento é feito por duas pessoas, ou seja, as duas têm que estar dispostas a dar na mesma medida em que recebem.

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“Parece óbvio, mas muita gente esquece disso e acaba levando em consideração apenas as próprias expectativas, sem perceber que o outro lado também espera alguma coisa”, conta Gisele.

“Um relacionamento baseado em troca é mais saudável, respeitoso e duradouro do que aquele em que uma das partes só exige e não procura oferecer nada à pessoa ao seu lado”.

7 – Como anda minha autoestima?Para entrar em um relacionamento sério é preciso estar com a autoestima equilibrada.

Segundo Ana Maria, “muitas pessoas têm falhas na autoestima, seja por ela estar baixa ou elevada demais” – neste último caso, algo que beira a autossuficiência e daí qual é a necessidade de um relacionamento? “Uma clareza em relação à sua autoestima é importante para não esperar do outro mais do que ele pode dar”, complementa a psicóloga e sexóloga. Para Gisele, nesse sentido, “entrar em um relacionamento só porque a autoestima anda em baixa pode ser uma catástrofe iminente; o grande amor da sua vida deve ser você mesma”.

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8 – O que espero para minha vida nos próximos anos?Assim como se faz um planejamento financeiro para bancar uma viagem ou de carreira para crescer na profissão, um relacionamento que se pretende sério pode e deve ser pensado no longo prazo. “Vincule-o ao alcance dos outros objetivos de sua vida, veja se eles andam na mesma direção”, aconselha Gisele. “Quanto mais alinhados e bem definidos os planos em todas as áreas da vida, maiores as chances de eles darem certo”.

9 – Tenho consciência de como foram meus relacionamentos anteriores?Gisele e Ana Maria consideram fundamental ter os relacionamentos anteriores – e seus términos – bem resolvidos dentro de si ao entrar em uma nova relação.

E a análise deve ser tanto dos próprios atos quanto do que você aceitou de negativo da parte do outro, para evitar dores semelhantes. “Tendemos a ter um padrão de comportamento quando lidamos com outras pessoas.

Saber o que deu certo e o que não deu com um parceiro anterior é uma forma de ficar mais atenta ao seu comportamento e não repetir erros do passado”, opina Gisele.

10 – Eu levaria a sério um relacionamento comigo?“Parece uma pergunta boba, mas a resposta fará com que você perceba suas qualidades e seus defeitos”, defende Gisele.

A coach explica que, muitas vezes, olhamos demais para fora e esquecemos que dentro de nós também existe alguém que pode ser extremamente interessante ou que ainda precise melhorar alguns aspectos.

“Listar suas características e trabalha-las ajuda a mostrar por que um relacionamento com você vale a pena”, afirma.

Como identificar se você está presa a um amor do passado

É muito comum percebemos que estamos conectados a fracassos do passado: traição, abuso, frases desagradáveis e situações que despertaram raiva, ressentimento, arrependimento, rejeição, abandono.

Com o que foi ruim, o que doeu, o que é imperdoável. Ficamos revivendo isso, às vezes, por anos.

Mas existe um outro lado da moeda que quase ninguém conhece: as pessoas também mantêm conexão com uma relação do passado que considera de sucesso.

O sucesso conecta muito, mas acaba passando despercebido. O problema é que gera efeitos e pode estagnar a sua vida amorosa.

Como identificar que você está presa ao passado

Apego ao passado

Recentemente, atendi uma mulher que claramente vive essa situação. Solteira há 10 anos, Mariana teve um único namoro sério, dos 21 aos 26 anos.

Ela diz quer encontrar um namorado, mas não tem tido muito sucesso. Nos meus atendimentos, eu costumo procurar padrões de comportamentos e pensamentos familiares e pessoais.

Depois de algumas sessões, Mari percebeu que um pensamento a acompanhava por uma década, sempre que estava conhecendo alguém: “Putz, que preguiça. Se eu não tivesse terminado com o Vitor, estaria vivendo a vida que eu sempre sonhei para mim”.

Ahá! O apego ao passado começou a aparecer em forma de arrependimento e culpa por ter terminado.

Foco no que era bom

Quando existe essa conexão com um relacionamento que se considerou um sucesso, é bem comum desconsiderar as sombras dele e focar apenas no que era bom.

Mas a relação estava quilômetros de distância de ser a ideal, quase a distância de São Paulo ao Alaska! Perguntei como ela definia o namoro com Vitor. A resposta foi: “Era um relacionamento ok”.

Nessa hora, o meu lado terapeuta que fala as coisas claramente apareceu com voz fofa: “Mari, você quer um relacionamento incrível ou quer se contentar com um “relacionamento ok”?”.

Essa é uma questão que se conecta ao merecimento de viver uma relação incrível, e não aceitar nada menos do que isso. Isso se chama autoestima e, sim, pode ser melhorada.

Raiva e ressentimento

Na sessão anterior, eu havia orientado que ela fizesse uma lista com características que gostaria que o próximo namorado tivesse. Ela fez a tarefa de casa e comentou sobre o resultado: “Que bosta, a lista descrevia exatamente o Vitor”.

Curiosamente, foi ela quem quis a separação. O relacionamento estava apático. Não sentia mais amor por ele. A comunicação era monossilábica.

No dia fatídico do término, aquele papo que todo mundo conhece, a única coisa que Vitor falou foi: “Você encontrou outra pessoa?”. Nada além disso.

Mari se lembra com raiva e ressentimento desse momento. “Poxa, ele não quis nem conversar, tentar melhorar!”. Depois desse dia, nunca mais se falaram.

Vínculo energético

Apesar da distância física, o vínculo energético se manteve e era importante para ela. De alguma forma, fazia com que ela se sentisse menos sozinha.

Na infância, ela foi uma menina bastante solitária e não queria mais sentir-se daquela forma. Lembrar um pouco do Vitor ajudava a acalmar o coração.

Verificamos as seguintes crenças “Estou casada com o Vitor” e “Tenho um pacto de amor eterno com o Vitor” com o Teste da Cinesiologia – deu sim para ambas.

Aprenda a fazer o Teste da Cinesiologia

Era como se ela estivesse com o posto de namorado ocupado pelo Vitor. Lógico que não ia começar um outro namoro assim.

Então, com o ThetaHealing, desfizemos as crenças, o pacto, fizemos o divórcio energético e muitas outras técnicas. Ela finalizou a sessão com o coração leve!

Você está conectado ao seu passado?

Partindo dessa situação, convido você a refletir honestamente sobre si mesmo e analisar se existe, mesmo que sutilmente, uma conexão com alguém do passado com quem você se relacionou e considera que foi um sucesso.

Alguns sinais podem te ajudar:

  • De vez em quando, o ex vem à sua mente
  • Você compara seu ex com qualquer homem que se aproxima
  • Você arruma desculpas para ficar solteira como: “Estou velha demais para encontrar alguém”
  • Tem preguiça de conhecer pessoas
  • Não se interessa por ninguém
  • Foge de relacionamentos
  • Morre de medo de se casar
  • Está em um relacionamento mas não se entrega de maneira profunda

Para você dar o passo rumo a uma nova (e incrível) relação, é importante reconhecer que esse relacionamento terminou por algum motivo, afinal, se era incrível, não teria porque terminar.

Para isso, tente começar fazendo o exercício a seguir:

  1. Puxe na memória e tente lembrar e escrever os sentimentos que não eram tão legais assim. Esse é um exercício que te ajuda no processo de se desconectar mentalmente.
  2. É realmente importante uma desconexão em níveis mais profundos – energético e espiritual. Para esse outro nível, pode fazer uma visualização em que vocês dois agradecem pelo tempo que passaram juntos.
  3. Imagine-os dizendo que sentem muito por tudo o que deu errado na relação, que amam o fato de terem se conhecido e pedem perdão por qualquer coisa que tenha ofendido ao outro.
  4. Diga que qualquer pacto entre vocês está desfeito e, então, imagine que vocês se afastam.
  5. Se quiser, pode criar um clima para fazer esses processo, apagar as luzes, acender velas, colocar uma música que você intui que pode te ajudar nesse momento.
  6. E talvez, seja necessário olhar para isso mais algumas vezes, sozinha ou com ajuda profissional.
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Depois disso, você vai perceber que quanto mais libera sucessos e fracassos do passado, mais pronta estará para atrair uma relação nova e incrível.

Porque sim, você merece!

Olá, essa matéria foi útil para você?

Como encontrar o amor em tempos de pandemia?

Após a pandemia do novo coronavírus, muita gente está impossibilitada de promover encontros presenciais marcados em aplicativos como Tinder, por exemplo. Juliana Mezzaroba já usou o método para conhecer pessoas.

“Eu acho que esses aplicativos são úteis no sentido que você não precisa sair de casa para conhecer alguém. Ao mesmo tempo, tem um ponto negativo porque você vai encontrar de tudo ali.

Diferente da vida real que, se você vai em uma festa, provavelmente vai encontrar alguém que te interessa e tem gostos em comum com você.

Nos apps, você encontra pessoas que são atraentes, mas que podem não ter nenhuma afinidade contigo. É meio que uma roleta-russa”, avalia.

Charlotte Fox também já usou aplicativos para conhecer pessoas, como Inner Circle e o estrangeiro League. “Principalmente depois da pandemia, as pessoas passaram a se falar mais ativamente, a dividir as dificuldades de estarem sozinhas. Acredito que as fantasias ficaram exacerbadas em face de uma liberdade tolhida de ir e vir. Parece que você deseja mais o que não tem”, considera.

Juliana relata que as relações amorosas que ocorrem nos aplicativos podem ser bem superficiais: “Como se só a aparência fosse importante para se relacionar com alguém. Acredito que é por isso que tem alguns aplicativos, além do Tinder, que você consegue falar um pouco mais de você e seus gostos e saber o da outra pessoa”.

Por outro lado, Charlotte acredita que as relações possam sofrer transformações depois da pandemia. “O que o online está fazendo é com que as pessoas falem mais o que querem, como querem, o que gostam, inclusive no sexo virtual.

Tem uma coisa engraçada: a voz passa a ser um fator fundamental, como se a voz fosse o novo cheiro. Outra coisa é que quando você vai para um primeiro date no zoom, não precisa se produzir tanto.

De certa forma tem uma liberdade em poder 'cair' com o call a qualquer momento ou simplesmente dizer que você precisa desligar”, diz.

O sociólogo polonês Zygmunt Bauman acredita que vivemos em uma 'sociedade líquida', já que as relações, com o passar do tempo, estão ficando cada vez mais superficiais e o contato mais profundo entre os indivíduos é cada vez menor.

Então, seria a pandemia do novo coronavírus a responsável pela inversão dessa tese, fazendo com que as pessoas voltem a se conectar com mais intimidade? Seria o fim do chamado 'contatinho', quando os entusiastas dos aplicativos mantêm duas ou mais relações?

Para a psicóloga Desirée Cassado, a resposta é positiva. “O que eu observo são as pessoas cultivando uma intimidade inédita através dos vídeos e aplicativos. O site match.com, por exemplo, teve um número recorde por ligações de vídeo. Antes da pandemia, elas eram usadas em apenas em 9% e, agora, em 69% das conversas.

Isso quer dizer que as pessoas estão dedicando mais tempo em se conhecer, em desenvolver uma intimidade que não é física, mas intelectual. Outras trocas que não têm relação com o corpo. E o interessante é que, quando você desenvolve intimidade intelectual com alguém, não dá tempo de desenvolver essa intimidade com muitas pessoas ao mesmo tempo.

Se você está conversando diariamente com uma pessoa e desenvolvendo intimidade, é normal que isso vai afunilando e as pessoas vão conversando com uma ou duas pessoas, no máximo. Então, acho que isso vai dar um 'freio' na possibilidade de ter muitas escolhas.

Acho que tem essa chance, agora, se todo mundo vai aproveitar essa chance, é difícil dizer”, avalia.

Mesmo sem poder sair de casa, ainda tem muita gente tentando encontrar o amor em aplicativos. E lidar com a frustração de não conseguir é difícil, como ressalta Desiree Casado.

“Encontrar o amor sempre foi uma tarefa muito frustrante, por vários motivos. Frustrante porque o outro muitas vezes não corresponde às minhas expectativas. Frustrante porque eu tenho barreiras emocionais em relação a conhecer o outro da forma como ele é.

Frustrante porque eu tenho expectativas que nunca se concretizam, porque são 'ultra românticas' e muito descoladas da realidade. Nós mantemos expectativas altíssimas em relação ao outro e ao papel do relacionamento na nossa vida.

Talvez seja mais frustrante para as pessoas a impossibilidade de se encontrar e levar o começo de uma relação como levaram a vida toda”, afirma.

A psicóloga conta que uma cliente dela marcou, depois de muito conversar com uma pessoa que conheceu no aplicativo, um passeio no parque, os dois de máscara, para se conhecer pessoalmente. Os seres humanos estão buscando criatividade para concretizar os encontros amorosos.

Mas, diante de tantas dificuldades, é possível encontrar o amor em tempos de pandemia? “É super possível encontrar o amor em tempos de pandemia. Acho que as pessoas se conectam muito quando elas estão vulneráveis. A gente imagina que o amor é uma busca por pessoas perfeitas, que mostram seu lado melhor.

E hoje a gente está tendo uma oportunidade de estarmos todos vulneráveis, passando pela mesma situação, claro que de formas diferentes, mas é como se todos tivéssemos um assunto em comum. E passando por um momento difícil.

Então, tenho a esperança de que as pessoas possam começar conversas falando o quão difícil tem sido esse período de pandemia, que possam se aproximar e construir intimidade a partir das suas vulnerabilidades”, conclui.

Diante da necessidade de ajudar os indivíduos a concretizar o amor, a diretora da The School of Life, Jackie de Botton, decidiu criar um happy hour para aproximar as pessoas.

“Como converso muito com os alunos sinto que, depois que colocamos as aulas online, no final, as pessoas querem ficar e trocar mais umas com as outras, se conhecer.

Um misto de compensar pelo tempo que estão sozinhas, mas também um desejo de troca maior”, diz.

Ela também avalia que todos parecem estar mais verdadeiros sobre o que realmente sentem. “É como se a máscara social de todos tivesse caído. Muito por conta disso criamos um happy hour especial para este dia dos namorados.

Ele vai acontecer no Zoom (aplicativo de chamada de vídeo) com direito a receita de drinks para serem feitos durante o encontro, guia de conversas liderados e incentivados por três dos nossos experts em amor.

Desiree Cassado, Eleonora Nacif e Saulo Velasco”, informa.

A ideia da The School of Life é fazer uma rodada de conversas para ajudar as pessoas a dialogarem melhor e a expressar seus sentimentos.

Algumas perguntas como 'O que você prefere sedução ou intimidade?', 'Quais de suas falhas você gostaria que fosse tratada com mais generosidade?' e 'O que é uma conversa significativa em seus olhos?' serão colocadas para discussão no evento.

Os interessados devem se inscrever pelo site. Toda a renda o happy hour será revertida para o banco de alimentos.

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