Como Saber Quando Mudar De Mudança?

  • Como Saber Quando Mudar De Mudança?
  • Você já pensou que talvez não faça a troca de marcha da forma correta?
  • Entre os mais experientes, há quem acredite que consiga “ouvir” o motor para acertar no tempo de marcha.

Mas isso ao elevar a velocidade. E como reduzir a marcha do carro na hora certa?

  1. Agora, a questão já se torna um pouco mais complicada, não é mesmo?
  2. A verdade é que muitos motoristas procuram saber qual a melhor rotação do motor para economizar combustível.
  3. Eles acreditam que passar a marcha no tempo certo, seguindo a rotação ideal para mudança de marcha, pode ser eficaz para reduzir o consumo.
  4. Mas não é apenas sobre a velocidade certa para cada marcha que vou falar neste artigo.
  5. O assunto hoje também é o câmbio para troca de marcha.
  6. Vou esclarecer as principais dúvidas que condutores de carros e motos têm sobre o assunto.
  7. O momento perfeito de passar a marcha será abordado no texto, mas também vou falar sobre o funcionamento do câmbio automático.
  8. Afinal, o que acontece quando o câmbio automático não engata marcha?
  9. E no câmbio manual, quais são os erros e acertos do motorista quando está trocando marcha?

Não sabe como trocar a marcha da moto? Falarei sobre isso também.

Por isso, se você quiser tirar suas dúvidas sobre a troca de marcha, não deixe de ler este artigo até o final.

Boa leitura!

Quando a Troca de Marcha Deve Ser Feita

Como Saber Quando Mudar De Mudança?Você talvez esteja em busca de uma resposta pronta

  • Se todos os carros e motos trocassem de marcha a cada 30 km/hora, por exemplo, a tarefa do condutor estaria facilitada.
  • Ele pegaria o volante de qualquer veículo e já saberia o que fazer para a troca de marcha.
  • No entanto, isso muda conforme o modelo do automóvel ou da motocicleta.
  • Acontece que não é possível existir uma regra universal para a troca de marcha, pois os veículos apresentam câmbios diferentes.
  • Por exemplo, alguns têm quatro marchas, enquanto outros apresentam até seis.
  • Para quem está tirando a primeira habilitação, a troca de marcha é um assunto que gera preocupações.
  • O medo de errar ao passar a marcha costuma ser grande.
  • Conforme o tempo passa, o motorista já não precisa mais olhar para o câmbio para saber em qual marcha está.
  • Só esse fato já representa uma pequena conquista, não é mesmo?

Mas saiba que até quem é experiente por vezes “erra” a marcha. Então, fique tranquilo.

  1. Voltando à questão central deste tópico, para descobrir quando fazer a troca de marcha, uma boa estratégia é observar o conta-giros.
  2. É bastante provável que seu carro tenha esse instrumento no painel, mesmo que o modelo seja básico.
  3. Você pode observar que, em geral, ele vai do 1 ao 8, ou próximo disso.

Ao multiplicar por 1.000, você tem o número de giros do motor por minuto. Quanto mais alto o número, mais ele se aproxima da cor vermelha.

Como perceber a hora de mudar de carreira?

Como Saber Quando Mudar De Mudança?

Dicas para avaliar a mudança na carreira

O processo de mudanças na carreira exige muita reflexão. Às vezes é necessário buscar orientação de um consultor em RH ou coach, especializado em coaching, ou aconselhamento em alcance de objetivos e metas.   É recomendável também que o profissional analise se é necessário recorrer a uma psicoterapia, já que alguns fatores na vida pessoal podem influenciar na carreira. Esse especialista, que pode ser um psicólogo ou um psiquiatra, saberá orientá-lo.

Sinais de que algo não vai bem

 Antes de tomar qualquer decisão, identifique sinais do seu descontentamento com sua carreira atual. É a partir dessa análise que você poderá dar os primeiros passos em busca de um trabalho que lhe traga felicidade e bem-estar. Acordar um dia ou outro sem vontade de trabalhar é normal e acontece também com quem está feliz no emprego. Mas desmotivação frequente exige avaliação das razões. Descubra logo os motivos antes que cause problemas com sua chefia e queda de produtividade.

 Desinteresse pela profissão

  •  Trabalho por obrigação

 Você gostava de sua profissão, mas ultimamente sente estresse quando é abordado sobre o tema no fim de semana, por exemplo. É bom verificar o seu descontentamento com a carreira.  Muitas pessoas dão o seu melhor no trabalho durante uma vida inteira, mas desde que estejam felizes com o que estão fazendo. Se sua sensação é de que está apenas cumprindo obrigações, talvez precise promover mudanças. O expediente demora para terminar e você olha várias vezes para o relógio? É possível que seu trabalho esteja causando tédio. Não ver o dia passar, é sinal de que estamos fazendo algo de que gostamos.

 Alívio ao fim do expediente

 Sentir-se aliviado quando um dia puxado termina é normal. Não é comum ficar sempre irritado no local de trabalho, achando que está em uma prisão. Se esse comportamento for constante no seu dia a dia, você precisa respirar outros ares.

 Reclamação constante sobre o emprego

 Seus familiares já disseram que não suportam mais ouvir suas queixas sobre o trabalho. As reclamações se tornaram recorrentes e muitas vezes você nem percebe que o assunto volta com frequência.

 Em busca de novos horizontes

  1. Conteúdo produzido pela LFG, referência nacional em cursos preparatórios para concursos públicos e Exames da OAB, além de oferecer cursos de pós-graduação jurídica e MBA.

 É importante saber estabelecer a fundamental distinção entre a função e uma tarefa de rotina que você desempenha. Essa reflexão ajuda a visualizar tudo de forma mais ampla. Se a pessoa compreende exatamente o que a incomoda e traz insatisfação no seu trabalho, fica mais fácil tomar uma decisão. Vale muito a pena frequentar cursos, feiras, realizar testes vocacionais, assistir a palestras e dialogar com pessoas que atuam em diversas áreas. Compartilhe com outros profissionais o novo rumo que deseja tomar ou a carreira que escolheu. Analise de antemão certas dificuldades, alguns benefícios e a rotina do setor ao qual se pretende atuar. Para progredir em carreira pública, por exemplo, parte-se do pressuposto de ao menos prestar um concurso dentro da mesma área de atuação ou para cargo em outro setor de sua afinidade. Entretanto, independentemente do tipo de posto pretendido, avalie bem os prós e contras. Estabeleça um diálogo com a família em primeiro lugar. Os amigos também podem ajudar muito. Converse com outros profissionais que tomaram a mesma decisão. Conheça as experiências para amadurecer suas ideias.  Outro ponto muito relevante está em estudar e pesquisar a respeito do mercado no qual se deseja trabalhar. Verifique se realmente é promissor. Não se deve ser muito arbitrário no que tange a busca de uma carreira. Um aspirante a servidor público precisa estar ciente de que ocupará um cargo por muitos anos. Almejar uma carreira melhor pressupõe um esforço e uma maturidade interior. É uma atitude de vontade firme, de desejo objetivo de conquistar o lugar que lhe compete e que lhe trará a devida satisfação no exercício da profissão. Dessa forma, a decisão de conquistar um cargo no setor público e obter sucesso em sua carreira requer muito esforço e disciplina nos estudos para passar nas provas. Mas é uma busca avançada pelas melhores oportunidades dentro da função que compete a cada um.

Como saber a hora certa de fazer mudança residencial? – Blog Moving

Dizem que toda mudança traz melhorias. As perspectivas são outras: novos ambientes, possibilidades de fazer amizades, conhecer lugares diferentes. Enfim, é um momento que pode misturar alegria, incerteza, ansiedade, falta de paciência e trabalho.

Entre as tantas transformações possíveis, uma costuma marcar profundamente nossas vidas — a venda da atual moradia e a mudança residencial para uma nova casa ou um apartamento. Essa é uma experiência que, provavelmente, todos nós experimentaremos.

E, se chegou sua vez, continue a leitura deste post. Preparamos um guia completo sobre mudanças residenciais para ajudar você a diminuir o estresse e a fazer com que tudo transcorra da melhor maneira possível. Acompanhe!

Identifique o momento certo para vender a casa

Você sabe como é fundamental prestar atenção às transformações na sua vida e na de sua família. A vida é dinâmica e as suas necessidades e exigências seguem esse processo. E, vender a casa onde mora, está na lista de possibilidades.   

O importante é perceber quando é o momento de fazer isso e agir com segurança para  deixar a atual moradia e procurar por outra para residir. Conheça, a seguir, algumas das razões que levam isso a acontecer. 

A família aumentou

Os filhos chegam e é preciso que tenham seus espaços distintos. Os pais ou os sogros podem vir morar com você ou um parente do interior pode necessitar residir com sua família até ter condições de alugar ou adquirir seu próprio patrimônio.

Além disso, há os bichinhos de estimação, o desejo de um escritório ou um atelier. Enfim, é melhor pensar em buscar um lugar maior.

A localização não satisfaz mais

Seja devido a uma mudança de emprego ou à transferência do trabalho para outro local; ao crescimento desordenado do bairro; ao aumento da violência; ao trânsito caótico ou ao fim da privacidade familiar: quando a localização da habitação desagrada à família, mudar é a solução.

O imóvel atual está velho

Com o tempo, a construção (antes tão linda) ficou desgastada. A casa (ou o apartamento) começa a dar sinais de que precisa passar por uma reforma geral em sua infraestrutura.

Há infiltrações, vazamentos, pisos e revestimentos soltando, problemas na rede elétrica, pintura descascando, entre outros. Uma nova morada significa livrar-se dos transtornos das constantes manutenções.

É hora de melhorar a qualidade de vida

Sua vida profissional está em plena ascensão. Assim, a situação financeira melhorou e você percebe que é chegado o instante de investir em seu bem-estar e no de sua família. É hora de comprar um novo espaço, que ofereça mais conforto e comodidade.

Escolha o melhor canal para anunciar 

Agora é partir para a venda de seu imóvel. O mercado disponibiliza diversas alternativas para anunciar. Você pode optar por uma imobiliária com tradição e reconhecida pela qualidade de seus serviços. Uma pesquisa facilitará sua decisão entre as muitas boas empresas do segmento imobiliário.

Leia também:  Como É Que Se Faz Um Filho?

Outra via são os portais online. Eles conquistaram uma posição de confiabilidade e estão atraindo muitos usuários. É permitida a inserção de textos, fotografias em enquadramentos variados e muita agilidade em casos de modificação, troca ou cancelamento do anúncio. 

Pesquise por novos imóveis

As transformações provocadas pelos avanços tecnológicos alcançaram em cheio o mercado imobiliário. Atualmente, são disponibilizados diversos canais virtuais de comunicação entre vendedores e compradores.

A conexão digital faz da internet a grande vitrine para se encontrar a residência ideal. A partir de portais digitais responsivos e aplicativos, como o Moving Imóveis, a busca pela nova casa (ou pelo novo apartamento) é bastante facilitada e segura. Você tem acesso a itens como:

  • fotos do ambiente;
  • informações sobre localização e infraestrutura da construção e de seu entorno;
  • preço;
  • situação jurídica;
  • canais de contato com a imobiliária e/ou o corretor credenciado.

Analise as opções antes da compra

Agora é a vez de analisar as opções que parecem mais adequadas às suas expectativas e à sua condição financeira. Abaixo, veja o que levar em consideração nessa análise.

Idade da construção

A idade de uma casa ou um apartamento é um indicador do processo de construção e das condições da edificação. Construções antigas costumam apresentar problemas na estrutura, inclusive com a utilização do barro para levantar as paredes e a ausência de colunas ou vigas de concreto para sustentá-las.

Tipo de material utilizado

Independentemente da idade, procure verificar o tipo e a qualidade do material empregado na construção. O ideal é contar com um profissional especializado em construção civil para fazer isso.

Como critério de economia, muitos itens de baixa qualidade costumam ser utilizados e podem não ser percebidos claramente. As consequências são várias:

  • metais sanitários e de cozinha descascando;
  • pisos trincados e azulejos soltando;
  • bolhas na pintura das paredes;
  • ferrugem;
  • vazamentos;
  • problemas elétricos, entre outras.

Localização

Não basta que o bairro seja legal (e a rua, sossegada). Observe questões relacionadas à locomoção e logística. Lembre-se dos locais que você e seus familiares frequentam constantemente, trabalham ou estudam — e quais os meios de transporte que usam para isso.

Vizinhança

Vizinho é quem está ao seu redor: do lado, em cima, embaixo, na casa em frente ou no outro quarteirão. Do casal simpático de velhinhos ao roqueiro da madrugada; da quitandinha ao supermercado 24 horas; do restaurante de comida natural ao bar da moda.

Problemas de relacionamento e de convivência com a vizinhança são as causas de insatisfação e mudança de endereço de muita gente.

Documentação

É fundamental conhecer a situação legal do imóvel que você quer comprar. Obtenha seu número de matrícula e solicite uma certidão no cartório de registro de imóveis. Informe-se na prefeitura sobre a regularidade no pagamento de taxas e impostos.

Preço

Pesquise preços de imóveis semelhantes ao que você quer na região escolhida, para saber se o  valor do que está em negociação é justo. Se for, certifique-se de que tal quantia seja compatível com seu orçamento. Caso esteja acima de seu limite, use uma das estratégias mais comuns à lei de oferta e procura: peça um desconto.

Faça a mudança residencial

Negócio fechado, chaves na mão e vamos fazer a mudança. Mais uma vez, vale recomendar um passo a passo para evitar aqueles contratempos e transtornos que parecem querer acompanhar você e sua família.

Limpe e areje a nova moradia. Dependendo do volume de itens, o ideal é contratar uma empresa especializada nesse tipo de serviço de mudança.

Caso não seja nada assim tão grandioso, essa tarefa pode ser feita por você, com a ajuda de familiares para embalar e encaixotar. Faça a identificação do conteúdo das caixas para, assim, facilitar a organização na hora da embalagem e quando for abri-las na casa nova.

Enfim, sabendo como fazer sua mudança residencial, você vende bem o imóvel atual, compra melhor ainda o novo, ocupa o espaço sem estresse e comemora com seus entes queridos esse instante maravilhoso na vida de vocês.

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Como Saber Quando Mudar De Mudança?

Aprenda a hora certa para trocar de marchas economizando combustível

Na última sexta-feira tratamos de um assunto que interessa muitas pessoas – dirigir economicamente: Top dicas para você economizar combustível.  Dentre as dicas comentei que a troca de marchas na hora certa é uma tarefa que ajuda muito economizar combustível.

Muitas pessoas não sabem qual a finalidade do câmbio do seu carro, então vou resumir:

A caixa de câmbio do carro é composta por engrenagens responsáveis por desmultiplicar as rotações do motor para o diferencial ou diretamente para as rodas. O câmbio transforma a potência do carro em força ou velocidade dependendo da necessidade.

De uma forma simplificada, quanto maior a rotação do motor em relação a rotação do eixo maior será a força e, quanto menor a rotação do motor em relação ao eixo maior será a velocidade.

Mas você sabe como trocar as marchas corretamente?

O que muita gente também não sabe, é que a mudança das marchas no momento correto contribui significativamente para a redução de gasto de combustível.

A mudança de marchas de maneira correta é uma atividade muito simples e fácil de realizar. Como nem todos os carros tem conta giros, vamos exemplificar a maneira correta para troca a partir da velocidade.

A primeira macha deve ser usada apenas para movimentar o veículo, ou seja, ela serve exclusivamente para deslocar o automóvel que está parado. Não se deve esticar a primeira marcha sem necessidade.

Assim, logo que o carro começar a se deslocar, a segunda marcha deve ser engatada, e quando a velocidade chegar próximo aos 40 km/h a terceira marcha deve ser engrenada.

Quando o velocímetro marcar velocidade próxima a 60 km/h você deve trocar para a quarta marcha. A partir daí conforme o carro consiga desenvolver uma velocidade maior a quinta marcha deve ser usada.

A quinta é uma marcha de economia e deve ser usada sempre que o trânsito permita que o veículo ande acima de 60 km/h.

Esticar as marchas faz o carro alcançar velocidade mais rapidamente, porém o consumo de combustível é maior

Se você pretende economizar combustível aconselho fortemente que as mudanças sejam feitas conforme acima. Para diminuir o consumo é preciso dirigir economicamente, e para isso a maneira de conduzir deve ser calma, sem acelerações bruscas.

Claro que em caso de ultrapassagens por questão de segurança não devemos pensar em economia, assim você deve acelerar no máximo e esticar as marchas até o limite de rotação para que o carro consiga ultrapassar o mais rápido possível.

Em carros com câmbio automático a dica é pisar de leve no pedal do acelerador. Os câmbios de hoje em dia são auto adaptáveis, e por isso se você pisar levemente no acelerador ele entenderá que deve trocar as marchas com giros mais baixos e consequentemente estará economizando combustível.

Mudar de marchas no tempo certo como vocês viram é muito fácil e além de economizar combustível também contribui para prolongar a vida útil do sistema de motor/caixa. Quem tem a ganhar com isso é você, então se quiser economizar deixe o hábito de dirigir como um piloto de corrida e assuma uma condução mais tranquila, seu bolso agradecerá.

Boa sorte, boa segunda-feira e até breve.

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9 sinais de que é hora de mudar de emprego | CIO

Uma pesquisa recente perguntou a 22 mil funcionários da IBM em todo o mundo por que eles deixaram o emprego anterior – e houve algumas surpresas. Quase metade disse que considerariam uma oportunidade melhor, mesmo que não estivessem pesquisando ativamente. A maioria dos entrevistados (62 por cento) disse que poderia ser tentada pela perspectiva de um novo emprego.

“Perder talentos pode custar caro”, alerta o relatório. “As organizações que conseguem reter talentos não apenas economizam dinheiro, como também protegem seu capital intelectual”.

E qual é a chave para manter pessoas boas?

Bom, aqueles que estão “engajados com suas organizações” têm cinco vezes mais chances de permanecerem. Funcionários com experiências de trabalho positivas têm três vezes menos probabilidade de procurar um novo emprego.

  • Perguntamos a executivos, recrutadores e coaches de carreira como identificar o momento certo para mudar de emprego. 
  • Aqui estão alguns dos sinais evidentes de que é hora de procurar novas oportunidades.
  • 1 – A empresa estar tropeçando

David Parmenter, diretor de engenharia da Adobe Document Cloud, diz que, se você está pensando em fazer uma mudança, primeiro deve considerar se sua empresa parece estar indo na direção certa. Sua carreira deve estar alinhada com a trajetória da empresa.

“Se a sua organização está crescendo _ em tamanho, impacto ou em uma variedade de métricas-chave _ ficar por perto provavelmente é um bom caminho”, diz Parmenter. “Mas o fator chave na sua autoavaliação deve ser o desafio. Certifique-se de que sua função atual ou futura ofereça desafios que inspirem novas ideias e crescimento pessoal. ”


2 – Ter recebido uma oferta irrecusável

Recrutadores e executivos dizem que, desde que consigam ver um caminho linear no currículo do candidato, trocas constantes de emprego podem não ser alarmantes. Esses curtos períodos podem ser explicados em sua entrevista.

“'Períodos curtos de contratação já não são considerados tão negativos quanto costumavam ser”, diz Nick Cromydas, CEO e co-fundador da empresa de recrutamento Hunt Club.

 “A primeira coisa que tentamos fazer é realmente entender a jornada de carreira do candidato. Fazemos isso mergulhando em perguntas.

 'Por que você trocou de papel depois de 13 meses? Por que você decidiu mudar completamente de indústria? Por que ter quatro a cinco empregos diferentes em cinco anos?'”

O ritmo atual de mudança na TI, de fato, torna alguns movimentos necessários, diz Cromydas.

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 “As empresas precisam de profissionais de TI com as mais recentes habilidades e experiência, seja em Inteligência Artificial, Segurança, Ciência de Dados, aplicativos SaaS, IoT ou desenvolvimento de aplicativos. Essas são as competências que tornam um candidato especialmente empregável no ambiente empresarial de hoje ”.

Atrair o talento certo e aproveitar a experiência variada pode transformar completamente uma empresa, diz ele. “Os negócios estão se movendo mais rápido do que nunca com a adoção do digital.

 A P & G levou várias décadas para se tornar uma empresa de US $ 1 bilhão. O Dollar Shave Club fez isso em 5 anos.

 A velocidade na qual os negócios estão se movimentando, agiliza e compõe os conjuntos de experiência dos funcionários, deixando-os ansiosos para que o Next Big Thing seja mais rápido que a geração de nossos pais. ”

3 – Deixar de ter vontade de ir trabalhar

A maioria de nós, às vezes, sonha acordada em largar tudo. Pode ser devido a uma desconexão com a administração, uma série de projetos que criam mais problemas do que soluções, ou simplesmente um desejo de mudança.  

Dave Denaro, vice-presidente da consultoria Keystone Associates, oferece três marcadores para determinar se você está apenas sonhando acordado ou se realmente precisa considerar um novo trabalho: você perde o interesse em desenvolver habilidades; deixa de ficar empolgado para dizer às pessoas o que você faz para ganhar a vida; e, talvez o mais importante, você vê outras pessoas fazendo um trabalho que você gostaria de fazer.

“Quando você teme as manhãs de segunda-feira e aguarda a sexta-feira na terça-feira”, diz ele, é hora de ir. “Você deveria se perguntar: 'O que me motiva a levantar todos os dias e ir trabalhar? O que eu sempre quis fazer, mas com muito medo de dar o salto para fazer isso? Estou tendo um dia ou uma semana ruim e esse tempo passará? '”

  1. Se você está no emprego há vários anos e isso não mudou substancialmente, talvez seja hora de forçar o problema.
  2. 4 – Deixar de estar envolvido em projetos de ponta
  3. Robert Byron, sócio/gerente da divisão de TI do recrutador WinterWyman, diz que os sinais de alerta podem ser um pouco genéricos, como não ser desafiado ou sentir que não há caminho para uma promoção.  

Sinais mais específicos incluem a hesitação da empresa em investir em Transformação Digital, diz Byron. “Ou eles estão gastando em novas tecnologias, mas você não é colocado em projetos e tarefas para trabalhar com isso. Ficar e trabalhar na tecnologia legada enquanto o mundo da tecnologia passa por você é um suicídio profissional ”.

Seguir em frente pode fornecer um novo contexto sobre como as principais tendências tecnológicas podem ser usadas em diferentes ambientes, diz Byron.

“Há prós e contras [em ficar ou ir]”, diz ele. “Os candidatos que permanecem em uma posição por um período mais longo de tempo são vistos como leais e estáveis. Mas você também pode ser visto como estagnado se permanecer na mesma posição – usando a mesma tecnologia – por um longo período de tempo ”.

Dawn Graham, um psicólogo e ex-recrutador, diz que você pode abrir novas oportunidades saltando de navio. 

“A chave para a segurança no emprego é o crescimento e desenvolvimento constantes, especialmente em um campo como o de TI”, diz Graham. “Outro benefício da mudança de empresas inclui o crescimento da sua rede.

 A expansão das conexões garante que você esteja sempre trazendo novas informações e ideias para o seu trabalho, o que aumenta a agilidade e a comercialização.

 Embora a troca deempregos todos os anos seja uma bandeira vermelha, permanecer em uma empresa por muito tempo também pode causar preocupação para os recrutadores que se preocupam com sua capacidade de adaptação. Os locatários apreciam os funcionários que são capazes de navegar com sucesso em diversos ambientes ”.

5- Parecer desajustado

Um chefe difícil pode tornar sua vida miserável, mas o relatório da IBM descobriu que apenas 14% dos entrevistados deixaram seu último show por causa do gerenciamento. Muito mais, 40%, o fizeram por insatisfação com seus trabalhos. E cerca de 18% saíram devido a mudanças organizacionais que levaram a muita incerteza.

“Há muitos fatores que podem influenciar essa decisão e, muitas vezes, eles se resumem às preferências pessoais”, diz Patrick Holder, gerente de aquisição de talentos da empresa de consultoria em nuvem Candid Partners.

 Como profissionais, passamos um terço de nossas vidas – às vezes mais – no trabalho. A cultura é um grande fator na forma como nos sentimos em relação a tudo, desde o nível de contribuição até o relacionamento interpessoal no trabalho.

 Digitalizar com frequência para garantir que a cultura da empresa atenda ao seu estilo de trabalho pode afetar sua decisão de ficar ou sair. ”

6 – Não conseguir lembrar por que você aceitou o emprego

Leon Adato, chefe da SolarWinds, diz que é hora de fazer uma mudança quando já não está claro por que parecia que seu trabalho atual era atraente em primeiro lugar.

“A menos que você se encontre constantemente trocando de emprego por causa de algo que fez”, diz Adato, “mudar de um emprego para outro não deveria causar muita agitação emocional. Acontece. Em TI, isso acontece com bastante frequência ”.

De acordo com o relatório da IBM, “os Millennials estão mais propensos a abraçar novas oportunidades de emprego.

 Quase um em cada cinco millennials está atualmente procurando por um novo emprego e metade está disposta a considerar uma oportunidade melhor, mesmo que não esteja procurando ativamente.

 Os millennials são 80% mais propensos do que os Baby Boomers aceitar novas oportunidades de emprego, mesmo que não estejam procurando por um”.

7 – Falta de visão do líder

Thomas Bradbury, fundador e CEO da WorkplaceUX, diz que os profissionais de TI merecem ter um líder com visão, e se esse não for o caso, é hora de procurar em outro lugar.  

“Grandes líderes de TI querem fazer a diferença”, diz Bradbury. “Eles percebem que não se trata apenas das soluções técnicas fornecidas aos clientes ou funcionários. Não se trata apenas de tempo de atividade e segurança. É também a experiência que os usuários de seus produtos e serviços têm que permite que a empresa opere de forma limpa, sem atrito.

 Portanto, os líderes de TI devem buscar organizações que entendam isso e não conduzam a agenda com economia de custos ou fazendo coisas que apoiam a maneira como as coisas foram feitas no passado. Quebre essas barreiras ao mostrar ao CEO que boas ideias e soluções em um ambiente de trabalho moderno quase sempre trazem economia de custos.

 Mas a agenda precisa começar com boas ideias, não economias. Grandes CEOs entendem isso.

8- Estar preso ao passado

Trabalhar com tecnologia legada em algumas situações pode ser uma oportunidade – a refatoração de código antigo, por exemplo, oferece trabalho estável para algumas empresas – e pode levar a novas oportunidades. Mas se você está apenas mantendo o legado, é uma boa ideia olhar em volta. É melhor conhecer o mercado do que, de repente, precisar de um emprego e ter que aumentar sua pesquisa rapidamente.

“Se você perceber que seu trabalho está cada vez mais repetitivo e focado em soluções antigas da empresa e não está mudando significativamente em sua abordagem, pode ser a hora de uma mudança”, diz James Stanger, principal evangelista de tecnologia da CompTIA. 

Denaro, da Keystone Associates, diz que a missão é continuar empregável – não apenas empregado – se você quiser uma longa carreira em TI.

“O pessoal de TI deve 'auditar' continuamente o seu currículo em comparação com as atuais vagas de emprego e encontrar um caminho para as funções que lhes permitam usar os sistemas, linguagens e conceitos mais atuais”, diz Denaro. “Profissionais de TI são geralmente curiosos, aprendizes contínuos de qualquer maneira. Se a empresa atual permitir isso, ótimo. Se não, então eles têm que agir.

9 – Perder o suporte do superior direto

Seu chefe deve ser seu maior defensor, diz Daniela Field, consultora sênior da Mendix, e se você não estiver no radar deles – ou se achar que seu chefe é um risco em sua carreira – pode ser a hora de partir.

“Se eles não são favoráveis ​​ou não oferecem a oportunidade de crescimento, é uma boa ideia levá-los a pensar em você”, diz Field. “Sempre aborde qualquer problema e ideia com o gerente primeiro.

 Seu gerente está apoiando você e ajudando em seu crescimento? Você está progredindo em seu papel? Esses são os tipos de perguntas que você deve fazer a si mesmo antes de pensar em encontrar um novo emprego ”.

COMO MUDAR DE MARCHAS CORRETAMENTE

Ao iniciarem as aulas de direção, uma das dificuldades mais mencionadas pelos condutores é a troca de marcha -perdendo só para a terrível baliza. Alguns alunos até afirmam que “deveriam fazer carro sem marchas” e mesmo que passem no exame de direção, as marchas continuam amedrontando o motorista na hora de dirigir. E se o carro ‘morrer’? ????

Primeiro, vamos explicar o que são e para que servem as marchas do carro e garantir a vocês que passar as marchas não é algo tão complicado assim.

Para que servem as marchas do carro? 

As marchas do carro são responsáveis por transmitir às rodas a quantidade de giros certos para cada grupo de velocidades pertencentes a cada marcha.

Cada vez que colocamos o carro em movimento e aceleramos para ele ir mais rápido, o motor vai enviar comando e força para as rodas. Ou seja, quando você andar devagar, equivalerá ás marchas mais baixas do carro.

Quando você quiser aumentar a velocidade, você estará mudando de marcha até aumentá-la ao ponto de correr, que seria, por comparação, as marchas mais altas do carro.

No carro, é o sistema de embreagem que permite a troca de marchas, ou seja, que o motor se comunique com as rodas transmitindo a força e o giro ideal de acordo com a velocidade. Agora, vamos conhecer as marchas do carro e suas relações com cada velocidade.

Nos carros de motor 1.0, é possível encontrar a recomendação do fabricante para as velocidades ideais de acordo com cada tipo de marcha. Mas, no geral, a relação entre marcha e velocidade é a seguinte.

  • 1ª marcha: só para sair com o carro até 20km/h
  • 2ª marcha: de mais de 20km/h a 40km/h
  • 3ª marcha: de mais de 40km/h a 60km/h
  • 4ª marcha: de mais de 60km/h até 75km/h
  • 5ª marcha: mais de 75km/h
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Cada marcha tem um grupo de velocidades ideias para dirigir sem exigir muito do motor e fazer com que o carro rode econômico e com segurança. Por exemplo, se você acelerar até chegar ao limite de uma marcha qualquer e não trocar para a marcha seguinte, o motor do carro vai pedir mais giro e vai berrar.

Exemplificando: você está rodando com a 4ª marcha engatada, portanto, o grupo de velocidade ideal é de 60 a 75km/h. Porém, você desacelerou e no velocímetro marca 30km/h.

Aí teremos um problema: o carro vai ficar pesado, não vai evoluir, você vai cansar de pisar no acelerador, só vai mandar mais gasolina para o sistema, o carro irá ficar beberrão e começar a soquear até morrer.

O ideal nesse momento é conferir em que marcha o carro está e qual a velocidade correspondente a essa marcha. No exemplo anterior, com a 4ª engatada e uma velocidade de 30km/h (velocidade de 2ª marcha), o ideal é pisar fundo na embreagem e reduzir direto para a 2ª marcha, assim o carro recupera a força e volta a rodar na faixa de velocidades ideais.

  1. De uma maneira mais simplificada e resumida, memorize da seguinte forma:
  2. Marchas baixas (1ª,2ª e 3ª) = carro mais pesado, com velocidade menor e mais fácil de controlar. 
  3. Marchas altas (4ª e 5ª) = carro mais leve, pedindo mais velocidade e mais difícil de controlar, principalmente em curvas.

Características de cada marcha 

Marcha a ré: é a marcha mais forte do carro, mas só pode ser usada para manobras mais curtas, manobras em estacionamento ou em linha reta de curto percurso.

1ª marcha: usada somente para sair com o carro até 20km/h.

2ª marcha: usada nas subidas de morros, ladeiras e aclives sem pavimentação (de barro, macadame, com pedriscos). Para velocidades de 20 a 40km/h. Marcha para ser usada em tráfego lento, engarrafamentos, quando a fila começa a andar bem devagarinho.

3ª marcha: também usada em baixas velocidades, geralmente para subir morros, ladeiras e aclives pavimentados (asfalto, paralelepípedo, bloquetes, etc…) de 40 a 50km/h. Ao andar com velocidades maiores, o carro fica mais pesado, exige que pise mais forte no pedal de aceleração e gasta mais combustível.

4ª marcha: o carro fica leve e difícil de fazer manobras rápidas. Marcha leve, ideal para rodar nas cidades porque não deixa o carro gastão, a direção fica leve e controla-se melhor o carro.

5ª marcha: é uma marcha leve, o carro pede mais velocidade e não permite certas manobras. Usada em rodovias, quando a velocidade é constante e os carros não estão muito próximos um do outro.

Dicas para saber se está na marcha certa ou errada

É normal algumas vezes bater o nervosismo e dar um branco para lembrar qual a faixa ideal de velocidades para cada tipo de marcha. Em seguida, o carro começa a dar sinais de que você está rodando na marcha e errada e o nervosismo só aumenta. Mas como identificar esses sinais e consertar de modo seguro?

Bem, se você estiver na marcha errada (marcha alta para velocidade baixa, ou vice-versa) o carro vai apresentar dois tipos de sintomas. Se o carro ficar “amarrado” e o motor berrar, ele está pedindo marcha mais alta. Caso o carro fique devagar, mais pesado, começar a dar socos e ameaçar parar ou morrer, ele está pedindo marcha mais baixa. Vamos entender e saber o que fazer nos dois casos.

Sintoma 1: carro fica “amarrado” e o motor berra: digamos que você rodando de 2ª marcha e acelerou até 45 ou 50 km/h.

Se você continuar acelerando e demorar para passar a 3ª, o motor vai berrar, o que significa que o carro está pedindo marcha mais alta.

Este princípio vale para todas as outras marchas, já que nunca devemos exigir mais velocidade do carro além daquela faixa de velocidade ideal para cada marcha. 

Sintoma 2: o carro fica devagar, pesado e parece que vai parar: vamos supor que você já conseguiu chegar à velocidade de 4ª marcha (entre 60 e 75km/h), mas por algum motivo você deixou de acelerar e de manter o carro nessa faixa de velocidade.

O carro da frente estava andando devagar ou porque tem que fazer uma conversão entrando numa rua, por exemplo.

Primeiramente, você irá aliviar o pé do acelerador para diminuir a velocidade, mas e a marcha? Como você estará de 4ª marcha e a velocidade não irá corresponder com ela, o carro vai dar socos e, se estiver em uma rua com subida ou desnível, o carro pode até morrer e voltar.

Então, o que fazer nessa situação? É só você pisar na embreagem e passar a marcha direto correspondente a sua velocidade. Usando o exemplo anterior, você estava de 4ª marcha entre 50 e 65km/h e reduziu a velocidade para uns 30km/h, portanto, pisaria fundo na embreagem e passaria a 2ª marcha direto. 

Reduzir pulando uma ou mais marchas?

Pular uma ou mais marchas serve somente para reduzir, nunca para aumentar marchas e vamos explicar o porquê.

Como mencionado anteriormente, a função das marchas é liberar o motor para ter mais giros, fazer o carro rodar com velocidade e mandar esse “aviso” para as rodas. Acontece que dentro do motor existe uma peça chamada correia dentada.

Cada vez que o motor aumenta de giro com as marchas mais altas ou abaixa o giro com as marchas mais baixas, a correia dentada vai acompanhando esse aumento ou essa diminuição.

Para que a correia dentada trabalhe bem e dure mais tempo é preciso passar as marchas de acordo com suas faixas de velocidade ideais. Caso passemos a marcha errada ou perdemos a sincronia entre os pedais de embreagem e acelerador, a correia pode estragar com o tranco ocasionado.

Por esse motivo é que nunca se deve aumentar as marchas pulando uma, tem que ser uma por vez. Já para reduzir marchas pode-se pular mais de uma, desde que a velocidade baixe para dentro da faixa recomendada. Vamos exemplificar.

Você está rodando de 5ª marcha a 90km/h, mas percebe que tem uma fila de carros na sua frente diminuindo a velocidade e você terá que diminuir para 40km/h.

Dependendo da distância que você está do carro da frente, o ideal seria tirar o pé do acelerador para usar o freio motor, ou seja, deixar o carro perder a velocidade sozinho até uns 70km/h e frear gradualmente até derrubar ainda mais essa velocidade para 40 km/h e aí sim, passar a 2ª marcha.

Mas como o carro estava rodando em 5ª marcha, portanto, uma velocidade alta (90km/h) e que dependendo do espaço, uma redução tão drástica assim de 90 para 40km/h e não pode ser feita tão rápido.

Neste caso, se o espaço entre seu carro e o da frente for curto, o recomendável é tirar o pé do acelerador por alguns instantes, frear gradualmente até a velocidade chegar a 60km/h, e, ao  passar a 4ª marcha frear gradualmente e derrubar a velocidade para 40km/h passando logo a 2ª marcha.

O que dificulta reduções drásticas demais de 90km/h em 5ª marcha para 40km/h em 2ª marcha é a distância entre seu carro e o carro da frente. Se a distância for longa, sem problemas, basta ir freando, só que o carro vai demorar mais tempo para atingir esses 40km/h.

Isso acontece porque o motor estava antes em 5ª marcha e em velocidade alta, portanto, estava com grande quantidade de giros.

E tem que levar em conta se o tempo que demora para reduzir vai ser suficiente para não chegar muito próximo do carro da frente.

É nessas situações que derrubamos a velocidade de 90 para 60 km/h, passa a 4ª para ajudar o motor a perder giros mais depressa (ajudar a frear mais rápido), e já com giros menores, frear gradualmente de novo até a velocidade de 2ª marcha.

Resumindo: o carro irá reduzir a velocidade sem problemas e sem forçar muito o motor.

Quanto entra a marcha errada

Quem é que já não teve a intenção de passar a 1ª marcha e entrou a 3ª? Ou passou a 2ª marcha e entrou a 4ª? É muito comum ocorrer na fase de autoescola ou mesmo já habilitado.

Isso acontece porque o aluno tem receio de errar a trocada ou simplesmente pela falta de prática.

Com a falta de tranquilidade e calma, tendemos a mudar a marcha rápido demais, com mais força e aí que acontece o erro.

Na verdade, as marchas vão entrar certinho desde que não façamos muita força. Basta dar um toque suave na alavanca de marchas fazendo ela passar pelo ponto morto ou neutro e apenas indicar onde a marcha tem que entrar.

O segredo para não entrar a marcha errada é passá-las movendo a alavanca com suavidade. Se a alavanca arranhar na passagem da marcha, verifique se você pisou certinho na embreagem até o fundo.

Agora que vocês já sabem a faixa de velocidade ideal para cada tipo de marcha, já sabem que não pode colocar muita força ao trocar de marcha é só treinar, praticar. Além de ler e entender, é preciso praticar para dominar mais essa dificuldade. Dominando, vocês vão ficar mais seguros e dirigir vai deixar de ser algo tão assustador. ????????

Fonte: Livro Aprendendo a Dirigir, Márcia Pontes.лобановский класспинапкак пользоваться спонжем для тонального кремаперфарацияhttps://zachestnyibiznes.ru/fl/fl-card?inn=772978649834st petersburg things to do

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