Como Saber Quando Meter As Mudanças?

O filme que vos trazemos tem todas as respostas que procuras para garantir a longevidade e saúde necessária à caixa manual de velocidades.

Posso apoiar a mão na alavanca das mudanças? Devo meter o carro em ponto morto num semáforo? Descansar o pé no pedal da embraiagem: sim ou não? Como devo arrancar numa subida? Andar em baixas rotações faz mal ao motor?

RELACIONADO: Caixa de dupla embraiagem. 5 coisas que deves evitar

O vídeo está em inglês, com legendas também em inglês, pelo que enumeramos, rapidamente, as cinco dicas apontadas pelo autor do vídeo:

  • 1 — Não usar o manípulo da caixa de velocidades como apoio para a mão/braço
  • 2 — Quando paramos num semáforo, não deixar mudança engatada e não carregar no pedal da embraiagem
  • 3 — Numa subida, não usar embraiagem e acelerador para manter o carro em posição estacionária (vulgo ponto de embraiagem)
  • 4 — Se formos a um regime de rotações reduzido numa mudança elevada, não carregar no acelerador a fundo. É preferível reduzir uma velocidade
  • 5 — Não usar o pedal da embraiagem como descanso para o pé esquerdo

RELACIONADO: Caixa automática: 5 coisas que nunca deves fazer

Embraiagem, caixa manual, transmissão, Caixa de velocidades

Como Saber Quando Meter As Mudanças? Como Saber Quando Meter As Mudanças? Como Saber Quando Meter As Mudanças? Como Saber Quando Meter As Mudanças?
Como Saber Quando Meter As Mudanças? Como Saber Quando Meter As Mudanças? Como Saber Quando Meter As Mudanças?

Entenda 4 possíveis problemas na embreagem do carro

Para manter a “saúde” do carro em dia, é preciso ter atenção a pequenos problemas que surgem e podem se tornar grandes dores de cabeça se não forem resolvidos. Todo veículo motorizado conta com um complexo sistema mecânico, cheio de pequenas peças que com o tempo vão se desgastando e, naturalmente, precisam ser substituídas.

É imprescindível saber como avaliar as condições de uso da embreagem e prestar atenção para identificar o defeito. Por não ser algo visível, como pneus ou mesmo o motor, é comum ter dúvidas quanto ao seu funcionamento.

Por isso, mostraremos neste post alguns problemas de embreagem de carros para que você saiba como corrigi-los e orientar da melhor formas os seus clientes com relação à prevenção de danos. Confira!

4 problemas de embreagem mais comuns

1 – Embreagem deslizando

A embreagem é responsável pela ligação entre volante e caixa de marchas, que por sua vez se liga às rodas. Sua função é desacoplar o disco do platô, interrompendo essa ligação, para que a mudança de marcha seja realizada.

Um dos problemas mais comuns é quando a embreagem fica deslizando ou patinando. Isso acontece por diversos motivos, em geral quando o disco da embreagem não consegue ser freado pelo platô, devido a algum dano ou mesmo excesso de resíduos, como graxa ou óleo.

Trata-se de um problema mais sério, podendo comprometer o kit todo. Uma forma de identificá-lo é quando você solta o pedal e a embreagem continua acionada. Nesse caso, o melhor a se fazer é substituir o kit completo.

2 – Embreagem travando

Uma embreagem que trava ou não engata pode ser um grande problema na hora de dirigir. Não só aumenta cada vez mais os danos causados ao conjunto como pode colocar em risco a segurança do motorista — caso ele precise realizar uma manobra e seja impedido, pois a marcha não entra.

Nem sempre isso significa que o kit completo precisa ser substituído. É possível realizar uma regulagem e até a troca do rolamento do eixo piloto.

Entretanto, esse desgaste pode ter comprometido também outras peças, tornando um ajuste ineficaz. De nada adianta você gastar metade do preço do conjunto agora para trocar algumas peças e depois de 1 mês ter que substituir o kit completo.

3 – Embreagem com pedal rígido

Esse é um dos sintomas que a maioria dos motoristas já percebeu, mas poucos sabem do que se trata. O pedal fica claramente mais duro do que costumava ser, gerando preocupação quanto ao funcionamento da embreagem.

Neste tipo de situação, o mais comum é que haja algum problema no cabo da embreagem. O desgaste e a falta de lubrificação são grandes vilões para essa peça, podendo causar sua quebra. Por isso, muitas vezes, a substituição do cabo pode ser suficiente.

Entretanto, é importante consultar um mecânico, pois o problema pode ser de empenamento do platô, devido a um superaquecimento. Nesse caso, é provável que o kit todo precise ser substituído.

4 – Embreagem com ruído

O ruído excessivo no uso da embreagem não é comum. Em geral, junto com a dificuldade para engatar marchas, é o principal sinal de que pode estar na hora de fazer a substituição do kit completo.

Geralmente, esse chiado pode ser causado pelo desgaste no rolamento, que não funciona mais como deveria. Oriente seus clientes a levarem o veículo à sua oficina imediatamente quando isso acontecer. Caso contrário, a caixa do câmbio pode ser danificada, provocando prejuízos bem maiores.

Com essas dicas em mente, o motorista poderá ficar alerta quanto aos possíveis problemas de embreagem do carro.

Já teve que lidar com esses problemas de embreagem? Então, deixe o seu comentário e conte-nos os problemas mais comuns que você encontra!

Como Saber Quando Meter As Mudanças?

Follow us on Social Media

Caixa de velocidades manual: como danificar o carro em 4 passos

Muitos hábitos de condução prejudicam as componentes do seu carro a longo prazo. O uso incorreto da caixa de velocidades manual é um deles.

A maior parte destas ações são realizadas de forma inconsciente ou inocente por parte dos condutores e resultam em inúmeras idas, não programadas, à oficina.

Se aprecia o carro que conduz e gostaria de conservá-lo durante o máximo de tempo possível, saiba como usar a caixa de velocidades manual e evite danificar o seu carro com estes 4 passos.

Como Saber Quando Meter As Mudanças?

Descansar a mão na manete da caixa de velocidades

Pode parecer uma questão insignificante mas repousar a mão na manete da caixa de velocidades durante a sua viagem, provoca o desgaste prematuro da mesma. A força exercida pela mão sobre a alavanca das mudanças pressiona as componentes responsáveis pela alteração das mudanças levando à sua danificação. Opte por pousar a mão no volante do seu carro.

Ter o motor engrenado durante as paragens

Em situações de trânsito parado, semáforos ou qualquer outra longa paragem, deve colocar a caixa de velocidades manual em ponto morto e tirar o pé da embraiagem. O motor engrenado em paragens pode danificar os rolamentos do disco. Deve, no entanto, ter o pé no travão caso necessite de o usar numa situação inesperada.

Realizar o ponto de embraiagem em subidas

Ao utilizar esta técnica em subidas, o volante do motor e o disco de embraiagem estão a rodar a velocidades diferentes o que provoca o desgaste prematuro destas componentes.

Nesta situação deve usar o travão de mão para parar, colocar o pé na embraiagem e travão, selecionar a mudança e retirar o pé da embraiagem de seguida.

No entanto, a maior parte dos carros hoje em dia possuem sistemas Brake Hold ou Hill Assist que o auxiliam nas subidas.

Para acelerar não basta pressionar o acelerador

Está atrasado para algum compromisso? Saiba que não basta pressionar o pedal do acelerador para obter maior velocidade na sua viagem. Com o motor em baixa rotação, deverá baixar uma (ou mais) mudança para aumentar o rendimento do seu carro sem causar problemas no futuro. Lembre-se que as velocidades do disco da embraiagem e do volante do motor devem ser iguais. Não seja preguiçoso!

Evite cometer estes 4 erros com a caixa de velocidades manual e prolongue a vida do seu carro!

Outros hábitos de condução que danificam o seu carro

Sabe como testar uma caixa de velocidades automática num carro usado? – Automóveis Online – A Sua Revista de Automóveis

No acto de compra de automóvel, seja ele usado, novo ou semi-novo, a opção por veículos com caixa de velocidades automática tem vindo a aumentar. Esta, tem-se revelado uma excelente opção principalmente para circular nas grandes metrópoles. Mas também para as viagens de longo curso, principalmente por ser extremamente cómodo e confortável.

No entanto, nem tudo é positivo. No caso de ocorrer uma avaria, esta pode revelar-se bastante dispendiosa.

É igualmente importante saber que as caixas de velocidades automáticas, necessitam de manutenções intercalares e que por ser peças de mecânica muito sofisticadas, estas devem sempre utilizar as matérias que os fabricantes recomendam.

Como a caixa de velocidades é um órgão fundamental de um automóvel, é muito importante que este esteja em excelente estado de conservação, quando o automóvel que se está a comprar é usado ou semi-novo.

 E, como a grande maioria dos consumidores não tem formação a este nível, para saber se a caixa de velocidades automática de um veículo usado está ou não em condições, escrevo este artigo para deixar algumas informações, para que possa perceber se a caixa tem ou não problemas.

Como Saber Quando Meter As Mudanças?

Primeiras recomendações

Em primeiro lugar recomendo a ajuda de um profissional, estou a falar de um mecânico, ou, de uma vistoria profissional.

Entre outras coisas deve ter em atenção o histórico do automóvel que pretende comprar. Por exemplo, se a viatura já foi usada como viatura de aluguer, se já teve acidentes, se já sofreu alguma reparação na caixa automática ou se esta já foi reconstruída.

Deve verificar o nível do óleo da caixa de velocidades e para esta verificação, deve recorrer a uma oficina especializada.

Durante um Teste Drive deve estar muito concentrado, para perceber tudo o que se passa com o automóvel que pretende comprar. Um dos sintomas de avaria da caixa de velocidades automática é a resposta tardia a uma mudança de velocidade.

Leia também:  Como Dizer Aos Pais Que Fumo?

O que fazer e observar?

Para ligar o automóvel, tem de o fazer com a caixa de velocidades na posição (P) Park, com o pé pressionado no pedal de travão, depois deve mudar para a posição drive “D” e quase imediatamente deve sentir que o carro quer andar para a frente.

Isto deve acontecer muito suavemente, sem qualquer soluço ou uma forte batida. Ao mudar para neutro “N” a transmissão deve desengatar. De seguida e ainda com o pé no travão deve colocar em marcha atrás “R”.

Mais uma vez a transmissão deve arrancar quase de imediato e sentir o automóvel a andar para trás o que deve acontecer suavemente sem qualquer batida.

Depois de efectuar estes testes e verificar um atraso considerável no arranque ou um ruído no arranque, isso quer dizer que está na presença de uma caixa de velocidades automática com problemas. Assim, deve abandonar de imediato a compra do carro

Vá acelerando de forma gradual no modo Drive, para que possa sentir a troca de velocidades, em todas as passagens de caixa e estas passagens devem ocorrer de forma natural sem soluços, escorregamentos ou pancadas.

Outro indício de avaria é o escorregamento. Se a transmissão for deslizando, isto é ao acelerar, o aumento de rotação do motor não faz aumentar a velocidade. Isto significa que a transmissão está desgastada ou tem alguma avaria mecânica ou electrónica.

Outra coisa que deve fazer é testar o automóvel o tempo suficiente até que este aqueça bem. Deve-o fazer porque a transmissão funciona muito bem com o automóvel a frio. Mas, depois de aquecer, surgem os sintomas de avaria. Como por exemplo escorregamento, empurrões ou tremer e outros ruídos.

Como Dirigir um Carro Manual

  1. 1

    Comece com o carro desligado em um terreno nivelado. Se é a sua primeira vez com uma transmissão manual, é bom começar com calma e de modo metódico. Coloque o cinto de segurança e abaixe os vidros para conseguir ouvir melhor o som do motor e trocar as marchas corretamente.[1]

    • O pedal da esquerda é a embreagem, o do meio é o freio e o acelerador é o da direita. Tal disposição é igual tanto em países onde se dirige no lado esquerdo do carro quanto em países onde se dirige no lado direito do carro.
  2. 2

    Aprenda o que a embreagem faz. Antes de começar a pisar fundo no pedal, pare um pouco para aprender o funcionamento básico dele.[2]

    • A embreagem desengata o motor das rodas. Quando um ou os dois estão girando, a embreagem permite que você troque de marcha sem moer os dentes de cada engrenagem.
    • Antes de trocar de marcha (para cima ou para baixo), é preciso pressionar a embreagem.

    DICA DE ESPECIALISTA

    Ao dirigir um carro com câmbio manual, o erro mais comum é fazer o carro morrer ao tirar o pé da embreagem rápido demais.

    Ibrahim Onerli

    Instrutor de Trânsito Ibrahim Onerli é Parceiro e Administrador da Revolution Driving School, uma autoescola de Nova Iorque que tem como objetivo tornar o mundo melhor através da direção defensiva. Ibrahim treina e gerencia uma equipe de 8 instrutores de trânsito e é especialista em direção difensiva e câmbio manual.

    Ibrahim OnerliInstrutor de Trânsito

  3. 3

    Ajuste a posição do assento para poder acessar o pedal da embreagem sem impedimentos. Vá para trás ou para frente para conseguir pisar no pedal da embreagem até o final.[3]

  4. 4

    Pise na embreagem e segure-a. Essa é uma boa hora para notar como o pedal da embreagem é diferente do freio e do acelerador. Aproveite a oportunidade para se acostumar a liberar lentamente a embreagem.[4]

    • Se só dirigiu carros automáticos, usar o pé esquerdo para pisar em um pedal pode ser estranho. Com um pouco de prática, você se acostumará.
  5. 5

    Coloque o carro em ponto morto. Leve o câmbio para a posição central livre; ele deve parecer meio solto. O veículo está em ponto morto quando:[5]

    • O câmbio está na posição neutra;
    • O pedal da embreagem está empurrado até o final.
    • Nota: não tente operar o câmbio sem pisar no pedal da embreagem.
  6. 6

    Ligue o carro com a chave, mantendo o pedal da embreagem para baixo. Verifique se o câmbio ainda está em ponto morto. Puxe o freio de mão antes de começar, por precaução, principalmente se você for novato.[6]

    • Alguns carros também começam no ponto neutro sem que seja preciso pisar na embreagem.
  7. 7

    Tire o pé da embreagem com o carro ainda em ponto neutro. Se o veículo estiver em terreno nivelado, ele deve continuar parado; se estiver em uma inclinação, o carro começará a descer. Quando estiver pronto para começar a dirigir, solte o freio de mão.[7]

  1. 1

    Pise na embreagem e mova o câmbio para a primeira marcha. Ela normalmente fica no canto superior esquerdo; deve haver alguma indicação visual da ordem das marchas no câmbio.[8]

    • A ordem das marchas varia dependendo do carro, portanto, observe-a antes de dar a partida. Pratique mudar de marcha com o carro desligado (e a embreagem ativada).
  2. 2

    Solte a embreagem lentamente. Continue até ouvir a aceleração do motor começar a cair e pare. Pise no pedal de novo e repita várias vezes até consiga reconhecer o som do motor instantaneamente. Esse é o ponto de fricção da embreagem.[9]

    • Quando estiver dirigindo e for trocar de marcha, o ponto de fricção é o ponto no qual você deve pisar no acelerador para dar força ao motor.
  3. 3

    Solte a embreagem enquanto pisa no acelerador. Para andar com o carro, levante o pé esquerdo da embreagem até que as rotações por minuto do motor caiam um pouco. Ao mesmo tempo, vá pisando aos poucos no acelerador com o pé direito. Equilibre a pressão leve no acelerador com a liberação lenta da embreagem. Pratique isso por um tempo até encontrar a combinação ideal.[10]

    • Outra opção é liberar a embreagem até o ponto em que o motor fica mais silencioso e aplicar pressão no acelerador. Nesse ponto, o carro começará a andar; deixe o motor rotacionar o suficiente para que o carro não morra quando você soltar a embreagem. O processo pode ser um pouco complicado no começo para quem não está acostumado aos três pedais no modo manual.
    • Termine de soltar a embreagem (lentamente) assim que o carro começar a seguir em frente.
  4. 4

    Fique tranquilo caso o carro morra no começo. O veículo vai morrer caso você libere a embreagem rápido demais. Se parecer que isso vai acontecer, pise na embreagem um pouco mais. Caso ele morra, pise na embreagem até o fim, freie o carro, coloque o câmbio em ponto morto e ligue o carro novamente. Não entre em pânico.[11]

    • Acelerar o carro com o pé na embreagem vai desgastar as partes da embreagem de modo prematuro, liberando fumaça ou fazendo com que a embreagem deixe de funcionar. Evite apoiar o pé na embreagem quando ela não estiver em uso.
  1. 1

    Aprenda a reconhecer quando é hora de aumentar a marcha. Quando o ponteiro de RPM fica entre 2500 e 3000 enquanto o carro está em movimento, é hora de subir de marcha — por exemplo, passar da primeira para a segunda. O valor exato depende muito do carro, entretanto. O motor começará a fazer um barulho específico na hora da troca de marcha; aprenda a reconhecê-lo.[12]

    • Pise na embreagem até o fim e leve o câmbio para baixo, na segunda marcha. A posição da marcha em si depende do modelo do carro.
    • Alguns carros têm um indicador que mostra quando é preciso trocar de marcha.
  2. 2

    Pise um pouco no acelerador e libere a embreagem aos poucos. Trocar de marcha em movimento é parecido com engatar a primeira marcha com o carro parado. Basta ouvir, observar e sentir o motor para se acostumar com o timing dos pedais. Continue praticando até pegar as manhas.[13]

    • Depois de engatar a marcha e pisar no acelerador, retire o pé da embreagem completamente. Apoiar o pé no pedal da embreagem é um hábito nocivo que pressiona e desgasta o mecanismo.
  3. 3

    “Desça” a marcha ao diminuir a velocidade do carro. Se está desacelerando o carro em uma marcha alta, o motor vai enfraquecer e morrer. Em tais situações, é preciso reduzir a marcha em movimento, seguindo o mesmo processo anterior: pise na embreagem, solte o acelerador, troque de marcha (digamos, da terceira para a segunda), solte a embreagem e pise no acelerador.[14]

  4. 4

    Pare o carro. Para estacionar o veículo de modo controlado, vá descendo as marchas até chegar na primeira. Quando for hora de parar, leve o pé direito do acelerador ao freio. Conforme alcança os 15 km/h, o carro começará a vibrar e tremer. Pressione a embreagem até o fim e leve o câmbio para o ponto morto. Use o freio para parar o carro completamente.[15]

    • Para parar o veículo em qualquer marcha, basta pressionar a embreagem e o freio ao mesmo tempo enquanto leva o câmbio para o ponto morto. Só faça isso quando precisar parar repentinamente, entretanto, pois você perderá um pouco o controle do veículo, o que é perigoso.
  1. 1

    Pratique em uma rota simples com um motorista experiente ao lado.

    Por mais que seja possível praticar em qualquer via pública, desde que tenha uma habilitação, você provavelmente pegará melhor as nuances de dirigir um veículo manual com um copiloto experiente.

    Comece em uma área isolada e plana, como um estacionamento vazio, e siga para ruas calmas. Repita o mesmo circuito até dominar as habilidades.[16]

  2. 2

    Evite parar o carro em inclinações no começo. Quando se é novo na direção manual, planeje rotas que evitem semáforos no topo de inclinações. A coordenação para trabalhar com o câmbio, a embreagem, o freio e o acelerador precisa ser bem trabalhada para que o carro não desça para trás ou morra em tais situações.[17]

    • É preciso mover o pé direito rapidamente do freio para o acelerador, ao mesmo tempo em que libera a embreagem. Se necessário, é possível usar o freio de mão para que o carro não desça. Obviamente, lembre-se de soltá-lo assim que for sair com o carro.
  3. 3

    Aprenda a estacionar o carro, principalmente em inclinações. Os veículos com transmissão manual não têm a marcha “P”, utilizada nos veículos automáticos quando se vai parar o carro.

    Colocar o câmbio no ponto morto abre a possibilidade do carro começar a descer livremente quando estacionado em uma inclinação.

    Sempre use o freio de mão, mas não dependa dele apenas para manter o carro parado.[18]

    • Se vai estacionar em uma subida, pare o carro normalmente e desligue-o. Coloque o câmbio na primeira marcha e puxe o freio de mão. Se vai parar em uma descida, faça o mesmo, mas coloque o câmbio na ré. Fazê-lo evitará que as rodas girem na direção da inclinação.
    • Em inclinações extremas, ou para ser muito cuidadoso, coloque calços atrás das rodas para evitar o movimento.
  4. 4

    Pare completamente antes de colocar a marcha ré (e vice-versa). Para completamente na hora de inverter a direção do carro é um jeito simples de se prevenir danos na transmissão.[19]

    • Recomenda-se parar completamente antes de sair da marcha ré para a primeira marcha. Por mais que seja possível trocar da ré para a primeira ou a segunda marcha caso o veículo esteja se movendo em velocidade baixa, fazê-lo não é recomendado.
    • Em alguns carros, a marcha ré tem um mecanismo de trava para que ela não seja engatada por acidente. Antes de usar a marcha ré, confira o mecanismo de trava e aprenda a utilizá-lo.
  • Pratique para conseguir mudar de marcha sem olhar para o câmbio. Assim, você conseguirá manter os olhos na via.
  • Aprenda a reconhecer os sons do motor. Com o tempo, deve ser possível saber quando mudar de marcha sem depender do tacômetro.
  • Quando for passar por uma lombada, pise na embreagem e freie um pouco o carro. Depois de passar da lombada, libere a embreagem aos poucos e pise no acelerador.
  • Se estiver com dificuldade para sair com o carro, lembre-se de soltar a embreagem aos poucos. Pare no ponto de fricção (a parte na qual o motor começa a mover o carro) e continue soltando lentamente.
  • Se não houver indicação das marchas no câmbio, pergunte-a para alguém que já conhece o veículo. A última coisa que você quer é dar ré no veículo pensando que está entrando na primeira marcha.
  • Se o carro parecer que vai morrer, pise na embreagem, espere o motor voltar ao ponto de inatividade e repita o processo de dar partida.
  • Se estiver com dificuldade para dominar a embreagem, pise nela, coloque o carro na primeira marcha (com o freio de mão puxado), solte lentamente a embreagem e pise no acelerador. Assim que sentir o carro ir para a frente, solte o freio de mão e pronto.
  • Pare o carro completamente antes de engatar a marcha ré, não importa a direção na qual o carro está andando. Colocar a ré com o carro em movimento danificará a transmissão.
  • Fique de olho no tacômetro até se acostumar com a transmissão manual. Acelerar demais o carro ou trocar de marcha na hora errada pode causar danos no motor. É preciso um tempo até que você aprenda a trocar de marcha só ouvindo o carro.
  • Se deixar o carro morrer várias vezes, deixe-o descansar por cinco a dez minutos. Assim, você não superaquece ou danifica a ignição, além de não descarregar a bateria completamente.
  • Tome cuidado em inclinações. É possível que o carro desça e bata em alguma coisa atrás de você.

Post navigation

Pode até parecer complicado, mas acredite, qualquer um pode aprender os conceitos essenciais para começar a mover um carro manual e trocar as marchas.

Esse passo a passo que preparamos vai te ajudar a conseguir:

1 – Tente entrar no ponto morto. Coloque o cinto depois de entrar no carro.

Enquanto estiver aprendendo, abaixe as janelas para ouvir melhor o som do motor e ajustar as mudanças de marcha de acordo com ele.

  • O pedal mais à esquerda é a embreagem, o do meio é o freio, e o acelerador é o mais à direita. Essa configuração é a mesma, tanto nos carros de direção pela esquerda quanto nos de “direção inglesa”.

2 – Aprenda o que a embreagem faz:

  • Esse pedal solta o motor giratório das rodas giratórias e permite a você trocar de marcha sem raspar os dentes de cada marcha separada.
  • Antes de trocar de marcha, é preciso pisar na embreagem.

3 – Ajuste a posição do assento para frente o bastante para que possa pisar na embreagem até o final com o pé esquerdo.
4 – Pise na embreagem até o final e segure-a. Essa também é uma boa hora para perceber como a viagem desse pedal difere dos percursos dos pedais de freio e do acelerador, e é uma boa ideia acostumar-se a soltar a embreagem de modo lento e constante.

 5 – Mova o câmbio para o ponto morto. Essa é a posição do meio que fica livre quando movida de um lado a outro. O veículo é considerado fora de marcha quando:

  • O câmbio está em posição neutra ou
  • O pedal da embreagem está totalmente abaixado.

6 – Dê a partida no motor com a chave, mantendo a embreagem apertada até o fim. 7 –  Depois que der a partida, você pode tirar o pé da embreagem, desde que o câmbio esteja no ponto morto.
8 – Pise na embreagem até o final novamente e mova o câmbio até a primeira marcha. Ela estará na posição superior esquerda, e deverá haver algum tipo de esquema visual das marchas sobre o câmbio.

9 – Lentamente, tire seu pé da embreagem até ouvir a velocidade do motor começar a cair, e então pise novamente. Repita esse movimento várias vezes até conseguir reconhecer o som imediatamente. Esse é o ponto de fricção.

10 – Para sair do lugar, tire o pé da embreagem até que as RPMs (revoluções) caiam um pouco e aplique uma leve pressão no acelerador. Equilibre a pressão que aplica no acelerador com a que libera aos poucos da embreagem.

Você provavelmente precisará repetir esse movimento várias vezes até encontrar a combinação certa. Outra maneira de fazê-lo é soltar a embreagem até o momento em que as revoluções do motor diminuem um pouco e então aplicar pressão no acelerador conforme a embreagem engatar.

Nesse ponto, o carro começará a andar. É melhor deixar o motor revolver apenas o suficiente para evitar que ele morra conforme a embreagem é solta. O processo pode ser um pouco difícil no começo porque você está se familiarizando com os 3 pedais da direção manual.

Fique sempre pronto para puxar o freio de mão e parar até que tenha aprendido.

  • Se você soltar a embreagem rápido demais, o carro vai morrer. Se parecer que o motor vai morrer, segure a embreagem onde ela está ou pise nela um pouco mais fundo. O excesso de velocidade do motor com a embreagem no meio do caminho desgastará as partes da embreagem cedo demais.

11 – Ao dirigir, quando suas RPM chegarem a cerca de 2500 a 3000, é hora de mudar para a segunda marcha.

Lembre-se, no entanto, que o valor de RPM que será alcançado pelo tacômetro antes de ser preciso trocar de marcha depende bastante do carro que você está dirigindo.

Seu motor começará a correr e acelerar, e você deve aprender a reconhecer esse barulho. Pise na embreagem e guie o câmbio para baixo, da primeira marcha até a posição do canto inferior esquerdo.

  • Alguns carros têm uma luz de câmbio no velocímetro que indicará quando é necessário trocar de marcha para que você não faça o motor girar rápido demais.

12 – Pise bem de leve no acelerador e libere a embreagem devagar.

13 – Depois que colocar a marcha e pisar no acelerador, você deve tirar completamente seu pé da embreagem. Deixá-lo sobre esse pedal é um hábito ruim e que aplica uma pressão no mecanismo que pode desgastá-lo antes do tempo.

14 – Quando tiver que parar, tire o pé direito do acelerador, mova-o para o freio e pise nele o quanto precisar. Conforme for chegando a 16km/h, você sentirá que o carro está prestes a vibrar e sacudir. Pise na embreagem até o final e mova o câmbio para o ponto morto para não deixar o carro morrer.

15 –  Depois de dominada, a direção manual é divertida. Você agora pode rodar o motor em qualquer marcha para deixar as coisas mais emocionantes ou trocar de marchas em rpms menores para um passeio mais suave.

  • Aprenda a reconhecer os sons do seu motor; um dia, você será capaz de dizer quando trocar de marcha sem depender do tacômetro.
  • Se parecer que o carro vai morrer ou que o motor está estalando, pise na embreagem novamente, espere o motor parar e repita os passos para dar a partida e sair.
  • Caso esteja com dificuldades para dar a partida no carro, veja se está soltando a embreagem lentamente. Pare no ponto de fricção (em que o motor começa a mover o carro) e continue a soltar a embreagem devagar.
  • Você pode colocar o carro na primeira marcha quando ele estiver estacionado, além de puxar o freio de mão.
  • Não é aconselhado deixar um carro por muito tempo com o freio de mão puxado em temperaturas abaixo de zero, pois a umidade vai congelar, tornando o freio duro de soltar.
  • A transmissão manual também é chamada de padrão.
  • Se não houver indicação da posição das marchas no câmbio, pergunte a alguém familiarizado com o veículo como elas estão organizadas. A última coisa que você quer é acertar algo ou alguém de ré pensando que colocou a primeira marcha.
  • Se souber que precisará estacionar em um local muito íngreme, leve um tijolo ou uma pedra no carro para colocar atrás do pneu (com cuidado). Não é má ideia fazer isso o tempo todo; os freios de mão, como todas as partes do veículo, desgastam-se com o tempo e podem se tornar incapazes de manter seu automóvel no lugar em um ponto muito íngreme.
  • Para aprender imediatamente, não vá para a rua até dominar as marchas ré e primeira. Pratique dirigir sem usar o acelerador ao soltar a embreagem. Em seguida, pratique 100 vezes com e sem aceleração. Faça o mesmo com a marcha a ré. Depois desse treino, você estará pronto para sair.
  • Não se distraia fazendo coisas como enviar mensagens de texto enquanto dirige para evitar acidentes.

Como saber se a embraiagem do carro precisa de ser substituída

Para que o seu automóvel tenha a máxima rotação no asfalto é necessário que a embraiagem do seu veículo esteja nas melhores condições.

Trata-se de um dos elementos mais importantes na constituição de um carro, pois a embraiagem é a responsável pela conexão do motor à caixa de velocidades.

Saiba se a embraiagem do seu carro está a funcionar corretamente ou se precisa de ser substituída, só assim garantirá a melhor performance do seu carro na estrada.

A embraiagem do carro, o que é?

A embraiagem é um mecanismo utilizado nos automóveis que permite ao condutor a introdução de mudanças de velocidade destinadas a arrancar ou a aumentar/reduzir a marcha do veículo. Trata-se de uma das peças automóveis que tem um maior desgaste no seu veículo, na medida em que está em constante utilização.

Nos percursos citadinos, o desgaste da embraiagem é ainda maior porque o tráfego rodoviário obriga a que o automóvel esteja a parar e a arrancar sucessivamente.

Os seus elementos principais são o disco de embraiagem, o prato e o dispositivo de desembraiagem, existindo em cada um deles diferentes tipos de construção, dependendo da sua finalidade.

Como funciona a embraiagem?

O processo de embraiar o carro, depois de ter a mudança engatada, começa quando o condutor coloca o pé no pedal da embraiagem. A rotação do volante do motor é transmitida às engrenagens da caixa de velocidades que, por sua vez, através do eixo automóvel encaminha para as rodas, o que permite o arranque ou o desenvolvimento da velocidade do seu automóvel.

A comunicação entre o volante, elemento que se encontra fixo por meio de parafusos à cambota, e a caixa de velocidades, surge através da pressão do disco de embraiagem – prato de pressão.

A pressão deverá ser suficientemente grande para não se registarem desconexões entre as duas superfícies, quando isso acontece denomina-se de patinagem da embraiagem.

Ao colocar o pé no pedal da embraiagem, suaviza-se o contacto entre o disco de embraiagem e o volante do motor, o que faz com que exista um corte na passagem de energia para a caixa de velocidades.

A ligação entre o disco e o volante deve ser suficientemente forte de forma a não se registar a patinagem da embraiagem contra o volante do motor. Ao premir-se a embraiagem, alivia-se o contacto entre o disco de embraiagem e o volante, poupando dessa forma energia da bateria e do motor de arranque.

Quando está a conduzir o seu automóvel e introduz uma velocidade errada, por exemplo, coloca uma terceira quando o carro está a pedir uma quarta, isso obriga a um trabalhar forçado da cambota, pois é obrigada a “acelerar” o seu funcionamento para acompanhar a velocidade real do veículo.

Esta situação pode levar a um desgaste prematuro do disco da embraiagem e a sua troca colocará em causa a sua estabilidade financeira, pois a sua substituição é dispendiosa.

Uma embraiagem é trocada entre os 120.000 km e os 180.000 km, no entanto, pode ter que substituir a mesma ao fim de apenas 40.000 km, tudo depende do seu estilo de condução. Faça uma revisão constante e periódica às peças do seu automóvel, só assim consegue poupar muito dinheiro na sua manutenção.

Como saber se a embraiagem precisa de ser substituída

De forma a garantir que o seu automóvel tenha o melhor desempenho na estrada, deve estar atento ao comportamento das rotações do seu veículo, nomeadamente à prestação da embraiagem. O seu carro apresenta determinados sintomas que lhe indicam se a embraiagem precisa de ser substituída, esteja atento aos aspetos seguintes:

O pedal rígido da embraiagem: Quando coloca o pé na embraiagem, depois do carro estar a trabalhar, e sente que ela está dura, isso poderá querer dizer que a embraiagem está danificada e é necessária a sua substituição. As causas que estão diretamente relacionadas são: o uso de marcha alta com velocidade baixa e as reduções bruscas de velocidade;

Embraiagem a patinar e/ou a fazer ruídos: Um dos sintomas mais preocupantes e que condicionam a vida útil da sua embraiagem é quando a mesma começa a patinar ou a fazer ruídos.

Quando existe um uso inadequado da embraiagem por parte do condutor, isso faz com que exista um maior desgaste das peças automóveis e, a partir daí, é frequente assistir a anomalias como a embraiagem a patinar ou a fazer barulhos estranhos. Uma das causas que mais contribui para este efeito é quando se conduz com o pé em cima do pedal da embraiagem.

Ao apoiar o pé no pedal, ainda que de forma ligeira, pressiona as molas existentes na embraiagem e o disco não fica conectado de forma correta com o volante do motor. Este ato conduz ao aquecimento do disco em excesso e à sua perda de eficácia;

O ponto de embraiagem numa subida: Dominar o ponto de embraiagem numa subida é o teste derradeiro para todos os condutores. Em todo o caso, esse é um procedimento prejudicial para o funcionamento da embraiagem, pois provoca um desgaste muito acentuado no disco da embraiagem. É aconselhável a utilização do travão de mão;

A carga do veículo: Deve respeitar os limites de carga impostos pelo fabricante, pois a carga afeta o funcionamento e a vida útil da embraiagem do seu carro. Assim, se o seu carro estiver com a carga certa, a embraiagem não é obrigada a fazer esforços suplementares;

Arrancar em segunda velocidade: Evite a todo o custo arrancar com a segunda velocidade engatada, isso prejudica o funcionamento da embraiagem e obriga o seu automóvel a um maior consumo de combustível. Também deve evitar os arranques e as reduções bruscas, assim estará a poupar combustível no seu veículo e a preservar a embraiagem do mesmo.

Todos os componentes de embraiagem estão ajustados entre si de maneira que tenham aproximadamente a mesma vida útil. No caso de produzir-se uma avaria na embraiagem, esta deverá ser substituída totalmente.

Estas práticas danificam o funcionamento da embraiagem e, mais tarde, conduzem à sua substituição. Para que tal não aconteça, previna-se antes e respeite estas recomendações, o que lhe vai permitir poupar muito dinheiro na manutenção do seu carro e aumentar a vida útil da embraiagem do seu veículo.

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*