Como Saber Quando Ir Para A Maternidade?

Na última quinta-feira (15), um casal de Santos (SP) foi surpreendido com o “parto a jato” de sua terceira filha: Mellany não quis esperar seus pais chegarem à maternidade. Letícia Costa de Jesus, 27, acabou dando à luz dentro do carro da família, em frente a um ponto de ônibus.

Segundo Letícia e Xalaco França Menezes, seu marido, a bolsa amniótica estourou às 12h10 e a criança nasceu cerca de meia hora depois, às 12h45. O pai que auxiliou no parto chegou a ser chamado de herói nas redes sociais, mas, para o médico obstetra Élvio Floresti, a protagonista do parto é a mãe. “O único trabalho que esse marido teve foi por a mão embaixo, para segurar a criança”.

Mas como saber qual é a hora certa de ir rumo à maternidade, para não ter um parto no trânsito? E como agir se o parto tiver que ser no meio da rua?

O médico explica que o corpo da mulher vai enviando os sinais de que o parto está próximo e, por isso, o acompanhamento pré-natal adequado é tão importante. “No final da gestação, é recomendado que a mulher passe por consulta toda semana. Assim, você avalia se ela está tendo ou não dilatação do colo do útero”.

Após parto, Samu prestou primeiros socorros à Letícia e à pequena Mellany

Imagem: Divulgação/Samu

Na fase final da gravidez, o colo do útero vai se afinando e depois ele dilata, para que o bebê possa passar, após atingir os 10cm.

Floresti explica que essa dilatação acontece de forma mais rápida quando a mulher já teve outros partos normais anteriormente.

No primeiro filho, no entanto, o esperado é que o colo dilate 1cm a cada hora, a partir do início do trabalho de parto. “Nesses casos, há tempo de sobra de ir para o hospital”, afirma.

Mas, mesmo no primeiro filho, existem exceções, conta o médico. “Já tive paciente que sempre pedia cesárea, mas, no final da gravidez, ela chegou ao consultório e já estava com 5cm ou 6cm de dilatação e sem dor nenhuma.

Orientei que ela fosse ao hospital rapidinho. Foi um parto tranquilo, bem rápido e bem natural. Imagina: quem já teve um parto bem fácil no primeiro filho, no próximo vai ter um do tipo 'se espirrar, sai'.

Por isso essa mulher precisa de acompanhamento médico”, relata Floresti.

É hora de ir

Quando a mulher entra em trabalho de parto ativo, o momento do bebê nascer está próximo.

“Se, em menos de 10 minutos, ela sentir três contrações fortes, do tipo que endurece a barriga e dura cerca de 1 minuto cada, é hora de ir para hospital”, indica o obstetra.

“Se isso for constante e a dor não melhorar com analgésico, é um trabalho de parto. Uma vez iniciado o trabalho de parto, ele não para”, explica.

A ruptura da bolsa na maioria das vezes acontece durante o trabalho de parto, mas ela também pode ocorrer de forma prematura, com 37 semanas, por exemplo, comenta o médico. “Ela pode não estar em trabalho de parto, mas, ao romper a bolsa, essa perda de líquido diminui o tamanho do útero e isso estimula que ela entre em trabalho de parto dali a algumas horas”, afirma.

Não deu tempo de chegar ao hospital: e agora?

Quem quer ajudar uma mulher em trabalho de parto precisa apenas não entrar em desespero, orienta Floresti.

“Nós não somos diferentes dos animais. A pessoa que acompanha pode apenas esperar, porque é a natureza da mulher parir, não é uma coisa que ela precisa aprender. Você só precisa pegar na mão da mulher e deixar ela calma.

Você pode falar 'estou aqui com você e vou te ajudar’, mas na realidade você não vai fazer nada. Sempre deixo claro que a função do médico é de acompanhar a mulher. Quem faz o parto é ela.

Eu estou lá se surgir alguma complicação”, diz Floresti.

Num parto no meio da rua, a única tarefa que o acompanhante deve se preocupar é em amparar o bebê quando ele sai, explica o obstetra. “A pessoa só precisa mesmo segurar o neném, para ele não cair. Mesmo que suas mãos não estejam esterilizadas, fique tranquilo.

Limpe a mão como for possível, porque o nenê já vai sair num ambiente que não é estéril. Se não tiver nada para cortar o cordão umbilical, é só esperar alguns minutos, que a placenta vai sair. A mulher vai expulsar essa placenta sem que essa pessoa faça nada.

Depois só espere os médicos ou enfermeiros que vão chegar para cuidar da mulher e cortar o cordão”, revela o médico.

Como cronometrar as contrações do parto antes de ir para o hospital

Conforme os meses vão passando e o nascimento do bebê se aproxima, todas as atenções da mulher são voltadas ao seu corpo. Afinal, é ele quem comunicará os principais sinais do trabalho de parto, notificando que o pequeno está prontinho para chegar ao mundo.

Mas no meio de tanta ansiedade e apreensão, pode ser que no primeiro endurecimento da barriga a mãe queira ir correndo para o hospital – e acabe ficando por lá mais tempo que o necessário. Para que isto não aconteça, e para tranquilizar a gestante, conversamos com especialistas para saber a melhor forma de cronometrar as contrações e assim ter mais controle sobre a fase em que se encontra.

Quando começar a cronometrar?

A partir das 37 semanas, é comum que a mulher apresente contrações esporádicas e não dolorosas, como explica a ginecologista, obstetra e mastologista Dra. Thais Santarossa. “São as chamadas contrações de treinamento ou de Braxton Hicks, que preparam o colo do útero até entrar em trabalho de parto”, acrescenta.

Em seguida, a gestante caminha para a fase de latência, em que as contrações são sentidas como um desconforto ou permanecem assintomáticas e ainda não possuem tanta regularidade.

“Já na segunda fase, que chamamos de fase ativa, é quando temos a ritmicidade das contrações, cujo intervalo de tempo vai diminuindo e a intensidade aumentando”, esclarece o Dr.

Kleber Cassius Rodrigues, ginecologista e obstetra da Universidade Federal de São Paulo.

E é justamente neste segundo momento que vale ter o reloginho em mãos. “Recomendo que a mulher comece a cronometrar assim que perceber, independente do tempo entre as contrações, que elas estão ritmadas e provocando maior sensibilidade“, afirma o médico.

Ele exemplifica dizendo que se a gestante teve uma contração, depois de meia hora teve outra e, em seguida, passou-se entre vinte e trinta minutos e sentiu novamente, vale a pena prestar atenção na contagem.

Nesta hora, bloco de notas, cronômetro e até aplicativos do celular podem ser aliados para que os pais saibam quanto tempo se passou – dando o “start” assim que uma contração acaba e parando quando a próxima começar.

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Quanto tempo dura cada contração?

De acordo com a doutora, o início do trabalho de parto costuma ser marcado quando a mulher apresenta duas a três contrações em um intervalo de dez minutos. Como Dr. Kleber pontua, elas começam durando menos até que, mais próximo da hora de buscar atendimento médico, giram em torno de 45 segundos a um minuto.

Quando ir para o hospital?

Como tudo que envolve a gravidez, a resposta é variável e a orientação médica individual fala sempre mais alto. “Não há um momento que vale para todas. Indico que a mulher vá para o hospital se estiver muito incômodo ficar em casa com a dor, independente do tempo em que as contrações estão vindo“, diz o ginecologista.

No entanto, se a gestante estiver em um processo duradouro e de frequência crescente, pode ser o momento de buscar ajuda especializada. “Se estiver com contrações há cerca de duas a três horas, por exemplo, e a dor estiver ficando mais intensa e ritmada, vale a pena ir ao hospital para verificar como está o trabalho de parto, assim como a dilatação do colo do útero”, complementa Kleber.

Outro sinal que pede a visita ao hospital é a ruptura da bolsa amniótica, que se manifesta pela perda de líquido que escorre entre as pernas da grávida. Segundo o doutor, o aspecto do líquido dirá se a mulher deve se apressar ou pode ir tranquilamente.

“O líquido amniótico normal tende a adquirir um aspecto semelhante ao da água de coco, que não é totalmente transparente, mas sim um pouco translúcida. Agora, se o líquido sair esverdeado, indico que procure ajuda com certa urgência para avaliar o bem-estar do bebê”, explica ele.

Sinais de alerta

Além da coloração da substância, a própria reação da mulher pode sinalizar que há algo de errado.

Embora cada gestante tenha uma sensibilidade diferente, o obstetra comenta que não é comum que neste início do trabalho de parto a paciente apresente contrações extremamente dolorosas.

“Precisamos ficar atentos, pois pode haver alguma complicação, como um descolamento de placenta”, comenta.

Um sangramento excessivo – que não aquele sutil e comum de quando há a perda do tampão – também funciona como sinal de alerta para que a mulher procure imediatamente o hospital. Entenda como acontece a saída do tampão mucoso e veja outros sinais que indicam que o parto se aproxima.

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  • Gravidez – Parto
  • Parto e pós-parto
  • Parto Normal

Será trabalho de parto?

  • 13/11/2020
  • familia Theia
  • parto

Escrito por Família Theia e Dra Danielle Domingues (ginecologista e obstetra)

Uma das dúvidas mais frequentes no final da gestação é quais são os sinais de trabalho de parto e quando é o melhor momento para ir à maternidade. Para entender o que é trabalho de parto é importante saber como ele ocorre.

É muito comum sentir contrações de treinamento no último trimestre da gravidez que são contrações esporádicas e irregulares, sentidas como um endurecimento da barriga, normalmente indolor ou com leve desconforto. Esse tipo de contração pode melhorar com repouso ou medicação simples para dor.

Leia também:  Como Saber Que Vem O Periodo?

Mas afinal o que é trabalho de parto?

Consideramos trabalho de parto quando a grávida começa a ter contrações regulares que modificam o colo do útero, ou seja, ele começa a dilatar e a afinar, chegando à dilatação total de 10 cm.

Inicialmente a gestante passa pela fase de latência, com dilatação até 5 cm e costuma durar até 12 horas. Nessa fase as contrações não são tão frequentes.

Quando atinge essa dilatação, normalmente se inicia a fase ativa do trabalho de parto, quando as contrações passam a ser mais dolorosas e normalmente a cada 5 minutos ou menos. Esse é o melhor momento para ir para a maternidade.

Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), a fase ativa costuma durar até 12 horas nas pacientes que estão no primeiro parto ou 10 horas naquelas que já tiveram partos normais antes.

Quer saber o que levar para a maternidade? Leia mais no nosso guia Arrumando a mala da maternidade com especialistas.

E rompimento da bolsa, o que é?

Normalmente acontece uma perda de grande quantidade de líquido amniótico, que escorre pelas pernas e com um odor típico (semelhante a água sanitária). Na maioria das mulheres, isso ocorre durante a fase ativa do trabalho de parto, mas numa pequena parcela pode não romper ou até ocorrer antes das contrações, ou seja, antes de entrar em trabalho de parto.

  1. É importante ir à maternidade quando ocorrerem os seguintes sintomas:
  2. Contrações regulares a cada 5 minutos, normalmente dolorosas;
  3. – Perda de líquido em grande quantidade;
  4. – Sangramento vaginal;
  5. – Diminuição da movimentação do bebê (mais de 4 a 6 horas sem mexer).
  6. Saiba mais sobre o que é parto induzido, como é parto normal, parto cesárea e parto humanizado.

Contrações: entenda os tipos e saiba quando ir para a maternidade

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(Foto: Jgi/Jamie Grill/Getty Images)

Tudo começa com um enrijecimento no fundo da barriga, que progride para a pelve, em processo de abertura.

Muitas vezes, a sensação vem combinada com pontadas na vagina e dor irradiada para a lombar, os ossos do púbis e até a parte interna da coxa.

As contrações são respostas das mudanças no colo do útero, que se prepara para o nascimento do bebê, provocadas pelo estiramento do músculo e por estímulos hormonais.

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Essa série de movimentos corporais são as famosas (e temidas) contrações específicas do fim da gravidez, um anúncio de que o parto está realmente chegando.

Foram elas que fizeram com que a bancária Valquíria Dietrich, 35 anos, em março de 2016, com 38 semanas de gestação, distinguisse que as dores que a despertaram em uma certa manhã estavam bem diferentes das que tinha sentido ao longo da gravidez, e que o filho Arthur estava a caminho. “Eu vinha me preparando para esse momento e já havia tido contrações antes, mas não tão fortes como essas”, relembra. 

“A barriga endurecia e, após alguns segundos, voltava ao normal”, conta. Ela não teve dúvidas e correu para o hospital.

Como não tinha dilatação, voltou para casa e precisou suportar as contrações, cada vez menos espaçadas, por mais um dia inteiro até que seu filho finalmente nascesse.

“Nos últimos dias da gestação, há a liberação de duas substâncias químicas que atuam como aceleradoras do parto: a prostaglandina, que dilata o colo do útero, e a ocitocina, que o contrai”, explica a ginecologista e obstetra Priscila Cury, da Maternidade Pro Matre Paulista (SP).

Apesar de esse ser o caso mais comum da contração (de quando o parto se aproxima), ela pode aparecer muito antes, ainda no segundo trimestre de gravidez.

O fenômeno, que começa a ensaiar o útero para o trabalho de parto e ajuda a posicionar o bebê de cabeça para baixo, é chamado contrações de treinamento ou de Braxton Hicks (em homenagem ao médico inglês John Braxton Hicks, que as descreveu pela primeira vez em 1972).

Essas também têm um perfil próprio: são relativamente curtas, com duração de 15 a 30 segundos. “Diferente das contrações de trabalho de parto, que são longas e ritmadas, as preparatórias são breves e descompassadas.

A mulher sente uma agora, outra dali meia hora, depois passa dias sem notar mais nada”, afirma a ginecologista e obstetra Luciana Cima, do Grupo Perinatal (RJ).

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Outra característica – e boa notícia –  é que o enrijecimento da barriga nesse caso não vem acompanhado de dor. Por causa disso, algumas gestantes, especialmente as de primeira viagem, só percebem o que está acontecendo ao apalpar a barriga.

Porém, quando surgem dores nessa época da gestação, é motivo de alerta. A auxiliar administrativa Najla Caroline Santos, 22, sentiu a primeira contração na 26ª semana de gravidez. “As sensações eram tão intensas que corri para o hospital achando que meu bebê ia nascer.

Tive um pouco de sangramento, o que me assustou bastante”, diz.

Com os exames, descobriu que o bebê estava bem, mas a gestação era de risco, já que o corpo dela produzia pouca progesterona, o que aumentava o perigo de aborto. A partir daí, todas as suas contrações eram muito intensas e tinham de ser acompanhadas por ultrassonografia.

Felizmente, Zion Gabriel nasceu saudável e acaba de completar seu primeiro ano de vida.

“As contrações preparatórias são normais e esperadas, mas, se a paciente nota que elas vêm com muita frequência e intensidade, se há dor envolvida, sangramento ou perda de líquido, deve relatar ao médico imediatamente”, orienta Luciana. 

Não se assuste também se, após a relação sexual, você sentir contrações. Isso acontece graças à liberação de ocitocina no corpo pelo orgasmo ou estimulação intensa dos seios. Se a gravidez não for de risco, a prática é normal e não há chance de desencadear o parto prematuro – e   não prejudica o bebê.

  Na gravidez do segundo filho, a professora de Educação Física, Viviane Viana, 35, mãe de Arthur, 7, e Clarisse, 4, sentia contrações todas as vezes que tinha relação com o marido, o que começou no quarto mês de gestação. “No início, ficava com muito medo, e cheguei a ir diversas vezes para o hospital. Mas meu médico pediu que eu ficasse tranquila.

E realmente não influenciou no nascimento da minha filha”, diz.

Para aliviar qualquer desconforto ao sentir esses movimentos corporais de “treinamento”,  mude de posição – procure deitar e relaxar, se estiver de pé; ou levantar e caminhar, se estiver sentada. Massagem na região da lombar e da pelve também são indicadas.

Aproveite esse ensaio para praticar os exercícios de respiração. Inspire devagar contando até três ou quatro e, quando soltar o ar,  faça novamente a contagem.

A repetição desse processo ajuda no relaxamento e vai preparando corpo e mente para lidarem com as contrações mais intensas que virão adiante.

(Foto: Jgi/Jamie Grill/Getty Images)

CHEGOU A HORA!

Uma vez identificada a contração (na dúvida, fale sempre com o seu médico), como saber quando ela marca, de fato, o início do trabalho de parto? Essa é talvez a principal dúvida das gestantes.

A resposta, no entanto, é tão simples quanto prestar atenção na fase inicial da movimentação. E aí entra uma conta simples. “O que mais importa é o ritmo.

Se a gestante tem cerca de três contrações de 40 segundos a um minuto a cada dez minutos, e esse ritmo se mantém por um período de duas horas, ela está entrando em trabalho de parto ativo”, explica o obstetra Paulo Nowak, da Associação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia do Estado de São Paulo (Sogesp). Existem alguns aplicativos que fazem todo o trabalho para você e ainda guardam um histórico das suas contrações, como o Gravidez.Sprout e o Gravidez +.

Ainda assim, ao chegar no hospital, pode ser que você não tenha dilatação suficiente – como aconteceu com Valquíria, citada no começo desta reportagem – e tenha que conviver algum tempo com as contrações.

Felizmente, existem algumas técnicas usadas pelos especialistas que também minimizam as dores nessa reta final, que passam por medicação até terapias alternativas, como hidroterapia (banho com água morna na barriga e nas costas para relaxar a musculatura pélvica), musicoterapia (que ajuda tanto em técnicas de respiração como na concentração para diminuir a percepção da dor), livre caminhar durante o parto, hidratação, infusão de chás e até acupuntura. “O melhor remédio ainda é o conhecimento do próprio corpo. Só assim a gestante é capaz de identificar o método de alívio que mais funciona para ela”, defende a doula Samara Barth, professora do curso de gestantes Unimed e fundadora da Casa da Doula, em Itapetininga (SP).

O medo e a ansiedade geram tensão muscular e aumentam a dor, que também depende da sensibilidade de cada mulher. Por isso, o conforto físico e psicológico é fundamental. “Quanto mais segura a mulher se sentir, mais fluido será o parto”, diz. Portanto, respire (ainda mais!) fundo e foque no principal: logo todo esse incômodo será substituído pela alegria de estar com o seu filho no colo.

+ Estou grávida de 38 semanas e meu obstetra disse que se o bebê não nascer até a 40ª é o caso de pensar em uma cesárea. Mas já ouvi que os bebês nascem até a 42ª. Até quando é seguro esperar? Discuta com outras mães no FÓRUM CRESCER

CÓLICA OU CONTRAÇÃO?

Diferente da contração, que só acontece depois da 26ª semana, as cólicas podem acompanhar as gestantes ao longo de toda a gravidez e, nas fases mais iniciais, é possível que venham com um pouco de sangramento. Nessa fase, as conversas com o médico e a ultrassonografia transvaginal são valiosas para nortear a evolução da gravidez.

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No primeiro trimestre de gravidez, a cólica é frequente. Isso acontece principalmente por causa da implantação do saco gestacional, que está invadindo a parede do útero. “Sempre que um órgão tenta colocar alguma coisa para fora, ele está dilatando e não contraindo.

A cólica nada mais é do que a dilatação em resposta ao crescimento do útero”, explica o obstetra Paulo Nowak, da Sogesp.

Vale lembrar que existe também uma lista de coisas que podem confundir você a respeito das contrações: distensão abdominal por gases, cólicas, retenção urinária, lesão pélvica e, no início da gestação, gravidez ectópica (que ocorre fora do útero e pode trazer dor abdominal e pélvica) e até mesmo a movimentação do bebê. “O endurecimento isolado da barriga ou a dor sem endurecimento não é contração. Além disso, ela sempre acontece no útero inteiro”, esclarece Nowak.

  • NO BALANÇO DAS HORAS
  • Abaixo, dicas que ajudam você a diferenciar as contrações durante a gravidez
  • Contrações de Braxton HicksCurta duração: de 15 a 30 segundosDescompassadas e ocorrem poucas vezes por dia
  • Geralmente são indolores
  • Contrações de trabalho de partoLonga duração: de 40 segundos a um minutoMantêm ritmo constante, que começa com cerca de três a cada dez minutos e vai aumentando a frequência conforme o parto se aproxima
  • Provocam desconforto e dor

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A hora certa de ir para a maternidade

Quando a gestação vai chegando ao fim, vem a ansiedade de saber quais os sinais do trabalho de parto e, principalmente, o momento certo de acionar o médico ou ir para a maternidade. O ginecologista e obstetra da Unimed Vitória Jonnymar Lima, referência do Programa Viver Gestante, explica que a primeira etapa consiste no período chamado pródromos.

“É a primeira fase do parto. Pode ocorrer a perda do tampão mucoso – secreção bege que pode aparecer na calcinha, as vezes descrito como uma secreção semelhante ao catarro com surgimento de sangue ou não. Nesta fase, a gestante começa a sentir contrações, sensação de barriga dura, associada a cólicas, sendo que essas contrações são bem espaçadas durante o dia”, explica o médico.

Depois, vem a fase latente. “Nessa etapa, as contrações são suportáveis e têm intervalos irregulares, ou seja, uma pode vir com intervalo de cinco minutos e a outra com intervalo de 15 minutos”, pontua. Algumas mulheres relatam a dor desse período como semelhante à cólica menstrual, que pode ser mais forte ou mais fraca.

Quando está nessa etapa, a mulher é orientada a passear no parque, sair para comer, e fazer pequenas caminhadas, o que ajuda na descida do bebê na pelve. “Dá para ver filmes, conversar com tranquilidade, dormir, fazer um bolo, entre outras tarefas que ajudem a distrair a mente pois ainda não é a hora de ir para a maternidade”, diz o obstetra.

Fase ativa

Todas as mulheres vão perceber: existe uma diferença muito grande entre a fase latente e a fase ativa.

“A fase ativa, geralmente, começa quando a mulher está apresentando contrações de forte intensidade e com intervalos mais curtos, geralmente de 5 em 5 minutos, progressivamente diminuindo esse intervalo até o parto”, relata Jonnymar Lima. Este é o momento que vai culminar com o nascimento do bebê, ou seja, é a hora de estar na maternidade.

Na fase ativa, ocorre a dilatação do colo do útero chegando ao máximo de dilatação que são 10 cm e culminando com o nascimento fetal. “Pode ter uma duração média de 10 a 14 horas. É nesta etapa que são oferecidos mecanismos de alívio da dor não farmacológico (exercícios, banho quente, massagens, entre outros) e farmacológicos como analgésicos e analgesia (peridural)”.

Bolsa

O médico assinala que a bolsa pode romper em quatro situações: romper de forma espontânea fora do trabalho de parto, romper durante as contrações, romper no período expulsivo (quando a cabeça do bebê se exterioriza).

E o obstetra pode, em algumas situações, romper a bolsa. “Existem alguns casos em que o bebê nasce e permanece na bolsa de águas (parto empelicado). Posteriormente, ocorre a ruptura”, destaca.

Ele alerta ainda que, rompendo a bolsa, a gestante deve ir para a maternidade mesmo não estando na fase ativa.

Atenção: a gestante também deve procurar a maternidade se observar sangramento, perceber parada de movimentação fetal ou estiver com a pressão alta. “Náuseas e vômitos que não melhoram com medicação e dor de cabeça intensa também são razões para procurar a maternidade”, orienta o especialista.

Como saber se chegou realmente a hora de ir para a maternidade

O trabalho de parto e o parto são momentos de grande ansiedade, tanto para a mãe como para o pai, e muitas vezes, esta mesma ansiedade, leva a uma má interpretação dos sinais de um trabalho de parto verdadeiro.

Este momento do culminar da gravidez está normalmente envolto num manto de espectativas, quer de felicidade, pela chegada do bebé, quer de receio da dor que a mãe espera. Contudo, o trabalho de parto deve ser sentido como um momento positivo e não com um sentimento de medo incutido por experiências que foram partilhadas ao longo do tempo.

Não obstante, o trabalho de parto é um momento desafiante para a mãe e exige preparação por parte da família, pelo que perceber os sinais que o corpo da mulher transmite, no momento certo, é muito importante para um acompanhamento cuidado de todo o processo de nascimento do bebé.

Mas como saber se chegou o momento certo?No período Pré-parto, é normal a mulher ter alguma contratilidade regular e dolorosa, que pode ocorrer dias ou semanas antes do parto.

É importante a mulher não ficar assustada nem confundir trabalho de parto com estas contrações não regulares, que na maioria das vezes passam com o repouso.

Neste período também pode ocorrer algum corrimento vaginal anormal, de um líquido vermelho/acastanhado e mucoso, chamado “rolhão mucoso”. Este muco não é sinal de trabalho de parto, mas é um sinal de que o momento está para breve.

Quando o Trabalho de Parto está para começar, as contrações passam a ser regulares, implicando algum desconforto para a mãe.

A rigidez da barriga é a forma de identificar a contração e, em trabalho de parto efetivo, a barriga dura/contração, assume um padrão regular, cada vez mais presente, com maior intensidade e com um intervalo cada vez mais curto.

Quando as contrações começam a assumir um padrão de 10 em 10 minutos, durante 2 horas, de 5 em 5 minutos, durante uma hora, ou uma progressão regular no tempo, então está na altura de se deslocarem para a maternidade.

Sinais de alertaOutros sinais que podem levar as grávidas à maternidade são a perda de sangue, a suspeita de perda de líquido amniótico, os vómitos constantes, sentir-se inchada ou com dores de cabeça ou a sensação de não sentir o bebé. Estes sinais devem ser objeto de atenção e vigilância médica urgente.

Sílvia Martins, Administradora da Bebé Vida, refere “as futuras mamãs devem estar informadas e preparadas para este momento marcante na vida familiar.

O parto deve ser encarado como um momento exigente, mas também positivo e de alegria.

Este é também um momento cheio de vida e a oportunidade dos pais guardarem o sangue e o tecido do cordão umbilical do seu bebé, que poderá ser utilizado no futuro, em caso de necessidade.”

Sinais de parto: como saber o momento certo para ir à maternidade?

A data prevista para um parto é quando se completam 40 semanas da gravidez. No entanto, os bebês se desenvolvem em ritmos diferentes, e o seu filho pode nascer até duas semanas antes ou depois da data prevista.

No caso de nascimentos prematuros, o parto acontece antes das 37 semanas, aliás, aqui no blog temos um artigo explicando tudo sobre o parto prematuro e os cuidados a ter.

Nas primeiras consultas com o médico, ele fará o cálculo da Data Provável para o Parto (DPP) com base no primeiro dia do seu último ciclo menstrual.

Os sintomas do início do trabalho de parto variam de mulher para mulher e de gravidez para gravidez. No entanto, neste post, separamos alguns dos sinais mais comuns para que você identifique qual é o momento certo para ir à maternidade.

Vale observar que nenhuma dessas dicas invalidam ou devem ser seguidas sem a recomendação do seu médico.

Boa leitura!

Contrações

As contrações surgem em tempos espaçados, normalmente a cada 10 ou 20 minutos, e vão diminuindo seus intervalos com o passar do tempo, tornando-se cada vez mais intensas, dolorosas e ritmadas.

Com a aproximação do momento do parto, as contrações podem ocorrer a cada 3 ou 5 minutos. Para cronometrar as contrações, é necessário anotar o tempo exato que cada uma começa e a sua duração.

Além disso, você pode identificar se as contrações representam um alarme falso, considerando as seguintes características:

Trabalho de parto real

  • as contrações são regulares e seguem um padrão previsível (ex: a cada 10 minutos);
  • as contrações passam por três tipos de progressão:
    • a) progressivamente mais próximas;
    • b) progressivamente mais longas;
    • c) progressivamente mais fortes.
  • as contrações começam a ser sentidas na região lombar e na parte inferior da virilha;
  • realizar movimentos ou mudar de posição não diminui as contrações;
  • pode haver tampão mucoso;
  • a bolsa amniótica pode estourar;
  • o seu médico deve notar algumas mudanças cervicais, como por exemplo, o amadurecimento, amolecimento, supressão, desbaste ou dilatação.

Trabalho de parto falso

  • as contrações são irregulares e imprevisíveis (ex: a cada 10 minutos, depois 6 minutos, 2 minutos, 8 minutos, etc.);
  • as contrações não apresentam qualquer progressão;
  • as contrações são sentidas como um aperto geral no abdômen;
  • realizar movimentos ou mudar de posição pode fazer as contrações diminuírem ou pararem;
  • na maioria das vezes, não há tampão mucoso;
  • a bolsa amniótica não estoura;
  • não ocorre nenhuma alteração cervical.
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Rompimento da bolsa das águas (bolsa amniótica)

Um dos sintomas mais evidentes da aproximação do trabalho de parto é o rompimento da bolsa das águas.

A amniorrexe (como a bolsa também é chamada), se caracteriza pela saída de um líquido morno através da vagina, o chamado líquido amniótico. Uma maneira simples de diferenciar  da urina é que o líquido amniótico a gestante não consegue segurar ou evitar a sua saída. Isso ocorre porque o bebê desce até ao canal de parto e a bolsa amniótica que o envolve comprime-se até se romper.

Pelo simples fato de a bolsa ter rompido, o recomendado, sem dúvidas, é ir ao hospital. Mas o trabalho de parto pode não ocorrer imediatamente. Por isso, mantenha a calma, pode haver tempo suficiente para ligar para o seu médico e ir para a maternidade sem desespero.

Dilatação do colo do útero

O colo do útero, ou colo uterino, é a abertura do útero que fica na parte de cima do canal de parto (vagina).

Durante o trabalho de parto, o colo do útero se abre em até 10 centímetros. Isso acontece porque as contrações comprimem o músculo uterino provocando a abertura (dilatação) do colo uterino.

Trabalho de parto

  • Ao identificar os sinais mencionados anteriormente, você reconhecerá que entrou em trabalho de parto e, nesse caso, deve tomar algumas medidas.
  • Observação importante: se uma cesáriana estiver marcada, você deverá informar ao seu médico, imediatamente, que entrou em trabalho de parto e dirigir-se à maternidade.
  • No caso de parto normal, a sugestão é manter a calma e começar a cronometrar as contrações, isso porque, como já dissemos, não há necessidade de ir de imediato para o hospital.
  • De qualquer forma, ligue para o seu médico e explique, detalhadamente, todos os sintomas, bem como os intervalos e duração das contrações.
  • Também é importante lembrar que o trabalho de parto pode levar em média 14 horas, especialmente no nascimento do primeiro filho.

Chegou a hora!

  1. O momento de ir ao hospital ocorre quando as contrações começam a ficar muito fortes, com intervalos de 5 minutos.

  2. Não há urgência de ir ao hospital logo após a primeira contração, porque o trabalho de parto ocorre em 3 fases: a dilatação, que é a fase mais demorada; a fase ativa, que é o nascimento do bebê e a fase da saída da placenta.

  3. No entanto, é importante levar em consideração o trajeto e o trânsito para o hospital, podendo ser necessário sair enquanto as contrações acontecem em intervalos de 10 a 20 minutos.
  4. Durante o trabalho de parto, a dor deve aumentar aos poucos, mas quanto mais calma e relaxada você tentar se manter, melhor será o andamento do trabalho de parto.

Considerações finais

Quando você notar que está em trabalho de parto, é normal que surja uma mistura de sentimentos, como emoção, ansiedade, medo e apreensão. O importante nesse momento é tentar manter a calma e o foco.

  • O ideal é que você se organize, deixe tudo pronto como a mala de roupas, por exemplo, assim como alertar seu acompanhante para que esteja tudo preparado no grande dia.
  • Se você achou que o nosso post ajudou você a entender sobre os sinais do parto, e se sente preparada para dar o próximo passo, clique aqui e conheça o nosso hospital maternidade.
  • Temos todo o conforto que você e o seu bebê merecem.

Como saber que chegou a hora do parto?

O início do trabalho de parto é diferente para cada mulher.

Algumas sabem imediatamente quando está chegando a hora, outras podem confundir o estágio inicial do processo como sendo gases, azia, dor lombar ou indigestão.

Esta é uma das questões que mais preocupa a futura mamãe. Mas fique tranqüila porque há três sinais distintos que você deve conhecer para saber se já começou o trabalho de parto.

Contrações regulares

As contrações (percebidas por algumas mulheres como endurecimento da barriga) são sentidas no abdômen – na parte inferior – ou nas costas. Elas ocorrem porque o útero está se contraindo e relaxando ao mesmo tempo, ajudando a abrir o colo e empurrar o bebê para o canal de nascimento. Durante o estágio inicial do trabalho de parto, as contrações são sentidas como cólicas menstruais.

Quando o processo de nascimento começar verdadeiramente, as contrações se tornam regulares. Nos estágios iniciais, usualmente ocorrem em intervalos de 15 a 20 minutos e duram entre 30 e 45 segundos. Conforme o trabalho de parto avança, essas contrações ficam mais freqüentes e duram em torno de 60 segundos.

Na fase em que você sentir de duas a três contrações em 10 minutos e que duram por volta de 45 segundos ou mais, deve procurar o hospital e avisar seu médico.

As contrações se mantêm constantes, mesmo se você estiver deitada ou andando.

Se perceber contrações regulares e dolorosas antes da 37ª semana, procure imediatamente seu médico ou o hospital, pois poderá estar entrando em trabalho de parto prematuro.

Eliminação do tampão mucoso

Durante as últimas semanas de gravidez, o colo começa a ficar fino e dilatar em preparação para o parto, o que pode ocasionar a perda de um tampão mucoso. Quando isso ocorre, você notará a saída de uma substância mucosa pela vagina, com alguns filetes de sangue.

Este não é um sinal de trabalho de parto, e sim que está se aproximando. Na verdade, o trabalho de parto, às vezes, só começa vários dias depois desse sinal. Qualquer quantidade de sangue maior que os filetes acima descritos deve ser relatada a seu médico.

Perda de água pela vagina

A perda de água pela vagina indica a ruptura das membranas, ou “bolsa das águas”, que mantêm o líquido amniótico durante a gravidez.

Quando isso ocorre, você não sente dor, apenas a sensação de uma água morna escorrendo pelas pernas. Usualmente, a mulher sente a perda de meio litro de água, mas a quantidade vai depender de onde a bolsa rompeu. Em casos de rupturas altas, a perda de líquido pode ser pequena, apenas suficiente para umedecer a calcinha, sem escorrer.

Além disso, você poderá continuar perdendo líquido, conforme seu bebê continua a produzi-lo. Tenha em mente que isso é natural, uma parte saudável de seu trabalho de parto, e não machuca seu bebê. Sua bolsa de água pode se romper no começo ou só no final do trabalho de parto.

É importante que seu médico seja informado quando você suspeitar da perda de líquido (especialmente se a ruptura ocorrer antes do início do trabalho de parto).

Trabalho de parto falso

A maioria das gestantes sente contrações leves antes de realmente entrar em trabalho de parto. Tais contrações são chamadas de contrações de Braxton Hicks.

Pode ser difícil diferenciar essas contrações das verdadeiras, principalmente se acontecerem perto da data marcada. Se as contrações não estiverem dilatando o colo uterino, entretanto, isso é conhecido como trabalho de parto “falso”.

Enquanto as contrações verdadeiras se tornam mais demoradas, fortes e têm cada vez menos intervalo entre elas, as contrações falsas são normalmente:

Irregulares. As contrações de Braxton Hicks são esporádicas, não têm padrão previsível e geralmente param se você descansar ou trocar de posição.

Sentidas na barriga e na virilha. As contrações do trabalho de parto verdadeiro, por sua vez, normalmente “dão a volta” desde as costas até a barriga. Se as contrações de Braxton Hicks a fizerem se sentir desconfortável, tome um banho quente de imersão e bastante líquidos para controlá-las e aliviar o desconforto.

Quando ligar para o médico?

Alerte seu médico caso sinta um aumento na pressão pélvica, tiver sangramento vaginal ou secreção abundante, ou se notar uma diminuição acentuada no nível de atividade do bebê. O médico pode conversar sobre essas mudanças e decidir se há necessidade de realizar um exame.

E, claro, avise o médico quando as contrações regulares começarem. A sensação pode ser de que o útero está “dando um nó”.

As contrações podem não ser dolorosas no início, mas há um aumento gradual na intensidade, começando da parte superior do útero e irradiando-se pela barriga e parte inferior das costas.

O médico terá de saber que outros sintomas são sentidos, o intervalo das contrações, e se você consegue falar quando elas acontecem.

Uma vez que o trabalho de parto tenha realmente começado, quando você deve ir ao hospital? Cada situação é diferente da outra, mas, geralmente, é aconselhável que as gestantes devam ir para o hospital quando as contrações durarem 60 segundos ou mais, com cinco minutos de intervalo entre elas por pelo menos uma hora.

Parto pré-termo

Às vezes, as contrações fazem com que o colo uterino se dilate antes de 37 semanas de gestação. Isso é denominado parto pré-termo. Uma infecção vaginal ou uterina, ou vários outros problemas de saúde podem provocar o parto pré-termo. Por razões desconhecidas, algumas mulheres têm mais tendência a ter esse tipo de parto que outras.

Os sintomas do parto pré-termo são semelhantes aos do parto a termo.

Se notar alguns do sinais pré-trabalho de parto listados acima ou sentir contrações fortes e regulares antes de 37 semanas, ligue imediatamente para o médico.

Após examiná-la para verificar se o colo uterino está dilatando, ele pode recomendar que você evite relações sexuais, esforço e estresse, e que descanse o máximo possível para evitar novas contrações.

Em caso de algum desses sintomas ou dúvidas, procure o Atendimento Adulto 24 horas do Hospital Vila da Serra, com entrada pela Rua da Paisagem. Para melhor atendê-la, possuímos um plantão obstétrico 24 horas para você.

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