Como Saber Quando Debitar Ou Creditar?

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Como Saber Quando Debitar Ou Creditar?

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Depois de um ano desafiador em todos os aspectos, devido à crise imposta pelo novo Coronavírus no mundo inteiro, em que muitas empresas chegaram próximas a fechar as portas e algumas, infelizmente, se viram obrigadas a encerrar os negócios, a palavra de ordem ainda é esperança.

Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Economia da FGV, 42% das empresas brasileiras avaliam que suas atividades só voltarão à situação anterior à pandemia a partir de 2021. Outras 10% sequer conseguem visualizar um retorno a essa normalidade.

Ainda de acordo com o estudo, 25% das empresas estão operando normalmente e 22% esperam uma normalização até o final de 2020. A indústria e o comércio são setores com mais empresas que já voltaram ao nível pré-crise (mais de 30%). Nos serviços, são apenas 17%.

Esses números demonstram que manter as movimentações financeiras em dia são, ainda mais, relevantes para se manter o equilíbrio até que toda a crise chegue ao fim ou até que os empresários possam vislumbrar um cenário mais motivador nos próximos anos.

Diante disso, o mais importante é realizar um balanço de 2020 e o uso do balancete de verificação é uma das ferramentas que possibilita ao empresário condensar todas as informações das contas da empresa, como os créditos e débitos em aberto.

Essa ferramenta vai auxiliar na administração dos recursos da empresa e até prever um cenário para que o empresário possa dar o próximo passo na definição das estratégias, metas e planos de ação. Este Balancete é utilizado ainda durante as apurações da contabilidade principalmente para a verificação de possíveis erros nos saldos e antes de se formar nas demonstrações finais.

O que é um balancete de verificação?

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Geralmente, o balancete de verificação é realizado antes do balanço patrimonial, pois é um documento que demonstra toda a movimentação financeira de uma empresa e elenca as contas de débito e crédito.

Por meio do balancete é possível analisar se houve gastos excessivos, desnecessários ou ainda se ocorreu alguma falha de gestão financeira. Esta é uma ferramenta muito importante e deve ser usada por qualquer empresa que tem o desejo de possuir uma vida financeira saudável.

Para a elaboração do balancete mensal são consideradas informações como as transações de crédito, de débito, relativa ao patrimônio e, também, de resultado e saldo final. Todos os dados são utilizados na Demonstração de Resultado do Exercício (DRE) e no Balanço Patrimonial.

Apesar de não ser uma regra, geralmente, a tabela de balancete é composta por quatro colunas – duas destinadas ao movimento e as outras duas ao resultado, mas é possível inserir as informações que julgar necessárias de acordo com o segmento do negócio e da movimentação financeira.

O empresário deve ter em mente que o balancete de verificação é uma atividade que deve entrar na rotina financeira do negócio. Apesar de parecer complicado em um primeiro momento, é por meio dele que podem ser estabelecidas as diretrizes de atuação do negócio visando o lucro e o reconhecimento no mercado.

Qual é a função do balancete de verificação?

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No universo da contabilidade, a função do balancete de verificação é determinar que para cada débito existe um crédito correspondente no mesmo valor e assim registrar toda a movimentação financeira da instituição, conhecido também como o Método das Partidas Dobradas.

A movimentação financeira de uma empresa resulta dos saldos das contas conforme vão sendo registradas. O Balancete de Verificação é um documento que reúne estes saldos e serve para verificação dos mesmos.

Quando faz parte da fase inicial de apuramento, é conhecido como Balancete inicial e é utilizado para regularizações ainda antes de se apurar os resultados da empresa (lucro ou prejuízo).

Com as regularizações feitas e com os resultados calculados é obtido o Balancete final, podendo se formar no Balanço Patrimonial e nas Demonstrações de Resultados do Exercício.

O Balancete de Verificação funciona exatamente para apontar que para cada item do ativo, haverá também um passivo correspondente. A ferramenta pode ser usada mensalmente, quinzenalmente ou diariamente e, além de possibilitar um controle mais efetivo do que acontece com as contas, também para prevenir erros que possam gerar prejuízos para o negócio.

Qual a importância do balancete de verificação para os registros contábeis?

O Balancete de verificação é o demonstrativo de todas as contas e transações financeiras de uma empresa. É um relatório que mostra os saldos devedores e os credores reunidos em um único documento.

Por meio dele, o empresário tem a visão geral de tudo que há de débito e de crédito em determinado período, seja no dia, na semana, na quinzena ou no mês. De forma geral, serve como base para a criação de outros demonstrativos, entre eles, Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) e Balanço Patrimonial (BP). Sem o balancete de verificação é impossível fazer os demais documentos.

  • Na vida útil de uma empresa, é possível se deparar com dois tipos de contas: as patrimoniais onde o balancete de verificação vai realizar um verdadeiro raio-x no que se refere aos bens, direitos e obrigações da empresa e as contas de resultado, onde são calculadas as receitas e despesas.
  • Basicamente essas contas servem para demonstrar se a atuação da empresa tem gerado lucros ou prejuízos, mas o empresário deve ficar atento e acompanhar com fidelidade as informações registradas no Balancete de Verificação, pois isso permitirá que ele identifique qualquer problema e antecipe a solução.
  • Apesar de não ser obrigatório é uma ferramenta essencial para verificar a carga fiscal e o impacto da gestão tributária e para que os gestores possam acompanhar a receita, o lucro e elaborar novas estratégias, cumprir metas financeiras e acompanhar o crescimento do negócio.
  • Por ser de uso interno, o documento pode ser editado, impresso ou alterado quando necessário, basta elaborá-lo de forma clara e completa, para que seja possível avaliar as necessidades em determinados momentos.

Como é feito o balancete de verificação?

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No Balancete de Verificação, o empresário deverá colocar os saldos das contas de outro documento contábil, chamado de Razão. Nele são registradas todas operações a débito ou a crédito do período.

No documento, um dos principais objetivos é que o total de débitos seja igual ao total de créditos, porque pelo método composto por gráficos um débito em uma conta, automaticamente, origina um crédito em outra. Se estes lados não estiverem síncronos, o balancete não estará saldado.

O Balancete de verificação deve ser montado em colunas que incluem os nomes de cada conta, o total de operações de débito e crédito e os saldos de cada uma delas, sejam eles anteriores e os atuais, depois da movimentação financeira.

O período de preenchimento do documento pode variar – diário, mensal, trimestral e até anual, o importante é que as informações sejam fidedignas à realidade atual da empresa. Ao definir esse prazo, o gestor deve levar em consideração a disponibilidade da equipe ou da contabilidade para fazê-lo, evitando erros desnecessários.

Outro aspecto importante a considerar para o preenchimento é a definição de quais elementos o empresário gostaria que constasse no relatório. Nesta etapa ele define, detalhadamente, a natureza de cada conta – credora ou devedora – ou se apenas movimentações e os saldos serão descritos.

Por ser um documento de controle interno, é possível fazê-lo de forma simples com informações diretas em que o gestor poderá identificá-las mais facilmente. Uma opção é que neste momento ele possa criar seu próprio método de preenchimento ou tabela.

Depois de definidas as informações que deverão constar no documento é a hora de colocar a ferramenta em prática: acrescentar todas as contas do ativo e suas respectivas movimentações, nas devidas colunas da tabela.

Exemplo

O Balancete de Verificação é um documento imprescindível na organização financeira da empresa. Nele, o gestor pode verificar se o método de partidas dobradas está sendo levado em conta pela escrituração da empresa.

Caso o demonstrativo seja destinado a usuários externos, o documento deverá ser assinado por contador habilitado pelo Conselho Regional de Contabilidade (CRC). Abaixo um modelo de Balancete de Verificação para facilitar a compreensão da ferramenta, porém existem diferentes formas de construir um relatório como esse, cabendo a cada empresa determinar o que é mais importante.

(Fonte: Jornal Contábil)

Quais contas entram no balancete de verificação?

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  1. É importante ter consciência de que todas as contas devem entrar no balancete de verificação, pois são elas que demonstram toda movimentação, bem como os respectivos saldos – débitos e créditos do negócio.
  2. Boa parte dos balancetes possuem as seguintes informações: cabeçalho, ativo, saldo anterior, débitos, créditos e saldo final que representam a vida financeira da instituição.
  3. Vale destacar que o balancete de verificação é uma espécie de ponto de partida para a elaboração de outros importantes relatórios, como o Demonstrativo dos Resultados do Exercício (DRE) e o próprio Balanço Patrimonial (BP), o que reforça ainda mais sua importância na contabilidade de uma companhia.

Qual a diferença de balanço e balancete de verificação?

Os dois termos costumam causar confusão na cabeça dos gestores, porém, são distintos e suas finalidades são opostas. O Balanço é o relatório final, seus resultados não podem ser modificados.

Leia também:  Serigrafia O Que É E Como Funciona?

A criação do Balanço surge a partir das informações registradas no Balancete de Verificação que, por sua vez, mostra toda a movimentação da empresa e tende a orientar os gestores e/ou contadores a identificar eventuais problemas financeiros, possibilitando que eles tomem decisões estratégicas.

O Balancete de verificação serve como um documento interno ou como um diário para o empresário saber quais são as receitas e despesas de determinado período e pode ser modificado de acordo com a inserção de novas informações.

Já o Balanço é obrigatório a toda empresa de capital aberto, PMEs e empresas de grande porte, segundo a Lei n. 6.404/76 e a Norma TH 1000, portanto, a diferença entre balanço e balancete está na obrigatoriedade entre eles, seus valores e informações.

Os principais erros do balancete de verificação

Até aqui entendemos que o balancete de verificação é imprescindível para a saúde de uma empresa e seus negócios, no entanto, nem sempre ele recebe a devida atenção de quem está no gerenciamento da empresa.

O erro principal está na falta de compreensão de que o documento abastece o empresário de informações úteis para a tomada de decisões, desde que seja muito bem elaborado e contenha todos os dados e a realidade dos ganhos e dos gastos.

O balancete de verificação tem como base o chamado método das partidas dobradas. Isto significa que não há ou não pode haver nenhum crédito sem o seu débito correspondente.

Portanto, se de um lado do balancete forem somados todos os débitos, do outro a soma dos créditos deve totalizar um valor igual.

Desse modo é verificado se os lançamentos a débito e a crédito foram realizados corretamente.

Apesar de importante, o documento tem a finalidade de apontar eventuais falhas resultantes do preenchimento incorreto das informações na partida dobrada, porém, ele não detecta todos os possíveis erros de lançamentos contábeis. O balancete entenderá como verídicas todas as informações nele registradas.

Veja alguns erros comuns no preenchimento do Balancete de Verificação:

  • Registro só do débito, sem o crédito correspondente.
  • Debitar ou creditar as duas contas, em vez de debitar uma e creditar a outra.
  • Registro de um débito, sendo que o crédito foi lançado por um valor duas vezes igual ao crédito.
  • Registrar em uma conta de natureza devedora, um valor que a torne com saldo credor (ex: saldo credor de caixa que não pode existir).
  • Saldos discrepantes dos documentos de onde teriam sido obtidos, como extratos bancários e outros.
  • Esquecer de realizar algum lançamento.

Qual a melhor forma de analisar o balancete de verificação da sua empresa?

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Tão importante quanto preencher corretamente o balancete de verificação, saber lê-lo também é primordial, pois esta etapa antecipa estratégias e tomadas de decisão que norteará o andamento dos negócios nos próximos períodos.

Para analisar o relatório é preciso entender a diferença entre crédito, ou seja, as saídas de dinheiro, e débito, quando há a entrada de dinheiro. Este é o primeiro passo que direciona o preenchimento correto e, consequentemente, a análise correta.

Perceber também os termos corretos entre os saldos e os movimentos – de natureza devedora ou credora e ter em mente que ambos devem se igualar, facilita a leitura do balancete de verificação. Se isso não acontecer, facilmente podemos afirmar que existe algum erro dentro da contabilidade da empresa.

Existem diferentes formas de construir um Balancete de Verificação. Cabe ao gestor ou ao contador determinar quais informações são importantes para análise da realidade em dado momento, entretanto, em todas as formas o detalhamento dos dados é vital e torna o balancete mais eficaz.

Balancete de verificação: use junto com o seu contador

O gestor deve ter em mente que a criação do Balancete de Verificação é importante para a saúde da empresa como um todo, portanto, vale a pena fazê-lo junto do contador especializado na área, para evitar possíveis erros e, consequentemente, comprometer a vida útil do negócio.

Desta forma, a ideia é que o balancete seja elaborado para atender o público interno de uma empresa, servindo como instrumento de informações para decisões operacionais, mas que o especialista tenha a real noção da realidade para projetar por meio do balancete estratégias mais à frente.

Assensus

Apesar de parecer confuso, o balancete de verificação é importante para guiar o empresário rumo ao futuro que deseja para sua empresa. Sendo assim, contar com um time de especialistas no assunto, que fará um trabalho fiel à realidade é importantíssimo.

Embora possa ser feito pelos colaboradores da empresa, contar com toda assistência e consultoria de profissionais capacitados faz toda a diferença, além de otimizar o tempo do funcionário dedicado àquele documento.

Na Assensus Contabilidade você encontra esse e outros serviços disponíveis para estabelecer métricas, organizar, recuperar e garantir o futuro promissor dos negócios. Entre em contato conosco, estamos à disposição para construir juntos o Balancete de Verificação da sua empresa!

Conclusão

Como Saber Quando Debitar Ou Creditar?

Estar alerta o tempo todo para a construção de um Balancete de Verificação mais próximo da realidade da empresa, garante, não só a vida útil, mas também a prospecção de clientes ou elaboração de estratégias que visam o lucro futuramente.

Projetar vendas, elaborar estratégias e cuidar do dia a dia da organização garante ao empresário manter-se no mercado, tão competitivo atualmente. Em toda empresa existem saídas e entradas financeiras, patrimoniais ou fiscais, por isso, o documento atua como o raio-x elencando os gastos e recebimentos em períodos diferentes.

Outro passo importante é o acompanhamento do balancete de forma periódica. Assim, o gestor poderá visualizar com maior precisão como está o seu negócio, podendo gerenciar e tomar decisões de maneira mais eficiente e, ainda, extrair informações para definir o regime tributário a ser adotado.

Débito e crédito

O débito é algo que a pessoa deve, podendo ser sinônimo de “dívida”. No caso dos cartões e formas de pagamento, débito é um valor cobrado e retirado da conta do portador do dinheiro.

Já o crédito é quando existe a transferência de determinada quantia para um sujeito, sendo o cartão de crédito uma das formas de o valor ser utilizado.

Débito Crédito
Definição Dívida, algo devido por um indivíduo. No caso de cartões e formas de pagamento atuais, também significa um valor retirado da conta do portador do dinheiro imediatamente no ato de uma compra ou ao pagar um serviço. Confiança depositada a alguém; caso esta confiança seja fornecida através da disponibilização de uma quantia monetária, o valor em questão é designado como “crédito”.
Exemplos Comprar um celular com o pagamento do valor total através de um cartão bancário: débito feito na conta do portador; cliente ficar devendo para o banco por ter utilizado o cheque especial: indivíduo está “em débito”. Cartão de crédito, empréstimo consignado, crédito habitacional, crédito estudantil, crédito de apoio a empresas, financiamento de capital de giro, Leasing para pessoa jurídica, etc.

O que é débito?

Se falarmos no sentido de origem da palavra, o débito é uma dívida contraída por alguém. Mas há também o significado trazido pela forma de pagamento, em que uma quantia é cobrada automaticamente da conta bancária de um indivíduo.

Logo, caso o sujeito abra uma conta e deposite dinheiro nela, a quantia ficará disponível para ser debitada ao fazer uma compra ou pagar um serviço.

Assim, pode fazer a aquisição de bens sendo cobrado diretamente na conta bancária.

No entanto, caso fique devendo para a instituição financeira, estará “em débito”. Ou seja, será cobrado por um dinheiro já utilizado e que a conta não tinha fundos.

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Exemplos de débito

  • Uma pessoa decidiu economizar tudo o que podia e conseguiu juntar a quantia de R$ 50 mil para comprar um carro no mesmo valor. Ao efetuar a compra à vista, ele estará utilizando um débito para fazer o pagamento.
  • Ao fazer compras no supermercado, em um total de R$ 150, o indivíduo, que tinha R$ 500 na sua conta, faz um débito com o seu cartão. No caso, como o dinheiro não precisou ser confiado a ele por um banco, pois já contava com a quantia. Então é efetuado um débito.
  • Se alguém emprestou do banco R$ 1 mil (sendo esse valor caracterizado como um “crédito”), mas não efetuou o pagamento das parcelas ou do total devido, o cliente estará “em débito” com a instituição. Isto é, em dívida.

O que é crédito?

Na origem da palavra, um crédito significa uma confiança depositada em algo ou alguém. Nesse sentido, se ao sujeito for confiada uma quantia de dinheiro, está recebendo um “crédito” da instituição em que fez o pedido.

No mercado financeiro, o crédito também diz respeito a uma transação. É quando o dinheiro disponibilizado através do crédito (confiança) pode ser gasto. Uma vez que o indivíduo creditado se compromete em arcar com os custos da compra, e de possíveis juros, sem precisar ter o dinheiro no momento.

Nos tempos atuais, ao fazer o pedido de crédito, várias consonantes são avaliadas. Afinal, tudo será negociado na base da confiança. A instituição bancária ou financeira que fornecer o crédito espera o ressarcimento total, ou superior, do dinheiro disponibilizado.

Para deixar a diferença esclarecida, um crédito é a origem do dinheiro a ser utilizado, caso tenha sido contraído na base da confiança. Um débito, além de significar “dívida”, é a utilização do dinheiro em poder do comprador.

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Exemplos de crédito

Para que o consumidor possa ter uma quantia de dinheiro disponível em um momento que necessita, os bancos brasileiros disponibilizam diversos tipos de crédito.

Alguns são destinados para compras imediatas, que não possuem valores altos e são feitas no dia a dia. Outros são para compras de maior valor aquisitivo. Estas podem levar anos para que o solicitante pague o débito com a instituição financeira, como é o caso do crédito habitacional ou estudantil.

Entre os tipos de crédito mais comuns, estão:

Cartão

Quem possui um cartão de crédito está condicionado a um limite imposto pelo banco, sendo este limite firmado no momento em que o contrato com a instituição financeira é assinado. A quantia disponibilizada é chamada de “plafond”.

Sobre o limite de crédito, o banco irá fazer uma análise minuciosa da vida do requerente. Lembre-se que um crédito financeiro é fornecido na base da confiança. Por isso, os bancos seguem padrões rigorosos na hora de decidir disponibilizar uma quantia de dinheiro a alguém.

Para isso, serão observados o salário, gastos com moradia ou outras contas que vier a ter. Além do seu perfil de consumo (se gasta muito ou pouco e com o que gasta o próprio dinheiro).

Outro ponto verificado é se o solicitante possui dívidas em atraso em outra instituição financeira, sendo um ponto-chave para que o crédito seja aprovado.

Os cartões são muito práticos no cotidiano. Dependendo do dia em que efetuar uma compra, é possível ter um prazo de até 40 dias para poder fazer o pagamento. No entanto, por contar com juros muito altos, ter um cartão de crédito e usá-lo indiscriminadamente pode acarretar na contração de dívidas.

Renegociação de dívidas

Caso precise recorrer a um crédito para renegociação de dívidas, é bom o consumidor ficar atento! É a hora de fazer um balanço da sua vida econômica. Isto para evitar cair em um ciclo vicioso, que tende a piorar se o devedor não se reeducar financeiramente.

Como funciona o crédito para renegociação de dívidas?

Se um indivíduo tem muitas contas e atrasou os pagamentos, fazendo os juros aumentarem o valor devido, o crédito serve para quitar esses débitos.

Desta maneira, o solicitante passa a contar com apenas uma dívida a pagar, sendo o crédito que financiou o pagamento das dívidas contraídas anteriormente. Assim, um indivíduo pode recondicionar os débitos a uma nova modalidade de pagamento.

Pode parecer confuso adquirir uma dívida para pagar dívidas. Mas em muitos casos os juros cobrados pela instituição financeira podem ser mais baixos que os cobrados nas dívidas de origem.

Empréstimo consignado

  • O crédito ou empréstimo consignado é muito conhecido entre servidores públicos, aposentados ou pensionistas do INSS.
  • Por estarem em uma posição de estabilidade, as instituições financeiras assumem que os solicitantes deste tipo de crédito terão dinheiro para arcar com o compromisso.
  • Isto é, uma vez feito o empréstimo consignado, o pagamento das prestações é debitado diretamente da folha de pagamento do solicitante.

Com parcelas a serem descontadas do salário do devedor, os juros podem ser menores.

Os bancos estão garantidos de que os pagamentos serão feitos assim que o devedor receber o salário.

Entretanto, há um limite para o valor do crédito (empréstimo) a ser liberado para o requerente. O dinheiro não pode ultrapassar 30% do salário, sendo disponibilizado ainda mais 5% para o caso de o solicitante querer ter um cartão de crédito consignado. A fatura também é descontada da folha de pagamento.

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Outros tipos de crédito

Além dos citados acima, há ainda diversos tipos de crédito à disposição no mercado financeiro. Claro, tudo isso condicionado à avaliação do quão confiável o indivíduo é no que diz respeito à quitação de suas dívidas.

Caso queira comprar um imóvel ou reformar a residência, há o crédito habitacional (imobiliário). Para financiar o pagamento de cursos de nível superior, há o crédito estudantil. Existe até mesmo crédito para viagens e intercâmbios!

Para empresas, há o crédito de apoio, que serve tanto para abrir um negócio ou ajudar a organização a quitar dívidas. Além disso, existe ainda o financiamento do capital de giro, para alimentar o fluxo do caixa de uma empresa.

Existem ainda várias outras opções para pessoas jurídicas ou físicas, atendendo as mais diversas necessidades financeiras atuais. Muitos bancos contam até mesmo com créditos personalizados. Assim, cada indivíduo pode ter um tipo de crédito que caiba no bolso e sirva para determinada compra ou débito.

Débito e crédito na contabilidade

No âmbito da contabilidade, o débito acontece quando é feita a aplicação de um recurso. Assim, em uma tabela contábil, é a anotação feita na coluna Débito, a fim de aumentar o valor de uma conta se for um bem ou um direito. Se a conta for uma obrigação, a anotação serve para diminuir o seu valor.

Logo, o Crédito serve para o propósito contrário. O termo também aparece como uma coluna em uma tabela de contabilidade, onde é feito o registro em uma conta. Este serve para aumentar o seu valor caso seja uma obrigação, e diminuir caso se trate de bens ou direitos.

Para clarificar: uma conta no ramo contabilístico representa bens, direitos e obrigações, sendo parte do patrimônio de uma organização.

Uma conta traz ainda informações sobre receitas e despesas da empresa e pode ser classificada como:

  • Ativo;
  • Passivo;
  • Patrimônio e/ou capital próprio;
  • Custo;
  • Rendimento.

Veja também a diferença entre:

Débito e Crédito

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As palavras Débito e Crédito, na linguagem contábil, têm significados muito diferentes daqueles que têm na linguagem cotidiana.

É errado associar o débito e o crédito da contabilidade, com “subtração” e “adição” do financeiro. O correto é associá-los aos termos Destino e Origem, respectivamente.

Como Saber Quando Debitar Ou Creditar?

  • Debitar significa anotar na coluna do Débito de uma conta, para aumentar o seu valor (se a conta representa um Bem ou um Direito), ou para diminuir seu valor (se a conta representa uma obrigação).
  • Creditar significa registrar uma importância na coluna de Crédito de uma conta, para aumentar seu valor (se a conta representa uma obrigação), ou para diminuir seu valor (se a conta representa um Bem ou Direito).
  • Há duas formas de os lançamentos débito e crédito serem feitos:
  • D- Estoque
    C- Bancos
  • ou
  • Estoque
    a Bancos

No primeiro caso, “D” e “C” significam débito e crédito, respectivamente. Já no segundo caso, o “a” sinaliza crédito, sem a necessidade de colocar a letra “D” antes da conta Estoque. Tem-se por mais usada a primeira opção.

Débito é a aplicação de recurso, enquanto Crédito é a origem do recurso aplicado. Ou seja, quando um contador faz um lançamento a débito em uma conta, significa que o dinheiro, o bem ou o serviço destina-se àquela conta. Agora, quando ele faz um lançamento a crédito em uma conta, significa que o dinheiro, o bem ou o serviço teve origem naquela conta.

Por exemplo: Uma empresa comprou um terreno do valor de $80.000,00. Para pagar à vista, foi usado o dinheiro disponível no caixa da empresa. Lançamos o registro destas duas contas da seguinte forma:

D- Imóveis (O terreno teve destino na conta em questão, já que faz parte dos imóveis da empresa.) C- Caixa (O lançamento teve origem na conta Caixa, já que foi pago à vista com o dinheiro da empresa.)

Se uma conta recebe algo ou assume o compromisso de entregar algo, é debitada. Se uma conta entrega algo ou adquire o direito de receber algo, é creditada.

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OBS.: Para corrigir um erro em um lançamento contábil, não se usa borracha ou corretivo. Para corrigi-lo, faz-se o registro contrário. Um débito anula um crédito e vice-versa (operação conhecida como estorno).

Pode-se usar para corrigir os erros em geral (inversão das contas, lançamentos em duplicidade, omissão de lançamentos, erro no valor, etc.

) vários tipos de métodos, como por exemplo, estorno do lançamento, lançamento retificativo, lançamento complementar e ressalva por profissional qualificado. Para entender melhor esse assunto, clique aqui.

Como referenciar: “Débito e Crédito” em Só Contabilidade. Virtuous Tecnologia da Informação, 2007-2021. Consultado em 24/04/2021 às 01:08. Disponível na Internet em http://www.socontabilidade.com.br/conteudo/deb_cred.php

Débito e Crédito na Linguagem Contábil – Conteúdo Contábil, Fiscal e Trabalhista

As palavras Débito e Crédito, na linguagem contábil, têm significados muito diferentes daqueles que têm na linguagem cotidiana.

É errado associar o débito e o crédito da contabilidade, com “subtração” e “adição” do financeiro. O correto é associá-los aos termos Destino e Origem, respectivamente.

Debitar significa anotar na coluna do Débito de uma conta, para aumentar o seu valor (se a conta representa um Bem ou um Direito), ou para diminuir seu valor (se a conta representa uma obrigação).

Creditar significa registrar uma importância na coluna de Crédito de uma conta, para aumentar seu valor (se a conta representa uma obrigação), ou para diminuir seu valor (se a conta representa um Bem ou Direito).

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Mecanismo de Débito e Crédito na Contabilidade

Como controlar separadamente o movimento de todas as contas?

Por meio do razão (razonete); também denominado gráfico ou conta em T. Através dele serão feitos os registros individuais por conta. Ele foi criado para ser um recurso que ajuda o entendimento da mecânica dos lançamentos contábeis.

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Razonete

No lado esquerdo do razonete são lançados os débitos (saldos devedores) e no lado direito são lançados os créditos (saldos credores), ficando o nome da conta na parte de cima do T.

Exemplo:

Lançamento: Compra de Veículos no valor de R$ 80.000,00, à vista, via banco.

No livro diário: D- Veículos……….. R$ 80.000,00

C- Banco………….. R$ 80.000,00

  • No livro razão (razonetes):
  • Como Saber Quando Debitar Ou Creditar?

No razonete da conta Veículos, o valor foi debitado (lado esquerdo) pois gerou um aumento no ativo (bens e direitos) da empresa. Já no razonete da conta Bancos, o valor foi creditado (lado direito) pois gerou uma diminuição de ativo (diminuiu o valor disponível da conta).

Se você quer aprofundar um pouco mais sobre a iniciação contábil, você pode assistir gratuitamente o curso de Iniciação Contábil ou se você já ter um bom conhecimento e quer estudar em um nível mais avançado, você pode assistir gratuitamente também o curso de Formação Analista Contábil.

Abaixo, confira um trecho do curso de Iniciação Contábil:

Coluna Futuro Fiscal: Lançamento Contábil

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  • Tudo bem com vocês?
  • Espero que tudo esteja conforme o desejado e planejado.
  • Não esqueçam: ESTUDAR VALE A PENA.
  • Neste material, tratarei sobre os lançamentos contábeis conforme a TEORIA CLAUDIANA.
  • Lançamento contábil

A escrituração representa como a empresa registrará os fatos contábeis que de alguma forma alteraram a sua situação patrimonial, qualitativa ou quantitativamente. O registro das transações, segundo o CFC, é obrigatório.

  1. A escrituração deverá ser feita de forma clara e individualizada, obedecendo rigorosamente à ordem cronológica das operações realizadas nos livros: diário e razão.
  2. A escrituração consiste no registro dos fatos contábeis feito nos livros contábeis, respeitando o método de partidas dobradas por meio dos lançamentos contábeis.
  3. O lançamento contábil deve ser feito em forma contábil e representa a ferramenta que a empresa possui para registrar todos os seus fatos contábeis; esses lançamentos deverão ser efetuados no livro diário da empresa, sendo o saldo das contas transcrito no livro razão.
  4. No processo de lançamento contábil, é empregado o princípio das partidas dobradas (escrita em forma contábil), que determina que o total debitado deve ser igual ao valor creditado, em uma ou mais contas, ou seja, para cada débito, existirá um crédito correspondente.
  5. Na escrituração contábil aceita pela legislação brasileira, existem dois grandes grupos de contas, a saber:
  6. Contas patrimoniais – são as contas que representam e identificam os bens, direitos, obrigações e o patrimônio líquido da empresa.

Ativo – Contas com saldo devedor, aumentam com débito e diminuem com crédito.
Passivo – Contas com saldo credor, aumentam com crédito e diminuem com débito.
Patrimônio Líquido – Contas com saldo credor, aumentam com crédito e diminuem com débito.
Redutoras do ativo – Contas com saldo credor, aumentam por crédito e diminuem por débito.

  • Redutoras do passivo/PL – Contas com saldo devedor, aumentam com débito e diminuem com crédito.
  • Contas de resultado – são as contas que registram as receitas e despesas da entidade.

Receitas – Contas com saldo credor, aumentam com crédito e diminuem com débito.
Despesas – Contas com saldo devedor, aumentam com débito e diminuem com crédito.

  1. IMPORTANTE
  2. Quando for efetuado um lançamento contábil, deve ser analisada qual conta será debitada e qual conta será creditada, levando em consideração a natureza do saldo das contas envolvidas, ou seja, o que define o registro “a débito ou a crédito” de uma conta é a identificação da natureza da conta.
  3. Partindo do conhecimento da natureza das contas, podemos entender que as contas do ativo e as contas de despesas (são aplicações) serão “debitadas” quando representarem um aumento de seus valores e “creditadas” quando o fato diminuir o seu saldo.
  4. Já as contas do passivo e as contas de receitas (são origens) serão “creditadas” quando representarem aumento do seu saldo e “debitadas” quando o fato diminuir o saldo contábil.
  5. Lançamento contábil é a denominação que se dá ao registro de um fato contábil no Livro Diário, obedecendo às exigências técnicas e aos princípios ditados pelo método de partidas dobradas.
  6. Ao efetuar um lançamento, o contador deverá respeitar algumas orientações da escrita contábil; dentre elas, está a composição dos elementos obrigatórios no registro, que são os seguintes itens:
  7. a) data do registro contábil, ou seja, a data em que o fato contábil ocorreu;
    b) conta devedora;
    c)  conta credora;
    d) histórico que represente a essência econômica da transação ou o código de histórico padronizado, baseado, nesse caso, em tabela auxiliar inclusa em livro próprio;
    e) valor do registro contábil;
  8. f) informação que permita identificar, de forma unívoca, todos os registros que integram um mesmo lançamento contábil.
  9. Além das informações acima, é importante destacar que o registro contábil deve conter o número de identificação do lançamento em ordem sequencial relacionado ao respectivo documento de origem externa ou interna ou, na sua falta, em elementos que comprovem ou evidenciem fatos contábeis.
  10. Exemplo de lançamento:
  11. Brasília – DF, 30 de dezembro de 2017. (513)

D – Caixa 1.000,00
C – Banco conta movimento 1.000,00

Histórico: saque de R$ 1.000,00 da conta banco e aplicado na conta caixa da empresa.

Observações:
Primeiro, há a conta que está sendo debitada, a aplicação do recurso.
O número 513 é a identificação do lançamento, assim, é possível conferir os valores lançados no diário com os registros no livro razão.
O total debitado deve ser igual ao total creditado.

  • O histórico deve identificar o que ocorreu no fato e pode conter siglas ou códigos.
  • GUARDEM

No lançamento contábil, para identificar a conta que está sendo creditada, é incluída a preposição “a” na sua frente. Dessa forma, quando, em um lançamento contábil, a conta estiver precedida da preposição “a”, quer dizer que aquela conta está sendo creditada. Por exemplo:

  1. Caixa
    “a” Banco conta movimento
    Histórico: Saque bancário
  2. Estoques – mercadoria
    “a” caixa
    Histórico: Compra de mercadoria a vista
  3. Como vimos anteriormente, cada conta tem uma natureza em relação à entidade, e essa natureza será a base para o registro do lançamento, conforme quadro abaixo:
  4. Gráfico ilustrativo do Método de Partidas Dobradas

como saber quando debitar ou creditar num razonete

RD Resoluções

Há mais de um mês

Para responder esta pergunta devemos colocar em prática o nosso conhecimento sobre Contabilidade.Para o cálculo de Demonstrativo de Resultado do Exercício (DRE), deve-se conhecer os conceitos de razonete, e Balanço Patrimonial.

O razonete trata-se de uma ferramenta da contabilidade que consiste em um gráfico na forma de T onde são feitos registro individuais por conta. Seu formato auxilia no entendimento dos lançamentos contábeis. No lado esquerdo do razonete constam os débitos e no lado direito os créditos. A figura abaixo apresenta um exemplo de razonete.

Formato de um razonete. Fonte: . Acesso 10 mai. 2019.

Ademais, o Balanço Patrimonial é a demonstração contábil que exibe a situação da empresa com relação a seu patrimônio em sua data de emissão. O mesmo contempla os bens e direitos da empresa (ativos) e suas obrigações (passivos). O Balanço Patrimonial é um constituinte do DRE, sendo que a agregação do primeiro ao longo do ano constitui o último.

Por sua vez, o Demonstrativo de Resultado do Exercício, abreviado como DRE, expressa a situação contábil, em relação apenas ao ano de referência.

Com tais conceitos em mente, basta aplicar os dados do problema.

Para responder esta pergunta devemos colocar em prática o nosso conhecimento sobre Contabilidade.Para o cálculo de Demonstrativo de Resultado do Exercício (DRE), deve-se conhecer os conceitos de razonete, e Balanço Patrimonial.

O razonete trata-se de uma ferramenta da contabilidade que consiste em um gráfico na forma de T onde são feitos registro individuais por conta. Seu formato auxilia no entendimento dos lançamentos contábeis. No lado esquerdo do razonete constam os débitos e no lado direito os créditos. A figura abaixo apresenta um exemplo de razonete.

Formato de um razonete. Fonte: . Acesso 10 mai. 2019.

Ademais, o Balanço Patrimonial é a demonstração contábil que exibe a situação da empresa com relação a seu patrimônio em sua data de emissão. O mesmo contempla os bens e direitos da empresa (ativos) e suas obrigações (passivos). O Balanço Patrimonial é um constituinte do DRE, sendo que a agregação do primeiro ao longo do ano constitui o último.

Por sua vez, o Demonstrativo de Resultado do Exercício, abreviado como DRE, expressa a situação contábil, em relação apenas ao ano de referência.

Com tais conceitos em mente, basta aplicar os dados do problema.

Alexandre Guerreiro

Há mais de um mês

QUANDO AUMENTA  A CONTA DO ATIVO  = DEBITA  LADO DIREITO                                                                     QUANDO DIMINUI= CREDITA LADO ESQUERDO

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas

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