Como Saber Quando Acaba Contrato Vodafone?

Para já é apenas um apelo às operadoras. A ANACOM não pode legalmente fazer mais do que isso. Mas já enviou uma proposta de legislação para o governo para que passe a ser obrigatório o que estão a pedir “simpaticamente” à MEO, NOS, Vodafone e NOWO.

Basicamente, a ANACOM quer que sempre que um cliente particular ou empresarial prove que está desempregado ou que perdeu rendimentos (tal como o governo apoiou com as moratórias do crédito à habitação dos bancos) ele possa rescindir o contrato ou reduzir os serviços sem qualquer penalização. Como sabemos, essa penalização por quebra do período de fidelização pode chegar às várias centenas de euros.

Como Saber Quando Acaba Contrato Vodafone?

Imagine a situação de um cabeleireiro ou restaurante que vai ficar fechado 3 meses. Vai ter de continuar a pagar um pacote de TV NET VOZ sem que ninguém o use. Ou um desempregado que precisa de todos os cêntimos para sustentar a família vai ter de continuar a pagar uma mensalidade de um serviço que ANTES podia perfeitamente pagar e que estava nas suas possibilidades.

A ANACOM acaba de emitir um comunicado em que recomenda às operadoras que em situações de desemprego ou quebra de rendimento devem permitir e redução dos contratos, flexibilizando a denúncia ou a alteração contratual.

Como Saber Quando Acaba Contrato Vodafone?

Vou colocar aqui na íntegra o comunicado. Se eu fosse a vocês não esperava um segundo. Fazia já o pedido por escrito citando este comunicado (podem fazer copy/paste) e solicitando o que pretendem e aguardam a resposta.

Atenção que eles não são obrigado a aceitar, mas depois com a resposta negativa enviam para a Anacom e colocam no livro de reclamações eletrónico para memória futura das operadoras que foram sensíveis à vossa situação ou não.

Claro que têm de provar que estão desempregados, em layoff ou com quebra de rendimentos. Não é alguém armar-se em “Chico-esperto” para se livrar do contrato para fazer um ao lado só porque lhe apetece. Sejamos responsáveis.

Como Saber Quando Acaba Contrato Vodafone?

  • A ANACOM tem vindo a ser confrontada com um número crescente de pedidos de informação (estes aumentaram 70% em março face ao período homólogo) e de queixas da parte dos consumidores que, por estarem em situação de desemprego ou quebra de rendimento na sequência da atual situação pandémica, pretendem cancelar ou alterar os seus contratos junto dos operadores de telecomunicações.
  • A análise preliminar das reclamações permite também concluir que, após o início do estado de emergência, um dos principais motivos de reclamação no âmbito das comunicações eletrónicas diz respeito precisamente ao cancelamento de serviços.
  • Em face disso, a ANACOM recomenda aos operadores de telecomunicações que, desde já, flexibilizem as regras de denúncia ou redução dos contratos com períodos de fidelização.

O objetivo é que os consumidores e as micro e pequenas empresas em dificuldades económicas decorrentes da atual situação pandémica do COVID-19 se possam desvincular dos contratos sem que lhes sejam cobrados os encargos associados à fidelização ou que possam reduzir o seu contrato, passando a ter um serviço mais simples, mas mais barato, e a cujo pagamento possam fazer face, numa altura em que se debatem com uma acentuada perda de rendimento. A ANACOM apresenta no Portal do Consumidor (www.anacom-consumidor.pt) as situações em que o consumidor pode cancelar um contrato sem ter de pagar uma penalização.

(NOTA MINHA: Tem esse documento da ANACOM no final deste artigo. Essas condições pode aplicar JÁ, não tem de esperar por leis do governo. Já fiz até um Contas-poupança sobre esse artigo 437 da Lei. Pode rever essa reportagem aqui).

Para reforçar a proteção dos consumidores, a ANACOM propôs ao Governo a criação de um regime legal, excecional e temporário, que consagre regras mais flexíveis em matéria de denúncia e redução de contratos com períodos de fidelização.

Pretende-se que, em caso de denúncia do contrato, os prestadores não possam exigir aos consumidores o pagamento de quaisquer encargos relacionados com o incumprimento do período de fidelização, até 6 meses após o fim do período de exceção. Em alternativa, os clientes poderão optar pela redução do contrato, devendo as empresas aceitar essa redução, no quadro das ofertas que tenham disponíveis, não havendo, nesse caso, renovação do período de fidelização.

A ANACOM entende que estas condições também deverão ser aplicadas às micro e pequenas empresas que tenham cessado a sua atividade ou que tenham registado uma quebra de faturação, para as quais a conetividade é essencial para manterem a atividade produtiva, bem como às organizações sem fins lucrativos que tenham encerrado ou sofrido quebras de rendimentos durante o período de exceção.

Prevenção da interrupção de serviços de comunicações eletrónicas por falta de pagamento

  1. No entender da ANACOM, sendo os serviços de comunicações eletrónicas serviços públicos essenciais, é importante assegurar que os prestadores não poderão, por sua iniciativa, suspender ou desativar os serviços aos clientes, incluindo por falta de pagamento, enquanto se mantiver a situação de exceção associada à COVID-19.

  2. A não suspensão nem desativação de serviços mesmo em caso de falta de pagamento é, no contexto atual, útil e potencialmente vantajosa para os assinantes, permitindo-lhes manter o acesso a serviços essenciais, em especial num contexto de emergência nacional em que vigora um dever geral de recolhimento domiciliário para a generalidade dos cidadãos, e em que um número relevante de cidadãos será confrontado com uma redução dos respetivos rendimentos e poderá ter maior dificuldade em fazer face às suas despesas.
  3. Adicionalmente, será importante que os cidadãos obrigados a um dever especial de proteção, como é o caso dos maiores de 70 anos, possam evitar deslocações fora dos seus domicílios destinadas a proceder ao pagamento de serviços, dessa forma diminuindo a sua exposição ao risco de contágio pelo vírus SARS-Cov2.
  4. Assim, para a ANACOM é essencial consagrar legalmente um conjunto de medidas que assegurem que, mesmo nos casos de falta de pagamento da fatura ou de carregamento do saldo, em situações comprovadas de desemprego do consumidor ou de perdas significativas de rendimento do respetivo agregado familiar, as pessoas continuem a usufruir de serviços que lhes permitam trabalhar, ter aulas ou manter o contacto social à distância.
  5. Esta proposta tem também em consideração o facto de não ser admitida, no quadro legal em vigor, a manutenção dos serviços nos casos de falta de pagamento das faturas ou carregamento de saldos, mesmo existindo disponibilidade dos operadores para tal situação.

Isenção de juros de mora e outras penalizações e alívio na regularização de dívidas

Na proposta que entregou ao Governo, a ANACOM defende que os prestadores de serviços não possam cobrar juros de mora ou outras penalizações previstas nos contratos por atrasos no pagamento ou no carregamento de saldos.

Considera ainda que, quando os clientes não paguem as faturas ou façam o carregamento de saldos no prazo previsto no contrato, os prestadores os devem informar sobre o montante em dívida e sobre o facto de, excecionalmente, os serviços não serem suspensos nem desativados por falta de pagamento ou de carregamento durante o período de exceção.

As empresas deverão informar os clientes sobre as condições em que podem regularizar o valor em dívida e os meios disponíveis para realizar o pagamento, com especial enfoque naqueles que o permitam fazer a partir de casa.

A ANACOM propõe ainda que as dívidas acumuladas durante o período de exceção possam ser pagas em prestações, cujo pagamento começará 6 meses após o fim deste período, e que não possam ser impostas prestações de valor superior a metade da mensalidade dos serviços contratados, salvo acordo expresso do assinante.

Regime legal excecional e temporário

  • No entender da ANACOM, o regime legal excecional, nas diversas dimensões propostas, será temporário, devendo vigorar durante o período de exceção que decorre entre a data de declaração do estado de emergência e a data de cessação das medidas de prevenção, contenção, mitigação e tratamento da situação de pandemia nos termos determinados pela autoridade nacional de saúde pública.
  • Assinale-se que já depois da ANACOM ter apresentado a sua proposta ao Governo, esta Autoridade teve conhecimento de um conjunto de preocupações da DECO sobre esta matéria, e da existência de iniciativas de apreciação e de alteração legislativa em discussão na Assembleia da República.
  • A ANACOM continuará atenta à evolução da situação, para o que vai proceder a um reforço da monitorização, e reserva-se o direito de tomar medidas ou fazer novas propostas sempre que tal se mostre necessário.
  • Fim do comunicado da ANACOM

Como Saber Quando Acaba Contrato Vodafone?

Este documento está na página da ANACOM e serve de base para todas as suas negociações com a sua operadora, seja ela qual for. Guarde isto para quando precisar.

Há casos em que pode terminar um contrato de serviços de comunicações eletrónicas com período de fidelização sem ter de pagar uma penalização. Conheça-os e saiba o que fazer se não chegar a um acordo com o operador.

Contratos à distância:

quando faz um contrato porta a porta ou através da Internet o operador tem que o informar que tem 14 dias seguidos para desistir do contrato sem ter de justificar a razão e sem ter de pagar quaisquer custos.

Se o operador não o informar deste prazo, ele passa para 12 meses.

Para desistir do contrato, basta preencher o formulário que lhe foi entregue no momento da celebração do contrato, ou fazer chegar essa intenção ao operador por outro meio.

Cabe ao consumidor provar que enviou o pedido de desistência do contrato dentro do prazo, pelo que recomendamos que o pedido seja enviado por escrito e que guarde o comprovativo.

Alteração das condições contratuais por iniciativa do operador:

o seu operador pode alterar as condições do seu contrato (preços, os serviços fornecidos, as condições de pagamento, etc.

), mas para fazê-lo tem que avisá-lo, comunicando-lhe o que vai ser alterado por escrito com pelo menos 30 dias de antecedência. Se essas alterações não forem objetivamente mais favoráveis para si (ex.

: aumento de preços) e não concordar com elas poderá rescindir o contrato sem penalizações, mesmo que esteja fidelizado.

Incumprimento do contrato por parte operador:

se, por exemplo, contratou 100 canais e tem 98, ou 1000 minutos e tem 900, etc. pode pedir o cancelamento do contrato e pode mesmo ter direito a uma indemnização se isso estiver previsto no contrato e se provar que o contrato não está a ser cumprido.

Se se tratar de um pacote de serviços e houver incumprimento apenas num deles, pode cancelar todo o pacote, desde que demonstre que sem aquele serviço não teria contratado aquele pacote e se a impossibilidade de prestar o serviço é da responsabilidade do operador.

Nestes casos pode cancelar o contrato ou exigir o cumprimento que for possível reduzindo a sua contraprestação.

Desemprego, emigração ou alteração de morada:

Nestes casos estamos perante uma alteração anormal das circunstâncias que estiveram na base da decisão de contratar, o que nos termos da lei civil poderá dar lugar ao cancelamento do contrato (artigo 437.º, n.º1 do Código Civil). Nestes casos o cliente terá que contactar o operador para negociar uma solução para o seu caso.

Leia também:  Como É Que O Youtube Paga?

A análise é sempre feita caso a caso e será exigido que prove a situação de desemprego, emigração, etc.  Na alteração de morada, ocorre a mesma situação. No entanto, pode dar-se o caso de querer manter o serviço com o mesmo operador, na nova morada.

Nestes casos, tenha em atenção, que o operador pode cobrar-lhe custos pela instalação do serviço na nova morada e/ou pode fazer-lhe ofertas promocionais que levem a uma fidelização.

Óbito do titular do contrato:

nestes casos, o falecimento do titular provoca a caducidade do contrato, nos termos da lei civil. A caducidade produz efeitos a partir do momento em que o óbito é comunicado ao prestador. Nestas situações quem sobrevive ao titular do contrato deve informar o operador do óbito e apresentar a respetiva certidão.

Com exceção das alterações das condições contratuais, matéria que cabe à ANACOM fiscalizar, as outras situações decorrem da lei geral.

Caso se encontre em alguma das situações acima mencionadas, e não chegue a um acordo com o seu operador, recorra aos centros de arbitragem de conflitos de consumo ou aos Julgados de Paz.

Para pedir o cancelamento do contrato é preciso preencher o formulário, se for na loja, e apresentar o cartão de cidadão. Se for por email ou por telefone, ou internet, basta informar que quer cancelar o contrato.

O operador poderá exigir a apresentação do documento de identificação do titular do contrato.

Caso não queira enviar cópia do cartão do cidadão, é ao operador que cabe criar procedimentos que o permitam identificar como cliente.

Se for um terceiro a tratar do cancelamento tem que entregar formulário ou um pedido assinado pelo titular do contrato e exibir o original do cartão de cidadão do titular, se não quiser enviar cópia.

Fim do documento da ANACOM

Como Saber Quando Acaba Contrato Vodafone?

Em resumo, se ainda não o fez, mexa-se. Todos os euros contam nestes meses que se avizinham. Corte tudo o que considerar supérfluo. Cancele ou reduza o que não precisa. Todo este dinheiro vai fazer-lhe falta mais à frente (se não for já). Use esta informação da ANACOM a seu favor. O não está sempre certo.

Como Saber Quando Acaba Contrato Vodafone?

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Como Saber Quando Acaba Contrato Vodafone?Como Saber Quando Acaba Contrato Vodafone?

Como rescindir o contrato com a operadora sem penalização?

Como Saber Quando Acaba Contrato Vodafone?

No passado mês de julho foi notícia a atualização de preços levada a cabo pelas operadoras portuguesas e a consequente medida tomada pela ANACOM que obrigou as mesmas a aceitarem rescisões contratuais sem quaisquer encargos para os clientes fidelizados. Mas sabia que, fora desta ocorrência, existem outras situações nas quais é possível rescindir o contrato com a operadora sem ter de pagar uma penalização?

A oferta do mercado português no que toca a serviços de telecomunicações é vasta. Embora sejam apenas quatro operadoras a dominar o panorama – Vodafone, MEO, NOS e Nowo -, existe uma infinidade de serviços (Internet, telemóvel, telefone fixo, canais normais e canais premium…) e até de pacotes (3P, 4P, 5P, com e sem fidelização…).

Para o consumidor pode tornar-se complicado escolher qual é o melhor para si e mais difícil ainda quando já dispõe de um pacote, encontra outro que considera melhor, deseja mudar e não consegue por ainda estar dentro do período de fidelização. É precisamente aqui que pode surgir a necessidade de rescindir o contrato com a operadora.

Em que consiste o período de fidelização?

Diz respeito ao tempo de duração do contrato durante o qual o cliente é “obrigado” a permanecer com os serviços da operadora em questão.

No mercado português, existem normalmente quatro opções para os consumidores: um contrato sem fidelização ou com fidelização a 6, 12 ou 24 meses.

Para quem está fidelizado, se quiser rescindir o contrato normalmente é necessário pagar uma indemnização à operadora. Mas nem sempre tal é obrigatório.

Descubra: Pacotes Triple-Play: diferença de preços com e sem fidelização

Desde logo, nos casos em que o contrato de telecomunicações tenha sido realizado à distância (através do telefone, pela Internet ou com um vendedor porta-a-porta), os consumidores dispõem de um prazo de 14 dias – a contar da celebração do contrato ou do dia em que ficou acordado verbalmente – para cancelar livremente os serviços sem quaisquer custos e sem precisarem de dar um motivo à operadora. Trata-se do chamado direito de livre resolução.

Só poderá invocar este direito e terminar o contrato sem quaisquer encargos se o mesmo tiver sido celebrado à distância, fora do estabelecimento comercial físico da operadora.

Se a operadora não tiver informado o consumidor, antes da celebração do contrato, sobre a existência do direito de livre resolução e as condições do seu exercício, então o prazo para poder rescindir o contrato com a operadora passa para 12 meses. Mas se esta entretanto comunicar, o prazo retorna para os tais 14 dias, desta vez a contar a partir do dia em que o consumidor recebeu essa informação.

Leia mais: Mudar de operadora: tudo o que deve saber

Para se fazer valer deste direito, deverá informar a operadora formalmente (ou seja, por escrito), dentro do período indicado. Note ainda que, normalmente, existe um formulário de rescisão que lhe deve ser entregue na altura em que assina o contrato. Se lhe entregaram este documento, deve preenchê-lo e enviar para a operadora em causa.

Segundo a ANACOM, a entidade responsável competente para fiscalizar o cumprimento destas regras é a ASAE (Autoridade de Segurança Alimentar e Económica). O Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, relativo aos direitos dos consumidores, explica o direito de livre resolução nos contratos de telecomunicações.

#2 – Incumprimento por parte da operadora

Se a operadora não assegurar parte ou a totalidade dos serviços que o cliente contratou, este pode rescindir o contrato com a operadora em questão sem ter de pagar uma penalização, pois trata-se de uma situação de incumprimento contratual.

Os consumidores podem ainda ter direito a uma indemnização se houver danos que sejam consequência desse incumprimento ou se esta possibilidade estiver prevista no contrato.

Note ainda que, se o contrato que possui é referente a um pacote (que inclui vários serviços – televisão, Internet, telefone e afins) e se o incumprimento da operadora se regista em apenas um ou dois serviços desse pacote (incumprimento parcial), o cancelamento total do contrato pode tornar-se mais complexo. Neste caso, o que o consumidor tem de fazer é demonstrar que sem os tais serviços nunca teria aderido a esse pacote.

De acordo com esta regra, é possível averiguar que, tal como foi noticiado no final de julho, os clientes que foram afetados pelo aumento dos tarifários levado a cabo pelas operadoras portuguesas nos últimos sete a nove meses têm direito a rescindir o contrato com a operadora sem penalização, mesmo estando dentro do período de fidelização.

Consoante o artigo 48º, nº 16 da Lei nº 15/2016, de 17 de junho (que veio reforçar a proteção dos consumidores nos contratos de prestação de serviços de comunicações eletrónicas com período de fidelização): Sempre que a empresa proceda por sua iniciativa a uma alteração de qualquer das condições contratuais referidas no n.

º 1, deve comunicar por escrito aos assinantes a proposta de alteração, por forma adequada, com uma antecedência mínima de 30 dias, devendo simultaneamente informar os assinantes do seu direito de rescindir o contrato sem qualquer encargo, no caso de não aceitação das novas condições, no prazo fixado no contrato, salvo nos casos em que as alterações sejam propostas exclusiva e objetivamente em benefício dos assinantes.

Neste caso específico, houve incumprimento porque, tal como estabelecido legalmente, os consumidores não foram informados deste aumento nem da possibilidade de rescindirem o seu contrato sem custos.

Saiba também: O que compensa mais: mudar de tarifário ou de operadora?

Em caso de falecimento de um consumidor, esta situação deve ser comunicada à operadora mediante a apresentação de uma certidão de óbito. Perante uma ocorrência como esta, o contrato caduca e faz sentido que não haja lugar à aplicação de uma penalização.  
Mas note que o contrato só caduca a partir do momento em que o óbito é comunicado à operadora, conforme o artigo 1175º do Código Civil.

#4 – Alteração de circunstâncias

Fora dos cenários acima assinalados, as situações que justificam rescindir o contrato com a operadora sem penalização têm de ser motivadas por uma alteração anormal de circunstâncias que impeça o consumidor de continuar a cumprir o contrato nos termos em que o mesmo foi acordado, nomeadamente:

  • Desemprego de um ou dos dois membros de um casal;
  • Emigração;
  • Mudança de morada.

Se for o caso, escolha um novo pacote

Perante um pedido para rescindir o contrato com a operadora, esta vai dar-lhe duas respostas: “não” ou “sim, mas tem de pagar uma indemnização”.

Em qualquer uma destas decisões, deve proceder com dois passos. Em primeiro lugar, leia atentamente o contrato e verifique se está sujeito a algum período de fidelização. De seguida, perceba quais são os documentos que precisa de reunir para o efeito e com que antecedência é que deve realizar o seu pedido.

Em segundo lugar, informe a operadora por escrito. Se a mesma lhe responder negativamente ao pedido de anulação, a primeira coisa a fazer é valer-se do artigo 437º do Código Civil, que estipula:

“1. Se as circunstâncias em que as partes fundaram a decisão de contratar tiverem sofrido uma alteração anormal, tem a parte lesada direito à resolução do contrato, ou à modificação dele segundo juízos de equidade, desde que a exigência das obrigações por ela assumidas afete gravemente os princípios da boa fé e não esteja coberta pelos riscos próprios do contrato.

2. Requerida a resolução, a parte contrária pode opor-se ao pedido, declarando aceitar a modificação do contrato nos termos do número anterior”.

Porém, é necessário que faça o pedido formal por escrito, seja através de carta registada ou por email, solicitando a rescisão, explicando as razões da mesma e apresentando provas dessas mesmas razões (em caso de desemprego, deverá ser o comprovativo de inscrição no Centro de Emprego; um contrato de trabalho no estrangeiro em caso de emigração; em caso de mudança de residência, uma declaração da empresa para onde vai trabalhar, etc.).

Ainda assim, e conforme o nº 2 do artigo acima, a operadora tem o direito de se opor ao seu pedido e, por conseguinte, recusar rescindir sem penalização ou até lhe poderá propor, em alternativa, um pacote que tenha um preço mais acessível.

Tenha atenção:

Quando assinar um contrato de telecomunicações, leia atentamente todos os pontos/alíneas. A partir do momento em que assinar o documento, estará a concordar com todas as condições que deste constam.

  • Mesmo antes de rescindir o contrato com a operadora por escrito é aconselhável que entre em contacto com a mesma para tentar negociar a melhor solução para si.
  • Note ainda que se o seu pedido for efetuado de forma correta, a operadora dispõe de cinco dias úteis para confirmar a receção por escrito e tem de informá-lo da data concreta em que o serviço será cancelado.
  • Em conclusão…
Leia também:  Como Mostar Que O Periodo Positivo Minimo Da Funçao?

São essencialmente quatro as situações em que é possível rescindir o contrato com a operadora sem penalização, ou seja, sem quaisquer custos para o cliente e ainda dentro do período de fidelização. Se estiver perante qualquer uma das circunstâncias mencionadas, informe devidamente a operadora, sempre por escrito, ou tente negociar uma melhor solução para si.

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A Vodafone esforça-se por apenas tratar e armazenar os seus dados durante o tempo estritamente necessário à prossecução das respetivas finalidades. Em determinadas circunstâncias, tem o direito de solicitar que apaguemos os seus dados pessoais.

Se considerar que estamos a conservar os seus dados durante mais tempo do que o necessário, deverá começar por verificar se o seu contrato com a Vodafone já terminou, o que pode ser feito junto do Serviço de Apoio ao Clientes, através do 800910256.

Se o contrato tiver já terminado, poderemos ainda, assim, ter fundamento legal para o tratamento de algumas categorias dos seus dados pessoais (para mais informações sobre os períodos de conservação, ver: Durante quanto tempo conservamos as suas informações pessoais).

Conheça os pacotes sem fidelização da Vodafone

Com os pacotes sem fidelização da Vodafone tem a vantagem de não ficar vinculado à rede, mas será que compensa? Fique a conhecer aqui todas características dos pacotes Vodafone sem fidelização.

Índice :

Pacotes Sem Fidelização Vodafone

  • Para quem não quer ficar “preso” a cláusulas contratuais e gosta de ter liberdade e poder de decisão, os pacotes sem fidelização Vodafone são a melhor aposta.
  • Pacotes sem fidelização Vodafone disponíveis para zonas com cobertura Vodafone Fibra.
  • Pacotes Vodafone sem fidelização disponíveis para zonas com cobertura de Fibra da Vodafone.
  • Desde agosto de 2016 que todas as operadoras de telecomunicações nacionais se viram obrigadas a disponibilizar pacotes com períodos de fidelização mais curtos ou mesmo sem fidelização.

As operadoras alteraram de imediato os seus pacotes, passando assim a oferecer a possibilidade de contratar pacotes de telecomunicações com outros períodos de fidelização. Estas são algumas das ofertas do catálogo sem fidelização da Vodafone.

Tenha em atenção os custos de ativação e instalação Se optar por um pacote sem fidelização Vodafone, tem que pagar os custos de instalação e ativação dos serviços: 150€ (instalação) + 120€ (ativação).

Esta é uma das grandes contrapartidas dos pacotes sem fidelização Vodafone. Neste artigo mostramos-lhe também quais as principais vantagens e desvantagens de ter um contrato Vodafone sem fidelização.

Internet da Vodafone sem fidelização

  1. Pacote com Vodafone net sem fidelização disponível para zonas com cobertura de fibra da Vodafone.
  2. Se tem interesse em ter um pacote só com internet Vodafone sem fidelização, então o mínimo de serviços que pode contratar é internet e telefone Vodafone.

  3. O valor deste pacote Vodafone com internet sem fidelização é mais elevado do que se contratar com um período de fidelização de 24 meses.
  4. Da mesma forma, por ser um serviço sem fidelização Vodafone, o cliente tem de pagar os respectivos custos de instalação e ativação.

  5. No tópico seguinte mostramos-lhe quais as vantagens e desvantagens associadas a um pacote de serviços Vodafone sem fidelização.

Quais as vantagens e desvantagens de ter um contrato Vodafone sem fidelização?

Vantagens e desvantagens de ter um contrato Vodafone sem fidelização

Vantagens Desvantagens
  • Possibilidade de cancelar o contrato Vodafone quando quiser
  • Não tem quaisquer custos de incumprimento por cancelar o contrato
  • Se quiser mudar de operadora, pode pedir a portabilidade sem incorrer em custos e penalizações contratuais
  • A mensalidade de um contrato Vodafone sem fidelização é mais elevada
  • O cliente paga a instalação e ativação do serviço (150€+120€)
  • Um contrato sem fidelização Vodafone não inclui ofertas de adesão
  • A maior vantagem de ter um contrato Vodafone sem fidelização é a possibilidade de cancelar o seu contrato e mudar de operadora de telecomunicações a qualquer momento, sem custo de rescisão de contrato.
  • Por outro lado, uma das maiores desvantagens de aderir a um pacote sem fidelização Vodafone é o facto de ter que pagar custos de instalação e ativação do serviço, que podem ascender a perto dos 300€.
  • Existem outros períodos de fidelização Vodafone para quem não quer um contrato de 24 meses, mas também não quer pagar elevados custos de instalação e ativação.
Períodos de Fidelização Vodafone e custos de instalação

Período de Fidelização Custos de Instalação Custos de Ativação
Sem fidelização 150€ 120€
6 meses de fidelização 0€ 75€
12 meses de fidelização 0€ 50€
24 meses de fidelização 0€ 0€

Na hora de aderir a um pacote, avalie os custos e veja o que é mais importante para si: fazer um contrato Vodafone sem fidelização ou ter mensalidades mais baixas e não ter custos com ativação e instalação do serviço.

Se está na dúvida, opte por um contrato com uma fidelização Vodafone de 6 ou 12 meses. Assim, não tem de pagar valores tão elevados de instalação e ativação de serviços.

  1. Nos pacotes Vodafone com fidelização de 24 meses, a operadora suporta os custos de instalação e ativação: significa que o cliente apenas só paga o valor da mensalidade do serviço.
  2. Além disso, tem também acesso a ofertas de adesão como oferta da HBO na Vodafone ou desconto na mensalidade.
  3. Antes de aderir a um Pacote Sem Fidelização da Vodafone, aconselhamos a que analise as suas necessidades e o seu orçamento mensal e anual.

Compensa mais aderir a um pacote com ou sem fidelização?

Quer aderir a um pacote de telecomunicações mas não sabe se deve fazer um contrato Vodafone sem fidelização ou com fidelização? Contacte-nos e ajudamo-lo a analisar todas as vantagens e desvantagens dos pacotes com e sem fidelização.

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Como posso saber quando termina o meu período de fidelização Vodafone?

Pode consultar a data de fim do seu período de fidelização Vodafone na área de cliente MyVodafone.

Pode consultar o estado do seu período de fidelização Vodafone na área de cliente. Basta seguir os passos que lhe indicamos de seguida:

  1. Entre na área de cliente My Vodafone
  2. Clique no menu “Meus Produtos e Serviços”
  3. “Informação Adicional”
  4. “Os meus contratos”
  5. Aqui vai encontrar o seu período de fidelização Vodafone e respectiva data de término.

Para saber mais sobre o período de fidelização Vodafone também pode entrar em contacto com o apoio ao cliente Vodafone para mais informações sobre as suas condições contratuais.

VODAFONE | Reclamação | Problema com fidelização

No passado mês de Março deste ano, dirigi-me à loja da Amadora, a fim de saber quando acabaria o meu contrato de fidelização com o serviço Tv/Net/Voz. Foi-me dito pelo colaborador que me atendeu que iria acabar no presente mês, e que o valor base da minha mensalidade iria subir para 32,90€.

Com a intenção de nao continuar com a Vodafone, mas ainda sem ter decidido para qual operadora iria mudar, decidi continuar com o serviço da Vodafone.
Perante a situação, o colaborador apresentou-me uma página para eu assinar, dizendo que teria de assiná-la para continuar com a Vodafone, desfidelizada e livre para mudar quando quisesse.

Assinei então, e o valor base da mensalidade subiu conforme combinado.
No mês de Agosto de 2017, decidi mudar de operadora (MEO), com o mesmo serviço de Tv/Net/Voz, por 32€.

No dia 29 de Agosto, fui contactada pela Vodafone porque alegadamente continuo fidelizada com a empresa por mais 24 meses a contar de Março deste ano, e a multa para desativar o serviço com entrega dos equipamentos seria 389€.

Dirigi-me então à loja da Amadora, a fim de esclarecer a situação e, ao expor o meu problema, deparo-me com uma cópia de um contrato assinado por mim (a página que eu assinei para continuar com a Vodafone, mas desfidelizada, como me foi dito), e é então que tenho acesso à totalidade do contrato, vendo então que de facto tenho uma fidelização de 24 meses a contar de Março. Expliquei ao gerente da loja que anteriormente apenas me foi apresentada a última página do contrato, e que não tive a oportunidade de verificá-lo na sua totalidade antes de assinar.
Perante isto, o gerente informou-me que a DECO é que exigia que a empresa fizesse este tipo de fidelizações.
Considero que houve má fé por parte do colaborador com quem falei em Março, pois não me apresentou todo o contrato e não me forneceu cópia do que assinei (a cópia só obtive dia 30 de Agosto e perante muita insistência da minha parte), e mais digo que se soubesse que estava fidelizada não estaria nesta situação agora. Se já honrei um contrato de 24 meses com a Vodafone em início em Março de 2015 até 2017, teria feito o mesmo agora, porque sei das consequências que incorrem ao não cumpri-lo.
A solução apresentada pelo senhor gerente da loja Vodafona da Amadora foi pagar a multa de 389€ e entregar os equipamentos.
A prova de que não tive acesso à totalidade do contrato e apenas à última página é o facto de, este para ser devidamente celebrado, deveria estar rubricado desde o incio e assinado no fim, o que não está.

  • Pretendo que esta segunda fidelização seja anulada, pois é notório na cópia que tenho do contrato que não o analisei na totalidade, pois para este ser devidamente celebrado era suposto estar rubricado e assinado, e não há qualquer rubrica na primeira página, apenas a assinatura na página que tive acesso. O colaborador agiu de má fé, ao não me dizer que estava perante uma nova fidelização, ao não me entregar uma cópia nesse dia e ao não me mostrar a totalidade do mesmo. Confiei no colaborador, e fui enganada.
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Descrição No passado mês de Março deste ano, dirigi-me à loja da Amadora, a fim de saber quando acabaria o meu contrato de fidelização com o serviço Tv/Net/Voz. Foi-me dito pelo colaborador que me atendeu que iria acabar no presente mês, e que o valor base da minha mensalidade iria subir para 32,90€.

Com a intenção de nao continuar com a Vodafone, mas ainda sem ter decidido para qual operadora iria mudar, decidi continuar com o serviço da Vodafone. Perante a situação, o colaborador apresentou-me uma página para eu assinar, dizendo que teria de assiná-la para continuar com a Vodafone, desfidelizada e livre para mudar quando quisesse.

Assinei então, e o valor base da mensalidade subiu conforme combinado. No mês de Agosto de 2017, decidi mudar de operadora (MEO), com o mesmo serviço de Tv/Net/Voz, por 32€.

No dia 29 de Agosto, fui contactada pela Vodafone porque alegadamente continuo fidelizada com a empresa por mais 24 meses a contar de Março deste ano, e a multa para desativar o serviço com entrega dos equipamentos seria 389€.

Dirigi-me então à loja da Amadora, a fim de esclarecer a situação e, ao expor o meu problema, deparo-me com uma cópia de um contrato assinado por mim (a página que eu assinei para continuar com a Vodafone, mas desfidelizada, como me foi dito), e é então que tenho acesso à totalidade do contrato, vendo então que de facto tenho uma fidelização de 24 meses a contar de Março.

Expliquei ao gerente da loja que anteriormente apenas me foi apresentada a última página do contrato, e que não tive a oportunidade de verificá-lo na sua totalidade antes de assinar. Perante isto, o gerente informou-me que a DECO é que exigia que a empresa fizesse este tipo de fidelizações.

Considero que houve má fé por parte do colaborador com quem falei em Março, pois não me apresentou todo o contrato e não me forneceu cópia do que assinei (a cópia só obtive dia 30 de Agosto e perante muita insistência da minha parte), e mais digo que se soubesse que estava fidelizada não estaria nesta situação agora.

Se já honrei um contrato de 24 meses com a Vodafone em início em Março de 2015 até 2017, teria feito o mesmo agora, porque sei das consequências que incorrem ao não cumpri-lo. A solução apresentada pelo senhor gerente da loja Vodafona da Amadora foi pagar a multa de 389€ e entregar os equipamentos.

A prova de que não tive acesso à totalidade do contrato e apenas à última página é o facto de, este para ser devidamente celebrado, deveria estar rubricado desde o incio e assinado no fim, o que não está.
Solução pretendida Pretendo que esta segunda fidelização seja anulada, pois é notório na cópia que tenho do contrato que não o analisei na totalidade, pois para este ser devidamente celebrado era suposto estar rubricado e assinado, e não há qualquer rubrica na primeira página, apenas a assinatura na página que tive acesso. O colaborador agiu de má fé, ao não me dizer que estava perante uma nova fidelização, ao não me entregar uma cópia nesse dia e ao não me mostrar a totalidade do mesmo. Confiei no colaborador, e fui enganada.

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Exmos. Srs. Vodafone,
Procedo mais uma vez à resposta, acusando que em anexo não existe qualquer formulário que eu possa preencher, de modo a que a minha reclamação vos possa ser encaminhada da melhor forma.
O meu problema continua por resolver, e da vossa parte nada está a ser feito.

Em 5 dias úteis, se não houver qualquer contacto da vossa parte para a solução do meu problema, causado por um dos vossos colaboradores em loja, irei presencialmente às instalações da DECO PROTESTE apresentar nova reclamação e consultar um jurista.

Recordo que o meu problema reside no facto de alegadamente ter celebrado uma fidelização com a empresa, contrato esse que não me foi totalmente apresentado para a minha verificação antes de assinar, que não foi rubricado em todas as páginas, como deveria ter sido para ser correctamente celebrado, e que o colaborador da loja na Amadora, com quem falei em Março de 2017, agiu de má fé comigo, ao não me expor os termos do novo contrato, ao não me apresentar todas as páginas do mesmo e ao não me dar uma cópia do mesmo. A cópia só obtive emm Agosto de 2017, perante grande insistência da minha parte, pois não queriam facultar-me uma cópia do mesmo de boa vontade.
Em anexo, envio novamente as páginas do contrato, para que possam verificar que as páginas não estão rubricadas, o que reforça o facto de não ter tido acesso à sua totalidade no momento em que assinei e que o colaborador agiu com má fé.
Aguardo contacto breve para a solução definitiva do meu problema.
Vanessa Pinto

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Enviada à DECO PROTESTE a 25 outubro 2017

N° Processo: 104046467-38
Assunto: Pedido de identificação
Caro(a) Consumidor(a),
Acusando a receção da sua comunicação, desde já agradecemos a confiança depositada na DECO PROTESTE.

Informamos que, através da consulta dos nossos ficheiros e com os elementos que nos indicou, não foi possível detetar o registo de V. Exª como subscritor das nossas publicações/Associado da DECO.

Contudo, agradecemos que nos contacte para o telefone 808 200 145 (a partir de rede fixa, só paga custo de chamada local) ou para 218 410 858 (a partir de rede móvel), fazendo referencia à sua comunicação.

Aguardamos assim o seu contacto, que poderá faze-lo todos os dias úteis, das 9 às 13 e das 14 às 18 horas.
Com os nossos melhores cumprimentos,
O serviço de Informação da DECO PROTESTEWWW.DECO.PROTESTE.PT
—–Mensagem original—–

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