Como Saber Qual Oleo Usar No Motor?

Se tem um conhecimento mínimo de mecânica saberá que o óleo cumpre uma função vital no motor de um carro. Resumidamente, é o encarregado de lubrificar todas as peças, bem como de esfriar e limpar o motor. Portanto, saber que óleo leva o seu carro é vital para escolher o mais adequado.

Neste artigo poderá conhecer tudo o que é necessário para saber o tipo de óleo que o seu carro utiliza, os distintos tipos de óleo que existem e quais são as diferenças entre uns e outros.

Antes de mais, deverá saber que os óleos se podem dividir através de diferentes critérios, como o tipo de óleo, a viscosidade ou o tipo de motor. Para que possa conhecer todas as diferenças e tipos que existem, falaremos de cada um deles em separado e comentaremos as vantagens e desvantagens de cada um, quando é que devem ser utilizados e porquê

Tipos de óleos

Existem três tipos principais de óleos: óleos minerais, óleos semi-sintéticos e óleos sintéticos. Vamos ver quais são as características de cada um deles e as diferenças também.

Óleos minerais

Os óleos minerais são o resultado de uma destilação directa do petróleo. São elaborados através de múltiplos processos nas refinarias de petróleo e poderia dizer-se que são os “naturais”.

O facto de não terem sido tratados em laboratório fá-los em qualidade inferiores aos sintéticos. Por esse motivo os carros que usem este óleo devem mudá-lo pelo menos uma vez por ano.

As vantagens dos óleos minerais para motor são as seguintes:

  • São mais económicos que os sintéticos.
  • Bons para carros fabricados antes de 1995, já que não têm o motor preparado para óleos sintéticos.

Um exemplo de um bom óleo mineral é o Repsol Elite tdi 15W40 .

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Óleos semi-sintéticos

São constituídos por uma grande proporção de óleo mineral e uma pequena proporção de óleo sintético. Com esta mistura consegue-se reduzir o preço em relação aos sintéticos e melhorar a protecção, sendo a opção intermédia entre uns e os outros.

Um exemplo de um bom óleo semi-sintético é o Castrol Magnatec 10W40.

Óleos sintéticos

Os óleos sintéticos têm a base destilada dos minerais e são posteriormente submetidos a uma transformação em laboratório para cumprir certos requisitos.

São óleos tratados artificialmente para serem mais estáveis e são de maior qualidade que os minerais. O objectivo dos mesmos é dar maiores prestações graças à eliminação de todo o tipo de resíduos e componentes do óleo que que podem reagir e prejudicar o funcionamento do motor.

As vantagens dos óleos sintéticos para motor são as seguintes:

  • Têm uma maior vida útil que os minerais (entre um ano e meio e dois anos).
  • Melhoram a protecção do motor face a componentes e aditivos prejudiciais do óleo.
  • Melhoram a potência e a vida útil do motor com respeito aos óleos minerais.
  • Resistem melhor à pressão e ás temperaturas extremas.

Um exemplo de um bom óleo sintético é o Repsol Elite tdi 5W40-50501

Como Saber Qual Oleo Usar No Motor?

Que tipo de óleo devo usar?

Depende. Em primeiro lugar, se tem utilizado um dos três tipos de óleo para o seu carro e tudo tem corrido bem, não o altere. Os motores podem não reagir bem a mudanças bruscas do tipo de óleo e, no caso de querer fazer essa alteração, é melhor fazê-lo pouco a pouco, passando primeiro pelo intervalo médio dos semi-sintéticos.

Por outro lado, como pôde comprovar, se o seu carro é antigo (anterior a 1995) deve sempre utilizar óleo mineral. Os motores deste tipo de carros não permitem o uso do sintético e, além de ser uma perda de dinheiro inútil, acabarão por danificar o motor do carro.

Óleos segundo a norma

Além das normas que tem cada fabricante (VAG, MB, FORD, OPEL, BMW, RENAULT, PSA, …) existem também organismos externos a eles que controlam a qualidade do óleo.

ACEA (“Asociación de Constructores Europeos de Automóviles”)

Esta norma indica a qualidade do óleo desta forma:

  • Antes da norma EURO4: ACEA AX/BX (sendo a letra “A” para gasolina e a “B” para ligeiros a diesel). X indica a qualidade, economia de combustíveis, tipo de injecção, período de intervalo de manutenção, etc.
  • Depois da norma EURO4: ACEA CX (sendo “C” para motores a gasolina e diesel ligeiros com tratamento de gases de escape). X também indica a qualidade, economia de combustíveis, tipo de injecção, período de intervalo de manutenção, etc.

API (“American Petroleum Institute”)

Este organismo indica a qualidade do óleo desta outra forma:

  • API SX/CY (sendo “S” para veículos a gasolina e “C” para diesel). X, Y são letras progressivas que indicam a qualidade do mesmo.

Óleos segundo a viscosidade

A viscosidade é a propriedade mais importante do óleo. Porquê? Porque é a que determina a resistência do óleo quando flui e o funcionamento do mesmo com respeito à temperatura. No geral, é o valor chave para saber a qualidade de um óleo.

Este valor vem determinado pelo valor SAE, que determina o grau de viscosidade de um tipo de óleo e a estabilidade às alterações de temperatura. Os óleos que se utilizam nos veículos são principalmente multigrau, já que no frio dispõem de uma viscosidade e em quente de outra. A viscosidade em frio é a que termina em W (de Winter) e a seguinte é a viscosidade em quente.

Dentro dos graus de viscosidade há dois tipos distintos: os monograu e os multigrau. A única diferença entre ambos é que os monograu só têm um grau de viscosidade e os multigrau possuem um alto índice e variação da mesma.

Nas embalagens de óleo poderá encontrar diferentes letras para identificar o grau de viscosidade e a resistência às temperaturas. Por exemplo, um óleo 5W-40 (“W” de Winter) serve para proteger o motor em temperaturas frias, e a sua viscosidade iria desde um monograu 15 de baixas temperaturas até um monograu 40 de altas temperaturas.

Em suma, esse 5W-40 tem certos componentes especiais que evitam que o óleo se torne muito denso no inverno e que fique muito aquoso no verão.

Que grau de viscosidade escolher para o óleo do seu carro?

Há sempre que seguir a recomendação do fabricante. Dependendo do tipo de motor, aconselham um alcance de viscosidades segundo a temperatura ambiente. Esta informação pode ser encontrada no manual do veículo.

Depois de ter visto a tabela de viscosidade, terá que ver qual é a temperatura média da sua zona e escolher o óleo adequado para ela.

Como escolher o óleo para o seu carro em 5 passos

Já sabemos tudo o que há para saber sobre os tipos de óleos. Agora devemos ir ao que realmente importa, que é saber qual o óleo mais adequado para o seu carro.

É complicado determinar exactamente que óleo usar, já que depende do modelo, das especificações do motor e de algumas outras variáveis. Portanto, iremos dar uma série de conselhos e passos para escolher o adequado e para que não se engane.

1. Verifique o manual do seu carro

Procure no manual do seu carro o tipo de óleo perfeito para o seu modelo. Normalmente vem indicado e isto permitirá poupar tempo, ainda que tenha de escolher entre diferentes opções.

2. Não se engane nas normas do óleo!

Verifique que o óleo cumpre as normas do fabricante igual ou superior, já que um óleo de muito pior qualidade dará problemas ao motor do veículo.

3. Compre um óleo de acordo com o lugar em que vive

Se vive num lugar frio, procura aqueles cujo número final seja baixo. Se vive num lugar quente, procure um número final maior.

4. Não tente poupar com marcas de baixa qualidade

Por muito que o óleo seja para o seu motor e tenha a viscosidade adequada, se comprar uma marca cheia de aditivos e fabricada em más condições não vai servir de nada. Na Endado recomendamos marcas como Castrol, Motul, ELF, Total, Mobil1, OPEL ou REPSOL, que têm uma qualidade acima de quaisquer dúvidas.
O bom é que comprando estes óleos na Endado poderá comprar óleos de primeira qualidade a um preço muito reduzido, e os gastos de envio são grátis.

5. Não mude bruscamente de um óleo para outro, nem misture óleos de qualidades diferentes

Quando vai mudar o óleo do carro, nunca mude de um tipo para outro de forma brusca, nem misture óleos cuja qualidade seja diferente. Quando são feitas essas misturas, o óleo de pior qualidade é o que prevalece e acabará por reduzir as prestações do outro, diminuindo a duração da sua vida útil e todas as suas características.

Para terminar, se vai mudar por si mesmo o óleo do seu carro, recomendamos este artigo em que é explicado passo a passo como o fazer:

Lubrificação: como escolher o óleo certo para o motor

Como Saber Qual Oleo Usar No Motor?

Para proteger o “coração” do carro, entenda a classificação dos lubrificantes e os critérios que determinam quando trocá-lo

Chegou a hora de trocar o óleo lubrificante do motor: você sabe o que fazer? Em teoria, basta levar o carro a uma concessionária (em geral de serviço mais caro, mas confiável, embora eu já tenha tido problemas com uma delas exatamente nessa tarefa), posto ou loja de óleos, acertar a conta e sair rodando. Mas o proprietário cuidadoso faz bem em saber algo mais sobre o assunto, tanto para garantir que os parâmetros do fabricante foram seguidos quanto para excedê-los se assim desejar.

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A primeira questão é definir quando trocar o óleo.

O indicado é sempre seguir a orientação de quem produz o carro — não de quem fabrica ou vende óleo, que tem interesse em fazer o serviço mais vezes do que o necessário. Esqueça, portanto, a regra de trocar a cada 5.

000 quilômetros apregoada por muitos, uma praga que não é só brasileira (já foi combatida até mesmo pelo programa norte-americano Myth Busters ou Caçadores de Mitos).

O fabricante em regra estabelece dois limites: por quilometragem percorrida e por tempo, o que ocorrer primeiro.

Observar esse detalhe é importante sobretudo para quem roda pouco, a exemplo da clássica “vovó que só vai ao supermercado”: nesse caso o limite de tempo pode ser atingido antes da máxima quilometragem e deve ser respeitado, pois o lubrificante se degrada e perde propriedades com os frequentes ciclos de variação de temperatura. Hoje é comum o intervalo máximo de um ano, embora a Volkswagen insista na troca semestral, alegando ser uma profilaxia para manter o motor limpo internamente.

Durante o período entre trocas, não esqueça o nível: embora menos que no passado, os motores atuais podem consumir óleo

Outro ponto relevante é que muitas fábricas estabelecem prazo de troca mais curto para condições de uso severo, que incluem tráfego em região de muita poeira, tração de reboque e… trajetos curtos, nos quais o motor funciona com frequência em baixa temperatura, acentuando a contaminação do óleo por vapores de combustível. Verifique-as no manual e, se for um desses o seu caso, adote o menor intervalo.

Durante o período entre trocas, não esqueça o nível do lubrificante. Embora menos que no passado, os motores atuais podem consumir óleo, em alguns casos chegando a um litro a cada 1.

000 km sem representar anormalidade do ponto de vista dos fabricantes. Cuidado: como a capacidade do cárter gira em torno de quatro litros, um consumo de meio litro por 1.

000 km já significa que o motor funcionará com nível abaixo do aceitável de 2.000 km em diante.

Para garantir que há óleo suficiente, confira o nível pela vareta medidora pelo menos a cada 1.

000 km (poucos carros têm indicador para isso no quadro de instrumentos: a luz piloto de óleo, que indica pressão insuficiente, só acenderia muito depois de se atingir uma quantidade preocupante).

Recomendo fazê-lo pessoalmente ou aprender para acompanhar o serviço em posto, evitando erros comuns dos frentistas.

A medição deve ser feita em local plano.

O motor pode estar frio, como antes da primeira partida do dia, ou em temperatura normal, parado há pelo menos cinco minutos: a leitura feita assim que se para no posto traz grande risco de erro, pois o óleo ainda estará escorrendo dos componentes e galerias, fazendo a vareta apontar menor quantidade que a real. Retire a vareta, limpe-a com pano que não solte fiapos (papel-toalha é boa alternativa), recoloque-a até o fim e só então a retire para a ler o nível, que deve estar entre as marcas de mínimo e máximo.

Em geral, de um limite para o outro cabe um litro de óleo: se for preciso completá-lo, evite basear a quantidade na leitura subsequente da vareta, pois o lubrificante adicionado pelo bocal na tampa do cabeçote também leva tempo para chegar ao cárter. Óleo em excesso acaba sendo queimado pelo motor, produzindo emissões poluentes e podendo sujar velas de ignição e danificar o catalisador.

Como Saber Qual Oleo Usar No Motor?

Classe, viscosidade e algo mais

Após definir o momento de substituir o óleo lubrificante, vale conhecer os parâmetros que indicam a aplicação do produto a seu carro, seja pelos requisitos mínimos, seja como alternativa superior à prescrita pelo fabricante.

As classificações dos óleos de motor seguem diferentes métodos. Para começar, existem os minerais (derivados do petróleo), os sintéticos (produzidos em laboratório) e os de base sintética, que ficam em plano intermediário.

Os sintéticos são superiores em lubrificação e podem ser usados por mais tempo: por isso, várias marcas hoje os estabelecem para seus carros, o que deve ser seguido nas trocas.

Se o fabricante não exige sintético em seu automóvel, fica a seu critério usá-lo ou não — eu recomendaria que sim.

O passo seguinte é a classificação pelo API (American Petroleum Institute), que usa a letra “S” de service para óleos de motores do ciclo Otto — a gasolina, a álcool, flexíveis e a gás natural — e a “C”, de commercial, para os do ciclo Diesel, seguida por outra letra. Quanto mais avançada no alfabeto for a segunda letra, melhor o lubrificante em termos de aditivação, proteção ao motor e capacidade de evitar a formação de borra, um resíduo que pode entupir as galerias de circulação.

Os carros atuais preveem lubrificantes multiviscosos de diferentes faixas, com tendência às mais fluidas para economia de combustível

Na série S são usadas hoje as classes SJ, SL, SM e SN, enquanto a série C trabalha atualmente com CH-4, CI-4, CI-4 Plus e CJ-4.

A regra aqui é: fique com a recomendada pelo fabricante ou acima — o segundo caso vale em especial para aquele carro mais antigo, fabricado em época de outras classes API, que será beneficiado ao usar um óleo SM ou SN em vez de um SJ ou um obsoleto SH, mesmo quando não previsto no projeto.

Não menos importantes são as faixas de viscosidade.

Um lubrificante comum fica mais viscoso (grosso) em baixas temperaturas que em altas, de modo que o motor terá mais difícil lubrificação — e maior resistência para “girar”, com aumento de consumo de combustível — nas partidas a frio e durante a fase de aquecimento, enquanto pode sofrer maior desgaste sob temperaturas muito altas caso o óleo não mantenha a viscosidade necessária (considere aqui a temperatura de operação do motor, não apenas a ambiente).

No passado eram usados óleos monoviscosos, como SAE 40, que apresentavam determinada viscosidade na medição a 100°C, conforme parâmetros da Society of Automotive Engineers, SAE, mas não podiam assegurá-la sob diferentes temperaturas. Com o tempo obteve-se a multiviscosidade, a adaptação do fluido à temperatura de trabalho. Um 20W50, por exemplo, é tão fluido em baixa temperatura quanto um 20W e se mantém tão viscoso a 100°C quanto um SAE 50.

Os carros atuais preveem lubrificantes multiviscosos de diferentes faixas, como 5W30, 15W40 e 20W50, com forte tendência ao uso de faixas mais fluidas — como a primeira delas — por favorecer a economia de combustível na fase fria. Como na classificação API, o proprietário deve cumprir a prescrição do fabricante do carro, sem problema em excedê-la.

Assim, no caso de ser recomendado o 15W40, tanto pode ser usado em substituição um 10W40 (mais fluido a frio, igual a quente) quanto um 15W50 (igual a frio, mais viscoso a quente), mas não um 5W30 (fluido demais a quente) ou um 20W50 (grosso em excesso a frio).

Em países com inverno rigoroso chega-se a alterar a faixa de viscosidade durante o ano, o que o clima brasileiro dispensa.

A lubrificação é tão essencial para o motor quanto a circulação sanguínea é para seu corpo. Cuide dela e seu carro terá um “coração” saudável e longevo.

Óleo sintético ou semissintético: qual usar no seu carro? | Casa Grande Auto Shopping

Como Saber Qual Oleo Usar No Motor?

A troca de óleo é um dos processos mais comuns na manutenção de um automóvel. Afinal, ela deve ser realizada a cada 10.000 km ou a cada ano, o que vier primeiro. No entanto, é nessa hora que devemos decidir se é melhor usar o óleo sintético ou semissintético no carro.

Existem vários tipos diferentes de óleos para se usar em um automóvel, cada um com a sua faixa de preço e a qualidade que traz para a conservação do motor.

Como o óleo cumpre função essencial em proteger o motor do seu carro e garantir que não haverá dano por causa do desgaste das peças, é importante escolher o tipo certo para o seu carro.

Quer saber mais sobre o assunto? Então siga a leitura abaixo!

O que é o óleo sintético e quais as suas vantagens?

  • O óleo sintético usado no carro é um produto feito com base em óleos básicos, também de origem sintética e alguns aditivos.
  • Por causa disso, ele possui alto grau de pureza, além de ter propriedades físicas e químicas que geram um desempenho  melhor no motor do seu carro.
  • Além disso, o óleo sintético costuma passar por uma série de estudos e testes nos laboratórios dos fabricantes, misturando novos aditivos e vendo os resultados até que o melhor produto possível seja alcançado.
  • Portanto, quanto mais recente for o óleo sintético, a tendência é que ele tenha um desempenho melhor do que as opções semissintéticas ou minerais no mercado, uma vez que passou por um complexo sistema de desenvolvimento.
  • Essa é a principal vantagem desse produto: ele está sempre em desenvolvimento, sempre recebendo melhorias e novas fórmulas.

Além disso, o óleo lubrificante sintético é mais resistente à oxidação do que os óleos semissintéticos ou minerais. Isso porque eles têm uma composição que é mais estável e uniforme do que os concorrentes.

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Na prática, isso faz com que o carro possa andar mais quilômetros antes de precisar fazer a troca em uma oficina mecânica. Em termos de custo por km rodado, ele se torna muito mais vantajoso, mesmo sendo mais caro.

No entanto, os benefícios não ficam reduzidos apenas ao bolso do consumidor. O óleo sintético também traz vantagens práticas para o seu carro. Ele gera uma maior lubrificação do motor, por exemplo, o que protege mais as peças.

Uma das principais proteções que ele traz é um impedimento à formação de borra (que é a cristalização do óleo no motor). Isso gera consequências negativas muito sérias, uma vez que essas partículas sólidas vão “colando” em partes do motor e podem até mesmo travá-lo ou entupir os dutos de lubrificação.

O que é o óleo semissintético e quais as suas vantagens?

Já o óleo semissintético, por sua vez, é um produto obtido pela mistura de alguns óleos básicos minerais e outros sintéticos em uma proporção mínima. A ideia é obter as melhores propriedades de cada tipo de óleo.

O objetivo central dos óleos semissintéticos é oferecer uma alternativa de equilíbrio ideal entre o custo de um óleo de carro e a sua durabilidade. É fato que o óleo sintético é mais caro, mas também gera maior proteção e rendimento. Já o óleo mineral é mais barato e acessível, mas dura bem menos.

As produtoras, então, tentam equilibrar os dois para montar um produto que possa ter um bom rendimento a um custo acessível, sendo uma opção interessante para quem quer pagar pouco, mas não colocar o carro em risco.

A sua principal vantagem é justamente essa: ele apresenta um preço abaixo do óleo sintético, mas um rendimento superior ao óleo mineral. 

Como escolher entre óleo sintético ou semissintético?

Agora que você já sabe as diferenças entre óleo sintético ou semissintético, é hora de definir qual deles é a melhor opção para o seu carro.

Normalmente, a resposta está no Manual do Proprietário do seu veículo. Ali a montadora vai definir qual é o tipo de óleo adequado para o carro, quais as especificações e como fazer a troca adequadamente.

O padrão é que o óleo sintético seja a melhor opção. Isso porque, de fato, ele oferece a melhor proteção, durabilidade e melhor lubrificação para os motores.

  1. No entanto, ele é também mais caro do que os outros óleos, o que pode ser um impedimento para muita gente.
  2. É claro que, na ponta do lápis, o custo por km rodado e a economia com danos costuma ser mais vantajosa, mas é necessário considerar quanto você roda em 1 ano (que é o prazo para trocar o óleo) e qual a sua verba.
  3. Sendo assim, o óleo semissintético pode ser uma boa opção caso você rode pouco e não tenha muito dinheiro para a revisão desse item no seu automóvel.
  4. Já o óleo mineral tende a não ser a melhor das opções e deve ser usado apenas em último caso, se possível.

E aí, aprendeu como escolher entre óleo sintético ou semissintético? Agora você já pode cuidar melhor do seu carro e escolher o produto certo para o seu motor.

Saiba qual é o tipo certo de óleo para cada moto

Trocar periodicamente o óleo do motor da moto é fundamental para garantir o seu bom funcionamento. Ele lubrifica os componentes internos e diminui o atrito entre eles, evitando o desgaste prematuro.

Para que isso aconteça com maior efetividade, é preciso também saber escolher o tipo certo de óleo para moto.

Cada motor é projetado para trabalhar com um tipo específico de óleo e seguir essa recomendação dos fabricantes é muito importante. Por isso, preparamos este post para explicar as diferenças entre os tipos de óleo lubrificante e ajudá-lo a escolher o ideal para a sua moto. Confira:

Saiba a diferença entre óleo mineral, semissintético e sintético

Os tipos de óleo utilizados em motocicletas podem ter origem mineral, sintética ou ser uma mistura dos dois.

Extraído a partir de componentes do petróleo, o óleo mineral é a opção mais simples e barata. Ainda assim, pode ser utilizado na maioria dos motores mais comuns e deve ser trocado, em média, a cada 5 mil km.

As opções semissintéticas unem o óleo mineral a uma base sintética, proporcionando uma opção mais acessível para quem quer utilizar um produto de melhor qualidade no motor da sua moto. A recomendação é fazer a troca a cada 10 mil km.

Finalmente, o óleo sintético é inteiramente desenvolvido em laboratório e possui qualidade muito superior aos demais. Seu valor também pode ser maior, mas com certeza essa é a melhor opção para qualquer motor. O óleo para moto sintético dura 20 mil km, em média.

Entenda o que significam os indicadores

Os indicadores de qualidade são muito importantes na hora de escolher o óleo certo para sua moto. Consulte o manual do proprietário de sua motocicleta e utilize sempre o óleo recomendado pelo fabricante.

Indicador de viscosidade (SAE)

Essa informação é encontrada no rótulo das embalagens de óleo lubrificante na forma de dois números separados por um “w”.

O primeiro número indica a viscosidade quando frio e o segundo indica a viscosidade em temperaturas elevadas. Ou seja, quanto maiores os indicadores, mais grosso e viscoso será o óleo.

Indicador de desempenho (API)

Em temperaturas extremas, sejam altas ou baixas, a viscosidade do óleo tende a se alterar. O API indica qual é a capacidade do óleo manter essa propriedade nessas situações de pico.

Também é possível encontrar essa informação nos rótulos, procurando pela letra “S” seguido de uma outra letra. Quanto mais distante do início do alfabeto for a letra que acompanha, melhor o desempenho do óleo.

Saiba como escolher o tipo de óleo para moto

Como já dissemos, o ideal é seguir as recomendações do fabricante na hora de fazer a troca de óleo. Afinal, eles produziram o motor e sabem qual o melhor lubrificante para atender suas necessidades.

Os motores mais novos demandam óleos mais finos, de baixa viscosidade. Os que estão rodando há algum tempo podem necessitar de um óleo mais viscoso para compensar as folgas que aparecem com o uso prolongado.

É importante lembrar que você nunca deve escolher um tipo de óleo com viscosidade inferior à recomendada pelo seu manual. Quanto ao indicador de desempenho (API), você pode optar por opções de qualidade superior, jamais inferior!

Além de fazer a troca de óleo no prazo correto, existem outros cuidados preventivos que todo motociclista deve se atentar. Que tal aproveitar agora para aprender como evitar o desgaste da embreagem da moto?

Como Saber Qual Oleo Usar No Motor?

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Aprenda a identificar as informações do rótulo do óleo lubrificante — GARAGEM 360

Na hora de comprar lubrificante para trocar o óleo do carro, da motocicleta ou do caminhão é fundamental saber escolher o produto certo. É importante analisar diversos pontos, como a viscosidade do produto, para não existir nenhum risco de danificar o motor do veículo. Para isso, é fundamental entender as informações que estão no rótulo das embalagens.

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Segundo Fábio Silva, coordenador técnico da Total Lubrificantes, muita gente ainda tem dúvidas sobre o que está escrito no rótulo do óleo. “As pessoas, em geral, não sabem decifrar aquelas informações contidas no frasco e normalmente escolhem o produto somente pela marca ou pelo preço. No entanto, basta seguir quatro passos para identificar o lubrificante ideal”, explica.

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Torque e potência: entenda como funcionam e qual a verdadeira função de ambos em seu carro

Primeiro, é preciso verificar qual é a linha do produto no centro do frasco. Esse dado indica a principal categoria do óleo.

Existem tipos diferentes, como o Passenger Car Motor Oil (PCMO), Motorcycle Oil (MCO) e Heavy Duty Motor Oil (HDMO). “No caso da Total, por exemplo, as gamas Quartz, Classic e ELF Evolution são para veículos de passeio (PCMO).

Já ELF MOTO se aplica a motocicletas (MCO) e Rubia abrange a linha pesada, como caminhões e ônibus (HDMO)”, conta Silva.

Cada veículo precisa de uma viscosidade de óleo específica. Isso varia de acordo com o tipo de motor, uso, quilometragem e temperatura ambiente. O segundo passo é verificar qual é a classificação do lubrificante por meio da classificação SAE (Sociedade dos Engenheiros Automotivos, na sigla em inglês).

“Todo produto possui números junto à letra W, da palavra winter (inverno em inglês). Por exemplo, na sigla 5W-40, o primeiro número indica a viscosidade do óleo em baixas temperaturas, quando o motor ainda está em repouso, enquanto o segundo número aponta a viscosidade do óleo a 100°C, quando o veículo já está em movimento.

O motorista pode conferir qual é a viscosidade ideal ao consultar o manual do veículo”, afirma o especialista.

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Mineral ou sintético

O terceiro passo é verificar o tipo do lubrificante. Para isso, é fundamental ler aquelas letras pequenas abaixo do índice SAE. É nesse local que dá para descobrir se o óleo é mineral, sintético ou semissintético e, assim, identificar qual é a composição base do produto.

Aplicações

Por fim, o quarto passo é verificar as especificações de aplicações. “Essa informação fica sempre no lado inferior direito da embalagem, que mostra as normas americanas API ou as normas europeias ACEA.

A primeira apresenta a qualidade do óleo, que no caso dos carros leves é representada pelo conjunto de duas letras: S de service station e a letra de desempenho (L, M ou N), ou seja, quanto maior for a segunda letra, melhor é a qualidade do lubrificante.

Já a ACEA avalia rigorosamente os fatores técnicos da composição”, conclui Fábio Silva.

Na galeria, veja alguns carros testados pelo Garagem360.

Peugeot 208 Griffe: o teste completo do modelo está aqui: https://wp.me/p8wO5A-h2x|Foto: Leo Alves/Garagem360 Peugeot 208 Griffe: o teste completo do modelo está aqui: https://wp.me/p8wO5A-h2x|Foto: Leo Alves/Garagem360 Peugeot 208 Griffe: o teste completo do modelo está aqui: https://wp.me/p8wO5A-h2x|Foto: Leo Alves/Garagem360 Citroën C3 Exclusive: o teste completo do modelo está aqui: https://wp.me/p8wO5A-gWD|Foto: Leo Alves/Garagem360 Citroën C3 Exclusive: o teste completo do modelo está aqui: https://wp.me/p8wO5A-gWD|Foto: Leo Alves/Garagem360 Citroën C3 Exclusive: o teste completo do modelo está aqui: https://wp.me/p8wO5A-gWD|Foto: Leo Alves/Garagem360 Volkswagen Up Pepper: o teste completo do modelo está aqui: https://wp.me/p8wO5A-gLN |Foto: Leo Alves/Garagem360 Volkswagen Up Pepper: o teste completo do modelo está aqui: https://wp.me/p8wO5A-gLN |Foto: Leo Alves/Garagem360 Volkswagen Up Pepper: o teste completo do modelo está aqui: https://wp.me/p8wO5A-gLN |Foto: Leo Alves/Garagem360 Volkswagen Virtus MSI: o teste completo do modelo está aqui: https://wp.me/p8wO5A-gBn|Foto: Leo Alves/Garagem360 Volkswagen Virtus MSI: o teste completo do modelo está aqui: https://wp.me/p8wO5A-gBn|Foto: Leo Alves/Garagem360 Volkswagen Virtus MSI: o teste completo do modelo está aqui: https://wp.me/p8wO5A-gBn|Foto: Leo Alves/Garagem360 Honda HR-V EX. O teste completo está aqui: https://goo.gl/xmNUUd |Foto: Leo Alves/Garagem360 Honda HR-V EX. O teste completo está aqui: https://goo.gl/xmNUUd |Foto: Leo Alves/Garagem360 Honda HR-V EX. O teste completo está aqui: https://goo.gl/xmNUUd |Foto: Leo Alves/Garagem360 Honda HR-V LX. O teste completo está em: https://goo.gl/bHzVn7 |Foto: Maria Beatriz Vaccari/Garagem360 Honda HR-V LX. O teste completo está em: https://goo.gl/bHzVn7 |Foto: Maria Beatriz Vaccari/Garagem360 Chevrolet Equinox Premier. O teste completo está aqui: https://goo.gl/Xwg6FU |Foto: Leo Alves/Garagem360 Chevrolet Equinox Premier. O teste completo está aqui: https://goo.gl/Xwg6FU |Foto: Leo Alves/Garagem360 Chevrolet Equinox Premier. O teste completo está aqui: https://goo.gl/Xwg6FU |Foto: Leo Alves/Garagem360 Audi A4 Ambition. O teste completo está aqui: https://goo.gl/NnCpVj |Foto: Paulo Basso Jr./Garagem360 Audi A4 Ambition. O teste completo está aqui: https://goo.gl/NnCpVj |Foto: Paulo Basso Jr./Garagem360 Audi A4 Ambition. O teste completo está aqui: https://goo.gl/NnCpVj |Foto: Paulo Basso Jr./Garagem360 Honda Fit EXL. O teste completo está aqui: https://goo.gl/x9CCEu |Foto: Leo Alves/Garagem360 Honda Fit EXL. O teste completo está aqui: https://goo.gl/x9CCEu |Foto: Leo Alves/Garagem360 Honda Fit EXL. O teste completo está aqui: https://goo.gl/x9CCEu |Foto: Leo Alves/Garagem360 Peugeot 2008 Griffe 1.6 AT. Confira o teste completo aqui: https://goo.gl/tJVePF |Foto: Leo Alves/Garagem360 Peugeot 2008 Griffe 1.6 AT. Confira o teste completo aqui: https://goo.gl/tJVePF |Foto: Leo Alves/Garagem360 Peugeot 2008 Griffe 1.6 AT. Confira o teste completo aqui: https://goo.gl/tJVePF |Foto: Leo Alves/Garagem360 Toyota Etios sedã X 1.5 AT. Confira o teste completo aqui: https://goo.gl/224eQW |Foto: Leo Alves/Garagem360 Toyota Etios sedã X 1.5 AT. Confira o teste completo aqui: https://goo.gl/224eQW |Foto: Leo Alves/Garagem360 Toyota Etios sedã X 1.5 AT. Confira o teste completo aqui: https://goo.gl/224eQW |Foto: Leo Alves/Garagem360 Volkswagen Polo Highline TSI. Confira o teste completo em https://goo.gl/NnhbMZ |Foto: Leo Alvez/Garagem360 Volkswagen Polo Highline TSI. Confira o teste completo em https://goo.gl/NnhbMZ |Foto: Leo Alvez/Garagem360 Volkswagen Polo Highline TSI. Confira o teste completo em https://goo.gl/NnhbMZ |Foto: Leo Alvez/Garagem360 Chevrolet Cruze LTZ. Confira o teste completo em https://goo.gl/SwXjZ3 | Crédito: Leo Alves/Garagem360 Chevrolet Cruze LTZ. Confira o teste completo em https://goo.gl/SwXjZ3 | Crédito: Leo Alves/Garagem360 Chevrolet Cruze LTZ. Confira o teste completo em https://goo.gl/SwXjZ3 | Crédito: Leo Alves/Garagem360 Honda Civic Touring. Confira o teste completo em https://goo.gl/M4SS8t | Crédito: Leo Alves/Garagem360 Honda Civic Touring. Confira o teste completo em https://goo.gl/M4SS8t | Crédito: Leo Alves/Garagem360 Honda Civic Touring. Confira o teste completo em https://goo.gl/M4SS8t | Crédito: Leo Alves/Garagem360 Honda WR-V. Confira o teste completo em https://goo.gl/SSmGTj | Crédito: Leo Alves/Garagem360 Honda WR-V. Confira o teste completo em https://goo.gl/SSmGTj | Crédito: Leo Alves/Garagem360 Honda WR-V. Confira o teste completo em https://goo.gl/SSmGTj | Crédito: Leo Alves/Garagem360 Hyundai HB20. Confira o teste completo em https://goo.gl/Y4Vby1 | Crédito: Maria Beatriz Vaccari/Garagem360 Hyundai HB20. Confira o teste completo em https://goo.gl/Y4Vby1 | Crédito: Maria Beatriz Vaccari/Garagem360 Hyundai HB20. Confira o teste completo em https://goo.gl/Y4Vby1 | Crédito: Maria Beatriz Vaccari/Garagem360 Nissan March 1.6 SL. Confira o teste completo em https://goo.gl/ZTviFD | Crédito: Leo Alves/Garagem360 Nissan March 1.6 SL. 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Confira o teste completo em https://goo.gl/TzMTr1 | Crédito: Paulo Basso Jr/Garagem360 Citroën C4 Picasso. Confira o teste completo em https://goo.gl/RasCRH | Crédito: Divulgação Chevrolet S10 LTZ flex. Confira o teste completo em https://goo.gl/8NRuLL | Crédito: Leo Alves/Garagem360 Chevrolet Tracker LTZ. Confira o texto completo em https://goo.gl/ywckW3 |Foto: Leo Alves/Garagem360 Chevrolet Tracker LTZ. Confira o texto completo em https://goo.gl/ywckW3 |Foto: Leo Alves/Garagem360 Chevrolet Tracker LTZ. Confira o texto completo em https://goo.gl/ywckW3 |Foto: Leo Alves/Garagem360

Óleo lubrificante: qual o certo para o meu carro?

Parece besteira usar somente o óleo recomendado pela montadora do seu carro, mas não é.

A questão é bem séria e é preciso muita atenção na hora da troca ou para completar o nível, você deve utilizar somente o que está indicado no manual do proprietário do carro.

Mas isso não significa que você deve comprar o óleo somente na concessionária onde adquiriu o seu veículo, beleza?
Para comprar o óleo certo, é preciso observar as especificações: mineral, sintético ou semissintético, e as siglas SAE, API ou ACEA.

O QUE SIGNIFICA SAE?

SAE é uma sigla em inglês para Sociedade Americana de Engenheiros Automotivos. Ela indica a viscosidade do óleo, que é a característica mais importante dos lubrificantes. Podendo ser definida como a resistência ao escoamento que apresentam.

Quanto maior for o número do SAE, maior será a viscosidade para o óleo suportar altas temperaturas.

Essa medição aparece em duas escalas: uma de baixa temperatura ( 0W a 25W, onde a letra W vem do inglês “winter”) e outra de alta ( 8 a 60). Por isso você vê na embalagem por exemplo: óleos SAE 5W-30.

O 5 é para baixa temperatura reduzindo o desgaste na partida do motor frio e o 30 é para altas temperaturas. Viu como é fácil?

O que significa API ou ACEA?

As siglas API ACEA são entidades responsáveis por avaliar o desempenho dos óleos. Por exemplo, para carros de passeio há os níveis API SN, SM, SL, SJ, etc. Já a ACEA pode aparecer como A3-02. Para entender melhor, acesse a tabela comparativa de óleos clicando aqui. 

Sintético, semissintético ou mineral?

No manual do seu carro já vem especificado qual óleo básico deve ser utilizado. Sempre siga essas especificações. Para entender melhor, vamos explicar a diferença entre cada um.

Semissintéticos: os óleos semissintéticos ou de base sintética possuem mistura em proporções variáveis de básicos minerais e sintéticos.

Ele busca reunir as melhores propriedades de cada um, uma vez que as matérias primas possuem o custo muito alto.

Sintéticos: são formados por reações químicas e possuem maior controle em sua fabricação, por isso são mais puros e geralmente mais caros. Funcionam melhor em alta e baixa temperatura.

Minerais: são feitos a partir da separação de componentes do petróleo, sendo uma mistura de vários compostos para diminuir o seu custo.   

Entendeu a diferença entre eles? Lembrando que não é recomendado misturar óleos minerais com sintéticos, principalmente se forem de marcas diferentes. Essa mistura pode comprometer o desempenho do seu carro e gerar a borra no motor.

 A mistura pode comprometer o desempenho e gerar a borra no motor.  
Por isso é tão importante colocar sempre o óleo recomendado pelo manual e pela montadora. Vários testes são realizados para escolher o lubrificante ideal para cada carro.

Isso melhora o rendimento, a rotação, a partida e diminui o atrito entre as peças,  evitando o desgaste, aumentando a durabilidade do seu carro e até mesmo na economia de combustível.
Procurando o preço de óleo mais justo para o seu carro? Na Atual Auto Peças você encontra o preço mais justo da cidade!
 

Referências:

G1

Carro de Garagem 
Óleo para carros  

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