Como Saber Qual O Melhor Carro Para Comprar?

Como Saber Qual O Melhor Carro Para Comprar?

Está pensando em trocar de carro? Precisa de um novo parceiro para te ajudar a enfrentar o dia a dia do trânsito? A Geração Automóveis separou algumas dicas importantes para você fazer uma boa compra de carro seminovo, confira.

O estado do motor é uma característica importante na hora de escolher seu carro seminovo. Ele deve ser considerado parte determinante na hora da compra. Na maioria das vezes são levados em consideração apenas a estética e os itens opcionais do veículo, mas recomendamos abrir o capô e verificar se o coração está batendo bem.

Fumaça mais densa e com coloração escura, vazamento de óleo nas juntas e ruídos fora do comum lhe darão indícios de que o motor deste carro seminovo não se encontra em boas condições.

Considere um check-up total no motor para prevenir futuros incômodos. O preço médio para fazer um motor de carro popular custa em média R$ 4.

000,00 reais, e você não vai querer um gasto desses nos meses posteriores a venda.

O conjunto motor e transmissão precisam estar em ordem para garantir o pleno funcionamento do veículo. Considere verificar a regulagem da embreagem.

Se ela estiver muito dura, ou mole demais, provavelmente você terá problemas em um futuro próximo.

Em média o conjunto de embreagem deve ser vistoriado a cada 70 mil quilômetros, e você não vai querer custos adicionais logo nas primeiras parcelas do seu carro seminovo.

Um dos grandes vilões na hora de comprar um carro seminovo é o medo de acabar adquirindo um carro recuperado de sinistro.

Um truque simples e fácil para se livrar dessa roubada é verificar todos os vidros dos carros. Por lei, todos os vidros devem ter a inscrição do número do chassi.

Em uma olhada rápida você já pode identificar se algum dos vidros foi trocado e, com isso, descobrir que as condições do veículo já não são totalmente originais.

Não se deixe enganar pelo aparente banho de loja, por aquela bela encerada na lataria e pintura. Dê uma volta completa no carro seminovo, procure por imperfeições na pintura, como diferença de tonalidade e textura. Diferença de alinhamento nas portas, capô e porta-malas vão te revelar possíveis trabalhos de recuperação na chapeação e pintura.

Outra dica importante na hora de verificar a lataria é dar uma olhada nas condições dos adesivos, frisos, borrachas e aqueles indicadores da marca e do modelo do seu carro seminovo. Comparar esses itens dos dois lados do veículo pode lhe informar se houve algum tipo de reparo na lataria.

As condições da parte inferior do carro seminovo devem influenciar muito na sua decisão de compra. Por isso, não fique com vergonha de pedir para levantar o carro e verificar o seu estado estrutural.

Problemas na suspensão e soldagens nas longarinas do veículo vão lhe indicar se houve alguma alteração nas configurações originais, como no caso de carros rebaixados ou em recuperação de batidas de maiores proporções.

O Manual do veículo não serve apenas para lhe ensinar o que fazer com cada item do carro, ele pode também demonstrar muito do histórico de um carro seminovo. Nas últimas páginas dos manuais geralmente ficam lugares reservados para as etiquetas de revisão da concessionária.

Verifique se todos os selos estão preenchidos e se a revisões foram feitas na periodicidade correta. É quase como um álbum de figurinhas, você só vai querer se ele estiver completo, com todas as figurinhas.

Ah, um mau indício é um veículo que não possui o manual original, pois é muito provável que ele não tenha um bom passado.

Carros que foram afetados por enchentes são facilmente recuperados e colocados à disposição novamente no mercado dos seminovos. Um bom indício de que um carro seminovo é recuperado de enchente é um forte odor de poeira e mofo.

Se você encontrar muitos daqueles sachê de perfume para automóveis dentro do carro, desconfie, eles devem estar tentando esconder odores indesejados.

Outra dica importante é verificar debaixo do estepe, geralmente carros recuperados de enchente tem a lataria meio podre, e o macaco e a chave de roda tendem a ser enferrujados.

Conferir o desgaste dos pneus pode te dar uma boa noção de como anda o estado de um carro seminovo. Desgaste desproporcional entre as bandas do pneu, e até mesmo entre o conjunto traseiro e dianteiro, podem denunciar problemas de alinhamento, equilíbrio de suspensão e balanceamento.

Por último, e não mais importante, procure sempre profissionais de confiança na hora da compra. Um bom mecânico pode lhe ajudar a tirar algumas dúvidas e lhe livrar de dores de cabeça futuras.

 Mais importante ainda é procurar uma loja com procedência e credibilidade no mercado, como é o caso da Geração Automóveis.

Não seja afobado e movido apenas pela emoção da comprar, às vezes um amor à primeira vista pode não ser um romance duradouro.

Quer fazer uma compra segura e encontrar o carro seminovo que mais combina com você? veja nossas opções de seminovos e faça sua proposta!

7 dicas infalíveis para comprar o melhor carro pelo menor preço

dezembro 27, 2019

Muitos brasileiros sonham com a autonomia de ir e vir sem depender do transporte coletivo. Adquirir um automóvel é meta para muitos trabalhadores, porém nem sempre é possível realizar o sonho de comprar o melhor carro, pois os preços ainda são muito altos no país.

Nem sempre dá para levar para casa aquele modelo sonhado zero quilômetro, com todos os opcionais que você sempre desejou! Mas, com algumas dicas é possível fazer a melhor compra, dentro das suas realidades financeiras.

Quer saber como comprar bons carros com preços mais acessíveis para o seu bolso? Então confira as 7 dicas infalíveis para economizar na hora de adquirir seu novo automóvel. Aproveite!

1. Compre carros bons, completos e baratos

Você já deve ter ouvido falar naquele velho ditado, “a melhor marca de carro é zero quilômetro”, não é? Bom, ela está correta, mas esconde um detalhe, nem sempre o veículo novinho na loja pode ser aquele que vai de encontro com o que você quer e pode pagar.

Por isso, uma dica fundamental é listar os modelos e marcas que mais o agradam, não esqueça de colocar quais são os opcionais essenciais, aqueles que não podem faltar, e os que você gostaria de ter no seu carro, mas que não são prioridades.

Compare os preços dos veículos zero com aqueles que têm até dois anos de vida. Você perceberá que pode encontrar reduções nos valores de até 30%, justamente porque já sofreram a depreciação por sair da loja.

Fazendo a comparação, você poderá encontrar o modelo que deseja, com todos os opcionais com até dois anos de uso pelo mesmo preço de um zero quilômetro. Esse é o tipo de negócio que vale muito a pena, já que o carro ainda estará dentro do prazo de garantia e novo.

2. Pesquise ofertas e compare os preços

Não faça compras sem pesquisar, isso vale para todo tipo de bem! No caso dos carros, dedique um período para pesquisar por ofertas, comprar os preços entre as montadoras, buscar informações sobre promoções.

A internet é a sua grande aliada, você não precisa nem sair de casa para saber as condições de compra, os bônus que a concessionária está concedendo e até as formas de pagamento que estão sendo praticadas de forma promocional.

Com as ofertas em mãos, vale muito a pena visitar as lojas para fazer uma negociação mais personalizada com o vendedor. Mostre que você conhece os preços da concorrência e que está disposto a pagar o menor preço pelo veículo que mais se adapta aos seus sonhos.

3. Dê seu carro usado como entrada

Se você tem um veículo, utilize ele como parte do pagamento do seu novo carro. Saiba negociar, busque valores que se aproximem ao máximo da tabela Fipe.

Procure negociações que estejam disponibilizando bônus na troca do veículo usado por um novo.

Faça uma avaliação do valor que a loja está pagando pelo seu veículo e, se não for o ideal, faça um planejamento da venda fora da concessionária para ter o dinheiro em mãos para dar de entrada.

4. Analise as dicas do vendedor

Na hora de visitar a loja, fique de olho na opinião do vendedor. Pondere as colocações do funcionário que está mais informado sobre os valores, tanto da sua loja quanto da concorrência.

Aproveite também para aproveitar as dicas sobre modelos que estão chegando ou sobre promoções. Esses fatores podem gerar descontos interessantes que tornam a sua negociação ainda melhor.

5. Fixe um teto e tente fugir dos financiamentos

Dentro da realidade do mercado automobilístico brasileiro, carros com valores de até R$ 80 mil são os mais almejados pelos compradores. Nessa faixa de preço são vários os modelos completos e com motores potentes que podem atender às suas expectativas.

Se você optar por um carro usado — seja nacional, seja importado — saiba que ele é uma excelente opção de luxo que pode ser adquirido com esse valor.

Mas o importante é que você defina um teto que poderá gastar para a compra ou troca do seu automóvel. Evite os financiamentos, tente pagar à vista, isso dará mais poder para fazer algumas exigências na negociação.

No entanto, existem promoções de concessionárias para compra de carros zero quilômetro que apostam em taxas de juros baixas para financiamento. Em alguns casos, não existe a cobrança de juros para aquisição em 12 ou 24 meses. Aí sim, é uma possibilidade interessante para se avaliar, desde que não haja nenhuma cobrança de taxa de abertura de cadastro ou qualquer outro valor nesse período.

6. Aproveite os períodos de fecha meta

Existem períodos em que as lojas estão mais propícias a fechar negócio, por isso, trabalham com mais desconto nos preços e até nas condições de pagamento. Todo último dia do mês, os vendedores precisam atingir a meta de vendas pessoal e da loja, por essa razão, estão mais abertos a negociações.

Se você está certo sobre a sua compra, a melhor dica é ir até a loja no último final de semana do mês ou no último dia. Também existem promoções especiais no final de junho e julho, para fechar a meta do semestre.

O natal não é a data ideal, mas em janeiro e fevereiro os carros do estoque precisam ser vendidos, por isso, os preços ficam mais atraente. Os veículos produzidos no ano anterior têm seus preços diminuídos devido à chegada dos novos modelos do ano.

7. Confira os 10 modelos zero mais baratos e completinhos!

  1. Chery New QQ Smile: R$ 24.990

  2. Fiat Mobi Easy: R$ 32.990

  3. Renault Kwid Life: R$ 33.290

  4. Hyunday HB20 1.0 Unique: R$ 44.490

  5. Fiat Uno Attractive: R$ 45.290

  6. Ford Ka S: R$ 45.590

  7. Renault Sandero Authentique: R$ 45.990

  8. Chevrolet Onix Joy: R$ 46.590

  9. Volkswagen Gol 1.0: R$ 47.020

  10. Fiat Argo 1.0: R$ 48.990

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Esses são os carros mais baratos, mas muitos desses modelos da lista já contam com opcionais de fábrica que tornam o veículo mais confortável. No entanto, vale a pena verificar os itens extras que interessam instalar no veículo ou séries especiais de cada montadora que contam com mais opcionais de conforto.

Para acertar na compra do melhor carro pelo menor preço, a melhor dica é ficar de olho no mercado e aproveitar a necessidade dos vendedores de bater a sua meta ou se desfazer do automóvel para fazer um excelente negócio.

Bom, agora que você já conhece algumas dicas infalíveis para comprar o melhor carro com o menor preço, aproveite para ler o artigo “Como comprar um carro: 5 passos para não errar” e torne a sua experiência de compra ainda melhor!

17 dicas para escolher o carro mais adequado para você

Ao contrário do que muita gente pensa, escolher o carro ideal não costuma ser tão fácil. Afinal de contas, é uma compra que normalmente envolve o compromisso de boa parte do orçamento mensal e que afeta diretamente a maneira de como se leva o dia a dia. É preciso, por isso, conciliar desejos e necessidades para tomar a melhor decisão possível.

Você está nessa fase de procura por um veículo e ainda tem muitas dúvidas? Então não deixe de conferir agora mesmo as dicas que trouxemos para ajudá-lo a escolher o melhor modelo de carro para suas demandas!

1. Leve em conta seu orçamento hoje

Um carro que oferece o que há de melhor nos quesitos conforto e tecnologia provavelmente o conquistará no primeiro instante. Isso porque um acabamento de primeira, sistemas multimídia, rodas, teto e até bancos inteligentes causam uma impressão realmente muito difícil de ignorar.

Mas você não pode se deixar levar por cada item que um concorrente oferece de diferente do outro. Assim, quando menos perceber, acabará deixando de lado os valores que realmente pode pagar. Então nada de sair dos trilhos! Mantenha-se firme às suas condições, faça uma projeção de quanto tem para investir e respeite esse limite.

2. Entenda as formas de pagamento

Saber quanto você precisará pagar por um carro é fundamental sim, mas tão importante quanto conhecer o valor total é saber de que forma esse pagamento será feito.

Afinal de contas, não faz parte da realidade da maioria dos brasileiros ter os recursos necessários para comprar um carro pagando à vista e, com isso, conseguir bons descontos, certo? Por isso, é comum que se recorra ao financiamento ou ao consórcio.

A grande vantagem do financiamento é que você já consegue sair dirigindo em um prazo bem curto. Para isso, basta dar a entrada e cumprir os trâmites burocráticos exigidos — que não são poucos. Mas é preciso dar um valor de entrada considerável e ficar atento aos juros da transação para não complicar seu orçamento ao longo dos anos.

Já quem opta pelo consórcio pode ter que esperar um pouco até ser contemplado. No entanto, a modalidade não conta com juros, a burocracia é muito menor e não é necessário dar qualquer valor de entrada para conseguir boas condições. E tem mais: é possível encurtar o caminho até o carro novo por meio dos lances, adiantando mensalidades para melhorar suas chances de contemplação.

Além disso, vale lembrar que as mensalidades mais previsíveis do consórcio são ótimas para quem quer manter as finanças da família sob controle mesmo no momento de adquirir um patrimônio de alto valor.

3. Considere também o amanhã

Na prática, as despesas com o veículo mal começam quando você faz a compra. Dependendo do modelo de carro escolhido, os gastos com impostos, seguro, manutenção e combustível podem tanto transformar o barato em caro como fazer o caro valer a pena ao pagar sua diferença em pouco tempo.

Hoje em dia, por exemplo, um importado de 10 anos atrás pode ser vendido pelo mesmo preço de um popular zero quilômetro. O detalhe é que, por mais que esteja muito bem conservado, ofereça luxo e um desempenho bem superior, é bem provável que seus gastos com gasolina e a primeira troca de peças já deixem seus cabelos em pé.

Por isso, procure saber a respeito do período de garantia dos modelos, pesquise o custo médio da sua manutenção, bem como os valores do IPVA, os índices de consumo de combustível e ainda faça a cotação de um seguro auto. Melhor prevenir agora que se arrepender depois, não concorda?

4. Considere o valor de revenda

Tudo bem que o carro é um grande investimento, mas você provavelmente não ficará com o mesmo modelo pela vida toda. Seja porque os custos de manutenção acabaram ficando altos demais, pelo desejo de adquirir um veículo mais moderno e seguro ou simplesmente por querer comprar um carro melhor no futuro, é bem comum querer trocar o carro após alguns anos.

Por essas e outras, é importante considerar as possibilidades de revender seu carro no futuro. E isso significa entender como ele se desvaloriza.

Em geral, a depreciação do valor do veículo é de 10% ao ano, sendo maior nos 3 primeiros anos. No entanto, é preciso considerar que carros populares, aqueles com alta demanda, têm uma desvalorização mais lenta.

Já aqueles modelos menos procurados têm uma depreciação bem maior.

5. Conte quantas pessoas usarão o carro

Se você não vai dividir o carro com pais, irmãos ou colegas nem levar os filhos para a escola, um modelo muito grande provavelmente significará desperdício de peso e espaço. Além disso, carros mais robustos têm um consumo maior de combustível e podem exigir mais cuidados com sua manutenção.

Já uma rotina de uso predominantemente por 1 ou no máximo 2 pessoas segue com muito conforto em um carro sem espaço de sobra nos bancos traseiros e no porta-malas, por exemplo.

6. Preveja a rotina de uso

Qual o objetivo de ter o carro? Se você quer ir e voltar do trabalho ou da faculdade todos os dias, fazendo um trajeto bem curto, é mais que possível que um modelo econômico e compacto seja suficiente.

Já se sua intenção é fazer viagens, talvez seja interessante buscar um pouco mais de espaço e robustez.

Nesse caso, que tal uma caminhonete ou algum outro modelo com espírito aventureiro, que pode oferecer acessórios muito úteis para esses trajetos?

Mas é claro que também dá para atender a uma rotina composta por uma mistura de trajetos e necessidades. É sim possível encontrar o equilíbrio ideal para a vida na cidade e nas estradas — de terra ou de asfalto. Para tanto, basta dar a devida importância a esse ponto na hora de escolher o carro mais adequado para você!

7. Avalie novos e seminovos

Ainda pensando no seu bolso, faça sempre um comparativo entre um modelo zero quilômetro e o mesmo carro, só que com alguns anos de uso. Muitas vezes, é possível conseguir um excelente negócio, encontrando um carro com o mínimo de desgaste e até ainda dentro da garantia.

Comparando modelos iguais, com as mesmas características e opcionais, fica fácil entender que vale a pena comprar um seminovo por um preço muito abaixo do praticado no mercado.

É claro que veículos usados, mesmo os com pouca quilometragem, exigem um cuidado ainda maior relativo à documentação, à manutenção e ao nível de preservação.

Além disso, a atenção na hora de escolher o vendedor certo deve ser redobrada.

Mas você ainda pode se deparar com situações em que o modelo zero é estilizado, oferecendo grandes inovações em segurança e conforto. E tudo isso pode fazer um valor mais alto se tornar mais atrativo. Portanto, avalie sempre ambas as possibilidades!

8. Exija qualidade máxima

Modelos de entrada costumam apresentar alguns caprichos a menos, além de materiais mais econômicos na composição de painéis, molduras, maçanetas, itens de desempenho e conforto em geral. O importante é considerar se o baixo valor compensa a ausência de determinados equipamentos e, também, se é possível melhorar o carro aos poucos com custos controlados.

Você pode optar por comprar um carro sem vidros elétricos nas 4 portas, por exemplo. Mas será possível fazer essa modificação no futuro a baixo custo e de forma segura? Alguns casos são simples de resolver: alarmes ou rádios e mesmo computadores de bordo podem ser comprados separadamente. Mas o mesmo não vale para itens mais sofisticados, como airbags e outros dispositivos de segurança.

O nível vai melhorando conforme você caminha pelo leque de produtos das montadoras, podendo também ser bem diferente na concorrência, mesmo em carros que deveriam estar equiparados em tudo.

O ideal é considerar os melhores atributos entregues em cada detalhe, pois isso vai muito além do conforto.

Lembre-se: maior qualidade quase sempre é sinônimo de um carro com melhor desempenho e menos dor de cabeça com manutenção.

9. Mantenha o foco na segurança

Uma outra questão diretamente relacionada à qualidade é, claro, a segurança. Equipamentos cuja eficiência é devidamente testada e garantida são grandes aliados não só seus, mas de todas as outras pessoas envolvidas no trânsito.

A boa notícia é que a preocupação com a proteção das pessoas cresceu bastante nas últimas décadas, fazendo até com que airbags frontais e freios ABS se tornassem obrigatórios nos carros produzidos por aqui. Indo além desses itens, quanto mais segurança um modelo puder oferecer (como estrutura reforçada, controle de estabilidade e airbags laterais), melhor.

10. Faça o test drive

Toda oportunidade de conhecer melhor um produto antes de efetivamente comprá-lo parece uma ótima pedida, não é mesmo? Pois se você acha importante sentar em um sofá ou folhear uma revista antes de levá-los para casa, o mesmo vale para o carro pelo qual você se interessa!

As concessionárias costumam separar exemplares dos modelos mais vendidos para um atendimento imediato, além de normalmente agendarem sem problemas o teste de outros, a princípio menos acessíveis. Essa é a hora de avaliar principalmente itens dinâmicos, aqueles que fazem a diferença quando o carro está em movimento.

Mesmo que, no papel, um veículo possua um motor ligeiramente melhor que o de outro, é com as mãos na direção que você realmente saberá distinguir o melhor. Sinta também os pedais, o banco e a visibilidade em torno do carro para, ao final, ter mais propriedade para dizer qual modelo agrada mais.

11. Evite comprar imediatamente

Mesmo tendo gostado do que viu após um test drive, nada de tomar a decisão na hora! De frente para o vendedor, com a pressão da boa experiência ainda recente, as condições de pagamento facilitadas e até o cafezinho da concessionária, você pode não tomar a melhor decisão. Tire um tempo para avaliar tudo com calma e, se preciso, volte, anote, negocie, pesquise mais e compare os concorrentes.

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Por mais que você tenha uma necessidade imediata do carro, tire pelo menos algumas horas para o processo, considerando os prós e contras mais de uma vez. Acredite: essa pausa estratégica pode salvá-lo de fazer um mau negócio.

12. Busque por uma boa concessionária

É simplesmente essencial buscar boas referências de agências e concessionárias. Afinal de contas, o histórico de vendas é o que constrói a reputação do estabelecimento no mercado. Como tem um nome a zelar, a loja não repassará um carro qualquer para seus clientes. Lidando com uma boa empresa, a qualidade é garantida.

Sabendo disso, informe-se com amigos e conhecidos que tenham feito alguma aquisição recente nesse setor. Além do mais, desconfie se o preço do carro oferecido pela empresa for muito menor que o valor médio praticado pelo mercado — especialmente se o veículo estiver aparentemente em boas condições. A concessionária está oferecendo muitos descontos? Fique de olho!

13. Revise a documentação

Muitas lojas de carros usados repassam veículos nos moldes de consignação — pertencem a terceiros. Já imaginou se o carro dos seus sonhos ainda está em fase de financiamento ou tem alguma questão pendente em bancos e financeiras? Pensando nisso, não deixe de se informar sobre a situação do veículo!

Para isso, peça o documento do automóvel e anote o número do Renavam. Com esses dados em mãos, acesse o site do Detran e verifique se existem multas ou quaisquer outras pendências.

Mesmo em situações que pareçam bem vantajosas e de negócio rápido (como em feirões), é mais que válido revisar a documentação com cuidado. Por mais que o vendedor afirme que todos os carros foram periciados e estão em nome da loja, não seja convencido tão facilmente. Desconfie e exija os documentos!

14. Verifique a quilometragem

O carro parece perfeito. Você olha a quilometragem e vê que rodou muito pouco. Daí o vendedor diz que o antigo dono quase não usava o automóvel, que só ficava na garagem. Parece ótimo, certo? Mas vá com calma! Não custa nada desconfiar desses veículos que exibem no painel uma baixa quilometragem.

Como você deve saber, é sim possível adulterar o velocímetro. E, infelizmente, muitas pessoas mal-intencionadas o fazem.

Para ter uma base, portanto, lembre-se de que, em média, a rodagem de um veículo pode variar entre 10 e 15 mil quilômetros anuais.

Para garantir, leve um mecânico de confiança para fazer uma avaliação e ajudá-lo a escolher. Assim você aumenta suas chances de não levar gato por lebre.

15. Identifique danos por colisões graves

Colisões graves, que podem causar danos que desvalorizam o carro, costumam deixar rastros mesmo após uma boa reforma.

Para identificar esses vestígios, faça uma vistoria à luz do dia, com a pintura do veículo seca e limpa. Busque primeiramente por diferenças na cor.

Além disso, avalie a simetria no encaixe das diversas partes do carro, como portas, faróis, capô e para-choques. Note também se há ondulações na lataria.

Dar pequenas batidinhas da lataria ajuda a descobrir se houve a aplicação de massa plástica, já que o barulho nesses pontos fica diferente. Embora isso possa afetar o valor de compra, o mais importante é avaliar se a estrutura do veículo sofreu avarias.

O Detran estabelece que, em casos mais graves de colisão, seja registrado no documento do carro a palavra sinistrado. Na prática, porém, isso nem sempre ocorre. Se ainda ficar desconfiado, você pode contratar uma empresa especializada para fazer a inspeção, pedir a um mecânico de confiança para dar uma olhada ou simplesmente passar para outro automóvel.

16. Cheque características de desgaste

No caso de seminovos, avalie se o desgaste condiz com a data da fabricação. Nesse sentido, o passo mais simples consiste em avaliar o estado dos pneus: uma superfície irregular pode revelar problemas no alinhamento e na suspensão.

Para verificar os amortecedores, use o peso do corpo para empurrar para baixo cada um dos para-lamas. Em perfeito estado, o carro vai balançar e voltar à sua posição normal. Se não parar de balançar, é porque os amortecedores já precisam ser trocados. Lembrando que você pode aproveitar o test drive para avaliar as condições gerais do veículo, ok?

17. Ouça seu coração

Por fim, ainda vale lembrar que essa não é uma compra totalmente racional. Se o modelo de carro que você escolheu atende a todas as suas necessidades, mas não o faz abrir um sorriso ao sentar no banco do motorista, pode apostar que os defeitos não demorarão a aparecer a seus olhos. Assim, um bom negócio pode acabar se tornando uma grande frustração.

O modelo de carro adequado para você é, assim, o que alia as melhores condições para sua rotina e a das pessoas próximas a você com a realidade do seu bolso. Portanto, só escolha aquele que melhor atenda a tudo isso e ainda dê o máximo de prazer ao volante!

Carro usado: 10 dicas para garantir uma boa compra

Mas junto com a compra considerada vantajosa, é preciso checar alguns itens antes de sair da loja ou retirar o veículo com o proprietário anterior.

Especialistas consultados também recomendam verificar se o carro já foi batido, se possui pendências jurídicas e se vem com o manual do proprietário e chave reserva.

As respostas para essas questões você confere nesse guia que Autoesporte preparou.

1- Quais as recomendações primordiais na hora de comprar um usado?

O diretor executivo da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Nilton Monteiro, enumera dois passos. O primeiro é optar por esse tipo de compra em uma concessionária da marca do carro pretendido.

“É um local que geralmente oferece alguma garantia e dados mais fidedignos do veículo”. O segundo é ir acompanhado de um mecânico de confiança no momento da compra.

“Ele vai saber por onde começar a olhar o automóvel”, reforça.

2- Em quais lugares é mais recomendável efetuar a compra de um usado?

Para o gerente de avaliação de usados da Personal Car Auto, empresa de assessoria automotiva, Tércio Andrade, opte primeiro por uma concessionária ou loja.

“Esses lugares costumam fazer um filtro do que é essencial para entregar o carro ao futuro proprietário, como saber se ele foi recuperado de um sinistro e se há bloqueios administrativos.

Comprar de locadoras também pode ser bom negócio, já que a maioria adquire os carros de um único dono.”

3- No momento da compra, o que deve ser checado visualmente no carro?

De acordo com o consultor da rede Oficina Brasil, Marcos do Amaral, no momento da compra deve-se verificar todos os itens de segurança desde a validade do extintor, a existência de chave de rodas, triângulo e até as condições do estepe. “Deve também verificar o nível de óleo e sua periodicidade de troca e solicitar até o histórico de manutenção do veículo, para que o futuro dono dê continuidade na conservação.”

4- E o que deve ser checado em termos de mecânica?

Uma dica básica, segundo Monteiro, é ligar o carro em marcha lenta e verificar os níveis de ruído na cabine e de vibração do volante e da alavanca de câmbio – no caso de um modelo manual.

“Dê uma volta no quarteirão para checar também se há folga no pedal de freio e como o veículo se comporta quando passa em um buraco.” Os especialistas recomendam, se possível, levar um mecânico de confiança no momento da compra.

“Ele, ao ligar o veículo e dirigir, terá condições de avaliar com mais precisão”, lembra Amaral.

5- Existe algum macete para descobrir se o carro foi batido ou sofreu enchente?

Se o carro foi bem consertado é difícil perceber.

Mas o que os profissionais recomendam verificar é o alinhamento de portas, capôs e porta-malas, se há irregularidade nos tons da pintura e olhar minuciosamente os parafusos, em especial das portas e tampas.

“Esses parafusos, quando vêm de fábrica, são geralmente pintados na cor da carroceria. Quando eles são de outros tons, é porque já houve algum conserto”, diz o gerente de varejo da Dekra, empresa de vistoria, Fernando Masetti.

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Fiat Palio Fire 2014 exposto em loja (Foto: Guilherme Blanco Muniz/Autoesporte) — Foto: Auto Esporte

Fiat Palio Fire 2014 exposto em loja (Foto: Guilherme Blanco Muniz/Autoesporte) — Foto: Auto Esporte

6- Adquirido o veículo, quais os próximos passos burocráticos?

Após comprar um veículo, é necessário fazer a comunicação de venda ao Departamento Estadual de Trânsito do município e a transferência em um prazo de até 30 dias.

Algumas unidades do Detran oferecem um passo a passo completo para consulta na área de Veículos do em seu sites.

Caso o licenciamento não esteja pago ou existam outros débitos pendentes, é preciso quitar tudo para efetuar a transferência.

7- Como é possível verificar se as revisões anteriores foram realizadas em concessionária e se um possível recall foi atendido?

Masetti recomenda que, quando for adquirir o veículo, se dê preferência a modelos que venham com o manual do proprietário. “É lá que vêm os carimbos das revisões feitas em uma autorizada.” No caso do recall, o vendedor deve guardar a carta de convocação e o documento emitido pela autorizada de que ele foi realizado para que sejam entregues ao futuro dono.

8- Há alguma forma de verificar se há pendências jurídicas?

Andrade diz que a forma mais usual são as consultas aos portais do Detran, da Secretaria da Fazenda e da prefeitura da cidade. “Nesses endereços é possível consultar débitos do veículo por meio de CPF e/ou CNPJ.”

9- Como é possível checar a autenticidade do chassi e do motor?

O Detran sugere ao comprador que entre em um acordo com o vendedor para a realização de uma vistoria.

Ela é gratuita e atesta a autenticidade da legalidade do motor e do chassi do veículo, além dos equipamentos obrigatórios (como pneu, extintor e espelhos retrovisores, entre outros).

O laudo da vistoria poderá ser usado por até 30 dias após sua emissão no processo de transferência. Mas reserve tempo na sua agenda para fazer a checagem.

10- A lei protege quem compra o carro de um vendedor particular? E de uma loja?

Andrade e Masetti ressaltam que o veículo comprado de uma loja conta com uma garantia assegurada pelo Código de Defesa do Consumidor.

O prazo é de 90 dias para reclamar de vícios em geral – e não apenas de problemas no motor e no câmbio.

“No caso de um vendedor particular, há a proteção do código civil, mas o trâmite é um pouco mais complicado, exigindo a contratação de um advogado e a abertura de um processo”, diz o gerente da Dekra.

O que saber antes de comprar o primeiro carro?

Comprar o primeiro carro vai muito além de chegar em uma loja e escolher o veículo que mais lhe apetecer, seja pelo design ou pelo acabamento sofisticado. É necessário fazer um planejamento financeiro, entender para quais finalidades você precisa de um carro e, claro, pesquisar muito. 

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Pensando nas pessoas que estão em busca do tão sonhado primeiro carro e não sabem por onde começar, listamos 10 coisas que toda pessoa que está nesse processo precisa saber para fazer uma boa compra. 

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10 Coisas que você precisa saber antes de comprar o primeiro carro:

1. Carro 0 km, seminovo ou usado?

Carro 0 km: uma das maiores vantagens é que, por se tratar de um carro novo, o veículo certamente virá com peças preservadas, sem danos e garantia de fábrica. Uma desvantagem pode ser a alta desvalorização: o simples fato de tirar o carro da loja já faz com que ele perca boa parte de seu valor. 

Por se tratar do primeiro carro, presume-se que não há muita experiência ao volante e que possivelmente o carro venha a sofrer alguns arranhões inicialmente. Neste caso, pode não ser recomendado apostar em um carro novo. 

Seminovo: é o carro que teve apenas um dono e menos de três anos de uso. O preço e o bom estado do veículo são os pontos positivos. Alguns ainda estão até na garantia. 

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Um dos pontos negativos é que já é um carro usado por outra pessoa, podendo ter alguns danos escondidos. E apesar da desvalorização ser menor que a de um modelo novo, ela ainda é maior do que a de um modelo com mais anos de uso. 

  • Usado: o valor e a desvalorização são menores que os de um modelo 0 km e um seminovo, mas um modelo usado tem mais marcas de uso, peças mais desgastadas e mais chances de apresentar problemas ou necessidade de troca de componentes, dependendo da quilometragem.
  • No entanto, com uma boa pesquisa, é possível achar boas opções de usados, e que são uma boa escolha para quem procura o primeiro carro.
  • Confira o valor do seu carro na Tabela Fipe

2. Defina o orçamento

Um dos primeiros pontos que devem ser definidos antes de comprar o primeiro carro (ou o décimo) é o orçamento. Muitos consumidores ficam frustrados por encontrarem o carro ideal, mas não poderem pagar por ele. Outros deixam de conhecer opções interessantes por não informarem um valor para o vendedor.

Também é importante respeitar o teto estabelecido. A exceção fica apenas para casos em que a oferta valha muito a pena, ou em que o comprador tenha reservas para subir o orçamento sem perder o controle financeiro.

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Outro ponto que merece atenção é a forma de pagamento. Caso não seja possível ou desejável pagar à vista, é necessário ter um teto não apenas para o valor total, mas para as parcelas de um eventual financiamento. 

Quem pretende financiar o valor do carro, aliás, deve pensar muito bem no valor e na duração das parcelas. Afinal, depois da compra, o carro acarretará outros custos, como combustível, seguro e manutenção. Também não esqueça de cotar o financiamento com diferentes bancos para escolher a melhor taxa de juros. 

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3. Não financie o valor total

Faz parte do planejamento do orçamento reservar ou juntar uma quantia para dar de entrada. Quanto maior a entrada, menores são as taxas de juros. Por isso, muitos especialistas indicam uma entrada de pelo 30% do valor para obter condições mais atraentes. 

Outro fator que impacta também é o período de financiamento. Quanto menos parcelas, mais vantagens. Mas também não é indicado apertar o orçamento a ponto de não conseguir honrar o compromisso. Nesses casos, o ideal é esperar mais um pouco ou arcar com juros maiores para parcelar em mais vezes.  

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4. Custos depois da compra

Os gastos depois da aquisição do carro também importam. Há modelos de marcas de luxo mais antigos sendo ofertados por valores realmente interessantes e até abaixo de veículos premium ou populares do mesmo ano.

Mas esses carrões sendo vendidos por valores tão atraentes têm um custo de manutenção absurdo. Até um simples farol quebrado pode custar metade do valor pago na compra do que parecia ser um verdadeiro “achado”. 

Outro fator que é preciso ser observado é o consumo de combustível, pois isso pode pesar muito mensalmente.

O mesmo vale para seguro, IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) e revisões.

E se tratando do primeiro carro, muitos esquecem de colocar na conta os custos com estacionamento. É… Carro é quase uma segunda casa. 

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5. Liste as necessidades

Depois de definir o orçamento e planejar a forma de pagamento, chegou a hora de listar as suas necessidades e as principais coisas que você deseja em um carro. Mas saiba que esse é um momento tão racional quanto o de definir o orçamento. 

Quem tem uma família com filhos adolescentes ou adultos, por exemplo, deve optar por um carro mais espaçoso. Assim como quem viaja muito ou trabalha como motorista de aplicativo deve priorizar um amplo porta-malas. 

Os que não querem gastar muito com combustível precisam procurar carros mais econômicos, que consequentemente acabam sendo os menos potentes, a não ser que sejam turbinados ou híbridos.

Já os motoristas que gostam de um carro com motor mais “nervoso” e pegada esportiva esportiva devem estar preparado para gastar mais, tanto na aquisição como no seguro e com combustível. A propósito, é mais difícil encontrar carros esportivos em bom estado, devido às características de uso.

Outro ponto que ajuda quem não sabe muitas coisas sobre o assunto é entender as principais características de cada categoria de carro. 

Após escolher a categoria que mais se encaixa a sua lista, é hora de começar a fazer pesquisas mais direcionadas, como: sedans com maiores porta-malas, melhores carros com motor turbo, SUVs de até R$ 50 mil, carros automáticos de R$ 70 mil etc. 

6. Pesquise online

Orçamento estabelecido, necessidades listadas e já sabendo quais são os melhores carros que se encaixam dentro de tudo isso, é hora de pesquisar o modelo. 

Graças à tecnologia, não é preciso mais sair de loja em loja ou comprando todos os classificados de automóveis nas bancas de jornal. Há diversos portais de anúncios de carros online. O site da Mobiauto, por exemplo, conta com quase 150 mil carros anunciados. 

Basta selecionar marca, modelo e região para visualizar as centenas de ofertas, ver imagens do carro e informações mais relevantes do veículo. Depois é só entrar em contato com o vendedor, enviando uma mensagem pelo próprio site ou ligando para a loja. 

O classificado de carros online da Mobiauto também conta com muitos filtros, o que facilita a busca pelo carro ideal. É possível escolher modelos por limite de quilometragem, cor da carroceria, ano-modelo, final da placa, tipo de câmbio, equipamentos e preço. 

7. Visite lojas diferentes

Com a facilidade de encontrar os melhores carros pela internet e fazer quase todo o contato a distância, não é mais necessário visitar todas as lojas do seu bairro. Mas, das ofertas que mais te atraírem, escolha três lojas para visitar. Assim é possível comparar o estado do veículo, as condições de pagamento e até mesmo atendimento.

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8. Faça o test-drive 

Existem pessoas que se denominam “práticas”, e compram o carro sem sequer sentar no banco do motorista. Não faça isso: opte pelo test-drive para conhecer o carro em movimentom e escolha pelo menos dois modelos diferentes para isso. 

Fique atento ao dirigir: analise se o veículo em questão não é alto ou baixo demais para você, se a posição de dirigir agrada, se a visibilidade é boa, se balança muito e se tudo está funcionando bem. Depois, sente-se no banco de trás e veja se o espaço é confortável.

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Essa dica vele principalmente para aqueles que têm filhos. Acredite, você não vai querer um adolescente reclamando o tempo todo que o seu carro novo tem o banco muito duro, ou pouco espaço para as pernas, ou que a cabeça dele bate no teto toda hora. 

Aproveite para notar se não há nenhum dano no carro, como batidas, arranhões, nuances de tonalidade dentro ou fora da cabine e, inclusive, o estado do pneu. Esses detalhes podem render despesas inesperadas logo após a compra. 

E se estiver convencido de que aquele é o carro que você quer levar para casa, exija antes o laudo cautelar, pois é ele que valida a originalidade do carro, assim como a procedência e o estado das peças. 

9. Quilometragem 

Se a sua busca for por um carro usado, dê preferência para carros com menor quilometragem. É claro que isso influencia no valor. Quanto mais baixa a quilometragem, mas alto o preço. Mas, muitas vezes, vale a pena pagar um pouco a mais por um carro que rodou muito menos. 

Carros com menos de 100 mil km rodados costumam ser as melhores opções, pois o modelo provavelmente estará mais bem conservado, tanto por fora quanto sob o capô. Os custos com manutenção também costumam diminuir nesses casos, assim como a necessidade de troca de alguma peça.

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10. Loja vs pessoa física

Ambos têm suas vantagens e desvantagens. Ao comprar o carro diretamente de uma pessoa física, o preço costuma ser mais atraente. Mas há mais chances de cair em um golpe, pois o veículo não vem com nenhuma garantia e, feita a transferência, fica tudo por sua conta e risco. 

Já ao comprar o carro em uma loja ou concessionária, o valor é um pouco mais alto, por conta dos custos do espaço e funcionários (mas lembre-se que é possível negociar). A grande vantagem é que a maioria das lojas oferece garantia de um ano mesmo para carros usados, além de você não correr riscos de golpe.

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Mas lembre-se: mesmo ao comprar um carro de uma loja, é necessário ficar atento ao estado do veículo para não ter dores de cabeça. Afinal, dificilmente o vendedor vai te contar defeitos do veículo se você não perceber ou perguntar. Por isso, aqui também o laudo cautelar é indispensável.

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