Como Saber Qual Fonte De Alimentação Usar?

Última modificação: 26 de outubro de 2020 às 15:31 por Pedro Muxfeldt
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Pode não parecer muito importante, mas a fonte de alimentação afeta diretamente o funcionamento de um PC. Ela deve ser escolhida obedecendo a certos critérios, tais como potência fornecida, formato e equipamentos disponíveis. Como Saber Qual Fonte De Alimentação Usar?
Em geral, um PC moderno, com processador Core i7 e placa de vídeo de médio porte, consome cerca de 300 W. Na verdade, os processadores modernos consomem pouco, pois eles são gravados com grande precisão. As novas placas de vídeo também são muito eficazes, mas as de alta qualidade podem ter alto consumo de energia. É útil saber qual fonte de alimentação escolher ao trocar sua placa de vídeo, por exemplo.
Antes de tudo, recomenda-se escolher uma fonte de alimentação de marca conhecida. Antec, Corsair, Enermax, Fortron e Seasonic são as marcas líderes no fornecimento de energia. A maior parte das fontes de alimentação dessas marcas pode fornecer mais do que o valor em voltagem declarado, garantindo maior durabilidade.

Evite fontes de alimentação muito limitadas. Elas vão superaquecer e o ventilador vai fazer muito barulho. Não sendo muito potente, seu desempenho não será bom, pois o desempenho de uma fonte de alimentação só é bom entre 20% e 100% de carga, com a média em torno de 50%. Para calcular a potência necessária para o seu PC, basta usar o software Power Supply Calculator (PSC).

Compre sempre uma fonte que esteja no meio termo da sua necessidade. Se o PSC oferece 382 W, uma fonte de 500 W roda entre 100 W e 500 W de carga, mantendo-se em média perto dos 382 W devidos. Dessa forma, o desempenho será otimizado, com ruído reduzido e você poderá comprar uma placa de vídeo mais potente. As fontes de alimentação podem ter diferentes dimensões, assim como acabamentos especiais, tais como embalagem de cabos, cabos destacáveis, variação no número de tomadas Sata ou PCI-Express etc. O formato mais comum é o ATX com 15 cm x 14 cm x 8,6 cm. Também existem formatos menores para os mini PCs.

As fontes de alimentação recentes tem um conector para a placa-mãe de 24 pinos chamado de ATX 12 V, quatro ou oito pinos para alimentar diretamente o CPU, além de diversos conectores de alimentação para discos rígidos, leitores óticos e placas de vídeo, como os conectores Sata Molex, PCI-Express, entre outros.

As placas de vídeo atuais requerem conectores PCI-Express, com seis ou oito pinos, de acordo com a sua potência. Embora os adaptadores sejam fornecidos com as placas, é melhor você comprar os conectores corretos diretamente com a alimentação. Para ver o conjunto de conectores de uma fonte de alimentação, leia esse artigo:

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  • Os cabos podem ser embalados ou não. Os embalados são mais práticos para o PC e deixam os fios agrupados:

Como Saber Qual Fonte De Alimentação Usar?

  1. As fontes de alimentação podem ser modulares ou não. Com a modular, pode-se conectar apenas os cabos necessários, é muito prático para não encher o PC de cabos desnecessários:

Como Saber Qual Fonte De Alimentação Usar?
Muitas vezes, quando trocamos de placa de vídeo ou CPU, a primeira pergunta é se a fonte de alimentação é suficiente. Leia a etiqueta colada em um dos lados da fonte de alimentação para saber quanta energia ela fornece, principalmente na +12 V, porque um PC moderno consome 90% da sua potência na +12 V: Como Saber Qual Fonte De Alimentação Usar? Na imagem da etiqueta acima, vemos que a fonte de alimentação é capaz de fornecer 33 A na +12 V. Devemos ler, abaixo dessas indicações de energia, a verdadeira potência da fonte de alimentação: Max Combined Wattage = 396 W na +12 V e 450 W, no total. Façamos na sequência o cálculo apresentado acima da média da potência para determinar se a fonte de alimentação é o bastante para a nova configuração.
Uma fonte de alimentação certificada 80 Plus (logotipo branco em fundo preto) é uma garantia de bom desempenho. Ele recompensa as fontes de alimentação capazes de ultrapassar 80% de rendimento sobre uma faixa de carga, indo de 20% a 100% da sua potência máxima.

Observação: novos padrões estão aparecendo todos os dias no mercado, tais como 80 Plus Bronze, Prata e Ouro, que recompensam as fontes de alimentação capazes de atingir respectivamente 82%, 85% e 87% de rendimento mínimo, entre 20% e 100% de carga. Alguns fabricantes colocam o logotipo 82+ para o 80+ Bronze.

Esse fator diz respeito às normas de perturbação elétrica em alguns países. Uma fonte de alimentação com PFC ativo é melhor do que um PFC passivo, pois com PFC ativo a forma da onda é muito próxima da sinusoidal e as harmônicas são muito fracas. Com isso, o estrago nos aparelhos vizinhos será imperceptível e a defasagem entre voltagem e corrente é nula, já que o consumo de um inversor será menor, aumentando a sua autonomia.
As fontes de alimentação deveriam fornecer uma corrente de energia contínua. Na prática, pelo fato da corrente se originar de um sistema de comutação, há sempre uma ondulação residual de alta frequência, também chamada de ruído ou ripple. Essa ondulação é prejudicial aos equipamentos eletrônicos e deve ser reduzida ao mínimo possível. O padrão ATX prevê 120 milivolts no máximo em plena carga, mas as melhores fontes de alimentação descem até 30 mV.
Algumas fontes de alimentação são silenciosas, mesmo em modo carga. O melhor é ficar abaixo de 45 dB e evitar as fontes de alimentação superiores a 50 dB em carga.

Foto: © Pixabay.

Você precisa usar ou não um estabilizador no seu PC? – Positivo do seu jeito

Se você teve um computador nos anos 90 e 2000 ou trabalha em um escritório que tem componentes dessa época, certamente já deve ter utilizado um estabilizador no seu PC. No entanto, a maioria dos locais hoje em dia não o utiliza. A pergunta que fica é: você precisa de um estabilizador no PC?

Embora o senso comum ainda defenda que essa peça é importante, na prática ela não tem quase nenhuma utilidade. Aliás, é importante perceber que o uso do estabilizador de tensão é um costume genuinamente brasileiro, sendo praticamente inexistente em outros países.

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No passado fazia sentido

Há cerca de 15 ou 20 anos, o mercado brasileiro de fontes de alimentação era completamente diferente daquele que temos hoje. Na época, os projetos de construção das peças nacionais eram de baixa qualidade e não utilizavam, por exemplo, circuito de PFC ativo e sistema full range.

Portanto, havia um risco sim de que alterações na corrente elétrica pudessem, de alguma forma, sobrecarregar a sua máquina. Os sistemas do tipo full range resolveram esse problema, pois aceitam tensões de entrada entre 90 V e 240 V.

Em outras palavras, a adoção desse sistema nas fontes de alimentação passou a fazer o papel que os estabilizadores faziam – tornando-os, consequentemente, redundantes e irrelevantes.

Atualmente, praticamente todas as boas fontes vendidas no mercado brasileiro bem como aquelas embarcadas em notebooks, são do tipo full range. Você pode se certificar dessa especificação técnica observando o manual de instruções ou a ficha técnica na caixa do produto.

Você não precisa de um estabilizador de tensão

As fontes utilizadas atualmente são capazes de transformar a corrente elétrica instável (a que recebemos em casa) em uma corrente elétrica contínua antes que a energia chegue aos componentes.

Essa tecnologia é chamada de DC-DC e essa é outra especificação técnica que você pode conferir diretamente nos produtos. Portanto, não há o que se preocupar com a tensão de alimentação na entrada.

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Além disso, os estabilizadores de tensão, se usados nos dias de hoje, podem até mesmo causar eventuais problemas, como travamentos no PC devido ao atraso no tempo de resposta. Portanto, há mais riscos para a sua máquina quando você utiliza um equipamento como esse do que quando você não o utiliza. Na dúvida, não use, pois trata-se de um investimento desnecessário.

Em resumo: os estabilizadores estão ultrapassados e não aguentam a variação de energia dos PCs atuais. Note ainda que estabilizadores de tensão são diferentes de nobreaks – esses sim, úteis e capazes de proteger a sua máquina em caso de quedas de energia.

Quer uma boa solução? Utilize um filtro de linha

Se você busca um dispositivo que possa proteger um pouco mais os seus eletrônicos e, além disso, ofereça mais opções de tomada, a sugestão é buscar um filtro de linha. Ele não tem a função de estabilizar a tensão, mas pode auxiliar “queimando o fusível” em uma sobrecarga – ao invés de repassá-la para os eletrônicos.

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Como os fusíveis são baratos e fáceis de serem trocados e as réguas oferecem múltiplas opções de tomada, essa ainda é uma alternativa que apresenta uma boa relação custo-benefício – e que pode, de certa forma, garantir uma proteção extra aos seus eletrônicos.

Fonte(s): Oficina da Net , TechTudo e YouTube | Clube do Hardware

O que levar em consideração ao comprar uma fonte de alimentação?

Como Saber Qual Fonte De Alimentação Usar?

Componente muitas vezes relegado a segundo plano na hora de montar um computador, a fonte de alimentação é talvez a peça mais importante para manter o funcionamento estável da máquina por longos períodos de tempo. No entanto, não é raro encontrar usuários que investem em uma configuração bastante respeitável que já começa a apresentar instabilidades logo nos primeiros meses devido ao não fornecimento correto de energia.

  • Ao montarmos um computador é importante dimensionarmos quanto cada componente gastará, colocar uma margem de segurança e comprar um modelo adequado. Como exemplo, pense em um computador com a seguinte configuração e os respectivos gastos energéticos de cada peça:
  • – um processador Intel Core i7 3770K (77 Watts);
  • – 16 GB de memória RAM DDR3 (4×7 watts);
  • – placa-mãe (aproximadamente 25 watts);
  • – 1 disco rígido (10 Watts);
  • – placa de vídeo Nvidia GTX 670 (170 watts);
  • – e a própria fonte de alimentação (20 watts).
  • Esta máquina precisa de aproximadamente 330 watts para funcionar, mas uma fonte de 450 watts é uma melhor opção tanto por segurança quanto pela margem de upgrade – você pode querer melhorar o processador ou aumentar a quantidade de memória no futuro, certo?
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Um outro fator importante que costuma pegar muitos usuários de surpresa é a criatividade dos fabricantes em inflar as capacidades de modelos genéricos.

É bastante comum ver fontes de 500 watts “nominais” anunciarem que são capazes de oferecer apenas 280 watts “reais”.

Isso significa que elas são basicamente modelos de 280 watts que conseguem chegar a 500 watts apenas em situações de pico, mas, na prática, entregam apenas a parte “real” para os componentes importantes (CPU, placa-mãe, etc).

Esse é o motivo de encontrarmos modelos que em teoria oferecem a mesma potência com diferenças de preços tão grandes, e o mercado de fontes de alimentação é onde mais observamos que a qualidade está diretamente relacionada com marca.

Fabricantes de modelos de alto desempenho, como Thermaltake, Corsair, 3R Systems, não arriscam colocar no mercado modelos de baixa qualidade para não manchar a própria marca.

Então, investir em produtos reconhecidos é a melhor escolha nesses casos.

Para entendermos porque isso acontece, vamos imaginar que precisemos de um modelo de fonte (também conhecida como PSU – Power Supply Unit) para uma configuração que exija no máximo 300 watts de energia em pico. Trouxemos duas opções para o nosso laboratório: uma Sentey BCP450-OC de 450 watts e uma Raidmax HYBRID RX-630SS de 630 watts, a primeira custando aproximadamente R$ 50 e a segunda por volta dos R$ 210.

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À primeira vista o modelo da Sentey parece ser a que apresenta a melhor relação custo-benefício, afinal, as especificações dizem que ela tem potência de sobra para abastecer o PC, não justificando investir 4 vezes mais em um modelo com mais potência. Mas vamos olhar com um pouco mais de atenção. O modelo da Sentey oferece 450 watts só em pico, entregando apenas 250 watts de forma “estável” para a máquina. Já a RX-630SS entrega os 630 watts prometidos em qualquer situação.

Além da segurança, uma dica muito importante na hora de montar uma máquina é dimensionar a fonte para que ela trabalhe com cerca de 50% de sua carga máxima por dois principais motivos.

Em primeiro lugar porque permite ao usuário realizar upgrades de alguns componentes, como trocar a placa de vídeo, o processador ou mesmo adicionar um novo disco sabendo que possui margem de energia da fonte para isso.

Em segundo lugar, fontes de qualidade possuem uma eficiência energética muito maior quando estão próximas de 50% da carga de trabalho, o que a longo prazo significa uma boa economia na conta de luz – o que paga o investimento em uma fonte de qualidade. O modelo da Sentey traz uma eficiência de 60-70% enquanto a RX-630SS trabalha próximo dos 80%, consumindo menos energia e esquentando menos.

Além de fornecer a energia anunciada, as PSUs são a primeira linha de defesa contra as variações da rede elétrica que podem desgastar os componentes internos com o tempo ou mesmo queimá-los. Por isso, algumas fontes trazem vários circuitos de proteção contra elas para que o usuário não precise ficar preocupado com quedas de energia, picos de tensão ou tempestades com raios.

Estes circuitos são identificados por siglas, como OCP (Over Current Protection), OPP (Over Power Protection), UVP (Under Voltage Protection), OVP (Over Voltage Protection) e SCP (Short Circuit Protection), sendo que cada uma representa um circuito independente de proteção contra váriações na tensão, corrente e curto-circuito, estando todas presentes no modelo da Raidmax e não no da Sentey.

Como Saber Qual Fonte De Alimentação Usar?

Viu como fontes não servem apenas para transformar a energia que vem da rede elétrica (corrente alternada – CA) em um uma forma que os componentes consigam trabalhar (corrente contínua – CC)? É melhor gastar mais inicialmente do que colocar componentes mais valiosos em risco por qualquer variação no fornecimento de energia.

Todos esse detalhes devem ser observados na hora da compra, e geralmente a qualidade das fontes pode facilmente ser estimada pelo fabricante que a coloca mo mercado.

Empresas como Raidmax, Corsair e Thermaltake prezam por sua popularidade de fabricantes de produtos de alta qualidade, não colocando produtos nas prateleiras que não correspondam aos seus requisitos mínimos de qualidade.

Sempre procure modelos de qualidade, para acabar não perdendo o investimento no resto dos componentes.

Já se arrependeu de comprar uma fonte genérica? Conte para nós!

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Calculando a potência da fonte de alimentação

Todos os micros precisam de uma fonte de alimentação para funcionar. A fonte de alimentação do PC transforma a corrente elétrica alternada (fornecida pela tomada) em corrente contínua usada pelos circuitos eletro/eletrônicos do micro.

As fontes podem trabalhar ligadas à 110 ou 220 volts, mas normalmente o usuário precisa mudar uma pequena chave situada na parte de trás da fonte para escolher com que tensão vai trabalhar.

Aliás, um dos erros mais comuns cometidos pelos usuários iniciantes é esquecer de mudar a chave da fonte para posição adequada.

As fontes são fornecidas em várias capacidades de potência. A medida da potência elétrica da fonte é feita utilizando-se o WATT.

Quanto maior for o número de Watts de uma fonte, maior será a sua potência e mais equipamentos poderão ser alimentados por esta fonte. Quase todos os micros do mercado possuem fontes de alimentação de 300 Watts ou mais.

Esta potência é mais que adequada para a maioria dos equipamentos que compõe o micro. Mas, em certos casos é preciso usar uma fonte com maior potência.

Calcular a potência mínima necessária para uma fonte de alimentação não é tão simples.

Mas se você possui um sistema realmente poderoso e está desconfiado que sua fonte não “agüenta o tranco”, existem calculadoras de potência em sites da Internet que podem ajudar a descobrir se a fonte atende a capacidade de seu sistema.

Essas “calculadoras” mostram a potência máxima consumida pelos principais dispositivos presentes no interior do gabinete. Como exemplos, posso citar: eXtreme Power Supply Calculator Lite v2.5 e a Power Supply Calculator.

No nosso último artigo falamos de equipamentos de proteção para a rede elétrica. Mas não adianta proteger a rede se a fonte de alimentação do micro é de baixa qualidade.

Infelizmente, as fontes de alimentação que acompanham a maioria dos micros disponíveis no mercado nacional é de baixa qualidade. Quase sempre os fabricantes dessas fontes “mentem” no que diz respeito à potência.

Eles dizem que a fonte é de 400 watts, quando na verdade nem chega a 200W. E a conseqüência disso é que a fonte pode queimar, levando junto processador, memória, HD etc.

Fabricantes de renome como Dell, HP etc. sempre equipam seus micros com fontes de boa qualidade e potência adequada. Mas quem vai comprar um micro “montado” ou de um fabricante desconhecido deve exigir uma fonte com potência “real” e de boa qualidade. Essas fontes encarecem o preço do micro, mas dificilmente queimam, protegendo o investimento feito no PC.

Outra item importante relacionado à fonte de alimentação é o seu padrão. Antigamente os PCs usavam fontes num padrão chamado AT. Hoje praticamente todas as fontes seguem o padrão ATX. As fontes ATX fornecem energia para a placa mãe, mesmo quando o micro está desligado.

Por isso, recomenda-se desconectar o micro da tomada quando for necessária a instalação de alguma placa de expansão em uma placa mãe no padrão ATX. Atualmente o padrão ATX, também chamado de ATX12V, está na especificação 2.2.

Assim, se alguém está pensando adquirir uma fonte de alimentação nova para o micro, procure por uma que seja do padrão ATX versão 2.2.

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4 sinais que confirmam problema na fonte do computador

Atualizado em 11 de setembro de 2018.

Como saber quando há um problema na fonte do computador? A frequência dessa dúvida tem justificativa: diferentemente do que ocorre na maioria dos componentes, as falhas envolvendo a fonte são indetectáveis pelo sistema operacional. Isto é, o computador não fornece notificações de erro precisas para nortear o usuário.

Outro agravante é a variedade de causas e sintomas que um problema na fonte implica. Praticamente, tudo que nos leva a suspeitas de danificação na memória RAM, no disco rígido e até mesmo na placa-mãe, pode ter sua raiz na fonte de alimentação. Afinal, ela está em contato com todos os componentes.

Sendo assim, como identificar um problema na fonte? Felizmente, quando isso acontece, a máquina fornece alguns indícios comuns em seu processo de funcionamento. Quer saber quais são eles? Então continue a leitura deste artigo e conheçaquatro sinais que confirmam problemas na fonte de alimentação. Vamos a eles?

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1. Sinais evidentes (ruídos, cheiro, fumaça etc.)

Assim como em boa parte dos aparelhos eletrônicos, sinais aparentes, como ruídos, cheiro de queimado, excesso de calor e fumaça, servem de alerta para o usuário identificar problemas na fonte de alimentação.

A manifestação desses sintomas é decorrente da sobrecarga no componente. Isso porque a fonte tem um sistema de ventilação para evacuar o ar quente que, quando atinge o seu limite, faz com que ela se superaqueça. Os ruídos causados pelo ventilador (fan), geralmente, precedem o cheiro de queimado / fumaça.

Diante dessa situação, a única alternativa é substituir a fonte queimada por outra nova. Entretanto, ao adquirir o produto, atente-se à eficiência energética que ele oferece. Dê preferência a fontes com certificação 80 Plus, pois elas garantem alto rendimento (mínimo de 80% da potência total).

2. Problemas com inicialização e reinicialização do sistema

A traumatizante “tela azul” acontece por diversas causas, como falhas na memória RAM, conflitos envolvendo drivers e problemas na fonte de alimentação. Ocorrências de reinicialização repentina ou incapacidade de inicialização do sistema são, também, sintomas de mau funcionamento da fonte.

Por que essas coisas acontecem? O computador é repleto de componentes que requerem bom desempenho energético para que funcionem. Logo, se a fonte apresenta falhas na distribuição de energia, o mesmo passa a acontecer em alguns setores da máquina, deixando o sistema lento e instável.

3. Mau funcionamento de componentes

Quando a fonte está danificada (porém funcionando) nem todos os componentes do computador recebem eletricidade. Sendo a carga insuficiente para sustentá-los, é comum que alguns deles parem de funcionar — principalmente os que requerem mais carga, como o disco rígido (Hard Disc – HD).

Quando isso acontece, o computador não liga em sua totalidade, podendo chegar a iniciar o sistema, mas o uso, cedo ou tarde, será interrompido pela falta de alimentação em peças importantes. Nesse caso, a única solução é substituir a fonte por uma nova — contanto que ela tenha a potência adequada.

4. Problema na fonte do computador portátil

Se o seu notebook está conectado à tomada e a bateria não está recebendo carga,  a fonte de alimentação pode estar com problema de sobrecarga (devido ao excesso de trabalho / tempo de uso) ou o cabo foi danificado — se for esse o caso, basta substituí-lo por outro compatível.

Porém, tratando-se de um problema na fonte em si, significa que ela não está mais transformando a energia de corrente alternada (alternating current – AC), que vem da parede, em corrente contínua (direct current – DC) da qual o computador necessita.

Observação: ao realizar a troca da fonte para notebook, é fundamental adquirir o modelo correspondente ao fabricante da máquina. Supondo que você tenha um Inspiron 1100, da Dell, opte pela fonte específica para o seu computador.

Os sintomas elencados no artigo são bastante comuns e denotam um problema na fonte do computador. A sua máquina está apresentando algum deles? Então é hora de substituir a fonte por uma nova — e de alta qualidade!

Caso tenha ficado com alguma dúvida sobre o funcionamento da fonte ou quaisquer defeitos no computador, deixe o seu comentário!

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Fontes: o que você precisa saber sobre especificações

Como o próprio nome sugere, a fonte de alimentação é o componente de onde surge a energia necessária para que as demais peças do computador funcionem. Até aí nenhum segredo. É possível ainda que você tenha uma noção de que a fonte de alimentação desenvolve o importante papel de transformação da energia.

Contudo, você sabe para que serve o PFC, a eficiência, os conectores e tantos outros detalhes de uma fonte? Se você respondeu não para essa pergunta, então recomendamos que leia nosso artigo especial. O Tecmundo elaborou um resumo recheado com as principais informações sobre o assunto. Sendo assim, partamos do aspecto principal: a potência.

Potência

A especificação mais importante de uma fonte é a potência. Normalmente indicada no nome do produto, ela relata a quantidade de “poder” que é fornecida. A potência é medida em Watts (W) e serve para você ter noção de quantos componentes podem ser alimentados.

(Fonte da imagem: Divulgação/OCZ)

Assim, fica evidente que uma fonte que forneça 600 W, por exemplo, pode alimentar um computador que necessite no máximo desse valor. Efetuar o cálculo de potência não é muito difícil. Confira na fórmula abaixo como você pode realizar a conta:

[(Corrente na linha de 12 V) x 12 ] + 40 W = Potência da fonte

Basta verificar a quantidade de corrente que ela dispõe na linha de 12 V (por exemplo: pode ser que ela forneça 40 A) e multiplicar esse valor por 12. O resultado se dará em Watts. Por fim, é preciso somar com 40 W — potência presente nas demais linhas.

É provável que você busque informações sobre a potência das fontes apenas quando for adquirir um novo PC (ou uma fonte). Para calcular o valor que uma máquina utiliza pode ser interessante usar uma calculadora de energia — clique aqui para acessar a mais utilizada.

Linhas de 12 V

Os componentes de hardware são fabricados a partir de um padrão. E, de acordo com a instrução internacional, as placas devem trabalhar com uma das seguintes tensões: 12 V, 5 V ou 3,3 V. As fontes, por outro lado, desempenham o papel de interagir com todos os itens, por isso devem fornecer todos os valores de voltagem citados acima.

As fontes atuais já são adaptadas aos componentes de hardware mais modernos. Desse modo, quase toda a potência está nas “linhas” de 12 V. Contudo, para garantir que o produto que você vai adquirir tem alta eficiência e garante correntes altas na linha de 12 V, pode ser válido buscar um modelo compatível com o padrão ATX12V v2.3.

ATX12V v2.3 e quatro linhas +12V (Fonte da imagem: Divulgação/Zalman)

A versão 2.3 é a mais recente e assegura que a fonte tem eficiência mínima de 70% nas linhas de 12 V.

Isso quer dizer que o produto consome pouca energia para entregar a corrente prometida aos componentes que usam essas linhas. O mais novo padrão ainda garante que a fonte trabalha com CPUs de baixo consumo.

E para concluir, fontes certificadas com a versão 2.3 podem prover mais de 20 A por cada linha de 12 V.

Por fim, o último detalhe a ser observado quanto às linhas de tensão é se há apenas uma ou duas linhas de 12 V. Para computadores mais recentes, com componentes robustos (como placas de vídeo de última geração), o recomendado é buscar fontes com duas linhas, visto que assim é garantido que não vai ocorrer superaquecimento e que haverá energia de sobra.

PFC

Muito se fala que ao comprar uma fonte é importante escolher um modelo com PFC ativo. E isso é verdade, porém, talvez você se pergunte o que é exatamente o PFC. O termo, que significa Fator de Correção de Energia, é utilizado para designar o circuito (algumas peças) que a fonte possui para reduzir o consumo de energia reativa extraída da rede elétrica.

A tarefa de uma fonte de alimentação é transformar a corrente alternada (proveniente da rede elétrica) em corrente contínua (para que os componentes possam funcionar). Acontece que cada vez que um novo ciclo de corrente alternada chega até a fonte, origina-se a potência reativa. Ao trabalhar com a energia reativa, a fonte acaba gastando mais energia e reduzindo sua eficiência.

PFC Ativo (Fonte da imagem: Divulgação/SilverStone)

Assim, o PFC serve para contornar o problema. Algumas peças adicionadas à fonte conseguem reduzir o problema da energia reativa quase a zero. Existem, no entanto, fontes com PFC ativo e PFC passivo (além das fontes simples, que não trazem o PFC e consequentemente não reduzem o consumo de energia). Vejamos agora as diferenças básicas:

PFC passivo

Fontes com PFC passivo têm eficiência de até 80%, com perda de energia variável entre 20% e 30%. O sistema eletrônico do PFC passivo é composto por alguns indutores e capacitores, que tentam de maneira singular trabalhar com a energia reativa.

PFC ativo

Já as fontes com PFC ativo têm eficiência de até 99%, garantindo uma perda de energia entre 1% e 5%. O PFC ativo é composto por um circuito integrado, diodos e outras peças.

Eficiência

A eficiência é obtida, em porcentagem, ao relacionar a quantidade de energia que a fonte consome com a que ela entrega. O valor rotulado indica o que ela entrega aos componentes do computador, entretanto, a energia necessária para produzir tal potência é sempre superior. Desse modo, se quisermos saber o quão eficiente uma fonte é, precisamos dividir o maior valor pelo menor.

Certificação 80PLUS (Fonte da imagem: Divulgação/Plug Load Solutions)

Raramente o fabricante informa o valor necessário para o produto produzir a potência descrita. Assim, se usarmos uma fonte de 600 W, sabendo que sua eficiência é de 86%, é possível calcular a quantidade de energia consumida ao dividir a potência (600 W) pela eficiência (0,86).

Potência / Eficiência = Energia total consumida pela fonte

Com isso, podemos concluir que quanto mais eficiente é a fonte, menos energia ela consome para entregar determinada potência. Caso você esteja buscando uma fonte nova, escolher uma com alta eficiência é muito importante, visto que isso significa economia de energia, redução de temperatura dos componentes e garantia de um produto de alta qualidade.

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Proteções

Quando se trabalha com energia elétrica, toda proteção é pouca. E considerando que num mesmo PC é possível ter produtos de alta e baixa qualidade simultaneamente, uma fonte que possa evitar danos aos componentes (e para ela) é importantíssima. Veja algumas das principais proteções:

  • OCP (Over Current Protection): a proteção contra sobrecarga de corrente desliga a fonte quando uma das saídas tenta fornecer uma corrente maior do que aquela com que fonte está programada;
  • OPP (Over Power Protection): a proteção contra sobrecarga de potência desliga a fonte caso a corrente que esteja sendo “puxada” da rede elétrica seja maior do que um valor específico (o qual está diretamente ligado com a corrente necessária para fonte produzir a potência especificada);
  • OVP (Over Voltage Protection): a proteção contra a sobretensão serve para desligar a fonte quando determinada linha de tensão (seja a de +12 V, +5 V ou +3,3 V) fornece uma voltagem acima do regulamentado;
  • OTP (Over Temperature Protection): a proteção contra superaquecimento serve para desligar a fonte quando os componentes estão trabalhando em temperatura elevada. Alguns componentes monitoram a temperatura e caso o valor determinado pela fabricante seja ultrapassado, a fonte será desligada para evitar danos;
  • UVP (Under Voltage Protection): a proteção contra subtensão funciona de modo inverso a OVP. Ela desliga a fonte quando a tensão em uma das linhas está abaixo do que é estabelecido pela especificação ATX12V. Ao contrário da OVP, essa proteção não é obrigatória;
  • SCP (Short-Circuit Protection): a proteção contra curto-circuito desliga a fonte quando algum componente do computador estraga ou em situações em que alguma saída da fonte entra em “curto-circuito”;
  • NLO (No-Load Operation): a operação sem carga é uma proteção mais reconhecida como um requerimento das fontes. Ela serve para garantir que uma fonte pode ser ligada sem que haja um componente requisitando energia.

Conectores

Devido à gama de componentes existentes, foram criados padrões de conectores para a conexão dos dispositivos. Desse modo, um HD possui um conector diferente do que é usado para placas de vídeos. Enfim, ocorre que atualmente existem diferentes “pinos” para cada produto. Abaixo listamos os tipos de conectores presentes nas fontes mais modernas. Confira:

  • Conector ATX12V 2.x de 24 pinos: fornece energia para a placa-mãe. Vale salientar que fontes antigas possuem apenas o conector de 20 pinos, pois as placas-mãe da época não requisitavam os 4 novos pinos. Os modelos mais recentes de fonte muitas vezes trazem o conector de 20 pinos e outro de 4 pinos para garantir a retrocompatibilidade;
  • Conector 12V de 4 pinos (também conhecido como P4): essencial para que o processador funcione. Esse conector geralmente deve ser plugado próximo da CPU. Alguns processadores utilizam um conector de 8 pinos;
  • Conector SATA: como o próprio nome sugere, esse tipo de conector é necessário para que HDs e drives do tipo SATA sejam alimentados apropriadamente;
  • Conector Molex: utilizado principalmente por HDs e drives mais antigos, esse conector também é utilizado por coolers e outros dispositivos;
  • Conector Berg: extinto nas fontes atuais, esse conector foi o responsável por alimentar os drives de disquete no passado;
  • Conector PCI Express: esse conector é essencial para a alimentação das placas de vídeo mais modernas. Algumas placas requisitam até dois ou mais conectores desse tipo. No entanto, nem todas as fontes trazem múltiplos conectores do tipo PCI Express. Existem conectores PCI Express com 6 e 8 pinos;
(Fonte das imagens: Divulgação/Thermaltake)

Modular ou não modular?

Quem já está pesquisando para comprar uma fonte nova deve ter reparado que existem modelos modulares e outros não modulares. A grande diferença entre esses modelos é que uma fonte modular traz apenas os encaixes paras os cabos, de modo que é possível conectar apenas os cabos que serão utilizados.

Fonte modular (Fonte da imagem: Divulgação/Thermaltake)

Já as fontes não modulares trazem os cabos embutidos, os quais ficam sobrando dentro do gabinete. Optar por uma fonte modular é o interessante, ainda mais que ela fornece grandes benefícios quanto à ventilação. Todavia, se você não tiver dinheiro sobrando, adquirir uma fonte não modular não mudará em nada o fornecimento de energia.

Refrigeração

A última informação importante que temos a acrescentar tem relação direta com a temperatura. A refrigeração de uma fonte está basicamente condicionada ao cooler que ela traz para realizar a ventilação dos componentes internos. Ao adquirir uma fonte, é importante observar o tamanho do cooler, o nível de ruído e a quantidade de rotações por minuto.

Fontes mais modernas trazem coolers com mais de 10 cm, os quais giram a aproximadamente 2000 RPM — existem fontes com ventoinhas menores e com rotações acima e abaixo de 2000 RPM. Os níveis de ruído estão cada vez mais baixos, possibilitando que o usuário desfrute do alto desempenho da máquina com uma fonte silenciosa.

(Fonte da imagem: Divulgação/OCZ)

Optar por uma fonte bem refrigerada com certeza é uma excelente ideia. Contudo, caso seu orçamento seja limitado, escolher uma fonte mais simples não é a pior atitude que existe ao montar um PC.

Vale lembrar, no entanto, que “mais simples” não quer dizer genérica.

É sempre importante verificar se o modelo escolhido oferece proteções, alto nível de eficiência e outros detalhes que citamos no texto.

A complexidade das fontes de alimentação

Nosso artigo fica por aqui, no entanto, você pode descobrir muito mais sobre os diversos modelos de fontes que vêm surgindo no mercado. Existem sites específicos que avaliam produtos desse tipo, os quais podem ser interessantes para consulta.

Além disso, você sempre pode usar nosso Tira-Dúvidas para verificar se outros usuários não conseguem sanar sua questão. Esperamos que nosso resumo sobre fontes tenha sido útil e que não tenham faltado detalhes. Deseja acrescentar algo? Utilize nosso campo de comentários.

Saiba qual a capacidade de uma fonte de alimentação e como escolher a melhor para sua instalação

Você sabe qual o limite da sua fonte de alimentação? Quais os avisos que a fonte pode dar  ao usuário para dizer que está sobrecarregada?  Quais são as tendências no mercado de fontes e o que tem de mais inovador?

Em nosso post sobre como funciona uma fonte de alimentação http://www.mcmfontesenobreaks.ind.br/pt-br/como-funciona-sua-fonte-de-alimentacao/, explicamos um pouco sobre como são as fontes de alimentação, suas estruturas, limitações e necessidades para determinar o resultado de uma instalação sem ruídos ou interferências. Além disso, já comentamos aqui os graves riscos que uma fonte de alimentação sem as proteções essenciais pode causar ao usuário e ao seu patrimônio.

Hoje em dia, para todo lugar que olhamos existe uma fonte embutida sustentando um sistema de vigilância, um sistema de iluminação, um computador, entre outros. Todo equipamento eletrônico tem uma fonte de energia elétrica. Agora vem a pergunta: você sabe como escolher qual a fonte ideal para seu equipamento ou sistema elétrico?

No mundo da elétrica temos três unidades de medidas muito conhecidas: volts, amperes e watts. Todas elas provenientes dos nomes dos cientistas que estudaram esses fenômenos elétricos no começo do século XVIII.

Essas unidades de medida representam as especificações técnicas de sua fonte, vejamos, por exemplo: fonte de 12,8 Volts e 1 Ampere, a unidade Volts é o potencial elétrico de sua fonte e a unidade Amperes é usada para expressar a corrente elétrica.

Esses termos, na prática, se resumem da seguinte forma: se seu dispositivo opera em 12 Volts é obrigatória uma fonte de 12 Volts. Se seu dispositivo opera com 5 Volts, não se pode ligá-lo a uma fonte de 12 Volts, pois ela tem um potencial elétrico muito maior do que o suportado pelo aparelho, o que pode gerar danos.

Já com a Amperagem funciona da seguinte maneira:  se seu dispositivo consome 1 Ampere é obrigatório que sua fonte de energia tenha, no mínimo, a capacidade de 1 Ampere. Com relação à unidade Watts, ela expressa a potência consumida pelo seu equipamento ou a potência entregue pela sua fonte.

A potência em Watts é a Voltagem (Volts) multiplicada pela corrente (Amperes). A conta seria: W = V x A.

  • Agora que já visualizamos que uma fonte de alimentação tem um potencial elétrico, uma capacidade de corrente e de potência (Volts, Amperes e Watts), conseguimos tranquilamente dimensionar qual a fonte ideal para uma instalação.
  • O passo inicial é fazer um levantamento nos manuais dos equipamentos para verificar o quanto eles consomem, depois, verificar se está dentro dos limites de sua fonte. Por exemplo:
  • Se estiver utilizando 05 câmeras HD com consumo máximo de 480 miliamperes (mA) e uma voltagem de 12 Volts cada, fazemos a seguinte conta para saber o consumo total da instalação: 5 (Un)* x 0,48(A) = 2,4 amperes de consumo máximo das câmeras.

Após essa conta, multiplica-se pela tensão de operação: 2,4 (A)*x12(V) = 28,8 (W), aproximados 30 Watts. Com isso podemos ver que precisamos de, no mínimo, uma fonte de 30 W ou de 2,5 Amperes e 12 Volts.

Para descobrir quantas câmeras sua fonte suporta, faça a conta ao contrário, ou seja, divida a capacidade de corrente de sua fonte pelo consumo de sua carga (câmera). Por exemplo:

Se a fonte for de 12 Volts e 5 Amperes, a conta seria: 5 (A) dividido por 0,33 (A) = 15,15. Com esse resultado, podemos concluir que a fonte em questão consegue alimentar até 15 câmeras de 0,33 A ou 330 miliamperes.

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