Como Saber Para Que Curso Ir?

Por esta altura, milhares de jovens estarão a pensar sobre o curso superior que querem frequentar a partir do próximo ano letivo. Uns, já mais decididos, estão apenas ansiosos para saber se conseguem entrar no curso e na universidade ou politécnico desejados.

Outros estão ainda em dúvida e sem saber que rumo seguir. E se estás a ler este texto, provavelmente és um dos futuros candidatos ao Ensino Superior.

 Pensando em ti, e em muitos outros que, tal como tu, continuam indecisos, ansiosos, com dúvidas ou só curiosos, preparámos este guia que pretende dar respostas a diferentes questões práticas.

A grande novidade hoje tem a ver com as vagas e as médias de entrada em cada curso e por isso dedicámos um artigo a explicar, de forma interativa, como estão distribuídas as mais de 50.500 vagas do próximo ano, bem como os cursos que exigem as médias de entrada mais altas e mais baixas.

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E como uma guilhotina chamada “desemprego” paira sobre a cabeça dos portugueses, e também os jovens estão cada vez mais atentos a essa questão na hora de escolher o curso, fizemos um ranking dos cursos e das instituições públicas com maior e menor taxa de desemprego.

E também olhámos para os privados nesta perspetiva do desemprego. Afinal de contas, nem todos os alunos que estão prestes a iniciar a maratona do Ensino Superior vão seguir pelo caminho do público.

A conclusão mais genérica é que o desemprego registado entre os estudantes que concluem as licenciaturas no ensino privado é mais alto do que o desemprego junto dos alunos diplomados em instituições públicas.

Mas a escolha não pode ficar limitada apenas ao fator da empregabilidade.

 E porque há muitos jovens que logo ao fim de um ano mudam de curso depois de concluírem não era aquele que queriam na verdade, ou porque se desiludiram, ou porque abandonaram os estudos ou mesmo o país (fenómeno da emigração), fomos falar com especialistas e damos-te algumas dicas para refletires bem antes de avançares com a candidatura. Deves ouvir o coração, sem esquecer a cabeça. E não te esqueças que é sempre possível voltar atrás na decisão, caso venhas a perceber que fizeste a escolha errada.

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Certa ou errada, a escolha deve também ter sempre em conta a questão financeira. Estudar tem sempre custos, e no Superior mais ainda.

Por isso, fomos fazer as contas para perceber onde é mais caro estudar em Portugal e chegámos à conclusão que estudar no interior e nos politécnicos fica mais em conta. Deixamos ainda um alerta para os apoios que existem e que podes pedir.

Logo a começar pela bolsa de ação social, para quem tem rendimentos mais baixos, cujo requerimento tem de ser feito em simultâneo com a candidatura.

Neste guia poderás encontrar também respostas a possíveis dúvidas e questões que surgem nesta altura, sendo certo que podes sempre encontrar outras informações em sites oficiais como o da Direção-Geral do Ensino Superior, onde terás de ir necessariamente para preencher a tua candidatura online, ou no portal do Infocursos, onde encontrarás diferentes dados estatísticos sobre todos os cursos que estiveram a funcionar em 2014/2015.

As candidaturas arrancam já segunda-feira, dia 20 de julho, e estendem-se até ao dia 7 de agosto.

Como decidir qual é a carreira e a área que você quer seguir?

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Se você se sente perdido quando se trata de carreira e não tem ideia de como descobrir qual é a área de trabalho certa, não se desespere – muitos jovens estão numa situação parecida. 

Para ajudar nessa tomada de decisão, o NaPrática.org trouxe algumas reflexões e ferramentas que podem servir como ponto de partida. A primeira coisa que precisa ficar clara é: não se trata de uma decisão definitiva. É sempre possível (e inclusive comum) mudar de rumo, de área, de setor.

Refletir sobre a carreira, no fundo, é pensar sobre a sua vida profissional. E essa é uma reflexão recorrente, que vai ser necessária em diversos momentos da vida: na hora de escolher o curso de graduação, de escolher a especialização, na hora de escolher o tipo de empresa em que se quer trabalhar, de avaliar uma proposta de emprego tentadora…

Frequentemente você vai ter que reavaliar o caminho tomado, fazer ajustes, novas escolhas. Então nada de sucumbir àquela pressão de “decisão para a vida toda”, certo?

Também é importante saber que não há receita de bolo ou teste exato – e nem é essa a proposta desse material. Desconfie dos testes e exercícios que te dão uma resposta pronta, como um único curso ou a área ideal. É necessário investir tempo para refletir, testar, e extrair o máximo de cada experiência.

No fim, a única pessoa que pode responder o que você realmente quer, naturalmente, é você.

Baixe o Ebook: Ferramentas de Autoconhecimento

Com a ajuda de especialistas da Fundação Estudar, a redação do NaPrática.org responde duas grandes dúvidas dos jovens que estão começando carreira e querem descobrir onde trabalhar, seja em relação à área (como marketing, financeiro, operações, saúde, gestão pública, etc), ao setor (governo, terceiro setor, consultoria, agronegócio, startup, tecnologia, etc) ou à própria empresa.

  • As respostas são direcionadas para jovens universitários ou recém-formados, mas também podem ajudar quem ainda está decidindo qual curso de graduação seguir ou quem pensa em mudar de curso ou até mesmo de carreira. 
  • A organização também pode ajudar nesse processo com seus cursos presenciais, como o Carreira Na Prática (que apresenta o dia a dia em diversas áreas e setores) e o Autoconhecimento Na Prática, que tem uma versão presencial e outra online e promove reflexões profundas sobre motivações e interesses.
  • Vale lembrar que coaches formados e psicólogos também podem contribuir nesse processo. 

1. Não tenho interesses claros. Por onde começar?

Os seus gostos e interesses podem não ser óbvios, e entendê-los muitas vezes exige uma reflexão mais profunda. Você deve se fazer perguntas como: Que tipo de profissão lhe atrai? Que profissionais você admira e por que? O que você gostaria de fazer no dia a dia? No que é bom, tanto em sua opinião quanto na opinião dos outros?

Pare para pensar com calma em cada uma dessas perguntas, e organize o seu raciocínio em uma folha de papel para organizar o pensamento. No final, você vai ver que muitos interesses ficarão mais claros! Também existem alguns recursos que podem te ajudar nesse entendimento:

Testes de Autoconhecimento

É possível começar com os testes de autoconhecimento que ajudam a entender seus valores, personalidade e estilo de trabalho, todos oferecidos gratuitamente pela Na Prática aqui

Também não deixe de complementar e cruzar o resultado com outras avaliações, como o teste Myers–Briggs (MBTI), oferecido gratuitamente pelo site 16Personalities, e este teste de âncoras de carreira da Robert Half, que foca em aptidões. O Ebook “Ferramentas de Autoconhecimento”, oferecido gratuitamente pelo Na Prática, também traz ferramentas úteis para entender melhor quem você é, como a Janela de Johari e o Modelo de John Whitmore.

Como Saber Para Que Curso Ir?

Feedback e pontos cegos

Para se aprofundar ainda mais, é interessante pedir feedback de pessoas em seu convívio e que não tenham medo de criticá-lo. Esse é o momento de envolver outras pessoas no seu processo de autoconhecimento, e entender como os outros percebem você. Mas como fazer isso?

Envie para os seus amigos, familiares ou colegas de trabalho a seguinte pergunta: “Quais são minhas características (positivas ou negativas) mais marcantes?” 

Confira 5 testes para saber qual faculdade fazer ????

Quando bater a dúvida sobre qual faculdade fazer, um teste vocacional pode ser um caminho na busca por clareza. O exame é uma avaliação multidisciplinar que ajuda a determinar que tipo de trabalho combina com as suas aptidões.

Escolher a carreira é um passo crucial na vida do estudante. Os testes vocacionais incluem perguntas sobre suas habilidades, personalidade, hobbies, interesses etc., apontando os caminhos que se encaixem em seu perfil. Associado a outras ferramentas, ele permite a você autoconhecimento e orienta sua busca por uma carreira.

Existe uma série de testes online disponíveis, mas vale a pena avaliar alguns critérios como a fonte e a validação científica — se utilizam critérios científicos, mensuráveis e reprodutíveis.

Para ajudar você a encontrar boas opções no mercado, listamos neste post 5 testes vocacionais. Confira!

Qual seu dom

O Qual seu dom é diferente de tudo o que você já viu, pois com ele você vai contar com a ajuda dos seus amigos para o teste de profissões. Isso mesmo, se todo mundo tem uma vocação, não significa que você precisa descobrir qual é a sua sozinho, concorda?

Nesse site, são os seus amigos que responderão às perguntas. Você fica com apenas uma única questão, o resto é com eles. Muitas vezes, somos levados a acreditar que temos determinada vocação, a exemplo da Medicina ou do Direito. 

Essa crença, incutida pela família ou mesmo por uma fantasia nutrida desde a infância, pode influenciar suas respostas. Já os seus amigos que o conhecem bem, com certeza serão mais isentos ao responderem o teste com sinceridade.

Teste vocacional Carlos Martins

O teste baseado no modelo de John Holland e adaptado pelo consultor Carlos Martins é um dos mais famosos da internet no Brasil. O psicólogo e educador americano desenvolveu um modelo hexagonal, que categoriza as personalidades em seis tipos:

  • Realista;
  • Investigativo;
  • Social;
  • Artístico;
  • Empreendedor;
  • Convencional.

Essa classificação serve de base para testes realizados no mundo todo, associando interesses e tipos de ambientes a cada uma das personalidades. Por exemplo, o tipo Social define pessoas com vontade de ajudar os outros, altamente comunicativas e empáticas.

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Assim, gostam de contato direto com os outros e tarefas muito mecânicas não representam seus interesses. Por isso, as profissões em que se saem melhor são áreas como a Psicologia ou a Enfermagem, muitos também dão ótimos professores.

Teste vocacional G1

Segundo o G1, um teste para a faculdade ideal deve juntar autoconhecimento, pesquisa sobre os cursos e o mercado. A ideia é descobrir com o que você gostaria de lidar no trabalho e, assim, responder à seguinte pergunta: “qual é a sua vocação?”.

Na verdade, a maioria dos testes de profissão são um bom norte em relação a que grande área escolher. “Humanas ou Exatas?” é uma dúvida comum entre estudantes que têm dificuldades em decidir seu futuro profissional, enquanto quem opta por Biológicas, em geral, já tem inclinações mais definidas.

O teste vocacional G1 é completo e interativo, com dicas para ajudar nessa importante decisão. A plataforma é bastante intuitiva e, quando você se der conta, já terá alguns direcionamentos em mãos.

Testevocacional.Org

Já a avaliação do site Testevocacional.org é composta por 21 questões, que ajudam a traçar a sua personalidade, além de identificar as profissões que mais parecem adequadas a ela.

O resultado é um resumo do seu perfil junto com uma lista de cursos indicados para ele. Com um teste desse tipo, você pode descobrir que tem grandes chances de se dar bem em uma faculdade de Exatas, por exemplo.

Lembre que um teste, seja ele qual for, nunca deve ser a única base para a sua decisão. Afinal, embora nenhuma avaliação seja definitiva, ela pode orientar a sua escolha.

Essas ferramentas são de grande valia para quem não sabe nem por onde começar, mas também para confirmar a escolha dos mais decididos.

Às vezes, crescemos com uma ideia fixa na cabeça, só que, na prática, aquele curso não tem nada a ver conosco.

A Real Me

Por fim, o teste vocacional A Real Me também tem por base as seis personalidades de John Holland, fazendo um levantamento de quais características dos perfis predeterminados mais se aproximam ou se afastam do seu jeito de ser.

Com base nessa análise, o resultado sugere as profissões que mais combinam com os traços de personalidade mais acentuados em cada um. Por exemplo, um perfil investigativo sugere que a pessoa é boa em resolver problemas e gosta de Matemática e Ciências, Biologia e Biomedicina são boas alternativas.

Enquanto isso, aqueles com perfil convencional são mais inclinados à ordem, disciplina e formalidade, se saindo bem no trabalho em equipe e em atividades mais metódicas. Alguns exemplos são as tarefas desempenhadas em carreiras como Ciências Contábeis e Comércio Exterior.

A carreira é apenas a primeira escolha importante do estudante. Além dela, é essencial pesquisar onde estudar. Encontrar uma boa faculdade, independentemente do curso ou área de atuação, é crucial para o sucesso na carreira. Aqui na Pitágoras, oferecemos diversos cursos, nas modalidades de ensino presencial e EAD (semipresencial e 100% online).

Outra questão que surge para muitos candidatos é a necessidade de escolher uma cidade para fazer faculdade. Essa é mais uma decisão que interfere no futuro profissional. Por isso, depois de definir o curso, surge a importância de avaliar as instituições de ensino, o mercado de trabalho, o custo de vida e as características locais para uma boa escolha.

Como vimos, para responder a pergunta “qual faculdade fazer?”, o teste vocacional é um bom começo, podendo ser muito válido para orientar a decisão do candidato. Embora não traga soluções mágicas, conhecer melhor os traços de sua personalidade e descobrir seus pontos fortes são ótimo caminho para identificar profissões nas quais você tem chance de se dar bem.

Agora que você já sabe como um teste vocacional pode ajudar você a escolher a carreira dos seus sonhos, que tal descobrir Como é estudar na Faculdade Pitágoras? Saiba por que é uma boa opção!

Teste Vocacional Online Grátis: descubra sua profissão

Escolher a profissão pode ser o primeiro grande desafio que precisamos enfrentar na carreira. Para te ajudar nessa missão, o PRAVALER disponibiliza um teste vocacional para tornar essa escolha um pouquinho mais fácil, trazendo pra você as carreiras que mais combinam com a sua personalidade.

Ser bem-sucedido(a) na carreira e ter um bom retorno financeiro.

Ter uma carreira em alta no mercado.

Fazer alguma atividade que você realmente goste, mesmo que não seja tão bem remunerado(a).

Ter a oportunidade de melhorar sua comunidade.

Visitar museus e castelos antigos na Europa.

Surfar e fazer esportes radicais na Austrália.

Viajar para os Estados Unidos para fazer compras, como o máximo conforto.

Conhecer uma cultura totalmente diferente no Japão ou China.

Relaxar em uma ilha paradisíaca.

Sempre se esforçou nos estudos e no trabalho e hoje tem uma posição de destaque na carreira.

Viaja bastante e gosta de viver aventuras e novas experiências.

Curte a vida e está sempre descobrindo coisas novas.

É criativa e sempre surpreende com novidades.

Dedica a sua vida a ajudar o próximo.

Algo que você goste de fazer no dia a dia como passatempo.

Um tipo de negócio que esteja em alta no mercado, independente da área ou dos seus gostos pessoais.

Uma empresa onde pudesse trabalhar com amigos e a família.

Uma empresa tradicional, com produtos e serviços que já têm boa comercialização no mercado.

Uma empresa voltada para inovação, em que você pudesse arriscar e desenvolver novos produtos e serviços no mercado.

Fica isolado um tempo, observando o ambiente.

Tenta se aproximar de alguém que possa te integrar ao grupo.

Prefere e se sente melhor sozinho.

Socializa facilmente com muitas pessoas ao mesmo tempo para fazer novos colegas.

Fica constrangido por estar sozinho e deixa o local.

Em shoppings ou lugares com muita agitação.

Não sabe por onde começar a escolher a carreira.

Está na dúvida entre duas carreiras.

Está na dúvida entre três carreiras ou mais.

Tem ideia de qual carreira escolher, mas ainda não tem certeza.

Já escolheu sua profissão e só quer confirmar.

Possuem status e são influentes.

Têm os mesmos gostos e interesses que você.

Compartilham das mesmas ideias.

São muito diferentes de você.

Você não se preocupa com nenhuma característica ao fazer amizades.

Sempre estudar muito e tirar boas notas.

Ser atencioso com os colegas de classe.

Ser muito talentoso nos esportes.

Ser muito agitado nas aulas, levando bronca dos professores com frequência.

Ser engraçado, sempre fazendo os colegas rirem

Guardaria uma parte e investiria outra parte em um negócio.

Faria diversos investimentos com o dinheiro, como bolsa de valores, imóveis, etc.

Guardaria o prêmio e continuaria trabalhando em algo que tem afinidade.

Usaria o prêmio para ajudar a quem precisa.

Se aposentaria e viajaria o mundo.

Ficar próximo de pessoas de sucesso, aprendendo com elas.

Alguma atividade que possa ser realizada em equipe.

Alguma atividade qual tivesse boa remuneração.

Um trabalho voluntário em qualquer causa que você se identifique.

Um jantar para agradecer às pessoas importantes pra você.

Um curso para melhorar sua carreira.

Gastaria o mínimo possível.

Uma empresa no ramo da internet.

Uma fábrica de computadores.

Uma academia ou escola de esportes.

Uma clínica em alguma área da saúde.

Não ser bem-sucedido e não conseguir ser bem remunerado.

Não ser reconhecido em sua área de atuação.

Não conseguir construir uma família.

Não ter tempo para curtir a vida.

Errar na escolha da carreira e ter que mudar depois.

O que é o teste vocacional?

O Teste Vocacional é um instrumento que analisa a vocação, em que é possível identificar a compatibilidade do jovem com as áreas existentes no mercado de trabalho e o seu perfil motivacional.

Podemos dizer que a orientação vocacional também pode ser chamada de orientação profissional, que é o acompanhamento psicológico ideal para quem está em momento de transformação na área profissional e tem como objetivo não só avaliar, mas também auxiliar em momentos de dúvidas e conflitos, entendendo os  valores que regem a vida da pessoa, suas expectativas e habilidades. Dessa forma, há mais chances de realização profissional evitando perdas com mudanças de curso ou abandono de carreira.

Por que fazer um teste vocacional?

É comum terminar o Ensino Médio sem saber muito bem que carreira seguir ou para outras pessoas, essa dúvida já vem diante de alguns anos atuando no mercado de trabalho e percebendo que nem tudo é como se pensou. O processo de decisão profissional é complexo e pressupõe que a pessoa tenha conhecimento de si próprio, da sua maturidade, e informação escolar e profissional que possa sustentar sua decisão.

O teste vocacional é uma ferramenta para apoiar essas escolhas e torná-las mais assertivas e menos propensas a sofrerem mudanças no futuro. Para os jovens, o teste vocacional surge como um instrumento de segurança em meio a tantas decisões importantes que acontecem simultaneamente, como a escolha de uma carreira, desafios pessoais, posicionamento social e questões emocionais.

Então, se você está com dúvidas e incertezas ou conhece alguém que está nessa situação, já sabe qual opção seguir: realize um teste vocacional!

Qual a diferença entre teste vocacional e teste de aptidão?

Como citado acima, o teste vocacional é, basicamente, uma prova/avaliação psicológica para orientar em qual curso ou carreira mais se encaixa no seu perfil. É o momento para se autoconhecer e descobrir áreas que te motivam e mais combinam com você.

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Bem, aqui a diferença é simples: enquanto o teste vocacional é uma avaliação mais completa do perfil profissional e te ajuda a escolher um curso, o teste de aptidão é necessário para comprovar que determinada pessoa está apta para exercer uma função específica. Por isso, muitos concursos ou vestibulares pedem que o candidato realize esse teste para comprovar que executará aquela profissão da melhor maneira.

Como o teste vocacional pode te ajudar?

Ele pode ajudar na tomada de decisão de qual caminho seguir. Por meio das suas respostas, o teste vocacional aponta para quais áreas você tem mais aptidões e quais não fazem parte do seu perfil.

Mas, lembre-se: Para que o resultado seja realmente eficiente, é importante ser sincero no momento de responder às perguntas. É essencial pensar bem antes de escolher cada resposta!

Qual profissão combina mais com você?

Muita calma nessa hora! Com o teste vocacional você encontrará essa resposta! Ou, pelo menos, terá um norte para onde seguir.

Para te ajudar, a primeira coisa que você deve se perguntar é: quais são os meus interesses e assuntos que mais me agradam? A pergunta aqui não é sobre o que você gosta de fazer no seu tempo livre, nem sobre o que você é bom fazendo, e sim o que te interessa? Olhe mais fundo para os seus interesses e resposta ao teste com sinceridade.

Dicas para fazer o teste

Os testes vocacionais geralmente possuem diversas perguntas de múltipla escolha que conseguem identificar os principais traços de personalidade, pontos fortes e pontos fracos. Com a junção dessas características, é possível obter uma resposta sobre as carreiras em potencial para você.

Responder ao teste vocacional é simples, desde que você seja sincero e tire um tempo para fazer isso. Para te ajudar, o PRAVALER criou um teste vocacional on-line fácil e rápido para você encontrar as carreiras que mais combinam com a sua personalidade. Bora fazer?

Como escolher o melhor curso para mim?

És aluno do 12.º ano? Este artigo é para ti!

Chegou a altura em que começas a questionar o teu futuro, a pensar nas escolhas que terás de fazer daqui a poucos meses, e que talvez tenhas tentado ignorar até agora… muitas dúvidas, poucas certezas? Não te preocupes, muitos estão na mesma situação que tu, outros tantos já passaram por ela, e, quanto a nós, estamos aqui para te ajudar!

A escolha do curso superior é, primeiro que tudo, uma escolha tua!

Ninguém pode decidir por ti, nem deves deixar que a opinião dos outros influencie essa mesma decisão.

O que não quer dizer que não possas conversar com os teus pais, com os teus amigos ou com outras pessoas para lhes pedires alguns conselhos. Mas, no fim, a escolha será sempre tua!

Dito isto, o que pretendemos com este artigo é dar-te alguns “pontos” essenciais para que reflitas sobre eles e não deixes nenhum de fora quando tomares a tua decisão.

E porquê? Porque esta é uma escolha que não se faz apenas porque se gosta de uma determinada área do conhecimento ou porque é uma profissão com um bom salário, há que pensar e analisar vários aspetos, para que faças uma escolha sensata e, assim, o mais acertada possível.

1. Seleciona um conjunto de cursos

Para te candidatares ao ensino superior, é necessário definires um conjunto de cursos que gostes – não penses em apenas um, porque podes não conseguir entrar nesse, pelo que deves ter outras opções em mente. E porque é que isto é importante?

Porque ao selecionares um conjunto de cursos, é-te mais fácil pesquisar informação sobre os mesmos.

Usa e abusa do Inspiring Future, uma vez que aqui encontras informações sobre cada curso:

  • a nota do último colocado no ano anterior
  • a ponderação da média do secundário e das provas de ingresso
  • a instituição de ensino superior em que é lecionado
  • entre outras, que te permitam compará-los e auxiliar-te na decisão.

2. Inscreve-te nos exames nacionais que sejam potenciais provas de ingresso

É importante relembrar-te da importância dos Exames Nacionais no acesso ao ensino superior. 

Para além daqueles que são obrigatórios para aprovação da disciplina (30% da nota final), aqueles que utilizares como prova de ingresso contribuem entre 35% a 50% para a tua nota de candidatura.

3. Não deixes que os resultados te definam

Quantas vezes já te disseram “Sê realista”, relativamente à escolha do curso que irás prosseguir?

Talvez muitas pessoas te transmitam a ideia de que a escolha do curso deve ser condicionada ou limitada (que reforça melhor a ideia), pelos resultados que foram sendo obtidos ao longo do secundário.

  • as coisas só ficam fechadas depois dos exames nacionais da 1ª fase  e dos exames nacionais da 2ª fase – portanto, aposta forte no estudo!
  • as notas dos últimos colocados podem oscilar, pelo que, ainda é possível que consigas entrar no curso que queres, independentemente das notas que tens.
  • sim, deves ser realista, mas não no sentido de limitar as tuas escolhas.

Deves ser realista, no sentido de ter sempre opções que te suscitam interesse e onde à partida será mais garantido que consegues o teu lugar – normalmente cursos onde a tua nota de candidatura é superior ao último colocado, preferivelmente, um valor ou mais.

4. Trabalhar numa área que gosto ou ter um bom salário?

Todos te dizem que deves seguir algo que gostes, porque, muito provavelmente, passarás os próximos 40 anos da tua vida, cerca de 8 horas por dia, a fazê-lo, e, por isso, convém que seja algo que te faça sentir realizado.

É muito conhecida a frase “Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida”. E claro que isso é muito importante, mas não é tudo!

Toda a escolha tem os seus prós e contras, e, como em tudo na vida, o mais sensato é haver um equilíbrio, pelo que, quando tomamos uma decisão, há que “colocar os pratos na balança” e ver o que “pesa” mais para nós.

Há que ponderar alguns outros aspetos, como, por exemplo:

  • Qual é a taxa de desemprego deste curso?
    • Podes consultar os “Dados e Estatísticas de Cursos Superiores” referentes ao curso em questão.
    • Nos quais irás encontrar a “Percentagem de recém-diplomados do curso que estão registados no IEFP como desempregados”;
  • É um emprego que me oferece condições boas ou precárias?
    • Tem taxa de desemprego considerável mas oferece boas condições? Quando conseguem, normalmente, as pessoas mudam de emprego rapidamente?
    • Tem taxa de desemprego baixa mas oferece más condições? Há margem de progressão ou melhoria no futuro?
  • Qual foi a experiência das outras pessoas que lá estiveram?
    • Qual é a opinião delas quanto ao curso?
    • Que dificuldades tiveram durante e após o curso?
  • Falamos-te destes pontos, porque é importante pensares em todos antes de tomares a tua decisão.
  • É fundamental definires o que é mais importante para ti, e escolheres de acordo com o que te faça sentir mais realizado e mais feliz.
  • Não te esqueças: pode ser muito frustrante a sensação de te teres dedicado tantos anos a um curso, da tua família ter investido em ti, ou de teres abdicado de algumas coisas em prol dos teus resultados académicos e, depois, chegado ao mercado de trabalho, teres muita dificuldade em conseguires um emprego.
  • Ou conseguires, mas este não corresponder às tuas expectativas.

Pesquisa, pondera e escolhe, mas sempre da forma mais informada possível!

Estudantes têm nova ferramenta online para escolherem a profissão

Os estudantes do ensino secundário têm um novo aliado na hora de escolherem o curso que pretendem seguir depois de terminado esse nível de ensino.

A Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa desenhou um motor de busca, que está disponível online, onde os jovens podem procurar um curso ou formação com base naquilo que são os seus interesses, capacidades ou os ambientes em que pretendem vir a trabalhar.

Em função dos resultados ficam a conhecer os perfis de profissionais que estão no activo em cada uma das áreas.

O motor de busca vocacional está disponível, desde a semana passada, no portal Design The Future. “Este não é um teste psicológico nem um teste vocacional”, explica Isabel Janeiro, professora na Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa que coordenou a concepção da ferramenta. “É uma forma de os jovens compararem os seus interesses com as profissões existentes”, acrescenta.

O portal foi criado há dois anos pela associação Better Future, um organização juvenil com sede em Lisboa e uma delegação no Porto, que, desde 2014, tem recebido vários prémios de empreendedorismo social por iniciativas sempre ligadas à educação e formação.

Desde o início que permitia uma busca por instituições de ensino ou cursos, muito à semelhança do que pode ser feito no portal da Direcção-Geral do Ensino Superior.

Este ano, contudo, o site — que tem o apoio da Fundação Vodafone Portugal e do banco Santander Totta — foi reforçado com a opção de Exploração Vocacional.

Os estudantes podem aí escolher uma de três categorias: “Interesses”, “Ambientes de trabalho” e “Capacidades”, em função daquilo que mais valorizam numa futura profissão. Dentro de cada uma destas opções há diferentes possibilidades de resposta e, em função da escolha, abre-se uma lista de profissões possíveis.

Por exemplo, se um aluno quiser procurar áreas que lhe permitam ter no futuro um emprego com horário flexível, o portal sugere-lhe ocupações como actor, copywriter publicitário ou designer.

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Se pretende profissões que permitam estar ao ar livre, sugere-se, por exemplo, biólogo marinho e arqueólogo.

Se gosta de “actividades práticas” algumas hipóteses enumeradas são chef e restauradora de arte especialista em pintura.

A cada uma das profissões está depois associado um perfil de um profissional da respectiva área, com uma biografia e um vídeo de apresentação, bem como a oferta formativa existente para aquela área.

O Design the Future lista licenciaturas e mestrados, quer em instituições públicas quer privadas, mas também formações não superiores, como cursos profissionais ou especializações.

Ao todo há mais de 3000 cursos à escolha, com informações sobre a localização ou forma de candidatura.

A sua “grande vantagem” é permitir aos jovens “confrontar o seu perfil vocacional com o mundo das profissões”, sublinha Isabel Janeiro.

Outra novidade do portal é a inclusão de “profissões novas”, que os alunos “ainda não conhecem” e que podem ter um papel importante no futuro. Há, por exemplo, testemunhos de um neuromarketeer ou de uma astrobióloga.

Escolhi o curso errado: saiba o que fazer para dar a volta por cima

Pense na seguinte situação: você estudou bastante para passar no vestibular. Nesse período, também leu tudo o que podia para decidir qual curso fazer. Depois de começar o curso, veio o primeiro semestre, e o segundo.

No terceiro, veio também a frustração. É aí que você pensa: “escolhi o curso errado”.

Se encaixou nessa história? Caso positivo, nós vamos mostrar para você como resolver esse problema para você dar a volta por cima dessa situação.

Escolhi o curso errado. Sim, é mais comum do que você imagina. Porém, por incrível que pareça, muitos estudantes acabam descobrindo isso em fases mais adiantadas.

Ou custam a acreditar que não estão gostando do curso, após tanto esforço para ser aprovado no vestibular.

Por essa razão, o importante é saber identificar os sinais de que você escolheu o curso errado e tentar por em prática alguma atitude.

Em algumas situações, há estudantes que, mesmo insatisfeitos com o curso atual, partem para uma segunda graduação. Se “escolhi o curso errado” já passou pela sua cabeça, preste atenção neste post para conferir as dicas de como superar essa situação. E ainda conseguir tirar proveito dela.

Como saber se escolhi o curso errado

É bastante comum, também, que por motivos de pressão ou dúvida, antes mesmo do vestibular, a escolha pelo curso acabe sendo inadequada.

Você sabia que cerca de 21% dos alunos de faculdades particulares de São Paulo não concluem o curso? O dado é do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo (Semesp). Na Universidade de São Paulo (USP), por exemplo, esse índice alcança 40%. Portanto, não se desespere, pois sentir que escolher o curso errado faz parte da realidade de milhares de estudantes.

No entanto, para saber se você escolheu o curso errado, há alguns sinais que devem ser percebidos. Os mais claros indicadores da sua insatisfação é quando simplesmente você sente que não está feliz no curso. Isso ocorre quando o desempenho nas disciplinas e nos estudos é baixo. Ou ainda, quando não se tem muita certeza sobre a carreira e o futuro profissional nessa área.

A seguir, vamos listar alguns sinais comuns:

Falta de interesse pelas matérias

Se você vai para as aulas do seu curso com pouca motivação, sem interesse pelas disciplinas ministradas, pode ligar o sinal amarelo. Isso porque não vale a pena seguir em um curso com notas baixas. Ou, ainda, cujo conteúdo não agrada. Além disso, se a faculdade for particular, seria um tremendo desperdício de dinheiro continuar o curso dessa forma.

Esse é um dos sinais mais aparentes de que sua escolha não foi acertada. O nível de aprendizado cai bastante quando você não sente interesse pelas aulas. Por isso, nessa hora, é melhor repensar sua trajetória e começar a pesquisar por outros cursos.

Dificuldade de justificar a escolha do curso

Escolher uma carreira a seguir não é uma tarefa fácil. Muitas vezes nos deixamos influenciar além da conta por amigos e familiares. Com isso, tomamos uma decisão que agrada mais opiniões alheias do que as suas.

Se perguntarem a você o motivo que o levou a dizer “escolhi o curso errado” e você titubear a resposta, há algo errado. Isso pode demonstrar que você não está seguro da decisão ou insatisfeito com o curso.

Não consegue se enxergar exercendo a profissão

Aqui temos duas situações que devem ser analisadas. Em primeiro lugar, se você já passou por alguma experiência prática da profissão durante seu curso e não foi atraente, há um problema.

Em segundo lugar, se a sua percepção do mercado nessa área é difícil, ou seja, com poucas oportunidades e baixos salários, temos um novo problema.

Isso tudo pode fazer com que você não consiga se enxergar exercendo a profissão.

Por esse motivo, aposte seus anos de estudo em um curso que você tenha mais certeza sobre as oportunidades no mercado de trabalho,

Ir às aulas se tornou um sacrifício

Se pra você virou um sacrifício ir para a faculdade, é um sério sinal que você deve mudar de curso. Sacrifício no sentido de estar desanimado com o curso. Em outras palavras, com pouca motivação para assistir as aulas, ou ainda, assistir apenas por obrigação.

Não perca seu tempo com algo que não está agrandando por completo. Principalmente, se isso envolve o seu futuro acadêmico e profissional.

E agora, o que eu devo fazer?

Depois de ler até aqui, a frase “escolhi o curso errado” está ainda mais na sua cabeça. Por esse motivo, você está inclinado a mudar de curso. Porém, antes de desistir totalmente, tente fazer um último esforço reflexivo e pensar nas seguintes questões. Em outras palavras, uma mudança de curso pode alterar definitivamente seu futuro profissional – de forma positiva ou até negativa.

Nessa hora, não vale a pena agir por impulso. Por isso, antes de desistir do curso totalmente, tente responder às seguintes questões:

  • Se você está insatisfeito já no início do curso, saiba que as primeiras fases são sempre mais teóricas e generalistas. Em geral, os cursos de graduação começam a ficar mais específico e prático a partir do segundo ou terceiro ano.
  • Antes de desistir, tente fazer alguma atividade prática do curso. Talvez, uma disciplina opcional que o aproxime da prática profissional. Isso pode mudar sua visão sobre a área.
  • Analise também a sua vida pessoal. De repente, alguma questão pessoal está afetando seu desempenho no curso. Ou seja, não necessariamente as notas baixas e o desinteresse tem ligação direta com a escolha do seu curso. Se isso ocorrer, vale procurar ajuda de um profissional, como um professor ou psicólogo.
  • Se você ainda não estagiou na área do seu curso, não sabe o que está perdendo. É uma ótima oportunidade para sentir se a sua praia é essa ou não.
  • Converse com profissionais da área do seu curso que já estão atuando a algum tempo. Peça a eles impressões sobre o mercado de trabalho. Converse sobre suas indecisões. Isso ajuda bastante.

A escolha depende de você

Sabemos que o “escolhi o curso errado” é um problema difícil de ser percebido e resolvido. É uma decisão complicada na vida do estudante. Se mesmo após refletir nas questões acima você decidir mudar de curso, não se desespere. Em outras palavras, isso não é o fim do mundo. Começar de novo, em um novo curso, pode abrir muitas oportunidades e também despertar um talento adormecido.

Claro que nessa hora vale conversar também com colegas, amigos e familiares. Obtenha o maior volume de informações e opiniões. E o mais importante: após ter esses dados em mãos, saiba que a decisão é apenas de você!

Faça uma transição segura

Se você decidiu partir para uma outra área, é importante fazer uma transição do seu curso atual para um outro de forma segura. Nesse caso, uma estratégia interessante é tentar investir em uma área que tenha alguma relação com o seu curso atual. Com isso, você pode aproveitar algumas disciplinas já cursadas e validá-las no currículo do outro curso.

Outra possibilidade interessante é tentar uma transferência interna ou externa de curso. Desse modo, você pode concorrer a uma vaga em outro curso sem precisar fazer outro vestibular.

Essa vaga pode estar em um curso dentro da sua própria faculdade (transferência interna) ou em outras instituições (transferência interna).

Nesse caso, pode ser até uma universidade estrangeira, que tal? É o que chamamos de mobilidade acadêmica.

Leia mais: Como escolher a faculdade: dicas que vão ajudar você

O post acima pode te ajudar a recomeçar em um novo caminho. Acompanhe o blog Vai de Bolsa e fique por dentro de mais informações sobre cursos, capacitações, mercado de trabalho e dicas.

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