Como Saber O Que Vai Acontecer No Futuro?

Quantas vezes damos por nós a pensar, como será o futuro? Como evoluirá a humanidade? De que mais seremos capazes de inventar? Com o surgimento da tecnologia o mundo avança a passos largos e temos acesso a coisas que seriam impensáveis por alguns dos nossos antepassados mais próximos.

  • Como Saber O Que Vai Acontecer No Futuro?
  • Nós, os seres humanos somos os únicos animais a saber que o futuro existe mas, apesar disso ninguém pode dizer ao certo como ele será.
  • Contudo, graças à avançada tecnologia é possível fazer previsões sobre como será a evolução do planeta Terra nos próximos 1 bilhão de anos.

Uma vez que certamente nenhum de nós cá estará para verificar se realmente vai ser assim, neste vídeo são mostradas as alterações que o nosso planeta possivelmente sofrerá. Previsões, com a ajuda da ciência, que de uma forma calculada, arrisca a divulgar.

Daqui a dois milhões de anos, possivelmente existirá vida noutros planetas. Seres humanos habitarão outros planetas e evoluirão para espécies diferentes o que faz com que nos tornemos alienígenas.

Parece estranho?

Ao tentar imaginar essa realidade parece estranha, quase impossível, mas a verdade é que se recuarmos no tempo veremos que é apenas a continuação. A Terra já sofreu tantas alterações desde que os nossos antepassados surgiram em África. O clima já sofreu tantas alterações, o Homem já foi tão diferente do que somos hoje em dia, já descobrimos tantas coisas sobre outros planetas.

E a tecnologia?

No ano 10.000 haverá um “novo bug”. Os nossos softwares que funcionam com quatro casa decimais, ao chegar ao ano 10.000 não será possível codificar datas.
Outra alteração, e isso já é evidente, é deixar de haver raças definidas. Com a globalização a tendência é para uma uniformização de cor de cabelo e cor de pele.

Como Saber O Que Vai Acontecer No Futuro?

Linguagem

No ano 20.000 a linguagem tal como a conhecemos deixará de ser reconhecida. Uma evolução também existente nos nossos dias, mas continuamos a fazer referências ao passado.

No ano 50.000 a Terra voltará a sofrer um período glacial, apesar de tudo apontar o contrário devido ao aquecimento global.

No ano 100.000 as estrelas e constelações visíveis da Terra terão uma aparência muito diferente da que vemos hoje.

Se realmente chegarmos a Marte como tanto ambicionamos, certamente iremos modifica-lo para nos sentirmos em casa.

No ano 500.000, o nosso planeta começa a presenciar momentos difíceis. As previsões são para que a Terra seja atingida por um asteroide de 1 km de diâmetro se, com toda a tecnologia que ainda aí vem, não o conseguirmos evitar.

Como Saber O Que Vai Acontecer No Futuro?

No ano 1 milhão a Terra poderá também sofrer uma erupção vulcânica capaz de espalhar 3.200 km3 de cinzas para a atmosfera.

Mas, no seguimento das previsões, como sempre, o Homem arranja uma maneira de dar a volta. De alguma coisa tinha de servir todos os esforços que fazemos atualmente para conseguir recuar os níveis de poluição, criar novas energias, preservar espécies, entre outros esforços.

  1. No ano 2 milhões, num futuro já muito longínquo, se os humanos tiverem mesmo conseguido chegar a outros planetas, nesta altura já serão novas espécies, uma evolução natural de adaptação ao meio ambiente em que vivem.
  2. No ano 50 milhões, África poderá colidir com o que chamam de Eurasia (conjunto da Europa e da Ásia), o Mar Mediterrâneo modificar-se-á e dará lugar a uma nova cordilheira de montanhas, quem sabe mais altas que o Monte Evereste.
  3. No ano 250 milhões todo o nosso planeta estará novamente junto formando um único continente
  4. Como Saber O Que Vai Acontecer No Futuro?

Nos anos 500 a 600 milhões, a partir daqui o futuro da Terra não é nada animador. Apesar de ser já muito difícil de prever, o que está previsto é que haja uma explosão mortal de raios gama que ocorrerá a 6.500 anos-luz da Terra, provocando uma extinção em massa.

A luminosidade crescente do Sol fará parar os movimentos das placas tectônicas, e os níveis de Co2 na atmosfera começarão a baixar. Os níveis de oxigênio serão cada vez mais baixos e a camada se ozono desaparecerá o que fará com que seja impossível haver vida no planeta azul.

Aos mil milhões de anos a temperatura da Terra aumentará para, aproximadamente, 47ºc, fará da atmosfera uma estufa e apenas pertos dos polos poderá existir ainda algum tipo de vida.

Esta é a previsão que foi feita, com base em muitos estudos e grande ajuda da tecnologia. Se assim será ou não realmente, sou capaz de prever que não iremos saber!?

Fonte: Science Alert

Por Célia Simões para Pplware Kids

Arquivado na categoria: Curiosidades

Blog do Pyr

9 de janeiro de 2019 – 8h00

Todos os futurólogos são unânimes: é impossível prever o futuro.

Pra piorar, o que se diz sobre o futuro hoje, muda amanhã. Enxergar possibilidades no tempo à frente exige atualização recorrente e permanente. Dá um baita trabalho.

  • A melhor frase para isso é a clássica “já não se faz mais futuro como antigamente”, na qual se ironiza a versão que os que vieram antes de nós tinham sobre o que estaria acontecendo hoje, em boa parte das vezes versões tornadas obsoletas por uma realidade que insistiu em ser diversa.
  • Ora, então porque fazer previsões sobre o futuro, se elas, no futuro, não se confirmam?
  • Por três razões:

• A primeira vem da Idade da Pedra. Desde sempre nós, humanos, não vivemos sem projetar o que virá. Fazíamos isso já nas paredes das cavernas. É para nós como respirar.

Um hipotético mundo em que não imaginemos nada sobre o futuro paralisaria nosso presente. Como acreditam os autores do livro “Superprevisões – A arte e a ciência de antecipar o futuro”, Philip E.

Tetlock e Dan Garner, “Previsões moldam nossas decisões e as decisões moldam nossas vidas”.

• A segunda razão é que os métodos de prever o futuro melhoraram bastante desde que imaginamos nosso futuro como o Planeta dos Jetsons. Aqui você vai conhecer alguns deles.

• A terceira vem do historiador Yuval Harari, que você conhece das obras Sapiens e Homo Deus, em seu mais recente livro, “21 lessons for the 21st Century“, em que ele dá uma dica para os acomodados, os preocupados apenas com os resultados do trimestre, os que se conformam em viver com o que já sabem e não buscam entender o futuro da vida: “If you don’t know what to do with the power to engineer life, market forces will not wait a thousand years for you to come up with an answer. The invisible hand of the market will force upon you its own blind reply. Unless you are happy to entrust the future of life to the mercy of quarterly revenue reports, you need a clear idea what life is all about.” Traduzindo em bom Português, que porra é a vida.

Bom, este vai ser um texto longo. Se você tem mais o que fazer, vai coração. Toca a vida e deixa o futuro para depois.

  1. Oba, você vem?
  2. Mas se você, minimamente, se interessa por preparar-se para algo que não sabemos o que será, mas que podemos minimamente divisar pelo buraco da fechadura, vale 15 minutos, que é o tempo de leitura deste texto.
  3. Como disse, separei aqui autores estudiosos do futuro, com métodos sofisticados de previsão.

Dois deles e seu livro já citei acima. A outra é Amy Webb, que você possivelmente já conhece, mas que pode não ter tido a oportunidade de entender melhor como funciona sua metodologia. Possivelmente a mais renomada futuróloga da atualidade, ela nos ensina como ser ela.

Ao final de tudo, vou falar um pouco sobre como a tecnologia contribui probabilisticamente para a antevisão do nosso desenvolvimento e, finalmente, concluirei citando três textos meus anteriores sobre o tema futuro. Quem me acompanha, sabe que gosto dele.

Antes de iniciar, e exatamente lembrando uma das abordagens desses meus textos anteriores, é importante entender que, não importa o futurólogo que você consulte, todos eles nos alertarão para o fato de que vivemos e viveremos momentos do que poderia se convencionar chamar de Uber Transformations, sendo “uber” não o aplicativo de carros, mas o conceito de hiper-totalidade. Ou seja, transformações radicais jamais vivenciadas antes em toda a nossa vida no Planet. Wow!

“Superprevisões – A arte e a ciência de antecipar o futuro”, Philip E. Tetlock e Dan Garner.

O fodão aqui é o Philip, um psicólogo canadense que se especializou no desenvolvimento de metodologias assertivas voltadas para a previsão de cenários macro (políticos, econômicos, sociais, etc.) e fatos relevantes que podem vir a ser determinantes para o futuro. Servem para as empresas e previsões de mercado, igualmente.

O Dan é também fodão, mas como premiado jornalista, colaborador do jornal Otawa Citizen.

Philip atuou e atua para inúmeros organismos internacionais, mas nesta sua obra (tem várias publicadas) focou em seus trabalhos feitos para a comunidade de inteligência do governo norte-americano durante anos.

Nesses projetos, pode aprimorar sua técnica fundamentada não em máquinas e algoritmos, mas em gente. Muita gente.

Para ele, previsões mais assertivas raramente são resultado de uma opinião ou observação isolada, são majoritariamente a extração somada e ponderada de um sem número de referências anteriores, um repertório. Repertórios limitados não constituem boa massa original para forjar predições consistentes.

Mais que isso, é do conjunto de repertórios de grupos de pessoas que se extrai a melhor seiva da assertividade probabilística de uma previsão.

Mais que isso ainda, é possível, a partir da multidão, buscarmos palpiteiros mais assertivos. Ponderando sua assertividade com indicadores acima da média, corrigimos para cima o percentual de precisão da previsão. São os Superprevisores.

Uma obsessão de Philip é a comprovação mensurada das previsões realizadas ao longo do tempo. Profundo analista estatístico, apesar de sua formação de psicólogo, Philip defende que o apuramento das técnicas de previsões futuras só ganhará continuum e precisão se forem estatisticamente acompanhadas no tempo.

Eu alerto aqui, antes de seguir adiante, que por essas premissas aí acima já deu para perceber que o método do Philip exige a cautela óbvia de que seres humanos são seres humanos e que, portanto, faz parte do processo, a gestão com bom senso das equipes e a análise ponderada dos resultados gerados. Gente é sempre um problema, mas neste caso, para o método dele, é também toda a solução.

Um dos pressupostos de sua metodologia é o conceito-chave de “sabedoria das multidões”. No popular, poderíamos imaginar que é uma espécie de senso comum. Clay Shirky, sociólogo digital, um dos reis do TED, em seu livro “Here comes everybody“, fala sobre como as multidões conectadas em rede podem de fato mudar a história do mundo.

Philip usa a internet para reunir e conectar seus colaboradores. Reúne coletivos online de pessoas minimamente interessadas em previsões e faz competições entre elas. Estimula-as a compartilhar suas reflexões.

De posse desse conjunto de opiniões, utiliza métodos probabilísticos e pondera os resultados. Dessa massaroca, nascem suas apostas sobre o futuro.

Que faz questão de que sejam permanentemente checados e confrontados com os fatos reais.

Um dos projetos dos quais o Philip participou teve início em 2010 e foi conduzido pela IARPA – Intelligence Advanced Research Projects Activity, tendo como objetivo auxiliar as 16 agências de inteligência dos EUA (sim, 16), a preverem fatos e acontecimentos futuros na cena internacional. Notadamente, em áreas de relevantes conflitos geopolíticos do globo.

  • Pois depois de um ano de operação, o grupo conseguiu ser mais assertivo do que todos os mais graduados analistas da inteligência norte-americana, treinados anos para fazerem análises assertivas de cenários geopolíticos, além de donos de informações confidenciais que não foram em nenhum momento partilhadas com os participantes do projeto da IARPA.
  • Foi a glória para Philip e suas equipes.
  • Sintetisando, Philip nos entrega os 10 Mandamentos de seu método:
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1.Faça triagem – A dica aqui é busque um cenário de análise que seja delimitado por parâmetros minimamente administráveis e com hipóteses e variáveis que possamos acessar e cruzar de forma prática. E nunca trabalhe com previsões acima de 10 anos. Hoje, seria total perda de tempo.

2.Decomponha problemas aparentemente intratáveis em subproblemas minimamente tratáveis – É a técnica de Jack, o Estripador, manja? Ou uma variação do método cartesiano, em que você valida cada hipótese em separado, base da ciência moderna.

Faz sentido. A probabilidade de precisão de uma previsão é, na maior parte das vezes, diretamente proporcional a complexidade e amplitude da questão analisada.

Você pode chegar a analisar temas de grande abrangência, mas se decupá-lo em pedaços, sua assertividade aumentará.

3.

Encontre o equilíbrio justo entre as visões de dentro e de fora – Ele dedica uma parte do livro a analisar o viés dos pesquisadores e as possíveis visões de quem está mais ou menos envolvido em determinada questão. Os próximos ao tema tendem a ter a visão “de dentro”. Os mais distantes, a visão “de fora”. Ponderar essas visões (ele tem tabelas percentuais para alguns casos) é o caminho certamente mais assertivo.

4.Atinja o equilíbrio justo entre a reação aquém e a reação além da evidência – Toda previsão pode errar ou acertar para mais ou para menos. Seja com relação ao fato em si, seja em relação ao tempo ou duração do evento analisado.

Philip alerta que é preciso mensurar e atualizar as previsões frequentemente e analisar muitas vezes detalhes criteriosos (as “pistas” a que se refere Amy Webb, que vamos abordar a seguir) para que os ajustes sejam recorrentemente feitos e o percentual de precisão suba.

É matemática misturada com observação científica e uma pitada de bom senso.

5.Procure pelo choque de forças causais operando em cada problema – Todos conhecemos a teoria da causa e efeito. Na física, toda causa gera ou pode gerar um efeito.

Em análises de fatos e acontecimentos, uma situação de competitividade de mercado, por exemplo, ou a estimativa de vendas de um determinado produto, para trazer a coisa para nosso universo, muitas causas podem se somar ou colidir para gerar vários efeitos.

Ele chama esse processo de olho da libélula. Libélulas (moscas também) têm olhos multifacetados, que enxergam a realidade subdividida em várias imagens e ângulos. É esse olho complexo e multi-causal que temos que usar, como uma lente, para interpretar muitas vezes variáveis diversas.

Aqui, destaca ele, não tem jeito. É complexo mesmo e buscar as causas relevantes será vital para a assertividade do efeito delas resultante.

6.Empenhe-se em distinguir o maior número de graus de dúvida que o problema permite, mas não mais do que isso – Aqui, uma vez mais, a ponderação é o grande conselho. Todo problema pode ser dissecado de “n” formas diferentes.

E analisado sob diferentes graus de observação e profundidade. É a busca por eliminar a granularidade da incerteza. Ter muitas variáveis é rico nesse momento. Portanto, vá fundo, mas não se afogue em sua própria diversidade.

Use o olho da libélula, mas não fique cego com sua exacerbada complexidade.

7.Encontre o equilíbrio certo entre estar confiante ou confiante em demasia, entre prudência e firmeza de decisão – Como o método de Philip se baseia na colaboração e participação de seres humanos, o apelo ao controle e aos cuidados com os exageros de comportamento igualmente humanos cabe como conselho.

Ao longo do livro ele nos dá alguns exemplos de personagens da história que ou por firmeza exacerbada ou prudência em demasia erraram na previsão do desenrolar dos fatos. Há um capítulo inteiro do livro sobre o papel dos líderes nos processos de previsão do futuro.

Aqui, eles exercem esse papel de forma marcante, deliberando sobre os limites da confiança e da prepotência.

8.Procure os erros por trás dos seus equívocos – Literalmente, Philip nos diz: “Não tente justificar ou achar desculpas para seu fracasso. Conduza autópsias inflexíveis: onde errei exatamente? Faça igualmente autópsias inflexíveis sobre seus acertos”.

Ou seja, é a técnica de medir e analisar permanentemente o que se fez para aprender tanto com erros, como com os acertos.

O processo de análise do futuro, como já comentamos, não para nunca e agir dessa forma, em algum momento ali adiante, resultará em maior grau de assertividade.

9.Extraia o melhor dos outros e deixe que os outros extraiam o melhor de você – Essa tá fácil. Em todo trabalho de equipes colaborativas, se não agirmos dessa forma, colocaremos tudo a perder.

10.Aprenda a andar de bicicleta e domine a arte dos erros opostos – Todos os mandamentos acima contrapõem erros opostos. São os pontos extremos de todo processo de análise.

A sabedoria está em contrabalançar esses erros opostos encontrando um limiar entre eles onde habita o maior grau de assertividade.

A história da bicicleta ele também usa ao longo do livro e é simples: não se aprende a andar de bicicleta lendo um livro de física. Ande e caia o tempo todo até se equilibrar sobre ela.

A vantagem do método do Philip é que ele pode ser metodoligisado, palavra que não existe.

Mas que quer dizer, por mais complexo que seja (e é, eu avisei), o método pode ser adaptado a suas (suas mesmo) necessidades e depende da formação e treinamento de equipes de pessoas.

No fundo, pode ser menos complexo e mais barato do que a implementação de métodos tecnológicos, por exemplo. E, garante Philip, entrega alta precisão.

Mais que isso, acrescento que há uma tendência de gente bem qualificada muito preocupada com a dominância da Inteligência Artificial sobre os humanos e pregando investirmos mais seriamente na Human Intelligence, exatamente o que faz o Philip.

Amy Webb e as pistas do presente que nos revelam o futuro. Com clareza.

Amy é sócia fundadora do Future Today Institute e se qualifica como futurista quantitativa, porque analisa as tendências do futuro com base em dados.

Para ela adivinhar é fácil. Basta olhar os sinais do futuro que já estão visíveis exatamente agora a nossa volta com olhos de ver.

Seu livro “The Signals are Talking” é um resumão de sua tese e de seu método, uma obra indispensável para nós que vivemos numa armadilha, a de que as coisas hoje acontecem tão rápido, que podemos ser pegos pelo desconhecido do futuro logo ali na curva e sermos engolidos (nós, profissionalmente, e nossas marcas e empresas, corporativamente), de alguma forma, por ele.

Abaixo a carta que ela enviou ao mercado recentemente anunciando a proximidade de seu próximo relatório e explicando um pouco do seu método. Vale à pena ler e aprender.

A decade ago, I began creating an end-of-year inventory of signals, outliers and trends in an effort to hit January 1st running.

Of all the decisions made in the past year, which would have lasting impact in the coming months? Which big upcoming anniversaries and events might cause an acceleration of change? Were there inflection points lurking around corners? What uncertainties could I identify now and begin to prepare for? Far from being a nostalgic look back at what was or might have been, or a list of predictions for what would definitely happen, this inventory was something entirely different: a way to think about the evolution of technology, science and humanity as a long continuum.

I started sharing my end of year inventory with the Future Today Institute’s clients, who found it to be an invaluable resource. I also found out about a clever hack: our clients were using the inventory as a companion to our annual Emerging Tech Trends report to aid in their strategic planning for the year ahead.

Abaixo, um painelzão geral do que ela destaca como pano de fundo do que vai acontecer em 2019 e influenciar tudo que vai rolar no mundo. Isso inclui a sua e a minha vida também, tá?

Mais que isso, ela dá dicas de como faz suas previsões. Bora aprender?

Preparing for 2019
Leaders often make common errors as they make strategic decisions about the future: they under-predict or over-predict change.

The reason? Most of us find uncertainty uncomfortable, so we are reluctant to confront it.

We can’t solve for future uncertainty, but we can prepare ourselves to think critically about signals and decisions –– to understand all the dependencies we should consider that might impact the future.

O que vai acontecer no meu futuro?

Diferentemente do que grande parte das pessoas pensam a respeito do destino, o futuro não é um fato já pronto que acontecerá automaticamente de uma forma fixa. Não se trata de um filme, onde o médium, o tarólogo ou o esotérico vá lá na frente, veja o que vai acontecer, e volte para contar o resultado antecipadamente.

Crer que seja dessa forma que a previsão do futuro funcione, é um equívoco. Afinal de contas, basta olhar a história e ver que muitos videntes já fizeram previsões que nunca se cumpriram – embora outras tenham se manifestado.

Se eu te conto por exemplo que você vai cair da escada e se machucar, e você toma a decisão de nunca mais na sua vida subir em uma escada, e ai? Você estará obviamente mudando o seu futuro.

Se um vidente diz que um avião numero X vai cair no dia Y no lugar Z, e a companhia aérea decide retirar aquele voo do plano, e aí? Ela estará obviamente impedindo que a previsão se manifeste.

  • Portanto, entenda: acreditar que o futuro é fixo e que você não pode fazer nada para modificar uma previsão, ou pelo menos a maioria delas, é um erro.
  • Existem pessoas que tem a vida mais regida pelo destino, e neste caso os acontecimentos fixos (já determinados) são em maior número.
  • E existem pessoas que têm a vida menos regida pelo destino, e neste caso, os acontecimentos fixos (já cravados no destino) são em menor número.
  • O fato, meus queridos, é que muitas pessoas tem uma visão completamente equivocada de como funciona a dinâmica quântica de uma previsão, e bombardeados que somos todos os dias por lives que fazem previsões de uma vida em duas ou três cartas, estamos ficando entorpecidos com idéias completamente equivocadas de como se dá uma previsão.
  • Por exemplo:

Quando você pergunta “quando questão X vai acontecer?”, é importante compreender: se aquela questão está regida pelo destino, é possível prever, com precisão matemática, quando tal ocorrência se manifestará na vida de uma pessoa. Mas se a questão não está regida pelo destino, o que se vê é apenas uma tendência.

Costumo dizer sempre que a pior consequência de uma consulta oracular é frustrar uma expectativa. Por isso, se você não está preparado para ouvir uma previsão, não a peça.

Outro exemplo:

Aantes de perguntar “quando” algo vai acontecer, é preciso perguntar “se há chances” daquele algo acontecer. Se você resume a pergunta a um “quando vou ficar rico” e alguem faz um jogo às pressas que só mostra cartas de respostas negativas, a pessoa pode te dizer “nunca” e isso pode te fazer perder a motivação de correr atrás de sua estruturação material.

Por que então não começar perguntando se há chances, e qual o percentual de chances?

Nos casos em que o acontecimento ou evento não esteja regido pelo destino, se possuir chances de ocorrer, pode-se avaliar o percentual de chances daquele acontecimento se manifestar, ou as condicionantes para que a coisa ocorra, como o “só acontece se você fizer movimento N”.

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Daí é que vem o fato de que algumas pessoas tem um maior poder de escolha, e outras tem um menor poder de escolha. Pessoas que vieram ao mundo com uma linha de futuro com baixa regência de destino, vieram exercitar a capacidade de exercer o livre arbítrio e de fazer escolhas, sem que a maioria dos eventos da vida já esteja fixamente cravada no destino.

Então, se você faz uma das perguntas abaixo:

– Quando vou me casar?
– Quando vou ficar rico?
– Quando vou mudar para o exterior?
– Quando vou conhecer o amor da minha vida?
– Quando vou conseguir um emprego que me pague bem?
– Quando vou passar num concurso público?
– Quando vou tirar carta de motorista?
– Quando vou conseguir meu visto?

– Quando vou comprar minha casa?

  1. E se a sua vida nestes pontos específicos não está sendo regida pelo destino, estamos diante de uma situação em que esses futuros não estão prontos e já determinados, logo, não há uma data fixa de tais acontecimentos. As perguntas então deveriam ser:

– Tenho chances de me casar? Quais chances? E quando seria o momento mais favorável?
– Tenho chances de ficar rico? Quais chances? E quando seria o momento mais favorável?
– Tenho chances de mudar para o exterior? Quais chances? E quando seria o momento mais favorável?
– Tenho chances de conhecer um grande amor da minha vida? Quais chances? E quando seria o momento mais favorável?
– Tenho chances de conseguir um emprego que me pague bem? Quais chances? E quando seria o momento mais favorável?
– Tenho chances de passar num concurso público? Quais chances? E quando seria o momento mais favorável?
– Tenho chances de tirar carta de motorista? Quais chances? E quando seria o momento mais favorável?
– Tenho chances de conseguir meu visto? Quais chances? E quando seria o momento mais favorável?

– Tenho chances de comprar minha casa? Quais chances? E quando seria o momento mais favorável?

Infelizmente, muitas linhas de vidência (sobretudo as online) vivem a prognosticar acontecimentos na vida das pessoas, que nunca se manifestam, pois um ou outro esotérico acaba tendo “medo” ou “receio” de dizer claramente às pessoas que aquele acontecimento não tem regência de destino, acreditando que os consulentes poderão considerá-los ineficientes se assim disserem.

Parte disso, acaba sendo responsabilidade dos consulentes que acreditam que em consultas de Tarot Online de 5 minutos ou em perguntas cujas respostas são limitadas à poucas linhas, conseguirão ter todas as respostas que desejam com 100% de precisão para 32 mil dias de vida (média de vida de uma pessoa). Mas isso é ilusão tola. Em uma consulta online ou em uma consulta presencial, é perfeitamente possível fazer investigações muito boas, mas o problemas das consultas online é que o cliente acaba por crer que “20 minutos”, “30 minutos”, “60 minutos” ou “uma resposta avulsa” é o adequado para obter “a resposta da minha vida”, e aí é que mora o perigo da frustração. Como prenunciar toda a sua vida em 1 hora ou menos? Isso, meus queridos, não existe, e criar expectativas de que seja possível fazer uma boa consulta de Tarot dessa forma, é quase certeza de frustração.

Nas questões que não tem regência de destino, a investigação superficial, rápida, na correria, limitada a X caracteres, será mera conjectura sem valor efetivo na maioria dos casos, principalmente em casos que não estejam regidos pelo destino, onde tem que se realizar investigações mais profundas.

E ninguém faz avaliações profundas sem tempo adequado (ou espaço adequado no caso de consultas por escrito), e principalmente, sem informações adequadas.

Esse, aliás, é outro grave problema: não são poucos os que resumem nomes, chutam datas de nascimento, ignoram a importância da hora e local de nascimento das pessoas, e acreditam que fornecer dados de “qualquer jeito” não fará diferença negativa na apuração. Outro erro causado pela falta de importância frente a algo que é tão sério.

Consultas para temas relevantes, impactantes e sérios, capazes de mudar sua vida, não devem ser feitas como a compra de um sorvete, como se as artes oraculares fossem capazes de fazer milagres através do simplismo.

Claro que você pode se utilizar de meios simples de consultas a Oráculos para ter uma ideia geral sobre a questão, mas não crie a expectativa errada de que, por exemplo, em uma live da internet, onde o tarólogo tira uma única carta para responder a uma pergunta, tal prenuncio seja capaz de pormenorizar a questão através daquela carta.

Uma carta é apenas um aspecto superficial. Tomar decisões ou criar expectativas de coisas sérias em cima de superficialidades, é tolice, mera perda de tempo.

Se sua vida não tem elevada regência de destino, entenda: o seu destino não está pronto. Os acontecimentos futuros não estão prontos. Pelo menos a maioria deles. As ocorrências não estão cravadas neste ou naquele tempo e época.

Elas dependem de você, do seu merecimento, do seu esforço, de pormenores de seu contrato reencarnatório, e do exame pormenorizado de suas questões particulares.

Se a ocorrência tem a ver com outras pessoas, da mesma forma as avaliações precisam dos dados pormenorizados dessas pessoas, e do entendimento se a regência de destino na vida dos envolvidos, é maior, ou menor.

Já se a sua vida tem mais regência de destino, ou se um setor da sua vida tem mais regência de destino, aí sim, um “sim” será “sim”, um “não” será “não”, uma data será mais precisa, e seu poder de escolha não fará muita diferença no resultado: o que tem de acontecer, acontecerá. A menos é claro, que você tome uma medida extremamente drástica para mudar essa realidade para pior.

É por isso que sempre tenho defendido a ideia de que ninguém deve perder tempo, energia e dinheiro, achando que “consultas simples” poderão dar respostas a temas complexos.

Não simplifique questões que deveriam merecer mais importância, atenção e cuidado de sua parte.

Se você vai consultar os oráculos para questões importantes e sérias da vida, esteja preparado para não as negligenciar, evitando acreditar que consultas simples, rápidas e baratas, te proporcionarão consistência. Questões sérias, exigem avaliações sérias.

Outra observação é que muitas pessoas não sabem o que perguntar ao Tarot, e diante disso, acabam fazendo a única pergunta que não deveria ser feita: “Me fale de tudo o que você vê aí em minha vida amorosa, profissional, material, financeira e de viagens”.

Pense: será mesmo que em 1 hora de consulta será possível dizer “TUDO” o que se vê? Será que essa forma de olhar para uma consulta de Tarot vai te proporcionar satisfação? Porque na verdade, vemos muitas coisas em um jogo, coisas para 10, 20 horas de conversa.

Mas o que você deseja saber exatamente? Relacionado à que período de tempo? Quer saber sobre que setor? E especificamente em que período? Quer saber “o que” sobre a vida amorosa? Seja específico! Quer saber “o que” sobre a vida profissional? Saber “o que” sobre a vida material e financeira? Deseja saber “o que” sobre viagens? E para qual período? Próximos 3 meses? A vida inteira? Em um momento específico do tempo? Quando um consulente pergunta “me fale tudo da minha vida” sem especificações objetivas e diretas, a abrangência da consulta perde o foco, e o tarólogo poderá falar qualquer coisa entre o momento presente até o fim da vida da pessoa. Mas será que é isso que você quer saber? Na maioria das vezes, não. A pessoa quer saber se vai conseguir um emprego, se vai ser demitida, se vai conseguir um amor nos próximos meses, se conseguirá fazer uma viagem, então, essas são as perguntas que devem ser feitas, e não um simples “me dê uma visão geral de tudo”. Isso só vai te entregar resumos legitimamemte pobres, e você vai achar a experiência inútil.  

Em resumo: em vez do simplismo do “quando vai acontecer” ou do “o que você vê aí” prefira fazer perguntas mais objetivas, diretas, específicas, substituindo o “quando vai” para o “se vai”, indo direto a pontos que te preocupem, de modo a permitir ao profissional que avalie se aquela questão está escrita no destino, e se não estiver, verificar as chances percentuais de tal coisa ocorrer, e se existe alguma condicionante para potencializar aquela conquista, ou até mesmo se há algum impeditivo cármico que explique uma ou outra ocorrência ou limitação. Isso exige tempo de investigação, tempo de resposta, (ou espaço para contextualizar a situação), já que esoterismo preditivo sério, não tem nada de simplista. Se alguém tentar te convencer do contrário, acredite: as respostas que você obtiver serão meras conjecturas.

Pense nisso!

Autor: Tony Valentim

Futuro próximo: o que vai acontecer?

Em tempos de novas tendências de comportamento e tecnologias disruptivas, o relacionamento digital mais humanizado tornou-se um diferencial dentro das organizações. Apesar da distância física imposta pela pandemia, a Bradesco Seguros manteve um contato ainda mais próximo com equipes, parceiros comerciais e clientes da companhia. A seguradora tem investido em uma série de iniciativas digitais para engajamento e apoio às áreas. Todas as ações presenciais foram adaptadas para o meio digital. E o grupo também identificou oportunidades de trazer novas soluções e conteúdos aderentes ao cenário.

Para Valdirene Soares, Diretora de Recursos Humanos do Grupo Bradesco Seguros, a pandemia exigiu uma rápida adaptação as transformações, atrelada a um olhar mais empático ao ser humano.

“Em meio ao distanciamento, e em todo o processo de adaptação à pandemia, apoiamos e oferecemos todo o suporte para os profissionais por meio das ações online.

Em momentos como este, sabemos que o mais importante é cuidar das pessoas! E esse período requer compreensão e empatia por parte das empresas e líderes”, comenta.

Além disso, a companhia desenvolveu ações exclusivas para trabalhar a importância da complementariedade entre o humano e o tecnológico, reforçando a preocupação da empresa com as pessoas para acelerar cada vez mais a transformação no digital.

Pensando em estabelecer e estimular essa conexão entre as Relações Humanas e a Transformação Digital, em 2020, a companhia juntou, pela primeira vez, os Programas “Você em Foco” – ações em prol do autoconhecimento e desenvolvimento, e “Você conectado” – iniciativas para fomentar a transformação Digital, e promoveu uma live especial com Rossandro Klinjey e Martha Gabriel, abordando como esses dois assuntos se conectam e como é preciso haver um equilíbrio entre essas duas atmosferas: o digital e o humano. Desde então, a seguradora vem trabalhando fortemente os programas e fazendo a intersecção dos temas.

A primeira live de 2021, foi marcada por mais um encontro dos dois programas. Na palestra, que aconteceu em fevereiro, os convidados Tiago Mattos e Allan Dias Castro conectaram futurismo à poesia, propondo uma discussão sobre a evolução digital por meio da arte.

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Além disso, por meio do “Você em Foco”, a seguradora vem abordando temas, como: gestão emocional; humanização nas relações à distância; a importância da sensibilidade e atenção aos aspectos humanos e emocionais; comunicação em tempos de crise, entre outros assuntos.

Até março deste ano a seguradora já soma mais de 300 mil participações em ações online, com a presença ativa da liderança, funcionários e corretores. Todas as práticas têm sido desenvolvidas pela área de Recursos Humanos da Seguradora, com o apoio da UNIBRAD (Universidade Bradesco) e da Universeg (Universo do Conhecimento do Seguro).

Agilidade, ótima relação custo-benefício e conteúdo de excelência. Nos tempos atuais, esses são importantes fatores a serem considerados na hora de escolher uma capacitação. A ENS uniu essas características ao criar uma categoria inédita de cursos: Speed Training.

Voltados para quem pretende se manter competitivo nos ambientes de Negócios e Seguros, que passam por constantes transformações, os programas fornecem conhecimentos objetivos e compactos sobre um determinado tópico, visando a impulsionar a carreira do aluno em um curto espaço de tempo.

Com duração de duas horas, os cursos têm investimento acessível, de R$ 50,00, e serão realizados na modalidade online com aulas ao vivo. O catálogo conta com 17 opções e as aulas começaram no último sábado, 17 de abril. Não são exigidos pré-requisitos.

Em abril e maio, os temas abordados serão: Entendendo a Terminologia de Benefícios; Previdência Complementar Aberta e Fechada – PGBL e VGBL; As Regras do Seguro de Vida; e As Regras dos Planos de Saúde. A partir de junho, outros assuntos estarão em pauta, como Insurtechs, LGPD, Seguros Cibernéticos e Seguro Paramétrico.

A relação completa de cursos pode ser acessada neste endereço, onde também é possível realizar inscrições.

O novo pico de contágio pelo coronavírus, que, segundo especialistas, teve início em meados de novembro de 2020, resultou em um grande crescimento de casos e óbitos em todos os Estados do Brasil, e as novas variantes do SARS-CoV-2 têm sido responsáveis tanto por reinfecções como também pela maior transmissibilidade entre pessoas.

Mediante esse cenário, a fim de prestar esclarecimentos sobre as novas cepas, os cuidados redobrados para evitar contaminação, além da atenção à vacinação e os mitos e verdades sobre a pandemia, a Omint, assumindo seu protagonismo na gestão de saúde e cuidado com as pessoas, elaborou um e-book gratuito sobre o assunto.

“Seguindo nossa vocação de cuidar de pessoas, estamos sempre oferecendo informações de utilidade pública, fundamentais para compreender e lidar com cada etapa da pandemia.

A Omint é referência neste tema desde o início, quando disponibilizamos vídeos e lives com os médicos e diretores dos mais importantes hospitais e laboratórios do Brasil, que fazem parte da rede de prestadores da Omint”, destaca Marcos Loreto, diretor Médico Técnico da Omint.

“A fim de apoiar a tomada de decisão de pessoas e empresas de forma responsável e segura, lançamos, em 2020, o e-book de retorno ao trabalho, com três edições já publicadas. Agora, com os avanços da doença, elaboramos este material atual, repleto de orientações sobre o atual momento da pandemia”, acrescenta.

Com este novo e-book, a Omint oferece um serviço de utilidade pública ao apoiar gestores de empresas e pessoas com orientações sobre os cuidados a serem tomados com as novas variantes que estão em circulação, a atenção redobrada às informações que são amplamente divulgadas e reforçar a compreensão sobre a importância da imunização.

“Nosso compromisso em contribuir com a prevenção do coronavírus ultrapassa o nosso papel de gestora da saúde de nossos clientes.

Queremos também fomentar o aspecto consultivo e de educação para levar informação técnica e embasada cientificamente para os gestores de RH, apoiando-os nas ações de prevenção, e simultaneamente mantendo os colaboradores atualizados sobre os desdobramentos da pandemia”, completa Loreto.

Enquanto a vacina não é disponibilizada para toda a população, os principais meios de evitar a propagação e o contágio pela Covid-19 permanecem os mesmos: sair de casa apenas para tarefas fundamentais, mantendo sempre 2 metros de distanciamento social, usar máscaras cobrindo corretamente o nariz e a boca e higienizar as mãos com água e sabão, ou sanitizante próprio, por no mínimo 20 segundos, toda vez que elas tocarem superfícies potencialmente contaminadas.

Para saber mais, acesse o e-book completo neste endereço.

Em seguida à oficialização da pandemia do coronavírus no país, a Bradesco Saúde e a Mediservice, empresas do grupo Bradesco Seguros, lançaram um hotsite com informações atualizadas para a assistência à saúde de seus beneficiários e informações gerais sobre a doença para a sociedade. Após esse primeiro ano, foi registrado 1,572 milhão de acessos ao hotsite. As áreas mais procuradas pelos clientes são “Saúde Digital”, “Exames de Covid” e “Download da Cartilha”.

O hotsite segue reforçando a importância da autoproteção e de todos os cuidados necessários para evitar o contágio da Covid-19.

Disponibilizam, ainda, dados sobre o 0800 – orientação médica por telefone; informações sobre exames de PCR e sorologia, além dos laboratórios que oferecem os exames; vídeos com dicas de prevenção e informações sobre reembolso 100% digital; listagem de clínicas para redes de apoio – atendimento primário; lista de serviços assistenciais durante a pandemia; orientações sobre prevenção; plano de contingência para empresas e cartilha atualizada com a frente de médica da empresa.

“A pandemia ainda é um grande desafio. Nosso compromisso é compartilhar um conjunto de orientações constantemente atualizado para promover a assistência à saúde junto aos nossos beneficiários.

Um alerta importante: vacinados e pessoas que já tiveram a doença devem manter os cuidados para evitar uma nova contaminação.

Por meio do hotsite, estamos monitorando também a busca por informações sobre as sequelas da Covid-19”, revela Thaís Jorge, diretora da Bradesco Saúde.

A Bradesco Saúde já registrou a marca de 215 mil atendimentos online em diversas especialidades, desde o lançamento do aplicativo Saúde Digital, serviço de consulta a distância, em julho passado.

A teleconsulta é um dos serviços oferecidos aos mais de 3,6 milhões de beneficiários da seguradora em todo o país, com, aproximadamente, 30% dos beneficiários realizando duas ou mais consultas, o que evidencia satisfação quanto ao atendimento.

Rede Meu Doutor Novamed

Além do hotsite destinado à pandemia, a Bradesco Saúde e a Mediservice disponibilizam toda sua infraestrutura para o combate à doença. Os profissionais da rede de clínicas Meu Doutor Novamed, que faz parte do Grupo Bradesco Seguros, reforçam a importância de observar os sintomas sugestivos de Covid-19, lembrando que há casos de pacientes com sequelas, após o fim do quadro infeccioso.

Dentre os sintomas mais comuns pós-Covid, destacam-se sinais como fadiga/cansaço, dor de cabeça, perda de olfato e paladar por período mais prolongado, perda de memória e/ou dificuldade de concentração e queda de cabelo acentuada.

“Torna-se, portanto, extremamente necessário o acompanhamento médico regular após o término da fase aguda da infecção, nos casos de sintomas evidentes. A rede Meu Doutor Novamed é a opção para esse atendimento, permitindo o monitoramento adequado e evitando aglomeração em pronto-socorros de hospitais”, conclui Thais Jorge.

A rede de clínicas Meu Doutor Novamed, presente em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba e Belo Horizonte, registrou 135 mil atendimentos no ano passado, tendo como diferencial as consultas por livre demanda devido aos casos de suspeita de Covid-19. As 20 unidades em operação no país realizaram mais de 19 mil atendimentos não agendados, o que representou 14,5% do total das consultas no ano passado. Desse total, apenas 4,8% dos casos precisaram ser encaminhados para hospitais para tratamentos agudos.

A rede conta com equipe multidisciplinar, somando mais de 400 profissionais, entre médicos, psicólogos, nutricionistas e enfermeiros. Em suas unidades, são oferecidos exames de baixa complexidade e consultas médicas nas especialidades disponíveis neste endereço.

Todos os planos da Bradesco Saúde e Mediservice são aceitos na rede de clínicas Meu Doutor Novamed.

O agendamento de consultas é realizado via site, aplicativo Bradesco Saúde ou mesmo pela Central de Agendamento (4004-2734).

E a rede Meu Doutor Novamed também está habilitada para o atendimento via telemedicina, inclusive, com a possibilidade de acompanhamento das consultas realizadas presencialmente.

Para agendamento, o beneficiário deve ligar para o contato exclusivo de marcação de consultas: (11) 3930-4444. Em seguida, receberá um e-mail para preenchimento de cadastro e, posteriormente, um link para a consulta.

Bradesco Saúde: liderança consolidada

A Bradesco Saúde é líder consolidada do mercado de planos e seguros privados de saúde, com maior destaque no segmento de planos coletivos, para empresas de todos os tamanhos, atuando em todas as regiões geográficas do país.

Hoje atendendo cerca de 3,6 milhões de beneficiários, e presente em aproximadamente 1,4 mil municípios do país, a Bradesco Saúde e sua controlada Mediservice contam com ampla rede médica referenciada composta por mais de 46 mil prestadores médico-hospitalares, mais de 1,7 mil hospitais e cerca de 10,5 mil serviços de diagnósticos e análises laboratoriais.

Em 2020, as duas empresas apresentaram, em conjunto, faturamento superior a R$ 26,5 bilhões, crescimento de 4,46% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A MetLife, a partir de seu Comitê Presença Afro, está iniciando um programa interno de mentoria, liderado por gestores negros para colaboradores negros.

Com início no mês de abril, líderes e colaboradores terão encontros voltados a estimular o desenvolvimento e o progresso desses talentos até o nível de gestão dentro da empresa.

O objetivo é expandir a cultura inclusiva e relações significativas de trabalho.

A jornada terá duração de três meses e será dividida em três fases. A primeira será descoberta de talentos; a segunda aspiração, anseios e objetivos dos profissionais na empresa; e a terceira evolução e aplicação dos pontos da mentoria e direcionamento profissional para o crescimento. Durante todo o projeto, os mentores estarão disponíveis para orientar e dar feedbacks aos selecionados.

O programa conta com autoavaliações periódicas, conteúdos de desenvolvimento de carreira, sessões virtuais com o mentor, feedback sobre o desenvolvimento e uma trilha do MyLearning (Degreed), plataforma interna que permite acesso a conteúdos digitais intuitivos e focados no autodesenvolvimento. Ao todo, serão cinco reuniões, duas vezes por mês, com uma hora de duração cada, em horários combinados entre mentor e mentorado.

Os participantes também terão algumas responsabilidades: participar plenamente das sessões e atividades, aplicar os aprendizados no dia a dia, expandir recursos de liderança, ter progressos nos cursos virtuais de desenvolvimento e se comprometer com o processo e a organização de sua agenda durante a jornada. Além das reuniões e interações entre os participantes, também está no escopo do programa um encontro informal com o CEO Raphael de Carvalho.

“Diversidade, equidade e inclusão são premissas na MetLife. Trabalhamos para criar um ambiente aberto e inclusivo, onde todos tenham oportunidades iguais de desenvolvimento.

Estamos felizes com este novo projeto, pois a companhia acredita que, de fato, esses programas estimulam o engajamento dos colaboradores e traçam uma perspectiva positiva de projeção de carreira na empresa.

Temos vários talentos e vamos desenvolvê-los”, comenta Daniela Dall’Acqua, Diretora de RH da MetLife.

Além do Comitê Presença Afro, a MetLife conta com os comitês Mulheres de Atitude, GLAM (LGBTQIA+) e MDA (MetLife Diverse Abilities, voltado para Pessoas com Deficiência).

Todos se reúnem periodicamente para identificar situações, propor iniciativas e discutir temas de interesse dos funcionários que promovam melhorias na companhia e na sociedade, possibilitando novos olhares e percepções entre trabalhadores e instituição.

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