Como Saber O Que Seguir No 10o Ano?

Como Saber O Que Seguir No 10o Ano?Após concluírem o 9º ano, os jovens portugueses dispõem de várias opções para continuar os seus estudos no ensino secundário, não tendo obrigatoriamente que ingressar nos cursos científico-humanísticos (também conhecidos por ensino secundário regular).

Informação sobre os cursos científico-humanísticos

Os cursos científico-humanísticos são sobretudo indicados para os jovens que pretendem seguir os estudos após conclusão do 12º ano, ou seja, aqueles que pretendem entrar no Ensino Superior.

Se é este o teu caso, então fica a saber que dentro dos cursos científico-humanísticos existem 4 áreas de opção:

  • Ciências e Tecnologias
  • Ciências Socioeconómicas
  • Línguas e Humanidades
  • Artes Visuais

Qual a área que deves escolher?

Isso depende do curso em que queres entrar na Universidade. Portanto, antes de fazeres a tua matrícula deves pensar bem sobre o que queres fazer no futuro, qual a carreira que pretendes seguir, e qual curso pretendes frequentar no Ensino Superior.

  • Assim que decidires tens que ver quais as provas de acesso exigidas para o curso superior (ou cursos) em questão e matricular-te na área correspondente.
  • Por último, é de referir que os cursos científico-humanísticos conferem um diploma de conclusão do Ensino Secundário, bem como o nível 3 de qualificação do Quadro Nacional de Qualificações (QNQ).
  • Passemos agora ao assunto principal deste artigo…

Que outros cursos de ensino secundário existem (para além dos cursos científico-humanísticos)?

Se não estás com ideias de seguir para a Universidade, então podes optar por uma modalidade de formação mais voltada para o ingresso no mercado de trabalho, e nesse caso tens várias opções:

  • Cursos profissionais
  • Cursos tecnológicos
  • Cursos artísticos
  • Cursos vocacionais
  • Cursos de educação e formação
  • Cursos de aprendizagem

Como Saber O Que Seguir No 10o Ano?

  1. Em Portugal, mais de metade dos jovens (57,7%) optam pelo ensino secundário regular.
  2. 31,3% seguem para o ensino profissional, e os restantes dividem-se pelas outras opções.
  3. No entanto, sabe-se que o Ministério da Educação (ME) quer que até 2020 metade dos alunos do ensino secundário estejam nos cursos profissionais, o que representa uma subida de quase 20%.

Onde encontrar ofertas deste tipo de cursos?

Para estares informado sobre cursos profissionais, tecnológicos, cursos de aprendizagem e cursos de educação e formação, entre outros – podes visitar o portal www.formacaofinanciada.com.pt – no qual irás encontrar essas ofertas divididas por distrito e modalidade.

E depois do 9.º ano? Como decidir o caminho para o secundário?

Quando nos deparamos com a necessidade de escolher algo de entre várias opções possíveis, nem sempre sabemos o que decidir, sobretudo se se trata de uma opção que vai influenciar a nossa vida.

Escolher implica sempre abdicar de algo,  o que se pode tornar uma fonte de angústia. Tendo em conta a fase desenvolvimental em que os jovens se encontram no 9.º ano de escolaridade, esta escolha é, muitas vezes, fortemente influenciada pelo grupo de amigos ou mesmo pelas expectativas ou profissões dos familiares mais próximos.

Este percurso de construção de um itinerário vocacional e pessoal, em que a escolha no final do 9.

º ano de escolaridade representa apenas um primeiro passo, implica cada vez mais ter em conta não só o querer (desejos) mas também o poder (possibilidades).

Há a necessidade de construção de projetos de vida realistas, em que as capacidades e gostos deverão caminhar a par e passo com o delinear gradual dos projetos profissionais.

Porque é tão difícil escolher o caminho para o secundário?

O medo do investimento em algo considerado difícil, o mito da “escolha certa” ou as dificuldades escolares sentidas nas disciplinas consideradas mais importantes no curso ambicionado podem estar subjacentes a muitas das inquietações dos jovens. Por vezes, sucede também que os interesses são tão diversificados que acentuam a dificuldade da escolha.

Por outro lado, a ausência de interesses dificulta o investimento numa área, podendo levar a uma escolha ao acaso. As mudanças frequentes das ofertas formativas também não facilitam as escolhas dos jovens, que apresentam, geralmente, um grande desconhecimento das mesmas, assim como do mundo do trabalho e das profissões.

O que existe depois do 9.º ano?

Atualmente, a oferta formativa no final do 3.º ciclo, assim como em momentos posteriores, é diversificada. No final do 9.

º ano, os jovens têm ao dispor vários cursos, dentro dos quais há ainda mais opções a fazer.

É fundamental que o jovem detenha informação global sobre todos os tipos de cursos existentes, para ser capaz de escolher e se projetar no futuro, definindo gradualmente a sua identidade profissional.

  • Neste momento, a Internet é uma fonte muito útil para a recolha de informação, mas é importante que o jovem seja acompanhado na procura e análise da mesma, preferencialmente por parte de um profissional com conhecimentos no âmbito da psicologia escolar e profissional.
  • Sempre que possível, os pais e professores devem proporcionar experiências aos jovens que lhes permitam aumentar os seus conhecimentos sobre as opções formativas e profissionais existentes.
  • Este contacto poderá ser por via:

1. indireta, por exemplo, através de:

2. direta, através da deslocação a contextos reais de trabalho, permitindo ao jovem conhecer os contextos in loco e as tarefas desempenhadas.

Quando procurar ajuda profissional?

 Caso o jovem, no final do 9.º ano ou em qualquer outra etapa vocacional, se mostre confuso ou não seja capaz de fazer as suas escolhas com suficiente segurança e tranquilidade emocional, será importante procurar ajuda especializada.

O psicólogo, com domínio da área da orientação escolar e profissional, não intervém no sentido de indicar a escolha ideal, mas orienta a exploração vocacional, proporcionando atividades de reflexão e favorecendo a integração da informação, tendo em vista uma escolha segura, fundamentada e a promoção do investimento nessa mesma escolha, em prol de um projeto vocacional. Desta forma, no complexo labirinto da vida vão-se escolhendo, conscientemente, os caminhos a seguir.

A área Meu Futuro da Escola Virtual pode também auxiliar neste processo de escolha. Desenvolvida por profissionais, conta com testes interativos de exploração vocacional, ferramentas para reflexão e materiais de consulta sobre a oferta formativa disponível.

LIVROS PREPARAÇÃO EXAME NACIONAL

  

10º ano| A entrada no secundário, o meu curso, médias (…)

Olá ♡

Quem já me acompanha há algum tempo sabe que frequento o 10º ano e estou no curso científico-humanístico de ciências e tecnologias com Biologia e Física e Química A.

Normalmente nesta altura do ano, os alunos de 9º ano já costumam estar em casa para estudar para os exames e também já têm em mente a escolha que têm que fazer, sendo que muitas vezes surgem algumas dúvidas sobre realmente o que será o mais indicado para nós.

Obviamente que com este post, eu apenas posso dar a minha opinião sobre o curso que estou a frequentar porque sobre outras áreas eu sei tanto quanto vocês. 

A entrada no secundário:

Então, eu vou começar por falar em algo geral que é a entrada no secundário. Quer vocês sigam ciências, humanidades ou sócio-económicas vocês vão sentir alguma diferença porque já não é o ensino básico, o grau de dificuldade aumenta.

E eu acho que é algo que nós não temos noção, acho que ninguém que entra no secundário tem a noção daquilo que vai enfrentar.

Eu falo por experiência própria, a minha irmã já tinha frequentado e estava sempre a dizer-me que era algo difícil, mas eu pensei sempre “Ok, basta estudar mais, basta dedicar-me mais do que no ensino básico e consigo atingir assim um 17 na boa”. Muita gente vai com esta ideia e é uma ideia errada. De facto, é necessário estudar mais mas não chega.

No meu caso, mudei de escola e a adaptação foi muito boa. Gostei muito do ambiente, gostei das pessoas da minha turma, existe sempre aquele grupo mais “dramático” mas conheci pessoas incríveis e que eu espero levar para a vida toda.

A nível de matéria e testes eu senti uma enorme diferença. A matéria senti que era dada muito rapidamente, ou seja, para um primeiro teste já sai os dois primeiros capítulos, por exemplo.

Com isto quero dizer-vos que a matéria acumula muito mais facilmente e se vocês não estudarem regularmente não vai correr muito bem porque ao contrário do básico, estudar 2/3 dias antes (quando até nem era na véspera) não é suficiente. 

Em relação aos testes, eu senti um grande impacto porque na minha escola os testes são todos com estrutura de exame, já cheguei a ter testes de biologia que tinham grupos de testes intermédios, de exames mais antigos (2012/2013) e isto aumenta sempre o grau de dificuldade. Para mim foi muito difícil esta parte da adaptação e os primeiros testes não foram tão bons e isso acabou por me desmotivar um pouco.

  • Isto foi, sem dúvida, as grandes diferenças que senti e admito que fiquei desiludida, estava feliz com a minha escolha, gostava das disciplinas, mas o facto de sentir que tinha capacidade para muito mais e não conseguia alcançar os resultados que queria deixava-me triste.
  • O meu curso:
  • Como já referi acima, o meu curso é o de ciências e tecnologias e conta com as seguintes disciplinas:
  • Geologia e Biologia: Vocês começam com geologia, falam das rochas (metamórficas, magmáticas, sedimentares), dos fósseis (idade relativa e idade absoluta), das  placas tectónicas, do  vulcanismo, da sismologia, do gradiente geotérmico, entre outros temas. 
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Eu sei, já demos isto tudo no 8º ano, não é verdade? Mas não fiquem mesmo com a ideia de que vai estar ao mesmo nível de dificuldade, de que já deram aquilo, basta decorar tudo e já está.

A disciplina de geologia e biologia é preciso relacionar, vocês podem saber a matéria toda e isso já ajuda bastante, mas têm sobretudo que alargar o vosso conhecimento para outras áreas e saber relacionar todos os conceitos entre si.

Para mim, geologia foi mais difícil, na medida em que não considero a matéria tão interessante e não me faz tanto sentido. Depois de terminarem com geologia começam com biologia e digo-vos com toda a certeza de que biologia está no meu coração.

Biologia foi o que mais gostei de dar este ano, adorei as biomoléculas, a fotossíntese, a respiração aeróbia e a fermentação. Acho que é muito mais fácil de perceber do que a matéria de geologia e foi com biologia que consegui subir as minhas notas.

Por isso, o truque para biologia e geologia é perceber muito bem a matéria e saber relacionar os conceitos.

E se os vossos testes forem como os meus e tiverem estrutura de exame, vocês vão ter 4 grupos e o teste é todo escolha múltipla com 4 perguntas abertas, uma por grupo.

Aproveito para dar a dica de que interpretação também ajuda bastante porque as escolhas múltiplas às vezes têm algumas rasteiras e os textos têm muitas informações que podemos usar.

E não basta fazer resumos da matéria, nós vamos com a ideia de que vai ser como em ciências, basta saber a matéria, mas é preciso exercitá-la, resolvam alguns grupos de exame, estudem a teoria da maneira que quiserem, da maneira que vos for mais útil, mas acreditem que depois de toda a teoria estudada ajuda imenso resolver exercícios.

Física e Química A: Começamos com química, eu comecei com os erros relativos, percentuais (detestei completamente ughh) e depois fomos para a minha parte favorita, os moles que é basicamente aplicação de fórmulas.

Dão energia e falam nos espetros (contínuos, absorção, emissão, etc…) e também é fácil, é mais teoria até e tem algumas contitas fáceis.

Depois começam por dar alguma química orgânica que é muito giro, acreditem que ao inicio é muito estranho, mas é mesmo muito interessante.

Sinceramente, eu achei a matéria de química complexa mas fácil e agora que olho para trás penso mesmo que poderia ter tirado muito melhores notas e tenho um pouco de pena de terem sido os primeiros testes porque se calhar se já não tivesse na fase de adaptação teria conseguido melhores resultados. 

Por fim, dão a física que é só fórmulas! Preparem essas cabeças para decorar fórmulas de tudo: energia mecânica, teorema da energia cinética, potências dissipadas, rendimentos, irradiâncias, capacidades térmicas, entre outras. Não se assustem, com a prática vocês decoram isto tudo.

Física para mim não me diz muito, vou ser sincera, acho mais difícil e prefiro química 1000 vezes, mas depois depende de aluno para aluno. A maior dica que vos dou é fazer muitos exercícios e praticar também a teoria, porque em física e química temos que conciliar isso.

E estejam atentos nas atividades laboratoriais, nos meus testes tem sempre um grupo com uma atividade laboratorial, tal como no exame, e relaciona a matéria em questão e às vezes é lá que se perde uns pontinhos porque na aula da atividade não tivemos tão atentos nas questões pré e pós laboratoriais.

O truque é mesmo saber a teoria e praticar mesmo muito.

Matemática A: Bem, isto foi um bicho de 7 cabeças! Começam por dar a lógica e os conjuntos e esta parte é um bocadinho estranha porque nunca demos nada disto no ensino básico, então no inicio vocês vão achar que é uma conversa para malucos, mas é uma matéria relativamente simples. 

Depois começam com os polinómios, onde dão a regra de Ruffini e esta matéria é fácil e vocês conseguem tirar boas notas, assim como a matéria da geometria no plano e no espaço, foi a minha parte favorita.

A matéria que menos gostei de dar e que tenho mais dificuldades é, sem dúvida, os radicais. Acreditem, eu não consigo perceber isto, são imensas regras e eu nunca sei por onde começar então o meu cérebro dá um autêntico nó.

Agora no final, demos as funções. Preparem-se para vomitar funções porque são imensas: função quadrática, funções polinomiais, função módulo, operações com funções, função injetiva, bijetiva, blá blá blá…

É suposto dar estatística, mas a minha stora não vai conseguir terminar o programa então vai ficar para o 11º ano. O truque para matemática é continuar a resolver exercícios, porque só com prática é que conseguimos perceber.

Português e Inglês: Optei por falar destas disciplinas ao mesmo tempo porque são aquelas disciplinas que não mudam muito do básico para o secundário. A nível de gramática é exatamente igual, em português dão mais um complemento ou outro, mas a inglês é sempre a mesma coisa.

Em português, dão a poesia trovadoresca, a Farsa de Inês Pereira, Camões Lírico e Lusíadas. Sim, preparem-se para ouvir Camões a lamentar-se por a sociedade portuguesa não dar o devido valor à cultura.

Bem, aproveitem estas disciplinas para subir a média porque conseguem facilmente tirar boas notas.

Filosofia: Esta disciplina é uma das grandes surpresas do secundário. Muitas vezes conhecemos alunos mais velhos, irmãos ou primos, que nos dizem que é uma disciplina aborrecida e que ajuda a subir a média e, de facto, estão corretos. 

Nós não sabemos bem o que nos espera, mas vocês começam por dar o que é a filosofia, começam por saber o significado de algumas palavras que vos vão aparecer ao longo do ano. Esta matéria ainda não é propriamente filosofia, depois desta primeira parte vocês entram na filosofia a sério. Começam por dar algumas teorias como o objetivismo, o relativismo, entre outras.

Pessoalmente, achei que esta parte foi um pouco desinteressante e eu não gostei muito. Uma das minhas matérias favoritas foi o Stuart Mill e o Kant.

Vocês vão conhecer as diferentes perspetivas e isto acaba por gerar alguns debates em aula, ao inicio é um bocadinho difícil de entender Kant porque para nós não faz muito sentido a forma como ele pensa, mas é muito interessante e é uma matéria mesmo muito fixe.

Depois, acabam por dar a filosofia política, Rawls e no final eu dei arte, no entanto existem escolas que optam por dar a religião. 

Como vocês podem ver, é uma disciplina simples, não é assim tão aborrecida, pelo contrário, dá para ter alguns debates e abre-vos novos horizontes, começam a ver as coisas de uma outra forma, na minha opinião.

Média: A vossa entrada na faculdade é basicamente definida pela vossa média e esta é o resultado de tudo o que vocês fizeram ao longo do secundário. Existem alguns alunos que pensam que a média mais importante é a média de 12º ano, mas estão enganados e o 10º ano já tem uma influência enorme na vossa média. 

Basicamente, as notas finais do vosso 10º ano vão fazer média com as notas finais do 11º ano. Por exemplo, imaginem que terminam inglês de 10º ano com um 19 e no 11º ano acabam com 18, a vossa nota final a inglês vai ser 19. Como podem ver, o 10º ano já tem um impacto na vossa média por isso vocês devem desde do inicio já ter bastante cuidado com isto.

Eventualmente, se não tiverem tão boas notas nas específicas aproveitem português, inglês e filosofia para ajudar a subir a média, são disciplinas mais leves, mais fáceis e conseguem atingir uma boa nota facilmente.

Eu tentei ser o mais sincera possível, por isso eu não vos vou dizer que o secundário é fácil e basta estudar mais um bocadinho que está tudo controlado, porque não é assim. O secundário é difícil, tem disciplinas complexas em qualquer curso e isso requer bastante estudo e dedicação da vossa parte.

Estudem regularmente porque a matéria acumula-se muito mais facilmente e não é alguns dias antes do teste que conseguem estudar tudo.

Aproveitem também para tirar dúvidas com os professores porque isso já vai ajudar-vos bastante no vosso estudo e acima de tudo não desistam, é complicado mas vocês conseguem!

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E pronto, foi este o post. Espero que tenham gostado, que vos tenha sido útil e não que se tenha tornado muito chato de ler porque este post ainda era um bocadinho longo. Se desse lado houver alguém que queira partilhar a sua opinião sobre o curso que está ou o curso que frequentou durante o secundário, deixem aí o vosso comentário 🙂

Beijinhos e vemo-nos num próximo post

9.º ano, e agora?

Causa sempre muita ansiedade. O fim do Ensino Básico implica uma opção vocacional para os alunos que prosseguem os seus estudos para o Secundário. Terminado o currículo geral comum, diversifica-se a oferta educativa a tal ponto que as primeiras dúvidas de quem se prepara para concluir o 9.º ano têm a ver com a organização do Ensino Secundário, diz Maria do Rosário Ruivo, psicóloga na Escola Secundária de José Estêvão, em Aveiro. Por isso, defende que “o ideal seria que os programas de orientação escolar e profissional tivessem início no 7.º ano, para que quando os alunos chegassem ao 9.º ano já estivessem mais preparados e com maior maturidade vocacional”. Para a maioria o caminho será o ingresso nos cursos de carácter científico-humanístico, onde existem quatro alternativas: Línguas e Humanidades, Ciências e Tecnologias, Ciências Socioeconómicas ou Artes Visuais. E ainda que a opção seja diferente, porque ainda restam outras modalidades de ensino, a escalada do Secundário terminará três anos mais tarde. Com ou sem intenção de prosseguir estudos ao nível do Superior. A passagem do 9.º para o 10.º ano normalmente representa “um choque” para os alunos, concordam várias psicólogas dos Serviços de Psicologia e Orientação cujo Decreto-Lei n.º 190/91, de 17 de maio, tornou obrigatórios nos estabelecimentos de educação e ensino público. Em aproximadamente vinte sessões, os alunos com idades entre os 14 e os 15 anos são informados e aconselhados sobre as várias opções de ensino que têm pela frente. Até que seja tomada a decisão. E esteja encontrada a resposta à pergunta: 9.º ano, e agora? A via geral de prosseguimento de estudos continua a ser a mais escolhida. No ano letivo de 2007/2008, a distribuição dos alunos matriculados no Ensino Secundário era esta: 65% frequentavam cursos gerais/ Científico-Humanísticos; 26% cursos profissionais/Cursos de Educação e Formação; 8% cursos tecnológicos e 1% ensino artístico especializado, mostram os dados do relatório “Educação em Números 2009”, divulgados pelo Gabinete de Estatística do Ministério da Educação. Nas escolas, esta tendência confirma-se. Mas nem todos os cursos gerais estão na moda. Entre os quatro existentes, Ciências e Tecnologias é dos mais pretendidos, como se verificou nas escolas contactadas pelo Educare.pt. Margarida Laborinho, psicóloga na Escola Secundária de Jacomé Ratton, em Tomar, confirma a preferência por Ciências e Tecnologias, nos alunos que orienta, mas alerta que esta escolha “nem sempre é feita por ser o curso com as disciplinas preferidas dos alunos, mas porque persiste a perceção subjetiva de que tem mais saídas no Ensino Superior”. Nuno Lopes e Sara Carvalho, têm 15 e 14 anos, e são alunos do 9.º ano da Escola Básica 2.º/ 3.º ciclo e Secundária Santos Simões, em Guimarães. Ambos estão decididos a ingressar em Ciências e Tecnologias. Chegaram a essa decisão “por exclusão de partes”, explica Nuno. Foram sendo excluídos os cursos que poderiam condicionar futuras opções no 12.º ano. “Queria seguir algo ligado à Economia ou à Engenharia de Informática”, diz Nuno, e como as suas preferências apontam em duas direções, decidiu escolher “um curso que não fechasse já algumas portas”. O raciocínio foi pragmático: “Para Economia preciso de ter Matemática A e em Ciências e Tecnologias dá para seguir, Artes Visuais não gosto por isso se escolhesse este curso seria para baixar a média…” Sara fez uma escolha mais emotiva: “Deixei-me guiar pelos interesses que tenho neste momento”. As suas preferências recaem sobre a Astronomia, a Medicina e o Direito. Os seus pais são advogados, mas escolher já o curso de Línguas e Humanidades não fazia muito sentido para Sara. “Se fosse por essa via teria logo de excluir as duas primeiras.” Pelo que a tática de Sara parece ser também a de não estreitar os caminhos académicos: “Ciências e Tecnologias é o curso que abrange mais áreas, mesmo ao nível do Ensino Superior”, justifica a aluna.   Fica assim ressalvada uma certa margem de erro que os dois admitem poder cometer, por entenderem ser cedo de mais para antever o futuro. Diz Nuno Lopes: “No 10.º, 11.º e 12.º anos ainda podemos mudar de opinião. Ainda assim, o aluno mostra-se confiante que daqui a três anos, quando se defrontar com a opção derradeira, terá “mais maturidade para tomar uma decisão mais concreta”. Apesar de a maioria dos alunos preferir o ingresso nos cursos gerais, nos últimos 12 anos houve um decréscimo de matrículas nesta modalidade. No ano letivo de 1996/1997, os cursos gerias abarcavam 73% dos alunos matriculados no Ensino Secundário, em 2007/2008 a percentagem baixava para 65%. A par desta descida, verifica-se um aumento do número de alunos a optar pelos cursos de carácter profissional, como confirmam as estatísticas ministeriais. No ano letivo de 1996/1997, apenas 7% dos alunos matriculados no Ensino Secundário frequentavam a via profissional ou Cursos de Educação e Formação (CEF), em 2007/2008 essa percentagem subia aos 26%. Na Escola Secundária de Jacomé Ratton, em Tomar, “lentamente, os cursos profissionais têm vindo a reunir um número mais significativo de escolhas”, constata Margarida Laborinho. Fruto também da variedade formativa que disponibilizam. De entre a oferta educativa, os Cursos de Educação e Formação são apontados como uma mais-valia, por proporcionarem a continuidade de estudos a alunos que, regra geral, terminado o 9.º ano sairiam do sistema educativo.

Muitas dúvidas

Dissipadas as interrogações sobre a organização do Ensino Secundário segue-se a maior de todas as dúvidas: “Será que tenho jeito para este curso?” Por essa razão, qualquer programa de orientação escolar e profissional terá de englobar a abordagem de três temas: o autoconhecimento, o mundo das profissões e a oferta formativa pós-9.º ano. Importa primeiro que o aluno faça uma reflexão sobre os seus gostos: disciplinas escolares, áreas profissionais, atividades de tempos livres, a sua maneira de ser e valores. Para promover este conhecimento de si próprio, os psicólogos recorrem à realização de testes vocacionais de interesses profissionais e de aptidões intelectuais. “Depois há as questões sobre o conteúdo funcional das profissões e os estereótipos sobre as mesmas e que provocam muitas dúvidas quando os alunos se confrontam com uma informação mais realista e adequada”, refere Maria do Rosário Ruivo, psicóloga na Escola Secundária de José Estêvão, Aveiro. “Um dos nossos papéis é desmontar alguns receios sobre empregabilidade”, acrescenta Elisabete Marques, psicóloga no Colégio Nossa Senhora do Rosário, no Porto. Daí a importância do aprofundar do conhecimento do mundo laboral. Cabe ao psicólogo escolar motivar os alunos para a consulta de informação, em suporte papel ou digital, relativa a atividades profissionais. Mas também ajudar na recolha e na sistematização de informação referente aos seus interesses em termos de emprego futuro. Neste ponto, é consensual entre os profissionais dos serviços de psicologia e orientação que eventos como feiras de educação e formação profissional ou semanas dedicadas às profissões constituem oportunidades muito valorizadas pelos alunos, por permitirem o contacto com profissionais das áreas que lhes interessam. Por fim, é facultado ao aluno o acesso a informação sobre a oferta educativa nos vários estabelecimentos de ensino da região, nomeadamente cursos e disciplinas que os constituem, mas também saídas para o mercado de trabalho e opções formativas de prosseguimento de estudos no Ensino Superior. Quando toda a informação obtida ao longo das sessões de orientação vocacional está sintetizada, e se ainda houver tempo e disponibilidade, podem-se realizar entrevistas individuais com os alunos e encarregados de educação. “É muito importante individualizar este processo de orientação, embora a tendência seja a abordagem em grupo, e também chamar os pais a participar”, esclarece Paula Fernandes, a psicóloga escolar que tem orientado Nuno Lopes e Sara Carvalho, na Escola Básica 2.º/ 3.º ciclo e Secundária Santos Simões, em Guimarães. Os pais de Sara deixaram-na “à vontade” para decidir. Disseram-lhe: “Tu é que sabes, mas vê lá o que escolhes”, recorda a aluna afirmando entender bem a preocupação dos pais quanto ao seu futuro. “Os meus pais estão preocupados desde que eu entrei para a escola.” Nuno está certo que os seus pais pensam da mesma forma. Paula Fernandes viu muitas vezes essa preocupação paternal causar bastante pressão nos filhos quando chegada a altura de escolher uma área. Da sua experiência como psicóloga escolar, Elisabete Marques também reconhece “alguma influência dos pais para que os filhos sigam determinados cursos que lhe deem acesso a faculdades prestigiadas”. A psicóloga depara-se também com pais que manifestam “um certo receio quando no 9.º ano os filhos optam pelas Artes Visuais”. Fruto do facto de esta ser uma área tida como de precariedade, no que diz respeito à empregabilidade. Uma áurea que partilha com as profissões ligadas às Línguas e Humanidades. Nuno confessa sentir alguma ansiedade com as expectativas dos progenitores: “Às vezes sinto que os meus pais esperam de mim mais do que eu consigo ser.” Na base deste desabafo está um episódio vivido em família que Nuno recorda. “Há uns dias fomos ao Porto e quando passávamos de carro pela Faculdade de Medicina o meu pai disse: É para aqui que tens de vir!”

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Desafio de orientar

“Orientar os alunos para cursos que gostam, mas que não têm saída é uma frustração”, constata Paula Fernandes reconhecendo que o “desafio” do seu trabalho como psicóloga escolar está em conseguir “projetar para 10 anos os cursos com mais saídas profissionais”. Num mercado de trabalho cada vez mais imprevisível esta tarefa torna-se quase num ato de adivinhação. Todavia importante, já que as expectativas dos alunos os impelem a querer saber quais as “áreas de futuro”? “Não vou andar três anos no Secundário, mais cinco na Universidade para chegar ao fim e ser mais um desempregado!”, insurge-se Nuno justificando: “É uma vida de estudo que não é recompensada!” Entre as aspirações dos pais e as transpirações dos filhos, “tentamos transmitir que a vocação e a aptidão são muito importantes, porque vão permitir que o aluno faça a diferença em determinada área e tenha sucesso”, esclarece Elisabete Marques, do serviço de psicologia escolar do Colégio Nossa Senhora do Rosário, no Porto. “A maior parte dos nossos alunos faz a escolha em função de possíveis cursos superiores, ou seja, não escolhem determinada área no 10.º ano só porque gostam das disciplinas.” Por tudo isso, a psicóloga admite que vê os alunos “cada vez mais empenhados em fazer coincidir gostos e empregabilidade”. E quando uma opção certa passa a estar errada? “O Ensino Secundário é flexível, permite haver mudança”, tranquiliza Elisabete Marques exemplificando que se um aluno escolher o curso científico-humanístico de Ciências e Tecnologias, mas quiser entrar na Faculdade de Economia se pode auto-propor a exame. Nada está perdido e é sempre possível reorientar o percurso. Mas é preciso empenho.

E os cursos com mais saídas são…

Com um pouco de futurologia, Paula Fernandes apostaria nas áreas relacionadas com as energias renováveis e o ambiente, mas também com a moda e a estética do corpo, sejam os tratamentos de beleza, o termalismo e as medicinas alternativas. Por último, mas não menos importante, a psicóloga acredita que o turismo e todos os serviços que lhe são inerentes poderão constituir, “sem dúvida”, uma boa aposta profissional. Sendo Portugal um país pequeno, Paula Fernandes chama sempre a atenção dos seus alunos para a importância do mercado europeu enquanto palco de muitas carreiras. A mensagem não passou ao lado dos ouvidos de Sara, que a par com Nuno tem passado pelo gabinete da psicóloga. “Se não conseguir emprego em Portugal tenho sempre a hipótese de ir trabalhar para o estrangeiro”, garante a aluna. Mas para já Sara e Nuno ainda têm três anos de estudo pela frente até ao Ensino Superior a que ambos desejam aceder. Paula Fernandes lhes dirá que o Ensino Secundário vai exigir outra atitude diferente da que muitos tiveram até aqui. “Há um choque muito grande nesta passagem, o grau de dificuldade aumenta e normalmente os alunos continuam no mesmo ritmo do Ensino Básico, ou seja, não aceleram, começam a desmotivar e veem as notas baixar.”

E assim, alunos de “nota cinco” no 9.º ano começam a tirar negativas no 10.º ano. Com a mudança da escala, que deixa de ser de 0 a 5 e passa a classificar do 0 aos 20, ainda a lançar mais confusão.

Sabendo que muitas das expectativas em relação aos cursos que agora escolhem se vão diluindo com a aproximação do final do 12.º ano, por falta de média, Paula Fernandes faz questão de deixar já no final do 9.

º ano um aviso claro aos alunos cujo processo de orientação conclui: “Mentalizem-se que o primeiro teste do 10.º ano já conta para nota!”

Mais notícias sobre este tema: 9.º ano: o que vais ser quando fores grande?   (17-08-2020)

[Saídas Profissionais] Área de Humanidades – Parte 1

  • Áreas de humanidades, secretariado e tradução
  • Arqueologia
  • ·         Organismos da administração local e central (nas áreas da pesquisa, salvaguarda e gestão patrimonial),
  • ·         Museus,
  • ·         empresas privadas de intervenção especializada no domínio da arqueologia,
  • ·         Empresas ligadas às indústrias culturais, no domínio da formação (no ensino técnico-profissional, politécnico ou superior)
  • ·         exercício de profissão liberal no âmbito da actividade arqueológica.

http://www.uminho.pt/Default.aspx?tabid=8&pageid=333&lang=pt-PT

  1. Assessoria de administração
  2. ·       Organismos públicos ou privados para exercer funções no âmbito da Assessoria e apoio à Direcção e Administração de empresas/instituições em diversos departamentos e junto dos mais diversos níveis hierárquicos.
  3. ·       Organizar eventos, congressos e seminários, de nível nacional e internacional.

http://www.estgp.pt/Ensino/09_10/AA/AA.asp

Assessoria e tradução

  • Assessoria de Administração
  • Assessoria de Direcção Empresarial
  • Assessoria de Gestão
  • Assessoria de Publicidade e Marketing 
  • Coordenação técnica de serviços e gabinetes de comunicação
  • Organização de eventos internacionais
  • Tradução em instituições públicas e privadas e gabinetes de tradução
  • Interpretação em instituições públicas e privadas
  • Revisão especializada e edição de texto
  • Mediação intercultural em organismos nacionais e internacionais
  • Administração Pública

http://www.si.iscap.ipp.pt/site/php/licenciaturas_det.php?curs=4

Estudos lusófonos

  • Docência da Língua Portuguesa e das Culturas Lusófonas;
  • Carreira Diplomática;
  • Assessoria cultural no âmbito da Diplomacia;
  • Assessoria em Organismos Internacionais e em especial ligados ao desenvolvimento e cooperação;
  • Consultoria e Assessoria no âmbito das Administrações Central e Local, bem como das Empresas;
  • Animação Sociocultural;
  • Investigação e supervisão editorial;
  • Leccionação em Universidades estrangeiras com leitorados de português;
  • Relações Públicas;
  • Bibliotecas e arquivos;
  • Turismo.

http://www.grupolusofona.pt/portal/page?_pageid=135,514849&_dad=portal&_schema=PORTAL

Filosofia

1.Relações Humanas;
2. Edição, Tradução e Crítica de Textos
3. Programação e Gestão Cultural;
4. Diplomacia;

5. Investigação e Ensino;

http://www.fcsh.unl.pt/cursos/guia/Filosofia.4008

  • guia interprete
  • Áreas de promoção e divulgação turística;
    – Agências de viagens;
    – Organismos estatais (postos de turismo, regiões de turismo);
  • – Empresas de transporte, nomeadamente aéreas e de acompanhamento e turistas nacionais e estrangeiros.

http://www.iscet.pt/site/index.php?option=com_content&task=view&id=33&Itemid=63

História

1.Administração Central e Local;
2. Bibliotecas e Arquivos;
3. Património;
4. Museologia;
5. Programação e Gestão Cultural;
6. Diplomacia;
7. Comunicação Social;
8. Área Editorial;

9. Investigação e Ensino

http://www.fcsh.unl.pt/cursos/guia/Historia.4010

História de arte

Administração Central e Local;
2. Património;
3. Museologia;
5. Programação e Gestão Cultural;
6. Turismo Cultural;
7. Comunicação Social;
8. Área Editorial;

9. Investigação e Ensino.

http://www.fcsh.unl.pt/cursos/guia/Historia-da-Arte.4011

  1. História e geografia
  2. ·         Autarquias,
  3. ·         Instituições ligadas ao turismo,
  4. ·         Empresas,
  5. ·         Laboratórios
  6. ·         Instituições publicas e privadas do âmbito ligadas à historia e geografia, planeamento e gestão do território,
  7. ·         Ambiente,
  8. ·         Bibliotecas,
  9. ·         Museus,
  10. ·         Arquivos,
  11. ·         Instituições de ensino básico e secundário

http://www.uportu.pt/site-scripts/ensino.asp?ciclo=1

  • História moderna e contemporânea
  • ·         A gestão e animação de bens culturais junto de autarquias, museus, arquivos, bibliotecas, fundações e empresas;
  • ·         A inventariação e salvaguarda do património;
  • ·         O trabalho em órgãos de comunicação social e em empresas editoriais;
  • ·         O turismo cultural;
  • ·         O trabalho em organizações internacionais ou em departamentos internacionais de empresas, organismos públicos e ong;
  • ·         A produção de conteúdos para televisão, cinema, rádio e web;
  • ·         A organização de eventos e espectáculos.

http://iscte.pt/licenciatura.jsp?curso=10

Língua gestual portuguesa

  • Formadores / Professores de LGP;
  • Interpretes de LGP.

https://www1.esec.pt/pagina.php?id=52

Línguas aplicadas ao comercio internacional

– administração e gestão em contextos multiculturais;
– desenvolvimento de actividades ligadas à publicidade e à comunicação organizacional;
– promoção e coordenação da comunicação nas e entre empresas e instituições;
– organização e divulgação de eventos como congressos, seminários e exposições, com cariz internacional;

– coordenação das actividades de representação das empresas e das instituições no país e no estrangeiro.

http://www.ismai.pt/MDE/Internet/PT/Superior/Escolas/ISMAI/Ensino/LicenciaturasBolonha/Linguas+aplicadas.htm

  1. Línguas e comunicação
  2. ·         Serviços de comunicação monolingue ou plurilingue de empresas e instituições; Gestão da informação e da comunicação;
  3. ·         Concepção de políticas linguísticas e comunicativas empresariais e institucionais;
  4. ·         Serviços de concepção e gestão de recursos linguísticos e de indústrias da língua em geral;

·         Serviços linguísticos existentes (áreas da tradução, da interpretação consecutiva, da redacção, da revisão e da edição) ou emergentes (revisão de redacção e de tradução assistida por computador…)

http://www.fchs.ualg.pt/menuCursos/detalheCurso.asp?codCurso=80

  • Línguas e culturas orientais
  • ·         Tradução e interpretação,
  • ·         Actividade jornalística e editorial,
  • ·         Diplomacia económica,
  • ·         Marketing, turismo,
  • ·         Consultoria e serviços,
  • ·         Ensino,
  • ·         Actividades que exijam competência ao nível das línguas e culturas em questão.

http://www.uminho.pt/Default.aspx?tabid=8&pageid=346&lang=pt-PT

  1. Línguas e literaturas europeias
  2. ·         Domínios dos media no contexto do multilinguismo e multiculturalismo,
  3. ·         Assessoria cultural no âmbito das administrações central e local,
  4. ·         Supervisão editorial,
  5. ·         Indústria cultural
  6. ·         Tradução e  leccionação de línguas (português, inglês, espanhol, alemão, francês) nos ensinos básico e secundário.

http://www.uminho.pt/Default.aspx?tabid=8&pageid=347&lang=pt-PT

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