Como Saber O Que Seguir Na Universidade?

Por esta altura, milhares de jovens estarão a pensar sobre o curso superior que querem frequentar a partir do próximo ano letivo. Uns, já mais decididos, estão apenas ansiosos para saber se conseguem entrar no curso e na universidade ou politécnico desejados.

Outros estão ainda em dúvida e sem saber que rumo seguir. E se estás a ler este texto, provavelmente és um dos futuros candidatos ao Ensino Superior.

 Pensando em ti, e em muitos outros que, tal como tu, continuam indecisos, ansiosos, com dúvidas ou só curiosos, preparámos este guia que pretende dar respostas a diferentes questões práticas.

A grande novidade hoje tem a ver com as vagas e as médias de entrada em cada curso e por isso dedicámos um artigo a explicar, de forma interativa, como estão distribuídas as mais de 50.500 vagas do próximo ano, bem como os cursos que exigem as médias de entrada mais altas e mais baixas.

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E como uma guilhotina chamada “desemprego” paira sobre a cabeça dos portugueses, e também os jovens estão cada vez mais atentos a essa questão na hora de escolher o curso, fizemos um ranking dos cursos e das instituições públicas com maior e menor taxa de desemprego.

E também olhámos para os privados nesta perspetiva do desemprego. Afinal de contas, nem todos os alunos que estão prestes a iniciar a maratona do Ensino Superior vão seguir pelo caminho do público.

A conclusão mais genérica é que o desemprego registado entre os estudantes que concluem as licenciaturas no ensino privado é mais alto do que o desemprego junto dos alunos diplomados em instituições públicas.

Mas a escolha não pode ficar limitada apenas ao fator da empregabilidade.

 E porque há muitos jovens que logo ao fim de um ano mudam de curso depois de concluírem não era aquele que queriam na verdade, ou porque se desiludiram, ou porque abandonaram os estudos ou mesmo o país (fenómeno da emigração), fomos falar com especialistas e damos-te algumas dicas para refletires bem antes de avançares com a candidatura. Deves ouvir o coração, sem esquecer a cabeça. E não te esqueças que é sempre possível voltar atrás na decisão, caso venhas a perceber que fizeste a escolha errada.

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Certa ou errada, a escolha deve também ter sempre em conta a questão financeira. Estudar tem sempre custos, e no Superior mais ainda.

Por isso, fomos fazer as contas para perceber onde é mais caro estudar em Portugal e chegámos à conclusão que estudar no interior e nos politécnicos fica mais em conta. Deixamos ainda um alerta para os apoios que existem e que podes pedir.

Logo a começar pela bolsa de ação social, para quem tem rendimentos mais baixos, cujo requerimento tem de ser feito em simultâneo com a candidatura.

Neste guia poderás encontrar também respostas a possíveis dúvidas e questões que surgem nesta altura, sendo certo que podes sempre encontrar outras informações em sites oficiais como o da Direção-Geral do Ensino Superior, onde terás de ir necessariamente para preencher a tua candidatura online, ou no portal do Infocursos, onde encontrarás diferentes dados estatísticos sobre todos os cursos que estiveram a funcionar em 2014/2015.

As candidaturas arrancam já segunda-feira, dia 20 de julho, e estendem-se até ao dia 7 de agosto.

Como decidir qual profissão seguir?

Quem nunca ficou horas e horas pensando em qual profissão seguir, que atire a primeira pedra. Todo mundo sabe do drama que é escolher uma bendita faculdade pra fazer, mas ninguém falou que ia ser fácil também.

Na hora de escolher um curso, além das dúvidas, muitas “verdades absolutas” aparecem.

  • “Faça o que você gosta!”;
  • “Faça um curso que tenha relação com a matéria em que você é bom”;
  • “Vai tocar o negócio da família, né?!”;

Todas elas são alternativas possíveis e que te ajudam a escolher um curso, estabelecendo um objetivo para seguir. Porém, a alternativa “fazer o que gosta” carrega com ela uma dúvida:

Como saber do que eu gosto?

  • Antes de você refletir sobre como escolher o curso, deve entender que fazer o que gosta é diferente de gostar do que faz pra saber qual profissão seguir.
  • Como Saber O Que Seguir Na Universidade?
  • Não entendeu nada?
  • Eu te dou um exemplo:

João, quando criança, queria ser jogador de futebol (quem nunca?), mas por vários motivos não conseguiu fazer o que gosta.

Hoje, João é formado em Educação Física, trabalha em uma escolinha de futebol com o objetivo de fazer com que as crianças se apaixonem pelo esporte da forma com que ele se encantou. João gosta do que faz.

  1. Entendeu a diferença?
  2. Como Saber O Que Seguir Na Universidade?
  3. O conselho aqui é “gostar do que faz”.
  4. Voltando à analogia do futebol, fazer o que gosta seria simplesmente se sustentar jogando bola.

Como Saber O Que Seguir Na Universidade?

Agora, gostar do que faz, seria escolher ser um jogador profissional mesmo com todos os “deveres”:

  • Treinar com dedicação;
  • Manter-se saudável;
  • Lidar com a pressão da torcida, jornalistas, dirigentes;
  • Sempre estar evoluindo, ou pelo menos manter o nível de jogo.

Mas eu não sei do que gosto! Qual profissão seguir?

  • Pesquise sobre as profissões em que você se imagina trabalhando, coloque na balança os prós e “contras” e veja se ainda se sente animado pra seguir uma carreira naquela área.
  • É muito importante que você tenha uma certa afinidade com a profissão que está escolhendo.
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Passo a passo de como escolher o curso certo para você

Saber como escolher o curso certo está tirando o seu sono? Decidir qual a graduação fazer é importante, mas essa atividade não deve deixar você estressado com o peso da escolha.

Para ajudar nessa tarefa, preparamos este post com 9 passos para você saber como escolher o curso certo com confiança e tranquilidade. Confira:

Vamos lá!
Como Saber O Que Seguir Na Universidade?

1. Desenvolva autoconhecimento para saber como escolher o curso certo

Autoconhecimento é a base que você precisa para tomar decisões corretas e alcançar a realização pessoal.

Isso mesmo: sem autoconhecimento você dificilmente saberá como escolher o curso certo. Afinal, antes de definir qual graduação fazer, você precisa ter real conhecimento sobre:

  • Sua situação atual;
  • Seus pontos fortes e fracos;
  • Seu propósito, suas metas e objetivos;
  • As crenças que limitam seu potencial;
  • O que motiva e incomoda você – e o porquê disso.

“Mas o que isso tem a ver com a faculdade que vou fazer?” Tudo! Se você ignorar esse conhecimento e escolher uma graduação “às cegas”, provavelmente vai fazer parte do grupo de universitários insatisfeitos.

Imagine você se matricular em um curso e descobrir na metade dele (ou no final) que não é isso que deseja fazer na vida profissional. Imagine perder todo esse tempo e dinheiro investido para ter que lidar novamente com a decisão de como escolher o curso certo.

Nada agradável, concorda? Desenvolver autoconhecimento evita que isso aconteça e deixa você mais perto de como escolher o curso certo e, por consequência, da realização pessoal e profissional.

E como desenvolvê-lo para escolher a faculdade certa? Fazendo muitas perguntas. Mas não é qualquer questionamento! Você levantar pontos que ajudam a refletir sobre si mesmo, a conectar pontos da sua identidade e a compreender como se sente e pensa.

Veja alguns exemplos de questões:

2. Faça um teste de personalidade

Além de responder sinceramente às perguntas que acabamos de listar, descobrir qual é  seu tipo de personalidade faz a diferença na hora de escolher o curso certo.

Vamos ver um exemplo para ficar mais claro? Imagine que você fez este teste gratuito e descobriu que tem uma personalidade ENFP Diplomata — ou “Ativista”.

Isto é, você é um espírito livre, criativo, sociável e entusiástico, que sempre encontra um motivo para sorrir. Além disso, é bastante curioso e tem boas habilidades sociais, de observação e de comunicação.

Quem tem essa personalidade pode se identificar com uma ou mais profissões das seguintes áreas:

  • Artes;
  • Entretenimento;
  • Vendas;
  • Cuidados Pessoais;
  • Comunicação Social;
  • Ciências e Natureza;
  • Educação;
  • Saúde;
  • Negócios;
  • Serviço Social.

E o que isso quer dizer? Que uma personalidade ativista dificilmente se daria bem com áreas e profissões típicas de quem tem um perfil lógico, como comandante ou cônsul, por exemplo.

Curioso? Saiba que existem 16 personalidades diferentes divididas em grupos:

  • Analistas: arquiteto, lógico, comandante e inovador.
  • Diplomatas: advogado, mediador, protagonista e ativista.
  • Sentinelas: logístico, defensor, executivo e cônsul.
  • Exploradores: virtuoso, aventureiro, empresário e animador.

Você precisa descobrir qual é sua personalidade, conferir seus pontos fortes e fracos, além de pesquisar as áreas e carreiras que terá mais afinidade e facilidade para ser bem-sucedido.

Não pule essas duas fases de autoconhecimento! Dedique um tempo para se conhecer de verdade. Siga as próximas dicas de como escolher o curso certo somente depois dessas reflexões.

Como Saber O Que Seguir Na Universidade?

3. Informe-se sobre as diferentes áreas do conhecimento

Para saber como escolher o curso certo, você precisa ficar bem informado sobre as áreas do conhecimento. E elas vão muito além da famosa divisão e disputa entre Humanas, Exatas e Biológicas.

Na verdade, as áreas do conhecimento são divididas da seguinte forma:

  • Ciências Exatas e da Terra;
  • Ciências Biológicas;
  • Engenharias;
  • Ciências da Saúde;
  • Ciências Agrárias;
  • Ciências Sociais Aplicadas;
  • Ciências Humanas;
  • Linguística, Letras e Artes.

“Isso tudo?” Sim! Essa é a divisão oficial usada pelo Ministério da Educação. E se informar sobre cada uma dessas áreas vai deixar você mais seguro para fazer a escolha certa.

Ciências Exatas e da Terra

A Matemática é o coração desta área do conhecimento. Não importa a graduação que você escolher, os números e o cálculo estarão presentes nos seus estudos. Este campo usa a Matemática e o raciocínio lógico para testar hipóteses, fazer medições e predições, solucionar problemas e impulsionar o desenvolvimento tecnológico.

Alguns cursos dessa área: Matemática, Estatística, Ciência da Computação, Astronomia, Física, Química, Geografia, Geologia, Oceanografia e Tecnologia da Informação.   

Ciências Biológicas

Em termos simples, este campo estuda a vida. Átomo, molécula, organela, célula, tecido, órgão, sistema, organismo, espécie, população, comunidade, ecossistema, biosfera: as ciências biológicas mergulham na diversidade da vida para entender como ela funciona.

Graduações dessa área: Ciências Biológicas, Botânica, Zoologia, Bioquímica e Ecologia.

Engenharias

Esta área usa conhecimentos científicos, práticos, sociais e econômicos para usar os recursos da natureza a favor do desenvolvimento humano. As engenharias caminham lado a lado das ciências exatas e da terra, usando a matemática, a química e a física em suas atividades.

Alguns cursos dessa área: Engenharia Civil, Engenharia Sanitária, Engenharia Elétrica, Engenharia de Transportes, Engenharia de Produção, Engenharia Mecânica, Engenharia Metalúrgica, Engenharia Química, Engenharia Nuclear e Engenharia Naval.

Ciências da Saúde

Ramo que estuda a vida, a saúde e a doença. Escolhendo um curso dessa área, você vai mergulhar nesses temas para aprender a realizar diagnósticos, indicar tratamentos e realizar acompanhamento de pacientes.

Graduações dessa área: Medicina, Nutrição, Odontologia, Farmácia, Enfermagem, Saúde Coletiva, Educação Física, Fonoaudiologia, Fisioterapia e Terapia Ocupacional.

Ciências Agrárias

Em termos simples, este campo estuda as diferentes atividades agrícolas visando descobrir métodos para manter um alto desempenho sem prejudicar o meio ambiente.

Alguns cursos dessa área: Agronomia, Gestão de Agronegócios, Engenharia Florestal, Engenharia Agrícola, Zootecnia, Engenharia de Pesca, Medicina Veterinária, Ciência e Tecnologia de Alimentos.

Ciências Humanas

Esta área do conhecimento visa compreender os relacionamentos que o ser humano estabelece para viver em sociedade. Busca-se saber o porquê disso, como o passado influencia os relacionamentos atuais, como o homem se relaciona com o próximo e com o mundo, como funciona a mente humana, como acontece o ensino e a aprendizagem e o que fazer para aprimorar esses processos.

Graduações dessa área: Filosofia, Teologia, Sociologia, Antropologia, Arqueologia, História, Geografia, Psicologia, Pedagogia, Ciência Política e Relações Internacionais.

Ciências Sociais Aplicadas

Campo que busca compreender as necessidades, os interesses e as consequências da vida em sociedade.

Alguns cursos dessa área: Direito, Administração, Turismo, Economia, Arquitetura e Urbanismo, Desenho Industrial, Ciência da Informação, Museologia, Comunicação e Serviço Social.

Linguística, Letras e Artes

  • Neste campo, estuda-se as habilidades que permitem o ser humano expressar seus pensamentos complexos.
  • Algumas graduações dessa área: Linguística, Letras, Artes Visuais, Música, Design e Dança.
  • Agora que você está bem informado sobre as áreas de conhecimento, precisa buscar informações sobre as carreiras no ramo que deseja atuar.

4. Pesquise as profissões do seu interesse

Saber como escolher o curso certo requer pesquisa em todas as fases dessa decisão. Buscar dados e informações sobre as profissões que você pode exercer depois de formado é indispensável.

Isso evita você acreditar em mitos sobre o curso e ajuda a ter uma ideia clara do cotidiano profissional, bem como das habilidades e competências que precisará desenvolver.

Vamos ver um exemplo para o curso de Letras? Existe uma crença de que todo formado em Letras vai obrigatoriamente se tornar professor. Essa mito pode afastar muitas pessoas que não desejam atuar no magistério, mas que possuem interesse e potencial em diferentes áreas dessa graduação.

Um profissional de Letras também pode seguir carreira como tradutor, editor, revisor, redator, autor de material didático, escritor, consultor de língua portuguesa e estrangeira ou roteirista.

Pode trabalhar em agências de marketing e de publicidade, em editoras de livros, em instituições de ensino superior, empresas de tradução, emissoras de TV e rádio ou abrir o seu próprio negócio no ramo.

Leia também:  Como Saber Em Que Universidade Fui Colocado?

Viu como o destino de quem faz Letras não é seguir uma única carreira? O profissional pode escolher entre trabalhar dentro ou fora da sala de aula.

É por isso que pesquisar bem sobre vida profissional é importante: você conhece todas as alternativas que um formado no ramo encontra no mercado de trabalho.

Veja como pesquisar sobre as carreiras:

  • Descubra as áreas que o profissional pode atuar;
  • Leia sobre as carreiras que são possíveis de seguir em cada ramo;
  • Veja como é o dia a dia da carreira de seu interesse;
  • Verifique como funciona o ambiente de trabalho (como é a rotina, a relação entre colegas do ramo, o perfil dos profissionais e o clima no escritório);
  • Veja qual é a média salarial;
  • Descubra como são os horários (rígidos ou flexíveis);
  • Confira quais são as habilidades e competências necessárias ao profissional.

Depois de mergulhar nas possíveis carreiras, pesquise também sobre o mercado. Afinal, é importante verificar se você terá espaço para exercer a profissão sem passar sufoco.

Como Saber O Que Seguir Na Universidade?

5. Fique por dentro do mercado de trabalho

Saber como escolher o curso certo também exige uma busca por informações sobre o mercado de trabalho. Você não deseja investir em uma graduação para descobrir que a profissão e o mercado não têm boas perspectivas, concorda?

Você já pensou sobre as profissões que surgiram nos últimos anos – carreiras que nem imaginávamos que existiriam? E pensou também naquelas que deixaram de existir? E se a sua profissão não existisse amanhã?

Não escolha uma graduação antes de conhecer bem o mercado de trabalho atual e futuro. Veja o que fazer:

  • Leia pesquisas, relatórios e estudos sobre a área;
  • Fique por dentro das tendências atuais e futuras;
  • Assista a vídeos, reportagens e documentários sobre o ramo;
  • Converse com profissionais ativos no mercado de trabalho;
  • Descubra qual é o plano de carreira na área;
  • Verifique as previsões para o futuro desse mercado no Brasil e no exterior.

Que curso escolher: 10 dicas para ajudar a decidir

Muitos alunos, ao concluírem o ensino secundário, ou até antes de o terminar, passam pela grande grande dúvida de não saber que curso escolher. O que deve ser ponderado além da vocação?

Embora existam alguns estudantes que já demonstrem interesse ou paixão por determinada área profissional desde cedo, outros há que não possuem qualquer ideia ou têm várias.

Assim sendo, o conselho essencial para quem vai escolher um curso superior é: não tomar uma decisão por impulso.

O ideal é aliar a razão ao coração e não escolher uma área da qual apenas se gosta, mas que, por exemplo, não tem empregabilidade.

A primeira fase de candidaturas ao ensino superior decorre entre 17 de julho e 6 de agosto e, sabendo das dúvidas comuns sobre a vida profissional e sonhos futuros que assolam os estudantes candidatos às universidades, reunimos algumas dicas que vão ajudar na tomada de decisão.

10 dicas para saber que curso escolher

Como Saber O Que Seguir Na Universidade?

1. Faça um  teste vocacional

A orientação vocacional poderá ajudar a decidir qual o curso mais relacionado com a sua personalidade e aspirações para o futuro profissional. Pense no que gostaria de fazer e quais as suas melhores capacidades e competências.

2. Analise os planos curriculares

Mesmo após o teste vocacional, por mais eficiente que seja, podem continuar a surgir dúvidas. Analisar o plano curricular que cada curso oferece e as cadeiras específicas pode ser uma ajuda na decisão de escolher ou não um determinado curso.

Além disso, muitos estudantes escolhem o curso apenas com base no seu nome, o que pode induzir em erro. Fundamente a sua escolha com base em informações recolhidas por si sobre os planos de estudos do curso (verifique quais as disciplinas leccionadas e imagine se gostaria de as estudar ou não), sobre as saídas profissionais e sobre a taxa de empregabilidade do curso.

Todas estas informações podem ser encontradas nos sites das faculdades do seu interesse.

3. Converse com antigos alunos

Para ter uma ideia mais abrangente sobre que curso escolher é importante conversar com profissionais que já possuem a formação que está a considerar. Estes profissionais têm uma ideia mais clara sobre o curso e o mercado de trabalho, podendo, assim, ajudar na decisão.

4. Não se sinta entre a espada e a parede

Não pense nesta escolha como uma decisão definitiva. Esqueça esta pressão. Muitas universidades oferecem formas de transferência de um curso para outro ou mesmo de uma universidade para outra e com cadeiras consideradas equivalentes que não vão precisar de ser feitas novamente.

5. Analise as suas preferências

Está a pensar em fazer um determinado curso, mas descobriu que a universidade que escolheu é numa localização mais distante do que queria e isso representa uma dificuldade para si. Para evitar estas situações, ao escolher, considere se tem preferência por localização, se pretende frequentar uma universidade pública ou uma privada, etc.

6. Pesquise o mercado de trabalho

Antes de avançar para a decisão final de que curso escolher deve pesquisar sobre o mercado de trabalho da área profissional escolhida. O dilema de escolher entre a profissão desejada e aquela que trará maior recompensa financeira é enfrentado por muitos jovens. Mas de nada adianta tirar um curso com o qual dificilmente conseguirá um emprego depois de formado.

Consulte o Portal Infocursos, uma plataforma online que disponibiliza dados e estatísticas sobre cursos superiores, proporcionando mais informação no sentido de apoiar as escolhas no acesso ao ensino superior.

7. Contacte directamente com profissionais de áreas que lhe interessam

Curioso acerca do que faz um licenciado em Biotecnologia? Entre já em contacto com a faculdade que lecciona esse curso e solicite o contacto de um professor com quem possa reunir para tirar dúvidas acerca da profissão! O pior que pode acontecer é receber um “não” como resposta. O melhor, é saber na primeira pessoa como é, na prática, trabalhar na área. Verá que será mais fácil decidir se gosta ou não do curso e se quer, ou não, investir grande parte dos seus anos futuros nessa área.

Como Saber O Que Seguir Na Universidade?

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8. Visite mostras e feiras universitárias

Muitas universidades e institutos politécnicos promovem feiras de apresentação dos seus cursos. Deve visitar esses eventos e, em vez de se limitar a recolher panfletos, questione os representantes dos cursos acerca das taxas de empregabilidade, disciplinas mais importantes e saídas profissionais.

9. Pense sozinho

Há sempre pessoas a dar opinião sobre que curso escolher. Estes conselhos de amigos e pessoas próximas são bem-vindos, mas não se deixe influenciar pelos sonhos dos outros. Pense por si e decida o que será melhor para a sua vida profissional. Independente da escolha, aqueles que realmente estiverem do seu lado vão apoiar e respeitar a sua decisão.

10. Não deixe a decisão para a última hora

Procure ler sobre os cursos que gostaria de fazer e universidades que gostaria de frequentar e analise todos os pontos positivos e negativos com antecedência. Ao deixar essa escolha para a última hora, pode sentir-se pressionado e tomar uma decisão diferente daquela que tomaria se tivesse pensado com mais calma.

29 cursos com maior empregabilidade em Portugal

Estes dados foram disponibilizados em 2018 pelo Portal Infocursos e referem-se à situação face ao emprego de alunos que terminaram o curso no ano letivo de 2015/2016;

  1. Educação Básica – Instituto Superior de Ciências Educativas do Douro;
  2. Enfermagem – Escola Superior de Saúde Egas Moniz;
  3. Enfermagem – Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha Portuguesa;
  4. Arquitetura e Urbanismo – Escola Superior Gallaecia;
  5. Enfermagem – Instituto Politécnico de Setúbal;
  6. Ortóptica – Instituto Politécnico do Porto;
  7. Música, variante de Composição, Direção e Formação Musical – Instituto Politécnico de Lisboa;
  8. Música, variante de Execução – Instituto Politécnico de Lisboa;
  9. Música na Comunidade – Instituto Politécnico de Lisboa;
  10. Tradução e Interpretação: Português/Chinês – Chinês/Português – Instituto Politécnico de Leiria;
  11. Arquitetura – Universidade Lusíada;
  12. Economia – Universidade Católica Portuguesa;
  13. Teologia  – Universidade Católica Portuguesa;
  14. Psicologia  – Universidade Católica Portuguesa;
  15. Medicina – Universidade de Lisboa;
  16. Estudos Comparatistas  – Universidade de Lisboa;
  17. Meteorologia, Oceanografia e Geofísica – Universidade de Lisboa;
  18. Matemática – Universidade de Lisboa;
  19. Medicina – Universidade do Porto;
  20. Engenharia Física – Universidade do Porto;
  21. Medicina – Universidade do Minho;
  22. Engenharia de Materiais – Universidade Nova de Lisboa;
  23. Engenharia de Micro e Nanotecnologias – Universidade Nova de Lisboa;
  24. Medicina – Universidade Nova de Lisboa;
  25. Medicina – Universidade de Coimbra;
  26. Física – Universidade de Coimbra;
  27. Medicina – Universidade da Beira Interior;
  28. Engenharia Informática – Universidade de Aveiro;
  29. Ciências do Mar – Universidade de Aveiro.

Qual faculdade fazer? 5 passos para não errar na escolha

Você tem apenas 17 anos e já é confrontado a responder uma das perguntas mais importantes da sua vida inteira: qual faculdade fazer?

Não importa que você esteja em um turbilhão de hormônios que fazem você ora estar revoltado com seus pais, ora querendo mudar o mundo, ora pensando apenas em sexo. As pessoas esperam que você defina, desde já, qual faculdade fazer, qual profissão vai seguir pelo restante da vida.

E assim você fica frente a frente com o formulário do Enem ou do vestibular e tem que marcar um xis em alguma das opções definidas. Publicidade? Ciência da Computação? Fonoaudiologia? Ou algo mais tradicional como Direito, Medicina, Engenharia?

Algumas pessoas têm a sorte de já saber o que quer fazer da vida desde a mais tenra idade. É aquela menina que já praticamente nasceu sabendo que quer se dedicar ao teatro. Ou o garoto que é um advogado natural desde que deixou as fraldas.

Mas e você, que não tem nem ideia de para onde ir? Como definir qual faculdade fazer sem medo de se arrepender dessa decisão pelos próximos 40, 50, 60 anos?

Sabemos que definir qual faculdade fazer é algo que terá um grande impacto não somente durante os quatro ou cinco anos que você terá que se dedicar diariamente ao curso de graduação, mas também sobre a sua vida profissional como um todo.

Definindo um método objetivo de escolha

Assim, a primeira ação que você deve tomar para escolher qual faculdade fazer é definir um método objetivo de escolha.

A maior parte das pessoas que fica em uma encruzilhada sobre qual faculdade fazer acaba tomando a decisão por impulso, de forma emocional, quando chega o fim do prazo para entregar o formulário de inscrição do Enem ou do vestibular.

Claramente, esta não é a melhor forma de decidir qual faculdade fazer. O que você precisa é de um método, um sistema testado e aprovado que reduza as suas chances de erro.

Se você analisar friamente, o que você está fazendo aqui é escolher a profissão que seguirá para o restante da vida, se tudo der certo. Então você precisa pensar não apenas na faculdade, mas sim na atividade que estará desempenhando oito horas por dia, cinco dias por semana, por cerca de 30 anos ou mais depois que terminar a faculdade.

Sendo assim, o método deve seguir cinco passos essenciais:

  1. Visualizar o seu futuro
  2. Reduzir as opções a uma das três grandes áreas
  3. Listar as opções viáveis dentro da área escolhida
  4. Analisar tendências de mercado
  5. Tomar a decisão, mantendo um Plano B

Neste artigo, vamos ver um a um esses passos. Antes, no entanto, pegue papel e caneta (não serve o computador) para anotar as suas respostas. Comecemos por…

1. Visualizar o seu futuro

Como Saber O Que Seguir Na Universidade?

O primeiro passo a ser dado para definir qual faculdade fazer é realizar um exercício de imaginação.

Esqueça por um momento toda história de Enem, vestibular, faculdade, salário etc. Abra sua mente para pensar: se nenhuma dessas coisas fosse um obstáculo, o que você se vê fazendo pelo restante da vida?

  • Qual a coisa que você gosta tanto de fazer que faria até de graça, se isso fosse possível?
  • Não tenha vergonha dos seus próprios pensamentos.
  • Se você gosta, por exemplo, de super-heróis e histórias em quadrinhos, anote isso. Você pode sim ganhar dinheiro com isso, sendo um jornalista especializado no assunto, sendo desenhista, sendo roteirista, sendo editor de revistas, mantendo um site especializado em quadrinhos…
  • Se você gosta de passar o dia malhando na academia, você pode vir a ser um personal trainer, um nutricionista, um fisioterapeuta, um médico, um educador físico.

Confira 5 testes para saber qual faculdade fazer ????

Quando bater a dúvida sobre qual faculdade fazer, um teste vocacional pode ser um caminho na busca por clareza. O exame é uma avaliação multidisciplinar que ajuda a determinar que tipo de trabalho combina com as suas aptidões.

Escolher a carreira é um passo crucial na vida do estudante. Os testes vocacionais incluem perguntas sobre suas habilidades, personalidade, hobbies, interesses etc., apontando os caminhos que se encaixem em seu perfil. Associado a outras ferramentas, ele permite a você autoconhecimento e orienta sua busca por uma carreira.

Existe uma série de testes online disponíveis, mas vale a pena avaliar alguns critérios como a fonte e a validação científica — se utilizam critérios científicos, mensuráveis e reprodutíveis.

Para ajudar você a encontrar boas opções no mercado, listamos neste post 5 testes vocacionais. Confira!

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Qual seu dom

O Qual seu dom é diferente de tudo o que você já viu, pois com ele você vai contar com a ajuda dos seus amigos para o teste de profissões. Isso mesmo, se todo mundo tem uma vocação, não significa que você precisa descobrir qual é a sua sozinho, concorda?

Nesse site, são os seus amigos que responderão às perguntas. Você fica com apenas uma única questão, o resto é com eles. Muitas vezes, somos levados a acreditar que temos determinada vocação, a exemplo da Medicina ou do Direito. 

Essa crença, incutida pela família ou mesmo por uma fantasia nutrida desde a infância, pode influenciar suas respostas. Já os seus amigos que o conhecem bem, com certeza serão mais isentos ao responderem o teste com sinceridade.

Teste vocacional Carlos Martins

O teste baseado no modelo de John Holland e adaptado pelo consultor Carlos Martins é um dos mais famosos da internet no Brasil. O psicólogo e educador americano desenvolveu um modelo hexagonal, que categoriza as personalidades em seis tipos:

  • Realista;
  • Investigativo;
  • Social;
  • Artístico;
  • Empreendedor;
  • Convencional.

Essa classificação serve de base para testes realizados no mundo todo, associando interesses e tipos de ambientes a cada uma das personalidades. Por exemplo, o tipo Social define pessoas com vontade de ajudar os outros, altamente comunicativas e empáticas.

Assim, gostam de contato direto com os outros e tarefas muito mecânicas não representam seus interesses. Por isso, as profissões em que se saem melhor são áreas como a Psicologia ou a Enfermagem, muitos também dão ótimos professores.

Teste vocacional G1

Segundo o G1, um teste para a faculdade ideal deve juntar autoconhecimento, pesquisa sobre os cursos e o mercado. A ideia é descobrir com o que você gostaria de lidar no trabalho e, assim, responder à seguinte pergunta: “qual é a sua vocação?”.

Na verdade, a maioria dos testes de profissão são um bom norte em relação a que grande área escolher. “Humanas ou Exatas?” é uma dúvida comum entre estudantes que têm dificuldades em decidir seu futuro profissional, enquanto quem opta por Biológicas, em geral, já tem inclinações mais definidas.

O teste vocacional G1 é completo e interativo, com dicas para ajudar nessa importante decisão. A plataforma é bastante intuitiva e, quando você se der conta, já terá alguns direcionamentos em mãos.

Testevocacional.Org

Já a avaliação do site Testevocacional.org é composta por 21 questões, que ajudam a traçar a sua personalidade, além de identificar as profissões que mais parecem adequadas a ela.

O resultado é um resumo do seu perfil junto com uma lista de cursos indicados para ele. Com um teste desse tipo, você pode descobrir que tem grandes chances de se dar bem em uma faculdade de Exatas, por exemplo.

Lembre que um teste, seja ele qual for, nunca deve ser a única base para a sua decisão. Afinal, embora nenhuma avaliação seja definitiva, ela pode orientar a sua escolha.

Essas ferramentas são de grande valia para quem não sabe nem por onde começar, mas também para confirmar a escolha dos mais decididos.

Às vezes, crescemos com uma ideia fixa na cabeça, só que, na prática, aquele curso não tem nada a ver conosco.

A Real Me

Por fim, o teste vocacional A Real Me também tem por base as seis personalidades de John Holland, fazendo um levantamento de quais características dos perfis predeterminados mais se aproximam ou se afastam do seu jeito de ser.

Com base nessa análise, o resultado sugere as profissões que mais combinam com os traços de personalidade mais acentuados em cada um. Por exemplo, um perfil investigativo sugere que a pessoa é boa em resolver problemas e gosta de Matemática e Ciências, Biologia e Biomedicina são boas alternativas.

Enquanto isso, aqueles com perfil convencional são mais inclinados à ordem, disciplina e formalidade, se saindo bem no trabalho em equipe e em atividades mais metódicas. Alguns exemplos são as tarefas desempenhadas em carreiras como Ciências Contábeis e Comércio Exterior.

A carreira é apenas a primeira escolha importante do estudante. Além dela, é essencial pesquisar onde estudar. Encontrar uma boa faculdade, independentemente do curso ou área de atuação, é crucial para o sucesso na carreira. Aqui na Pitágoras, oferecemos diversos cursos, nas modalidades de ensino presencial e EAD (semipresencial e 100% online).

Outra questão que surge para muitos candidatos é a necessidade de escolher uma cidade para fazer faculdade. Essa é mais uma decisão que interfere no futuro profissional. Por isso, depois de definir o curso, surge a importância de avaliar as instituições de ensino, o mercado de trabalho, o custo de vida e as características locais para uma boa escolha.

Como vimos, para responder a pergunta “qual faculdade fazer?”, o teste vocacional é um bom começo, podendo ser muito válido para orientar a decisão do candidato. Embora não traga soluções mágicas, conhecer melhor os traços de sua personalidade e descobrir seus pontos fortes são ótimo caminho para identificar profissões nas quais você tem chance de se dar bem.

Agora que você já sabe como um teste vocacional pode ajudar você a escolher a carreira dos seus sonhos, que tal descobrir Como é estudar na Faculdade Pitágoras? Saiba por que é uma boa opção!

Estudantes têm nova ferramenta online para escolherem a profissão

Os estudantes do ensino secundário têm um novo aliado na hora de escolherem o curso que pretendem seguir depois de terminado esse nível de ensino.

A Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa desenhou um motor de busca, que está disponível online, onde os jovens podem procurar um curso ou formação com base naquilo que são os seus interesses, capacidades ou os ambientes em que pretendem vir a trabalhar.

Em função dos resultados ficam a conhecer os perfis de profissionais que estão no activo em cada uma das áreas.

O motor de busca vocacional está disponível, desde a semana passada, no portal Design The Future. “Este não é um teste psicológico nem um teste vocacional”, explica Isabel Janeiro, professora na Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa que coordenou a concepção da ferramenta. “É uma forma de os jovens compararem os seus interesses com as profissões existentes”, acrescenta.

O portal foi criado há dois anos pela associação Better Future, um organização juvenil com sede em Lisboa e uma delegação no Porto, que, desde 2014, tem recebido vários prémios de empreendedorismo social por iniciativas sempre ligadas à educação e formação.

Desde o início que permitia uma busca por instituições de ensino ou cursos, muito à semelhança do que pode ser feito no portal da Direcção-Geral do Ensino Superior.

Este ano, contudo, o site — que tem o apoio da Fundação Vodafone Portugal e do banco Santander Totta — foi reforçado com a opção de Exploração Vocacional.

Os estudantes podem aí escolher uma de três categorias: “Interesses”, “Ambientes de trabalho” e “Capacidades”, em função daquilo que mais valorizam numa futura profissão. Dentro de cada uma destas opções há diferentes possibilidades de resposta e, em função da escolha, abre-se uma lista de profissões possíveis.

Por exemplo, se um aluno quiser procurar áreas que lhe permitam ter no futuro um emprego com horário flexível, o portal sugere-lhe ocupações como actor, copywriter publicitário ou designer.

Se pretende profissões que permitam estar ao ar livre, sugere-se, por exemplo, biólogo marinho e arqueólogo.

Se gosta de “actividades práticas” algumas hipóteses enumeradas são chef e restauradora de arte especialista em pintura.

A cada uma das profissões está depois associado um perfil de um profissional da respectiva área, com uma biografia e um vídeo de apresentação, bem como a oferta formativa existente para aquela área.

O Design the Future lista licenciaturas e mestrados, quer em instituições públicas quer privadas, mas também formações não superiores, como cursos profissionais ou especializações.

Ao todo há mais de 3000 cursos à escolha, com informações sobre a localização ou forma de candidatura.

A sua “grande vantagem” é permitir aos jovens “confrontar o seu perfil vocacional com o mundo das profissões”, sublinha Isabel Janeiro.

Outra novidade do portal é a inclusão de “profissões novas”, que os alunos “ainda não conhecem” e que podem ter um papel importante no futuro. Há, por exemplo, testemunhos de um neuromarketeer ou de uma astrobióloga.

Descubra como escolher sua profissão

Se você está em dúvida sobre qual profissão seguir, saiba que esta é a realidade da maioria das pessoas. É bastante comum enfrentarmos angústias e incertezas quando o assunto é escolher uma carreira.

Isso não é exclusividade de quem está concluindo o ensino médio! Mesmo quem já está no mercado pode ter vontade de mudar de carreira.

Antes de mais nada, é fundamental saber que não existem escolhas para a vida toda. Por isso, vamos desmistificar aquela ideia de escolhas “certas” ou “erradas”. Não tente “acertar” na escolha. Em vez disso, considere tomar decisões maduras, embasadas em autoconhecimento e pesquisa.

Veja os oito passos que podem ajudar você a escolher melhor sua profissão!

Passo a passo para escolher sua profissão

Não existe uma fórmula mágica para saber qual carreira se encaixa melhor em cada perfil, mas seguir este passo a passo certamente o ajudará neste processo de escolha.

1. Saiba quem é você

O primeiro passo é saber quem você é. Pode parecer banal e simples, mas não paramos com frequência para refletir sobre quem somos, quais os nossos objetivos e o que esperamos para nossas vidas.

Reflita sobre seus valores, sua personalidade e liste seus interesses. Coloque tudo no papel.

2. Entenda seus gostos e interesses

Faça a você mesmo a seguinte pergunta: O que me deixa feliz?  Não tente pensar em uma profissão que o faça feliz, apenas pense em coisas do dia a dia, como estar com os amigos, sair para dançar, ter algum dinheiro guardado, ajudar os colegas a estudarem para provas, etc.

3. Conheça as suas habilidades

É importante saber o que você faz de melhor. Algumas situações do cotidiano ajudam a identificar nossas habilidades. Preste atenção em como você se comporta, por exemplo, em um trabalho em equipe: Você gosta de liderar o grupo e dividir as tarefas? Prefere saber o que deve ser feito para então começar a trabalhar? Gosta de ajudar um colega a executar suas atividades?

Conhecer nossas características não é uma tarefa muito fácil. Portanto, conte com a ajuda de amigos e familiares, peça que falem sobre o que acham que você faz bem e depois reflita sobre isso.

4. Procure fazer um teste vocacional

Algumas faculdades oferecem orientação vocacional gratuitamente. Você também pode procurar por clínicas de psicologia especializadas neste tipo de orientação.

Testes vocacionais podem dar boas pistas sobre seus interesses, áreas mais indicadas e possíveis carreiras.

Mas lembre-se: o teste, em si, não é uma fórmula mágica que decide a profissão por você, e sim um elemento a mais, uma ferramenta para ajudá-lo a tomar uma decisão.

5. Faça uma lista com algumas opções de carreira

Depois de fazer o teste vocacional e refletir  sobre seus interesses e qualidades, está na hora de fazer uma lista com as profissões ou áreas que você se interessa ou acha que têm a ver com você.

6. Pesquise sobre as profissões selecionadas

Você já deve ter uma ideia inicial sobre as profissões que listou, mas pode se surpreender com algumas características como, por exemplo, as possibilidades de atuação no mercado de trabalho. Pesquise muito sobre cada uma das profissões e áreas listadas.

Visite sites de universidades e tente conversar com profissionais das áreas de sua preferência. As redes sociais podem facilitar bastante sua pesquisa, basta procurar por grupos e fóruns de discussão relacionados às carreiras pretendidas.

7. Conheça o mercado de trabalho

Saber quais profissões estão em alta no mercado e aquelas já saturadas pode ser muito útil. Você deve ter em mente que o mercado está em constante mudança e o cenário apresentado hoje pode ser diferente após você se formar e começar a atuar na área escolhida.

Sua decisão não deve ser baseada apenas no mercado de trabalho, mas este pode ser um fator decisivo na escolha.

8. Liste os prós e contras

Depois de pesquisar bastante sobre as profissões, tente fazer uma lista com os aspectos positivos e negativos de cada uma delas. Compare esta lista com aquelas reflexões sobre quem você é e quais seus gostos e interesses. Com todas essas informações no papel fica mais fácil decidir pela carreira que melhor se encaixa no seu estilo de vida.

Não há uma fórmula fácil para descobrir qual profissão escolher. Seguir estas dicas pode parecer um pouco trabalhoso, mas é um investimento pequeno perto dos benefícios que pode trazer. Lembre-se que o que está em jogo é sua felicidade, satisfação e sucesso profissional mais adiante.

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Onde estudar

Já decidiu qual profissão seguir? Agora é a hora de se preparar para ingressar na carreira com o pé direito! E a melhor forma de fazer isso é estudar em uma faculdade reconhecida e bem avaliada pelo Ministério da Educação (MEC).

  • Confira algumas instituições bem avaliadas pelo MEC que oferecem cursos por todo o Brasil:
  • Veja também:
  • Teste Vocacional

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Anda perdido e não sabe qual faculdade fazer? Veja estas 14 dicas!

Tempo de Leitura: 7 minutos

Como saber qual faculdade fazer? Essa é uma dúvida muito comum entre os que querem ingressar no ensino superior, afinal, se trata de uma decisão importante e que terá um grande impacto tanto na vida profissional quanto na pessoal. A boa notícia é que existem várias formas de tornar essa decisão um pouco mais fácil.

O primeiro passo, sem dúvida, é o autoconhecimento: é preciso saber mais sobre você mesmo, entender o que gosta e o que não gosta de fazer, quais são seus sonhos e, principalmente, como você gostaria de se ver no futuro.

A seguir, preparamos 14 dicas para ajudar você a escolher o curso ideal para o seu perfil! Continue a leitura e confira!

1. Visualize seu futuro

Como você se imagina daqui a 10 anos? Essa é uma pergunta comum em entrevistas de emprego, mas que também pode ajudar muito na escolha de uma faculdade.

Sabemos que algumas profissões proporcionam um retorno financeiro mais rápido e oferecem mais estabilidade, enquanto outras demandam um pouco mais de tempo para que o profissional possa “construir seu nome” ou conquistar uma boa vaga. Além disso, os cursos têm durações diferentes — tudo isso pode impactar a sua escolha.

Pense sobre seu futuro e tente imaginar exatamente como gostaria de estar em alguns anos — lembrando de manter as possibilidades dentro da realidade. Depois, faça o caminho inverso e trace os passos que você precisa dar para chegar aonde deseja.

2. Faça testes vocacionais

O teste vocacional é uma excelente ferramenta para escolher pelo curso e tomar uma boa decisão. Existem diversos testes online que, com base nas respostas que você dá para as perguntas, indicam quais são os cursos que mais combinam com o seu perfil. Existem, ainda, os testes vocacionais profissionais, que podem ser feitos com psicólogos, oferecendo resultados mais precisos.

3. Escolha uma grande área

Existem três grandes áreas do conhecimento:

  • Ciências Humanas;
  • Ciências Exatas;
  • Ciências da Natureza.

Saber qual delas mais interessa você já é um bom começo para escolher que faculdade fazer. Pesquise sobre as três áreas e tente organizá-las da seguinte forma:

  • me interessa;
  • não interessa tanto, mas seria possível encontrar algum curso legal;
  • não faria de jeito nenhum.

Cada área é composta por vários cursos. É possível que alguns despertem seu interesse e outros não, mas a indicação de preferência por uma área é algo fácil de notar e de grande ajuda na hora de escolher a faculdade certa.

4. Faça uma lista de interesses

Pegue uma folha de papel e comece a listar os seus maiores interesses. Escreva tudo o que passar pela sua cabeça! Em seguida, pegue outra folha e divida em três colunas, de forma parecida com o que fez com as áreas do conhecimento.

Na primeira coluna, coloque coisas que interessam muito você, aquelas que fazem os seus olhos brilharem. Na segunda, escreva as que interessam um pouquinho menos, e na última as que, apesar de ainda interessarem, não são sua preferência no momento.

Para o terceiro passo, pegue mais folhas. Agora você trabalhará somente com os itens que colocou na primeira coluna, escrevendo cada um deles em uma folha separada e fazendo listas de prós e contras. No fim, você terá uma indicação lógica do que realmente parece mais interessante naquele momento.

5. Pesquise as tendências de mercado

Sabemos que o interesse por um curso não é o único fator determinante na escolha de uma profissão. Pesquisar sobre as tendências de mercado é uma boa forma de descobrir quais são as profissões que estarão em alta no futuro.

O cenário do país está em mudança constante, influenciado por inúmeros fatores — desde a estabilidade política, passando pelos avanços da tecnologia, até o aumento na expectativa de vida da população. Para descobrir as tendências, fique de olho em jornais e pesquise em sites especializados.

6. Converse com pessoas que estão na faculdade

Uma ótima forma de saber mais sobre os cursos que interessam — além da grade curricular e da descrição dada pelas faculdades — é conversando com pessoas que já estão estudando. Assim, você terá uma visão do que é o curso, na prática.

Pergunte sobre as aulas, o que é estudado, as oportunidades de estágio e qualquer outra coisa que você considere útil para ajudar na sua decisão.

7. Conheça as possibilidades que a profissão oferece

Quando já tiver um ou mais cursos em mente, é hora de ir mais fundo para saber sobre a realidade da profissão.

Várias faculdades e instituições educacionais realizam feiras de profissões todos os anos — elas são excelentes oportunidades para que você conheça um pouco mais sobre o que cada curso tem a oferecer. Geralmente, reúnem alunos ou profissionais da área disponíveis em stands para conversar com os vestibulandos.

Outra forma de conhecer melhor as possibilidades é procurando pessoas do setor para conversar.

Pode ser um primo, um tio, um amigo ou algum profissional que você admira — nada impede de procurar o contato online e tentar um diálogo, pois o máximo que pode acontecer é ele não responder.

Se for possível, você também pode visitar os locais de trabalho e passar um dia inteiro vivenciando a rotina da área.

8. Avalie o conteúdo programático

Outro passo fundamental é comparar as grades curriculares dos cursos que você está considerando. Até porque, cada faculdade oferece um conteúdo programático diferente, podendo apresentar diferenciais que não podem deixar de ser considerados no momento da escolha.

Inclusive, saber exatamente o que você vai estudar ao longo do período da graduação é essencial, portanto não deixe de conferir a grade, assim como as disciplinas que serão ministradas. Procure, por exemplo, entender se as matérias estão alinhadas com as necessidades, objetivos e práticas do mercado de trabalho da área.

Para complementar, você também pode averiguar na instituição de ensino se são ofertadas disciplinas optativas e, ainda, se os estudantes podem fazer aulas de outros cursos. Tudo isso servirá para tornar a formação ainda mais completa e multidisciplinar — um fator que contribui para enriquecer ainda mais a experiência discente.

9. Liste as faculdades onde você gostaria de estudar

Você pode também fazer uma lista das faculdades onde gostaria de estudar, elencando a localização, qualidade do corpo docente, currículo, valor da mensalidade, método de ensino, entre outras informações. Isso possibilitará que você levante critérios e visualize quais se adéquam à sua realidade e necessidades.

Além de permitir que você conheça as opções, certamente será muito mais simples tomar uma decisão adequada, uma vez que já estará claro o que cada instituição pode oferecer. Nesse momento, é interessante ainda verificar qual a nota dos cursos de graduação, geralmente determinados pelo Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes) a cada três anos.

Isso porque, a faculdade pode ser classificada de acordo com a quantidade e especificidade de suas graduações, e dos variados graus de abrangência ou especialização que oferece.

10. Verifique se a instituição é reconhecida pelo MEC

No portal do MEC é possível encontrar o status de todas as instituições de ensino do Brasil, possibilitando que você veja se o curso do seu interesse é autorizado e reconhecido. O órgão avalia periodicamente os diversos aspectos de uma faculdade com o intuito de monitorar a qualidade da educação no país.

As principais avaliações realizadas são feitas pelo Enade, que analisa os conhecimentos adquiridos pelos alunos ao longo do período da graduação, pelo CPC, que indica a qualidade dos cursos e, também, pelo IGC, que verifica a qualidade da instituição como um todo.

Por meio do levantamento, as faculdades recebem notas que variam de 1 a 5, sendo que o ideal é que alcancem, no mínimo, uma pontuação igual ou acima de 3. Portanto, sempre que estiver em dúvida sobre a escolha, não deixe de fazer a verificação, optando pela instituição mais bem avaliada.

11. Busque indicadores de qualidade

É imprescindível buscar por indicadores de qualidade da faculdade e do curso desejado. Para isso, cheque sua posição no IGC, que vai de 1 a 5, e seu conceito institucional.

O índice sintetiza a qualidade de todas as graduações do Brasil e, para calculá-la, utiliza-se como base o CPC, que é formado por meio dos resultados do Enade e, também, por outros fatores, como a titulação dos professores que compõem o corpo docente e a infraestrutura.

O ideal é procurar por uma faculdade que ofereça uma gama de serviços para os estudantes, como atividades extracurriculares, projetos de iniciação científica, oportunidades de fazer intercâmbio, além de parcerias com outras instituições de ensino. Tudo isso representa um enorme diferencial que pode pesar no momento de tomar a decisão.

Após isso, faça uma visita ao campus e verifique as instalações físicas, o estado das salas de aula, laboratórios, assim como os métodos de ensino utilizados e, também, como a faculdade é vista no mercado. Com isso, você confirmará a veracidade das informações disponibilizadas pelo IGC, tendo a certeza de que está fazendo a escolha adequada.

12. Pesquise sobre o corpo docente

Um dos critérios que mais pesa em relação ao ensino superior é, justamente, o corpo docente qualificado e atualizado.

Portanto, é preciso identificar se a instituição que você escolheu conta com profissionais especializados, tanto com mestrado quanto com doutorado no currículo.

Entretanto, é preciso considerar muito mais do que a formação acadêmica, por exemplo, verificando se os professores do curso têm experiências diferenciadas no mercado.

No caso de faculdades que oferecem a modalidade EAD, confira se o docente conta com a qualificação específica em educação a distância e formação superior na área do curso. Muitas vezes, por terem um custo menor com infraestrutura física, os cursos a distância recebem mais investimentos da faculdade, possibilitando o redirecionamento dos recursos para a contratação dos melhores professores.

Este é, sem dúvida, um dos pontos mais importantes na hora de fazer a sua escolha. Afinal, os educadores farão parte de toda a sua trajetória de ensino, sendo verdadeiros tutores de seu processo de aprendizagem.

13. Converse com alunos e ex-alunos

Outra dica é conversar com alunos e ex-alunos, pois ninguém vai saber falar melhor da instituição do que quem estuda ou estudou nela. Certamente, os discentes poderão contar com propriedade como foi a experiência no curso e, também, outras informações detalhadas sobre a infraestrutura, a metodologia de ensino utilizada e a qualidade da graduação.

A conversa pode ajudar você a esclarecer dúvidas e trazer conselhos e dicas sobre a condução da vida acadêmica, mostrando como foram as vivências dos estudantes após a conclusão do curso. Também pode indicar muito sobre a aceitação dos formandos no mercado de trabalho, um ponto que pode fazer toda a diferença na sua escolha.

14. Avalie o custo-benefício

Por fim, avalie o custo-benefício da faculdade que, para além do valor da mensalidade, inclui o deslocamento que será feito da sua casa, a qualidade do ensino, a infraestrutura, o método pedagógico utilizado, entre outros. Também é interessante analisar outros pontos, por exemplo, se a instituição oferece atividades extracurriculares e empresas juniores que fomentam a pesquisa.

Deve-se ter em mente de que não é unicamente o preço que qualifica um bom curso, e sim o retorno financeiro dado ao formado após a conclusão dos estudos. Assim, o valor justo de uma graduação deve ser calculado com base no acréscimo do salário que a especialização promoverá ao profissional.

Depois de todas as dicas, duas coisas precisam ser ressaltadas: primeiro, aquilo que você gosta de fazer por hobby pode não agradar tanto assim como profissão — é preciso pensar nesses limites. Segundo, nenhuma escolha é definitiva.

É claro que o objetivo é fazer a escolha certa, no entanto, é normal que suas opiniões, sonhos e valores mudem com o tempo. Caso perceba que a faculdade escolhida não é a que você de fato queria, lembre-se de que mudar é sempre uma possibilidade.

Esperamos que as dicas tenham auxiliado você a saber qual faculdade fazer. Pode ser que os resultados sejam divergentes e que a decisão demore um pouco mais do que você imaginava, mas seguindo as orientações facilmente sua escolha será muito bem fundamentada e terá grandes chances de dar certo!

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