Como Saber O Que Quero Ser No Futuro?

Ultimamente os meus pensamentos e decisões têm andado confusos. Achei ser algo temporário mas já faz algum tempo que as dúvidas permanecem.

O futuro é uma coisa incerta e certamente imprevisível. Mas o problema começa quando eu não consigo prever, nem sequer imaginar o meu futuro.

Como explico à sociedade que não sei o que quero ser? Como digo aos meus pais que o meu maior medo é fazer a escolha errada? Como digo que nem sei qual a escolha certa ou a escolha errada?

Durante 12 anos, andamos na escola a aprender. Aprendemos o que são as coisas, como foram feitas, o porquê da sua existência e toda a sua história. Concluindo ensinam-nos tudo o que devemos saber na teoria.

Eis a palavra-chave: teoria. 12 Anos em que fui posta à prova. Fui avaliada, julgada, criticada, elogiada mas em nenhum destes 12 anos aprendi a prática.

A experiência ficou algures enterrada ou escondida atrás dos grandes cadernos.

Enquanto estava focada em saber o que precisava ser sabido para testes/exames, eu nunca me foquei no meu futuro. Eu não tive a oportunidade de ter experiências suficientes para que eu pudesse dizer o que realmente gosto de fazer.

Sempre que abro o site do índice de cursos da dges, quase que o meu coração para. Existem mais de 1000 cursos disponíveis para o acesso ao ensino superior, mas nenhum deles me parece o adequado porque nem eu sei para que metade deles serve.

E para juntar mais “areia ao saco” e me deixar ainda mais confusa temos o tão falado tema do emprego e desemprego.

Se por um lado eu quero ir para um curso de que gosto e que me sinto realizada e feliz ao aprender sobre ele, por outro temos as questões de empregabilidade.

É muito giro trabalhar naquilo que se gosta mas também é muito aconchegante ter um emprego que me garanta entrada de dinheiro todo o mês. Eis então mais uma dúvida que me surge regularmente : Ir para aquilo que gosto ou ir para aquilo que me dá emprego?

Eu não sei para onde ir. Sinto-me presa numa estrada que não tem fim, que me faz andar mas não me leva a lado nenhum.

Mãe, eu não sei o que quero. Pai, eu não sei por onde ir. Não me julguem por esta indecisão que acredito ser mais uma nas tantas que a vida me vai trazer. Afinal de contas tenho 18 anos e bagagem de vida curta.

Falta-me experiência. Falta-me saber o que gosto. Falta-me descobrir o mundo e eu mesma.

Este texto faz parte de uma série de textos de opinião de alunos do ensino secundário e superior sobre a sua visão do ensino e da educação.

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Como Saber O Que Quero Ser No Futuro? Como Saber O Que Quero Ser No Futuro? Como Saber O Que Quero Ser No Futuro? Como Saber O Que Quero Ser No Futuro? Como Saber O Que Quero Ser No Futuro?

O que eu quero ser? Como responder essa pergunta da forma certa

Como Saber O Que Quero Ser No Futuro? Lá pelos 12 anos você já mudou a sua resposta umas vinte vezes. Antes queria ser astronauta, depois médico, ator e, por fim, jogador de futebol. Desde que nos conhecemos por gente ouvimos a famigerada pergunta:

Como Saber O Que Quero Ser No Futuro?
O que eu quero ser?

E sempre respondemos ela de forma errada. Talvez por influência dos adultos, mesmo quando pequeninos associamos o “ser” a uma profissão. O que nós somos é interpretado como aquilo que fazemos. O trabalho nos define e, influenciando a maioria das nossas decisões importantes do berço à cova, o trabalho define a nossa vida. Mas você não é o seu trabalho.

O trabalho é uma ocupação, portanto tem caráter temporário. O que eu faço hoje pra ganhar dinheiro pode ser diferente do que faço amanhã. Um bombeiro pode cansar do seu emprego e virar funcionário público, enquanto um advogado pode ficar de saco cheio da vida no escritório e sair pra viajar o mundo fazendo todos os tipos de bico pra se sustentar. Posso mudar a minha ocupação, sem mudar quem eu sou ou o que eu quero ser.

Na minha idade já não ouço a famigerada pergunta, mas se pudesse voltar 10 ou 15 anos no tempo, saberia de uma coisa.

Que eu não quero ser jogador de futebol, porque a carreira acaba aos 30 e poucos e depois? Vou ser o quê?

Não quero ser astronauta.
Não quero ser médico.
Não quero ser advogado.
Não quero ser enfermeiro.

Não quero ser definido pela minha profissão, que pode mudar de um dia pro outro.

O que eu quero ser é livre, viver uma vida do meu jeito, sem restrições e limites impostos pelos outros. Quero ter liberdade de ir para onde quiser, sem me sentir amarrado a um lugar ou a certos problemas. Quero tomar minhas próprias decisões e não depender de ninguém.

Como Saber O Que Quero Ser No Futuro?
Viajar faz eu me sentir livre

O que eu quero ser é saudável, me sentir forte física e mentalmente. Quero me alimentar bem, não sentir dores nas costas e sair correndo loucamente igual o Forrest Gump, me cansando só depois de uma dezena de quilômetros. O que eu quero ser é aberto às emoções. Quero sentir medo, ansiedade, frio na barriga, amor, excitação e alegria, mas nunca me sentir apático perante a vida. Quero ficar receoso com o que o futuro reserva, quero sorrir sem motivo quando acordar num dia bom. O que eu quero ser é alguém que faz o bem sempre que puder. Quero ajudar a natureza catando um papel de bala no chão e jogando no lixo reciclável, fechando a torneira na hora de ensaboar a louça, parando de contribuir para o sofrimento dos animais. Quero parar pro pedestre atravessar, juntar no chão algo que um desconhecido deixou cair, ser alguém de confiança para alguém procurando um ombro. O que eu quero ser é curioso, nunca deixar de aprender coisas novas. Quero conhecer o máximo que puder do mundo, quero ver outras formas de viver e respeitar aqueles que vivem e pensam diferente de mim. Quero continuar estudando o que me interessa, aprendendo novas habilidades.

E quero ser tudo isso mesmo se um dia não estiver trabalhando, mesmo sem ser nada naquela velha concepção de que você é a sua profissão.

O que eu sou tem a ver comigo, não com o que eu faço.

E você, o que quer ser?

Profissões do futuro: 21 (possíveis) trabalhos do futuro

Como Saber O Que Quero Ser No Futuro?

Todos os dias, há um novo artigo ponderando o que esperar do futuro do trabalho na era da revolução tecnológica. As opiniões e hipóteses são variadas, mas costumam ter algo em comum: o mundo vai mudar e estar preparado fará toda a diferença.

Um relatório do Center for the Future of Work, estabelecido pela Cognizant Technology Solutions, é mais específico em suas apostas e traz 21 profissões do futuro. Há entre elas, por exemplo, diretor de portfólio genômico, Chief Trust Officer e curador de memórias pessoais.

Parece ficção científica, mas essas são previsões para a próxima década. Para tornar esse cenário mais palpável, aliás, os postos são apresentados como anúncios de emprego e incluem tarefas, responsabilidades e qualificações necessárias.

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A equipe da Cognizant, que é uma das maiores empresas de tecnologia de informação do mundo, se baseou em macrotendências atuais em diversas áreas. Como, por exemplo, meio-ambiente, migração, biotecnologia e demografia, para criar as possibilidades.

“O trabalho vai mudar no futuro, mas não vai sumir”, resumem os autores do relatório – que consideraram, mas não incluíram profissões como fazendeiro de carbono e engenheiro de impressão 3D.

21 (possíveis) profissões do futuro

Pensando nisso, reunimos quais são essas possíveis novas profissões do futuro e que nível de conhecimento tecnológico exigem abaixo. Quem sabe elas não atualizam as possibilidades das suas decisões de carreira?

1. Detetive de dados

O que este profissional do futuro faz

Investiga mistérios em Big Data. “O que nossos dados estão nos contando? Que segredos contêm?”, questionam os autores.

O que é preciso

Saber sobre finanças, matemática e data science, mas ser um cientista de dados não é necessário. Conhecimentos legais são uma vantagem.

2. Facilitador de TI

O que este profissional do futuro faz

Nesta profissão do futuro, a função é explorar tendências digitais e cria uma plataforma self-service automatizada para que usuários construam seus próprios ambientes colaborativos, incluindo assistentes virtuais.

O que é preciso

Ter formação em TI, ciências da computação, engenharia, ciências naturais ou administração de empresas. Habilidades de comunicação e liderança também são necessárias.

Estudo da McKinsey investiga o impacto da automação no futuro do mercado de trabalho

3. Oficial de ética de sourcing

O que este profissional do futuro faz

Investiga, acompanha, negocia acordos de bens e serviços para garantir que gastos indiretos da empresa (em energia, restos e relações sociais) estão alinhados com os padrões de ética de seus stakeholders.

O que é preciso

Ter experiência com ética em ambientes corporativos, habilidades interpessoais e de comunicação, capacidade de trabalhar em grupo. Conhecimentos de negócios, lei, gestão pública ou filosofia são diferenciais.

4. Gestor de desenvolvimento de negócios de inteligência artificial

O que este profissional do futuro faz

Na quarta das profissões do futuro, o profissional define, desenvolve e implementa programas eficazes para acelerar vendas e negócios de inteligência artificial (IA).

O que é preciso

Ter experiência com vendas e desenvolvimento de negócios em grandes organizações, além de experiência corporativa com plataformas de IA, machine learning e computação em nuvem.

Quer saber onde você se encaixa no mercado? Faça teste de vocação profissional!

5. Mestre de edge computing

O que este profissional do futuro faz

Cria, mantém e protege o ambiente de edge computing, ou computação na “borda” (trata-se do limite da rede de computação em nuvem, perto da fonte de dados).

O que é preciso

Doutorado na área ou em áreas relacionadas, experiência com segurança e protocolo de internet das coisas (IoT), entre outros assuntos. Capacidade de arquitetar e projetar ambientes de computação em nuvem ou edge computing.

6. Walker/Talker

O que este profissional do futuro faz

Profissional autônomo, como motoristas de Uber. Passa tempo com clientes idosos através de uma plataforma online para escutá-los e conversar com eles. “Sua principal tarefa como walker/talker é ‘prestar atenção'”, esclarece o anúncio.

O que é preciso

Qualquer background será considerado. É preciso ter mobilidade para visitar clientes em casa quando for necessário.

7. Conselheiro de compromisso de saúde

O que este profissional do futuro faz

Trabalha remotamente para oferecer coaching individual e conselhos de bem-estar e saúde para usuários de pulseiras inteligentes, que monitoram suas atividades e sinais físicos.

O que é preciso

Ter experiência com nutrição ou educação física e credenciais (obtidas em cursos online) em modalidades esportivas como CrossFit ou yoga. Saber lidar com ambientes culturalmente diversos também é necessário.

8. Técnico de saúde assistida por inteligência artificial

O que este profissional do futuro faz

Examina, diagnostica e administra tratamentos apropriados para pacientes, auxiliado por tecnologia e por médicos acessíveis de maneira remota.

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O que é preciso

Ter formação em enfermagem ou similares e ter experiência anterior na área de saúde, além de habilidades interpessoais e capacidade de trabalhar sob pressão e com ferramentas digitais.

9. Analista de cybercidade

O que este profissional do futuro faz

Garante a segurança e funcionalidade da cidade ao garantir o fluxo saudável de dados (ambientais, populacionais, etc.) pelo sistema.

O que é preciso

Ter qualificações em engenharia digital, conhecimentos sobre circuitos eletrônicos e metodologias de startup enxuta e experiência com impressão 3-D. É preciso saber ler e interpretar dados em analytics.

3 conjuntos de habilidades que vão garantir que você não fique sem emprego no futuro

10. Diretor de portfólio genômico

O que este profissional do futuro faz

Cria e executa estratégias para um portfólio de produtos biotecnológicos.

O que é preciso

Ter graduação em campo relacionado à genômica (mestrado é uma vantagem). Experiência de pelo menos uma década e habilidades de comunicação, liderança e negociação, além de um perfil analítico, também são necessários.

11. Gerente de equipe humanos-máquinas

O que este profissional do futuro faz

Desenvolve um sistema de interação para que seres humanos e máquinas conversem melhor, o que aprimora essa equipe híbrida.

O que é preciso

Ter formação em psicologia ou neurociência e qualificação posterior em ciência da computação, engenharia ou recursos humanos. É preciso ter experiência em áreas relacionadas, como machine learning ou interação entre humanos e robôs. Experiência com UI/UX é um diferencial.

12. Coach de bem-estar financeiro

O que este profissional do futuro faz

Oferece sessões de coaching individuais para clientes que queiram compreender e monitorar suas atividades financeiras.

O que é preciso

Ter formação em finanças ou negócios, um bom ambiente para trabalhar de maneira remota, experiência com análise de métricas financeiras e conhecimentos sobre a indústria financeira.

13. Alfaiate digital

O que este profissional do futuro faz

Trabalha com clientes para obter medidas precisas (utilizando uma cabine especial) e garante que as peças caem bem.

O que é preciso

Ter experiência com moda, artes ou design de interiores, estar confortável com tecnologia e ter um bom tino comercial.

“O profissional do futuro é um resolvedor de problemas” – como desenvolver a habilidade de problem solving?

14. Chief Trust Officer

O que este profissional do futuro faz

Trabalha com equipes de relações públicas e finanças para construir relações de confiança no setor financeiro e encorajar transparência e responsabilidade no mercado de criptmoedas.

O que é preciso

Ter anos de experiência relevante (com criptomoedas, blockchain, bolsa de valores), mestrado na área, conhecimentos regulatórios e perfil analítico.

15. Analista de quantum machine learning

O que este profissional do futuro faz

Pesquisa e desenvolve soluções de ponta, que aumentam a velocidade e performance de algoritmos e sistemas, ao integrar as duas disciplinas.

O que é preciso

Ter um perfil criativo e uma pós-graduação na área, além de anos de experiência com machine learning, computação quântica ou data science.

STEM: como desenvolver os conhecimentos interdisciplinares cada vez mais valorizados pelo mercado

16. Guia de loja virtual

O que este profissional do futuro faz

Entrega atendimento ao cliente de maneira instantânea e virtual. O trabalho é remoto e utiliza realidade aumentada.

O que é preciso

Ter experiência com vendas, boas habilidades de comunicação, um bom ambiente de trabalho remoto.

17. Corretor de dados pessoais

O que este profissional do futuro faz

Monitora e comercializa dados pessoais de um cliente e busca maximizar os ganhos em bolsas de dados nacionais e internacionais.

O que é preciso

Ter perfil analítico, conhecimento do ambiente regulatório global, saber trabalhar sob pressão.

18. Curador de memórias pessoais

O que este profissional do futuro faz

Contata diversos stakeholders, imprensa e fontes históricas para recriar e arquitetar experiências passadas de clientes que perderam suas memórias. Utiliza realidade virtual.

O que é preciso

Ter perfil criativo e nível excepcional de inteligência emocional, ótimas habilidades de comunicação, empatia, capacidade narrativa e vontade de inovar.

19. Construtor de jornadas de realidade aumentada

O que este profissional do futuro faz

Nesta profissão do futuro, o profissional projeta, escreve, cria, calibra, gamifica, constroi e personaliza jornadas de realidade aumentada.

O que é preciso

Como Decidir o que Fazer da sua Vida

  1. 1

    Pense bem em seus interesses e sonhos. Comece refletindo sobre suas maiores esperanças e sonhos, tirando alguns dias para pensar em qual direção deseja ir. Pergunte-se próprio como seria sua vida ideal e escreva as respostas que obter. Algumas serão mais realistas do que outras, mas ainda poderão ajudá-lo a descobrir o que busca.[1]

    • Lembre-se de que não há nada de errado em não ter tudo bem planejado. É possível que você tenha o estilo de vida que sempre quis, mas não o emprego dos sonhos. Isso é ótimo! Você está apenas pensando nas possibilidades, portanto, não se preocupe se ainda não sabe exatamente o que fará.
    • Use ferramentas na internet para descobrir seu tipo de personalidade e o que se adequa mais a você. [2]
  2. 2

    Analise bem sua vida. Leve em consideração as escolhas que tem em sua frente; há vários caminhos pela vida, mas nem todos são realistas ou convenientes, muito menos satisfatórios. Veja o que pode e não pode fazer.

    • Os seus valores também devem “entrar na balança”. O que é importante para você? Sob quais padrões deseja viver a vida, independentemente de onde e o que acabe fazendo?
    • Considere suas capacidades e o que está disposto a aprender. Você é bom em conversar com pessoas? É ótimo para fazer contas matemáticas? Consegue sempre chegar a uma solução para situações difíceis? Está disposto (e apto) a entrar na faculdade para seguir uma certa carreira?
    • Outro ponto importante é a situação financeira. Há dinheiro guardado? Seus pais pagam tudo? Pode pagar as contas, viver sozinho ou viajar? Muitas coisas boas na vida são gratuitas, mas o dinheiro é uma ferramenta indispensável para chegar aonde deseja.
    • Analise sua mobilidade. Você pode (e quer) se mudar para o outro lado do mundo para conseguir um emprego e aventurar-se, ou está preso a um certo lugar? Há dinheiro suficiente para sobreviver? Possui obrigações – cuidar de parentes, uma esposa ou marido, ou até pets – que não se sente bem em deixar para trás?
  3. 3

    Pense no que é importante para você. Quer viver em uma cidade grande ou em uma pequena vila interiorana? Quer ter filhos? Deseja ser famoso, dedicar a vida a uma causa ou apenas ser feliz? Descubra o que considera fundamental e deixe que esse propósito seja seu guia. No entanto, esteja preparado para ver suas prioridades mudarem à medida que a vida passa, você aprende e envelhece.

  4. 4

    Faça uma lista. Escreva de cinco a dez coisas que imagina que pode fazer com sua vida; qualquer coisa que vier à cabeça é válida.

    Piloto de carros, bombeiro, professor, escritor, guarda florestal, neurocientista, carpinteiro ou uma outra ocupação.

    Analise sua lista e veja quais escolhas se destacam; separe as opções mais realistas das que considera “devaneios”, e defina duas ou três delas para analisar com mais carinho. Por exemplo, bombeiro e guarda florestal.

    • Vá passando pelas opções e defina o grau de “realidade” de cada uma. Seja honesto com você mesmo e risque as carreiras que sabe que nunca seguirá.
    • Caso goste da ideia de ser um neurocientista, mas sabe que não tem a paciência de todos os anos de estudo e especializações para atingir essa profissão, é provável que não exista a chance de seguir por esse caminho. No entanto, é claro que isso não significa que você não pode ler sobre neurociência, voluntariar-se para estudos sobre cognição ou pensar sobre essa área em seu tempo de lazer.
    • Por outro lado, se a oportunidade de ser um bombeiro o agrada e realmente se imagina sendo um – por ser forte e rápido, conseguir manter a calma sob pressão e ter disposição de encarar a morte de perto –, pesquise mais a fundo essa carreira. Faça uma busca na internet usando a frase “como se tornar um bombeiro”, leia fóruns sobre o assunto, converse com bombeiros e tire todas as dúvidas que tiver.
  5. 5

    Não escolha apenas uma área. Você pode ser um médico e um poeta, um mecânico e um dançarino ou um professor e um escritor. Procure imaginar uma combinação que o interesse.

    Para viver na sociedade (ou seja, não vai viajar pelo país como um andarilho sem um centavo, viver em florestas ou internado em um manicômio), você precisará de dinheiro.

    No entanto, esse não precisa (e nem deve) ser seu único objetivo — obviamente, ele é sim necessário para que sobreviva enquanto realiza outras atividades.

  6. 6

    Converse com as pessoas. Inspire-se em indivíduos que levam vidas aparentemente interessantes, que estão felizes e presentes. Converse com amigos, parentes, professores, desconhecidos no ponto de ônibus ou na rua, ou até mesmo usuários na internet. Leve em consideração empregos ou estilos de vida que o atraiam e não serão perda de tempo.

    • Pergunte a amigos e familiares o que eles o veem fazendo. Mesmo que não consigam responder com precisão, eles darão sugestões que o colocarão no caminho certo. As respostas poderão deixá-lo surpreso.
    • Imagine que está no lugar de alguém. Por exemplo: você quer ser um professor, então pense no que significa ter essa profissão. Em grande parte do tempo, você estará perto de crianças e outros professores; mesmo que não se torne um milionário, terá alguns dias de folga duas vezes por ano. Por outro lado, será preciso passar noites e fins de semana preparando provas e corrigindo-as, ainda que tenha a importante tarefa em moldar as mentes do futuro. Analise se essas são as realidades com as quais está disposto a conviver.
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    Faça testes. Olhe algo que o interessa mais de perto; pesquise empregos e estilos de vida que considera que podem se tornar realidade. Lembre-se de que não é preciso se comprometer com a mesma coisa para o resto de sua vida.

    • Escolha uma vocação como parte do processo de fazer perguntas e respondê-las.[3]
      Caso queira saber mais de alguma coisa, explore-a mais a fundo; se não gostar dela, você poderá usar esse conhecimento para seguir em frente e experimentar algo diferente.
    • Visite locais de trabalho e peça se pode “acompanhar” os empregados. Por exemplo: quando estiver interessado em ser policial, vá até uma delegacia próxima de sua casa e pergunte se pode fazer a patrulha com um policial durante um dia. Da mesma maneira, ao se interessar pela posição de professor do ensino fundamental, vá a uma escola e procure saber se há como acompanhar o dia a dia de um professor; quem sabe você até não possa trabalhar como auxiliar para obter experiência?
    • Estágios não remunerados ou trabalhos voluntários podem ser uma boa opção (se você estiver disposto e puder arcar com as contas). Assim, já haverá uma imersão em uma cultura de uma empresa, aprendendo mais sobre a forma com que funcionam e pensam, de maneira que possa analisar se aquela vida é compatível com seu estilo.
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Não sei o que quero do meu futuro. Como traçar metas?

Muitas pessoas acabam se encontrando em um difícil dilema sobre o que fazer daqui a cinco, 10 ou 20 anos. “O que você pretende fazer no futuro?” é uma pergunta bem frequente em entrevistas de emprego e testes vocacionais. Muita gente – principalmente o estudante – se embola com essa pergunta. Mas isso pode ser superado…

Quer saber como descobrir a sua vocação e ao mesmo tempo traçar metas para os grandes objetivos de sua vida? Continue a leitura!

Descubra o que você quer e o porquê
Uma coisa que não adianta muito é ter vários objetivos na vida mas não saber nem por onde começar. O xis da questão não é o que você quer da vida, mas o que você quer na vida. É preciso pensar em mais do que bens materiais (sim, isso inclui dinheiro e ganhos financeiros) e sociais (popularidade, fama e poder).

O prazer e o risco envolvidos, os prós e contras, a localiação e o tempo gastos na profissão; tudo isso deve ser analisado com calma. Foque sempre no ser, pois o ter é uma consequência. Comece a refletir sobre o que realmente você deseja para si mesmo e as coisas que gostaria de fazer para conseguir isso para o seu futuro.

Priorize coisas
Depois que você descobrir o que realmente quer fazer para alcançar objetivos na sua vida, faça uma lista de tarefas e dê prioridade a ela.

Não há um padrão a seguir – simplesmente faça uma lista com o que você quer fazer na vida e analise como você fará para atingir suas finalidades. Assim, as coisas irão fluir com mais clareza.

Pense no que fazer para que as suas metas sejam realizadas em curto, médio e longo prazo.

Conheça os possíveis obstáculos que podem aparecer
Uma forma de saber como será a vida que você terá no seu futuro é conhecendo melhor o que poderá enfrentar – os obstáculos que podem aparecer durante o seu processo de aprendizado. Parece ser uma observação bem pessimista, mas a verdade é que boa parte das frustrações que acontecem com as pessoas em relação ao futuro vem de pensamentos limitantes como “eu não imaginei isso”.

Uma dica é ser honesto consigo mesmo e pensar melhor sobre o futuro. Se faça perguntas como “o que eu não quero?” para saber quais riscos você está disposto a correr para alcançar o seu objetivo. Afinal de contas, todas as carreiras possuem os seus obstáculos e barreiras.

Faça um plano
Após o exercício da busca pelo seu futuro, você pode traçar um plano anotando todas as coisas que você deverá executar – e como deverá fazê-lo – para chegar ao lugar que deseja.

Ao contrário do exercício anterior, em que você apenas lista como fará para chegar ao objetivo desejado. a etapa agora é de execução. Destacamos aqui que, algumas vezes, bastam algumas medidas simples para possibilitar uma descoberta mais clara sobre si mesmo.

E autoconhecimento é algo fundamental para atingir metas e objetivos na vida.

Execute o plano, mesmo que aos poucos
Um plano de futuro não é concretizado da noite para o dia. Por ser algo que pode levar tempo para ser realizado, as metas podem ser alcançadas aos poucos, no tempo certo. Por exemplo, se sua meta é se tornar um motorista, o primeiro passo é ingressar na autoescola e aprender a dirigir. Em seguida, é começar a poupar para comprar um carro.

Essas são algumas dicas úteis para você que não têm a certeza sobre o que fazer no futuro. Tome suas decisões com calma, mas fique tranquilo. Dará tudo certo!

Confira dicas para escolher o futuro profissional

Escolher o futuro profissional não é tarefa das mais fáceis. Afora aqueles que já nasceram sabendo o que gostariam de ser ou aqueles que desde cedo descobriram suas aptidões, a maioria das pessoas enfrenta um grande dilema na hora de escolher uma profissão.

“Toda escolha traz consigo uma dificuldade. A maior delas é excluir o que não gosta. Para isso é fundamental se conhecer, para poder fazer a escolha com a maior base de informações possíveis e a partir do que se gosta.” diz Yvette Piha, coordenadora do serviço de orientação profissional do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo.

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Mas definir o que se gosta também não é tarefa fácil.

Para Liamar Fernandes, master coach da Sociedade Brasileira de Coaching, o primeiro passo ao se autoanalisar é verificar se existe uma preferência entre as áreas de Exatas, Humanas ou Biológicas.

Depois, listar algumas coisas que goste de fazer, desde matérias em que o aluno vai bem na escola, até atividades ligadas ao lazer, esportes e outras possibilidades.

Nessa fase da escolha, os testes vocacionais também podem ser grandes parceiros já que ajudam a reconhecer padrões de comportamento e preferências, facilitando o processo de autoconhecimento.

Após pesquisar e identificar as possíveis carreiras com as quais se identifica, é fundamental conversar com pessoas que já trabalham na área, de preferência aquelas que você admire e confia. Visitar o ambiente de trabalho delas e conhecer a fundo as possibilidades de expansão dentro da área também são elementos importantes desta pesquisa.

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Uma escolha para a vida Segundo Yvette, mais do que se perguntar “que trabalho eu gostaria de fazer?” ou “qual carreira eu gostaria de seguir?” os alunos devem se perguntar: “que adulto quero ser?” e mais, “qual estilo de vida quero ter?”, pois cada profissão leva embutida em sua prática um estilo de vida, um tipo de pessoa com as quais você vai conviver, uma rotina que vai seguir, dentre outros fatores.

Então, é muito importante que na hora de se informar sobre a profissão, o aluno leve em consideração todo o ambiente que circunda essa escolha, e não somente as oportunidades de mercado que ela oferece.

“O adolescente de hoje é muito fissurado nos estudos. É importante que ele se relacione mais com o mundo, veja novas possibilidades. É isso que dará bagagem cultural para que ele conheça melhor o mundo e a si mesmo, e assim tenha condições de fazer uma escolha mais rica.”, diz a psicóloga.

Novos tempos, novos nichos De acordo com a psicóloga Yvete, todo o processo de descoberta do que se quer fazer da vida dá mesmo muito trabalho. Mas ela lembra que ela não acaba na escolha do vestibular. “Temos que passar a vida nos moldando a novas configurações profissionais, o vestibular é apenas o primeiro de muitos passos”, diz.

Na hora de escolher, além de tentar projetar a sua vida, é importante ficar ligado nas tendências do mercado, que é a de formar novos nichos. E é desses nichos que novas profissões surgem.

Por exemplo, profissões como bioinformacionistas juntam conhecimentos avançados nas áreas tanto de Exatas quanto de Biológicas.

Já engenheiros que se ocupam da destinação do lixo urbano teriam que ter boa formação tanto em engenharia, como em gestão ambiental.

Por isso, é tão importante pesquisar, conversar com profissionais que estão em áreas de ponta e ficar atento a campos profissionais que possam surgir. “Às vezes é na combinação de duas áreas totalmente diferentes que você vai encontrar a carreira que quer seguir”, diz a psicóloga.

Vejas as dicas para escolher o futuro profissional
– É fundamental se conhecer, para poder fazer a escolha com a maior base de informações possíveis.
– Exclua as profissões que não gosta.
– Defina qual área tem mais interesse: Humanas, Exatas ou Biológicas.
– Faça testes vocacionais para ajudar a reconhecer padrões de comportamento e preferências.
– Converse com pessoas que trabalham na área que você tem interesse, de preferência aquelas que você admira e confia.
– Visite o ambiente de trabalho da carreira que pensa em seguir.
– Cada profissão leva embutida em sua prática um estilo de vida, portanto, pergunte-se que adulto você quer ser e não qual profissão quer seguir.

Orientação profissional O Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo oferece gratuitamente um serviço de orientação profissional. O único requisito prévio é ser maior de 14 anos.

Os interessados devem comparecer ao Instituto de Psicologia, no campus da Cidade Universitária de 16 de março a 22 de junho, à partir das 11 horas, somente às sextas-feiras.

O atendimento é feito por ordem de chegada e são atendidas, no máximo, 40 pessoas por dia.

O GUIA DO ESTUDANTE também oferece um serviço de orientação profissional. Acesse o site e mande a sua dúvida para a gente.

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10 passos simples para descobrir sua vocação profissional – Blog daFaculdade FARO

Quem nunca ouviu aquela famosa pergunta: “o que você quer ser quando crescer?”? Encontrar a melhor resposta não é uma tarefa fácil, porque é necessário muito estudo e dedicação para identificar a vocação profissional.

Nem sempre um estudante está preparado emocionalmente para escolher a carreira. A falta de experiência e orientação, além da pressão para tomar uma decisão, aumentam as chances de ele optar por uma profissão com a qual não tem afinidade.

Para ajudá-lo a enfrentar essa situação da melhor forma, separamos 10 passos simples para descobrir a sua vocação profissional e ajudar na definição dos melhores rumos para a sua carreira. Continue a leitura e saiba quais são!

1. Busque o autoconhecimento

O autoconhecimento é o ponto de partida para descobrir a vocação profissional, mas não é simples alcançá-lo de maneira plena: esse é um processo constante na nossa vida. Mesmo assim, você pode analisar as suas características pessoais para visualizar a profissão que pretende exercer no futuro.

Por exemplo, uma pessoa extrovertida e com facilidade de comunicação pode avaliar a possibilidade de trabalhar com relações públicas ou jornalismo, que exigem essa desenvoltura.

No caso dos mais compenetrados e que gostam de fazer cálculos, os diversos segmentos da engenharia e outras profissões no ramo de tecnologia da informação podem ser alternativas interessantes.

Mas essa não é uma regra definitiva: o recomendado é unir as características mais presentes no seu comportamento com os aspectos essenciais para um bom desempenho na profissão. Seguindo essa dica, aumentam suas chances de acertar na escolha.

2. Mantenha-se bem informado sobre as carreiras

Se você gosta de animais, provavelmente já lhe disseram que poderia ser veterinário. Sem dúvida, esse é um fator que pode ser considerado ao optar por essa carreira, mas não é suficiente para definir o seu futuro profissional.

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Antes de decidir, avalie os conhecimentos necessários para exercer uma profissão e veja as oportunidades disponíveis no mercado de trabalho. Quanto mais estiver informado sobre as atividades envolvidas na carreira, mais fácil será tomar uma decisão consciente, evitando falsas expectativas.

Você pode (e deve!) ouvir a opinião de familiares e amigos sobre qual carreira pretende seguir. Porém, a sua decisão deve ser feita avaliando os aspectos positivos e os negativos de seguir uma determinada profissão, de acordo com os seus desejos.

3. Converse com profissionais mais experientes

Imagine-se bastante empolgado em ser professor de inglês. Um dos motivos é que tem uma grande fluência nesse idioma, que é um ponto favorável para seguir essa carreira. Mas você já sabe como é o dia a dia da profissão? A rotina de preparar aulas, provas, fazer correções e lidar com alunos pode não ser adequada ao seu perfil.

Por isso, é interessante verificar como é a rotina dos profissionais da área, as condições de trabalho e a remuneração. Para não ter uma decepção, o indicado é conversar com pessoas que já estão no mercado de trabalho e esclarecer todas as suas dúvidas.

Elas vão ajudá-lo a mostrar como é a realidade da carreira, para que você identifique se essa é realmente a sua vocação profissional. Infelizmente, o fato de apresentar uma habilidade para exercer um cargo não é sinônimo de sucesso profissional, nem de realização pessoal.

4. Tenha calma para descobrir a vocação profissional

Como diz o ditado popular: a pressa é inimiga da perfeição. Ficar muito ansioso para definir a carreira não é o melhor caminho para resolver essa situação. Por isso, procure ler, com muito cuidado, os guias que falam sobre as características das profissões, como:

  • áreas do conhecimento mais cobradas durante a faculdade;
  • oportunidades de trabalho na área;
  • requisitos necessários para ser um profissional acima da média;
  • melhores instituições de ensino superior para fazer um bom curso e estar mais bem preparado para o mercado de trabalho.

Se você chegou ao ensino médio e não tem uma visão clara da profissão que deseja seguir, a dica é buscar informações em blogs, como o da Faculdade de Rondônia (FARO), e em sites especializados no auxílio a estudantes que querem descobrir a sua vocação profissional.

Essa é uma decisão que deve ser feita com calma, com base em várias informações e de forma consciente. Portanto, também não deixe para decidir somente no momento de se inscrever para o vestibular.

5. Saiba unir os interesses pessoais com os profissionais

Conhecer a vocação profissional é o primeiro passo para o sucesso. Portanto, escolher uma carreira que o deixe feliz consigo mesmo, inegavelmente, é uma grande vantagem. Apesar disso, você não pode ignorar algo importante para uma boa qualidade de vida: a remuneração.

Imagine que você deseje se casar e ter dois filhos. Porém, a carreira que escolheu não oferece uma renda familiar que garanta o padrão de vida que espera. Nesse caso, existem duas opções: buscar complementar a renda com outras atividades ou procurar outra profissão que lhe permita dar melhores condições para os seus familiares.

É fundamental conciliar os interesses profissionais com os anseios da vida pessoal e o padrão de vida desejado. Assim, você conseguirá ter um desempenho melhor na carreira e poderá construir bons relacionamentos com amigos e familiares.

6. Busque ajuda para escolher uma profissão

Conversar com profissionais renomados, dialogar com parentes e estudar bastante o mercado de trabalho são iniciativas que ajudam a definir a melhor opção.

Se isso não for o suficiente para facilitar a escolha, você também pode fazer uma orientação de carreirapara encontrar as mais adequadas para o seu perfil.

A internet oferece diversas opções de testes, com perguntas simples que podem dar uma boa noção sobre a sua vocação.

Outra opção interessante é o apoio profissional de psicólogos, pedagogos ou coaches. Eles auxiliam na busca pelo autoconhecimento e na identificação de afinidades. Além disso, aplicam testes mais complexos e profundos, analisando as suas características e habilidades para encontrar as opções mais adequadas para o seu perfil.

Com base nessas informações, você consegue limitar as alternativas e pesquisar mais profundamente cada profissão. Assim, também fica sabendo as áreas de atuação e habilidades necessárias em cada uma, facilitando a sua escolha.

7. Considere a possibilidade de tornar o hobby uma profissão

Você tem algum hobby? Muitas vezes, eles podem se tornar uma profissão ou, ao menos, ajudar a encontrar uma boa carreira. Por exemplo, se você gosta de leitura, escrita e interpretação, o curso de Direito oferece diversas áreas de atuação. Por outro lado, se você gosta de cálculos ou de desenvolver projetos e desenhos, a engenharia pode ser uma boa alternativa.

Porém, se seus hobbies são mais específicos, como pintar, fazer artesanato ou cozinhar, também vale a pena investir.

Você pode começar a fazer itens para vender e escolher um curso que ajude na profissionalização do seu negócio.

O curso de administração, por exemplo, pode ajudar a montar uma empresa de sucesso e monetizar o seu hobby, para que tenha ótimos rendimentos e inicie uma carreira de sucesso.

8. Tenha atitude para mudar de ideia

Pense que seus pais sejam médicos exemplares no segmento em que atuam. Por isso, você optou, inicialmente, por seguir a trajetória deles no âmbito profissional, mas, com os anos de estudo no colégio, percebeu que tinha mais afinidade com carreiras da área de ciências humanas (advocacia, publicidade, jornalismo etc.).

Isso é muito comum, mas algumas pessoas ficam com medo ou vergonha de mudar de ideia e reavaliar a sua vocação profissional. Com certeza, é necessário coragem para isso, principalmente porque alguns familiares e as pessoas mais próximas podem não compreender essa mudança.

Por isso, se você quer encontrar sua verdadeira vocação, é fundamental que analise o que realmente quer, e, se mudar de ideia, mostre as razões que influenciaram a sua decisão. Explique-as com calma e clareza para transmitir confiança e provar que está no rumo certo.

9. Esteja sempre estudando

O mercado de trabalho passa por constantes transformações, principalmente nos últimos anos, por causa do avanço tecnológico e da nova mentalidade das empresas, que agora priorizam a inovação e o consumo consciente, reduzindo despesas desnecessárias.

Entender a dinâmica das profissões e definir a ideal para você exige bastante estudo. A construção da carreira é um processo constante, por isso, a vocação profissional é tão importante. Afinal, escolher uma profissão da qual realmente goste facilita esse processo de buscar sempre novos conhecimentos e acompanhar a evolução do mercado.

Isso é importante para planejar a sua trajetória no mercado de trabalho da melhor maneira possível e manter expectativas alinhadas às possibilidades reais da sua carreira.

10. Permita-se mudar

Um erro muito comum ao escolher uma carreira é acreditar que essa deve ser uma decisão para a vida toda. É certo que várias pessoas conseguem escolher uma profissão ao sair do ensino médio e trabalham felizes com essa decisão até a aposentadoria.

Porém, tenha em mente que é possível mudar de ideia e descobrir outra vocação profissional no futuro. Isso é normal e não significa que você errou na primeira decisão: muitas vezes, a sua própria evolução na carreira indica novos caminhos para seguir.

O importante é estar pronto para traçar novas metas e buscar as qualificações necessárias para ingressar na nova profissão. Uma segunda graduação ou uma especialização podem ajudar a atingir esses objetivos.

Como vimos, escolher uma profissão não é uma tarefa fácil, mas existem diversas formas de tornar essa missão bem mais simples, como seguir essas dicas sobre como descobrir a sua vocação profissional. Basta ter foco, dedicação, planejamento e vontade de aprender para colocar todas em prática.

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Como você quer ser no futuro?

Há alguns anos, numa pequena faculdade na Carolina do Sul, o auditório estava repleto de estudantes animados com a possibilidade de ouvir a apresentação de uma brilhante palestrante. Depois que o governador fez sua apresentação, ela se dirigiu ao microfone, percorreu a plateia com o olhar, e começou:

– Minha mãe era surda-muda. Não sei quem é ou quem foi meu pai. O primeiro emprego que consegui foi numa plantação de algodão.

A plateia estava fascinada.

– Nada tem de continuar da maneira que está se a pessoa não quiser que seja assim – continuou. – Não é uma questão de sorte, e não são as circunstâncias do nascimento de alguém que determinam o seu futuro.

Nada tem de continuar da maneira que está se a pessoa não quiser que seja assim – repetiu devagar.

– Tudo o que ela tem a fazer – acrescentou com voz firme – para mudar uma situação que esteja trazendo infelicidade ou insatisfação é responder à pergunta: “Como é que eu quero que seja?” Então, deve dedicar todos os seus esforços para atingir este ideal.

Em seguida, deu um lindo sorriso e disse: – Meu nome é Azie Taylor Morton. Estou aqui hoje, diante de vocês, como Secretária do Tesouro dos Estados Unidos da América.

(Do livro: Espírito de Cooperação no Trabalho)

Como é que você quer ser?

O pior tipo de pobreza é aquela que está instalada no pensamento do cidadão. Se o camarada é pobre e se conforma com isso, dificilmente sairá dessa situação.

E não estou me referindo a recursos financeiros, não. Sempre digo que há pessoas tão pobres que só têm dinheiro. A riqueza a que me refiro é de outros tipos de recursos: família, amigos, momentos alegres, sucesso profissional, prosperidade (não dinheiro), experiências únicas, enfim… riquezas que só consegue ter quem acredita ser capaz de tê-las.

Se sua família é ou foi conturbada, isso não significa que você deva seguir os mesmos passos. Pergunte-se: “Como é que eu quero que seja?”

Se os seus irmãos não tiveram sucesso profissional, pergunte-se: “Como é que eu quero que seja?”

Se seus pais não lhe deram atenção ou lhe rejeitaram, pergunte-se: “Como é que eu quero que seja?”

Enfim… não devemos nos curvar a uma realidade intrínseca e acreditar que aquela situação vai ser sempre assim.

Acredite que você é responsável pela sua própria trajetória, e que, para atingir o que se quer, basta que você deposite energia e empenho para dar cada passo rumo a esse destino.

Então, não conforte-se com a realidade atual – a não ser que ela seja, de fato, bem confortável e seja aquilo com o que você sonhou. Caso contrário, se você não estiver contente com alguma área de sua vida, pergunte-se: “Como é que eu quero que seja?”.

  • Arregace as mangas e mãos na massa!
  • Abraços sustentáveis,
  • Marcio Zeppelini

Você é responsável pela sua trajetória. Mas é necessário ter energia e empenho para dar cada passo. (MZ)

MARCIO ZEPPELINI

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