Como Saber Em Que Turma Estou?

Como Saber Em Que Turma Estou?

  • Vou te dar algumas dicas:
  • 1 – Você pode ligar para o canal de comunicação da Seduc e tirar maiores informações, dependendo do caso o próprio atendente poderá te informar os dados da matrícula e a turma e horário que você foi encaixado (a).
  • 2 – Outra dica interessante é ligar para a escola, a coordenadora ou coordenador com certeza poderão te dar maiores informações.
  • Lembrando que:
  • A Lei de Diretrizes Básicas tem como objetivo principal atuar como um mecanismo instituído pela Constituição Federal de 88 com o intuito de organizar o espaço escolar fornecendo estrutura para sua manutenção e criação de programas.
  • A partir das LDB podemos ver a formação dos Parâmetros Nacionais Curriculares, as Bases Comuns Curriculares e até mesmo o Projeto Político Pedagógico, 3 esferas entre outras que tem como principal objetivo promover mudanças e acesso no setor da educação, sendo uma evolução constante que a LDB vem trazendo consigo desde sua criação.

city outras lutas que fazerm parte da civilização humana?​

2.3 há possibilidade de confecção dessa peça com outros tipos de comandos? é possível utilizar menos comandos para realizar a produção da peça? em cas

a afirmativo, quais e quantos?​

Para elaboração do ante-projeto de uma barragem hidrelétrica será necessário fazer o levantamento topográfico de uma enorme região no interior de mata

fechada. Serão usadas estações totais, mira digitais e foram alocados profissionais da mais alta qualidade para o mapeamento do terreno.

Uma das etapas do levantamento altimétrico que deve tomar base de um referencial de nível.

Sobre esse referencial de nível é incorreto dizer que:a) Pode ter sua cota determinada arbitrariamente, desde que posteriormente todos os valores calculados sejam corrigidos com o valor da altitude correta para a entrega do levantamento.

b) Trata-se de um plano de referência, com relação ao qual as medidas de cota são realizadas e calculadas para posterior uso no desenho.

c) Se o referencial de nivel for o nível do mai-seja ele determinado pelo mapeamento do geoide ou com base em um elipsoide como o de referencial córrego Alegre- As cotas medidas poderão ser chamadas de altitude nos pontos.d) E de difícil definição, exigindo um profissional experiente para identifica-lo corretamente. Caso o procedimento correto para escolha do referencial de nivel não seja seguido a risca, torna-se impossível determinar a altitude dos pontos.​

Você acha que os elementos da religião indígena influenciaram na formação da religião brasileira?

o que e um esbolço ou croqui?​

qual a diferenca entre fazer um projeto e interpretar um projeto?sobre edificações.​

Uma carga elétrica q = – 4,0μC é colocada no campo elétrico uniforme da figura ao ladoSabemos que esse campo tem intensidade constante E = 2,0 . 107

N/C.a) Determine a intensidade da força na carga q.b) Represente a força elétrica que atua sobre a carga q.​

Quem pode fazer um projeto?​

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Me ajudem, sério
Uma carga elétrica q = – 4,0μC é colocada no campo elétrico uniforme da figura ao lado Sabemos que esse campo tem intensidade consta

nte E = 2,0 . 107 N/C. a) Determine a intensidade da força na carga q. b) Represente a força elétrica que atua sobre a carga q.

14 coisas que ninguém te conta antes de assumir uma sala de aula

Como Saber Em Que Turma Estou? Foto: Getty Images

Que professor em sala de aula nunca sentiu que havia uma grande distância a ser percorrida entre a teoria e a prática da profissão? “Tudo que estava além da lousa, eu só fui aprender na prática. Ninguém me contou”, diz Di Gianne de Oliveira Nunes, docente de História na Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (APAC), presídio em Lagoa da Prata (MG). Ao longo dos 14 anos na carreira, algumas situações já são conhecidas e melhor contornadas pelo professor. “A prática faz você melhorar, mas cada turma é uma experiência única”.

O cenário de sala lotada, muitas turmas, problemas de infraestrutura, comportamento e as dificuldades de aprendizagem pode ser ainda mais desesperador para quem é iniciante – mesmo no caso de quem é familiarizado com a dinâmica da vida docente. “Muitas pessoas da minha família são professores.

Eu sempre estive perto dessa realidade, mas acontecem coisas na escola que você não imagina”, conta Lorena Carvalho, professora do 1º ano em Mogi das Cruzes (SP) e autora da página Professora Coruja.

Relembrando seus primeiros anos de docência e algumas experiências que nunca deixam quem lidera uma sala de aula, três professores contam o que ninguém contou para eles antes de encararem suas primeiras turmas:

1)  Todos os dias dentro da sala de aula são imprevisíveis

Você passou horas em cima do planejamento da semana, adiantou as possíveis perguntas que os alunos poderiam fazer sobre o conteúdo da aula, considerou a dinâmica que usaria para introduzir a matéria… mas não foi bem assim que aconteceu quando chegou na hora da aula? Não se preocupe, você não é o único! A dinâmica da sala de aula é influenciada por muitos atores: são ali 30 ou 40 alunos com experiências e personalidades diferentes e um adulto entre quatro paredes para orquestrar tudo. E não é como se a sala de aula fosse um espaço paralelo do universo: futebol, política, polêmicas, redes sociais, sentimentos… tudo vira pauta nas conversas da turma e influencia o ambiente. No meio disso tudo, é inevitável prever o que pode acontecer nos 50 minutos de aula. “Lecionar é uma história por dia”, define Di Gianne.

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  • 2)  Às vezes, você acha que não vai conseguir chegar até o fim do ano

“No meu primeiro ano como alfabetizadora, eu pensei: o que é que eu estou fazendo aqui?”, confessa Lorena.

Uma série de componentes davam tom ao questionamento da professora: além da insegurança natural de quem é iniciante na profissão, a ansiedade dos pais e responsáveis para que as crianças começassem a ler e escrever e a autocobrança de garantir o aprendizado da sua turma colaboraram para a sensação de dúvida.

O sentimento é recorrente entre os professores e se dão em diferentes momentos da carreira e por motivos variados. Alguns professores porque têm turmas impossíveis de controlar… outros, às vezes, por estarem com uma sala muito distinta das que estão habituados.

Di Gianni, por exemplo, acostumado com as turmas do Ensino Médio, decidiu se aventurar pelo 6º ano. “No início, eu achei que não fosse conseguir chegar no final do ano, era uma linguagem totalmente diferente da que eu estava acostumado”. Levou um tempo para que o professor se habituasse às peculiaridades da faixa etária, mas logo ele superou o sentimento. “A prática faz você melhorar”.

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  3. 3) Algumas vezes você será a pessoa de referência na vida de um aluno para as horas boas e ruins
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São compartilhamentos de alguns segredos e histórias, outros pedidos de conselhos e até mesmo de ajuda. Por ser uma figura que pode compartilhar muitos anos da vida escolar de um aluno, o professor, inevitavelmente, acaba se tornando uma outra referência – sendo, por vezes, até mesmo a principal ou única – para alguns alunos.

“Um dia uma ex-aluna me ligou no telefone da escola. Ela disse que tinha tomado veneno para rato, mas que não queria morrer”, relembra Di Gianne. O professor saiu para socorrer a ex-aluna e, dias depois, ao visitá-la, ele a questionou sobre o motivo de tê-lo escolhido para a ligação.

“Ela disse que lembrou de uma aula minha sobre a Era Vargas em que o tema acabou caindo também no suicídio do presidente e em assuntos mais existenciais”. Na aula, o professor disse para a turma que se alguém pensasse em suicídio, poderia contar com ele. “Anos depois, uma aula sobre Vargas salvou uma aluna.

Eu nunca pensei que a gente seria tão tudo na vida de muitos alunos”.

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  • 4) Alguns professores são tão competitivos que você se sente a própria loja da concorrência

A competição de quem se destaca mais é aberta para todas as categorias. “A guerra de egos para ver quem manda mais é a pior coisa que eu já passei na escola”, diz Danúbia da Costa Teixeira, professora de Língua Portuguesa e Língua Inglesa na EE Alberto Caldeira, em Guanhães (MG).

“Às vezes, tem competição até para ver quem reprova mais alunos, achando que é o professor mais respeitado”. E o que poderia ser uma rede de colaboração, pode acabar virando concorrência. Nessa de ver quem faz mais, até dedurar o que acontece nas salas alheias parece valer.

“Em uma aula sobre reis absolutistas, coloquei um aluno sobre a carteira para fazer uma pequena encenação”, conta Di Gianne. Por acaso, um docente viu e a história de que o novo professor permitia até que os alunos subissem nas carteiras chegou até a gestão da escola.

“Às vezes, a relação entre professores até parece concorrência entre lojas”, define o professor.

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  3. 5) Você será surpreendido pelos alunos quando menos esperar

Especialmente as crianças são reconhecidas pelas “pérolas” que soltam em comentários despretensiosos ou análises inesperadas. Mas não são apenas comentários que podem fazer o queixo dos professores cair.

São perguntas inesperadas que podem te deixar em uma saia justa ou te levam a pensar sobre coisas que nem estavam em seu radar; provocações que podem ser o início de um novo projeto ou apenas te tirar do sério; atitudes que surpreendem pela sua maturidade ou pela imprevisibilidade.

A professora Lorena, acostumada a dar aulas para os pequenos, afirma que as surpresas vão desde coisas simples, como avaliar que a mãe do pintor Van Gogh provavelmente era muito brava já que o quarto dele era arrumado e não tinha nenhum brinquedo até tentativas de resolver conflitos entre a turma.

“Já presenciei uma criança na Educação Infantil dando uma lição de moral sobre uma outra que implicava muito com os colegas”, relembra.

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  • 6) Ser professor é viver várias gerações

Você achou que não viveria várias gerações porque não acumulou décadas na profissão? Esqueça… entra ano e sai ano, os alunos trazem suas modas para o espaço escolar e, se você não estiver ligado na molecada, pode se perder nas referências. “Ser professor é viver várias gerações.

Tinha a moda da franja “emo” e logo passou. A moda, músicas, os cabelos… tudo vai mudando”, reflete Di Gianne. É por esse motivo, que ele se mantém atento ao que os alunos estão consumindo e falando sobre.

Através de letras de músicas que os alunos se identificam, como o rap, o professor vai abrindo caminhos para conteúdos do seu componente curricular.

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  3. 7) Você é lembrado por coisas que nem imaginava

Pode ser uma notícia sobre um tema que você falou em sala de aula. Uma dica que fez toda a diferença naquele vestibular. Um aprendizado que ajudou a resolver um problema fora da escola. Ou uma coisa que você disse despretensiosamente e mudou uma forma de pensar, influenciou uma decisão de carreira ou até mesmo salvou uma vida.

Se você está em sala de aula, pode ser que nem saiba, mas com certeza já marcou ou ainda marcará a vida de alguém (e por motivos, geralmente, que vão além da sua disciplina). E é muito provável que você, professor, também tenha sido marcado por um docente ao longo da sua trajetória escolar e universitária.

No caso de Danúbia, foi um sorteio feito por uma professora que também tinha uma sorveteria e sorteou cupons para trocar por sorvetes. “Eu tinha 13 anos e era o último dia de aula. Foi a primeira vez que tomei sorvete. Isso me marcou muito. Até hoje, sempre que eu tomo sorvete, me lembro dela”, conta a professora.

Hoje, é ela quem é lembrada por seus alunos que se deparam com determinados livros de literatura.

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  • 8) Sempre sai um dinheiro do seu bolso para comprar materiais para a turma

Que professor nunca abriu sua carteira para xerox, para fazer um trabalho diferente, garantir o mínimo de material necessário para que as crianças pudessem desenvolver uma atividade ou simplesmente fazer um agrado para a molecada em uma data especial? “Toda professora, independente de ser escola pública ou particular, já gastou ou gasta um dinheirinho para fazer seu trabalho”, diz Lorena. Em algumas escolas, por falta de recursos, o corpo docente por vezes necessita até mesmo comprar materiais básicos para o seu trabalho, como giz. Outras, para evitar o gasto de tempo da aula com cópias da lousa (e aí a xerox ou impressão entram na conta do professor). Muitas vezes, a verba é para apoiar o desenvolvimento de um trabalho mais atraente e dinâmico com os alunos. Mas, dependendo do caso, pode ser até para fazer uma alegria para alunos em situações econômicas difíceis. “Essa semana, fiz uma vaquinha para comprar bolo para um aluno que fazia aniversário e os pais não tinham como pagar. Esse tipo de coisa é comum”.

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  3. 9) Nem sempre o professor tem razão
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A ideia de que o professor é o único detentor do conhecimento já caiu por terra.

Mas o que nem todo mundo conta (ou gosta de admitir) é que o professor também erra: nem sempre ele tem todas as respostas, nem sempre ele tem os reflexos mais corretos para resolver as situações imprevisíveis que surgem em sala ou a melhor atitude para lidar com um comentário ou comportamento inconveniente.

A verdade é que, como qualquer outro ser humano, eles estão sujeitos também a não ter sempre razão. “Acontece muito”, revela Danúbia. Uma vez, a professora não concordou muito com o teor de um dos textos escolhidos para representar a escola em uma Olimpíadas de Língua Portuguesa. “Era um texto de opinião e eu quis mudar porque achava que feria a lei.

A dona do texto disse que não mudaria porque era a opinião dela e não abriria mão disso. Mesmo discordando refleti sobre isso e pensei que tinha feito um bom trabalho já que ela tinha se apropriado do gênero textual e me questionado sobre a mudança”. Além de refletir, dependendo do caso, vale reconhecer o erro e se desculpar com o aluno ou turma em relação à atitude.

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  • 10) A identidade de professor te acompanha em todos os lugares

Às vezes, são os outros que não te enxergam fora desse papel. “Uma vez eu comentei em uma turma de Educação Infantil que minha vó iria me visitar em casa. Eles perguntaram: você tem casa? Você tem vó?”, lembra Lorena. “Parece que eu sou um robozinho que só é professora!”.

E, se, às vezes, as crianças conflitam sobre a “dupla” identidade dos professores, muitas vezes são eles mesmos que não te deixam esquecer da sala de aula.

Se você mora próximo da comunidade em que leciona ou em uma cidade pequena, é provável que com frequência esteja andando distraído pela rua ou utilizando serviços e seja interrompido por alguém chamando “professor”.

Em outros casos ainda é você quem está tão nele que não consegue se desvincular do papel. Alguns familiares e amigos de Lorena, por exemplo, dizem que ela tem um “tom de professora” ao falar. “Eles dizem: você não está mais na sala de aula!”.

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  3. 11) A formação continuada não era bem como você imaginava

“Muitas vezes quando eu estava na faculdade, imaginava que terminaria o curso e depois faria uma pós e ficaria tranquila”, conta Lorena.

Mas os planos de Lorena não se seguiram exatamente assim… em sala, ela foi percebendo que precisava de mais informações e desenvolvimento do que a faculdade tinha oferecido. Assim, diante das necessidades que surgiam, ela foi correndo atrás dos temas em um desenvolvimento profissional constante.

“Hoje eu vejo que a formação continuada é essencial e muito ligada ao que está acontecendo comigo e às necessidades da minha turma”, pondera. Di Gianne concorda que ela é fundamental para o professor não só ir vencendo as lacunas da formação inicial, mas ir se aprimorando na prática do que já conhece.

“Se o professor quer sobreviver na profissão, ele tem que gostar de se atualizar e ser criativo. A aula que eu daria há 10 anos nunca é a mesma que eu dou ano após ano”.

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  • 12) Você nunca imaginou a quantidade de doenças que compartilharia com as crianças

Depois da pré-adolescência você jamais poderia imaginar que pudesse ser vítima de situações comumente relacionadas às crianças. “Eu nunca imaginei ao optar pela carreira docente que fosse pegar piolho, tanta conjuntivite ou virose. Já perdi vários chás de cozinha das minhas amigas porque estava com virose”, fala Lorena.

“Aos poucos, seu corpo vai criando resistência. Esse ano, eu não fiquei muito doente, mas peguei algumas gripes da turma!”. Mas, de acordo com Danúbia, não são só as doenças que são compartilhadas pela sala toda. “Toda vez que alguém vai embora, todo mundo chora. Quando tem um término, todo mundo se sensibiliza”, diz.

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  3. 13) Improvisar também faz parte do trabalho

Você planejou aquela aula, mas entrou na sala de aula e… não tinha lousa disponível. Ou um acontecimento entre a turma ou no noticiário mudou tudo. Não dá para simplesmente ignorar e seguir o planejamento ou cancelar tudo.

“O professor tem que agir na emergência, estar atento ao que vai vir e utilizar aquilo como ponto positivo, sem medo”, aconselha Di Gianne. “Já aconteceu comigo de estarem reformando a lousa e não poder usar.

Decidi usar a área externa da escola como lousa e fui desenhando no chão. A gente vai aprendendo todo dia e se aprimorando”.

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  • 14) O período de férias escolares parece longo só para quem está olhando de fora

O sonho de ter três meses de férias parece ser a realização máxima do equilíbrio entre trabalho e descanso, certo? Mas, as atividades para além da aula em si e o desgaste da sala de aula vai mostrando que não é bem assim a vida de professor.

“Não imaginei que professor trabalhava tanto! As pessoas jogam na minha cara que tenho duas férias, mas eles não sabem a quantidade de tarefas da escola que a gente leva pra casa!”, desabafa Lorena.

No início da carreira, a relação meses trabalhados e de descanso até parecem mais equilibradas… “Até meu quinto ano de carreira, eu achava tranquilo. Hoje, com o tempo, a rotina e o cansaço, quando chega as férias eu estou esgotada”, diz Danúbia.

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  3. .

Escola.Rio

O Escola.rio é o aplicativo da Prefeitura do Rio de Janeiro que dará aos responsáveis pelos alunos da Rede Municipal de Ensino uma ferramenta moderna para acompanhar seu processo acadêmico. Será o principal canal entre pais, alunos e escolas, onde diversos serviços estarão disponíveis de acordo o interesse do usuário.

  • Nessa primeira versão do Escola.Rio os responsáveis poderão:
  • • Consultar os dados cadastrais da escola, série e turma em que o aluno está matriculado;
  • • Consultar o calendário escolar do ano letivo;
  • • Consultar o cardápio geral oferecido aos alunos;
  • • Boletim Escolar e Frequência (as primeiras notas e frequência do ano letivo começarão a aparecer no aplicativo a partir do primeiro Conselho de Classe);
  • • Atividades Remotas;
  • • Contatar Escola;
  • • Internet Patrocinada.
  • Nos meses seguintes serão disponibilizados:
  1. • Envio da Foto do Aluno;
  2. • Notificações da Escola e da Secretaria Municipal de Educação para os responsáveis, onde eventos e demais ocorrências do interesse de pais e alunos serão informados;
  3. • Acesso ao aplicativo pelos próprios alunos;
  4. • Carteirinha Virtual do Aluno;
  5. • Declarações Escolares Diversas;
  6. • Agenda escolar personalizada;
  7. • Notificação de frequência diária do aluno;
  8. • Biblioteca mais próxima;
  9. • Login biométrico;
  10. • Consulta às CREs por bairros;
  11. • Dentre outros serviços que ampliarão cada vez mais as opções disponíveis.
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Integração com Identidade Carioca

O login e senha continuam os mesmos.

Em vez de ter um novo cadastro, login e senha em cada lugar, o Identidade Carioca é o login único que está sendo gradualmente integrado a cada serviço digital da Prefeitura do Rio de Janeiro.

Será apenas um cadastro que permitirá navegar de maneira transparente entre diferentes serviços da Prefeitura. O mesmo login servirá para todos os serviços que estejam integrados ao Identidade Carioca.

Saiba mais sobre o Identidade Carioca

 Aplicativo

TELAS E NAVEGAÇÃO DO APLICATIVO

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Humanização do ensino é grande marca do Projeto Diretor de Turma em 12 anos de existência – Secretaria da Educação

Em comemoração aos 12 anos de implementação do Projeto Professor Diretor de Turma (PPDT) na rede pública estadual cearense, a Secretaria da Educação (Seduc) realiza uma série de debates a respeito do tema ao longo desta semana.

Nesta terça (6), a webinar “PPDT: 12 anos de contribuições para a educação cearense” abordou os caminhos percorridos pela iniciativa, desde 2008 até os dias de hoje.

Sendo a iniciativa pedagógica de maior capilaridade na rede, o Diretor de Turma atualmente está presente em 643 escolas estaduais, abrangendo um universo de mais de 245 mil alunos. Ao todo, 5.769 professores atuam nesta função.

Em 2007, o Ceará contava com uma taxa de abandono de 16,4%. A escola registrava 8,9% de reprovação. Ao longo dos últimos 12 anos, esses números reduziram exponencialmente, chegando em 2019 ao menor percentual de toda a história: 3,8% de abandono e 3,9% de reprovação. O Diretor de Turma é apontado como um dos principais responsáveis pela transformação destes indicadores.

O encontro virtual contou com a participação da vice-governadora Izolda Cela, que era secretária da Educação à época da implantação do Projeto, e da professora Haidé Eunice Leite, ex-consultora do PPDT, que trouxe a referência de Portugal para auxiliar na introdução da ideia no Ceará. O secretário executivo do Ensino Médio e Profissional, Rogers Mendes, foi o mediador da conversa.

Também participaram a professora Ana Kelvia Farias, que é diretora de turma na Escola Estadual de Educação Profissional (EEEP) Júlio França, em Bela Cruz, e a aluna Maria Naely Almeida, presidente do Grêmio estudantil da Escola de Ensino Médio em Tempo Integral (EEMTI) Prudêncio de Pinho, em Poranga.

Izolda Cela avalia que o Projeto cria ambiência favorável e fértil na escola para a aprendizagem. “O PPDT promove uma dinâmica muito bacana entre os professores e o núcleo gestor. Reforça a relação de professor e aluno.

São muitos corações e mentes empenhados e comprometidos com o projeto, promovendo a transformação que consideramos mais importante: fazer da escola um gerador de aprendizagem e de desenvolvimento integral das pessoas”, comenta.

A vice-governadora lembra que o Projeto foi proposto pela professora Maria Luiza Chaves, ex-secretária da Educação. “Ela tinha muito senso de realidade com relação ao que é necessário à escola.

Era muito inteligente e proativa. Chegou com uma certeza grande de que era uma coisa boa e necessária.

De fato, acompanhar pessoalmente os alunos, aproximando-se de um a um, é muito importante para ajudar o jovem a se organizar bem”, pontua.

Resultado

Ana Kelvia Farias, professora de Química na EEEP Júlio França, em Bela Cruz, conta que iniciou a carreira docente na rede pública em 2008 e imediatamente assumiu a função de diretora de turma.

“Para mim, são 12 anos que passaram muito rápido. Tudo o que eu pude construir de trabalho é também resultado do PPDT. Vejo importância imensurável nesse projeto.

O professor fica perto da turma, dando atenção para o que o aluno traz de sua história, tendo um olhar minucioso sobre cada um, a ponto de perceber quando alguém está diferente. Existe um vínculo afetivo com os meninos e com as famílias.

Há muita aceitação dos pais com relação ao projeto. Quando temos o olhar diferenciado para com os alunos, conseguimos ver um lado humano muito evidente”, ressalta.

Gestão emocional

Haidé Eunice reforça a importância de se trabalhar com as emoções dos estudantes. “Cada ser é inigualável, irrepetível e único. É preciso desmassificar a turma para chegar mais a cada um, motivando-o e cativando-o.

Assim, automaticamente, estou a humanizar o ensino e a trabalhar de maneira que ele goste de estar na escola. E então, passamos a ser uma família.

É claro que a parte cognitiva é muito importante também, mas ela entra de uma forma muito mais fácil quando temos os alunos do nosso lado. Nada é imposto”, frisa.

Haidé defende a necessidade do desenvolvimento do carinho e do afeto para que o processo de ensino e aprendizagem ocorra de forma mais plena. “Eu só amo aquilo que conheço. Então, tenho que conhecer, para depois amar, e então ensinar. Começamos no Ceará com 25 escolas.

Foi um trabalho que gostei muito, sobretudo, porque foi ombro a ombro. Sinto-me muito feliz por saber que os resultados estão sendo tão positivos. Estamos criando jovens para uma sociedade nova, que tem valores.

A gestão das emoções nos levará à resolução de situações”, pondera.

Rogers Mendes enfatiza que o PPDT tornou-se uma das principais políticas para o fortalecimento do processo de acolhimento e de personalização do ensino nas escolas. “O Projeto contribui para o sucesso e a formação integral dos estudantes, ao buscar qualificar as relações interpessoais, com vistas à melhoria do convívio escolar e comunitário.

O Diretor de Turma propõe que o professor, independentemente da área de conhecimento que leciona, responsabilize-se por uma determinada turma, cabendo-lhe conhecer os estudantes individualmente, para atendê-los em suas necessidades, além de trabalhar aspectos como a formação cidadã e o desenvolvimento de competências socioemocionais”, destaca.

Mudança

A estudante Naely Almeida, presidente do Grêmio Estudantil da EEMTI Prudêncio de Pinho, em Poranga, recorda que se sentiu mais inserida na escola e, também, passou a reconhecer melhor os próprios sentimentos, quando chegou ao Ensino Médio e passou a ser acompanhada por um diretor de turma.

“Esse Projeto muda a vida da gente.

Entendo-o como um exercício de empatia, pois o professor se coloca no lugar de outras pessoas, com quem antes nunca teve contato, investigando como a pessoa está e conhecendo-a, procurando formas de ajudar.

Existem alunos de várias personalidades. O diretor de turma não é um professor comum, porque lida com sentimentos. Aprendemos a ser mais resilientes, a sair mais fortes das situações. É muito gratificante”, salienta.

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