Como Saber Em Que Linguagem Foi Feito Um Site?

24 de outubro –
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Está em dúvida sobre qual caminho seguir dentro da programação? Veja neste artigo tudo o que você precisa saber sobre Back-end!

Está em dúvida sobre qual caminho seguir dentro da programação? Então este artigo sobre tudo o que você precisa saber sobre back-end, parte da arquitetura, pode clarear suas ideias.

Sempre que buscamos esse tema na internet, o resultado vem com milhares de artigos que falam de back-end e front-end em uma única tacada. E realmente ambas as linguagens são utilizadas e se complementam para o desenvolvimento de sites ou aplicativos.

Entretanto, cada uma dessas áreas foi ganhando complexidade com o tempo, havendo um mundo inteiro de peculiaridades, informações e aprendizados criando dezenas de diferenças entre back-end e front-end. Por isso, nesse artigo vamos falar só sobre back-end.

O que é back-end?

Antes de falar sobre back-end, precisamos explicar arquitetura cliente-servidor. Esse modelo pressupõe dois agentes: o chamado client-side envolve linguagens processadas pelo navegador do usuário. Já o server-side faz referência ao que é processado no servidor, por meio de diferentes linguagens.

Apesar de diferentes, os dois lados precisam trabalhar juntos para garantir a usabilidade do site e uma navegação amigável. Nesse contexto, a programação back-end está associada ao server-side.

O desenvolvimento back-end cuida das engrenagens de uma aplicação web, criando códigos para que as funções do site sejam executadas. Como o próprio nome sugere, é um trabalho de bastidores. 

Além de envolver linguagens de programação distintas do desenvolvimento front-end, aqui também são envolvidos bancos de dados, responsáveis por processar as informações recebidas pelo front-end.

Para que serve o back-end?

Simples processos como buscas ou ações mais complexas, como compras, dependem do processamento de dados no servidor, que busca e seleciona as informações. Tudo isso acontece no back-end e é responsabilidade do desenvolvedor fazer com que essas informações sejam encontradas.

Os usuários não têm acesso direto a esses dados, que são requisitados em linguagens de programação como PHP, Python e Ruby. A maneira como essas informações são exibidas é responsabilidade do front-end.

O que é um desenvolvedor back-end?

O desenvolvedor back-end é responsável por manter o funcionamento dos websites. Mesmo que os usuários não consigam visualizar o que é feito a olho nu, esse profissional coordena todas as tarefas relacionadas com códigos e linguagens de programação. Entre as principais tarefas do desenvolvedor back-end, temos:

  • ➜ Fazer o domínio para sistemas operacionais de servidores;
  • ➜ Analisar informações, relatórios de falhas, dados e estatística dos sites;
  • ➜ Atuar com linguagens específicas, como Python, PHP, JavaScript e Ruby;
  • ➜ Aplicar técnicas de segurança nos sites.
  • ➜ Criar banco de dados e integrá-los com outras aplicações.

Esse profissional sempre trabalha pensando em como tornar a experiência do usuário de maneira mais intuitiva e rápida. Mas antes de se aventurar no universo de back-end, é preciso estudar alguns conceitos e escolher uma linguagem de programação. Acompanhe os próximos dois tópicos e entenda a importância.

O que estudar para back-end?

Para aprender a ser um desenvolvedor back-end, você precisa estar familiarizado com alguns conceitos e áreas de conhecimento. Além de saber programar utilizando linguagens específicas, é preciso também se aprofundar em servidores, banco de dados, conhecer APIs, escalabilidade e segurança. Veja abaixo:

Servidor

É onde as operações back-end acontecem, podendo ser um software ou um computador central. Existem diversos tipos de servidores, como DNS, Proxy e FTS, e é papel do desenvolvedor conhecê-los. 

Banco de dados

As informações da aplicação ficam armazenadas em um banco de dados que funciona como uma grande e inteligente memória. É ele que recebe uma busca, aceita, encontra e “responde” para o site. A principal base de dados hoje é a MySQL, por ser a mais popular.

API

A sigla, em inglês, quer dizer Application Programming Interface. Ou, em tradução livre, Aplicação de Interface de Programação.

A API tem o papel de conectar dois sistemas por meio de uma linguagem de programação comum.

Por exemplo, fazendo com que aplicações, base de dados e serviços consigam se comunicar, evitando, assim, programações complexas e cansativas.

Escalabilidade

Esse pode ser considerado um dos conceitos mais importantes do desenvolvimento back-end, pois leva em consideração constantes adaptações que precisam ser feitas por causa de mudanças tecnológicas, maior tráfego de dados e até novos códigos. 

Segurança

Por fim, a segurança de uma aplicação é trabalhada no desenvolvimento back-end, para que esta não seja vulnerável a simples ataques. 

Quais são as linguagens de programação para back-end?

Entre as linguagens mais populares para desenvolvimento back-end e soluções voltadas para web estão o HTML, CSS, PHP, Python (muito utilizada também para análise de dados) e Ruby.

HTML e CSS

Essas duas linguagens de programação são muito recomendadas para quem está começando como desenvolvedor front-end, mas também é recomendado o conhecimento delas antes de se aventurar no universo do back-end.

PHP

Usado majoritariamente em páginas na web, a linguagem PHP é muito útil para incluir funções a uma página, algo que o HTML não seria capaz de suportar. Ela também integra informações da página a um banco de dados MySQL.

Python

Uma das mais simples de se aprender, a Python continua sendo uma das linguagens mais populares do mercado, mesmo que tenha sido lançada há quase 30 anos. É um dos códigos de mais fácil leitura e bastante utilizado para desenvolvimento web e machine learning.

Ruby

É uma linguagem orientada a objetos que possui uma sintaxe semelhante a outras linguagens de programação. Como o Java e C, ela tem suporte para Windows, Mac e Linux.

Agora que já sabe o que é back-end, para que serve e o que precisa para ser um desenvolvedor na área, você já pode investir em um curso de programação que vai te ensinar essa área de back-end, mas também de front-end.

Leia mais no blog DH:

  1. + Servidor web: qual o seu papel dentro da programação?
  2. + Como melhorar suas habilidades como programador
  3. + Primeiros passos no Git: o que eu preciso saber?

Como Saber Em Que Linguagem Foi Feito Um Site?

Neste dilema, saber quais cursos que estão em alta no momento é uma ótima alternativa. Isso porque eles asseguram uma carreira de sucesso e estabilidade com maior facilidade.Alguns cursos sempre estarão em destaque, independentemente do momento, por serem ligados a serviços essenciais, demandados regularmente pelas pessoas. Além disso, também existem áreas, principalmente ligadas à tecnologia, que foram se tornando destaques com o tempo, devido a sua evolução e desenvolvimento.Não podemos desconsiderar o contexto pandêmico, que impulsionou a transformação digital das pessoas e empresas, e mudou o cenário profissional das áreas promissoras do futuro, com novos interesses e habilidades digitais, além de cursos com soluções para tempos de crise.Acompanhe este artigo, saiba quais cursos estão em alta no mercado de trabalho, em quais áreas e como escolhê-los.Cursos que estão em alta: qual escolher?Escolher qual curso ingressar pode ser um desafio e tanto. Porém, se atentar para o que está em alta no mercado pode ser um grande passo para uma escolha mais assertiva, pois geralmente são carreiras que possuem muita demanda para poucos profissionais qualificados.Ao procurar saber sobre as tendências do mercado de trabalho, você pode conhecer carreiras que nunca havia analisado ou até mesmo ouvido falar antes.Nesse processo, é bastante necessário obter o máximo de informações que possam agregar conhecimento, entendendo como as suas habilidades e aptidões podem colaborar para essas tendências profissionais. Quais são as profissões que estão em alta no Brasil? Continue acompanhando.Quais os cursos que estão em alta no mercado?Como comentamos, as carreiras que estão em alta e mais empregam são aquelas que acompanham a evolução do mundo e contribuem para o seu desenvolvimento. Confira as 5 principais áreas para ficar de olho:MedicinaA área da saúde é uma das mais tradicionais do mercado, que menos sofre impactos e, por se relacionar com o bem-estar das pessoas, sempre será necessária. Em suas diversas possibilidades de atuação, a área da saúde mental é a que mais se destaca.Com o dia a dia corrido, as pessoas acabam lidando com diferentes problemas e pressão por todos os lados. Neste contexto, os profissionais de saúde mental se tornam cada vez mais importantes.Tecnologia da InformaçãoNão podemos negar que a tecnologia teve um avanço gigantesco nos últimos anos. Tudo está cada vez mais digital e automatizado e esta é uma tendência que crescerá ainda mais pela frente. Investir em um curso de TI é garantia de estabilidade profissional!As áreas com mais procura de cursos são: programação, dados (ciência, análise e big data), engenheiro de nuvem e segurança da informação.UXSem dúvida, o mercado de UX Design faz parte do futuro. O curso de experiência do usuário tem como objetivo formar pessoas que busquem garantir a melhor relação entre a marca e seus consumidores, desde o primeiro contato com a interface de um site ou aplicativo até o pós-venda, depois de utilizar um produto ou serviço, onde a experiência atenda todas as expectativas e necessidades.Marketing digitalO marketing também é uma área que se tornou digital e faz parte dos cursos que estão em alta. Por esse motivo, esses profissionais estão entre os mais requisitados e com expectativas de crescimento no momento. Marketing digital, e-commerce, marketing de performance, conteúdo e SEO são alguns dos setores em ascensão.O e-commerce, por exemplo, é uma das carreiras que devemos destacar. De acordo com um levantamento do movimento Compre&Confie, foram mais de 20 milhões de novos consumidores que compraram online pela primeira vez no país no último ano.Gestão de projetosAqui podemos destacar duas áreas importantes em alta: gestão de produtos digitais e a gestão ambiental.A primeira opção faz jus ao desenvolvimento tecnológico constante, em que são cada vez mais necessários profissionais capacitados para acompanhar prazos e indicadores, aplicar metodologias ágeis e visão de mercado em seus processos para alcançar as expectativas de um negócio.A segunda opção tem relação com temas muito discutidos no mercado atual: a sustentabilidade e qualidade de vida das pessoas. Neste contexto, essa área está ganhando cada vez mais espaço dentro das empresas.Qual curso mais procurado no mercado de trabalho?Sabemos até aqui quais os cursos que estão em alta, mas qual é o mais procurado no mercado? Para responder esta pergunta, não podemos desconsiderar todo o atual contexto pandêmico. O ano foi o trampolim para que a tecnologia e as habilidades digitais dominassem ainda mais o mercado, facilitando e proporcionando segurança no dia a dia das pessoas.Neste contexto, muitas áreas tradicionais do mercado tiveram grandes mudanças, por estarem inseridas no processo de revolução tecnológica. Conforme as empresas passam pelo processo de transformação digital, diferentes habilidades e competências se tornam ainda mais necessárias.Atualmente, os cursos de tecnologia são os mais procurados no mercado de trabalho. Uma pesquisa da Robert Half (empresa global de recursos humanos), levantou quais profissões se destacam para 2021 e, sem dúvida, as habilidades digitais fazem parte da maioria delas.A Digital House oferece diversos cursos que formam especialistas em todas essas áreas digitais, por meio de aulas ministradas por professores que estão no mercado. Se a sua intenção é apostar em Marketing Digital, Dados, UX, Gestão de Produtos Digitais ou Programação, nós estamos aqui para te ajudar!Confira agora mesmo o nosso portfólio de cursos e conte com o apoio do Departamento de Carreiras, caso esteja pensando em mudar de profissão ou tenha dúvida sobre as jornadas.Leia mais no blog DH:+ Escola de marketing digital: Conheça os cursos de marketing da Digital House+ Métricas de marketing: como defini-las em um plano de estratégia?+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira

Leia também:  Como Saber Qual O Veiculo Pela Matricula?

As 10 linguagens de programação mais requisitadas pelo mercado

Muita gente me pergunta qual linguagem de programação deve estudar…

  • Eu sempre respondo a mesma coisa: É você quem deve decidir isso!
  • Pergunte a si mesmo, qual é o seu objetivo?
  • Dependendo do que você quer, uma linguagem de programação é mais indicada que outra.
  • A maioria das pessoas pensam em aprender a programar para entrar no mercado de trabalho e conseguir um emprego.
  • De acordo com o escritório de Estatísticas de Trabalho dos Estados Unidos, empregos para programador devem crescer a uma média de 8% pelos próximos sete anos
  • Então esta área é muito boa para o longo prazo, concorda?

Então se você quer se focar este ano para ter uma bela carreira de programador, fiz uma lista das dez linguagens das programação mais requisitadas pelo mercado de trabalho. Conheça um pouquinho sobre cada uma delas.

1. Java

Java é uma das linguagens de programação mais usadas no mundo. A primeira versão da linguagem foi lançada pela Sun Microsystems em 1995 e atualmente pertence à Oracle.

É uma linguagem criada originalmente para o paradigma de Orientação a Objetos e hoje é a principal linguagem de programação utilizada para desenvolver aplicativos para tablets e smartphones da plataforma Android.

Java também é muito utilizado em ambientes corporativos, por isso o Java é um dos mais requisitados no mercado de trabalho hoje em dia.

2. Javascript

Quase todas as páginas da internet tem um código em javascript.

Costumo dizer que enquanto o HTML é a linguagem que estrutura uma página e o CSS a deixa bonita, o javascript faz a página funcionar.

Todo programador web deve aprender javascript independente da linguagem utilizada no “backend”. Essa linguagem é responsável por executar scripts do lado do cliente, sem a necessidade de passar pela interpretação do servidor.

Melhor ainda, hoje em dia, javascrpt é bastante usado também no lado back-end. Agradecimentos ao NodeJs.

3. PHP

O PHP é a linguagem de programação mais usada no backend de sites. Tem gente que ama e tem gente que odeia, mas a verdade é que a maioria dos sites da internet são feitos com PHP.

Isso se deve, em grande parte, aos gerenciadores de conteúdo (CMS) mais usados no mundo, tais como WordPress, Drupal, Joomla. A maioria dos blogs que você encontra na internet usa um desses gerenciadores de conteúdo.

Mas além disso, hoje o PHP é uma linguagem completamente renovada que garante produtividade concorrendo com as novidades do mundo de desenvolvimento web.

4. C

O C# é a linguagem principal quando se fala de Microsoft. Desde serviços e plataformas web a dispositivos móveis que utilizam Windows Phone. Também é uma das linguagens usadas do motor gráfico de desenvolvimento de jogos Unity é o C#. Se você quer programar para Windows 7, 8, 10, etc. aprenda C#.

5. C

Muito rápido e poderoso, o C é utilizado para criar softwares para sistemas embarcados.

Criada em 1972, muitos sistemas operacionais foram desenvolvidos em C e até os dias de hoje a linguagem continua sendo muito usada para desenvolvimento de sistemas operacionais, aplicativos, games e integração com o hardware.

Empresas aeroespaciais e de telecomunicações utilizam muito o C. Aliás, um dos ramos que mais tem crescido em oferta de emprego para programadores é a telecomunicações. Vale a pena aprender!

6. C++

O C++ é considerado por muitos como a melhor linguagem para desenvolvimento de softwares para desktop e jogos que exigem bastante hardware. É o aprimoramento da linguagem C com elementos da orientação a objetos.

Como Saber Em Que Linguagem Foi Feito Um Site?

7. Python

Como descobrir do que um site é feito e quais são as ferramentas utilizadas nele — Angelo Públio

Descobrir as ferramentas utilizadas em um site pode ser útil para você analisar o website de um cliente, concorrente ou até para uma entrevista de emprego.

Artigo revisado e atualizado em 09/06/2020

  • Às vezes você pode precisar analisar os recursos com que um site foi feito e as ferramentas que ele está utilizando.
  • Em vez de você ter que usar o recurso de “inspecionar o código fonte” de um site com o navegador e fuçar (“coisa” bem técnica) no código para descobrir, você pode ter esse trabalho feito (felizmente) por ferramentas próprias para isso.
  • Algumas situações que você pode querer saber do que um site foi feito e quais são as ferramentas utilizadas nele:
  • Você está participando de uma entrevista de emprego para a área de marketing de uma empresa e quer entender o “tamanho da bronca” que você vai ter que encarar ou usar isso como forma de “puxar assunto” na entrevista e demonstrar que você pesquisou sobre a empresa.
  • Você é uma freelancer e precisa analisar “um job” que está interessado nos seus serviços.
  • Você trabalha em uma agência e precisa analisar o site de um prospect.
  • Você quer saber o que o seu concorrente usa no site dele.
  • Você quer ter ideias de que ferramentas utilizar, com base em um site que você gostou, para fazer um trabalho bem feito para o qual você foi designado.
Leia também:  Como Se Descobre Que Se Esta Gravida?

Os 2 recursos que recomendo você usar para realizar essa identificação de ferramentas utilizadas são:

  • Ghostery: extensão para o navegador Chrome. Uma vez instalado no Chrome, basta você acessar o site que você deseja analisar e apertar o botão do Ghostery disponível no navegador. O Ghostery se posiciona como uma ferramenta de proteção de privacidade. Assim, busca identificar os códigos “JavaScript” existentes na programação da página e lista as ferramentas utilizadas pelo site que você está navegando. Você pode escolher que código você quer bloquear, evitando de ser carregado, para proteger a sua privacidade.
  • BuiltWith: essa ferramenta não requer uma instalação. Você acessa o site do Builtwith e digita o endereço do site que você quer investigar. Essa é uma ferramenta complementar ao Ghostery, pois ela faz outros tipos de análise, como identificar onde o site está hospedado e qual o sistema de gerenciamento de conteúdo (Content Management System – CMS) que está sendo utilizando.

Pronto! Agora você já está munido com as ferramentas para identificar como os sites estão sendo feito. Faça o teste com o seu website e experimente no seu concorrente.

Gostou da dica? Conhece outra ferramenta que você adicionaria na lista? Responda nos Comentários!

Top 10 linguagens de programação mais usadas no mercado

Apesar de existir uma grande variedade de linguagens de programa��o, algumas podem ser mais adequadas para certos neg�cios ou empresas. � preciso cuidado, pois voc� pode se tornar um mestre em uma linguagem espec�fica, mas, se ela n�o for muito requisitada no mercado de trabalho, isso significa que poder� ter dificuldades em arranjar um emprego na �rea.

Sendo assim, se voc� est� buscando alternativas para conseguir se adequar �s necessidades do mercado de trabalho, confira neste artigo 10 das linguagens de programa��o mais utilizadas atualmente. Dessa maneira, voc� poder� escolher algumas para aprender e conseguir garantir uma boa posi��o – e um bom sal�rio!

    JavaScript � uma linguagem de programa��o interpretada. Foi originalmente implementada como parte dos navegadores web para que scripts pudessem ser executados do lado do cliente e interagissem com o usu�rio sem a necessidade deste script passar pelo servidor, controlando o navegador, realizando comunica��o ass�ncrona e alterando o conte�do do documento exibido.

    O JavaScript ainda � amplamente utilizado em aplica��es web e tem ganhado espa�o no desktop/mobile, sendo bastante usado para criar interatividade. Apesar de ser uma linguagem mais antiga em compara��o � maioria das que ser�o listadas aqui, o JavaScript � bastante requisitado e parte desse sucesso se deve a sua simplicidade.

    Considerada a linguagem de mais f�cil aprendizado, a Python continua a ser uma das mais populares no mercado, mesmo que tenha sido lan�ada h� quase 30 anos atr�s (em 1989). � um dos c�digos de mais f�cil leitura e � bastante utilizado para desenvolvimento web e machine learning.

    A linguagem de programa��o mais solicitada de longe � o Java. No topo da maioria dos �ndices especializados na medi��o da popularidade, o Java se caracteriza por ser port�vel, ou seja, � poss�vel compilar um programa em Java de maneira f�cil para todo tipo de aparelho. Vale lembrar tamb�m que o Java � a linguagem mais usada para a cria��o de aplicativos Android.

    Outro ponto positivo do Java � a sua escalabilidade, ou seja, a capacidade de adaptar seu programa � medida que ele cresce em n�mero de utiliza��es, al�m de sua retrocompatibilidade, j� que um c�digo feito em uma vers�o antiga continua a ser reconhecida pelas vers�es atuais.

    Outra varia��o da linguagem C que � bastante popular no mercado. Por�m, anda caindo em desuso em rela��o a anos anteriores. Assim como o C++, � mais complexo de se aprender que outras linguagens como Python e JavaScript. Por outro lado, ainda � uma linguagem bastante requisitada na �rea de desenvolvimento de games, se tornando essencial para quem planeja entrar nesse mercado.

Qual a história e importância do HTML?

Você não precisa saber o que são, nem para que servem um motor, nem um processador, para utilizar um carro ou um computador. Assim é com quase tudo em nossas vidas e, portanto, não é diferente com o HTML.

É provável até que se você não seja alguém que trabalhe com criação de sites, nunca tenha que saber o que é HTML, mas da mesma forma que um proprietário de automóvel e de um computador, não necessariamente precisa ser também um mecânico ou técnico de computadores, pode ser desejável saber o que é HTML, para que serve e porque é tão importante.

O que é HTML?

Para os absolutamente leigos sobre o assunto, dizer que é uma linguagem de programação, pode já dar uma ideia sobre o que seja, porém consiste de uma ideia equivocada, pois não se trata exatamente disso. É uma linguagem, mas não é de programação.

O HTML, assim como toda linguagem usada em informática, é usada com a finalidade de instruir o sistema no qual é usada, para realizar ações.

Mas ao contrário das linguagens de programação, ela não contém estruturas que produzem resultados variáveis, como é o caso de uma estrutura lógica “if / then” ou “se / então” ou funções ou procedimentos, que entregam resultados a partir de outros dados.

HTML é a sigla para HyperText Markup Language, que por sua vez significa Linguagem de Marcação de Hipertexto. Ou seja, na abreviação há um elemento que diferencia o HTML de outras linguagens utilizadas em sistemas informáticos e que é a MARCAÇÃO. Esse é o ponto de diferenciação do HTML e que ficará mais evidente logo mais.

O HTML foi criado por Tim Berners-Lee, como uma ferramenta que permitia acrescentar alguns elementos nos textos usados por ele e um grupo de pesquisadores, na publicação dos seus trabalhos em uma época em que a Internet ainda dava seus primeiros passos.

Como outras linguagens de marcação – o HTML não é a única – era possível dar distinções a determinados trechos de textos, como por exemplo, vincular ou linkar uma outra obra científica a qual a primeira fizesse referência e que também estivesse publicada, na medida em que os primeiros “sites” começavam a surgir.

Era tudo muito rudimentar e bem diferente dos sites que temos hoje a nossa disposição, mas consistia de um início e que permitia criar mais do que uma simples página de texto corrido, como se tinha nos livros, por exemplo.

E com isso você automaticamente já sabe que foi a linguagem que permitiu o desenvolvimento dos primeiros sites.

E se por um lado, muita coisa mudou, por outro saiba que algumas não mudaram e todo site que você acessa hoje, ainda usa o HTML, em maior ou menor grau.

É verdade que desde então o HTML evoluiu muito. A popularização da linguagem teve como ponto de partida os conceitos de Berners-Lee, lançando em 1995 a versão 2.

0 do HTML, para ao longo de quatro anos, sofrer mudanças e implementações que permitiram que em 1999 a versão mais usada até hoje – a 4.

1 – fosse lançada pelo W3C, que é a comunidade que normatiza e desenvolve padrões para como devem ser as coisas na Internet.

Como o HTML funciona?

  • O funcionamento e estrutura da linguagem são muito simples, até mesmo para alguém que nunca teve nenhum contato com linguagens de qualquer tipo ou mesmo algum conhecimento de desenvolvimento de sistemas ou sites.
  • O HTML funciona no que se costuma definir no meio, como uma linguagem client-side (lado do cliente), o que significa dizer que é executada no dispositivo do usuário ou cliente, mais especificamente no navegador, em contraposição a muitas linguagens que são executadas do lado do servidor, como é o caso do PHP e do ASP.
  • Quando você acessa qualquer tipo de site na Internet – ou a grande maioria deles – entre o conjunto de ações que são desencadeadas, um dos principais é a transferência do HTML por parte do servidor web para o dispositivo (notebook, desktop, tablet, smartphone, etc) no qual o site está sendo acessado.
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O HTML é essencialmente um arquivo de texto, que contém a informação – seja ela no formato de texto ou links para imagens ou outro tipo de conteúdo – que é vista pelo visitante do site. São os navegadores que se encarregam de renderizar este arquivo de texto no que é visto e a renderização nada mais é, do que a transformação do que há no arquivo fornecido pelo servidor, em algo visível.

A “mágica” acontece, porque o HTML “diz” ao navegador o que ele deve fazer com cada porção de texto contido em um arquivo HTML. Assim, para este texto que você lê agora, neste exato parágrafo, existe uma tag associada a ele – na verdade duas – que indica que este parágrafo deve existir.

Portanto, agora você já sabe que cada parágrafo em um texto de um site ou blog ou qualquer outro tipo de site, existe porque há uma tag dizendo ao navegador que aquele elemento de texto, refere-se a um parágrafo e como tal deve ser exibido.

O termo tag, corresponde a etiqueta em inglês. Uma tag típica, tem começo e fim, ou melhor dizendo é composta de uma tag de abertura e uma de fechamento e por essa razão que informamos anteriormente que há duas tags associadas a um parágrafo. Dessa forma, a construção a seguir será interpretada como um parágrafo pelos navegadores:

Isso é um parágrafo!

Onde, a primeira tag –

– indica o início do parágrafo e a segunda, o seu fim. O mesmo princípio está associado a vários elementos de uma página, como é o caso dos links, cuja instrução HTML e respectivas tags são:

link

O que está entre a tag de abertura e a de fechamento, é o que o navegador devem modificar e exibir como tal, que no caso de um link, vem geralmente visualmente modificado com um sublinhado e cor padrão azul.

No entanto, há tags que não têm uma tag de fechamento correspondente, porque não têm um conteúdo que é modificado por elas e cujo exemplo mais usado, é a
que simplesmente adiciona uma quebra (break) de linha no texto que está sendo exibido e é representada por:

E você mesmo sem qualquer ferramenta específica pode criar um HTML básico e verificar seu funcionamento, tendo como únicos requisitos um editor de texto bem básico, como o notepad do Windows e um navegador. Para tanto, basta digitar o conteúdo abaixo e salvá-lo como por exemplo, meuprimeirosite.html e depois abri-lo em seu navegador:

Meu primeiro site

Meu primeiro parágrafo

Meu segundo parágrafo

Vale ressaltar alguns pontos em relação ao HTML acima:

  • Este é apenas um artigo sobre o que é HTML e alguns fundamentos de como funciona a linguagem de marcação e não pretende ser nem mesmo uma introdução a linguagem. Aqueles que têm intenção de se aprofundar no assunto, devem buscar um conteúdo mais amplo e que vai bem além da linguagem;
  • O W3C, que é a entidade que estabelece padrões de como as coisas devem ser feitas na Web, determina aspectos mais amplos e outros elementos HTML que devem constar mesmo das páginas de sites mais simples;
  • Mesmo que essa página – se é que podemos classificá-la como tal – seja bastante rudimentar, é possível entender na prática como que o HTML funciona;
  • No mundo real, muitos sites dos mais antigos e simples, aos mais sofisticados e atuais, não necessariamente precisam ser feitos com mais do que um editor e um navegador e que é uma das características que permitiu a democratização e inclusão de muitas pessoas e empresas na Internet, mesmo sabendo que na prática são utilizadas muitas ferramentas que facilitam e aceleram o processo de criação, como por exemplo, os CMSs;
  • O exemplo evidencia o que é uma linguagem de marcação, na medida em que são inseridas “marcas” em um conteúdo de texto, alterando-o conforme se instrui o navegador de que forma ele deve renderizar um conteúdo qualquer.

A importância do HTML

Como vimos no exemplo de uso da linguagem, criar um conteúdo usando o HTML para melhor exibi-lo, é tarefa simples e que produz resultados a partir de conhecimentos bastante básicos e acessíveis a qualquer pessoa. Essa simplicidade e facilidade, foram os principais fatores de impulsionamento dos primeiros sites na Internet.

Quem tem mais tempo na Internet e pôde acompanhar os sites que eram produzidos e publicados em meados dos anos 90 até meados de 2000, há de se lembrar da simplicidade que muitos tinham e que não impediu que muitos deles fossem acessados por muitos visitantes, tornando-se famosos e permitindo que posteriormente evoluissem.

Naquela época, poucas horas de aprendizado e treino, eram suficientes para que qualquer um desse o primeiro passo para marcar sua presença digital. Ter um site, mesmo que simples, já era melhor do que não ter site algum.

Naturalmente e como tudo na vida – especialmente quando o assunto é tecnologia – há evoluções e aprimoramentos e com o HTML não foi diferente. Se ainda há muitos sites baseados na versão 4.1 da linguagem, após muito tempo, estudos, testes, discussões, finalmente temos o HTML 5, o qual coloca a disposição dos desenvolvedores, novas e melhores formas de se apresentar conteúdo.

  1. Aliado a isso, é importante que se saiba que mesmo não sendo necessário mais do que pouquíssimos recursos, criar mesmo que um simples site institucional com aparência e destinação profissionais, requer conhecimento sobre um grande acervo de tecnologias que são empregadas por um web designer experiente e mesmo pelas grandes agências, com o objetivo de produzir sites fantásticos, ainda que façam uso de HTML.
  2. Se antes bastava conhecer CSS (Cascading Style Sheets) para dar uma aparência mais agradável ao produto final e um pouco de programação baseada na linguagem de programação Javascript, para incluir um formulário ou algum tipo de interação na interface criada para o usuário, como um menu mais sofisticado em termos de opções, hoje a criação de sites dinâmicos exige dominar um acervo de conhecimentos como uma linguagem de programação server-side (lado do servidor), como por exemplo o PHP, bancos de dados, criação / manipulação de imagens, entre outros conhecimentos que ampliam o leque de opções de criação.
  3. Mas é inegável que mesmo hoje, o HTML ainda representa um importante pilar sobre o qual são construídas as mais diversas opções de sites e que sobreviveu a outras tentativas de fornecer alternativas para criação de sites, como foi o caso da tecnologia Flash, da Adobe, a qual em certo momento pareceu ameaçar o reinado do HTML, mas que sucumbiu e que hoje praticamente inexiste.
  4. Por fim, mas não menos importante, é fundamental saber que foi graças ao HTML que não apenas muitas pessoas puderam ingressar na Internet por meio da simplicidade oferecida na elaboração de um site por elas mesmas, mas que abriu as portas para muitos dos profissionais de criação que hoje desenvolveram-se e puderam ser empreendedores do setor, graças as suas características e a acessibilidade para publicar e manter um site, oferecidas por modelos de hospedagem, como a hospedagem compartilhada ou revenda de hospedagem.

Muita gente que aí está trabalhando na criação e desenvolvimento de sites, começou baixando um PDF sobre HTML, de algum site feito por alguém que deu o primeiro passo exatamente da mesma forma! Se hoje existem bilhões de sites publicados, pode-se dizer sem medo de errar, que muito se deveu ao HTML!

Conclusão

O HTML é uma linguagem de marcação – e não de programação – que representa o desenvolvimento da Internet, especialmente no que diz respeito aos sites, aos patamares do que a rede representa hoje na vida das pessoas. Não é exagero dizer, que boa parte do que temos hoje, deve-se ao surgimento e desenvolvimento da linguagem ao longo de sua história.

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