Como Saber Em Que Ações Investir?

Mas como saber qual a hora de vender a ação e embolsar os lucros ou mesmo amargar um prejuízo, antes que ele fique grande demais? Na teoria, a resposta é simples. Se o ideal é comprar uma ação quando ela está barata, o bom momento para vender, se você acertou o ponto de entrada, é quando ela está cara.

Mas a realidade é mais dura do que isso. Seja porque o investidor pode errar na avaliação de que a empresa estava barata — e o papel cair ladeira abaixo. No episódio de hoje dos #5Coisas, damos 5 dicas para você saber a hora de dar tchau para aquela ação que já cumpriu o seu papel no portfólio.

#1 – Fique de olho no balanço

Os balanços trimestrais são a principal fonte de dados para fazer uma análise fundamentalista da empresa e sua ação.

Situações como reestruturação da companhia, nova administração, entre outras, podem levar a empresa a um período de estagnação temporário. Se não houver uma razão que justifique a estagnação, a companhia pode estar em um final de ciclo e as ações tendem a se desvalorizar.

#2 – Quer vender por quanto?

Você precisa traçar um plano de voo para sua ação quando compra e botar na ponta do lápis quantos reais ela deve alcançar. Você pode consultar relatórios de recomendações para ter uma base de preço

Quando a ação alcança o preço que você esperava é hora de vender ou de no mínimo reavaliar o investimento para entender se o ativo ainda tem algum potencial de valorização.

#3 – Como anda o setor dessa empresa?

Para entender se uma empresa está entregando um desempenho realmente acima da média, é preciso levar em consideração o setor em que ela está inserida e o ciclo econômico.

No caso dos ciclos econômicos, é esperado que uma empresa de vestuário, por exemplo, tenha bom desempenho em períodos de crescimento da economia. Se isso não está acontecendo ou se a empresa tem performance consistentemente abaixo da concorrência, talvez já tenha até passado da hora de vender a ação.

Além do setor, o desempenho e as perspectivas para a economia a qual a empresa está exposta merecem atenção. Enquanto uma varejista é dependente da atividade doméstica, uma mineradora acompanhará mais de perto a economia chinesa, por exemplo.

#4 – Observe múltiplos e indicadores

Algumas “fórmulas” podem ajudar o investidor a comprar ações de diferentes empresas e a identificar oportunidade de compra. Vale lembrar que nenhum múltiplo é capaz de entregar – sozinho – a análise completa de uma empresa ou de uma ação. Eles devem ser usados em conjunto com outros parâmetros de decisão de investimentos, como outros múltiplos e indicadores de análise fundamentalista.

O “P” (do Preço/Lucro) é o valor da ação no momento da análise e “L” o lucro líquido da companhia, dividido pela quantidade de ações em circulação.

Idealmente se usa no denominador o lucro líquido projetado para os próximos 12 meses, mas na ausência dessa estimativa alguns agentes de mercado usam o resultado dos últimos 12 meses (essa troca é pior para avaliar empresas com forte crescimento).

Esse múltiplo mostra, grosso modo, o tempo que uma empresa levaria para gerar valor suficiente para cobrir o preço de suas ações. Neste caso, quanto menor o número obtido, mais barata estaria a empresa. E vice-versa.

Um outro indicador, que não é múltiplo, mas também pode ajudar na avaliação sobre a hora de se desfazer de um papel, é o retorno com dividendos, ou “dividend yield” — especialmente se a ação foi comprada com o objetivo de receber lucros distribuídos das companhias.

Esse indicador mede o retorno relativo da ação de acordo com os proventos (juros sobre capital próprio e dividendos). Para calculá-lo é preciso dividir os valor dos proventos pagos pelo preço da ação e multiplicar por 100. Quanto maior o resultado, maior o retorno percentual dado pela ação só com os dividendos.

#5 – Ação em queda livre? Talvez seja melhor admitir o prejuízo

Avaliou bem as ações de seu portfólio e percebeu que já passou bastante da hora de se desfazer de um ativo que “deu ruim”?

Às vezes o melhor é mesmo amargar o prejuízo, antes que ele se torne um enorme monstro em seu portfólio que irá corroer os ganhos de outras aplicações.

Investir em ações: 6 Dicas para começar sem medo!

Quem quer rentabilizar a carteira e ter possibilidades de ganhos maiores — especialmente no longo prazo — precisa saber como investir em ações. Esse tipo de investimento tem se tornado cada vez mais popular entre os investidores que buscam alternativas mais atrativas do que a renda fixa.

No entanto, é preciso dizer que existem riscos ao investir em ações e eles devem ser considerados. Os investimentos seguros continuam tendo importância em uma estratégia de investimentos. Caso queira arriscar mais em busca de maiores rentabilidades, é importante entender a dinâmica do mercado.

Neste artigo, você entenderá como perder o medo de investir em ações com 6 dicas simples. Vamos lá?

O que é e como funciona o mercado de ações?

Para começar, vamos entender mais sobre o mercado de Ações. Ele é o ambiente de negociação em que os investidores realizam a compra e a venda de ativos de empresas de capital aberto. As operações acontecem por meio da bolsa de valores.

O mercado financeiro e o mercado de capitais se movimentam de acordo com diversos fatores, como mudanças econômicas, políticas, empresariais etc. Tanto questões nacionais quanto em outros países provocam reações na bolsa de valores.

Entre as principais características do mercado de ações estão o risco e a alta volatilidade. Como consequência, existem momentos de altos e baixos nesse mercado. Mas, com conhecimento e estratégia, é possível manter o risco controlado e buscar boas rentabilidades. Se quiser saber mais sobre volatilidade, clique aqui e acesse o nosso conteúdo sobre o tema.

Portanto, é fundamental avaliar o contexto econômico, o histórico da empresa e o desempenho dela na bolsa antes de começar a investir. Também é importante lembrar que resultados positivos no passado não garantem lucros futuros.

Por fim, vale destacar que não são apenas as ações que são negociadas na bolsa de valores. É possível investir, por exemplo, em Fundos Imobiliários (FIIs), Exchange Traded Funds (ETFs), além de operar com derivativos no mercado futuro.

Saiba mais em: Mercado de Ações: o que é, como funciona, como investir e vantagens

6 dicas para começar a investir em ações

Agora que você sabe um pouco mais sobre como investir em ações e o funcionamento do mercado, pode conferir as 6 dicas que preparamos para começar.

Acompanhe!

1. Conheça o mercado e suas alternativas

Já apresentamos um pouco sobre o mercado de ações. Entendê-lo é o primeiro passo que qualquer investidor deve dar antes de investir. Seus investimentos são feitos diretamente na bolsa de valores por meio da plataforma de investimento disponibilizada por um banco de investimentos.

Para comprar uma ação com mais segurança, é válido pesquisar e estudar o ativo. Se você não tem muito tempo para fazer as análises necessárias, existe a opção de investir em fundos de ações ou em ETFs. As alternativas têm a vantagem de contar com o trabalho de gestores.

2. Analise seu perfil e seus objetivos

Existem possibilidades para investir ações de acordo com diversos perfis e objetivos, tanto de investimento quanto de especulação. Então, você deve analisar qual é a sua tolerância ao risco e quais são as suas expectativas em curto, médio e longo prazo.

Devido à volatilidade das ações, o investimento é mais indicado para perfis moderados e arrojados. Isso também faz com que elas sejam mais adequadas para o longo prazo, caso você não queira se expor tanto.

O motivo é que, mesmo com variações no curto prazo, empresas com bons fundamentos tendem a recuperar seu crescimento e ter resultados positivos no futuro.

3. Tenha uma estratégia clara

Quem investe em ações com foco no longo prazo tem basicamente duas formas de rentabilizar com o investimento. É possível lucrar, por exemplo, com a valorização do preço dos papéis ao longo do tempo.

Outra possibilidade é investir visando receber dividendos. Eles são parte dos lucros das empresas que pode ser distribuída aos acionistas.

A distribuição de dividendos é obrigatória no Brasil, mas eles são pagos de acordo com regras próprias das companhias. Assim, o percentual e a frequência da distribuição dependem do que estiver registrado no estatuto da empresa.

Leia também: O que são dividendos e como ganhar dinheiro com eles?

4. Faça uma análise de fundamentos

A análise de fundamentos é a mais utilizada por investidores de longo prazo. Ela ajuda a escolher a ação para investir e pode indicar os melhores momentos para comprar e vender os ativos.

Em geral, quem faz essa avaliação quer se tornar sócio de boas empresas e montar uma carteira de investimentos sólida. Logo, com potencial para dar resultados consistentes em um grande intervalo de tempo.

A análise fundamentalista serve para entender a situação econômica, financeira e mercadológica de uma companhia. A partir de um estudo mais aprofundado, o investidor pode traçar um perfil completo da empresa e do ativo, visando estabelecer projeções. Saiba mais sobre o tema no vídeo a seguir:

5. Tenha constância nos aportes

Ter disciplina e constância nos aportes é fundamental para ter sucesso nos investimentos. Aplicar dinheiro frequentemente é uma estratégia muito usada por quem busca concretizar seus objetivos. Afinal, a prática aumenta o seu patrimônio.

Ao fazer aportes constantes, você pode avaliar as melhores ações e montar uma carteira diversificada. Essa atitude também permite alcançar a melhor relação entre risco e retorno, de acordo com a sua tolerância às variações da bolsa.

Mensalmente, nossos analistas do time de research mais premiado do país, divulgam a carteira recomendada de ações com as melhores oportunidades do mês. Acesse aqui a carteira recomendada gratuitamente.

6. Estude sempre sobre o assunto

Como vimos, o mercado financeiro tem diversas características que podem tornar o investimento em ações vantajoso. Contudo, a bolsa de valores é influenciada por fatores que podem levar à queda — e todo investidor precisa estar preparado para as possíveis perdas e ganhos.

Leia também:  Como Se Chama A Arvore Que Da Tamaras?

Portanto, você deve seguir sempre aprendendo sobre o assunto. Por exemplo, por meio de cursos, vídeos, grupos de estudo, entre outros.

Acompanhe as notícias sobre o mercado financeiro e lembre-se de que investir em conhecimento é importante em qualquer área. E este investimento não precisa ser em dinheiro.

Aqui no #BlogBTG e também em nosso canal do YouTube temos diversos conteúdos que podem ser fundamentais em sua jornada de aprendizado.

Quanto mais você estuda, melhor pode ficar a sua estratégia de investimento. Assim, é possível diluir os riscos e aumentar as chances de ter resultados positivos na bolsa.

Com a queda na taxa de juros, o mercado de renda variável está ganhando cada vez mais espaço entre os investidores. Mas, para perder o medo de investir na bolsa, você deve entender como investir em Ações e saber como funciona a dinâmica do mercado!

Conte com o BTG Pactual digital nessa jornada! Continue acompanhando nossos conteúdos e aproveite para ler também nosso Guia completo de renda variável e saiba tudo sobre este universo de possibilidades.

Como Saber Qual Ação Comprar na Bolsa de Valores Para Ter Retornos Acima da Média

Se você já se perguntou: como saber qual ação comprar na bolsa de valores? Então você vai gostar desse post.

  • Pois agora você vai descobrir tudo que tenho utilizado há mais de 10 anos para identificar e comprar ações que têm me trazido retornos acima da média.
  • Vale lembrar que essa é uma questão muito importante.
  • Pois se você NÃO souber qual ação comprar, você corre o sério risco de ter grandes prejuízos e ser expulso da bolsa.
  • Mas, se você souber qual ação comprar, você aumenta suas chances de ter uma rentabilidade altíssima, daquelas que são capazes de transformar uma vida.
  • Então, se você quer descobrir como saber qual ação comprar para ter um alto retorno, leia esse post até o final.
  • Veja o que você vai descobrir hoje:
  1. O que é uma ação.
  2. Como saber se uma ação tem alto potencial lucrativo.
  3. Como saber o melhor momento para se comprar uma ação.
  4. Como saber o melhor momento para se vender uma ação.

Se você gostou do conteúdo, já clique em algum dos ícones acima e compartilhe esse post com seus amigos e ajude-os a descobrir quais ações comprar na bolsa de valores para ter altas rentabilidades.

Quer saber o passo a passo para começar a investir na bolsa com sucesso? Clique aqui e baixe o eBook grátis com tudo que você precisa saber para conquistar altas rentabilidades na bolsa, com risco QUASE zero e com no máximo 30 minutos de dedicação por semana.

Vamos então agora aos tópicos citados.

1. O que é uma ação?

Exemplo de um certificado de ações da Ford (hoje esse documento não existe mais, pois fica tudo registrado eletronicamente)

  1. Antes de investir na bolsa de valores, é importante que você saiba o que é uma ação para que você saiba no que está investindo.

  2. Muitos investidores iniciantes não se importam com isso e vêem as ações como simples papéis ou até mesmo como bilhetes de loteria.
  3. E se você encarar as ações desse jeito, você vai acabar como a maioria perdedora que enxerga a bolsa de valores como um grande Cassino.
  4. O que está bem longe de ser verdade.

  5. Por isso, é importante você saber que uma ação nada mais é que a menor parte de uma empresa.
  6. Então, quando você compra uma ação, você está na verdade comprando uma pequena parte de uma grande empresa, de um grande negócio.

  7. Veja, você não está comprando um bilhete de loteria que vai deixar você rico da noite para o dia, mas sim, uma parte de uma grande empresa que pode dar retornos acima da média no longo prazo.
  8. Mas isso, só se você souber diferenciar uma empresa ruim de uma empresa boa.
  9. Dito isso, vamos ao próximo tópico.

2. Como saber se uma ação tem alto potencial lucrativo

Fique tranquilo(a), você NÃO vai precisar de 12 monitores para saber qual ação comprar.

  • Se uma ação é a menor parte de uma empresa, então é necessário você saber analisar se essa empresa tem potencial para crescer mais ainda ou se ela está mal das pernas.
  • Isso porque se a empresa começar a diminuir seus lucros (ao invés de aumentá-los), o preço de suas ações tende a diminuir junto.
  • Afinal, o que vale mais?
  • Uma empresa que dá lucro ou uma empresa que dá prejuízos?
  • Com certeza a que dá lucros!
  • Quando uma empresa é capaz de se manter lucrativa e crescer de maneira sustentável, falamos que essa é uma empresa que gera VALOR ao acionista.
  • E quanto maior o VALOR que uma empresa gera, maior tende a ser o PREÇO de suas ações.
  • Bem diferente de empresas que têm prejuízos.

Se a empresa não dá dinheiro, então nenhum investidor vai querer colocar dinheiro nessa furada. Pois investimos nosso dinheiro para que ele se multiplique, certo?

  1. Portanto, para saber se uma ação tem alto potencial lucrativo, você deve ser capaz de analisar como anda a sua saúde financeira.
  2. Pois o que importa no final das contas é se uma empresa é capaz de lucrar de forma consistente e responsável com o passar dos anos.
  3. Então para isso, basta você analisar o balanço financeiro das empresas da bolsa.
  4. Essa análise é conhecida como Análise Fundamentalista, onde você analisa o que é fundamental para uma continuar crescendo no longo prazo.
  5. Todas informações que você precisa estão disponíveis no site oficial da B3, a bolsa de valores brasileira.
  6. Através desses dados, basta você analisar se uma empresa:
  • é lucrativa
  • é forte geradora de caixa
  • possui dívida controlada

Se a empresa apresentar todos esses 3 requisitos, então são grandes as chances de que ela continue crescendo nos próximos anos.

Agora, se a empresa falhar em algum desses requisitos, ou não tiver nenhum, então as chances são de que ela cresça menos ou até mesmo vá à falência com o passar dos anos.

Mas só analisar os fundamentos NÃO é o suficiente.

  • Pois os mercados não são eficientes.
  • Ou seja, nem sempre os preços das ações estão em sintonia com a tamanho do valor da empresa.
  • Às vezes uma euforia exagerada do mercado (como a expectativa de melhora na economia de um país) pode fazer com que o preço das ações suba demais.
  • Fazendo uma ação custar mais caro do que deveria.
  • O mesmo vale para quando um sentimento de pessimismo toma conta do mercado (como a crise do subprime de 2008 lá dos EUA que quebrou várias grandes empresas) e acaba fazendo as ações caírem muito mais do que deveriam.
  • Fazendo com que fiquem baratas demais.
  • Então, não basta você simplesmente comprar uma ação com bons lucros a qualquer preço.
  • Pois você pode pagar caro por uma ação e amargar grandes prejuízos caso uma forte queda de preços ocorra após sua compra.
  • Num cenário desses, você teria prejuízos mesmo investindo em uma ação de uma boa empresa.

O que não faz sentido algum. Concorda?

  1. Seria como comprar um excelente imóvel, bem localizado, com ótimo acabamento e todo mobiliado por R$ 1milhão … mas que vale apenas R$ 500 mil.
  2. Vai ficar bem difícil de ter lucro nessa operação.
  3. Por esse motivo, você deve ler o próximo tópico.

3. Como saber o melhor momento para comprar uma ação

SIM, o timing é importante.

  • Você já deve saber que pagar caro por alguma coisa diminui a sua margem de lucro, certo?
  • Por exemplo, se você comprar um bom apartamento que vale R$ 1 milhão por R$ 1,5 milhões e depois for tentar vender … dificilmente você terá lucro.
  • Pois você teria que vender por mais do que R$ 1,5 milhões um apartamento que na média é negociado a R$ 1 milhão.
  • O mesmo vale para ações.
  • Se você pagar caro pela ação de uma boa empresa, dificilmente você terá lucro … mesmo a empresa sendo boa.
  • Por esse motivo é necessário saber avaliar se o preço de uma ação com bons fundamentos está barato (ou pelo menos no preço justo) antes de comprá-la, senão fica difícil ter uma boa margem de lucro.

As vantagens de se saber o momento certo de comprar uma ação

Veja, se você sabe quando uma ação está barata, você ganha de diversas maneiras:

  • sua rentabilidade acaba sendo muito maior.
  • sua margem de segurança fica mais alta, o que diminui o risco de prejuízos (e facilita na hora de aguentar os solavancos do mercado).
  • seu dinheiro rende mais em menos tempo, pois se uma ação não tem muito mais para onde cair, a direção mais óbvia que ela tende a seguir é a de alta (uma forte alta, diga-se de passagem).

Então, veja que a habilidade de saber quando os preços estão baratos vale ouro na bolsa de valores.

É a diferença entre comprar uma ação no topo, como na figura abaixo:

Rentabilidade de apenas 3,94% em 6 anos.

E comprar a mesma ação bem no momento em que ela estava barata, ou próxima de reverter:

Uma rentabilidade de íncríveis + 450,84% em 3 anos.

Ou seja, quem comprou no topo em 2013:

  • teve uma baixa rentabilidade.
  • teve que aguentar cerca de 2 anos com um grande prejuízo (e perdendo seu sono por ter feito besteira).
  • teve que esperar 6 anos para ficar um pouco acima do zero a zero (se tivesse deixado na poupança teria rendido no mínimo 12% no mesmo período, isso sendo pessimista).
Leia também:  Como Saber Que Alguem Nos Ama?

E quem soube aguardar para comprar próximo ao fundo em 2016:

  • teve uma rentabilidade MUITO acima da média.
  • teve uma alta rentabilidade correndo um risco baixíssimo (e ainda pôde sorrir de orelha a orelha vendo seu patrimônio se multiplicar).
  • teve que esperar apenas 3 anos para ver seu dinheiro se multiplicar por mais do que 5X (qual outro investimento entregou tamanha rentabilidade com tão baixo risco?).

Então, veja que eu não estava exagerando quando disse que dominar essa habilidade de comprar ações por preço baratos valia ouro na bolsa de valores.

4. Como saber qual o melhor momento para vender uma ação

  1. Essa é uma dúvida que é comum entre muitos investidores.
  2. Como a maioria acha que a Bolsa de Valores é um cassino e que você tem que fazer seu lucro rápido … as pessoas, no geral, acabam vendendo ou no prejuízo ou com um lucro muito menor do que poderiam ter.

  3. Mas o que esses investidores ainda não entenderam, é que na bolsa de valores você investe em empresas … e não em bilhetes de loteria.
  4. Uma vez que você sabe avaliar a saúde financeira de uma empresa e sabe qual o melhor momento de se comprar essa ação, fica tudo mais fácil.

  5. O lucro cresce rápido, seu investimento de torna mais seguro e você enriquece exponencialmente.

Mas talvez agora você esteja se perguntando…

  • “Tá Bruno, mas até quando segurar uma ação?”
  • A resposta é simples: até a empresa começar a ficar ruim.
  • E você pode perceber quando uma empresa está ficando ruim quando ela começa a perder a solidez dos seus fundamentos.
  • Ou seja, quando ela começa a ter prejuízos, quando começa a ter fluxo de caixa negativo ou quando a dívida começa a ficar muito grande.
  • Se você comprou uma ação de uma boa empresa por um preço barato e ela começou a ficar ruim, dificilmente você terá prejuízos …
  • Pelo contrário, você poderá sair até mesmo com um belo lucro dessa operação.

Conclusão

Vamos recapitular o que você aprendeu nesse post:

  1. Você aprendeu o que é uma ação.
  2. Você aprendeu a ver quando uma ação tem alto potencial lucrativo
  3. Você aprendeu a qual o melhor momento de se comprar uma ação.
  4. Você aprendeu qual o melhor momento para se vender uma ação.
  1. Esses princípios que você acabou de aprender são os mesmos princípios que os investidores mais ricos do mundo seguem para enriquecer cada vez mais.
  2. Porém, a maioria das pessoas comuns que tentam seguir o mesmo método de análise que esses investidores, acaba se dando mal.
  3. Isso porque é um método muito complicado e trabalhoso, criado por um gênio dos investimentos para outros gênios dos investimentos usarem.
  4. Esse foi um problema que eu tive quando finalmente descobri qual o segredo dos grandes investidores … e cheguei a ficar frustrado com isso.
  5. Mas depois de muito estudo, experimentos e até alguns prejuízos, consegui criar uma maneira diferente de ter os mesmos resultados que os grandes, mas sem ter que usar o mesmo método deles.

E sim! Isso é possível.

  • Nessa vídeo-aula eu mostro como cheguei a conquistar rentabilidades de até 162,43% em 12 meses com risco QUASE zero e com no máximo 30 minutos de dedicação por semana.
  • Se você é uma pessoa comum, como eu, que procura uma maneira mais simples, descomplicada e eficaz de investir na bolsa, então você vai gostar desse treinamento.
  • Espero que esse post tenha ajudado você a aprender mais sobre a bolsa de valores.
  • Qualquer dúvida é só enviar nos comentários abaixo.
  • Abraços e sucesso,
  • Bruno Kataoka

Como investir em ações? Guia para iniciantes com passo a passo

Você já conhece os fundamentos do mercado de ações, mas ainda não tomou coragem para começar a investir? Talvez ainda esteja faltando entender como fazer isso na prática.

Existe uma variedade de formas, métodos e estratégias para negociar no mercado de renda variável, o que nem sempre é trivial.

Esse guia do InfoMoney procura apresentar alguns aspectos do cotidiano de quem investe em ações. Você confere o que é preciso fazer para iniciar as aplicações e que estratégias são as mais adequadas para cada investidor.

• O que são ações?• Estratégias para investir em ações• Análise de ações• Vantagens e riscos• Quanto custa?• Como investir em ações

O que são ações?

O capital das empresas é dividido em centenas, milhares ou até milhões de pequenas partes – e cada uma delas é uma ação. Parte das ações pertence aos empreendedores, parte a outros sócios. Em alguns casos, uma terceira parte é negociada na bolsa de valores, onde os investidores podem comprá-las e vendê-las. Quem compra esses papéis no mercado se torna também um acionista.

Ao comprar ações de uma companhia aberta, os investidores em geral têm o objetivo de compartilhar dos ganhos que ela obtém. Isso se dá, basicamente, de duas maneiras. As empresas distribuem dividendos, que são parte dos seus resultados. Eles são pagos aos investidores na proporção do número de ações que cada um deles possui.

A outra forma de ganhar na bolsa de valores é com a valorização das ações. As cotações variam com o tempo, conforme as companhias crescem e também de acordo com os movimentos da economia e do mercado. Sai ganhando quem investe em ações por um valor e se desfaz delas mais tarde, vendendo os papéis por um preço maior.

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Estratégias para investir em ações

Não existe um jeito só de investir em ações. Na verdade, há uma infinidade de técnicas e estratégias diferentes de operar com renda variável. A escolha das mais adequadas depende do perfil do investidor e seus objetivos, mas também do momento e das condições do mercado. Conheça algumas das estratégias mais comuns abaixo:

Day trade

É assim que são chamadas as negociações de curtíssimo prazo realizadas na bolsa de valores. E o prazo é curtíssimo de verdade: um day trade é uma operação que combina a compra e a venda de uma mesma ação em um mesmo dia, pelo mesmo investidor, usando a mesma conta e na mesma corretora.

Leia Também:• Seis lições para ser um trader vencedor

Por isso, a liquidação de um day trade é exclusivamente financeira. As ações não transitam pela carteira de custódia do investidor. Muitas vezes, quem negocia lança mão da alavancagem – operando um valor maior do que efetivamente possui – numa tentativa de ampliar os ganhos.

O day trade costuma ter algumas características especiais em relação às outras compras e vendas de ações. As corretoras, por exemplo, costumam praticar taxas de corretagem mais baratas do que nas operações tradicionais. A tributação do day trade também é diferente (leia mais na seção Quanto custa investir em ações?).

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Curto prazo

De modo geral, investimentos com um horizonte de alguns dias, semanas ou meses – até um ano – são considerados de curto prazo.

No mercado de ações, uma técnica comum para fazer aplicações desse tipo é chamada de swing trade.

Mesmo com a compra e a venda não sendo finalizadas no mesmo dia, as operações de curto prazo ainda exigem um acompanhamento constante do mercado, pois se baseiam em achar oportunidades de ganho em pouco tempo.

Esse tipo de negociação está entre os mais comuns na bolsa de valores, e mesmo investidores não profissionais por vezes aplicam com esse horizonte de tempo em mente.

No entanto, é importante ressaltar que negociar visando o curto prazo tem suas peculiaridades.

É recomendável, por exemplo, optar por ações com liquidez elevada, para conseguir se desfazer delas com facilidade na hora de encerrar o investimento.

Longo prazo

É bastante comum ouvir a recomendação de que ações são investimentos interessantes para quem tem o longo prazo como objetivo. Existem algumas razões para isso.

Ao comprar ações, o investidor se torna sócios da empresa e tende a ganhar junto com ela conforme a receita cresce e os resultados aparecem. Isso, é claro, não acontece de um dia para o outro. Demanda algum tempo de maturação.

Também é importante lembrar que, embora reflitam os resultados das empresas, os preços das ações também variam conforme as condições do mercado. É comum que alguns acontecimentos transitórios causem euforia – ou desespero – no mercado, o que pode ter um impacto direto sobre as cotações. Elas tanto podem subir quanto cair de maneira repentina.

Uma declaração negativa feita por um governante, por exemplo, tem potencial para causar efeitos desse tipo. De uma hora para outra, as ações que você possui podem passar a valer 5% ou 10% menos.

Não significa que a empresa deixou de ser uma boa aposta, e sim que naquele momento ela sofreu uma interferência externa no seu preço.

Se o investidor tem tempo para esperar, o provável é que a onda negativa passe e, algumas semanas depois, os preços se recuperem. Já se precisar do dinheiro no curto prazo, é possível que acabe tendo de embolsar o prejuízo.

Uma técnica bastante usada por quem opera no longo prazo é chamada de position trade, em que as posições em ações são mantidas por mais tempo. É uma boa pedida inclusive para quem não tem tempo de se dedicar todos os dias a acompanhar os movimentos da bolsa.

Dividendos

Alguns investidores se interessam mais pelos dividendos distribuídos pelas empresas do que propriamente pela possibilidade de ganhar com a valorização das ações. É uma forma de viver de renda operando na bolsa de valores, em vez de com títulos públicos ou outros papéis de renda fixa.

Leia também:  O Que Comer Como Pos Treino?

Normalmente, empresas bem estabelecidas, que tenham as suas receitas crescendo de maneira constante e sem uma necessidade muito grande de investimento são boas pagadoras de dividendos.

As empresas distribuidoras do setor elétrico são um dos exemplos mais citados. Seu faturamento, que provém do pagamento das contas de luz, é reajustado periodicamente. Como elas já atendem as principais localidades, também não precisam realizar investimentos muito pesados na expansão das operações. Conclusão: sobra mais dinheiro para os acionistas.

Os dividendos recebidos das empresas podem tanto servir como uma renda recorrente do investidor, quanto podem ser reaplicados na compra de mais ações. Tudo depende dos objetivos e interesses de cada um.

Long short

Quando se pensa em bolsa de valores, a operação mais tradicional é a compra de ações, uma posição também conhecida como “long”. Porém, é possível realizar outros tipos de negociações, baseadas na venda de papéis. Elas costumam ser recomendadas para quem já possui alguma familiaridade com o mercado.

Operar vendido (ou “short”) é o mesmo que vender uma ação antes mesmo de comprá-la. Numa operação tradicional de compra, o principal objetivo é conseguir adquirir papéis por um preço mais baixo e, no futuro, desfazer-se deles a um preço mais alto.

Já numa operação vendida, o raciocínio é exatamente o oposto: vender as ações e recomprá-las mais tarde por um valor mais baixo, embolsando a diferença.

Operações short permitem ganhar quando o mercado está em queda. Para executá-las, é preciso fazer um aluguel de ações. Assim, é possível vender as ações que foram alugadas, recomprar os mesmos papéis e devolvê-los ao locatário. O risco é o cenário imaginado pelo investidor – de queda do mercado – não se concretizar. Se as cotações dos papéis subirem, o resultado será prejuízo.

Como escolher e analisar ações

Agora que você já entendeu os principais tipos de operações que podem ser feitas na bolsa de valores, as perguntas são outras: que ações comprar? A que preço? Quando? Com que perspectiva de retorno?

Para chegar a uma conclusão sobre isso, é preciso realizar uma análise de investimentos. Ela serve para traçar cenários sobre os preços futuros das ações, o que pode ajudar os investidores a fazerem suas escolhas. É com base na análise de investimentos que as corretoras recomendam a compra ou a venda de ações, por exemplo.

Existem dois tipos principais de análises aplicadas ao mercado de ações: a técnica e a fundamentalista. Conheça os detalhes de cada uma:

Análise técnica

A análise técnica parte do princípio de que as informações relacionadas a uma ação são expressas no seu gráfico de preços.

Afinal, o valor pelo qual um papel está sendo comprado ou vendido reflete a percepção que analistas, investidores profissionais, pessoas físicas e todo o restante do mercado têm sobre ele.

Assim, observar as curvas do gráfico de cotações de uma ação permite identificar padrões e estimar o comportamento no futuro.

Os gráficos utilizados para realizar esse tipo de análise podem ser variados. Um investidor que opere com day trade deve observar gráficos em que cada ponto representa o comportamento da ação a cada 15 minutos. Já investidores que têm um horizonte de longo prazo podem prestar atenção a gráficos semanais ou mensais.

Nesses gráficos, os analistas técnicos procuram encontrar suportes e resistências, que são dois conceitos importantes da análise técnica.

Um suporte é um ponto de baixa do papel que representa o momento em que uma virada – naturalmente em direção a uma alta – tende a acontecer. Por isso, costuma ser encarado como um bom ponto de compra dos papéis.

Já uma resistência e um ponto de alta da ação, em que historicamente os preços param de subir e começam a cair. Pode representar um bom momento para vender os papéis.

Análise fundamentalista

A análise fundamentalista se baseia no estudo das características financeiras de uma empresa – perspectivas de crescimento, fluxos de caixa e risco – para determinar o valor potencial das suas ações.

O objetivo com isso é permitir ao investidor escolher papéis que tenham uma boa perspectiva de ganhos no futuro, evitando a compra de ações que já estejam cotadas a um valor muito próximo do potencial.

Há duas abordagens principais de análise fundamentalista. A top down parte do princípio de que o valor de uma ação sofre influência direta de fatores macroeconômicos – como inflação, juros ou taxa de desemprego – porque eles afetam o desempenho da empresa. Assim, as decisões de investimento deveriam ser tomadas considerando informações amplas primeiro, e projeções detalhadas depois.

Já na análise do tipo bottom up o ponto de partida são os fundamentos individuais de cada empresa.

Analistas com esse viés consideram importante avaliar fatores como modelo de negócio, governança corporativa, além das perspectivas de crescimento.

Na visão deles, quanto melhores forem essas características, melhor uma companhia poderia se sair – tanto nos bons momentos quanto nas épocas de economia ruim.

Vantagens e riscos de investir em ações

Um dos principais objetivos dos investidores é obter um retorno elevado – e no caso das ações, as possibilidades são de conseguir uma rentabilidade maior do que a da renda fixa.

O que é preciso para que o retorno de um investimento em ações seja positivo? Em primeiro lugar, que as empresas emissoras obtenham bons resultados nas suas operações e, com isso, cresçam em escala e em participação de mercado.

Mas isso não basta. O desempenho da economia em geral, do setor em que a empresa está inserida em particular, além dos humores do mercado acionário, também influenciam os movimentos de cada papel específico.

Ao mesmo tempo em que podem ser mais rentáveis, as ações também envolvem mais riscos do que outras modalidades de investimentos.

Ao contrário de um papel de renda fixa, em que o retorno é acertado com o investidor desde o início, uma ação não tem qualquer tipo de garantia de rentabilidade.

Dependendo da situação, os investidores podem inclusive registrar perdas – pelo menos temporárias.

Outra característica do mercado de ações é a volatilidade. Os preços dos papéis variam todos os dias, conforme as negociações realizadas na bolsa de valores. Alguns investidores lidam bem com as oscilações. Outros preferem alternativas mais estáveis.

Uma vantagem da bolsa de valores é o fato de que há ações de empresas de diferentes setores, portes e características sendo negociadas. Assim, os investidores podem diversificar sua carteira e diluir os riscos apostando em papéis com perfis distintos. Os fatores que levam uma ação a subir ou a cair não são os mesmos que influenciam outros papéis.

Por fim, vale destacar que, investindo em ações, você pode ganhar dinheiro com a valorização dos ativos e com os proventos distribuídos entre os acionistas.

Quanto custa investir em ações?

É possível começar a investir em ações com valores relativamente baixos. Por padrão, a maioria das ações são negociadas em lotes de 100. Para comprar um lote de uma ação que custe R$ 30, portanto, seria preciso aplicar R$ 3.000. No entanto, é possível adquirir quantidades pequenas de ações no mercado fracionário, onde elas não são negociadas em lotes (mas sim, individualmente).

É preciso considerar alguns custos envolvidos na negociação. As corretoras de valores, que fazem a intermediação das operações dos investidores na bolsa, são remuneradas com uma taxa de corretagem, que é um valor cobrado cada vez que alguém compra ou vende ações.

Existem formas distintas de cobrança. Muitas corretoras têm uma taxa de corretagem fixa, de R$ 10 ou R$ 20, por exemplo, cobrada a cada negociação. Também há algumas que não cobram taxas de corretagem, como a Clear.

Outras adotam um sistema taxa variável, que equivale a um percentual sobre o valor que o investidor deseja operar. Normalmente, ele se baseia na chamada “tabela Bovespa”, que é uma referência para quem adota esse modelo.

Uma outra taxa – de custódia – também pode ser cobrada por algumas corretoras. Ela remunera a instituição pela guarda das ações ao longo do tempo. Porém, já é muito comum encontrar corretoras que isentam os investidores dessa taxa.

Há ainda o custo relacionado à tributação. Há incidência de Imposto de Renda sobre os ganhos de capital obtidos pelos investidores. Assim, se uma ação foi comprada por R$ 100 e vendida por R$ 200, o IR é aplicado sobre os ganhos obtidos – nesse caso, de R$ 100. A alíquota é de 15% e o pagamento deve ser feito mensalmente por meio o carnê Leão.

Existe uma possibilidade de ficar isento de Imposto de Renda ao investir em ações. Não há cobrança caso o investidor faça vendas abaixo de R$ 20 mil por mês.

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Passo a passo; como começar a investir em ações

Para finalmente começar a investir em ações, é preciso seguir alguns passos básicos. Atentar a esses aspectos pode facilitar o processo e garantir que as decisões sejam tomadas de forma consciente e segura. Confira:

  1. Ter certeza de que esse mercado se encaixa com o perfil investidor

    Antes de decidir comprar ações, pergunte-se: qual é seu objetivo com o investimento? Seu perfil de risco é adequado para aplicar em renda variável? Quais as chances de você precisar do dinheiro no curto prazo?

    Uma ferramenta que pode responder essas questões é a Análise do Perfil do Investidor ou Suitability, um questionário aplicado pelas próprias corretoras para definir as características comportamentais dos clientes. Fazendo algumas perguntas, elas conseguem identificar os produtos mais adequados para cada um – e inclusive saber se as ações são uma boa alternativa para eles.

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