Como Saber De Quem Sou Descendente?

Como Saber De Quem Sou Descendente?

Desde o descobrimento do Brasil, muitos portugueses imigraram para cá, com o intuito de ganhar terras e quem sabe iniciar um negócio. O tempo foi passando e, aos poucos, todos os descendentes desses imigrantes passaram a serem considerados brasileiros. O que pode fazer com que você se pergunte: como saber se tenho descendência portuguesa?

Mas, calma, esse parentesco não precisa necessariamente estar tão distante! Seus antepassados podem ter vindo para terras brasileiras em tempos mais recentes, a partir dos anos de 1835, quando houve um aumento no número de imigrantes portugueses.

Talvez algum dos seus antepassados tenha vindo de Portugal para o Brasil, e, dependendo do quão próximo você esteja dele na árvore genealógica, poderá pedir cidadania portuguesa.

Para saber se você tem descendência portuguesa, existem alguns meios de pesquisa que vão confirmar essa situação. A pergunta “como saber se tenho descendência portuguesa” não sai da sua cabeça?

Confira como você pode descobrir isso:

Como Saber De Quem Sou Descendente?A pesquisa sobre os antepassados é essencial para descobrir se você pode ter descendência portuguesa. Fonte da imagem: VIX

Muitas pessoas se interessam em conhecer mais sobre o passado da família. Inclusive, porque essa é uma forma bastante prática de provar que você é descendente de determinado país e, então, conseguir a cidadania.

Essa situação é bastante comum com os brasileiros, já que muitos portugueses imigraram para cá ao longo da história do país. Quem está com a dúvida “como saber se tenho descendência portuguesa” deve:

Descobrir sua árvore genealógica

Essa forma de descobrir mais sobre o seu passado talvez lembre muito do tempo da escola, mas é uma maneira muito prática para ajudar a identificar antepassados portugueses. Você pode começar por si mesmo e ir subindo os dados. Anote os nomes e datas de nascimento dos seus pais e se eles são nascidos no Brasil.

Em seguida, parta para os avós de ambos os lados da família. Tente destrinchar a árvore ao máximo, até seus bisavós, por exemplo. Mas como você vai preencher esses dados? Até os avós, geralmente, a tarefa é fácil. A partir daí, pode complicar um pouco.

Pergunte aos seus pais e avós ou qualquer outro familiar que se lembre do passado da família. Quanto mais informações obtiver, melhor.

Entenda como funciona o procedimento

Sites específicos para busca de imigrantes

Existem alguns sites que documentam dados de imigrantes portugueses desde o ano de 1835. No caso, um acervo de registro de passaportes. Se você tem o nome e data de nascimento de um parente, pode verificar se ele é português. A busca por sobrenome também ajuda bastante, principalmente se você está trabalhando na árvore genealógica da família.

O Family Seach é uma ótima ferramenta nesse caso. No Arquivo Nacional e no Museu da Imigração, você pode pesquisar dados sobre imigrantes que chegaram ao Rio de Janeiro e São Paulo.

Descendência portuguesa: saiba como descobrir se você tem ou não

Se você tem vontade de ter a nacionalidade portuguesa, mas não sabe por onde começar, o primeiro passo é saber se você tem descendência portuguesa. Por isso, hoje vamos te ajudar! Quer saber se você tem descendência portuguesa? Vamos te falar como e onde buscar os antepassados da sua família!

Todo brasileiro é descendente de Português?

Apesar dos portugueses serem o segundo grupo de pessoas que mais povoou o Brasil, desde a época da colonização, perdendo apenas para os africanos,  não podemos afirmar que absolutamente toda a população brasileira possui um laço sanguíneo com Portugal.

Além disso, o número de imigrantes portugueses no Brasil vem diminuindo ao longo dos anos, enquanto, o número de imigrantes brasileiros, em território português vem aumentando, desde 2015.

Só para se ter uma ideia, em 1.929, eram 655.706 portugueses que viviam no Brasil, em 2010 este número já era de 137.973 e trata-se de uma população já idosa e o número de portugueses no Brasil está diminuindo cada vez mais. Segundo uma pesquisa publicada pelo IBGE, hoje o Brasil conta com aproximadamente 100 mil portugueses.   

Assim, fica cada vez mais difícil se fazer a pergunta: “como saber se eu tenho descendência portuguesa?” , afinal os documentos estão ficando cada vez mais antigos e a busca pelos documentos cada vez mais complicada!

Pensando nisso, vamos passar algumas dicas e lugares onde você poderá ter certeza se você possui ou não descendência portuguesa. Vamos lá!

Como saber se eu tenho descendência portuguesa?

O primeiro passo para iniciar o processo de requerimento da nacionalidade portuguesa é saber, antes de mais nada, se você possui em seu sangue traços lusitanos!

Conhecer o antepassado dos seus familiares poderá te dar esta certeza e, por isso: por onde começar a busca? 

Inicie a busca de documentos na sua família

A forma mais fácil de saber se você tem ou não descendência portuguesa é perguntando entre os seus familiares. Parece óbvio, mas muita gente esquece desta forma, por pensar que o parente é muito distante ou que é impossível obter a nacionalidade. 

Pois bem, hoje com a nova lei da nacionalidade portuguesa, se tornou mais fácil para bisnetos de portugueses obterem a nacionalidade, assim, o que pareceria ser impossível antes e não valia nem a pena fazer a busca de documentos entre os familiares, agora pode ser algo bem vantajoso.

Faça a árvore genealógica da sua família

  • Se você pensa que aquela atividade da escola primária era só para você treinar a memória dos seus familiares, está aí uma função bem interessante para ela: te ajudar a saber se você é ou não descendente de português!
  • Apesar de simples (quando feita na escola), a árvore genealógica para fins de obtenção de nacionalidade é um pouco mais complexa do que parece. 
  • Para fazer uma árvore genealógica completa, que possa realmente facilitar na busca de documentos, é importante que ela tenha as seguintes informações:
  • Nome completo do familiar;
  • Datas e locais de nascimento / casamento / falecimento;
  • Data de chegada ao Brasil.

Ou seja, a tarefa não é fácil, mas também não é impossível e se você não conseguir todas as informações com os seus familiares, temos parceria com um serviço que poderá te ajudar!

Como Saber De Quem Sou Descendente?

Busque nos arquivos oficiais

O Brasil é um bom exemplo de país que decidiu digitalizar boa parte de seus serviços para poder facilitar a vida de sua população, e isso inclui também os arquivos que possuem as informações dos imigrantes portugueses.

Se você quiser buscar as datas e as informações do navio que o seu descendente português desembarcou no Brasil, por exemplo, você pode buscar as informações nos seguintes sites:

  • Museu da Imigração do Estado de São Paulo
  • Arquivo Nacional

Além disso, se você souber o estado por onde os seus descendentes portugueses viveram, você ainda pode solicitar uma busca nos cartórios locais, para solicitar, certidões de casamento, nascimento ou de óbito, por exemplo.

Leia também: Quais são os principais nomes e sobrenomes portugueses.

Faça busca em sites de mapeamento familiar

Existem alguns sites que reúnem grandes memórias familiares e podem ser bem úteis para você saber se você tem ou não descendência portuguesa.

Alguns sites são:

  • Family Search – o site, que é mantido por uma organização religiosa, a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, se destaca por prestar um bom serviço na pesquisa na sua árvore genealógica e tudo de forma gratuita.
  • Forebears – apesar do site não oferecer uma busca completa sobre a sua árvore genealógica, ele fornece a origem do seu sobrenome, o que já pode ser uma dica para na sua busca pela descendência portuguesa.
Leia também:  Como Saber Quando Desistir De Alguem?

Eu tenho descendência portuguesa!

Se depois de vasculhar muitos arquivos e revirar as pastas de documentos antigos da sua família, você descobriu que é descendente de português, é hora de iniciar o seu processo de requerimento de nacionalidade portuguesa!

Quer saber como é o processo e quem tem direito a ter a nacionalidade portuguesa? Fizemos um artigo sobre o assunto aqui

Além disso, se quiser saber mais, vamos marcar uma conversa!

Consigo descobrir se sou descendente da realeza de Portugal com um teste de ancestralidade?

Fazer parte da realeza é uma fantasia que em algum momento já habitou a mente de muitas pessoas ao redor do mundo. Talvez você mesmo(a) já tenha se imaginado sendo príncipe ou princesa, por exemplo.

Mas como seria possível pertencer à família real em um país que há muito abandonou a monarquia? No caso do Brasil, o “sangue real” ainda circula nas veias de descendentes da coroa portuguesa, como consequência de sua vinda para nossas terras há mais de 200 anos.

Quando a família real desembarcou em solo brasileiro, no ano de 1808, trouxe consigo muito dinheiro, obras de arte, documentos, livros, bens pessoais e outros objetos de valor.

Sua vinda também favoreceu o estabelecimento de indústrias, a construção de estradas, reformas em portos, criação do Banco do Brasil, entre outros aspectos.

Entretanto, logo foi anunciado o retorno da coroa para sua terra natal, em 1820, após a eclosão da revolução liberal em Lisboa.

Antes de partir, D. João VI nomeou seu próprio filho como príncipe regente, e o deixou na colônia para que pudesse governar em sua ausência. Pouco tempo depois, em 7 de setembro de 1822, a independência do Brasil foi proclamada por D. Pedro de Alcântara Bragança, que se tornou imperador.

É nessa parte da história que o sangue real passou a se difundir, já que D. Pedro teve filhos que deram origem a novas gerações, que por sua vez também carregavam o material genético da coroa portuguesa.

Atualmente, contamos com 30 trinetos da princesa Isabel, e nosso país possui, ao todo, 37 princesas descendentes da família real.

Como Saber De Quem Sou Descendente?Retrato de D. João VI

Além dos membros da família real oficialmente reconhecidos, alguns brasileiros alimentam a esperança de um parentesco distante com a coroa portuguesa.

Com o objetivo de investigar essa possibilidade, algumas dessas pessoas procuram saber mais a respeito dos cada vez mais conhecidos testes de ancestralidade, na expectativa de que, a partir de uma amostra de DNA, possam descobrir uma possível ascendência da realeza.

A motivação para tal curiosidade pode vir de diversas fontes como semelhanças no sobrenome, posse de objetos que podem ter feito parte do acervo da coroa trazidos para o Brasil, ou até mesmo histórias de família que são transmitidas verbalmente ao longo das gerações. Motivos não faltam para o questionamento, mas a dúvida acerca do resultado permanece.

Este tipo de teste genético, no entanto, não consegue trazer essas respostas. Testes de ancestralidade podem informar as origens biogeográficas de seu material genético, porém não são capazes de traçar sua árvore genealógica. Mesmo que o seu resultado indique ancestralidade majoritária de Portugal, por exemplo, isso não é o suficiente para afirmar a qual família da região você pertenceria.

As chances de possuir DNA real aumentam se a sua análise indicar parentesco com alguém que pertença à Casa Bragança – o que, por sua vez, depende de algum membro da Casa já ter realizado um teste do tipo.

No entanto, mesmo esse dado não seria completamente conclusivo para atestar pertencimento à linhagem, já que a análise não tem capacidade de apontar quem seria o possível ancestral comum.

Sendo assim, traçar a genealogia inevitavelmente dependeria de outros tipos de registro que pudessem permitir a reconstrução da história familiar. 

De qualquer forma, os testes de ancestralidade podem trazer muitas informações interessantes sobre seu material genético e contribuir para seu autoconhecimento a partir do entendimento a respeito de suas origens. 

Origem do sobrenome: descubra como encontrar suas raízes

Qual é o seu sobrenome? Você conhece sua origem? Em quais países no mundo seu sobrenome é mais popular? E qual é a importância de um sobrenome? Para que saber tudo isso? Neste artigo, você vai entender por que é importante saber a origem do sobrenome.

Como descobrir a origem do sobrenome?

Existem várias formas de você saber suas raízes. As principais e mais eficazes são os sites de busca de sobrenomes e árvore genealógica e a conversa com familiares e amigos.

Nesse vídeo, explicamos em menos de 5 minutos como encontrar as suas origens, dê o play e acompanhe! Se preferir ver em texto, prossiga a leitura abaixo.

Procure em sites de busca sobre seu sobrenome

Diversos sites podem ajudar a investigar seu passado e saber mais sobre suas origens, por meio do seu sobrenome. Apresentamos em detalhes os dois mais usados a seguir, confira:

Family Search

O Family Search é um site internacional, ligado ao maior acervo genealógico do mundo. Basta você fazer o seu cadastro nele e preencher os dados pessoais, bem como o nome, a data e o local de nascimento e casamento e, também, a data de falecimento de seus familiares.

A partir daí, é traçada uma árvore genealógica, um gráfico de linhagem, com as principais informações sobre a sua família. O serviço é gratuito e estendido a todos que tiverem interesse!

O Family Seacrh permite, ainda, que você busque documentos digitalizados de pessoas com o mesmo nome que nasceram antes de 1920. Assim, a árvore genealógica fica mais completa e facilita uma investigação profunda sobre seus antepassados.

Para conhecer melhor o site e seu funcionamento, você pode consultar o artigo que fizemos sobre o Family Search ensinando como usar a plataforma.

Forebears

Você imagina quantas pessoas no mundo carregam o mesmo sobrenome que você? Sabe onde seu sobrenome surgiu? E em que país ele é mais popular? No site Forebears, você tem acesso a essas informações e é possível descobrir, de forma simples, a origem do seu sobrenome.

Com base em dados coletados em diversos países, o site mostra onde está a maior parte de pessoas com sobrenomes iguais. É só digitar seu sobrenome no buscador do site e, em seguida, aparecem as informações sobre sua origem e significado, bem como a frequência com que ele aparece nos países. Veja como é fácil:

Meu sobrenome é “Carvalho”. Insiro o meu sobrenome ao lado da lupa. Aparece, então, uma página falando sobre a procedência, o significado e quantas pessoas, aproximadamente, possuem o mesmo sobrenome que eu. Logo embaixo desta mesma página, vemos que meu sobrenome é comum no Brasil e também em Portugal.

De acordo com o Forebears, os sobrenomes Silva, Santos e Souza são os mais populares no Brasil.

MyHeritage

Um dos sites mais avançados para a busca de informações para encontrar as origens e o sobrenome, é o MyHeritage. São 105 milhões de usuários no mundo todo, 2,5 bilhões de árvores genealógicas, 9,7 bilhões de registros históricos e 42 idiomas diferentes.

O site disponibiliza um recurso chamado “DNA Matching”. De acordo com o site, milhões de pessoas encontraram novos parentes e descobriram suas origens étnicas, por meio de tecnologia inovadora e teste de DNA. Funciona da seguinte forma: você compra o kit de DNA online, envia a sua amostra e, em até um mês, vê o resultado no site.

Se seu objetivo for conhecer ainda mais a história dos membros de sua família, vale a pena conversar com seus parentes e amigos de seus familiares.

Leia também:  Como E Que E Um Aviao Por Dentro?

Confira também quais os nomes e sobrenomes mais comuns em Portugal.

Outros sites

O site Origem do Sobrenome é outra forma bem interessante para pesquisar sobre a sua origem. Ele mostra uma série de sobrenomes, separados por letras. Além da raiz do nome, ele também apresenta um breve histórico e uma explicação para quem deseja uma pesquisa aprofundada sobre suas origens.

Ao pesquisar meu sobrenome neste site, comprovei que ele não surgiu no Brasil. Entre outras informações, no site consta que a família Carvalho teve sua origem em Portugal e é uma das 72 famílias da alta nobreza do país. Faça o teste com o seu sobrenome também!

Outro site que disponibiliza o recurso para pesquisa de sobrenomes é o do Museu da Imigração do estado de São Paulo. Por meio dele, é possível entender mais sobre o processo migratório no Brasil, graças ao acervo com toda a história de preservação da memória das pessoas que chegaram ao Brasil por meio da Hospedaria de Imigrantes.

O site Geneanet também é outra maneira de pesquisar mais sobre sua árvore genealógica, seus antepassados, assim como a origem do seu nome e do seu sobrenome.

Trata-se de uma comunidade com mais de 3 milhões de membros, que compartilham, de forma gratuita, suas informações genealógicas: mais de 6 bilhões de indivíduos nas árvores genealógicas, além de alguns registros de arquivos digitalizados, fotos de família e índices.

No site Super Interessante, também é possível saber mais sobre a origem dos 50 sobrenomes mais comuns no Brasil.

Busque informações com a família

Conversar com a família e amigos talvez essa seja a maneira mais simples de conseguir informações sobre seus antepassados.

Você pode conversar com parentes informalmente, telefonar, enviar um e-mail, uma mensagem ou lhes fazer uma visita. Comece por pessoas próximas, como seus pais e seus avós.

Faça perguntas objetivas e específicas

O ideal é fazer perguntas que deem início a uma conversa. Perguntas abertas são as mais indicadas, em que as respostas não ficam limitadas em “sim” ou “não”. Por exemplo: “Onde meus avós se casaram?”.

Assim, muitas vezes, conseguirá mais do que o local de casamento como resposta; poderá saber a data, os nomes deles antes de se casarem, alguns locais onde aconteceram fatos importantes naquela época, etc.

Seus familiares podem saber mais do que você imagina

Se possível, peça cópias das coisas que pertenciam à sua família, como cópias de diários, fotos ou registros antigos. Escreva todas as informações, quem as forneceu e como você as conseguiu. Organizar essas informações vai te ajudar bastante!

Conversar com familiares e amigos próximos a eles é uma maneira fácil e agradável de descobrirmos histórias de nossas famílias e conhecermos com mais detalhamento o que nossos avós e bisavós faziam, quais eram seus sonhos, etc.

Por meio de diálogos informais, podemos descobrir as datas de nascimento, casamento ou de falecimento que procurávamos. Nossos ancestrais são mais que apenas dados nos gráficos de uma árvore genealógica; são personagens da nossa história.

Claro, a tecnologia também ajuda muito na busca por informações e pode ser sua aliada, junto à conversa informal. Assim, suas chances de saber mais sobre seus ancestrais aumentam.

Veja também como buscar mais informações sobre origem do seu sobrenome italiano.

Vale a pena investigar a origem do sobrenome?

Sim. Nosso sobrenome nos diz de onde veio nossa família e de onde somos. Ao pesquisar sobre a história da sua família, você descobre quem eram seus antepassados, assim como informações superinteressantes sobre eles. Além disso, tem a possibilidade de viajar por terras distantes!

Descobrir a origem do sobrenome pode ajudar a requerer a cidadania?

Sim, muito! Além das vantagens de saber mais sobre a sua origem e viajar por terras distantes, quando você pesquisa sobre a origem do sobrenome e sua árvore genealógica, pode descobrir se possui descendências estrangeiras e, assim, requerer sua dupla cidadania, uma das principais vantagens de conhecer suas origens!

Como saber minha descendência? 3 dicas você para descobrir!

Uma dúvida muito comum entre as pessoas é: como saber minha descendência? Afinal, existem diversos motivos para querer descobrir o local de onde a sua família veio, como por curiosidade ou para obter a cidadania do país de origem de seus antepassados.

Ter dupla cidadania proporciona diversas vantagens, como a possibilidade de morar e trabalhar em outros países legalmente, mas para tanto, o primeiro passo deve ser conhecer qual é sua descendência e comprová-la.

Se você deseja conhecer mais sobre o tema e aprender 3 maneiras fáceis de descobrir a origem da sua família, acompanhe o artigo que apresentaremos todos os detalhes. Confira!

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Como saber minha descendência?

1. Histórico familiar da Descendência

O primeiro passo deve ser buscar dentro de sua própria família pelo histórico de seus antepassados. Assim, questione seus parentes sobre datas, como de nascimento e morte, e nomes de seus parentes mais distantes.

Esse histórico familiar o ajudará a compreender quem eram os seus antepassados e suas histórias, além de ser possível ainda conhecer tradições e lendas familiares que foram passadas a cada geração.

É possível que durante tais entrevistas você se depare com algumas lembranças criativas que fujam da realidade. No entanto, a maior parte das histórias de família tem fundamento e oferecem pistas importantes para pesquisas mais aprofundadas posteriormente.

2. Sobrenome

Nomes e sobrenomes são capazes de fornecer diversos indícios sobre o passado. Após realizar pesquisas e obter o seu histórico familiar, analise os nomes que foram encontrados — para tanto, é possível examinar documentos e certidões antigas, buscar por fotos de família e recortes de jornais que tenham notícias sobre obituários e anúncios de casamento, por exemplo.

Os sobrenomes podem conter diversas pistas sobre a região geográfica de origem das gerações anteriores, pois existem os que são típicos de determinados locais.

Também há a possibilidade de procurar pelos nomes de solteira das mulheres da família, pois dessa maneira, é possível identificar os seus pais, por exemplo, e encontrar uma nova geração em sua árvore genealógica que pode ser originária de outro local, o que oferece mais uma possibilidade de nacionalidade, por exemplo.

No entanto, é válido ressaltar que não é difícil encontrar variações ortográficas nos nomes e sobrenomes dos antepassados e o sobrenome que sua família usa atualmente pode não ser o mesmo que era utilizado inicialmente. Isso ocorre porque a língua evolui com o tempo e, também, em razão de pessoas que fizeram a escrita foneticamente, por exemplo.

3. Exames

Atualmente é possível realizar um exame de DNA para traçar o seu perfil genético. Dessa maneira, após coletar uma amostra do DNA (em geral, por meio da saliva) o teste oferece informações acerca da ancestralidade por meio de um relatório de etnia.

Tal relatório mostra de quais países os seus ascendentes vieram, no entanto, não é possível descobrir os seus nomes e nem sequer o grau de parentesco. Por essa razão não é possível utilizar as informações obtidas para adquirir a cidadania de outro país, mas há a possibilidade de usá-las como um direcionamento sobre como saber minha descendência.

Além disso, as regras mudam de acordo com cada nação, assim, o grau de descendência exigido para poder obter a cidadania depende de cada país. Na Itália, por exemplo, não há limites de gerações, dessa maneira, filhos, netos, bisnetos e assim por diante de italianos tem direito a cidadania.

Já em outros países da Europa, como na Alemanha, apenas os filhos podem obter a dupla cidadania.

Assim, a pergunta “como saber minha descendência” pode ser respondida utilizando os métodos que apresentamos. No entanto, é importante consultar as regras do país de seus ascendentes para conferir se você tem direito a dupla cidadania, por exemplo.

Leia também:  Como Saber Que Deus Está Falando Comigo?

Se você se interessou sobre o tema e deseja conhecer mais sobre o assunto, continue a visita no nosso blog e descubra quais são as certidões necessárias para a dupla cidadania!

Como descobrir se você tem ancestrais reais – Portal de Conhecimento do MyHeritage

A ancestralidade real é uma das descobertas mais empolgantes que você pode esperar fazer durante sua jornada genealógica. A boa notícia é que, se você é descendente da realeza, é provável que encontre essas informações com bastante facilidade.

Há muito mais material disponível sobre figuras históricas bem conhecidas da classe alta do que sobre o camponês médio. Portanto, a melhor maneira de descobrir se você tem ascendência real é simplesmente fazer uma boa pesquisa.

Para ser mais específico:

  • Pesquise todos os sobrenomes de sua família com cuidado.
  • Se você encontrar registros indicando de onde seus ancestrais viveram, procure esses lugares e veja se eles estão associados à realeza.
  • Pesquise os membros da sua família em coleções de registros que são específicas da nobreza e outras figuras históricas notáveis.

Faça isso e, se houver conexão, você a encontrará.

Dito isso, aqui estão alguns pontos adicionais a serem considerados:

Use o Geni para encontrar conexões com figuras históricas

Os pedigrees e árvores genealógicas da nobreza e realeza eram frequentemente mantidos meticulosamente e é um hobby internacional dar uma olhada na ancestralidade de figuras populares e políticas.

O MyHeritage ainda tem um site inteiro dedicado à conexão familiar entre superstars — MyHeritage Celebs — e às vezes esses números são relacionados por meio de royalties.

Se você puder traçar sua linha de volta a uma figura que é um descendente conhecido da realeza, obviamente isso significa que você é um descendente da realeza também!

A equipe de pesquisa do MyHeritage usa a árvore mundial Geni para pesquisar o histórico das celebridades. Se o seu perfil Geni estiver conectado à árvore mundial Geni, você pode pesquisar figuras históricas e verificar como elas estão conectadas a você.

Para descobrir se você está conectado à árvore mundial Geni, faça login em sua conta Geni e visite a página da árvore mundial.

Marque a caixa Estatísticas à direita. Se o número de pessoas com as quais você está conectado está na casa dos milhões, isso significa que você está conectado à árvore genealógica mundial.

Para encontrar uma possível conexão com uma figura pública, use a caixa de pesquisa na parte superior da página. Em sua página de perfil, você verá um botão que permite verificar sua conexão com essa figura. A pesquisa pode demorar alguns minutos. Se for bem-sucedida, ela dirá exatamente como você se relaciona com essa pessoa e você poderá ver o caminho do relacionamento.

Mas seja cauteloso: a árvore foi construída por outros usuários, não por pesquisadores profissionais, e pode haver erros. Você terá que verificar cada etapa do caminho do relacionamento para garantir que está, de fato, relacionado à figura conforme relatado.

Fique de olho nestes sobrenomes reais britânicos

De acordo com Philip Turvey, diretor executivo da Anglia Research, certos sobrenomes antiquados foram mantidos por séculos por causa de sua conexão com status elevado e realeza. Se você tiver algum desses sobrenomes em sua família, é provável que seja parente da realeza:

  • Baskerville
  • Darcy
  • Neville
  • Percy
  • Astley
  • Capell
  • Bryon
  • Clifford
  • Herbert

Esses são apenas alguns dos mais comuns, portanto, certifique-se de verificar listas de nomes mais abrangentes antes de descartar os sobrenomes de sua própria família.

Siga trilhas de papéis

A maioria dos países não começou a documentar todos os residentes pelo menos até o final da Idade Média ou início do período da Renascença. No entanto, devido ao status e riqueza dos membros da realeza, é muito mais fácil encontrar a documentação deles se você procurar em outros lugares que não sejam registros regulares de igrejas ou cidadãos.

Registros de vendas, registros de terras e propriedade e outros documentos históricos podem ajudá-lo a rastrear sua família muito mais longe. Os registros do censo podem ajudá-lo a associar seus ancestrais às residências reais.

Não descarte uma coleção de registros históricos porque você acha que isso pode não ajudar você – você nunca sabe que pistas irá reunir em lugares inesperados.

Não esqueça das realezas não européias

A Europa não foi o único lugar com governantes poderosos! Se você tem raízes em outros lugares, como Ásia Central ou Oriental, América do Sul ou Norte da África, pode ser relacionado a figuras como Genghis Khan, Rei Tutankhamon ou um dos vários imperadores chineses.

Um estudo genético publicado em 2003 descobriu que um em cada 200 homens em todo o mundo descende diretamente de Genghis Khan, o imperador mongol do século XII que fundou o que se tornou o maior império contíguo da história.

A pesquisa também descobriu que muitas pessoas no Peru são descendentes de Atahualpa, o último imperador inca.

Cientistas da iGENEA, um centro de genealogia de DNA com sede em Zurique, reconstruíram o DNA do Rei Tut e descobriram que metade de todos os homens que vivem na Europa Ocidental são parentes dele – incluindo 70% dos homens na Grã-Bretanha!

Sinceramente? Você provavelmente tem ascendência real

Aqui está toda a verdade: é muito improvável que você não tenha ascendência real.

É matemática simples. A cada geração que você volta, o número de ancestrais que você tem dobra. Se você voltar 10 gerações, já são 1.024 ancestrais. Se você voltar 20, estará em 1.048.

576! O estatístico de Yale Joseph Chang mostrou que quando você rastreia linhas ancestrais suficientemente distantes (por exemplo, 32 gerações ou 900 anos), você descobrirá que todos os vivos hoje têm pelo menos um ancestral comum.

Ele também mostrou que, na Europa, basta voltar 600 anos para chegar a esse ponto.

Acrescente à mistura que membros da realeza e outros membros ricos e de alto status da sociedade provavelmente tinham uma taxa de fertilidade mais alta e seus bebês tinham mais probabilidade de sobreviver. Eles tinham acesso a melhores condições de vida do que a maioria da população e eram mais propensos a se casar e ter filhos com cônjuges saudáveis.

Além disso, durante grande parte da história, mesmo em sociedades cristãs conservadoras, era visto como inevitável que homens de alto status tivessem casos extraconjugais, e esses homens no poder podiam dormir com quem quisessem.

Por que você acha que Genghis Khan teve tantos descendentes? Por mais desagradável que seja pensar a respeito, estupro e pilhagem faziam parte da estratégia mongol.

Ele provavelmente teve que escolher as mulheres mais bonitas de cada aldeia que conquistou, e dado que conquistou uma grande parte da Ásia e da Europa Oriental … são muitas aldeias. E muitas mulheres. Muitos dos quais provavelmente ficaram grávidas e tiveram filhos.

A questão é que há uma grande probabilidade de que, se você voltar o suficiente, pelo menos um dos milhões de ancestrais que você teve em uma determinada geração fosse da realeza ou descesse da realeza.

É descobrir exatamente como é que é a parte difícil. Mas esperamos que as informações acima possam te ajudar a começar com o pé direito.

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