Como Saber De Quem E O Carro?

Como Saber De Quem E O Carro?

A placa de um veículo funciona como a sua identificação e é possível encontrar informações sobre ele a partir da sua numeração. Isso serve tanto para quando uma pessoa precisa localizar um veículo em casos de problemas (como acidentes, atropelamentos e assaltos) quanto para rastrear informações sobre ele em casos de compra.

Mas como localizar um veículo a partir da placa? Descubra a resposta para essa pergunta no nosso artigo de hoje!

A importância da identificação pela placa do veículo

Ao ver um veículo se envolver em algum tipo de acidente, seja um atropelamento ou alguma manobra irregular que tenha levado prejuízo a outro condutor ou a nós mesmos, inclusive quando notamos que aquele carro foi utilizado na participação de algum roubo ou assalto, sempre temos como instinto anotar a placa do automóvel. Mas de que forma essa informação é útil?

Pela consulta do número da placa, é possível saber algumas informações valiosas daquele carro, como o ano de fabricação, o número do chassi e o modelo correto do veículo. Isso fará com que as autoridades competentes se encarreguem de praticar as ações necessárias, para que você não tenha que lidar sozinho com atitudes alheias que poderão oferecer algum tipo de prejuízo.

Onde fazer a consulta para localizar um veículo

Uma das opções é se dirigir ao Detran mais próximo de sua residência. Eles contam com um serviço que fornece algumas informações a respeito de um veículo pela placa.

Este serviço também é disponibilizado no site de alguns Detrans. Normalmente, os sites têm o endereço: www + detran +sigla do estado +gov.br.

Para acessar o serviço, o caminho é entrar no site referente ao seu estado e encontrar a opção “Consulta de Veículo” ou “Consulta de Placa”. Mas se tratam de informações bem básicas.

Outra boa opção é a Carcheck. Fornecemos informações completas a respeito de um veículo pela sua placa, o que além de facilitar o rastreamento, proporciona segurança em negociações. Afinal, informamos o histórico do carro de maneira rica, evitando que ele seja adquirido sem os devidos dados sobre sinistros, multas e outros inconvenientes.

Como Saber De Quem E O Carro?

Lembrete

Muitos dos dados são considerados confidenciais, portanto não perca a sua razão com conflitos relacionados. Fornecer informações sobre o proprietário do veículo, por exemplo, é considerado ilegal e é um serviço que a Carcheck não realiza.

Outro fator que deve ser considerado é não confiar em sites que oferecem o rastreamento de placa de forma gratuita.

Atualmente, na internet, existem muitos malfeitores que podem trazer várias dores de cabeça, como a instalação de vírus em seu computador e até mesmo o roubo de dados.

Em caso de dúvidas quanto a melhor forma localizar um veículo de maneira segura e com riqueza de dados, entre em contato com a gente.

Já passou por algum inconveniente em que foi necessário anotar a placa do veículo do infrator? O rastreamento necessário foi bem-sucedido? Restou alguma dúvida ou gostaria de dar uma sugestão? Aproveite os comentários, compartilhe com a gente as suas experiências sobre o assunto e até o próximo post!

Como Saber a Situação do Veículo em Menos de 5 Minutos

Você sabe realizar a consulta do seu veículo pela internet? Desenvolver esse hábito é muito importante para não ser pego de surpresa com nenhuma pendência no veículo. Essas pendencias podem impedir o licenciamento do veículo, a transferência ou outro procedimento. Porém, em poucos minutos, você consegue analisar a sua situação e evitar possíveis problemas de maneira totalmente online.

  • Como Saber De Quem E O Carro?
  • Saber a situação do veículo que você possui ou deseja adquirir é muito importante.
  • Afinal, trata-se de um bem valioso, um ativo que não exige apenas cuidados com manutenção e combustível.
  • Para que você possa circular pelas vias públicas regularmente com seu veículo automotor, seja ele um automóvel, caminhonete, moto ou caminhão, precisa respeitar algumas exigências.
  • Além de serem condições para trafegar na legalidade, o motorista que está em dia com essas obrigações impostas pela legislação não acumula dívidas.
  • Você sabe como está seu veículo quanto a essas questões?
  • Nesse artigo, explicarei a você como consultar a situação do veículo pela internet e descobrir se existem pendências.

Além disso, é claro, irei contextualizar a questão, explicando o que diz o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) sobre a regularização dos veículos. Boa leitura!

Para Que Serve a Consulta da Situação do Veículo

  1. Uma das razões para realizar a consulta da situação do veículo é na hipótese de você estar interessado em comprá-lo.
  2. Se ele é usado, é necessário tomar todos os cuidados para não sair prejudicado, adquirindo um veículo cheio de pendências.

  3. Nesse caso, não me refiro apenas a débitos financeiros, que vão acumulando enquanto enquanto o veículo está à venda e podem se tornar um pepino para o próximo dono.

Também é possível, pela consulta da situação do veículo, checar se o mesmo foi roubado ou furtado – não são raros os casos de automóveis nessa condição anunciados em sites de venda. Dependendo do caso, também é possível descobrir se o veículo é clonado.

Além de averiguar pendências de uma possível compra, consultar a situação do veículo também ajuda os proprietários e se organizarem.

Isso porque a consulta chamará a atenção para possíveis débitos, que devem ser quitados caso o dono do veículo queira renovar o licenciamento anual e emitir o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV).

É aí que entra a consulta da situação do veículo. Além de informar se o licenciamento está em dia, ela permite saber se os pré-requisitos para a renovação do documento também estão atendidos.

Conforme o parágrafo 2º do art. 131 do CTB, o veículo somente será considerado licenciado estando quitados os débitos relativos a tributos, encargos e multas de trânsito e ambientais, vinculados ao veículo, independentemente da responsabilidade pelas infrações cometidas.

  • Sem ter tudo isso quitado, portanto, não é possível emitir o licenciamento anual e, portanto, trafegar com o veículo legalmente.
  • No caso de uma compra ou venda, a quitação desses débitos é um requisito para a transferência de propriedade.
  • O art. 123 do CTB determina que é obrigatória a expedição de um novo Certificado de Registro de Veículo (CRV, diferente do CRLV) quando:
  • for transferida a propriedade;
  • o proprietário mudar o Município de domicílio ou residência;
  • for alterada qualquer característica do veículo;
  • houver mudança de categoria.

Portanto, a partir da consulta da situação do veículo, você poderá conferir exatamente quais são os débitos existentes para regularizá-los e emitir sem problemas o CRLV e o novo CRV, se for o caso.

Como Funciona               

Como Saber De Quem E O Carro?A consulta de um veículo mostra todas as informações importantes sobre ele

Os sistemas de consulta da situação do veículo pela internet só permitem o acesso se o usuário preencher alguns dados antes. Para isso, tenha em mãos o seu CRLV, porque essas informações constam no documento.

A primeira, que provavelmente você sabe de cor, é a placa do veículo. Se não se lembrar, confira as três letras e os quatro algarismos no CRLV no campo “PLACA”, à direita, abaixo do campo “NOME”.

A outra informação exigida é o código do Renavam. Renavam é o Registro Nacional de Veículos Automotores.

Trata-se do o sistema onde são unificados os cadastros dos veículos registrados no país, feitos no Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN).

Cada veículo registrado no Renavam tem, portanto, um código numérico composto por 11 dígitos (ou nove, caso tenha sido registrado até meados de 2013).

Esse código também está no CRLV, logo na primeira linha do documento, à esquerda, no campo “CÓD. RENAVAM”, acima do campo “NOME”.

Descubra o modelo de um veículo sem vê-lo pessoalmente – lendo número do chassis

Como Saber De Quem E O Carro?

Mesmo entre os amantes de veículos, poucos sabem o que está contido no número dos chassis. Você sabia que podemos descobrir muitas informações sobre o veículo em questão. Sobre o código da imagem acima, eu sei que ele é um:

Volkswagen GOLF, ano 2002, fabricado pela filial brasileira em São José dos Pinhais. Foi feito na plataforma 34X, tem motor 2.0 de 8 válvulas e airbag duplo e foi a unidade de número 60831 produzida na unidade paranaense da VW Brasil.

Você sabia que dava para saber tanto sobre um carro somente lendo o número dos chassis? Não? Surpreendente! A apostila no rodapé do post contém todos os dados quem compõem o número de chassis.

O VIN Code é dividido em três seções e revela muito sobre qualquer veículo. Clique neste link para saber mais sobre sua história e peculiaridades.

Os parágrafos a seguir descrevem o significado cada posição do VIN Code:

9 – Região geográfica de fabricação – neste caso, representa a região que contém Brasil, Chile e Colômbia. Este carro foi fabricado no Brasil

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Confira a tabela completa para descobrir o país de origem de todos os veículos

BW – Código do fabricante e região – diz qual a empresa que produziu o veículo – BW representa a Volkswagen do Brasil Ltda.

Descubra o fabricante de veículos nacionais pelas 3 primeiras posições do número do chassi

H – Carroceria/Plataforma – indica em qual plataforma o veículo foi construído – H indica a plataforma 34X, na qual a Volkswagen faz o Bora, Golf, Cordoba, Touran, etc. O modelo em questão será especificado na sétima e oitava posições.

E – Motorização – especifica o motor aplicado neste veículo. Cada montadora tem seu código. – Na linha VW de 1999, o código E representa o motor 2.0 MI 8 válvulas de 116 cv.

2 – Equipamentos de segurança – detalha com quais equipamentos de segurança o veículo está equipado. – 2 significa que este veículo possui airbag duplo.

1J – Modelo do veículo – cada montadora define o código para cada variante que produz. – O 1J é o Volkswagen Golf.

X – Dígito verificador – este dígito serve para evitar falsificações. É obtido por uma fórmula de soma e divisão dos dígitos anteriores, a qual está detalhada na apostila anexa.

2 – Ano modelo do veículo – esta numeração contém o ano modelo do veículo, o qual difere do ano de fabricação – a letra X representa o ano modelo 2002.

Confira a tabela completa de anos/modelo neste link

4 – Local de fabricação – diz em qual fábrica o veículo foi produzido. Cada montadora possui o código de suas fábricas – 4 representa a fábrica da VW Brasil em São José dos Pinhais.

060831 – número de série – número sequencial que identifica o veículo individualmente. Com ele, o fabricante pode obter todas as informações sobre o veículo. É o RG do carro. Esta sequência é utilizada para chamar consumidores para recalls e é possível saber até o dia, hora, componentes, acabamento e até os funcionários envolvidos em sua produção.

A apostila anexa, utilizada por profissionais de perícia automotiva, contém o método de leitura de um número de chassis:

APOSTILA VINTECH_2012_13_07_2014

É possível saber muito mais sobre um veículo, e existem muitas outras numerações importantes, como o número do motor e do Renavam, os quais serão objetos de outros posts. Mais uma curiosidade revelada.

Descubra também em qual estado o seu carro usado foi licenciado pela primeira vez e como funciona o sistema de emplacamento brasileiro.

E ai, gostou do artigo? Quer se manter atualizado sobre os novos posts do Educação Automotiva? 

Carros leiloados: saiba como descobrir a procedência de veículos

Carros leiloados podem ser bastante tentadores para alguns compradores que pretendem economizar na hora de adquirir o seu veículo. Contudo, é preciso ter cuidado com esse tipo de compra, pois existem alguns fatores importantes a saber sobre esse tipo de automóvel — principalmente quanto à origem.

Estar a par dos riscos que esse tipo de compra pode gerar é fundamental para não se meter em roubadas no futuro, ainda mais sabendo que, segundo dados da Folha, esse tipo de aquisição é bastante popular. Não são só as empresas que procuram os carros leiloados: 40% dos compradores são pessoas físicas.

Pensando no quanto é importante ter cuidado com esse tipo de compra, separamos algumas informações sobre essa modalidade de aquisição. Neste texto você vai saber:

  • Quais são os tipos de carros que vão para o leilão.
  • Quais são os problemas que podem aparecer em um carro leiloado.
  • Como saber a procedência de veículos leiloados.

Confira!

Quais são os tipos de carros que vão para o leilão?

Sabemos que a imagem que se tem de objetos que vão para leilão são de artigos de luxo, caríssimos e que, por um azar do destino, estão ali para serem leiloados. No entanto, é bom deixar claro que não são só esses itens que participam desses eventos. No caso de automóveis, é possível encontrar modelos comuns sendo ofertados dessa forma.

Dito isso, os veículos que estão nessa situação têm origens distintas — alguns podem vir de seguradoras, instituições financeiras, locadoras, empresas privadas é até de lojas de carros. Cada caso varia e é preciso ter atenção, porque dependendo do caso, pode ser uma dica do que realmente aconteceu com o automóvel antes dele ser colocado à venda.

É bem comum encontrar automóveis sendo leiloados por causa de queimas de estoques nas lojas. Uma empresa, no entanto, pode optar por essa modalidade porque precisa renovar a frota, enquanto bancos e financiadores usam esse recurso para escoar os bens que não foram devidamente pagos pelos clientes.

É bom saber que, para colocar esses carros em leilão, essas companhias precisam contratar um leiloeiro. Além disso, é necessário fazer um edital e publicá-lo, informando qual é a necessidade de leiloar o bem e outras informações sobre as condições do carro — sobre a existência de sinistros, inclusive.

Geralmente os veículos que sofreram sinistros vêm de seguradoras e, em muito casos, foram recuperados de algum furto, roubo ou até mesmo de acidentes.

Quais são os tipos de leilões?

Carros leiloados podem ser encontrados em três locais: bancos, montadoras e seguradoras. Vamos entender um pouco mais como funciona cada uma.

Bancos

Conhecido também como leilão de recuperação financeira, é um evento organizado pelos bancos. Todos os carros que participam desse leilão foram recuperados pelo Detran, pela Polícia Federal ou por estatais. No último caso, o motivo é por falta de pagamento.

Montadora

Esse é um tipo de leilão que, além de ser feito em uma montadora, só conta com veículos da empresa — são os carros utilizados em testes ou atividades internas. Dos três tipos de leilões é o que apresenta carros em melhor estado.

Seguradora

Aqui, as opções de veículos não são tão boas por causa das origens dos automóveis. Eles são aqueles originários de roubos, furtos ou acidentes. As chances de adquirir um carro com problemas é bem maior nesse caso.

Quanto tempo até o carro ir a leilão?

Em seguradoras, depois do carro ser apreendido, é dado um prazo de 3 meses para que o proprietário possa resgatar o veículo.

Passado esse período, se o carro não for procurado, é encaminhado para o leilão. Há também os casos de perda total, em que o dono não deu baixa no Detran ou Denatran, mas ainda há chances do veículo voltar ao mercado.

Quais são os problemas que podem aparecer em um carro leiloado?

Arrematar um carro em leilão pode ser uma oferta tentadora por causa dos valores mais baixos do que os oferecidos em outras modalidades de compra. Contudo, embora os veículos tenham uma aparência perfeita, é preciso verificar a procedência dos automóveis para garantir que nenhum dos defeitos mais comuns apareça após algum tempo de uso.

Entre os problemas que costumam surgir em veículos leiloados está o alto nível de depreciação. Isso muitas vezes explica o preço mais em conta, e mesmo que esses defeitos sejam previamente observados, os clientes tendem a ignorá-los. Você até pode negociar um valor mais baixo por causa disso, mas tenha ciência de que, ao escolher esse carro, você terá que arcar com o conserto depois.

Além disso, há chances do veículo vir com problemas mecânicos mais sérios, difíceis de ver a olho nu — o que será mais um custo. Também é o possível que existam problemas com documentação, multas atrasadas e despesas adicionais pós-compra.

Por isso, ler o descritivo de venda no edital é fundamental para conhecer algumas informações sobre o automóvel. Além disso, é preciso tomar algumas providências que vamos especificar no próximo tópico.

Como saber a procedência de veículos leiloados?

Você achou o veículo dos seus sonhos e ele está para leilão. Você até deu uma lida no edital para saber se há algo para se preocupar. Não encontrou nada, mas ainda assim está um pouco temeroso de fazer uma má escolha. Selecionamos duas atitudes cruciais para evitar péssimas surpresas em relação ao carro leiloado. Entenda!

Consulte os órgãos competentes

Pelo número da placa é possível consultar informações importantes sobre o veículo leiloado.

Por meio do site do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) você pode saber se o bem já foi roubado ou furtado, se há multas ou alguma restrição judicial, por exemplo.

No entanto, é necessário que você tenha o Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores) e o CPF/CNPJ do ex-dono do carro.

Também é possível procurar informações sobre a procedência do veículo no Detran da sua região. Contudo, não se esqueça de que é preciso que o carro esteja registrado e licenciado no seu estado. Por isso, verifique a placa e qual é o município do automóvel.

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Observe o veículo

É bom saber que, em leilões, as chances de você conseguir fazer uma vistoria e testes no carro são bem limitadas. Há muitos carros e geralmente não é permitido nem ligar o veículo. Sendo assim, você precisa ser um bom observador para descobrir se o veículo está em boas condições. Veja o que verificar a seguir.

Para-lama, lateral traseira, caixa de rodas

Procure ver a junção dessas peças e observe o estado da massa de vedação — elas possuem camadas de PVC para evitar infiltrações. Em carros novos isso é mais perceptível, já em usados pode haver crostas de terra.

Batidas graves

Na hora de identificar se o carro sofreu alguma batida, olhe para o vão da porta. Ele não pode estar muito aberto e nem muito fechado. Além disso, repare se há diferença entre as portas. Veja se a pintura está homogênea e se não está opaca.

Alagamentos

Os faróis e as lanternas devem estar em bom estado. Geralmente, se o carro passou por alguma enchente, essas peças acumulam água ou ficam oxidadas. Olhe também os carpetes e a forração. Eles não podem estar descolados ou estufados. Atente-se a sinais de que ficaram encharcados e depois foram secos. Se o veículo é antigo mas as peças estão novas, pode significar que foram trocadas.

Quilometragem

Como não será possível checar o funcionamento do motor com um test drive, você pode tentar verificar se a quilometragem está baixa demais. Observe se existe desgaste nas borrachas dos pedais, da alavanca de câmbio e no volante. Se o veículo for bastante rodado, o desgaste será bem perceptível.

Faça uma análise da procedência veicular

Procurar em órgãos especializados é uma boa maneira de descobrir a procedência de um veículo leiloado, mas a maneira mais eficaz é evidentemente uma análise do histórico veicular. Com esse tipo de varredura você estará a par não só das informações como de débitos, multas e se o carro é sinistrado. Além disso, saberá os principais dados do antigo dono.

Também é possível saber se o veículo esteve envolvido em acidentes por meio da varredura dos documentos como o CSV (Certificado de Segurança Veicular). Com essas informações, fica mais fácil enviar as possíveis cobranças e, assim, concretizar a compra com mais tranquilidade.

A melhor maneira de realizar esse tipo de perícia é contratando uma empresa particular. Ela fornecerá um serviço de boa qualidade e poderá ir a fundo nas buscas por informações do automóvel do seu interesse.

No fim das contas, concluímos que carros leiloados são aquisições bastante complicadas, pois são compras que têm diferentes origens. Mesmo que o comprador obtenha o carro de uma montadora, o veículo não deixa de ser usado.

Se o comprador não estiver bem informado, ele pode fazer uma má escolha. É preciso realizar uma profunda pesquisa e avaliação da situação do veículo para não se arrepender tardiamente.

Gostou de saber mais sobre os carros leiloados? Se você está procurando uma empresa para realizar a análise do histórico do seu automóvel, entre em contato conosco. Temos o serviço certo para a sua situação!

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Investigando o passado de um carro usado

Você olha o carro e se apaixona por ele. Só após a convivência é que descobre que ele já nadou em enchentes, está cheio de massa ou teve o motor trocado. A chance é que você tenha entrado num casamento compulsório, sem direito a separação amigável.

Assim, o melhor a fazer é paquerar bem o carro antes da compra para descobrir o que há sob a maquiagem. Muitos sofrem acidentes graves, mas são consertados e colocados no mercado. Para fugir deles, a receita é observação cuidadosa.

“Todo interessado em um veículo deve observar se, nas junções de suas peças, como para-lama e lateral traseira, dentro da caixa de rodas, houve remoção ou alteração das massas de vedação”, diz Sérgio Ricardo Fabiano, colaborador do Comitê de Veículos de Passeio da Sociedade de Engenheiros da Mobilidade (SAE Brasil).

Essas massas são camadas de PVC aplicadas sob o carro para evitar infiltração de água. Em veículos novos, elas são mais perceptíveis. Em usados, elas podem estar encobertas por crostas de terra. Dê preferência a veículos que tenham as caixas de roda limpas e que permitam essa verificação.

Fabiano dá mais uma dica para identificar batidas graves: vãos de porta muito abertos ou fechados em todo o contorno do veículo, especialmente se houver diferenças entre um lado e outro do carro. “Procure por diferenças de cor na pintura ou se ela está opaca em algum ponto, com escorrimentos na pintura. Falta de acabamentos também é indício de que possa ter sido reparado.”

Além dos carros batidos, também é bom tomar cuidado com os que passaram por alagamento. E não apenas porque você vai ter de aturar o “cheiro de cachorro molhado” que fica depois, mas também porque a água afeta o carro inteiro, da carroceria (que pode ter pontos de oxidação) à parte elétrica e eletrônica (os contatos podem enferrujar e deixar diversos itens do carro sem funcionar).

Se o cheiro não denunciar a enchente, a presença de terra ajuda. “Verifique por baixo de bancos e carpete, no painel e dentro das laterais de porta se existem vestígios de terra”, diz Paulo Fontana, da empresa Vistoria & Cia. “Esses resíduos também podem estar dentro do cofre do motor ou no porta-malas”, afirma Fabiano.

Em todo caso, só esses vestígios não adiantam. “Se o veículo tiver sido higienizado por uma boa empresa de limpeza, é quase impossível descobrir.

Então veja se há emperramento do dispositivo retrátil do cinto de segurança, falhas intermitentes de componentes elétricos e rangidos diversos, que ocorrem devido ao ressecamento de componentes pela contaminação da água”, diz Claudemir Rodriguez, analista técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi).

Sujeira sob o tapete

Fabiano lembra outros itens que devem ser checados: “Faróis ou lanternas com água ou oxidados podem ser um sinal de que o carro passou por enchente”.

Confira ainda os carpetes e a forração sob eles, que são os primeiros sofrer a entrada de água. Veja se eles não estão descolados ou estufados, com sinais de que encharcaram e depois secaram, ou então se não estão novinhos em folha num veículo bem rodado. Isso pode ser um sinal de que foram trocados recentemente.

Muita gente não sabe, mas motor também tem número de identificação, assim como o carro tem número de chassi. Se eles não baterem… Fontana recomenda a verificação do motor por uma empresa especializada nesse tipo de checagem (leia mais abaixo).

“A vistoria de procedência vai verificar se o número do motor é o original de fábrica ou se existem sinais de adulteração. No melhor dos casos, talvez signifique que o motor pode ter sido adquirido numa retífica”, diz ele. No pior, o motor pode ser de um carro roubado.

Para ter certeza de que um motor está em bom estado, além da observação de seu funcionamento (procure por falhas na aceleração, vibrações excessivas etc.

), há um procedimento simples, ensinado por Fabiano.

“É preciso verificar se ele não está queimando óleo [passe o dedo por dentro da ponteira do escapamento frio] e se não apresenta barulhos diferentes e acentuados quando se acelera o motor.”

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Fumaça azulada saindo do escapamento também é mau sinal.

Se quiser se certificar de que o motor nunca foi mexido, dê uma espiada em sua fixação. “É possível verificar marcas nos parafusos que fixam as tampas e componentes do motor. Entretanto, isso depende também do cuidado tomado na hora do reparo, podendo mesmo não apresentar evidências de sua realização, se foi bem feito”, afirma Felício Félix, analista técnico do Cesvi.

No que se refere ao câmbio, há cuidados diferentes a tomar, dependendo se ele for manual ou automático. “Para uma transmissão automática, observe se há lentidão nas trocas de marcha ou se é preciso uma rotação maior do motor para que elas aconteçam. Para uma transmissão mecânica, ruídos e dificuldades de engate significam desgaste em componentes internos”, afirma Rodriguez.

Atenção também com a quilometragem. Há como ver se ela está baixa demais. “Fique atento ao desgaste das borrachas dos pedais, do volante, da alavanca do câmbio e dos pneus”, diz Fontana. Em veículos pouco rodados, o desgaste nessas peças não é perceptível. Nos muito rodados, acima de 70.000 km, os eventuais relevos já deram lugar a plásticos e borrachas lisos e gastos.

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CHECKLIST – detalhes que comprometem a venda de um carro

  • Vãos das portas com espaço desigual
  • Portas raspando nos batentes
  • Diferença de pintura entre um lado e outro
  • Marcas de terra debaixo dos bancos e carpetes
  • Dispositivo retrátil do cinto emperrando
  • Carpete e sua forração descolando e estufados
  • Número do motor diferente do original
  • Óleo escorrendo do escapamento
  • Água dentro dos faróis e lanternas
  • Fumaça azulada saindo do escape

CANETADA MÁGICA

Para quem tem dúvida sobre como checar a pintura de um veículo, existe no mercado a caneta verificadora Checkauto (11 / 3156-5060). Ela informa por meio de uma régua graduada qual é a chance de um pintura ser original ou não.

SERVIÇO CASAMENTEIRO

Se você leu todas as dicas, mas ainda não se sente à vontade para descobrir se seu futuro carro é ou não o partido ideal, há quem faça isso para você. São as empresas de vistoria cautelar, que verificam diversos itens, como históricos de acidente e roubos, se o carro já esteve em leilões, quilometragem real e as condições do veículo.

Elas possuem ferramentas para saber se o veículo passou por leilão ou foi registrado por uma seguradora como perda total. Também são avaliadas todas as peças para saber se têm repintura ou massa plástica.

O aspirante a comprador leigo pode ser enganado de várias maneiras. Há quadrilhas que roubam carros parecidos com veículos de leilão, que vieram de perda total, e fazem o enxerto dos agregados (motor, câmbio, eixo).

Algumas das empresas de vistoria oferecem certificados de garantia de três anos contra registros de roubo ou furto anteriores à data da inspeção. Se aparecer alguma ocorrência assim, o comprador recebe indenização no valor total do veículo.

Checkauto: checkauto.com.br

SuperVisão: supervisao.com

– CarCheck: carcheck.com.br

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Por que é importante consultar o histórico do carro antes de comprar?

fevereiro 26, 2018

Você que está pensando em comprar um carro seminovo deve ficar atento a alguns procedimentos antes de finalizar a compra, e um deles é consultar o histórico do bem. Infelizmente, essas informações nem sempre são tão fáceis de achar, mas existem empresas especializadas em fornecer esse serviço, junto ao de avaliação do estado do veículo.

Mesmo sendo um pouco trabalhoso, não quer dizer que você não possa fazer por conta própria. Seguindo alguns passos simples é possível conseguir todas as informações necessárias sobre o seu futuro carro para ter certeza de fechar um ótimo negócio. Quer saber por que isso é importante e como fazer essa investigação? Acompanhe nosso post!

Por que é importante consultar o histórico do carro?

Adquirir um veículo seminovo é algo que merece muita atenção e cuidado. Apesar de ser um ótimo negócio para quem não tem dinheiro para comprar um modelo zero-quilômetro, essa compra pode se converter em um grande prejuízo se você não tiver certeza da procedência do carro.

Algumas pessoas desavisadas podem comprar veículos com defeitos ocultos ou até mesmo cair em golpes adquirindo carros com quilometragem adulterada ou problemas na documentação. Assim, se você quer evitar dores de cabeça e perdas financeiras, tome os cuidados necessários na hora de avaliar um automóvel.

O que precisa ser consultado?

Verificar multas e restrições pelo DETRAN

Um dos primeiros passos para consultar o histórico do carro é acessar o site do Detran (Departamento Estadual de Trânsito) do seu estado ou pelo site do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito).

Nesses sites, com o Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores) do veículo e o número de CPF ou CNPJ do proprietário é possível descobrir se o que você está tentando comprar possui alguma pendência que impeçam a transferência de titularidade.

Além disso, você pode consultar multas que não foram pagas e até checar se esse carro não foi roubado ou furtado. Outra consulta válida é o pagamento do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) e da taxa de licenciamento, que vem junto com o seguro obrigatório.

A verificação de todos esses itens é necessária, pois a transferência só pode acontecer quando as restrições forem sanadas integralmente. Ou seja, até as parcelas do IPVA que não venceram ainda devem ser pagas antes da venda do veículo.

Essas informações são vistas na aba “consulta de veículos” do site. Para quem prefere realizar a consulta pessoalmente, o Detran disponibiliza esse serviço em suas sedes. É preciso saber se o veículo está registrado no seu Estado e comparecer levando o número do Renavam e da placa do carro.

Investigar se houve acidentes

É possível fazer uma consulta a respeito de acidentes utilizando o CSV (Certificado de Segurança Veicular), que consta no documento. Com esse número você faz uma pesquisa no CIRETRAN (Circunscrição Regional de Trânsito), que pode ser feita também na sede do Detran do seu Estado.

Também é possível avaliar o carro e tentar identificar alguns sinais de acidentes. Por exemplo, verifique as portas: se elas fecham corretamente e não raspam na lataria, se estão alinhadas à carroceria e se não existe diferença de tons na pintura. Repita o procedimento de checagem de alinhamento também nos para-choques, porta mala e capô.

Além de procurar por indícios de batida, é importante verificar se o carro passou por enchentes e alagamentos. Analise o cheiro no interior do veículo e procure por vestígios de terra embaixo de bancos e carpetes, no painel e nas laterais de porta. Observe também o funcionamento dos componentes elétricos, pois a água danifica partes elétricas e eletrônicas.

É sempre recomendável levar um mecânico de confiança para analisar o veículo. Ele tem mais experiência e pode observar sinais que passariam despercebidos por você. Algumas oficinas e empresas especializadas oferecem o serviço de inspeção, emitindo um laudo sobre o carro.

Procurar pelo histórico de revisões

Você pode ter acesso a esse histórico verificando os carimbos no manual do carro. Além disso, quando o veículo passa pelas revisões da concessionária é possível ver o histórico de manutenção diretamente na loja responsável pelas revisões. Basta levar o número da placa.

Caso o serviço não seja feito em concessionária, pergunte ao proprietário onde ele costuma levar o carro para reparos. Assim, você pode ir até a oficina com a placa para ver se eles mantêm um registro de revisão do veículo.

Conferir se a quilometragem é original

Outra coisa que você deve estar atento é na quilometragem. Não podemos confiar totalmente na marcação do odômetro, pois infelizmente existe o famoso golpe de alterá-lo. Esse procedimento é considerado crime e, caso você descubra depois da compra, pode tomar medidas cabíveis.

Mas, para evitar cair nesse golpe, procure saber se o carro foi de locadoras de veículos ou rodava como táxi. Automóveis assim tendem a ter uma quilometragem maior em relação ao tempo de uso.

Além disso, observe os pneus — um jogo geralmente dura 30 mil quilômetros, então, se ponteiro marcar 20 mil, ele ainda deve estar com seus pneus originais.

Você pode conferir isso pela data de fabricação que é impressa na lateral do pneu.

Além disso, carros muito rodados apresentam desgaste acentuado no volante e no pedal, isso aparece por volta dos 90 mil quilômetros ou mais. Então, se esses itens estão desgastados e o odômetro marca menos que isso, desconfie. Se você quiser uma análise mais criteriosa, peça que um mecânico passe um scanner para atestar a originalidade da quilometragem.

Checar se o veículo passou por leilão

Carros de leilão, em sua grande maioria, são veículos sinistrados, que foram recuperados de roubo ou furto ou apreendidos em blitz e passaram muito tempo parados. Além do risco de existirem defeitos ocultos, é mais difícil contratar um seguro para esses carros.

Se você quiser comprar um carro de leilão, verifique se a situação do veículo no ato da compra era de circulação ou sucata. Muitas vezes, mesmo constando como sucata alguns carros são recuperados e vendidos como seminovos, o que pode representar um risco.

Consultar o histórico do carro antes de fechar um negócio pode parecer um pouco trabalhoso, mas, com certeza, vale a pena. Adquirir um veículo sem a atenção adequada é muito perigoso. Para evitar problemas, tome todos os cuidados que orientamos neste post!

Quer comprar um seminovo com procedência garantida? Entre em contato conosco para garantir uma boa compra!

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