Como Saber As Notas Que Tive No Secundario?

Estes últimos dias e semanas foram vividas com grande expectativa e ansiedade. A espera pelas notas dos exames nacionais da 1ª e 2ª fase exasperam aqueles que depositaram na entrada do ensino superior todas as suas “fichas”, na esperança de que isso represente um melhor futuro profissional e um caminho mais definido, de acordo com os seus objetivos

Depois de saídos os resultados começam a fazer-se contas às médias de secundário, médias de acesso ao ensino superior e a perceber se estas estão próximas ou não das médias anteriores do curso pretendido.

São vários os cenários possíveis: 

  • Os exames correram bem e permitem-te a entrada “confortável” no curso escolhido;
  • Os exames até te correram bem, mas ainda assim não te permitem a entrada no curso que escolheste;
  • Os exames não correram como esperavas e não conseguiste aprovação a uma ou mais das provas de ingresso; 

Se o teu caso se centra numa das duas últimas possibilidades é altura de analisar e pensar em quais são os próximos passos possíveis. Aqui seguem algumas das possibilidades:

ANO ZERO

O Ano Zero funciona como uma fase preparatória, com a duração de 1 ano letivo, de estudos pré-universitários.

Esta pode ser uma boa opção para quem quer rentabilizar o seu tempo, aproveitando para conhecer melhor o curso escolhido e o contexto de Ensino Superior, realizando já algumas unidades curriculares (Disciplinas Isoladas) do curso que poderão ser uma mais-valia mais tarde.

Para além disso, é uma oportunidade de teres paralelamente apoio no estudo às disciplinas que te permitirão terminar o ensino secundário e/ou que servirão de prova de ingresso no próximo ano de candidatura ao Ensino Superior. Esta pode ser, também, uma ótima maneira de aumentares a tua motivação e definires de forma mais clara os teus objetivos.

Para te ajudarem nesse trabalho ao longo desse ano e para que não tenhas de o fazer “sozinho”, poderás recorrer, também, a um processo de Orientação Vocacional que te ajuda a descobrir o que poderás gostar de fazer e que te prepare para a Gestão da tua Carreira profissional.

Quem é que poderá recorrer ao Ano Zero?

  • Estudantes que concluíram o 12º ano com aprovação aos exames das provas de ingresso, mas não conseguiram entrar no curso que queriam;
  • Estudantes que concluíram o 12º ano com classificação positiva, mas não obtiveram uma média que lhes permitisse entrar no curso pretendido; 
  • Estudantes que não concluíram uma ou duas disciplinas, em que o Ano Zero poderá dar apoio para a realização do exame no ano seguinte. 

Importa referir que o estatuto do aluno não é equivalente a um estudante do Ensino Superior, por seres considerado aluno externo, pelo que não te dará acesso direto e automático ao resto do curso após esse ano letivo, nem poderás ter o apoio através de Bolsas de Estudo ou outros apoios públicos.

No ano seguinte terás de fazer o procedimento habitual de candidatura ao Ensino Superior. É cada instituição que define o valor a pagar pela inscrição e pela frequência do Ano Zero e das suas unidades curriculares. Está, também, previamente definido quais as unidades curriculares do curso que poderão ser feitas em cada instituição.

Para saber mais informações o ideal é consultar as instituições de ensino às quais os jovens se pretendem candidatar. 

  • Aqui seguem alguns exemplos:
  • Universidade da Beira Interior
  • Instituto Superior de Contabilidade e Administração – Instituto Politécnico do Porto

GAP YEAR

Poderemos pensar que parar um ano de estudar para ir viajar, fazer diferentes atividades, conhecer novas pessoas e realidades não corresponde ao que estava planeado e que, por isso, não tem como ser uma boa ideia.

Mas e se dissermos que esta pode tornar-se numa das experiências mais ricas e reveladoras para ti do que queres fazer e ser no futuro? Hoje em dia muito mais do que teres um diploma na mão o quanto antes, importa o que fizeste com o teu tempo, as tuas características e potencialidades e – porque não? – que caminho trilhaste para alcançar os teus sonhos. Nada se faz sozinho, mas pode ser um “grande passo” no sentido do autoconhecimento e do alargamento de horizontes, que só quem sai da sua zona de conforto pode experimentar. Sem fazeres, nunca vais saber, certo? Se tens essa possibilidade de desenvolvimento pessoal, mas de valorização académica e profissional, avalia-a, agarra-a e planeia-a detalhadamente.

Neste site vais encontrar toda a informação necessária para iniciar esta aventura. 

Se nenhuma destas opções te parece a melhor para ti, tens também a possibilidade de tentar entrar num curso do Ensino Superior e, mediante os objetivos que definires ao longo desse ano, fazeres mudança de par instituição/curso ou transferência. 

Mudança de Par Instituição/Curso

Esta é uma possibilidade para os jovens que se inscreveram ou matricularam num curso de Ensino Superior e, não sendo a instituição ou curso que realmente querem e não o tendo concluído, pretendam matricular-se e/ou inscrever-se em um par Instituição/Curso diferente daquele (s) em que estivera inscrito anteriormente. Tens, para isso, que ter realizado os exames nacionais pedidos como prova de ingresso para o curso para o qual pretendes mudar. 

Esta Mudança de Par Instituição/Curso e os procedimentos necessários à mesma devem ser analisados por ti em cada instituição e o pedido deve ser apresentado nos serviços da escola/faculdade em que o estudante se pretende inscrever com os documentos necessários.

Este pedido pode ser feito em qualquer momento do ano letivo, mas é avaliado consoante a reunião dos critérios de seriação, pré-requisitos e as vagas disponíveis.

Os prazos e as vagas disponíveis são variáveis e definidos por cada estabelecimento de ensino superior, pelo que é importante estares atento, para que não passe a tua oportunidade.

Neste link tens os dados referentes à mudança de Par Instituição/ Curso da Universidade do Porto.

Ter a primeira Experiência no Mercado de Trabalho

É possível que nesta fase ainda não tenhas tido nenhuma experiência profissional, mas que nesta fase ponderes esta possibilidade, conciliando-a com os estudos de preparação para o próximo ano. Para todas as opções há vantagens e desvantagens, mas se bem planeado podes claramente beneficiar (e muito) desta experiência.

Terás a oportunidade de trabalhar, começar a conhecer como se procura trabalho, quais os desafios e contratempos que poderás encontrar, ter as primeiras entrevistas em que já percebes o que deves ou não fazer e a assumir responsabilidades – de gestão de tempo, dinheiro e de decisão – , quaisquer que sejam as tarefas que venhas a realizar.

Claro que, também, será confortável começares a ganhar dinheiro para as coisas que tanto queres comprar, mas não te esqueças do teu foco e dos teus objetivos.

Esta experiência deve servir para te preparares para um dia mais tarde teres ainda mais competências sociais e comportamentais relevantes para qualquer área que escolheres, mas sem descurares os estudos e a preparação para os exames de candidatura ao Ensino Superior ou a conclusão do ensino secundário.

Por último, o mais importante a fazer no próximo ano é manteres-te ativo a todos os níveis, organizares bem o teu tempo e procurares todas as informações e ajudas possíveis.

Não deixes de contactar as instituições, pedir apoio a profissionais especializados e ajuda a professores para o estudo das disciplinas em que tens mais dificuldades: tudo o que é necessário a uma tomada de decisão consciente e equilibrada.

Se ainda não sabes bem que caminho seguir, podes falar com um dos nossos especialistas em orientação vocacional que vão explorar contigo todas as possibilidades e oportunidades académicas e profissionais disponíveis para ti, de acordo com as tuas características e objetivos.

Como Saber As Notas Que Tive No Secundario?

Alunos nota 20: eles podiam entrar no curso que quisessem

A escolha foi deixada para a última. Embora Medicina sempre tenha marinado como uma opção na sua cabeça, Estela Oliveira, de 18 anos, é uma apaixonada por matemática e isso seria automaticamente posto de lado na área da saúde. Mas nunca houve problema em prolongar a decisão.

A sua média garantia lugar em qualquer curso superior do país. Também a de Ricardo Balula, um dos 41 candidatos à 1.ª fase do concurso que neste ano ingressaram no ensino superior com média de 20 valores exatos. Beatriz Naves também ficou colocada com uma média perto dos 20, no interior do país.

São alguns dos melhores alunos da sua geração.

Só no secundário começou “a sentir que ir para algo mais ligado a estas ciências talvez fosse melhor”, conta Estela. Entre o máximo de seis opções que pode fazer na candidatura, escolheu preencher apenas quatro. Todas elas entre o top 10 de cursos com a média mais alta neste ano.

As duas primeiras em Medicina (no Porto), a terceira em Engenharia e Gestão Industrial (na Faculdade de Engenharia, também do Porto) e a última em Engenharia Aeroespacial (no Instituto Superior Técnico) – o curso que ocupa o primeiro lugar do ranking.

Na lista de candidatos a este curso, Estela foi aquela com a média mais alta – 19,95 valores -, ainda que não tenha entrado. Nem no ciclo de estudos de Medicina com a média mais elevada a nível nacional (no Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar).

Escolheu como primeira opção a Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, onde nesta semana se inscreveu oficialmente como aluna. Mas garante que “seria tão feliz em Engenharia como em Medicina”.

Estela Oliveira, de 18 anos, aprecia com otimismo a subida dos cursos de engenharia ao pódio daqueles que fecham com a média mais baixa. “Começa a cair aquela conceção de que os bons alunos vão para Medicina”, diz.

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© Pedro Granadeiro/Global Imagens

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Desde 2015 que os cursos de Medicina têm sido destronados pelas diversas engenharias. Neste ano, os primeiros quatro lugares do pódio de cursos com a média mais elevada foram de Engenharia, em Lisboa e no Porto.

Um cenário que Estela acompanha com otimismo. “Começa a cair aquela conceção de que os bons alunos vão para Medicina”, diz.

E acrescenta que “faz sentido” que a tendência seja esta, “tendo em conta o mundo em que vivemos hoje, onde as tecnologias fazem parte do nosso dia-a-dia”.

Apesar de o resultado dos exames de ingresso ter provocado a descida da média de candidatura, Estela terminou o ensino secundário com média de 20 valores exatos.

“Sempre estive rodeada de bons alunos, na escola secundária”, em Penafiel, recorda. Embora não veja esta “concorrência saudável” como o motor das boas notas que alcançou.

Desde sempre que é “boa aluna” e determinada a “destacar-se” entre os demais colegas.

“Espero vir a ser cirurgiã.” Os sonhos já voam alto, ainda que tenham um (longo) percurso académico – seis anos de curso, mais um de internato e cerca de mais quatro de especialidade – para amadurecer.

Para já, a única certeza é de que a experiência como universitária não será feita dentro das quatro paredes da faculdade. Estela quer correr o mundo como voluntária e cumprir a “missão social” pela qual escolheu esta profissão.

“Sempre fui uma pessoa que gosta de ajudar, de compreender os outros e as coisas, ir mais além. É o que espero conseguir atingir.”

Beatriz escolheu o interior do país

Não é novidade que as instituições dos grandes centros urbanos continuam a ser as mais procuradas do país. Mesmo alguns dos jovens que residiram toda a vida no interior escolhem trocar a região pelo Porto ou Lisboa, por exemplo. Não Beatriz Nave. Natural da Covilhã, aos 18 anos integra o grupo de novos estudantes em Medicina na Universidade da Beira Interior (UBI).

© Filipe Pinto/Global Imagens

A média de 19,2 valores permitia-lhe acesso folgado a qualquer curso e universidade mais prestigiados no país. Os famosos cursos de Medicina da Universidade do Porto, do Minho e de Lisboa, por exemplo, que neste ano fecharam com a média do último colocado entre os 18,2 e os 18,5 valores. Por isso, “sair [da cidade] passou-me pela cabeça, sim”, confessa.

Mas, quando procurou informar-se de toda a oferta educativa no país, concluiu “que havia muitas razões para ficar na UBI”. “A universidade tem uma forma muito prática de lecionar o curso e, pelo que percebi, os alunos tornam-se muito autónomos. E, se há uma universidade boa na minha cidade, porque não?“, explica.

Além de ser uma opção “mais estável” financeiramente.

Nos últimos anos, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES) tem criado mecanismos para fomentar as instituições com menor procura ou em zonas com menos densidade populacional.

Uma missão que aparenta não estar a ter os resultados esperados.

Apesar do aumento de estudantes colocados nestas regiões (2,6% face a 2018 e 3,8% face a 2017), é a elas que corresponde a quase totalidade das vagas remanescentes neste ano – cerca de cinco mil das 6734.

“Não acho que seja por ficarmos no interior que temos menos qualidade de formação académica”

Beatriz é defensora de que “o potencial do interior está a ser muito desvalorizado”. “É claro que o litoral deve ser ótimo para estudar e eu não vou passar por isso. Mas há aqui muito potencial. As universidades de cá são empreendedoras e têm crescido consideravelmente. Não acho que seja por ficarmos no interior que temos menos qualidade de formação académica”, sublinha.

Embora admita que pode chegar o dia em que o interior do país não seja suficiente para responder às suas ambições profissionais. “Acho que sim, provavelmente terei de sair daqui. Mesmo ao longo do curso, vai havendo estágios fora e eu vou passando por outros sítios.

Mas não é algo que me preocupe assim tanto agora.”Para já, quer tirar o máximo partido do curso que escolheu desde cedo. Por volta do seu 5.º ano de escolaridade, conta.

“Comecei a não conseguir imaginar-me a fazer outra coisa senão Medicina e a lutar cada vez mais para conseguir a média necessária”, recorda.

Há tempo para tudo

Foi entre a obscuridade dos filmes de Christopher Nolan, a diversidade de Quentin Tarantino e os heróis dos irmãos Russo que Ricardo Balula cultivou uma média perfeita: 20 valores.

Mas houve ainda espaço para ler, fazer exercício e, “claro, sair com os amigos”.

Não há fórmulas no que toca a alcançar a genialidade de uma nota, mas tanto Ricardo como Estela e Beatriz garantem que não é um caminho solitário: há tempo para tudo.

O jovem de 18 anos, natural de Sintra, vai entrar no curso de Medicina na NOVA Medical School – Faculdade de Ciências Médicas, em Lisboa, cidade onde já estudava, no Colégio Planalto, mas não num curso científico-humanístico. Ricardo foi aluno de um programa curricular internacional, durante o secundário, também designado International Baccalaureate Diploma Programme ou simplesmente IB, através do qual arrecadou um certificado bilingue.

Ter escolhido este curso “facilitou o caminho” até aos 20 valores, diz. Quer por estar a dedicar o secundário a aprender da forma que mais gosta quer pela preparação para os exames.

Integra o grupo de 41 alunos que neste ano ingressam no superior com a média máxima.

Entre estes, 20 são do curso de ciências e tecnologia, dois de ciências socioeconómicas, 17 de escolas estrangeiras em Portugal e os restantes dois distribuídos entre alunos de equivalências estrangeiras (um) e de Biotecnologia (um).

© Reinaldo Rodrigues / Global Imagens

Admite que “não é tarefa fácil” e também não há uma “receita secreta”.

“Voltamos sempre à história tradicional de estar atento nas aulas e ser capaz de sair com o conteúdo bem consolidado, de adquirir hábitos saudáveis que permitam um convívio regular com a matéria.

Certo é que Ricardo não precisou de esperar pelas colocações para saber se ficaria no curso para o qual escolheu ingressar, devido ao conforto que a média lhe deu. Vai ao encontro do irmão, que já lá estuda.

À semelhança de Ricardo, Estela foi conciliando o estudo com o exercício físico, por considerar uma boa ferramenta mental para “reciclar energias”. Também Beatriz, que há muitos anos pratica natação e ténis – no 12.º, conjugado com aulas de teatro.

Estela explica que reserva sempre tempo para os amigos e família – é a mais nova de sete irmãos – e não tem problemas em dizer “não”. “Se é preciso estudar, é preciso estudar. O tempo que tiro para estudar hoje é o tempo que amanhã tiro para estar com os amigos. Nunca tive problemas nenhuns em dizer que não poderia sair. Cada coisa tem o seu momento e a sua hora.”

Uma tese reafirmada por Beatriz, acrescentando que a melhor forma de alcançar bons resultados é estar motivada. “O que mais me deu força foi a motivação para atingir aquilo que eu queria”, sublinha.

Antes de tudo, diz, “temos de encontrar uma motivação, um objetivo”.

Seja ele um curso para o qual se quer ingressar no superior, poder entrar em qualquer um quando chegar a hora da decisão ou a mera determinação em querer dar e aprender o máximo na escola.

Médias superiores a 17: as lições dos bons alunos

Afonso Caldeira, 18 anos, média de 199 valores

Ex-aluno do curso de Ciências e Tecnologias no Colégio de São Miguel, Fátima. Entrou na Universidade Nova, onde vai fazer Economia

Sou natural de Alcanena e frequentei o ensino secundário no Colégio de São Miguel de Fátima. Nos exames obtive 185 a Geologia e Biologia, 193 no de Física e Química, 186 a Português e 200 a Matemática. Na minha opinião, o sucesso académico assenta em três fatores essenciais.

O mais fundamental, como em tudo na vida, é o trabalho. De modo algum se consegue alcançar bons resultados sem um estudo consistente, em qualidade e quantidade.

No ensino secundário, principalmente no 10º e 11º ano, o meu dia de trabalho começava, verdadeiramente, quando chegava a casa, após estar mais de 8 horas na escola e, tinha de estudar toda a matéria lecionada e preparar os testes.

Em muitos dias tive de trabalhar mais horas que o típico trabalhador português. Neste sentido, para mim, ter boas notas sempre exigiu um elevado nível de empenho, esforço, resiliência e algum espírito de sacrifício.

O segundo fator são as nossas capacidades inatas. Parece-me evidente que é necessário ter um certo nível de predisposição intelectual.

Por norma, associam-se bons alunos a alunos extraordinariamente inteligentes. Ora, eu julgo ter apenas uma inteligência mediana, mas sempre consegui ter excelentes notas.

Penso que a excelência que me falta a nível intelectual sempre consegui compensar com trabalho.

Por último, como nada se consegue sozinho, considero que o meu percurso escolar é indubitavelmente uma consequência da qualidade dos professores e das escolas que frequentei, tanto o Colégio de São Miguel, no ensino secundário, como o Colégio Andrade Corvo, até ao 9º ano. Ainda que o acesso ao ensino superior seja largamente influenciado pelo desempenho no ensino secundário, parece-me, honestamente, que são as bases que tenho desde do primeiro ano que me permitiram ter sucesso escolar.

Com os meus colegas na escola, sempre tive uma relação pautada pela ajuda mútua.

Sempre que eles precisavam ligavam, mandavam mensagens e eu explicava exercícios, tirava dúvidas, o que acabava por ajudar o meu estudo.

Do mesmo modo, sempre que eu tinha necessidade, ligava e eles auxiliavam-me. Hoje em dia, na universidade, até participo num projeto em que apoiamos alunos do 12º ano, em Matemática.

Em relação ao Colégio de São Miguel apenas posso exprimir o meu agradecimento a todos os professores, auxiliares, diretores.

Ali aprendi não apenas conteúdos curriculares mas um conjunto de outras valências imprescindíveis na vida.

Acho que esse deve ser o objetivo último de qualquer escola: formar Seres Humanos na sua plenitude. Isto é, incutir valores de partilha, entreajuda, respeito pelo próximo.

Por tudo isto, causa-me alguma estranheza o atentado que esta escola tem sofrido nos últimos tempos por ser um colégio com contrato de associação, o que tem levado à redução do número de turmas por parte do Ministério da Educação.

A verdade é que, ao longo dos anos, o Colégio de São Miguel tem-se evidenciado como uma escola de excelência da região, frequentada por todo o tipo de alunos, inclusive alunos institucionalizados, com necessidades educativas especiais e apoiados pela ação social escolar.

Por conseguinte, parece-me incompreensível a política adotada pelo governo relativamente a esta instituição de ensino. Bem sei, que a gestão privada de dinheiros públicos gera muita controvérsia.

Contudo, cada caso é um caso e o Colégio de São Miguel é um caso de sucesso deste modelo.

Atualmente estou a estudar Economia na Nova School of Business and Economics. Sempre me lembro de querer ser economista. Quando era pequeno, queria ser rico e então julgava que este era o curso que mais se adequava.

Com o tempo, mais do que amor ao dinheiro, fui-me sentindo fascinado por tentar perceber temas que envolveram o meu crescimento, nomeadamente a crise financeira e a troika. Concluído o primeiro semestre, sei que foi uma escolha acertada.

Sinto-me incrivelmente satisfeito pelo nível de exigência e pela qualidade desta instituição.

Também passei a viver sozinho numa cidade como Lisboa. E, nessa medida, os últimos seis meses foram de facto intensos e desafiantes.

No que respeita ao curso, há diferenças em relação ao ensino secundário.

Apesar de sempre ter tido professores estupendos, parece-me que a Matemática que nos é ensinada na escola é algo distinta do requerido na universidade, na medida em que, no secundário, o programa não nos ensina verdadeiramente a pensar e a raciocinar.

Ao invés, os exercícios são muito mecânicos e a Matemática radica, essencialmente, na repetição de exercícios-tipo. Pelo contrário, na faculdade, as cadeiras que a envolvem requerem um nível de raciocínio muito mais exigente e abstrato.

Quanto ao futuro, após a conclusão do curso gostaria de prosseguir os meus estudos no ensino superior, se possível no estrangeiro. Acho que é fundamental ter experiência internacional, de modo a um dia poder vir a ser um profissional plenamente capaz e competente. Contudo, adorava poder, mais tarde, trabalhar em Portugal.

Tenho um certo fascínio pela banca de investimento, mas ainda não sei o que pretendo fazer ao certo. O meu maior sonho é ter um emprego que me faça feliz, que me motive, no qual eu seja bom e, por último, mas não de somenos importância, me dê dinheiro e me proporcione liberdade financeira.

Ana Sofia Santos, 18 anos, média de 180,5 valores

Ex-aluna do curso de Ciências e Tecnologia na Escola Básica e Secundária da Lousada Oeste, instituição com maior percentagem de alunos carenciados a nível nacional mas também das que mais promoveram o sucesso dos seus estudantes e que mais subiu nos rankings. Entrou para Economia na Universidade do Porto

Na minha escola existiam vários alunos com carências. Isso notava-se, por exemplo, nas roupas que usavam. Algumas já estavam muito gastas. Mas, mais do que no vestuário, notava-se no comportamento. Eram emocionalmente mais instáveis e não sabiam estar na sala de aula.

Penso que a escola conseguia lidar bem com isso. Alguns alunos tinham de ir ajudar na cantina, não como castigo mas como uma espécie de lição para pensarem no que tinham feito e para conseguirem melhorar o comportamento. E os professores nunca pouparam no apoio a todos os alunos. Eram muito prestáveis e disponibilizavam-se sempre para tirar dúvidas depois de as aulas terminarem.

Eu tive a sorte de estar numa turma pequena. Éramos apenas 18 alunos, o que permitia um acompanhamento mais próximo por parte dos professores, que dedicavam muito tempo a preparar-nos para os exames. Ainda assim, alguns não seguiram para a faculdade. Mas julgo que a maioria foi.

Eu sempre quis ir para a universidade. Os meus pais sempre me incentivaram a estudar para ter um futuro melhor. O meu pai é cantoneiro e tem o 6º ano. A minha mãe é costureira e só fez o 4º. Eles não tiveram possibilidade de ir mais longe, mas fizeram questão que eu fosse. Vivemos os três e o ambiente familiar é tranquilo, o que é muito importante.

Não temos uma vida de luxo, mas temos os bens essenciais. Nunca tive explicadores. Com explicações talvez tivesse conseguido uma média um bocadinho mais alta, que me permitisse entrar em Gestão na Universidade do Porto, que foi a minha primeira opção. Acabei por entrar na segunda opção, que foi Economia, e estou contente porque estou a gostar muito.

Não tenho pena de não ter podido ter explicações, como muitos alunos de outras escolas têm, porque penso que temos de ser capazes de ter um estudo autónomo e de chegar onde queremos só com o nosso trabalho. Com algum foco e muita dedicação, podemos conseguir tanto como os que vivem com regalias.

Estou a gostar muito da faculdade. Só é duro ter de me levantar muito cedo, porque tenho de apanhar o comboio e depois o metro e demoro cerca de uma hora a chegar.

Por isso, às 6h10 já estou a sair da cama para conseguir estar na faculdade às 8h30. Não tenho outra forma de ir para lá. Não posso levar o carro dos meus pais porque seria um gasto muito grande em combustível.

E, além disso, também teria um custo para o Ambiente. Cada vez mais temos de pensar em termos ecológicos.

Luís Silva, 18 anos, média de 198,5 valores

Ex-aluno de Ciências e Tecnologia na Escola Secundária Aurélia de Sousa, no Porto. Entrou para Engenharia Aeroespacial no Instituto Superior Técnico

Nasci no Porto e no secundário frequentei a Escola Aurélia de Sousa. A minha média de candidatura foi de 19,85 valores. Tive 20 nos exames de Física e Química A, Geometria Descritiva e Matemática A. E tive 17,5 a Português.

Não posso dizer que tenha estudado pouco, mas sem dúvida nunca fui o que mais estudava na minha turma.

Acho que passa um pouco por estar mais atento nas aulas para tentar perceber as coisas à primeira e manter um ritmo de estudo regular ao longo do tempo, sem “picos” de estudo apenas nos dias anteriores aos testes.

A Aurélia é uma boa escola. Os professores que tive foram, na sua maioria, bons, em particular os do 10.º ano, tornando fácil uma transição de ciclo que nem sempre o é. O ambiente também era bastante positivo e acho que isso também é bastante importante para o sucesso escolar (bem como o bom ambiente e apoio familiar).

O maior “problema” que a escola tinha, a meu ver, era o excesso de alunos num espaço tão pequeno, o que era particularmente evidente à hora do almoço na cantina, e que também propiciava um desgaste mais rápido das infraestruturas.

A escolha do curso superior acabou por ser feita um pouco em cima da hora. Ouvi falar do curso de Engenharia Aeroespacial pela primeira vez no 9.º ano, numas atividades de orientação vocacional sobre as opções a seguir no secundário. Mas só fiz a escolha final na altura das inscrições na universidade.

O que posso dizer no final do primeiro semestre é que o curso ainda é bastante genérico, com quase tudo em comum com as outras engenharias, como seria de esperar. Naturalmente houve cadeiras das quais gostei muito e outras nem tanto. Em comparação ao secundário, nota-se claramente que o ritmo de ensino é muito mais acelerado.

Às vezes é apresentada numa hora matéria que no secundário renderia algumas semanas, com muito pouco tempo dedicado à realização de exercícios nas aulas. Espera-se que haja muito mais trabalho autónomo em casa. A quantidade de projetos a realizar também é algo a que não estava habituado.

Nunca tinha trabalhado tanto durante a época do Natal, por exemplo.

Se tiver oportunidade, gostava de realizar parte do curso no estrangeiro, através do Erasmus ou outro programa do género, já que o Instituto Superior Técnico tem vários acordos com outras universidades. Tenho a certeza que seria uma experiência única e enriquecedora e também permitiria criar um currículo mais apelativo.

Quando a um trabalho futuro, penso que ainda é muito cedo para decidir. Espero que o próprio decorrer do curso me dê uma melhor ideia daquilo que eu gostaria mais de fazer nesta área.

Carminda Rodrigues, 19 anos, média de 17 valores

Ex-aluna do curso profissional de Artes e Espetáculo – Interpretação no Agrupamento de Escolas nº 2 de Abrantes, a escola com melhores indicadores de sucesso no ensino profissional

Quando terminei o 9º ano não tinha uma ideia certa do curso que ia seguir. Depois fui ver as áreas que a escola oferecia e vi que podia escolher o curso de Artes e Espetáculo. Era uma área de que gostava.

Quando disse à minha mãe que queria ir para o ensino profissional e para este curso em particular, ela apoiou-me. Disse-me: “Se é o que tu queres, deves seguir”.

Mas também me chamou a atenção para as consequências que essa escolha teria, pois era uma área que não tem um futuro propriamente assegurado.

Antes de começar tinha a ideia de que ia ser um curso fácil e que qualquer um conseguiria. Mas depois percebi o trabalho que era preciso fazer, os dias longos de estudo e cheguei a pensar duas vezes se queria mesmo continuar. Não era tanto as disciplinas teóricas que me assustavam. Sempre tive boas notas na escola.

O problema era a parte mais técnica. O que aprendíamos nas aulas não chegava para depois conseguir realizar os exercícios. Tínhamos de decorar os textos e praticar em casa. A turma era pequena. Éramos uns dez alunos. Mas todos gostavam de representar. A parte do estágio fi-lo no Teatro da Terra, em Ponte de Sor.

Para a prova final do curso (em vez de exames nacionais os alunos desta via de ensino fazem uma prova de aptidão profissional), eu e uma colega minha trabalhámos o texto “As Vedetas”. Tivemos de encenar e interpretar. E estava um júri a assistir e avaliar. Estava tão nervosa que até me atrapalhei a falar. Mas correu muito bem. Tive a nota mais alta da turma.

Terminei o curso e quero seguir esta carreira. Mas já sabia que, entretanto, tinha de pôr esse plano de lado e arranjar um trabalho para ganhar dinheiro. Neste momento trabalho num restaurante em Abrantes.

Trabalho de dia durante a semana e também à noite às sextas e aos sábados. A minha ideia é continuar a estudar e ir para o conservatório se possível ou então arranjar um emprego na área da representação. O que gosto mesmo é de teatro.

E não queria que fosse só um hobby.

Sou do Profissional, como é que calculo a minha média se os exames não contam?

  • Se vieste aqui parar mas és de um curso científico-humanístico ou já terminaste o secundário, nesse caso devias estar a ler este arigo!
  • Se vieste aqui parar e és de um curso Recorrente, nesse caso devias estar a ler este artigo!
  • O Ministério da Educação está a fazer todos os esforços para que possas ser avaliado na mesma e a tua Prova de Aptidão Profissional ou Artística será considerada na tua avaliação e contará para a tua conclusão e cálculo da média de secundário, quer queiras ou não prosseguir estudos. 
  • Sendo que isto deverá acontecer em breve, de forma a conseguires realizar a tua candidatura através do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior.

O que terás de fazer para prosseguir estudos para o Ensino Superior?

Se pretendes prosseguir para um CTeSP, está tudo igual para ti. Terminas o secundário com as notas das disciplinas e com a PAP, ou com outras formas de avaliação que tenhas.

A partir deste momento, estarás apto para entrar no Mercado de Trabalho ou no CTeSP.

Para este último recomendamos que pesquises na nossa base de dados de CTeSP e que fales com a instituição correspondente para perceber como funciona o concurso..

Se queres prosseguir estudos através do concurso nacional de acesso, para efeitos de candidatura deixas de ter de fazer os dois exames obrigatórios, como era habitualmente pedido – o de Português e outro qualquer. 

Terás apenas de fazer os exames necessários como Prova de Ingresso no curso que pretendes. Ou seja, a tua média de secundário é igual à tua nota do curso depois da PAP ou outra forma de avaliação que tenhas.

A tua nota de candidatura será calculada usando a tua média de secundário depois da PAP, que vale entre 50% a 65%, mais o(s) exame(s) usado(s) como Prova de Ingresso, que valem entre 50% a 35%.

Através da nossa Calculadora de Média poderás colocar as notas que queres ter ou tiveste nos Exames Nacionais e descobrir a tua probabilidade de entrar em cada curso

Se és de um curso profissional e queres prosseguir estudos através do concurso especial de acesso, mantém-se tudo igual. Se não sabes sobre o que estamos a falar, vê o artigo “Já se sabe como será o concurso nacional para o ensino profissional e artístico!”

Condições de Transição e Retenção

Condições de Transição e Retenção

Situação escolar no 10º / 11º Anos (a) Condições de matrícula no 11º / 12º anos
Classificação da avaliação interna igual ou superior a 10 valores em todas as disciplinas do respectivo plano curricular. Matrícula em todas as disciplinas.
Classificação da avaliação interna igual ou superior a 10 valores em todas as disciplinas do respectivo plano curricular, excepto em duas, e nestas a classificação não foi inferior a 8 valores. Matrícula em todas as disciplinas, incluindo aquelas em que a classificação foi inferior a 10 valores. No ano seguinte, nestas disciplinas, para efeitos de progressão, deve obrigatoriamente obter a classificação mínima de 10 valores. Se a classificação inferior a 10 valores ocorrer em disciplina terminal, a escola, na medida do possível, deve proporcionar o apoio pedagógico para a realização do exame como autoproposto.
Classificação da avaliação interna igual ou superior a 10 valores em todas as disciplinas do respectivo plano curricular, excepto em duas, e nestas (ou numa delas) a classificação é inferior a 8 valores Matrícula em todas as disciplinas, excepto naquela ou naquelas, conforme o caso, em que a classificação foi inferior a 8 valores. A aprovação na(s) disciplina(s) com classificação inferior a 8 valores, fica dependente da aprovação no respectivo exame como autoproposto, devendo a escola, na medida do possível, proporcionar o apoio pedagógico adequado.
Mais de duas classificações inferiores a 10 valores. O aluno não transita de ano. Repete a matrícula nas disciplinas do 10º / 11º em que obtém classificação inferior a 10 valores, podendo ainda matricular-se para melhoria de nota, naquelas em que obteve classificação igual ou superior a 10 valores.
Classificação da avaliação interna inferior a 10 valores em duas disciplinas de continuidade e em uma ou duas disciplinas terminais. O aluno, realiza, em Setembro, exame de equivalência à frequência na(s) disciplinas terminais. No caso de aprovar, transita de ano.
a) A classificação das disciplinas de Educação Moral e Religiosa Católica ou de outras Confissões, de Desenvolvimento Pessoal e Social e de Educação Física não é considerada para efeito de aprovação e de transição de ano, desde que o aluno frequente com assiduidade regular.
  • Exemplos da situação escolar dos alunos
  • 1. Disciplinas Anuais
Todas as Disciplinas Disciplinas da Formação Geral e Específica Disciplinas da Formação Técnica SITUAÇÃO DO ALUNO
10º 11º 12º
10 O aluno conclui com aproveitamento a disciplina.
10
10 O aluno está habilitado a fazer o exame final de âmbito nacional.
10 O aluno conclui com aproveitamento a disciplina.
< 10 O aluno deverá realizar, em Setembro, exame de equivalência à frequência.
< 10
< 10 O aluno deverá realizar exame na 2ª fase.
< 10 O aluno deverá realizar, em Setembro, exame de equivalência à frequência.
  1. 2. Disciplinas Bianuais
Todas as Disciplinas Disciplinas da Formação Geral e Específica Disciplinas da Formação Técnica SITUAÇÃO DO ALUNO
10º 11º 12º
7 ——— O aluno não pode matricular-se a essa disciplina no 11º ano, devendo autopropor-se a exame de equivalência à frequência.
8 10 Por não ter conseguido média de 10 valores, o aluno realizará, em Setembro, exame de equivalência à frequência.
8 11 O aluno conclui com aproveitamento a disciplina.
9/10 10/9
10 8 Por não ter conseguido média de 10 valores, o aluno realizará, em Setembro, exame de equivalência à frequência.
7
  • O aluno não pode matricular-se a essa disciplina no ano curricular seguinte.
  • No caso da disciplina pertencer à formação geral ou específica, deverá autopropor-se a exame final de âmbito nacional.
  • Se a disciplina pertencer à formação técnica, o aluno deverá autopropor-se a exame de equivalência à frequência.
8 10 Porque o aluno não atingiu média de 10 valores, deverá realizar exame na 2ª fase.
8 10 Porque não atingiu média de 10 valores, o aluno deverá fazer exame de equivalência à frequência, em Setembro.
8 11 O aluno está habilitado a realizar o exame final de âmbito nacional.
9/10 10/9
8 11 O aluno conclui com aproveitamento a disciplina.
9/10 10/9
  1. 3. Disciplinas Trianuais
Todas as Disciplinas Disciplinas da Formação Geral e Específica Disciplinas da Formação Técnica SITUAÇÃO DO ALUNO
10º 11º 12º
7
  • O aluno não pode matricular-se nos anos seguintes.
  • Se a disciplina for da formação geral ou específica, o aluno deverá autopropor-se, no final do 12º ano, a exame final de âmbito nacional.
  • Se a disciplina for da formação técnica, deverá autopropor-se, no final do 12º ano, a exame de equivalência à frequência.
8 10 11 O aluno está habilitado a fazer exame final de âmbito nacional.
10 8 11
8 10 11 O aluno conclui com aproveitamento a disciplina.
10 8 11
10 8/9 O aluno progride na disciplina se reunir as condições de transição de ano, ou seja, se não estiver reprovado a mais de duas disciplinas. No 12º ano, deve, respectivamente, obter a classificação de 11 ou 10, para poder estar habilitado a fazer exame final de âmbito nacional (formação geral ou específica) ou para concluir com êxito a disciplina (formação técnica).
10 7 O aluno não progride na disciplina, devendo no final do 12º ano autopropor-se a exame final de âmbito nacional (formação geral ou específica) ou exame de equivalência à frequência (formação técnica).
10 10 8 Porque não atingiu média de 10 valores, deverá realizar exame na 2ª fase.
10 10 8 Porque não atingiu média de 10 valores, deverá realizar exame de equivalência à frequência, em Setembro.

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