Como Reage O Bebe Quando A Mae Faz Sexo?

Resumo da Notícia

  • Está ansiosa para descobrir o sexo do seu filho?
  • Veja mitos e verdades que podem ser associados à uma filha menina
  • Confira a opinião dos médicos sobre o assunto

Quais os sinais de que estou grávida de uma menina ou um menino? Se você é uma pessoa ansiosa, provavelmente desde que descobriu a gravidez está de olho em todos os sintomas para ver se eles lhe dão uma pista sobre o sexo do seu bebê. Embora seja divertido fazer isso, a maioria dos especialistas concordam que não há muita verdade na maioria dos contos e técnicas antigas. Mas isso não significa que você não pode se divertir tentando adivinhar!

Como Reage O Bebe Quando A Mae Faz Sexo?Gravidez: descubra os sinais de que você pode estar esperando uma menina (Foto: Pinterest / Parents)

Aqui vão algumas das maneiras mais populares de saber se você está grávida de uma menina, de acordo com os contos das esposas antigas. Médicos foram consultados para explicar a veracidade de cada conto. Continue lendo para descobrir se esses mitos de gênero favorecem o rosa ou o azul para você!

Os contos das esposas antigas dizem que você está tendo uma garota se …

Sua barriga está alta

Sua barriga está bem alta? Há um conto de mulheres que diz que isso pode significar que você está carregando uma garota.

A verdade: barriga alta é, na verdade, mais provável um indício de indigestão do que o sexo do bebê.

Uma barriga alta pode fazer com que as coisas fiquem um pouco apertadas, de acordo com Kameelah Phillips, MD, IBCLC e OB-GYN da Calla Women’s Health em Nova York, mas isso não significa que você está tendo uma menina.

“Depende realmente da posição do bebê e do número de bebês que você teve antes, que afeta principalmente a aparência do abdômen e do útero da mãe, bem como de como a mãe está portando qualquer peso durante a gravidez”.

Uma menina pode causar enjoos matinais mais graves? Kate Middleton e Amy Schumer, as duas mães que sofrem de hiperemese gravídica, provavelmente diriam que a resposta é não. No entanto, o mito ainda permanece hoje.

A verdade: Nenhuma verdade aqui. De fato, estudos recentes dizem que as mulheres grávidas que lidam com náuseas e vômitos têm maior probabilidade de ter homens.

Você está desejando doces

Diz os mitos que se você deseja coisas doces enquanto está grávida, é provável que você esteja carregando uma menina, enquanto os desejos salgados ou apimentados podem ser mais indicativos de um menino.

A verdade: De acordo com o Dr. Phillips, não há verdade nesse mito popular. “Costuma-se dizer que ter desejos de doces é uma indicação de que uma garotinha está chegando. Isso é consistente com muitas associações culturais com ‘garotinhas doces’. No entanto, não há relação direta entre querer doces e o sexo do bebê “.

Como Reage O Bebe Quando A Mae Faz Sexo?Quais os sinais de que estou grávida de uma menina ou um menino? (Foto: Shutterstock)

Sua urina está amarelada

Existem muitos testes de previsão de gênero em casa que alegam induzi-lo ao sexo do bebê com base em como sua urina reage a diferentes substâncias. Há um conto de esposas antigas que indica que urina de cores vivas significa que você receberá uma menina.

A verdade: “A urina varia ao longo do dia e tem muito mais a ver com hidratação, infecção, vitaminas e dieta do que qualquer outra coisa”, diz o Dr. Phillips. “Não há relação entre a urina e o sexo do seu bebê.”

Se você teve a chance de ouvir os batimentos cardíacos do seu bebê, sabe como é incrível. Mas isso pode ser uma pista do sexo dele? O conto das velhas esposas diz que os fetos masculinos geralmente têm uma frequência cardíaca de 140 batimentos por minuto ou mais lenta, enquanto o coração das meninas bate um pouco mais rápido, a 140 batimentos por minuto ou mais.

A verdade: embora algumas fontes consideram que existe alguma verdade nesse mito de gênero, estudos recentes não foram capazes de encontrar um elo conclusivo.

Como Reage O Bebe Quando A Mae Faz Sexo?Existem algumas das maneiras populares de saber se você está grávida de uma menina (Foto: Getty Images)

A ciência diz que você está tendo uma garota se…

Entendemos – você está morrendo de vontade de saber o sexo do seu futuro filho. Mas deixe de lado os contos dessas esposas e continue lendo algumas maneiras apoiadas pela ciência para descobrir definitivamente se você vai receber um menino ou uma menina:

Triagem NIPT: Por volta da 10° semana da sua gravidez, você receberá uma triagem genética abrangente: o teste pré-natal não invasivo (NIPT).

É um exame de sangue para detectar anormalidades no feto.

O sexo do seu bebê será incluído no relatório deste teste que voltará do seu médico, portanto, informe-o antes que o relatório seja lido, se você não quiser saber qual será o sexo.

NT Scan: Optando por pular a triagem genética? Sua próxima chance de descobrir o sexo do bebê é na translucência nucal (NT), em torno de 12 semanas de gravidez.

Isso é simplesmente um ultrassom completo (geralmente feito em combinação com o exame de sangue NIPT) que rastreia diferentes marcadores da síndrome de Down, trissomia 13, trissomia 18 e outras anormalidades cromossômicas.

Embora 12 semanas seja um pouco cedo para determinar o sexo, de vez em quando a tecnologia pode ter uma visão clara.

Ultrassom no meio da gravidez: se você optar por pular o NIPT (e muitos casais o fazem!), Terá que esperar até o ultrassom no meio da gravidez para ver qual é o sexo do seu bebê.

O ultrassom no meio da gravidez ocorre entre as semanas 18 e 22 da sua gravidez. Aqui, você terá uma visão íntima de cada centímetro do seu crescente pacote de alegria.

E na maioria dos casos, você poderá descobrir o sexo do seu bebê.

O que sente o bebê quando a mãe faz sexo na gravidez

O que o bebê sente no ventre enquanto os pais fazem sexo?  É possível fazer algum dano ao bebê? O bebê correrá algum risco? Ele terá algum tipo de percepção do que está acontecendo? Estas perguntas a maioria dos pais de primeira viagem, ainda que possam parecer exageradas, cheias de ingenuidade, de medos ou de falta de informação. 

Seja como for, que na sua cabeça não pare de dar voltas o fato de que ‘alguém’ a mais do que o seu companheiro esteja contigo em todo o momento. A gente tira as suas dúvidas relacionadas às relações sexuais durante a gravidez e o que acontece com o seu bebê. 

Como Reage O Bebe Quando A Mae Faz Sexo?

O desejo sexual na gravidez varia muito ao longo das 40 semanas de gestação. No entanto, os especialistas falam de um aumento do apetite sexual nas gestantes, ainda que muitos pais se empenhem em relatar, seja com piadas ou não, que o sexo terminou com a concepção. 

Muitas mulheres optam por reprimir esse desejo sexual por medo de fazer algum dano ao bebê durante as relações sexuais. No entanto, é um dos melhores momentos, já que o sexo já não está focado na concepção e os hormônios melhorarão as relações sexuais. E, acima de tudo, o bebê não sofrerá danos, já que: 

– O bebê se encontra protegido no útero pelo líquido amniótico, um fluido que envolve ao bebê e serve de amortecedor diante pressões externas, movimentos bruscos, quedas ou ruídos do exterior. Portanto, não é possível que receba nenhum golpe como resultado de que sua mãe mantenha relações sexuais.

– Quando a mãe chega ao orgasmo, o útero se contrai e o bebê pode sentir certa pressão. Não é uma sensação dolorosa, nem incômoda, nem tão pouco implica em desencadear as contrações que darão início ao parto.

– Tem-se comprovado que a frequência cardíaca do bebê aumenta se a mãe pratica sexo, ainda que logo decresça de forma normal sem que isso possa prejudicar o bebê. 

– O bebê pode se manter quieto. A mesma coisa pode ocorrer quando a mãe mantém uma atividade física, o bebê pode estar dormindo ou relaxado, ‘ninado’ pelos movimentos. No entanto, quando a mamãe está mais relaxada, o bebê se mostra mais ativo.

  • O sexo na gravidez é contraindicado quando existe risco de aborto espontâneo ou de parto prematuro, se existe sangramento vaginal, placenta prévia ou existe perda de líquido amniótico. 
  • Alba Caraballo
  • Editora de GuiaInfantil.com

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Sexo na gravidez sem medo ou preconceitos

Kuzmichstudio/Thinkstock/Getty Images /

Alguns casais perdem meses preciosos de prazer por uma série de medos infundados. A não ser em casos bastante específicos, quando a saúde do bebê ou da futura mãe está sujeita a risco, o sexo não tem contraindicação durante os nove meses de gestação. Para muitos casais, inclusive, a gravidez reforça os laços afetivos e esquenta ainda mais a relação.
 
Ver a barriga crescer, os seios aumentarem e os quadris ganharem alguns centímetros pode ser motivo de orgulho para as mulheres e despertar ainda mais o interesse de seus parceiros. Além disso, a pele fica mais bonita, o cabelo brilhante… Infelizmente, muitas grávidas não percebem o efeito que exercem sobre os homens e se envergonham do próprio corpo, chegando a fugir de situações íntimas com o parceiro. Conversar abertamente com o parceiro continua sendo uma das melhores estratégias para superar esse tipo de dificuldade no relacionamento.
 
Antes de se convencer de que os quilos extras a deixaram pouco desejável, é uma boa ideia expor os temores abertamente para ele. “Nessa hora, a vergonha ou o medo de magoar devem ficar, de preferência, longe da conversa”, aconselha o psiquiatra Alexandre Saddeh, especialista em sexualidade do Hospital das Clínicas de São Paulo. “Durante a gravidez, é importantíssimo manter um diálogo franco e aberto, pois muitas vezes os desejos se desencontram. Por exemplo, o marido pode sentir o desejo diminuído, mas a mulher, não. O que impede que ele dê prazer a ela mesmo sem penetração?”, questiona Saddeh. Essa cumplicidade entre os parceiros e a abertura para novas possibilidades podem, inclusive, melhorar a vida sexual futura de ambos, garante o especialista.
 

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Dança dos hormônios

Os sintomas intensos no início da gravidez, como mal-estar, enjoos e vômitos, também podem afetar a disposição para o sexo. É compreensível. Afinal, isso também acontece quando ficamos resfriadas, mesmo sem estar grávidas. O importante é lembrar, inclusive ao parceiro, que esses sintomas são passageiros e que logo você estará bem para levar a vida sexual adiante. Outra boa notícia é que a natureza dá uma forcinha para a libido não decair durante a gestação. Entre as mudanças hormonais da fase, há um aumento na produção de estrogênio e androgênio, que atuam positivamente sobre o desejo. Mas as mulheres reagem à gestação de maneiras diferentes.
 
“É uma experiência intensa e multifacetada, que envolve valores religiosos e morais, além de aspectos psicológicos e físicos. Algumas perdem o interesse pelo sexo durante esse período, enquanto outras sentem a libido aumentar, especialmente no segundo trimestre, quando se livram dos enjoos e a barriga ainda não dificulta determinadas posições”, explica o ginecologista Mauro Abi Haidar, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Ele próprio já atendeu uma gestante que vira e mexe ligava para o marido no meio da tarde pedindo-lhe que voltasse para casa, pois ela “precisava” de sexo. “Não é comum, mas pode acontecer”, diz o médico.
 

Machucar o bebê

Um mito difícil de derrubar é o medo masculino de machucar o bebê durante a penetração. É um receio totalmente infundado. O feto está protegido por várias camadas de músculos e envolto no saco gestacional, que é formado pela bolsa que abriga a criança e pelo líquido amniótico, criando uma espécie de amortecedor em torno do bebê. “Há ainda o tampão mucoso, membrana que fecha a entrada do útero, protegendo-o de contaminações e contatos”, explica Haidar. Portanto, durante o sexo, não há risco de o pênis entrar em contato com o bebê. Relaxe…
 

Mulher, amante… e mãe!?

É natural que a gestação modifique a visão que o parceiro tem da mulher. Além de esposa e amante, ela passa a ser mãe. Em alguns casos, as confusões com esses novos papéis podem derrubar totalmente o desejo masculino. “Se o parceiro transforma a mulher em um ícone inalcançável por causa da maternidade, será difícil que sinta excitação por ela. Para muitos, o sexo envolve ainda uma certa dose de agressividade, de transgressão. E isso não combina com a ideia de mãe”, analisa Saddeh. Por isso, se notar que seu parceiro esfriou de repente, é hora de uma boa conversa para descobrir a origem desse desinteresse. A maioria dos homens, mesmo diante de sentimentos contraditórios, sensibiliza-se com a gravidez e desdobra-se em carinhos e preocupações. Mas, se é uma gestação desejada e, apesar disso, o parceiro mostra-se cada vez mais distante, não chegando sequer a tocar na grávida, é melhor buscar ajuda especializada antes que um abismo se abra entre os dois.
 

  • Adaptações necessárias
  • Fugindo da rotina
  • Longe da cama

À medida que a barriga cresce, por volta do sétimo mês, algumas posições sexuais se tornam incômodas e inadequadas. Mas não é razão para abrir mão do erotismo e do prazer. Talvez fique impossível realizar posições que exijam destreza física ou pressionem o abdome, mas é um bom momento para usar a criatividade para dar e receber prazer. Com a clássica papai-e-mamãe fora do cardápio, é hora de ousar. Que tal experimentar outras posturas, como você ficar sobre o parceiro, o sexo oral ou a masturbação a dois? Do oitavo mês em diante, os médicos costumam recomendar que os casais evitem penetrações profundas. “Nessa fase, quando toca o colo do útero, o pênis pode provocar contrações uterinas mais intensas e desencadear um trabalho de parto prematuro”, esclarece Haidar. Para evitar esse risco, a posição mais recomendada é com o casal “coladinho”, ambos deitados de lado.
 
As mudanças trazidas pela gravidez podem ser uma boa oportunidade para injetar uma dose extra de emoção na relação a dois. Para não deixar o assunto “bebê” dominar completamente a cena, a ponto de você e seu parceiro perderem contato com a própria sexualidade, um conselho é fugir da rotina e namorar mais. Uma volta no quarteirão para um sorvete, uma ida ao cinema, um carinho durante as compras no supermercado, bilhetes, ligações picantes. O fato de esperar um filho não é motivo para deixar tudo isso de lado. Pelo contrário. Esses momentos de carinho e intimidade são fundamentais para fortalecer os laços afetivos e criar um ambiente favorável ao sexo. “Na gravidez, a vida deve continuar com seus prazeres, para o homem e para a mulher. Tirar as dúvidas com os especialistas afasta os preconceitos e permite ao casal aproveitar esse período com muita satisfação”, garante Saddeh.
 
Em alguns casos, os obstetras recomendam a interrupção das relações sexuais durante certo período. O ginecologista Mauro Abi Haidar aponta as situações em que o melhor a fazer é seguir o conselho do médico e voltar todas as atenções para se manter saudável durante os nove meses. Segundo ele, as relações sexuais são desaconselháveis quando: 

  • A mulher sofreu repetidos abortos e está no início de uma nova gestação;
  • Há infecção genital ou dor durante as relações;
  • Há risco de trabalho de parto prematuro;
  • Existe perda de sangue ou de líquido amniótico;
  • A bolsa se rompeu antes da data estimada para o parto.
  • Comportamento – sexo
  • Gravidez
  • Relacionamentos – Vida a dois
  • Sexo e você

Sexo na gravidez: o que ninguém te conta

A gestação é uma fase de várias transformações para a mulher, sob o ponto de vista físico, fisiológico e psíquico, que podem impactar diretamente na qualidade da vida sexual. Para encarar esse período com segurança e tranquilidade, é importante tomar conhecimento de algumas alterações e de certas novidades que podem surgir.

Papai-mamãe, por ironia, é a posição mais incômoda

Desde que não haja nenhuma contraindicação por parte do obstetra sobre evitar o sexo –sob o risco de aborto ou parto prematuro–, todas as posições podem ser praticadas pelo casal.

“No terceiro trimestre, a barriga atrapalha um pouco, então, a preferência das gestantes é transar de lado ou mesmo de quatro, porque assim a mulher conta com quatro apoios, das mãos e dos joelhos.

É comum as grávidas respirarem com mais dificuldade quando a barriga está maior, já que o bebê comprime um pouco o diafragma, então, vale primar pelo conforto”, explica a ginecologista, obstetra e mastologista Mariana Rosario, membro do corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

Conforme se dá a progressão da gravidez, o aumento abdominal pode dificultar algumas posições –principalmente a papai-mamãe. Posições em que a mulher fica deitada, de barriga para cima podem ser mais desconfortáveis a partir do segundo trimestre, devido à diminuição de fluxo causada pela compressão de vasos importantes pelo peso abdominal.

Cuidados pré e pós-sexo são fundamentais

Por conta das alterações hormonais, a imunidade fica mais baixa. Com isso, a gestante sofre maior risco de ter infecção urinária.

“Inclusive, se for uma gestante com histórico de repetidas infecções urinárias, pode ser necessário que ela faça uso de medicação antibiótica de forma profilática antes das relações”, avisa o ginecologista e obstetra Roberto de Azevedo Antunes, diretor da Sgorj (Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Estado de Rio de Janeiro).

Algumas medidas preventivas podem ajudar, como tomar bastante água ao longo do dia, não ficar muito tempo sem fazer xixi e esvaziar a bexiga antes e após o sexo.

“A utilização de preservativo e a higienização da vagina após a relação também são cuidados cabíveis.

Não é bom utilizar duchas vaginais, pois elas retiram a proteção natural da região e prejudicam a imunidade que o próprio organismo cria como defesa”, fala Fernanda Okita, ginecologista e obstetra do Hospital Santa Cruz, em São Paulo.

Pode sair líquido dos seios durante a transa

Antes de as mamães começarem a produção do leite materno, a fabricação de colostro –uma espécie de pré-leite, que já conta com proteínas benéficas para o bebês– se inicia a todo vapor. Em algumas mulheres, ele só surge depois do parto. Para outras, porém, o líquido dá as caras já no segundo trimestre.

De acordo com Fernanda, fatores como o uso de medicamentos, tabagismo e, principalmente, estímulos do parceiro, como carícias e o ato de sugar, podem provocar a liberação do líquido. Nesse caso, o que acontece é que a ocitocina, um dos hormônios responsáveis pela amamentação, é também liberado em situações de prazer.

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Se houver desconforto com a situação, a mulher pode permanecer de sutiã durante a transa e usar absorventes. Não há nenhum problema, porém, em dar uma conotação erótica à situação –desde que, é claro, ambos estejam confortáveis com as circunstâncias.

Num dia você quer transar; no outro tudo o que o homem faz irrita

“Costumo brincar que a gestação é uma TPM de nove meses, por causa dos hormônios. Então, há dias em que a gestante está mais irritada”, diz Mariana.

Esse nervosismo, obviamente, acaba sendo direcionado ao parceiro, pelo vínculo, pela intimidade e pela maior convivência.

Porém, é comum acontecer uma diminuição da libido no primeiro trimestre, decorrente da ansiedade, além de maior frequência de dores pélvicas, cansaço, enjoos e mal-estar –sintomas que não combinam muito com a vontade de fazer sexo.

“Já o segundo trimestre é marcado pela normalização ou até pelo aumento do desejo sexual. Conforme a gravidez progride, a tendência do terceiro trimestre é de diminuição da frequência, de menor satisfação sexual e de maior desconforto pélvico, mas isso varia de mulher para mulher”, observa Fernanda.

Sangramentos são comuns, mas merecem atenção

Sangramentos em pequena quantidade podem ocorrer após a relação sexual ou no dia seguinte devido à maior sensibilidade do cérvix e à irritação local. Na grande maioria das vezes, o colo do útero está muito cheio de vasos sanguíneos durante a gestação. Assim, alterações locais, o contato do pênis com o colo do útero e/ou as próprias contrações do orgasmo causam o sangramento.

“Apesar disso, não há evidências de que ter relações sexuais na gravidez provoque abortos. A maior parte é decorrente de alterações na formação fetal”, informa Fernanda. A ginecologista explica que o sintoma de sangramento vaginal na gravidez é comum e muitas vezes benigno, mas também pode ser um sinal de aborto espontâneo, gravidez ectópica e parto prematuro, entre outros.

“Todo sangramento, por menor e mais discreto que seja, deve ser comunicado ao obstetra e acompanhado por ultrassom para descartar a hipótese de um possível problema. Não é preciso ter medo de praticar sexo por conta disso, porque a parcela de mulheres que sangra é muito pequena. Mas, se sangrar, precisa acompanhar”, pontua Mariana.

O orgasmo é perigoso em situações específicas

O ápice do orgasmo pode produzir muita ocitocina, então, surge uma contração. Se a mulher tiver um descolamento de placenta ou um quadro que favoreça parto prematuro, a contração e a dilatação do útero podem evoluir para um parto prematuro, mas apenas nessas situações.

“Por isso, o casal tem que ser orientado por um obstetra. É o médico que dirá se o sexo é ou não permitido. Diante de um caso de descolação ovular, que ocorre no comecinho da gravidez, por exemplo, e que pode causar aborto ou sangramento, o sexo fica suspenso. O mesmo acontece quando o colo do útero está fino e a mulher sente contração”, diz Mariana.

Dores podem ocorrer

É importante que o casal se reinvente na cama e vá encontrando as posições sexuais mais confortáveis ao longo das diferentes fases da gravidez. “O desconforto decorre principalmente do aumento do útero.

Obviamente, o bom senso deve prevalecer sempre, posições que gerem compressão do útero, principalmente no terceiro trimestre, devem ser evitadas, pois podem gerar um maior incômodo para a grávida”, pondera Roberto.

“Quando o bebê também está muito baixo, com a cabecinha bem encaixada, a penetração pode causar dor à mãe”, fala Mariana. O feto, no entanto, está bem protegido e não sente nenhuma aflição durante o sexo. Em alguns casos, a dor vem da lubrificação prejudicada, então o ideal é utilizar um lubrificante à base de água nas relações.

DRs sexuais serão necessárias durante o tempo

Por ser uma fase de diversas mudanças, físicas e psicológicas, a comunicação entre o casal precisa ser mais clara, assertiva e efetiva do que nunca, principalmente em assuntos ligados ao sexo.

É um período em que discutir o relacionamento significa pensar em novas alternativas na cama, entender que nem sempre transar envolve penetração, conversar sobre inseguranças e compartilhar dúvidas e preocupações.

Ao abrir o jogo honestamente com o par, tudo pode fluir melhor. Trata-se de um momento único na vida de um casal e que pode e deve ser vivido plenamente.

O que o bebê sente dentro da barriga quando a mãe faz sexo?

por Edson Castro

Sexo é uma das coisas mais naturais dos seres humanos. E nada mais natural que, se não forem usados métodos anticoncepcionais, a mulher engravide. E aí começam os problemas…

Seja por medo ou por falta de jeito muitos homens se sentem desconfortáveis em transarem com suas mulheres quando estas estão no período de gestação.

Mas, pode fazer sexo na gravidez?

A gravidez requer alguns cuidados e mudanças mas, o sexo não está em nenhum destes já que na maioria das vezes não é uma atividade que traz risco para a mãe, nem para o feto.

Se a gravidez for de baixo risco, pode fazer sexo sim, numa boa. Já para casos de alto risco ou de fertilização artificial, o ideal é aguardar o fim do primeiro trimestre. Mas claro que você deve consultar um obstetra para devidas orientações.

Vale ressaltar também que, a qualquer sinal de dor, sangramento ou corrimento anormais, deve-se procurar um médico na hora.

Para você que ainda se sente inseguro para transar com sua parceira durante a gravidez, preparamos uma lista explicando que o bebê sente dentro da barriga quando a mãe faz sexo. Se liga:

► Contato físico

Sem piadinhas ou gracinhas aqui. Durante a penetração o pênis não chega ao útero, podendo alcançar no máximo o colo uterino, que amortece o toque. O sêmen também não entra em contato com o feto, que está protegido pela bolsa.

► Posições e movimentos bruscos

O feto acaba sentindo os movimentos mais intensos da mãe e, por estar dentro do útero dela, acaba se mexendo também. Por isso, posições mais ousadas do kama sutra acabam chacoalhando ele, por isso, o ideal é sempre apostar naquelas posições mais tradicionais e menos ousadas.

► Batimentos cardíacos

Durante o sexo, os batimentos da mãe acabam acelerando. Com isso, a região genital e uterina pode receber mais sangue e acabar gerando algumas contrações. Estas, em casos de gravidez de baixo risco, não apresentam problema nenhum nem para a mãe, nem para o feto.

► Hormônios

Durante uma transa, a mãe acaba liberando ocitocina e adrenalina que podem acelerar o batimento cardíaco do feto. Nada fora do normal.

Jornalista, ilustrador, apaixonado pela vida e por viver aventuras. Coleciona HQs, tênis e boas histórias para contar.

Mitos associados ao sexo na gravidez que, na realidade, não têm razão de ser

A gravidez é um período de adaptações físicas e emocionais e, por isso, vivida intensamente pelos casais sendo que, quase todos, passam por mudanças no seu relacionamento sexual durante os nove meses de gestação. Vítor Cotovio, psiquiatra, sublinha que “é importante haver comunicação entre o casal” e que “nunca se deve confundir a parentalidade com a conjugalidade”, realça ainda este especialista.

De acordo com o psiquiatra, há aspetos que devem ser trabalhados, nomeadamente o que relaciona o papel de mãe com o papel de amante.

“Existem homens que projectam na mulher grávida uma pessoa igual à mãe deles e, por isso, então, não se faz sexo. Isto mobiliza determinados aspectos psicológicos”, refere ainda.

As alterações que se registam no corpo da gestante também podem passar a ser problema.

“A mulher, por um lado, sente-se menos feminina, ganhou peso, perdeu as formas e o homem, por outro lado, acha que aquela passou a ser a mãe dos seus filhos.

Tudo isto exige que se faça um trabalho de flexibilidade para nunca desintegrar aquilo que é a mulher esposa, daquilo que é a mulher mãe”, afirma Vítor Cotovio.

Deste modo, por se tratar de um período de medos e inseguranças, é importante desvendar alguns mitos.

Muitos relativamente à sexualidade que vão passando de geração em geração, gerando confusões que se vão, erradamente, perpetuando no tempo. Pergunta a pergunta, elucidamos cada um dos seus receios.

1. É normal sentir menos desejo sexual?

A gestação é um período repleto de desafios. O enjoo, a fadiga, as responsabilidades, as mudanças de vida e os custos financeiros e emocionais de criar um bebé podem inibir a atividade sexual. Maria do Céu Santo, ginecologista, afirma que a diminuição do desejo sexual, uma queixa de muitos casais nesta fase, “depende muito da mulher, da fase da gravidez e da relação do próprio casal”.

A ginecologista explica que, “na primeira metade do primeiro trimestre de gravidez, a mulher sente-se nauseada, com sensação de desmaio e má disposição e tudo isso diminui a libido.

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Geralmente, no segundo trimestre a mulher já se adaptou ao corpo e a sexualidade acontece de uma forma natural.

No terceiro trimestre, normalmente, a mulher tem a libido aumentada”, realça ainda Maria do Céu Santo.

“Muitas vezes, são os maridos que têm dificuldade devido ao volume da barriga da parceira”, constata a especialista, habituada a lidar com o problema. Deste modo, é importante que “o parceiro respeite os ritmos e as adaptações da grávida”, afirma Vítor Cotovio, acrescentando que “o importante é a grávida não sentir o egoísmo do parceiro e assim ficar mais disponível para se entregar”.

Contudo, não é apenas a mulher que sente mudanças a nível sexual. Também o homem poderá notar uma quebra no desejo.

Muitos especialistas dizem que é frequente os homens sentirem menos libido, quando se preparam para a paternidade.

Isto explica-se em parte porque o corpo da mulher se transforma, mas também porque o homem pode ficar apreensivo sobre as novas responsabilidades ou até o receio de magoar o feto durante as relações sexuais.

2. As relações sexuais podem magoar o bebé?

As relações sexuais não provocam aborto nem magoam o feto, pois o bebé encontra-se protegido pelo útero e pelo líquido amniótico da placenta.

Na verdade, o sexo é benéfico não só para o casal, mas igualmente para o feto, proporcionando assim “momentos de relaxe, ajudando a preparar a musculatura pélvica da mãe para o parto”, revela o livro “O que se espera quando se está à espera”, publicado pela editora Gradiva.

Maria do Céu Santo conta que, “muitas vezes, os pais acham que os bebés sentem a penetração e eu questiono-os, perguntando-os se se lembram de alguma coisa quando os seus pais faziam amor”, revela a ginecologista. Muitos ficam surpreendidos com a resposta. Contudo, muitos médicos dizem que, embora não seja possível magoar o bebé, a penetração profunda deve ser evitada na última fase da gravidez.

A ginecologista sublinha ainda que “não há nenhuma razão para alterar a vida sexual durante a gravidez desde que não haja contraindicações”. De acordo com o site Webmd.

com, deve abster-se da atividade sexual sempre que surgirem fatores de risco como possíveis histórias de abortos anteriores, o risco de parto prematuro (contrações antes das 37 semanas de gestação), sangramento vaginal, corrimento ou cólicas.

A lista de fatores de risco inclui ainda o rompimento da bolsa de água e/ou a perda de líquido amniótico, situações de placenta prévia em que esta se implanta no colo do útero, dores durante as relações sexuais e possíveis casos de infeção, também habituais durante a gestação. No caso de se tratar de uma gravidez de gémeos, “os cuidados devem ser redobrados”, acrescenta a ginecologista.

Sabe-se inclusivamente que as relações sexuais, no fim da gravidez, estimulam as células do colo do útero a segregarem determinadas hormonas que ajudam a desencadear o trabalho de parto. Alguns médicos acreditam que o próprio esperma contém “prostaglandinas que incentivam o útero a contrair-se”, revela o site Webmd.com, enaltecendo os benefícios da atividade sexual nesta fase.

3. O sexo oral na gravidez é perigoso?

Esta é outra das dúvidas mais comuns. Para poupar a região genital da mulher, muitos homens sugerem esta prática. De acordo com o site Webmd.

com, esta prática é segura, desde que o parceiro tenha o cuidado de “não soprar na vagina”, caso contrário existe a possibilidade de “impelir o ar para dentro da corrente sanguínea e causar embolia”, o que pode revelar-se letal para a mãe e para o bebé.

4. O pénis pode transmitir uma infeção?

Desde que o homem não seja portador de uma doença sexualmente transmissível, não existe o risco de a introdução do pénis na vagina poder causar alguma infeção que afecte a mãe ou o bebé.

Este, que se encontra protegido no interior do saco amniótico, “não pode ser penetrado, quer por sémen quer por microorganismos infecciosos”, explica “O que se espera quando se está à espera”, livro publicado pela editora Gradiva.

No entanto, como a bolsa de águas pode romper-se a qualquer momento, alguns obstetras recomendam o uso do preservativo nos últimos dois meses de gestação. Maria do Céu Santo relembra que no período logo após o parto, “durante três a quatro semanas”, não deve haver penetração porque “o colo do útero fica aberto, pode favorecer as infeções, assim como os banhos de imersão pela mesma razão”.

5. O orgasmo pode provocar um aborto?

Durante o orgasmo, é normal que o útero se contraia, o que, no caso de uma gravidez normal, de acordo com a ginecologista Maria do Céu Santo, “não representa perigo, desde que não haja contraindicações”.

A contração do útero, as reações do feto (pontapés e contorções) e o aumento do ritmo cardíaco após o orgasmo tratam-se apenas de “um reflexo da atividade hormonal e uterina”, explica o livro “O que se espera quando se está à espera”.

As cólicas que também poderão surgir podem ser atenuadas com uma massagem suave na parte de baixo das costas, um gesto que muitos casais desconhecem e que se pode vir a revelar muito útil nesta fase. No entanto, “o orgasmo, particularmente o de tipo mais intenso, desencadeado pela masturbação, poderá ser proibido em gestações de alto risco”, pode ainda ler-se nesta obra.

6. Terei maiores dificuldades em atingir o orgasmo?

Esta é uma fase em que o casal pode fazer amor apenas pelo prazer, “livre de calendários, tabelas e ansiedade”, como sublinham os autores do livro “O que se espera quando se está à espera”, que afirmam que “as mulheres que nunca se interessaram muito pela actividade sexual e que nunca tinham atingido um orgasmo, passam a apresentar tal comportamento à primeira gestação”.

No entanto, nem todas reagem da mesma forma. Outras, acostumadas ao orgasmo fácil e com maior apetite sexual, “veem-se repentinamente carentes de qualquer desejo e sentem dificuldades para se excitarem”. Por outro lado, o sexo pode tornar-se menos gratificante, especialmente no final da gravidez, se persistir uma sensação incómoda, “de plenitude não atingida”, após o orgasmo.

No caso dos homens, as consequências também podem ser imprevisíveis. O aumento do volume do órgão genital feminino pode aumentar o prazer ou diminuí-lo. Para facilitar o processo de penetração e de cópula nesta fase, Maria do Céu Santo aconselha a grávida a usar um “lubrificante normal, sem cor, cheiros ou sabores porque podem causar alergias ou, então, saliva”.

7. Quando já não pudermos ter relações sexuais, por alguma razão, quais as alternativas?

Esta é outra das dúvidas de muitos casais. “A sexualidade não se pode resumir à genitalidade ou penetração”, afirma Vítor Cotovio, salientando ser a gravidez uma boa altura para os casais explorarem práticas que nunca tiveram, “como a masturbação e o sexo oral que se exploradas podem abrir o leque da sexualidade do casal”. Deverá então, procurar rotas alternativas para a intimidade.

“Não existem posições proibidas desde que a mulher se sinta confortável”, garante Maria do Céu Santo. Quando a barriga cresce e atinge um grande volume, “a posição clássica muitas vezes torna-se incómoda, porque faz pressão, mas a pessoa tem que puxar pela imaginação porque a sexualidade é fantasia e criatividade”, acrescenta. Quando o médico proíbe o orgasmo, a mulher sai beneficiada.

Vitor Cotovio diz que “a mulher tem a vantagem e a possibilidade de conseguir obter prazer e satisfação sexual mesmo sem chegar ao orgasmo”.

O psiquiatra acrescenta ainda que “existem várias práticas altamente excitantes sem penetração para que haja satisfação sexual, como o pénis entre as coxas ou entre os seios”.

Maria do Céu Santo também costuma ser confrontada com este tipo de situações.

A ginecologista revela que, “muitas vezes, aconselho os meus pacientes a fazerem massagens com creme, principalmente nos membros inferiores até à nádega e cerca de 90 % dos casais acaba por fazer amor”. Vítor Cotovio considera que a massagem “pode ter uma componente de relaxamento mas também de erotização, pois o foco passa por encontrar a melhor forma de obter prazer através do contacto”.

8. Como é que eu sei quais são as posições que oferecem maior conforto e prazer?

Os especialistas são unânimes. É importante é descobrir as posições que oferecem maior conforto e prazer. Geralmente, a postura em que o homem fica por trás é uma boa opção, assim como aquela em que a mulher se coloca por cima é particularmente indicada na fase final da gestação. Não só é confortável como a mulher consegue controlar o ritmo mais facilmente.

No caso das mulheres, estas podem também experimentar ficar deitadas na cama, em paralelo com a zona da cabeceira, com os pé assentes no chão, enquanto o seu companheiro fica de pé ou de joelhos. Consegue visualizar? Para muitos especialistas, nacionais e internacionais, esta é uma das posições que os casais que procuram o prazer garantindo o conforto para a mulher devem adotar.

Texto: Claúdia Vale da Silva e Luis Batista Gonçalves (edição digital) com Maria do Céu Santo (ginecologista) e Vítor Cotovio (psiquiatra)

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