Como Posso Saber Qual Éo Modelo Da Minha Megane?

O Domingos queria vender seu Renault Mégane 2008, impecável, pelo melhor preço possível. E a KBB pode ajudá-lo nessa missão!

A KBB ainda não completou um mês de atividades. Mas já vem recebendo um número expressivo de consultas. Entre elas, a do Domingos, que queria conseguir vender bem o seu Renault Mégane 2008.

Mas o carro não é um Mégane qualquer. Enquanto qualquer outro modelo do mesmo ano estaria com cerca de 93.200 km, o do nosso leitor tem apenas 32.000 km. E o estado de conservação, pelo que ele nos disse, está excelente.

Foi por isso que o Domingos nos perguntou qual seria o melhor preço para ele vender o possante, tanto para particulares quanto para lojistas ou concessionários na troca por um modelo novo.

E mandamos para ele o tutorial abaixo, que servirá também para os demais leitores curiosos sobre como a KBB pode ajudá-los a não perder dinheiro na venda.

“Em primeiro lugar, selecione a Renault. Isso pode ser feito tanto em nossa homepage quanto clicando no link Preços de Carros, no topo da homepage.

Como Posso Saber Qual Éo Modelo Da Minha Megane?

Clique em seu modelo. Neste caso, o Mégane:

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Selecione o ano 2008:

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A versão de seu carro é a Expression 2.0 16V AT. Escolha-a:

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Entre as alternativas apresentadas, fique com “Vender seu carro”:

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Agora chegou a hora de personalizar sua busca. Afinal, seu carro está com baixa quilometragem e em excelente estado. A KBB é a única ferramenta que lhe permite conseguir o valor exato de tabela para essas e outras características, como o nível de equipamentos e até a cor, para alguns modelos, que você pode modificar no menu “Por favor, selecione as opções”.

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Para revenda a concessionárias e lojistas, seu modelo está avaliado em uma faixa de R$ 18.495 a um máximo de R$ 21.121.

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Para revenda a particulares, o preço vai de R$ 23.848 a R$ 25.851:

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Mas note que esses valores são os válidos para o Estado de São Paulo. A KBB também consegue personalizar os preços para sua região.

Normalmente, o site faz essa seleção automaticamente, mas vale se certificar se ele conseguiu acertar sua região. Notamos que você é do Rio Grande do Sul.

Para seu Estado, os preços para sua preciosidade são, no caso de venda a lojistas e concessionárias, os seguintes: de R$ 19.197 a R$ 21.892.

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E estes são os preços para particulares: de R$ 24.744 a R$ 26.802.

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Esperamos que essa longa explicação o ajude nas próximas consultas. E também o motive a recomendar nossa ferramenta de cotação de preços à família, amigos e quem mais não tiver disposição de perder dinheiro na compra ou na venda do automóvel.”

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As diferenças entre a Renault na Europa e no Brasil

Algumas particularidades da economia brasileira decretaram o fim de modelos conhecidos no Brasil e moldaram a gama de várias montadoras.

Fabricantes como a Renault tiveram que adaptar suas gamas para permanecer no País. Por isso, modelos como Clio, Scénic e Megane, fabricado por mais de uma década no Brasil, saíram de cena.

No lugar, modelos como Logan, Sandero e Duster passaram a ser os carros chefes da marca.

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No entanto, se por aqui os modelos antigos da Renault deixaram de ser vendidos, na Europa eles continuaram suas trajetórias. Por aqui tivemos as duas primeiras gerações do médio, como hatch e sedã na primeira e sedã e perua na segunda. Depois delas – as últimas safras da Megane Grand Tour saíram em 2012 -, outras duas foram lançadas no Velho Continente, em 2008 e 2016.

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Por aqui, a Renault ainda apostou no Fluence nos anos seguintes, como opção no segmento de sedãs médios. No entanto, o modelo só durou até 2017, quando a marca saiu de vez do mercado médios. Ainda assim, o Fluence tinha origem sul-coreana, oriundo de uma parceria entre a Renault e Samsung.

Como Posso Saber Qual Éo Modelo Da Minha Megane?Foto: Sergio Castro/Estadão

O caso Dacia

Enquanto isso, as linhas Logan e Sandero, mostrados em 2006 e 2007, respectivamente, dominaram o portfólio da marca. E com razões para tal. Espaçosos e com bom custo-benefício, caíram no gosto do brasileiro e alavancaram as vendas da marca.

No entanto, a crítica não perdoou as origens “mais humildes” da dupla. Embora com participação e investimento da Renault, os modelos haviam sido lançados na Europa pela Dacia, marca romena de baixo custo do grupo francês.

Embora cabine e desenho dos modelos de origem romena sejam de fato feitos pela Dacia, a plataforma é a mesma usada pelas gerações mais recentes do Clio, a B0.

A mudança de rumo da marca no Brasil, vendendo por aqui modelos tidos como de baixo custo em outros mercados, pode ter feito bem às finanças da marca. Mas não a livra de críticas pela ausência dos Renault “de verdade” aos quais o consumidor havia se acostumado. Ainda assim, não parece ser algo que impacte as vendas de Logan, Sandero e Duster por aqui.

Como Posso Saber Qual Éo Modelo Da Minha Megane?Foto: Felipe Rau/Estadão

Vida que segue

A Scénic também acompanhou a evolução do Megane e também está na quarta geração na Europa, lançada em 2016. Moderna, tem assistentes de condução e um visual pra lá de esportivo, para uma minivan.

No Brasil, a primeira geração da Scénic fez história ao ser a primeira minivan fabricada no País e deu origem ao “boom” de modelos do tipo por aqui.

Após ela vieram as Citroën Xsara Picasso e a Chevrolet Zafira, ambas também bem sucedidas no mercado brasileiro.

O Clio, por sua vez, também só teve duas gerações vendidas no Brasil ao longo de mais de 20 anos. A quinta geração do modelo acaba de ser apresentada na Europa, recheada de tecnologia.

Como Posso Saber Qual Éo Modelo Da Minha Megane?Captur nacional. Foto: Renault/Divulgação

SUVs

Embora a Renault tenha sido a primeira marca a lançar um real concorrente para o Ford EcoSport ainda em 2012 com o primeiro Duster, o crescimento do mercado de SUVs no Brasil pedia um modelo mais sofisticado.

Para atender à demanda, a montadora lançou em 2017 o Captur, mais moderno e bonito que o Duster. No entanto, o modelo feito em São José dos Pinhais (PR) guarda algumas diferenças com o SUV feito na Europa desde 2013.

Como Posso Saber Qual Éo Modelo Da Minha Megane?Captur europeu. Foto: Renault/Divulgação

“Nosso” Captur é igual ao modelo russo (que se chama Kaptur), feito sobre a plataforma do Duster, ante a base do Clio de quarta geração usada sob o Captur europeu. Além do custo menor de produção, o modelo feito aqui é maior e mais espaçoso do que o feito pela Renault na Espanha.

A gama europeia ainda tem os Kadjar e Koleos, SUVs de porte médio e grande respectivamente. O Koleos chegou a ser prometido para o Brasil ainda em 2017. No entanto, a marca alterou os planos e o lançamento do carro é incerto por aqui.

Como Posso Saber Qual Éo Modelo Da Minha Megane?Foto: Arnd Wiegmann/Reuters

Usado: Renault Megane Grand Tour 1.6 2012 tem bom custo-benefício e espaço

A Renault Megane Grand Tour já saiu de linha há mais de seis anos, mas o segmento de peruas está tão desabitado que a perua até hoje é uma das raras opções de médias.

No ano-modelo indicado, a versão Dynamique 1.6 pode ser encontrada por preços entre R$ 23 mil e R$ 30 mil.

E você ainda pode encontrar um mais antigo com o pacote visual Extreme, com para-choques e outros detalhes esportivos.

Custo-benefício e itens de série

O custo coloca a perua em um patamar inferior até a maioria dos carros de acesso.

O nível de itens é relativamente elevado, há ar-condicionado, direção hidráulica, volante ajustável em altura e profundidade, CD player, faróis de neblina, rodas de liga leve aro 16, computador de bordo, controle de som no volante e revestimento interno em tecido aveludado. O interior tem bom acabamento, com direito a materiais macios em superfícies como o painel.

Quanto aos equipamentos de segurança, há duplo airbag e freios ABS de série, afora cinto de três pontos e encostos de cabeça para todos. Claro que você não vai itens atuais como airbags de cortina ou controle de tração, afinal, o projeto foi lançado originalmente em 2006 e não incorporou as salvaguardas naquela época. Tampouco central multimídia e outros mimos da atualidade.

Nos últimos suspiros, a Megane Grand Tour vinha apenas com motor 1.6 flex de 115/110 cv (etanol/gasolina) e 16/15,2 kgfm a 3.750 rpm. Pode não ser tão disposto quanto o 2.0 16V a gasolina de 138 cv e 19,2 kgfm, mas ajudou a baratear a perua. Mesmo no final de vida, o Renault teve uma boa receptividade graças aos preços agressivos.

A motorização menor vinha apenas com o câmbio manual de cinco marchas. Somente o 2.0 tinha opções de caixa manual de seis marchas ou automático de quatro velocidades – que não é tão confiável.

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Modelo chegou a passar por um facelift antes de sair de linha (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte

Modelo chegou a passar por um facelift antes de sair de linha (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte

Claro que você terá que ser um pouco zen para lidar com o desempenho. São 13,2 segundos de zero a 100 km/h, contra 11 segundos do 2.0 manual e 11,9 s do automático.

O bom torque a médio regime ajuda a recuperar 60 a 100 km/h em 11,8 s. Nas frenagens, o Megane Grand Tour mostra segurança e percorre somente 24,9 metros para ancorar vindo a 80 km/h.

Mérito do sistema de freios com discos ventilados na dianteira e sólidos na traseira.

O ajuste dinâmico da Grand Tour é dos bons, as rodas aro 16 calçadas em pneus 205/55 garantem parte disso. Além disso, o modelo apresenta bom conforto de rodagem. Porém, você deve tomar um pouco de cuidado com buracos e não tratar a perua como SUV.

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A direção é elétrica é um pouco pesada nas manobras, embora tenha boa sensibilidade em alta. Isso transforma o Megane em um ótimo estradeiro, previsível e estável, por mais que custe um pouco mais de suor nas balizas.

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Painel raramente vem com a disqueteira abaixo do rádio (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte

Painel raramente vem com a disqueteira abaixo do rádio (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte

Para compensar, os engates do câmbio são bem melhores que na linha Sandero/Logan e a ergonomia é bom, com posição de direção facilitada pelo ajuste de altura e de profundidade do volante.

O espaço interno é amplo, o entre-eixos de 2,68 metros permite levar quatro ocupantes altos com alguma folga. Só que um quinto adulto ficará incomodado na posição central-traseira. Não é nem tanto pelo túnel central, mas pelo formato do banco, que privilegia os assentos das pontas.

O porta-malas compensa o inconveniente. Na medição da Autoesporte, foram aferidos 494 litros, não muito distante dos 520 litros divulgados pela Renault. O compartimento tem acesso desimpedido e pode ser ampliado ainda pelos bancos bipartidos.

Seguros, peças e desvalorização

O seguro e a cesta de peças não assustam, tal como a desvalorização já estabilizada. O valor da apólice é de R$ 2.307 para o perfil da Autoesporte, valor que varia um bocado de acordo com o perfil. E a cesta de peças fica em R$ 4.380, apenas um pouco acima do patamar dos compactos. Além disso, a desvalorização fica em 3,84% anuais.

Renault Megane – Carros – OLX Portugal

Destaques Ver tudo

Oliveira do Bairro hoje 18:38
Sintra (Santa Maria E São Miguel, São Martinho E São Pedro De Penaferrim) hoje 18:31
Sé E São Lourenço hoje 18:30
Figueiró (Santiago E Santa Cristina) hoje 18:17
Matosinhos E Leça Da Palmeira hoje 18:17
Castêlo Da Maia hoje 18:16
Sé E São Lourenço hoje 18:15
Laranjeiro E Feijó hoje 18:11
Queluz E Belas hoje 18:07
Estremoz (Santa Maria E Santo André) hoje 18:06
Nogueira E Silva Escura hoje 18:03
Alpendorada, Várzea E Torrão hoje 18:01
Ovar, São João, Arada E São Vicente De Pereira Jusã hoje 17:58
Viatodos, Grimancelos, Minhotães E Monte De Fralães hoje 17:39
Santo André de Vagos hoje 17:39
Colmeias E Memória hoje 17:15
Samora Correia hoje 17:11
Arca E Ponte De Lima hoje 16:43
Almada, Cova Da Piedade, Pragal E Cacilhas hoje 16:40

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Guia de Usados: Renault Mégane Grand Tour

Design de linhas retas passou pela prova do tempo Acervo/Quatro Rodas

Um dos últimos marcos de uma categoria (a das peruas) cada vez mais esquecida pelo mercado, a segunda geração do Renault Megane desembarcou no Brasil em 2006 — o sedã chegou primeiro, em março, seguido da perua, que veio em novembro.

Logo na chegada, a perua Grand Tour garantiu o primeiro lugar no comparativo feito por QUATRO RODAS, contra Toyota Fielder e Peugeot 307 SW graças às boas credenciais de espaço (incluindo um porta-malas de 520 litros), visual, tecnologia embarcada e custo-benefício.

O Megane para a família chegou, inicialmente, nas versões Expression e Dynamique. A primeira era equipada exclusivamente com motor 1.6 flex de 115/110 cv e 16/15,2 mkgf com etanol/gasolina, enquanto a segunda poderia ter, além do mesmo 1.6, um 2.0 16V a gasolina de 138 cv e 19,2 mkgf.

A motorização 1.6 vinha sempre acompanhada de câmbio manual de cinco marchas, enquanto a 2.0 tinha as opções de transmissão manual de seis marchas ou automática de quatro.

Além do motor 2.0, a versão Dynamique trazia ar-condicionado, computador de bordo, freios a disco nas quatro rodas (com ABS e EBD) e airbag duplo.

Interior da versão Dynamique 1.6 é simples, mas com superfícies emborrachadas Acervo/Quatro Rodas

Dois anos depois, em 2008, surgia a versão top de linha Privilège, sempre com motor 2.0 e câmbio automático, equipada com sensores de chuva, farol e ré, retrovisores retráteis, ar digital e som com MP3 e disqueteira. Muito segura, a Grand Tour obteve na época a pontuação máxima de cinco estrelas nos testes de impacto EuroNCAP.

Mas nem tudo eram flores: o padrão de qualidade deixava a desejar quando comparado às rivais, e as primeiras unidades sofreram com uma série de problemas, como para-brisa trincado e panes elétricas.

O pós-venda também maculou sua imagem, com reclamações de peças caras e dificuldade de fazer reparos que resolvessem seus problemas.

Padrão de acabamento é melhor que o da Toyota Fielder Acervo/Quatro Rodas Amplo espaço no banco de trás, com apoios de cabeça e cintos de três pontos para todos Acervo/Quatro Rodas

Em 2009, a série Extreme dava aparência mais esportiva à perua, com para-choques agressivos e carroceria disponível apenas na cor preta. Em 2010, a perua passou por uma discreta reestilização: mudaram apenas as cores dos borrachões externos e a disposição interna das lanternas.

No final daquele ano, passou a ser oferecida em versão única (Dynamique 1.6) em um bom pacote fechado de equipamentos e com preço menor, próximo ao de Palio Weekend e VW Spacefox. Foi então, quase no final da vida, que ela começou a vender realmente bem.

Fuja da roubada

Cuidado com as primeiras Grand Tour, fabricadas até 2007. Houve uma série de panes elétricas e problemas diversos, como para-brisa trincado, fechaduras inoperantes e portas desalinhadas. Algumas não tiveram todos os problemas solucionados durante a garantia, fazendo delas verdadeiras bombas-relógio.

Motor 1.6 16V é fraco para as dimensões do carro; se quiser mais desempenho, vá de 2.0 Acervo/Quatro Rodas

ONDE O BICHO PEGA

Cartão eletrônico – Verifique se o cartão-chave se encontra em bom estado: uma unidade nova não custa barato, e não é tão fácil de se encontrar.

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Portas desalinhadas – Nesse caso, elas são difíceis de abrir ou fechar e podem apresentar ruídos nas borrachas de vedação com o carro em movimento. A maior dificuldade é diferenciar uma porta desalinhada de fábrica da trocada após um acidente. Na dúvida, peça a opinião de um funileiro.

Direção – Falhas na assistência elétrica da direção indicam mau contato no chicote elétrico ou problema na fixação do módulo do sistema. Em casos graves, é preciso substituir todo o conjunto

Embreagem – A trepidação no sistema é comum e só pode ser eliminada com a substituição do conjunto e retífica do volante do motor.

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Infiltração – O modelo carrega um histórico de infiltrações na cabine. Proprietários relatam a invasão de água no piso dianteiro — no fim, o problema era decorrente do ar-condicionado.

Acabamento – Verifique o estado das laterais de porta (não devem estar descascadas), maçanetas internas (podem estar soltas) e difusores de ar (devem estar íntegros). São peças difíceis de encontrar.

A VOZ DO DONO

“Ótimo carro, com estilo e acabamentos bonitos e atuais. A oferta de equipamentos também é um ponto positivo, além da facilidade de manuseio dos mesmos. Tem encosto de cabeça para todos os ocupantes, ótimo espaço interno e porta-malas grande. O motor 2.0 de 140 cv é forte, mas tem consumo de combustível excessivo.

Com gasolina, faço média de 7 km/l na cidade (5,5 km/l com ar-condicionado ligado). Na estrada, consigo até 13 km/l a 110 km/h, com piloto automático e em sexta marcha. O modelo peca pelo sistema multimídia incompleto, pela fragilidade da caixa de direção e pelo preço alto das peças.

” – Pedro Orso Neto, 29 anos, visual merchandising, Chapecó (SC).

“O custo-benefício é imbatível e o carro tem equipamentos difíceis de serem achados em carros na mesma faixa de preço. Com muito espaço, é ideal para quem precisa levar cadeirinha e carrinhos de bebê.

Possuo duas Grand Tour em casa, ambas com menos de 50.000 km e com as manutenções em dia. Tenho certeza que as levarei até pelo menos os 200.000 km.

– Rafael Leite, 37 anos, Técnico de Suporte, São José dos Campos (SP)

“Existe um cabeamento debaixo dos bancos que frequentemente apresenta mau contato. Com isso, o quadro de instrumentos acusa o aviso “Service” para um problema no sistema de airbags.

Na tampa do porta-malas, outro cabeamento altera o comportamento do carro com “sintomas” estranhos, como ligar o limpador do para-brisa quando o carro é ligado. E o preço do conserto em caso de colisão é bem alto em relação ao valor do veículo.

– Neimar Hahmeier, 37 anos, Programador, Joaçaba (SC)

Preço médio dos usados (Fipe)

2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013

Expression 1.6 Manual

Dynamique 1.6 Manual

Dynamique 2.0 Manual

Dynamique 2.0 Aut.

Privilège 2.0 Aut.

Extreme 1.6 Manual

Extreme 2.0 Manual

Extreme 2.0 Aut.

R$ 21.195 R$ 22.332 R$ 23.076 R$ 26.965 R$ 28.422
R$ 22.129 R$ 23.172 R$ 24.798 R$ 27.454 R$ 28.823 R$ 30.051 R$ 31.203
R$ 21.226 R$ 22.493 R$ 24.279 R$ 27.985
R$ 22.827 R$ 23.595 R$ 24.800 R$ 28.411 R$ 30.049
R$ 26.972 R$ 28.037 R$ 30.964
R$ 24.219 R$ 26.385 R$ 27.251 R$ 28.790
R$ 28.466 R$ 29.992
R$ 30.508 R$ 32.120

NÓS DISSEMOS

Julho de 2006

“Seu interior repete a receita encontrada no sedã. No painel, feito de plástico agradável ao olhos e aos dedos, são círculos para todos os lados, incluindo os marcadores, os botões do ar-condicionado, a base da alavanca de câmbio (…). O espaço interno é bom e a cabine é ampla graças ao entre-eixos de 2,69 metros.

(…) O porta-malas tem bom acesso e comporta, com a cobertura plástica puxada, 520 litros (…). Na pista de Interlagos, a perua mostrou que tem conjunto motriz acertado. (…) A suspensão é complacente demais em curvas e permite que a carroceria incline além do desejável.

A contrapartida é um rodar mais suave em pisos acidentados.”

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Renault Mégane RS renovado: estilo ainda mais refinado

  • É uma “lavagem” de cara a todos os níveis, já a preparar o que irá ser a presença da Renault, em Março, no salão automóvel de Genebra.
  • O construtor francês renovou toda a gama do Mégane, desde o modelo mais básico até ao RS Trophy, e revela uma nova motorização híbrida recarregável: o novo e-Tech plug-in.
  • Para todos os fãs da série Renault Sport há boas notícias: a substituição da linha GT Line pela RS Line, e a integração da mesma unidade motriz que equipa o Alpine A110.
  • Em termos estéticos, as linhas exteriores e o habitáculo adoptam agora uma visual ainda mais desportivo, indo ao encontro daqueles que não querem ser indiferentes por onde quer que passem.

Todas as versões do Mégane RS estão agora equipadas com um motor 1.8 litros turbo de injecção directa de quatro cilindros com 300 cv de potência, exactamente o mesmo propulsor que antes equipava a variante Trophy.

O binário máximo atinge agora os 420 Nm, um aumento de 30 Nm em relação à anterior motorização, desde que equipado com uma caixa EDC automática, ou 400 Nm com uma caixa de velocidades manual.

A vantagem para todos aqueles que gostam de pisar o acelerador? Acelerações ainda mais rápidas, mesmo nos regimes mais elevados, e um novo prazer de “pilotagem”, como sublinha a marca, graças ao reforço do binário.

  1. O gozo de condução ganha ainda mais força graças ao chassis Sport 4Control, ao oferecer a máxima agilidade do Mégane RS em percursos sinuosos e curvas fechadas, e uma estabilidade optimizada nas curvais rápidas.
  2. Através do novo RS Monitor, o “piloto” pode seguir os vários parâmetros de desempenho do desportivo em tempo real.
  3. Se o novo Mégane RS promete fazer as delícias de todos aqueles que amam a velocidade pura, mais satisfeitos ficarão com a variante RS Trophy.

Concebido especialmente para as pistas de corrida, o modelo diferencia-se pelo seu chassis exclusivo Cup. Ao disponibilizar um diferencial mecânico Torsen com autoblocante, o condutor beneficia de uma elevada motricidade à saída das curvas com que entra nelas.

Claro que, para beneficiar de todas as estas potencialidade, o RS Trophy sofreu um aumento de rigidez nos amortecedores e na suspensão, de 25% e 30%, respectivamente, em relação ao Mégane RS. Ao mesmo tempo, a barra estabilizadora viu a sua tara incrementada em 10%.

  • Ainda sem preços definidos, o novo Renault Mégane RS chegará ao mercado já neste Verão. 
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