Como Parcelar Conpras Que Você Fez A Vista?

Como Parcelar Conpras Que Você Fez A Vista? Como Parcelar Conpras Que Você Fez A Vista?

Muitas vezes nos deparamos com situações em que precisamos fazer um rápido julgamento para escolher entre uma opção ou outra. No momento de aquisição de um bem de consumo nos são oferecidas duas formas de pagamentos: comprar à vista ou parcelar. As pessoas acostumadas ao endividamento logo optam pelo parcelamento, utilizando o fraco argumento “essa pequena prestação mensal cabe nas minhas contas”.

Entretanto, as pessoas mais acostumadas a poupar optam pela opção da compra à vista. Quem está certo e quem está errado? Depende.

Exemplo básico Estamos à procura de um bem que custa R$ 12.000,00 (uma moto, por exemplo). Ao conversarmos com o vendedor, nos são oferecidas duas opções:

  • Comprar à vista com um desconto de 10%;
  • Parcelar a compra em 12x de R$ 1.000,00 “sem juros”.

Com estes dados já podemos avaliar qual é a melhor decisão, financeiramente falando.

Opção 1: À Vista Valor do bem: R$ 12.000,00 Valor a ser pago: Desconto de 10%, total de R$ 10.800,00

Como Parcelar Conpras Que Você Fez A Vista?

Opção 2: Parcelando Como o preço que pagaríamos à vista é R$ 10.800,00 e não R$ 12.000,00, precisamos utilizar este valor para o cálculo na opção de parcelamento.

Valor presente do bem: R$ 10.800,00

Períodos (parcelas): 12 Prestação Mensal: R$ 1.000,00 Resultado: os juros da operação são de 1,66% ao mês

E daí? De que serviu tanta conta? Calma. A pergunta que temos de fazer é outra agora: se deixarmos os R$ 10.

800,00 (valor à vista) aplicados, conseguiremos uma taxa superior aos 1,66% mensais dos juros cobrados na opção de compra parcelada? Se a resposta for “SIM”, então vale a pena parcelar, afinal você ganhará mais que os juros cobrados (alavancagem). Se a resposta for “NÃO”, é melhor pagar à vista.

Dado que a poupança costuma render entre 0,5% e 0,7% ao mês, pagar de forma parcelada não parece ser uma boa opção. Neste caso, é melhor optar pela compra à vista.

Calculando os juros da operação O cálculo dos juros da operação não exige nenhuma conta complexa, apenas matemática financeira simples. Abaixo detalhe como a conta pode ser feita usando o Excel ou uma calculadora financeira HP 12C (ou similar):

No Excel (função RATE). Escolha a célula e então use “=RATE(nper;pmt;pv)” (sem as aspas), onde:

  • nper = período (12)
  • pmt = Prestação (1.000)
  • pv = Present Value (Valor Presente), que deve ser colocado com sinal negativo (-10.800)

Se preferir, faça o download da planilha com todos os cálculos acima (clique aqui).

Na HP 12C

  • f [reg] – Limpa o registro
  • 10800 [CHS] [PV] – Valor Presente com sinal negativo (o CHS troca o sinal)
  • 12 [n] – Número de prestações
  • 1000 [PMT] – Valor de cada parcela
  • [i] – Taxa de juros da operação (resultado final)

Praticando Imagine que na mesma situação descrita anteriormente o vendedor, ao invés de dar 10% desconto, só ofereça 5% de desconto para o pagamento à vista. Além disso, ao invés de oferecer o pagamento em doze parcelas (de R$ 1.000,00), ele muda para 24 pagamentos (de R$ 500,00). Qual seria melhor opção?

  • Valor presente: R$ 11.400,00 (R$ 12.000,00 com desconto de 5%)
  • Períodos: 24
  • Prestação Mensal: R$ 500
  • Juros da Operação: 0,41% ao mês

Portanto, os juros da operação (0,41% ao mês) são menores do que a rentabilidade mínima da poupança, de 0,50%, fazendo com que a melhor opção seja investir o montante que seria destinado ao pagamento à vista e parcelar a compra. Faz sentido? Isso se chama inteligência financeira.

Conclusão Como consumidores conscientes, devemos sempre procurar as melhores alternativas para realizar nossas compras, sejam elas à vista ou parceladas.

Deste modo, maximizamos nossas escolhas, dando mais liberdade para focarmos em nosso planejamento financeiro.

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Foto de freedigitalphotos.net.

Henrique Carvalho Ver artigos de Henrique Carvalho >compracontroledinheirojurosparcelamentoplanilha

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Nubank testa parcelamento de compras feitas à vista no cartão de crédito | Finanças

O Nubank anunciou nesta terça-feira (6) uma ferramenta para que seus clientes parcelem compras individuais, dentro do aplicativo responsável por gerenciar todas as transações.

Os juros cobrados pelo serviço são menores que as taxas para o crédito rotativo (custo quando uma fatura não é totalmente quitada pela pessoa) e o objetivo é não obrigar o usuário a dividir uma fatura inteira em momentos de necessidade.

Como Parcelar Conpras Que Você Fez A Vista?

Cartão do Nubank (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

Com a nova ferramenta, o usuário pode escolher qualquer compra feita com o cartão de crédito do Nubank e parcelar em até 12 vezes, respeitando parcelas de no mínimo R$ 20 para cada mês.

O recurso pode ser importante tanto para quem tenta reduzir os gastos mensais, como para clientes da fintech brasileira que compraram um produto sem a opção de parcelamento com o comerciante. Outro cenário bastante interessante é para as compras internacionais, onde quase nunca é oferecida a praticidade da divisão do valor em quantias a cada mês.

O Nubank diz que o valor somado das taxas cobradas pelo parcelamento de compras individuais é menor quando comparado ao custo total do crédito rotativo.

Em um exemplo com produto custando R$ 75 à vista, o usuário escolhe dividir em nove parcelas iguais de R$ 10,27.

O demonstrativo de tarifas colocou 4% de juros por mês, junto de IOF para compor o montante final – quantia abaixo do mínimo de R$ 20, vai entender.

O primeiro pagamento já é cobrado dentro da fatura atual, onde a compra original aparece. A partir do momento da confirmação para o pedido de parcelamento, não é possível retornar para a transação à vista, muito menos editar o número de vezes.

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Parcelamento de compra individual (Imagem: divulgação/Nubank)

Por enquanto os testes acontecem dentro de um pequeno grupo de clientes da fintech brasileira, ainda sem previsão do Nubank para expandir a fase para mais pessoas, ou então para entregar a ferramenta para todos os usuários.

Neste momento, clientes com cartão de crédito e conta dentro da fintech podem pedir empréstimo pessoal como alternativa.

Essa modalidade é mais cara (a taxa muda de pessoa para pessoa, mas gira em 4,5% ao mês), permite o primeiro pagamento em até 90 dias e oferece parcelamento em até 24 vezes.

Outra diferença por aqui é que o processo pode ser desfeito a partir de sete dias após a contratação.

Nubank vem ampliando seus produtos

Pagamento parcelado: tudo que você precisa saber

Como Parcelar Conpras Que Você Fez A Vista? Como Parcelar Conpras Que Você Fez A Vista?

Os consumidores brasileiros estão acostumados a financiar suas compras feitas com cartão de crédito, o pagamento parcelado é usado por 62% dos compradores que fazem compras com cartão de crédito cada mês, segundo a Abecs, a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços. Já no ambiente de e-commerce, o último relatório Webshoppers indica que 58% dos pagamentos foram parcelados em 2016. A popularidade deste método de pagamento se justifica porque a possibilidade de parcelar uma compra aumenta o poder aquisitivo do vasto número de consumidores das classes sociais mais baixas do país. Graças ao parcelamento, uma grande fatia da população obtém acesso mais fácil a produtos com preços mais elevados.

Como o pagamento parcelado afeta o limite do cartão de crédito?

Em muitos casos, os compradores não poderiam adquirir certos serviços ou produtos sem a opção de financiar a compra. De modo geral, a maioria dos brasileiros gasta em excesso e o cartão de crédito representa quase 72% dos motivos de endividamento das famílias.

Apesar disso, os comerciantes não assumem nenhum risco de inadimplência para os pagamentos feitos com cartão de crédito, já que os mesmos são pagos pelo banco emissor do cartão, responsável por definir o limite dos cartões de crédito que emite.

De fato, esta é uma das razões pela qual o processamento de pagamentos com cartão de crédito costuma ser mais caro que os feitos com outros métodos de pagamento.

Mas, e como o parcelamento afeta o limite do cartão de crédito dos consumidores? Existem duas modalidades para o cálculo do limite do cartão de crédito no caso de compras parceladas. Segundo o Banco Central do Brasil, cada banco tem a liberdade de definir o método utilizado.

  • Valor da parcela: neste cenário, somente o valor a ser pago em um mês determinado será deduzido do limite. Por exemplo: um consumidor tem um limite total de R$ 1.000 e faz uma compra de R$ 400, optando pelo pagamento em quatro parcelas de R$ 100. Neste caso, os R$ 100 serão descontados do limite total mês após mês até que todas as parcelas sejam pagas. Portanto, durante quatro meses o consumidor terá um limite de R$ 900. Esta modalidade aumenta o risco de endividamento para os consumidores, já que estes podem acabar comprometendo mais das suas rendas que inicialmente planejado. No entanto, é uma boa opção para não prejudicar o limite do cartão durante vários meses no caso de uma compra de valor mais elevado.
  • Saldo devedor: ao contrário da opção anterior, este método subtrai o saldo devedor do limite do cartão. Usando o mesmo cenário acima: um limite total de R$ 1.000, uma compra de R$ 400 paga em quatro parcelas de R$ 100. Neste caso, logo após a compra o valor total da mesma será deduzido do limite, deixando o titular do cartão com um limite restante de R$ 600. Após o pagamento da primeira parcela, serão adicionados R$ 100 ao limite, que passará a ser R$ 700, e assim sucessivamente, mês após mês, até que todas as parcelas sejam pagas e o limite completo seja restabelecido. Esta modalidade previne que os consumidores gastem mais do que podem, dando aos bancos maior segurança com relação ao recebimento dos pagamentos.
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Disponibilizar o pagamento parcelado é fundamental para o êxito no mercado de e-commerce brasileiro e a PagBrasil possibilita que os comerciantes ofereçam até 12 parcelas em suas lojas online. Independentemente da modalidade oferecida por seus bancos, é inegável que os consumidores brasileiros esperam poder parcelar suas compras, especialmente aquelas de itens de valor mais elevado.

Parcelamento de Fatura de Cartão de Crédito

  • Transcrição do vídeo: app Itaucard – Como parcelar a sua fatura
  • Resumo: Um passo a passo de como parcelar a fatura no aplicativo e no site do Itaucard de forma fácil.
  • Início da transcrição.
  • [Sem áudio]

Tela cor laranja. Alinhado à esquerda, nas cores amarela e branca, aparece a frase entrando na tela em animação: “O app Itaucard tem tudo pra você”.

Logo abaixo, na cor amarela, há uma ilustração de um balão de conversa.

Em seguida, uma frase escrita nas cores amarela e branca: “Quer parcelar a sua fatura? Veja como fazer no app Itaucard”. Logo abaixo, na cor amarela, há uma ilustração de uma pizza, saindo uma fatia cortada.

[Ilustração de celular à esquerda]. No centro da tela, está escrita a frase em branco e amarelo: “1. Faça login no app Itaucard. É só colocar o número do cartão e senha”.

[Ilustração de celular à esquerda]. No centro da tela, está escrita a frase em branco e amarelo: “2. Na página principal, clique em serviços”.

[Ilustração de celular à esquerda]. No centro da tela, está escrita a frase em branco e amarelo: “3. Depois, é só clicar na opção parcelar fatura”.

[Ilustração de celular à esquerda]. No centro da tela, está escrita a frase em branco e amarelo: “4. Agora, clique no botão simular parcelamento”.

[Ilustração de celular à esquerda]. No centro da tela, está escrita a frase em branco e amarelo: “5. Selecione o cartão que você deseja parcelar a fatura”.

[Ilustração de celular à esquerda]. No centro da tela, está escrita a frase em branco e amarelo: “6. Agora você pode simular o parcelamento da sua fatura, escolhendo qualquer valor maior que o indicado em “valor de entrada”. Lembre-se: é possível parcelar em até 24 vezes, com ou sem entrada”.

[Ilustração de celular à esquerda]. No centro da tela, está escrita a frase em branco e amarelo: “7. Depois de definir a condição, você escolhe se segue com ou sem seguro”.

[Ilustração de celular à esquerda]. No centro da tela, está escrita a frase em branco e amarelo: “8. Aqui estão as informações do parcelamento a ser contratado. Não se esqueça de confirmar para finalizar”.

[Ilustração de celular à esquerda]. No centro da tela, está escrita a frase em branco e amarelo: “9. Clique para gerar o código do boleto e fazer o pagamento no seu banco”.

[Ilustração de celular à esquerda]. No centro da tela, está escrita a frase em branco e amarelo: “10. Pronto! Agora, é só efetuar o pagamento do boleto para confirmar a contratação do parcelamento. Fique tranquilo. Você irá receber as parcelas seguintes mês a mês na sua fatura”.

[Ilustração de celular à esquerda]. No centro da tela, está escrita a frase em branco e amarelo: “11. Importante: pague até a data indicada o valor exato estabelecido na parcela, incluindo os centavos.”

Alinhado à esquerda, nas cores amarela e branca, está escrita a frase: “Viu como é fácil parcelar a sua fatura pelo app Itaucard? Se preferir, você também pode parcelar acessando pelo site Itaucard no computador. Conte com a gente”. Logo abaixo, na cor amarela, há uma ilustração de um emoji sorridente e piscando.

Comprar a vista ou parcelado, o que faz mais sentido para você?

Ninguém está livre desta questão, uma hora ou outra na sua vida, a dúvida vem: comprar à vista ou parcelado? Essa é mais uma daquelas perguntas que nunca vão ter uma resposta definitiva para todo mundo. 

É claro que, se você tem renda para pagar sempre à vista, essa é a opção mais segura. Uma vez que você não extrapola seu orçamento mensal, além de só compra o que pode pagar e manter um controle financeiro maior.

Mas, se esse não é o seu caso, talvez a única opção seja parcelar, mas até para isso é preciso ter educação financeira.

Não é que você nunca pode usar o seu cartão de crédito, mas tem que saber aproveitar o seu lado bom sem cair nas armadilhas dos seus desejos. 

Educação Financeira te ajuda a decidir se vai comprar à vista  parcelado

Se você já está mais avançado na sua noção de controle de gastos vai concordar com um fato: gastar dinheiro vivo, aquele que sai direto da sua carteira freia mais gastos por impulso do que quando você utiliza cartões de débito ou de crédito.

Por que isso acontece? Quando você não utiliza o dinheiro em si, mas um símbolo dele, no caso, um cartão de crédito ou débito, acaba alimentando mais a sensação de ganho do que a de perda. O que isso quer dizer?

Quando você vê o dinheiro indo embora imediatamente das suas mãos, ainda tem a sensação de que está gastando, perdendo dinheiro. Isso, claro, junto com a de comprar algo que você queria.

Mas, quando se trata de um parcelamento, então, isso pode ficar pior.

Você está com a sua compra em mãos, mas nem viu o dinheiro sair da sua conta. É um perigo que todo mundo com tendência a elevar demais os gastos precisa evitar.

Então, na medida do possível, é sempre bom prestar mais atenção nessa questão.  

Quando você vai escolher como vai ser a sua forma de pagamento, tem que analisar alguns pontos, vamos falar um pouco mais sobre elas a seguir:

Qual é o valor da sua compra?

Isso faz toda a diferença, porque como falamos antes nem sempre você vai ter o valor total do produto ou serviço que quer adquirir.

Quando você estiver prestes a comprar itens mais baratos, fáceis de pagar, prefira quitar a dívida à vista. Assim você compra o que quer e não compromete sua renda do mês seguinte.

  • Agora, se estivermos falando de valores muito altos, você deve sim considerar avaliar algumas parcelas, mas nunca deixe de verificar se elas cabem no seu bolso.
  • Seja com o cartão de crédito ou na contratação de um empréstimo pessoal, financiamento de imóvel ou veículo. 
  • A dica de ouro é: gaste dentro do seu orçamento.  

Se eu escolher parcelas, quais são as taxas de juros?

Uma das grandes desvantagens de parcelar é a provável taxa de juros em cima da sua dívida. Mas, isso não é uma regra.

Existem alguns estabelecimentos que concedem aos seus clientes pelo menos algumas opções de parcelamento sem juros. Por exemplo, até 6 vezes sem juros, e a partir disso uma tarifa. 

  1. Em casos de investimentos bem mais altos, verifique se os juros que você vai pagar com o financiamento seria mais alto do que o que você poderia lucrar com o dinheiro investido.
  2. Nesse caso, vale a pena colocar o seu dinheiro para trabalhar para você com investimentos rentáveis e adiar um pouco a compra para conseguir pagar à vista ou em parcelas menores.
  3. Leia: Empréstimo no cartão de crédito, é possível fazer?

Comprando à vista eu consigo desconto?

Agora vamos à vantagem de pagar à vista: é muito comum conseguir pagar um pouco mais barato quando se faz o pagamento na hora.

O ideal é que você sempre pergunte, mesmo que esse benefício não seja oferecido a você.

O brasileiro não tem muito esse costume de negociar na hora de comprar, mas é como diz o ditado popular “quem não chora, não mama”. A média praticada pelos estabelecimento é de 5% a 10% off nas compras à vista.

Parcelar o cartão de crédito, pode?

Digamos que você passou um pouco do controle. Parcelou demais suas compras e o que era para facilitar o pagamento de coisas que você queria se tornou uma dívida maior do que você tem a capacidade de pagar. 

Qual é a sua alternativa nesse caso? Parcelar a fatura do cartão? Nunca faça isso! Os juros que você vai pagar sobre as parcelas do cartão de crédito podem chegar a mais de 200% ao ano.

  • Você vai também está fazendo uma dívida em cima de uma dívida, já que essas parcelas são acrescentadas às faturas seguintes do cartão.  
  • Uma opção para resolver isso é a contratação de um empréstimo pessoal para quitar a dívida à vista e se livrar de juros abusivos do cartão de crédito.
  • Faça um cadastro no Bom Pra Crédito e receba a sua avaliação com opções de juros e parcelamento de mais de 30 instituições financeiras.
  • Compreenda: O que acontece com nome sujo no SPC após 5 anos?
  • Os juros pagos no caso do cheque especial, crédito rotativo e parcelamento do cartão de crédito são alguns dos maiores do mercado.
  • Por isso, você pode encontrar tarifas menores para resolver esse caso mais grave primeiro.

Conclusão sobre comprar à vista o parcelado

  1. Você precisa colocar tudo na ponta do lápis para saber o que vale a pena na sua realidade financeira.
  2. No caso do pagamento à vista, verificar quais são as suas reais condições e o quanto de benefícios pode conseguir se fizer a compra com dinheiro vivo.
  3. No caso do pagamento à prazo, é necessário escolher as opções de parcelamento sem juros, o que pode significar pagar a sua compra em parcelas menores.
  4. Lembre-se sempre de que por mais que você esteja levando mais meses para pagar uma conta, se continuar fazendo várias outras a longo prazo pode se complicar e ficar inadimplente. 
  5. É ideal que você não comprometa mais do que 30% do seu orçamento com dívidas, por isso sempre que chegar perto de atingir esse limite, dê mais uma olhada nas suas necessidades e adie a compra para quando for mais confortável para você. 
  6. E não se iluda também com promoções, elas podem acontecer de novo, não vale a pena se endividar por uma “chance única” de comprar algo. 
Leia também:  Como Saber Qual O Sistema Operativo Do Meu Pc?

Pagar à vista ou parcelado: qual a melhor opção de compra?

Parcelar compras é um hábito comum no Brasil. Segundo um levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), cerca de 83 milhões de brasileiros têm pelo menos uma despesa à prazo. Mas entre pagar à vista ou parcelado, qual é a melhor opção?

A escolha entre um ou outro depende de alguns fatores que devem ser levados em conta e analisados com cuidado.

Para te ajudar, explicamos neste artigo tudo o que você precisa saber sobre parcelar ou pagar à vista para tomar as melhores decisões para o seu bolso. Se interessou? Continue conosco!

O que é pagar à vista?

Se você ainda está começando a ter uma vida financeira ativa, talvez ainda não entenda com clareza os conceitos de pagar à vista ou parcelado por uma compra.

Pagar à vista significa que o valor total é pago no ato da compra — seja em dinheiro, no cartão de débito ou no de crédito. Muitos lojistas oferecem descontos nesta forma de pagamento, principalmente se for em dinheiro vivo, já que ele não terá que pagar taxas de utilização das maquininhas de cartões.

Além dos descontos, outra vantagem é poder resolver o débito na hora, sem comprometer seu orçamento para os próximos meses. Dessa forma, seu planejamento financeiro pessoal fica intacto e se torna mais consistente, permitindo que você use seu dinheiro com mais tranquilidade.

Pagando parcelado

Já nas compras parceladas (ou à prazo), o valor total é dividido em partes iguais para serem pagas mês a mês, com apenas a primeira sendo dada no ato da compra.

Quando você vê um anúncio oferecendo pagamento em “10 vezes sem juros”, é um estímulo da loja para compras parceladas.

Essa modalidade é ótima para quando você precisa de um item com urgência, mas não tem em mãos o valor integral naquele momento. Por outro lado, a maioria das compras à prazo têm juros que aumentam o valor final, sendo esta a principal desvantagem desse tipo de pagamento.

Além disso, muita gente cai na armadilha de acumular várias compras à prazo ao mesmo tempo, comprometendo boa parte do orçamento mensal com dívidas.

Esse de hábito é péssimo para a saúde financeira e pode gerar problemas sérios no futuro, por isso, o ideal é sempre planejar suas compras e não abusar dos parcelamentos.

Pagar à vista ou parcelado: o que levar em conta para decidir

Em geral, para quem tem o dinheiro em mãos, é melhor pagar à vista e aproveitar os descontos. No entanto, olhando com atenção, a escolha depende de muitos fatores como os que veremos a seguir.

Continue lendo e saiba o que considerar para se decidir entre pagar à vista ou parcelado:

1. Valor da compra 

Observar o valor da compra é muito importante na hora de decidir se vai pagar à vista ou parcelado. Se for um item de valor muito alto como um carro, imóvel ou passagem de avião, o pagamento à vista pode ser inviável. Nesses casos, é melhor fazer um parcelamento, desde que ele se encaixe no seu orçamento de forma confortável.

Porém, para compras menores vale a pena aproveitar as vantagens do pagamento à vista. Caso não tenha o dinheiro em mãos na hora, compensa esperar alguns meses até levantar o valor necessário.

Para alguns itens como equipamentos eletrônicos, é possível que o preço esteja até melhor no futuro do que agora.

2. Taxa de juros

A taxa de juros é outro ponto de atenção na hora de escolher entre pagar parcelado ou à vista. Compras à vista não têm juros, por isso sempre compensam mais. Porém, caso precise parcelar, fique atento às taxas praticadas pela loja.

O ideal é buscar parcelamentos sem juros que oferecem mais tempo para pagar e não aumentam o valor final da compra.

3. Descontos

Como dito anteriormente, é muito comum que as lojas ofereçam descontos para pagamentos à vista. O benefício pode ser de 5% a 10% do valor total do produto, trazendo um ótimo custo-benefício para o consumidor.

Já os pagamentos a prazo funcionam ao contrário: costumam sair mais caros por causa dos juros.

4. Capacidade de pagamento

A sua capacidade de pagamento é um dos principais fatores que devem ser observados ao escolher pagar à vista ou parcelado. É preciso pensar em diversas variáveis como:

  • você usaria toda a sua reserva financeira para comprar à vista?
  • o valor da parcela cabe no seu orçamento mensal?
  • por quanto tempo você pode se comprometer com essa dívida?

Fazer essa análise é fundamental para não assumir compromissos impossíveis de honrar ou correr o risco de ficar sem dinheiro caso ocorra um imprevisto no futuro.

Para isso, crie uma planilha de gastos e sempre consulte o seu orçamento antes de decidir entre parcelado ou à vista. Lembre-se que atrasos podem gerar mais juros e até a perda de posse do produto.

>> Buscando um passo a passo para montar a sua planilha de controle? Confira este outro post do blog: Planilha de Gastos: aprenda como usar

Quando é melhor pagar à vista do que parcelar?

Pagar à vista ou parcelar várias vezes “sem juros”? Você já deve ter ouvido essa pergunta na hora de fazer uma compra ou pagar um tributo de valor mais elevado, mas a resposta não é tão óbvia quanto parece. Não há uma opção intrinsecamente mais vantajosa.

Ponderar as duas opções é importante quando se tem dinheiro guardado suficiente para o pagamento à vista, ou mesmo quando a compra é adiável e é possível poupar para pagar à vista no futuro.

Em primeiro lugar, pensar a respeito só faz realmente sentido se houver desconto para o pagamento à vista.

A rigor, deveria haver sempre, pois o dinheiro tem valor no tempo, e faz diferença, para quem recebe, ser pago agora ou depois. Assim, parcelamento realmente sem juros não existe.

Porém, na prática as coisas são bem diferentes. Nem sempre você consegue desconto no pagamento à vista. Nesses casos, parcelar pode realmente ser mais vantajoso, a menos que você precise preservar o limite do seu cartão de crédito por algum motivo.

Afinal, se o comprador tem dinheiro aplicado, ele continuará recebendo a rentabilidade dos seus investimentos, enquanto paga a sua compra aos poucos.

Contudo, se houver desconto à vista, a coisa muda um pouco de figura. Aí, pagar à vista pode ou não ser mais vantajoso – e geralmente é. Mas vale a pena fazer uma continha para não escorregar.

Calcule os juros embutidos no parcelamento

Os pagamentos de tributos e despesas mais vultosas geralmente ganham desconto quando feitos à vista. É o caso de impostos como o IPTU e o IPVA e dos gastos com mensalidades escolares que você encara no início do ano. Ou mesmo das compras de móveis e veículos.

Para saber se o desconto é vantajoso, é preciso comparar os juros embutidos no parcelamento com o rendimento de uma aplicação financeira – aquela onde suas economias estão investidas ou aquela onde você pretende investir caso opte pelo parcelamento.

Se a aplicação render menos que os juros da operação, pagar à vista vale mais a pena do que parcelar. Se render mais, o parcelamento é mais vantajoso.

Um exemplo: Imagine uma compra no valor de 5 mil reais com 10% de desconto para o pagamento à vista, o que totaliza 4.500 reais. Já o parcelamento “sem juros” se traduziria em 10 prestações de 500 reais.

Ora, o dinheiro tem valor no tempo, uma vez que 500 reais hoje não valem o mesmo que 500 reais daqui a cinco ou dez anos. Quanto mais cedo o vendedor receber, melhor para ele.

Assim, você pode considerar que o preço dessa compra é de 5 mil reais apenas para quem parcela. Seu valor de fato – o valor presente, ou o valor das parcelas trazidas para a data da compra – é de 4.500 reais.

Em outras palavras, o valor à vista, antes dos juros, é 4.500 reais. O valor de 5 mil reais na verdade corresponde aos 4.500 acrescidos de juros durante 10 meses.

Faça as contas

Os dados acima são subsídios para você fazer o seguinte cálculo: qual a taxa de juros de uma compra cujo valor presente é de 4.500 reais, parcelada em 10 vezes de 500 reais cada? Lembre-se de que se trata de juros compostos.

O Excel permite resolver essa conta facilmente, com uma função chamada TAXA ou RATE, se o programa estiver em inglês.

Ao digitar =TAXA (assim mesmo, sem espaço entre o = e a palavra TAXA) no campo de função, aparecerão os campos que você deve preencher com valores. Os seguintes campos são obrigatórios:

– Número de períodos (nper): número de parcelas. No exemplo, 10.– Valor da parcela (pgto ou pmt): no exemplo, 500.– Valor presente (vp ou pv): deve vir sempre com um sinal de menos (-) na frente. No exemplo, 4.500.

Outros três valores são opcionais, mas nem sempre dispensáveis:

– Valor futuro (vf ou fv): quanto ainda faltaria pagar após o pagamento das parcelas. Em financiamentos, o mais lógico é que seja zero, valor considerado pelo Excel se essa opção não for preenchida.– Data de vencimento (tipo ou type): 1 se houver entrada e zero se não houver entrada.

Se não for preenchido, o valor que o Excel considera é sempre zero, mas muitos parcelamentos exigem que uma das parcelas seja paga no ato da compra, o que obriga o preenchimento desta opção com o valor 1.– Suposição ou guess: valor de taxa que o programa começa a “chutar”.

Se não for preenchido, o Excel adota, por padrão, uma taxa de 10% ou 0,1.

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Assim fica a expressão do exemplo: =TAXA(10;500;-4500;0;0;0,1) ou =TAXA(10;500;-4500;0;1;0,1).

Compare os juros com a rentabilidade de uma aplicação financeira

Aplicando-se essa função ao exemplo, chega-se a taxa de 1,96% ao mês para parcelamentos sem entrada e de 2,42% ao mês para parcelamentos com a primeira parcela de 500 reais paga no ato da compra.

A questão é: a aplicação financeira onde seu dinheiro está aplicado rende, consistentemente, mais do que esses valores ao mês? Ou ainda, a aplicação financeira onde você poderia vir a aplicar seu dinheiro é capaz de render mais do que essas taxas?

Se a resposta for não – e provavelmente será – pagar à vista e aproveitar o desconto é mais vantajoso. Lembre-se de que a caderneta de poupança costuma render entre 0,5% e 0,7% ao mês, mais ou menos.

No patamar atual de taxa básica de juros, as aplicações de renda fixa mais rentáveis que a poupança têm rendido mais ou menos entre 0,8% e 1,0% ao mês, após descontado o imposto de renda.

Quando parcelar é melhor

Os descontos para pagamento à vista costumam ser vantajosos. As taxas de juros de financiamentos são altas no Brasil, especialmente para as pessoas físicas.

Mas o desconto pode não ser suficiente para tornar o pagamento à vista mais atrativo que o parcelamento.

Considere uma compra de 10 mil reais, parcelados em 18 vezes “sem juros” de 556 reais. Se for concedido um desconto de apenas 3%, o parcelamento será mais vantajoso.

O valor à vista dessa operação seria de 9.700 reais. Considerando os valores absolutos, parece um desconto interessante.

Mas 3% é muito pouco, nesse caso. A taxa de juros dessa operação será de 0,32% ao mês se não houver pagamento de entrada, e de 0,37% ao mês se a primeira parcela for paga no ato da compra.

Ambas as taxas são bem menores que o rendimento da poupança e de outras aplicações conservadoras. Em suma, valeria mais a pena deixar o dinheiro rendendo e ir pagando aos poucos.

O mesmo raciocínio vale para calcular se são interessantes os descontos dos tributos oferecidos pelos governos estaduais para tributos como IPTU e IPVA.

No caso do imposto de renda, é ainda mais simples, pois o governo deixa claro que o parcelamento tem juros. E são salgados, pois equivalem à taxa básica de juros (Selic) do período.

Ou seja, para o parcelamento valer a pena financeiramente, o contribuinte precisa ser capaz de ganhar, líquido de impostos e taxas, mais do que a Selic em uma aplicação financeira, tarefa nada trivial.

À vista ou parcelado: qual o melhor método de pagamento?

Hoje o assunto é forma de pagamento, uma armadilha que tem feito muita gente se endividar e estragar a própria vida financeira. Já falamos em diversos posts sobre a recomendação de pagar suas compras à vista sempre que possível, está lembrado?

A questão é que, de forma geral, o pagamento a prazo traz empobrecimento (em virtude dos juros com que você terá de arcar), além de bagunçar completamente sua organização financeira.

Um exemplo: quantas vezes você se animou com uma suposta sobra de dinheiro no final do mês e, de repente, lembrou-se que fez algumas compras no cartão de crédito (fazendo, portanto, com que a sobra virasse dívida)?

O pior é quando a pessoa tem débitos no cartão de crédito, dinheiro retirado do cheque especial, financiamento imobiliário e crediário em lojas de departamento. Tudo junto. Daí fica impossível não se enrolar.

Em linhas gerais, o pagamento à vista está no topo das formas de pagamento mais inteligentes. A pegadinha aqui é que, no entanto, existem algumas poucas situações em que é melhor pagar a prazo do que “em efetivo”. Quais? Continue lendo e você descobrirá.

A paixão do brasileiro pelo “canto da sereia” do pagamento a prazo

Uma pesquisa feita em 2015 pelo SPC Brasil mostrou o que já sabemos na prática: 79% dos brasileiros preferem comprar parcelado, com ou sem juros. O grande perigo é quando você junta essa cultura do “desfrute hoje e pense como pagar outro dia” com um país que pratica as maiores taxas de juros do planeta. Daí o resultado são… 60 milhões de endividados.

Sim, sabemos que isso assusta. Poder de compra em baixa, desemprego em alta, juros em queda (mas ainda elevados) e a boa e velha tentação soprando aos seus ouvidos — aquela peça 50% off que você nunca viu em promoção na vitrine; aquele feirão de usados que pode tirar você do carma do transporte público lotado; aquela viagem que você sempre quis…tudo em suaves 30, 40, 60 meses.

Este post tem como objetivo ser um ponto de inflexão para você, que quase sempre cede a essa hipnose do consumo fácil. O que você precisa refletir aqui é se essa postura financeira não o está empobrecendo, impedindo-o de criar uma reserva financeira, de fazer investimentos e multiplicar seu salário. Vamos ver, então, quando o parcelamento está entre as formas de pagamento estratégicas.

Quando o parcelamento vale a pena

A regra geral, repetida como um mantra pelos economistas, é que vale a pena pagar à vista sempre que o desconto dado superar a rentabilidade da aplicação financeira a que seu dinheiro estiver vinculado. Você não faz nenhuma aplicação? Claro que faz. O simples direcionamento de seu 13º a uma caderneta de poupança é um investimento (embora de ínfima rentabilidade).

O problema é que, a depender de onde estão seus recursos, é melhor deixá-los na aplicação do que resgatá-los para quitar um débito. Vamos a um exemplo.

Imagine que você esteja terminando de pagar um financiamento imobiliário. Faltam ainda 11 parcelas, que hoje estão com valor em torno de R$ 2.200,00 (Tabela SAC, em que as prestações são decrescentes).

Se você usar as fórmulas dessa tabela para separar o valor principal dos juros, verá que pagará, até o final do financiamento, cerca de R$ 24.200,00, sendo que, se amortizasse o débito total hoje, pagaria apenas R$ 22.000,00 e se livraria da dívida de uma vez.

Ou seja, em 11 meses, você estaria condenado a pagar R$ 2 mil de juros (aproximadamente R$ 181 por mês) caso decidisse manter as coisas como estão, sem amortizar nada.

Muita atenção agora a este ponto: se esses R$ 22 mil que você tem para quitar a dívida estiverem em alguma aplicação que renda mais de R$ 181 por mês, já não vale mais a pena amortizar seu financiamento.

Levando em conta que 1% a.m. de R$ 22 mil corresponde a R$ 220, não seria muito difícil encontrar um investimento em renda fixa que superasse o desconto dado pelo banco. Nesse caso, meu caro, mantenha-se feliz com seu parcelamento, pois você está no lucro.

Compreendeu como nem sempre o pagamento à vista é uma das formas de pagamento mais inteligentes?

Há ainda outra situação em que parcelar pode ser benéfico: quando a divisão é feita sem juros. Daí é uma questão de estudar o perfil do consumidor. Se ele é organizado e sabe gerir suas contas mensais, essa compra pode ser feita sem problemas.

Mas calma, pagamento à vista continua sendo a regra

O que dissemos acima é uma exceção. Não se esqueça de é a calculadora que dirá, de forma definitiva, se vale a pena pagar de uma vez ou parcelar.

O que dá para dizer, em linhas gerais, é que o pagamento à vista costuma ser mais compensador.

Tanto porque você não paga os juros, como porque pode reduzir o valor do produto (em função do poder de barganha que você tem ao pagar tudo no momento da compra).

Esse poder aumenta ainda mais se você pagar em dinheiro, já que nesse caso o lojista não sofrerá descontos das operadoras de máquinas de cartões.

Quando o pagamento à vista vale a pena

Agora vamos a uma situação inversa do exemplo dado acima, mais comum, em que o pagamento “em efetivo” é mais vantajoso.

Você decide comprar um iPhone 8, que está sendo vendido na loja por cerca de R$ 4 mil, à vista. Você pode também parcelar o produto em 12 x R$ 380,00. Parece uma boa oportunidade…não fosse pelo fato de o valor total parcelado chegar a R$ 4.560,00 (R$ 560,00 a mais). Esse é o primeiro cenário das formas de pagamento. Vamos agora ao segundo.

Em vez disso, você decidiu colocar, mensalmente, R$ 350,00 em um CDB que rende 1% ao mês. Usando essa calculadora de juros compostos, você verá que, em 1 ano, chegará a R$ 4.438,00.

Agora vamos juntar todas essas informações e agregar outras. Você juntou R$ 350 em 12 meses: ganhou R$ 4.438, mas só juntou R$ 4.200,00 (350 x12), concorda?

Outra questão: o valor do produto é R$ 4 mil, mas se você chegar na loja com o valor total, possivelmente vai conseguir levá-lo com 10% de desconto. Ou seja, leva o aparelho por R$ 3.600,00.

Veja os dois valores destacados em negrito e você perceberá, a um só golpe de vista, a diferença entre uma situação e outra. Na primeira, você se entregou à facilidade da compra a prazo, mas em 12 meses adquiriu a mercadoria por R$ 4.560,00.

No segundo cenário, você juntou R$ 4.438,00, mas levou o celular por apenas R$ 3.600,00. Quase mil reais de diferença. E isso sem falar nos R$ 838,00 que você juntou a mais.

Agora imagine que você não fez essa conta e combinou pagamento parcelado. Perdeu um bom dinheiro. Vamos mais longe. Imagine que você repita esse procedimento com todas as suas compras. Percebe o quanto está empobrecendo, sem notar?

Este artigo foi útil para que você descobrisse a sutileza na escolha das melhores formas de pagamento? Então compartilhe este conteúdo em suas redes sociais e ajude seus amigos a não amargar esses prejuízos. Até a próxima!

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