Como Nao Dar Importancia Ao Que Os Outros Dizem?

Como Nao Dar Importancia Ao Que Os Outros Dizem? A vida é basicamente uma montanha russa. Tem seus altos e baixos, e o mais importante: você tem que fazer o ingresso valer a pena.

Como Nao Dar Importancia Ao Que Os Outros Dizem? Quando você se importa com alguém, não pode sentar e vê-lo sofrer, sabendo que você pode fazer algo. Glee

Como Nao Dar Importancia Ao Que Os Outros Dizem? O exercício do silêncio é tão importante quanto a prática da palavra. William James

Como Nao Dar Importancia Ao Que Os Outros Dizem? Não espere por uma crise para descobrir o que é importante em sua vida. Platão

Como Nao Dar Importancia Ao Que Os Outros Dizem? Depois de um tempo você aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam. William shakespeare

Como Nao Dar Importancia Ao Que Os Outros Dizem? O ser humano morre não quando o seu coração deixa de pulsar, mas quando de alguma forma deixa de se sentir importante. Augusto Cury

Como Nao Dar Importancia Ao Que Os Outros Dizem? Por mais longa que seja a caminhada o mais importante é dar o primeiro passo. Vinícius de Moraes

Como Nao Dar Importancia Ao Que Os Outros Dizem? Nunca mude a sua essência só para agradar outras pessoas. É mais importante ser você mesmo do que ser alguém estranho moldado pelos outros.

Como Nao Dar Importancia Ao Que Os Outros Dizem? Tem que decidir o que é importante para você. Manter seu orgulho e não ter nada, ou correr o risco e talvez ter tudo? Gossip Girl

Como Nao Dar Importancia Ao Que Os Outros Dizem? Comece o dia ouvindo o seu próprio coração. Mais importante do que conhecer os outros é conhecer a si mesmo. Bom dia!

Ninguém vai bater mais forte do que a vida. Não importa como você bate e sim o quanto aguenta apanhar e continuar lutando; o quanto pode suportar e seguir em frente. É assim que se ganha. Rocky Balboa – 2007

Dê mais valor para quem se importa realmente com você. Assim terá mais motivos para ser feliz.

Dar importância a quem não te valoriza é como estimular o próprio sofrimento através do desprezo.

Se você tem pessoas importantes na sua vida, dê valor. Hoje mesmo. Amanhã pode ser tarde demais.

Quando você ama alguém, você não se importa com a opinião dos outros e não mede esforço para estar com ela.

Um brinde aos nossos defeitos. Porque com as nossas qualidades ninguém se importa mesmo.

Toda uma vida estaria com você. Não me importa de que maneira, nem como, nem onde… Mas com você!

Quanto mais eu vivo, mais eu percebo o impacto da atitude na vida. Ela é mais importante que o passado, que a educação, que o dinheiro, que as circunstâncias, que os fracassos, que os sucessos, e do que as outras pessoas pensam, dizem, ou fazem. Chuck Swindoll

Devemos valorizar o que nos faz bem, e para aprimorar a sensação de felicidade, ignorar completamente o que não traz prosperidade.

Depois de algum tempo você aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias, e o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. Veronica Shoffstal

Guia para deixar de se importar com o que os outros pensam

Como Nao Dar Importancia Ao Que Os Outros Dizem?

Deixar de se importar com o que os outros pensam não costuma ser fácil para a maioria das pessoas. Muitos crescem apegados à necessidade de validação alheia, seja dos pais, familiares, amigos, professores ou desconhecidos.

Em algumas ocasiões é interessante analisar como pensam ao nosso respeito. Por exemplo, o seu chefe pode estar buscando um profissional com atributos específicos e, ao modificar a sua conduta para se encaixar nos requisitos, a sua carreira pode avançar consideravelmente.

Essa mudança de comportamento, no entanto, não é permanente. Ela serve para ajudá-lo a aproveitar uma oportunidade ou alcançar objetivos. Segundo psicólogos, o problema nasce quando modificamos nosso comportamento e fazemos coisas, ou deixamos de fazer, devido à opinião dos outros.

Por que nos importamos tanto com opiniões alheias?

Você já sentiu que deveria tomar determinada atitude para agradar terceiros? Ou teve medo de fazer algo para você (mudar o visual, trocar de emprego, começar ou terminar um relacionamento) por causa do que os outros vão pensar?

A sensação de estar sendo vigiado é mais forte na adolescência. É nessa fase que começamos a nos importar com as opiniões de amigos e pretendentes, pois é quando compreendermos o significado de “viver em sociedade”. O adolescente tem horror em ser visto de forma negativa e geralmente tem um desejo ardente de provar a sua capacidade para os outros.

Adolescentes tímidos ou pouco autoconfiantes, em especial, tendem a ligar excessivamente para o que terceiros pensam a seu respeito. Em sua busca para agradar os colegas e pertencer a um grupo, podem fazer coisas contra a vontade. Quando não conseguem impressionar, passam a temer o julgamento alheio.

Algumas pessoas entram na vida adulta com esse medo. 

Assim, sofrem com uma série de preocupações: são ansiosas, temem o que os demais vão falar sobre as suas escolhas, não conseguem expressar a sua verdadeira identidade, têm dificuldades para fazerem escolhas sozinhas, temem o fracasso acima de tudo e sentem-se frustradas consigo mesmas. Essa repressão autoimposta é a fórmula certeira para a depressão, a ansiedade e o estresse.

Como deixar de se importar com o que os outros pensam?

Parar de se importar com as opiniões alheias requer esforço e prática diária. 

Toda vez que decidimos modificar um comportamento, precisamos levar em consideração que ele já está profundamente acomodado dentro de nós. Passamos anos e anos reforçando-o através de nossas escolhas, pensamentos, emoções e experiências de vida. 

Por isso, costuma-se se dizer que é preciso “desconstruir” um comportamento, retirando as crenças que utilizamos para construí-lo em primeiro lugar.

Por exemplo, a preocupação excessiva com o que os outros pensam costuma se originar do medo de julgamentos. Este, por sua vez, pode ter raízes em um pensamento (“se acharem que eu sou uma pessoa X ou Y, algo ruim vai acontecer”) ou uma emoção (vergonha, ansiedade, hesitação, falta de confiança). 

Em vez de confrontar esse medo ou ressignificá-lo, você o alimentou inconscientemente, reforçando sentimentos e pensamentos negativos. Como encontra-se consolidado em seu interior, você basicamente precisa “destruir” as crenças ruins que o fortalecem e construir crenças boas.

Pode parecer complicado, mas não é!

Esse processo ocorre naturalmente. A princípio, ele não é muito agradável tampouco fácil. Você vai sentir vontade de desistir e ignorar incômodos emocionais significativos. É uma reação totalmente normal, a qual deve ser combatida. Abaixo, separamos alguns passos para ajudá-lo a chegar lá.

1)     Identifique o porquê

Por que você se importa tanto com o que os outros vão dizer sobre você? Quais são as suas preocupações? Você tem medo de ser julgado, ser ridicularizado, ser rejeitado, ser visto como um fracasso, ou o quê? Questione-se sobre a sua necessidade da validação alheia para encontrar a origem dela.

Ela pode ter nascido de uma experiência ruim na infância ou na adolescência, ou ser consequência da sua criação (pais muito rígidos, por exemplo). Como você não tinha muito conhecimento sobre os seus próprios sentimentos, passou a alimentar essa necessidade, fugindo de si mesmo para não ser desaprovado pelos demais.

Você pode vasculhar as suas memórias em busca de uma resposta e responder perguntas de autoconhecimento diariamente para compreender como se sente. Fazer terapia também pode ajudá-lo a obter insights sobre por que você se importa com o que os outros pensam.

2)     Modifique a sua forma de pensar

Quando o medo da opinião alheia aparecer, confronte-o.

Em vez de pensar “O que será que vão pensar de mim?” ou “Todo mundo vai olhar para mim e ficar comentando”, pense “Eu quero fazer isso porque…” e “Se alguém tiver algo para dizer, não importa. A minha felicidade é mais importante”. Se precisar, repreenda-se usando o seu nome da mesma forma que faria para chamar a atenção de uma criança.

Mesmo que pareça estranho conversar com você mesmo, faça-o. Esse diálogo interno vai facilitar a modificação das crenças construídas e fortalecidas ao longo dos anos. Com a prática, você conseguirá pensar mais positivo sobre se expor para o mundo.

3)     Compreenda algumas coisas

É muito, muito provável que ninguém esteja prestando atenção em você. As pessoas vivem saturadas por seus próprios problemas e preocupações. Elas não têm tempo de se preocupar com terceiros. Quando a sensação de que múltiplos olhares estão acompanhando os seus movimentos aparece, 99.9% das vezes é apenas isso: uma sensação.

Se você não fala a sua opinião ou expressa as suas necessidades em voz alta por medo de desagradar alguém, saiba que é impossível agradar todo mundo. Milhares de pessoas já tentaram, inclusive personalidades célebres conhecidas mundialmente, e todas falharam.

Cada um possui o seu jeito de pensar e ver a vida, portanto, raramente você encontrará alguém com opiniões praticamente idênticas às suas. Caso alguém reaja com agressividade verbal ou grosseria ao ouvir o que você tem a dizer, lembre-se disso. A vivência daquela pessoa é completamente diferente da sua e isso gera divergência de pensamentos.

Responda à atitude rude com cordialidade e siga em frente. Afinal, por que é tão importante que todos concordem com você ou aprovem as suas considerações? A única pessoa que deve fazê-lo é você mesmo, pois o único a sofrer as consequências de seus atos é você. 

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4)     Valorize-se!

Pessoas que se preocupam demais com o que os outros têm a dizer não costumam ter uma visão concreta de seus atributos positivos. Se este for o seu caso, faça uma lista de qualidades, conquistas e elogios já recebidos. Assim, você terá uma noção de quais características merecem atenção.

Não tenha medo de mostrar o que há de melhor em você para o mundo! Neste momento, você pode pensar que não há sentido em compartilhar os seus talentos. É a sua insegurança falando. Ela costuma manter os dons adormecidos.

Quando alguém decide partilhar o que há de melhor em si, o mundo fica um pouco melhor, sabia? Além de ajudar outras pessoas com os seus talentos, você se sente bem por estar sendo útil. Essa postura de doação também fortalece o seu amor-próprio.

5)     Cultive boas amizades

Pessoas negativas, tóxicas, aproveitadoras ou invejosas são como um veneno para a sua autoestima. Não raro indivíduos ligam excessivamente para a opinião de pessoas com quem mantém uma relação nada saudável. Esse tipo de relacionamento é capaz de levá-los a uma depressão profunda e impedir que aproveitem a vida. 

Dê ouvidos somente às pessoas que lhe querem bem. Aceite elogios, conselhos e recomendações de quem demonstrar amá-lo, e não de quem quer vê-lo sofrer. Mantenha-se afastado de pessoas tóxicas. É comum demorar um pouco para perceber o quão abusivo alguém está sendo com você. Assim que tomar essa consciência, distancie-se do indivíduo.

6)     Saia da zona de conforto

O melhor remédio para livrar-se de um medo é enfrentá-lo! Se você teme julgamentos e não sabe como lidar com opiniões alheias, coloque-se em ocasiões em que deverá fazer exatamente isso.

Você pode fazer as seguintes atividades apenas em sua própria companhia para sair da zona de conforto:

  • Viajar;
  • Ir a um show;
  • Fazer uma refeição em um restaurante;
  • Desfrutar de uma bebida em um bar;
  • Passear em um parque;
  • Fazer compras;
  • Ir à academia; e
  • Comparecer aos eventos locais da sua cidade.

Assim que sentir o medo de ser julgado chegando, diga a si mesmo que está tudo bem e eduque a sua mente para pensar positivo. O incômodo de fazer algo novo é passageiro e, se você ceder a ele e desistir, poderá se arrepender mais tarde.

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*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Como não se importar com o que os outros pensam

O medo da opinião dos outros é a primeira barreira inibidora da vida. Deixamos de cuidar da nossa autoestima, perdemos o gosto pela liberdade e, muitas vezes, o seu efeito é paralisante

Já foi aqui falado que somos movidos pelo desejo de agradar. E nesse exercício qual é o nosso termômetro? A opinião dos outros. Importamo-nos muito com que os outros pensam sobre nós. Se não há uma opinião favorável sobre nós não somos aceitos, amados, admirados. E pior, somos rejeitados pelos outros.

E quem são esses outros? Geralmente são aqueles que admiramos. Experimentamos o bem e o mal da opinião dos outros desde cedo. Mas incrivelmente, nunca chegamos a ser experientes. Uma criança no jardim de infância lamenta que o amigo não queira brincar com ela.

O adolescente sofre e carrega o trauma de não fazer parte do grupo dos populares para a vida adulta.

Nessa luta, há várias formas de confronto. Há quem lance mão do prático-racional “não estou aí”, “ninguém paga as minhas contas”. Os duros na queda dizem simplesmente que “não se importam com os outros”. Parece uma solução, ocorre que não é verdade. A vida é com o outro, tudo o que fazemos caminha em direção ao outro. Pensamos, agimos, reagimos, refletimos, ecoamos…. tudo com o outro.

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Mesmo Nietzsche que tinha uma real consciência da sua grandiosidade, sabia dos seus muitos níveis acima do cidadão comum e tinha um longo caminho percorrido em direção a si mesmo, ansiava pelo olhar dos outros.

Sócrates, convicto de que sua missão era fazer o outro refletir sobre a vida, teve de escolher entre parar de falar aos outros sobre filosofia, sair de Atenas ou tomar cicuta.

A primeira opção ele rejeitaria a si mesmo, a segunda ele teria de rejeitar os outros… Optou pela cicuta.

Olhar para nós mesmos

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Se acaso essa é a nossa vocação, qual é o mal? O mal é que geralmente passa-se da medida e inverte-se o sentido: ao invés de olhar para dentro, agir e buscar a interação com o outro, faz-se o caminho inverso: passa-se a agir a partir do julgamento do outro. A inversão do sentido dessa normalidade é uma má notícia quando lembramos que a nossa missão primeira é olhar para nós mesmos, para a nossa essência, dando início ao processo que dura a vida inteira: a nossa própria construção. Essa tarefa — sem fórmula — é única e precisa de todo o nosso empenho.

Eu? Não

E nesse processo de autoconstrução, os outros, decerto, têm um papel fundamental. Precisamos deles. Não há outra maneira de viver. Bem… há: a opção eremita. Fora o isolamento, não há outro jeito.

Não podemos dispensar o outro. E é verdade: nós nos importamos muito com o que os outros pensam sobre nós. A única coisa a fazer é administrar as doses.

É não deixar que a opinião do outros comandem os nossos pensamentos e ações.

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Dito dessa forma parece um exagero, um comportamento improvável. Ocorre que fazemos isso também de forma inconsciente e, às vezes, de forma velada. Ouvimos repetidamente sobre avaliações e resultados — principalmente na esfera profissional. Quem avalia e quem mede os resultados? Os outros.

O anormal é que isso não ocorre apenas nas empresas e na vida escolar/acadêmica, ocorre também nas nossas conquistas privadas. Há quem só saiba avaliar as suas realizações através do reconhecimento externo.

Você quer estar uma semana numa ilha deserta com uma celebridade do cinema? Claro! Mas, sem telefone, sem fotos, sem nenhum tipo de registro… Ninguém vai saber? Ah! Então não.

Tenho medo

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Outro mal. Quem é dependente do julgamento dos outros, tem um medo anormal de rejeição, tende a ter o foco apenas no resultado. E por isso não usufrui da trajetória, sofre. Então imagine um projeto que dura dois anos… Pior do que isso, só a fase dois do medo, a paralisia. A quem tenha tanto medo do insucesso seguido da opinião do outros quem simplesmente não faz. Um exemplo é de quem ama determinado ofício, mas nunca inicia por medo da desaprovação dos outros.

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Todos nós — em maior ou menor grau — sofremos com o opinião dos outros. O que fazer? Vigilância e autoanálise. Devemos estar muito atentos sobre quem está no comando. Não abra mão do seu protagonismo. Seja o roteirista da sua vida.

Adquira o hábito de separar muito bem quais são as suas palavras e quais são as dos outros. Principalmente quando essas palavras são contra nós. A opinião dos outros é a dos outros — mesmo.

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Não são suas e muitas vezes, estão longe da verdade.

Não leve tudo para casa  

Muitas vezes a opinião dos outros sobre nós, diz mais sobre o outro do que sobre nós. Porque uma apreciação negativa pode ter origem no passado do outro ou mesmo no seu momento presente. Que isenção podemos esperar de alguém que está inseguro, estressado ou de mal com a vida? Há quem espere apenas uma brecha para despejar o seu arsenal de frustrações. Saia da mira.

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E, claro, devemos escutar o outro, mas com discernimento. Primeiro avalie se a opinião do outro soma, se é possível aprender alguma coisa com ela. Para isso, reveja os seus objetivos, suas necessidades e as suas buscas.

Não perca de vista o seu caminho. Colha o que estiver alinhado com o que você deseja e descarte o que não contribui para a sua causa. E sobretudo, fuja daqueles que — com seus medos  e traumas — diminuem a sua força.

Posto isso, entre medos e traumas fique apenas com os seus.

Eu sou mais eu

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Todas as tarefas descritas acima são muito mais fáceis de serem executadas a partir de uma autoestima forte. A equação é: quanto mais autoestima elevada, menos necessidade de aprovação. Quando conhecemos a nossa força, inegavelmente, a desaprovação dos outros pesa menos. Você já teve a experiência de ouvir dizerem mal de alguém que você tem em alta conta e a sua opinião sobre ela continuar intacta? Essa é a ideia. Tenha uma confiança inabalável também sobre você mesmo. E quando ficar na dúvida entre a sua opinião e a do outro, escolha a sua. Ninguém conhece você melhor do que você mesmo.

Aceite que é assim

A partir de agora, depois de todas essas precauções, as sensações de  insegurança e a rejeição passarão longe de você? Não. A rejeição sempre chega. E esse é mais um motivo para que você não dê a esse tópico excessiva importância. Haverá sempre rejeição.

Não leve os outros muito à sério. Esperar harmonia e aceitação constantes é frustrante e nos transformam em pessoas reativas. Mas ao aderirmos a uma posição impopular também não sofremos? Talvez. Autonomia, envergadura emocional são conquistas que vem com o tempo.

Mas é também uma questão de treino.

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Relaxar e permanecer em seus próprios sapatos é ainda a melhor opção. Mas e se eu quiser MESMO ser aceito e não reprovado; amado e não rejeitado? Também para isso, essa é a melhor opção.

Quem está ocupado em construir-se a si próprio, vive no presente, está alinhado com a sua humanidade e não tem tempo para remoer a opinião dos outros. Quem segue o seu próprio caminho, seja como for, tem uma vida autêntica e interessante. Está um passo fora da manada, é exemplar único.

E exatamente por isso é aceito, admirado e amado. Então, o caminho é mais simples do que parece: seja você mesmo!

Margot Cardoso (@margotcardoso) é jornalista e pós-graduada em filosofia. Mora em Portugal há 16 anos, mas não perdeu seu adorável sotaque paulistano. Nesta coluna, semanalmente, conta histórias de vida e experiências sempre à luz dos grandes pensadores.

*Os textos de nossos colunistas são de inteira responsabilidade dos mesmos e não refletem, necessariamente, a opinião de Vida Simples.

O que pensam de mim

Entrevista cedida pela psicóloga Marisa de Abreu para o APCD Jornal

Importar com o que as pessoas pensam sobre nós

O ser humano se preocupa demais com o que os outros pensam?

A necessidade em ser aceito pode ser a grande “mãe” da preocupação com o que os outros pensam sobre o que devemos fazer, vestir, comer, ou nos comportar nas mais diversas situações. Não que seja negativo qualquer esforço em nome da aceitação social, afinal de contas aprendemos bons modos desde a infância principalmente para termos bom convívio social.

Mas alguns exageram nesta preocupação e passam a considerar que a referencia do outro sempre será mais importante do que sua próprias conclusões. As pessoas com esta preocupação podem tentar a todo custo cumprir as expectativas alheias em detrimento de suas próprias necessidades.

São pessoas que podem, por exemplo, usar roupas totalmente inadequadas simplesmente porque acreditam que seria isto que esperam delas, ou deixar de dar sua opinião em uma reunião de trabalho por medo de que suas ideias não sejam aceitas.

Eu penso se não há como ter este tipo de atitude sem causar prejuízos em sua própria vida, como por exemplo relacionamentos que não concretizam, empregos sem crescimento profissional, e uma vida social absolutamente sem graça.

Como Nao Dar Importancia Ao Que Os Outros Dizem?

As pessoas se importam com o que os outros pensam tanto pela vontade de agradar como pelo medo de que pensem mal delas?

Ao observar muito atentamente o que os outros pensam podemos acabar perdendo nossa espontaneidade pois tentar manter apenas os comportamentos que imaginamos aprovados pelos outros pode nos fazer um “robozinho” de comportamentos estereotipados. Esta pessoa poderá estar tão focada em si mesma, se auto observando tanto que seus comportamentos podem sair desajeitados, correndo o risco de até mesmo falar coisas que jamais gostaria de ter dito.

Mas, não vamos ser radicais, se por um lado a preocupação exagerada em agradar as outras pessoas pode ser algo prejudicial à nossa auto estima, o excesso de postura do tipo “não estou nem aí para o que pensam de mim” pode indicar outros tipos de problemas.

Nada impede que as pessoas observem o que esperam de nós em situações onde há um certo protocolo, como por exemplo na igreja, onde cada templo tem seu ritual que merece respeito. Considero este um exemplo onde seria saudável a preocupação em relação ao que esperam de nós.

Consequências por se preocupar demasiadamente com o que as outras pessoas pensam?

O medo de que pensem mal de uma pessoa pode faze-la se retrair ao ponto da Fobia social, onde o medo de se expor a impede de conversar com pessoas, frequentar lugares e ter uma vida social saudável.

Quem se preocupa demais com o que os outros pensam pode perder a criatividade, pois para oferecer algo novo ao mundo devemos eliminar as amarras.

Exemplo:As pessoas podem acabar sendo “vitimas da moda” pois alguns podem seguir à risca o que a mídia apresenta como o que deve ser usado. Estas dicas de moda, em todos as áreas da vida, oferecem um certo conforto pois dá a impressão de que não é preciso avaliar nada, se está na moda e a mídia diz que é bacana então é seguro fazer exatamente igual. Ledo engado.

Porque uma pessoa pode dar tanta importância aos outros

Talvez este comportamento tenha sido iniciado em situações de sua vida quando comportamentos não desejados foram incorporados sem mesmo terem sido percebidos. Aprendizados na infância do tipo “não incomode os adultos” , “lugar de criança é…

” ou outras frases deste tipo podem ter sido introjetadas formando sentimentos de inferioridade. Outas situações também podem ter deixados marcas, talvez situações onde não se sentiu valorizado e considerou (erroneamente) que suas ideias jamais teriam valor.

Outras possibilidades seriam as características de personalidades, são inatas mas podem ser alteradas com novos aprendizados sobre si mesmo.

Dicas para que as pessoas parem de se importar tanto com a opinião alheia

Não há dicas que sirvam para todas as pessoas em todos os momentos, passarei alguns pontos mas peço para as pessoas não se apegarem à eles de forma definitiva, são apenas reflexões: Não acomode seus pensamentos, Não considere a opinião alheia uma verdade inquestionável.

Crie suas referencias e construa sua personalidade baseado tanto nas opiniões dos outros como em suas conclusões. Saiba que tem momentos onde fazer algo que não foi pensado por ninguém pode ser sua grande chance de sucesso. Não confunda elegância com tentativa de agradar a todos todo o tempo.

A pessoa elegante faz o que considera correto independente do que o outro pensa. Caso receba uma critica entenda que isto faz parte de conviver em sociedade, entenda que alguém pode não gostar de algo que você usou, disse ou fez mas poderá continuar gostando de você como pessoa.

Aprenda a ouvir criticas de forma a usar o que vale a pena e desprezar o que não vale.

Caso não consiga sozinho conte com um psicólogo para ajuda-lo a construir sua auto estima e identificar porque sua insegurança está limitando sua vida

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Por que é importante não se preocupar com a opinião dos outros

Por Gabriela Gasparin

“Segue o teu destino, rega as tuas plantas, ama as tuas rosas. O resto é sombra de árvores alheias”.

Essa citação do poeta Fernando Pessoa nos inspira a refletir sobre a importância de não nos preocuparmos com a opinião dos outros – e nem sobre a vida deles.

Quanto mais tempo gastamos preocupados com o que os outros pensam a nosso respeito, menos energia temos para nos concentrar no que realmente importa: agradar a nós mesmos.

Por que a opinião dos outros nos afeta?

Não deveria ser assim, mas muitas vezes nos abalamos com o que pensam ou dizem a nosso respeito. É comum ficarmos chateados, decepcionados e, não raramente, até mesmo mudarmos nosso jeito de ser apenas pensando em agradar os outros.

O pior é que não fazemos isso somente com relação ao que dizem familiares, amigos e conhecidos, mas também levando em conta comportamentos e pensamentos gerais existentes na sociedade.

Quantas vezes deixamos de fazer o que realmente queremos apenas para atender expectativas sociais? Isso vale desde a roupa que vamos vestir até a escolha de uma profissão, estilo de vida ou relacionamento amoroso.

Agimos dessa forma, às vezes até mesmo de forma inconsciente, porque buscamos aprovação dos outros. Contudo, como já é amplamente sabido, é impossível agradar a todos. Sempre vai existir alguém a nos criticar, questionar ou desaprovar o que estamos fazendo.

O mais curioso de tudo isso é que, quando abrimos mão de nos preocupar com o que os outros pensam e agimos naturalmente, tendemos a atrair e receber atenção das pessoas que nos admiram justamente pelo que somos – e não por aquilo que estamos tentando ser.

Como não se preocupar com a opinião alheia?

A primeira coisa a se fazer é fortalecer o amor próprio e o autoconhecimento. Quanto mais estamos em paz e conscientes do motivo pelo qual fazemos o que fazemos, menos nos preocupamos com o que vão pensar de nós.

Quem tem que julgar que a nossa vida é boa e bem-sucedida é o próprio indivíduo, diz o professor e renomado palestrante Leandro Karnal, em vídeo disponível no YouTube, citando o filósofo francês Luc Ferry, autor do livro O que é uma vida bem-sucedida?. “É o indivíduo que tem que entender que a função dele é A, B ou C”, diz Karnal, acrescentando que o julgamento tem que ser subjetivo e pessoal.

“O problema é se libertar do julgamento do mundo, entre o corpo que eu tenho e o corpo que o mundo quer que eu tenha, entre o dinheiro que eu quero ter e o dinheiro que o mundo quer que eu tenha, o conhecimento que tenho e o que o mundo quer que eu tenha. Não é fácil fazer esse afastamento”, sugere o professor.

A importância do autoconhecimento

O autoconhecimento é essencial para deixarmos de nos preocupar com o que dizem ou até mesmo com a vida alheia.

Quando sabemos o nosso propósito, nossos valores e os motivos que nos movem, é muito difícil que a simples opinião alheia nos abale.

“Quem não conhece a si mesmo desconhece a sua própria essência e isso faz com que as opiniões de terceiros tenham uma grande importância, principalmente as opiniões e críticas negativas”, diz artigo disponível no site do Instituto Brasileiro de Coaching (IBC).

A dependência da opinião alheia, diz o texto, é fruto da ausência de critérios que garantam uma avaliação a respeito de si mesmo. É claro que considerar críticas e sugestões dos outros é sempre válido e importante para nosso crescimento e evolução, mas não podemos tê-las como verdade absoluta e nem nos moldar com relação ao que os outros esperam de nós.

Também é importante sabermos que nada é para sempre e que tudo muda – inclusive nós mesmos.

Compreender essa impermanência da vida e estar abertos a mudanças nos ajuda a não se preocupar tanto com a opinião dos outros, diz a Monja Coen, da tradição zen budista, em vídeo disponível no YouTube.

“Nós estamos mudando e às vezes esse olhar do outro pode nos ajudar, porque ele nos mostra alguma incoerência nossa”, sugere.

O mais importante, sobretudo, é sermos coerentes com nós mesmos. “O que você pensa de você? O que você acha de você mesmo? Você se observa em profundidade e é coerente com seus princípios? No budismo a gente fala que se você vê a você mesmo e você vê o que está fazendo, o mundo sabe”, salienta a monja.

* Gabriela Gasparin é jornalista, escritora e autora do livro “Vidaria, uma coletânea de sentidos da vida”. É também criadora do blog Vidaria.

Autoconhecimento; Equilíbrio; Budismo; Copa

Especialista fala sobre não dar importância ao que não merece

“Ignore”, “deixe pra lá”. Passamos a vida toda sendo aconselhados a não nos importarmos nas mais diferentes situações da vida.

Recebemos o conselho para não nos importarmos no caso das pessoas que nos aborrecem, dos amores não correspondidos, das tristezas aparentemente superficiais.

Nesses e em outros vários contextos, dizem-nos para esquecer, não dar importância e seguir em frente. O problema é que, no fim das contas, não seguimos os conselhos e sofremos por qualquer coisa.

Importar-se, dizem os dicionários, é considerar, ter algo em consideração, dar importância excessiva a alguma coisa, a uma questão a ser resolvida, a uma opinião alheia sobre você ou algo a seu respeito. Isso não significa simplesmente que você deva ignorar tudo e todos e ser indiferente. A indiferença está associada à insensibilidade, ao desapego e à frieza.

A questão é que damos muita importância a assuntos e pessoas que não merecem ou cujas preocupações não surtirão nenhum efeito porque não conseguiremos mudar os resultados. Você deve se preocupar com os outros, é claro, mas não às custas do seu próprio bem-estar e da sua felicidade.

“Nada na vida tem significado absoluto. Somos nós que atribuímos o valor para as coisas e fatos”, diz a coach Juliana Garcia. Entenda que você tem o poder e a obrigação de proteger a sua energia.

Quanto mais você fortalece sua mente e sua autoconfiança, mais fácil fica escolher o que você vai absorver de cada pessoa e de cada situação.

“E assim a vida vai ficando cada vez mais leve, mais prazerosa e mais feliz”, complementa.

Aplique filtros

O que você precisa é aplicar um filtro que ajude a escolher aquilo que de fato deve ocupar a sua mente para se livrar de preocupações que não levam a nada e cuja importância deve ser repensada. Costumamos, infelizmente, gastar um tempo precioso nos preocupando com coisas e com pessoas dispensáveis que não acrescentam nada de novo, muito pelo contrário.

“Não pegue para si o que é do outro. Em cada situação, filtre aquilo que pode te ajudar a crescer, use a seu favor, evolua como pessoa e como profissional”, afirma a coach Juliana Garcia.

“Quantas vezes não ficamos chateados com algum tipo de comentário que alguém faz, como se a opinião daquela pessoa fosse mudar alguma coisa em nossa vida, como se todo mundo fosse concordar com o pensamento dela? Outras vezes, deixamos que um fato desagradável acabe com o nosso bom humor, tornando nosso dia carregado e praticamente perdido”, diz o professor Marcel Camargo, mestre em História, Filosofia e Educação.

“Procure não ficar aborrecido com as críticas injustas, com as palavras ásperas. Nunca sofra pelos problemas dos outros e procure sempre o teu equilíbrio. Não se aborrecer é a melhor forma de mandar embora a energia pesada. Procure ter mais tolerância e paciência e perceba como você terá mais energia”, diz a psicóloga Samantha Di Khali.

“A importância de algo cresce proporcionalmente ao tempo que dedicamos a ele. Se dedicarmos muito tempo ao que não importa, quanto tempo sobrará para o que importa? Praticamente nenhum. As pequenas coisas se tornam importantes e as grandes se tornam pequenas”, diz a influenciadora Sabrina Andrade. Tente não se importar tanto. Você verá a diferença.

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