Como Lidar Com Uma Pessoa Que Se Acha Superior?

 O crítico pode acreditar ser “sincero e verdadeiro”. O critico pode até sentir orgulho ao pensar que está ajudando as pessoas a serem “melhores” – pode considerar que sua idéias são únicas certas.

Para lidar a pessoa critica pode ser útil aprendermos assertividade. Precisamos estar de bem conosco mesmo para sermos assertivos e conseguirmos falar para o critico, de forma elegante e afirmativa, o quanto não aceitaremos que ele continue com esta postura.

Quando não conseguimos esta tranquilidade para nos posicionarmos de forma tranquila diante do critico podemos voltar o olhar para dentro de nós mesmos e procurar o porque disso? O que está te travando? Há algum aprendizado recebido em sua formação que faz com que tenha medo das pessoas?

Como Lidar Com Uma Pessoa Que Se Acha Superior?E quando a critica nem é tão pesada mas ainda não conseguimos lidar com ela?

Uma pessoa sensível à criticas pode já ter sido muito criticada, e este tornou-se um assunto delicado, também pode ser característica natural desta pessoa.

Existe critica positiva?

É possível que exista algumas pessoas façam criticas para ajudar o outro, em alguns casos isso pode ser verdade, mas quem cresceu ouvindo… “Olha o Joãozinho. Como ele faz tudo direitinho.

Porque você não pode ser como ele”. Isso é comparação, e comparação também é uma forma de critica.

Quem já foi muito comparado com os outros guarda este estresse e acaba explodindo, mesmo quando recebe uma crítica que poderia ser construtiva.

Existem criticas bem intencionadas, a gente não pode negar. Mas também existem pessoas que criticam só para mostrarem o quanto elas se acham melhores , elas se acham superiores.

O que fazer com os críticos?

Não é só na infância que a gente depara com pessoas que dizem coisas do tipo “não me responda, porque sim e pronto”. No trabalho é muito comum aparecer pessoas com essa postura. Muitos chefes autoritários trabalham desta forma, quer a gente goste ou não, eles existem.

Em primeiro lugar você pode aprender a questionar seus críticos. Questionar para você mesmo, fazer uma nova conversa interna, não cair em bate boca, mas fazer a sua análise. Pra isso tem umas perguntinhas que te ajudam muito:

Autoanálise para se entender com os críticos

“Quem disse?”. Quem disse que você é mal vestida? Será algum profundo conhecedor de moda? Se for agradeça a dica, mas se não for despreze a dica, ou melhor, despreze a critica, porque dica que vem de quem não entende nada do assunto não é dica, é critica.

Outra pergunta que te ajuda é: “Quantos dizem isso?” Sua amiga disse que você está encalhada porque ainda não casou, mas é só ela que diz isso, quem mais diz? Muitas vezes a pessoa responde “Todo mundo pensa assim” E todo mundo é uma figura muito interessante.

Quem é todo mundo? quantos fazem parte deste “Todo mundo”? Muitas vezes você investiga e descobre que é apenas um, ou dois. Um ou dois não são “Todo mundo”.

“Todo mundo diz que mulher que não casou até 30 anos é encalhada” Será que você deve dar crédito a esse todo mundo? Eu acho que não.

Por quê? Porque tem um outro todo mundo que também diz que hoje as mulheres estão mais independentes, mais dedicadas vida profissional, as mulheres estão mais esclarecidas, e não casam mais com o primeiro namorado, porque elas sabem o que querem. E são muito mais felizes assim.

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Críticos aproveitadores

Existem os críticos que se aproveitam da sensibilidade do outro. Ex: Você provavelmente aprendeu que tem a obrigação de ser uma ótima mãe. Mas tem muito filho que usa desse expediente para sugerir que você será uma péssima mãe se não der um carro para ele aos 17 anos. Será uma péssima mãe se não comprar aquela bicicleta caríssima que você não pode pagar. Esse é o critico aproveitador.

Em geral seu pior critico é você mesmo. Você pode pensar “Eu não sou uma pessoa interessante, ele gosta de mim? Humm, deve ter alguma coisa errada com ele”. Pense em todas as pessoas que depois de querer muito uma coisa. Um emprego ou uma paquera.

Depois que consegue passa a achar que o emprego ou a paquera não é tão bom assim “Essa moça está interessada em mim. Não pode ser. Deve ter alguma coisa errada com ela”. Isso é seu critico interno te desmerecendo. “Essa empresa me escolheu…

hii deve ser uma empresa meia boca”

Por exemplo, a Rosa não se acha muito bonita, seu critico interno é tão cruel com ela que faz ela se trancar em casa. Ela anula todas as outras coisas boas que ela possa ter, seu senso de humor, seu interesse pelas coisas, sua inteligência. Tudo isso vira fumaça porque ela só vê uma coisa nela, ela não se acha bonita.

Quem disse que beleza é o mais importante? E mais, quem disse que ela realmente não é bonita? É possível que seu critico interno seja tão poderoso que ela não veja quem realmente ela é pode ter aí uma mulher muito interessante que não se vê como realmente é porque é tão critica com ela mesma que fica cega para o que é obvio.

Pessoas que tem dificuldade em lidar com critica tende a imaginar criticas que nem foram feitas . Tem gente que foge de situações porque imagina que vai ser criticado.

Ex: Quando você vê um conhecido lá na esquina, foge dele porque imagina que ele vai fazer perguntas que você não está a fim de responder, você acha que ele vai perguntar sobre seu trabalho mas você está desempregado. Você acha que ele vai perguntar sobre a família mas você já se separou.

Você acha que ele vai te perguntar sobre a escola mas suas notas estão péssimas. E por aí vai. Você foge da pessoa porque imagina que essas perguntas são criticas. Você acha que a pessoa quer esfregar na sua cara que ele tem emprego, ele tem família e você não.

Agora, pra começar a conversa: Você tanto pode estar certo como pode estar errado. Se estiver certo, se a pessoa quer mesmo é te criticar, então você já percebeu que não precisa responder tudo o que o outro está de interrogando. Você tem saída! Você só não sabe que tem, mas tem sim! Você tem o direito de não responder nada.

Mas pense bem. por outro lado a pessoa pode só te fazer perguntas para puxar assunto é a forma que a gente aprendeu a se relacionar com os outros, fazendo perguntas, pode não ter nada de maldade naquela pessoa e você está aí sofrendo e fugindo dele sem a menor necessidade.

É importante que você aprenda a lidar tanto dos críticos externos como desse seu critico interno. Que pode ser o mais feroz, o critico interno, que é você mesmo.

Como lidar com pessoas que "se acham"?

Como Lidar Com Uma Pessoa Que Se Acha Superior?

  • Como lidar com pessoas que ‘se acham’, que pensam que são mais do que são?
  • Resposta: Vamos entender um pouco porque essas pessoas agem assim.
  • Essa pessoas que “se acham” como você colocou, creio que você está se referindo a pessoas arrogantes, orgulhosas, que se refere a soberba dos 7 Pecados Capitais.
  • O termo orgulho, conceito exagerado de si próprio, com aparente amor-próprio demasiado, constantemente despreza tudo e todos, sempre julgando com suas severas críticas.
  • A pessoa orgulhosa por não suportar a dependência, menospreza os sentimentos das pessoas, se colocando sempre como um “ser superior”, como se estivesse num pedestal difícil de ser alcançado.

Precisa fazer com que o outro se sinta diminuído para que ela se sinta superior. São pessoas mais preocupadas em ter do que em ser, e que não possuem autoconhecimento algum.

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  1. O conceito exagerado de si próprio, o amor-próprio demasiado, a necessidade de poder, são apenas máscaras que buscam compensar a falta de amor que sentem por si mesmas, pois possuem em geral uma necessidade de autoafirmação.
  2. O orgulho está diretamente relacionado com a falta de amor-próprio, com a ambição pelo poder e com a aquisição de bens materiais, pode ser uma forma de compensar a sensação de vazio.
  3. Esse impulso para o poder, essa necessidade de querer ter mais, pode ainda ser consequência do sentimento de inferioridade, e da sensação de desamparo, fragilidade e impotência, presentes em muitos de nós.

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  • Porém, esses sentimentos são mais intensos naqueles que, nos primeiros anos de vida, não encontraram junto aos adultos com quem conviveram o conforto, o acolhimento, e o amor que amenizassem esse desamparo.
  • No campo profissional aparece com a sensação de que “eu sou melhor que os outros” por algum motivo.
  • Isto leva a ter uma imagem de si inflada, aumentada, nem sempre correspondendo a realidade.
  • Surge com isso a necessidade de aparecer, de ser visto, passando inclusive por cima de padrões éticos e procurando colocar os outros colaboradores ou colegas minimizados, desprezando suas idéias e seu trabalho.

Geralmente pessoas com essas características ocupam cargos elevados e utilizam seu poder para impor suas vontades, manipulando as pessoas ao seu redor com o intuito de conseguirem que tudo seja feito conforme seus desejos. Exigem ainda uma disciplina perfeccionista, não respeitando os limites de cada um.

  1. É mais fácil lidar com pessoas com essas características depois de analisar e entender os motivos e possíveis origens por elas agirem desse modo.
  2. Entendido isso, você pode ignorar a maneira de ser dessa pessoa, e não se sentir inferior em hipótese alguma por isso.
  3. Procure tratá-lo como um ser humano igual a você, sem supervalorizar aquilo que ele mais busca, que é ter mais e mais poder seja sobre quem for, para poder manipular a todos, para quem sabe, esconder suas fraquezas.
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  • Tenha consciência que essa forma de ser é apenas uma máscara que funciona como proteção para impressionar e se fazer respeitado ou temido, quando na verdade a pessoa no fundo se sente muito distante em ser isso tudo.
  • Não se deixe impressionar, ignore, apenas isso, e deixe que ela encontre seu caminho e um dia perceba que o que ela precisa desenvolver, não é mais orgulho e ser mais que ninguém, mas sim a humildade em ser quem ela é simplesmente.
  • Como lidar com a sinceridade perversa das pessoas realmente francas?
  • Resposta: A autenticidade como alguns chamam o excesso de sinceridade ou como você muito bem escreveu, a sinceridade perversa, onde a pessoa fala tudo aquilo que sente, sem ao menos pensar no conteúdo do que fala e em como a pessoa que está ouvindo irá se sentir com tanta autenticidade, acaba geralmente por machucar muito quem ouve tal franqueza.
  • São pessoas que pecam por sua falta de sensibilidade, empatia e exageram em sua impulsividade, sempre falando sem pensar, ou falando o que pensam, mas sem considerar os sentimentos do outro.

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Para lidar com esse tipo de característica pessoal, creio que se você pode considerar o que ouviu como um alerta para observar-se mais, ainda que isso possa doer, e ver se faz sentido para você, ou ainda falar diretamente com a pessoa, explicando que não gosta de seu jeito de falar.

Mas creio que o diferencial não é tanto o conteúdo do que se fala, mas o tom de voz em que se fala.

É muito diferente alguém dizer: “Como seu cabelo ficou horrível”, com um tom crítico e devastador, e uma pessoa dizer: “Você mudou seu cabelo, você gostou, foi você quem quis assim?”, com um tom amistoso e compreensivo.

As pessoas têm o péssimo hábito de julgar e dar opinião mesmo quando não solicitada.

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Por vezes queremos apenas contar algo e antes mesmo de acabarmos de falar, já estamos ouvindo julgamentos e opiniões que nada tem haver com aquilo que estamos precisando naquele momento.

Se isso acontece com muita frequência e te incomoda muito, e você já conversou com a pessoa e ela não mudou, ou ainda, você não quer mais ouvir tais comentários, só lhe resta se afastar.

(Autora: Rosemeire Zago) (Fonte: 2.uol.com.br )

Como lidar com pessoas difíceis

Como Lidar Com Uma Pessoa Que Se Acha Superior?“Encontrei o significado da minha vida, ajudando os outros a encontrarem o sentido das suas vidas.” – Viktor Frankl (1905-1997), neuropsiquiatra austríaco

De tempos em tempos, deparamos com pessoas difíceis. Difíceis de dialogar, difíceis de entender, difíceis de suportar. Não importa a nossa atividade ou para onde estamos indo, sempre encontramos alguém que parece estar em seu dia de cão, às vezes por ter sofrido algum aborrecimento, às vezes por ter recebido um não.

O mundo tem essa capacidade de tirar as pessoas do eixo. O maior risco, no entanto, é o de sermos nós mesmos tirados do sério por elas. Se estamos nos referindo a alguém da família ou do trabalho, a clientes ou a um chefe, o desafio para nos mantermos sãos é ainda maior.

Haja autocontrole e paciência, não é mesmo?!

Sabendo disso, eu gostaria de sugerir alguns conselhos que, embora sozinhos não sejam capazes de livrar você de vez de pessoas assim, talvez pelo menos o ajude a lidar com elas e, quem sabe, até mesmo a colaborar no amadurecimento do próximo.

Dica 1: Pratique a empatia.
Tente se colocar no lugar do outro, pensando como ele, ouvindo como ele e sentindo como ele para imaginar o que pode ter motivado toda a sua irritação. Lembre-se: estamos nesta vida para sermos úteis, mas não o seremos se limitarmos nossas ações a gritos uns com os outros.

Quem tem bons argumentos e bons princípios não precisa brigar para vencer ninguém. Registre aí: quanto mais complicada for a situação, mais calma você precisará ter. É como diz Seiiti Arata: “A empatia é o melhor antídoto para a raiva”. É claro que esse é um exercício difícil, pois exige de nós desapego em relação às nossas opiniões.

Além disso, ainda temos de tomar cuidado para as pessoas não abusarem de nossa boa vontade.

Dica 2: Seja claro e jamais presuma que algo é óbvio.
Muitos problemas resultam de mal-entendidos. O que é óbvio para você e para mim talvez não seja para um terceiro.

Por isso, sempre que você precisar conversar com alguém para lhe dirigir uma crítica ou orientá-lo, procure fazê-lo com clareza e amor. A outra parte precisa entender que seu objetivo é ajudar, somar; não atrapalhar ou dividir.

Para isso, tem de compreender bem o que você está dizendo. Seja objetivo, focando o problema e o comportamento; não a pessoa.

Dica 3: Deixe de achar que você tem sempre razão.

Provavelmente você já errou muito na vida, e há boas chances de o seu posicionamento não ser o correto – ou ao menos não o mais correto. Nem tudo é preto no branco como gostaríamos.

Além disso, mesmo se você estiver com a razão, gerar ou agravar conflitos apoiado nessa certeza será perda de tempo.

Observe o ser humano que está diante de você e pense em como pode ajudá-lo, não importa o quão absurdas são as ideias dele. Isso tende a reduzir a raiva.

Dica 4: Aceite que você nem sempre vai conseguir manter a calma.

Não se culpe se um dia você também perder o controle. Na condição de humano, você está tão sujeito a falhas e desequilíbrios como qualquer outra pessoa. Pode ser que você tenha tido um dia difícil, exatamente como aquele colega constantemente mal-humorado do trabalho.

Num contexto como esse, reprimir as emoções pode até piorar tudo. Deixe a raiva vir, respire lentamente, procure olhar a situação de outro ângulo e, por fim, permita que a raiva vá embora. A prática de exercícios físicos aeróbicos intensos ou de artes marciais pode ajudar.

Dica 5: Saia de perto.
Em vez de tentar ajudar alguém que parece não querer ser ajudado, por mais que você tente, opte por se afastar. Acredite: se essa pessoa não é, assim, tão importante para você, o melhor é fazer isso.

Se essa não for uma opção, procure manter o equilíbrio emocional, mesmo nas situações mais conflitantes, e não entre no jogo dela. Agindo assim, talvez você diminua um pouco o dano e a raiva que o inevitável contato com ela pode provocar.

Amigo leitor, você talvez não saiba, mas sou uma pessoa difícil em alguns momentos. Admito isso com tranquilidade. Sou perfeccionista – e gosto de ser assim – e quero que tudo aconteça na minha hora, no meu tempo. Entretanto, na maioria das vezes isso não é possível, o que me deixa irritado. Tal como você, também tenho meus dias de mau-humor.

O que faço nessas horas? Olho à minha volta e tento refletir sobre tudo que já fiz. Penso o quão improdutivo é cultivar sentimentos ruins e me esforço para praticar a empatia – tanto comigo mesmo como com os próximos com quem fiquei irritado. Por fim, movo os pensamentos e sentimentos nocivos para uma espécie de lixo virtual.

Independentemente do grau da minha irritação, o dia melhora 100% toda vez que faço isso.

Interagir com pessoas difíceis é complicado, mas faz parte da vida. O que precisamos ter em mente é que, ao lidar com pessoas, estamos lidando com seres humanos, com irmãos. Podemos e devemos, portanto, agir com empatia e ajudar os outros, externando nossa humanidade e nossos mais belos sentimentos.

Se concorda com esta mensagem, registre nos comentários: “Praticarei a empatia!”

Entenda porque há pessoas que precisam se sentir melhores do que todo mundo

Como Lidar Com Uma Pessoa Que Se Acha Superior?

Ela precisa ter o celular melhor que o seu. O carro mais novo. O filho mais inteligente e bem sucedido. O marido mais rico e apaixonado. Por que? Para você perceber o quanto ela é melhor que você. Para que? Boa pergunta.

Para que uma pessoa precisa estar sempre em busca de provar sua superioridade? Provavelmente, para disfarçar sua aflitiva sensação de inferioridade. Sua impressão de, no fundo, ela não consegue tudo o que acha que deveria.

Essa sensação costuma ser fruto de uma educação competitiva. Pais que a todo momento espetam seus filhos com comparações cruéis.

– Fulaninho tirou primeiro lugar no concurso.

– Joãozinho filho da vizinha só tira dez.

Pelo discurso deles você constrói sua imagem de perdedor, de fracassado. Você é o que não consegue. O que não vence. O que não agrada. Resumidamente, você é um bosta.

Umas famílias estimulam essas competições de forma sutil, muito disfarçada. Outras, escracham de vez. Um pedestal para os vencedores. Uma plaquinha de vergonha para os perdedores.

Não necessariamente os perdedores são os piores ou os vencedores os melhores. Nada disso. As pessoas têm dons diferentes. Dificuldades diversas. Brilhos de toda forma. Defeitos de todo tamanho. Todas com seus prós e contras. Nem melhor, nem pior, apenas diferentes.

Mas a pressão constante para ser o melhor, ou para deixar de ser o pior, é massacrante para todos. Deixa um vazio na alma da pessoa. Uma sensação de incapacidade. Uma certeza de não ser capaz, de não ser amada, de não prestar.

Essa certeza é o acelerador que provoca a busca por ser o melhor. Por ter sempre as melhores coisas. Por estar sempre acima de você. Não se importe. O nome disso não é sucesso, é angústia.

Tem ideia da pressão interna que é estar sempre nessa gincana de ter que ser o melhor? O desgaste que esse processo trás? Pessoas que têm a necessidade de serem melhores são pessoas muito sofredoras. Não têm minha admiração.

Mas têm, sim, toda a minha compaixão. Porque não é fácil viver em guerra. Em guerra interna consigo mesmo e com o outro o tempo todo. É cansativo.

Se você tiver que conviver com pessoas desse tipo, tenha paciência. Por trás de toda a imponência da cauda, todo pavão tem medo que descubram seus pés. Não caia na armadilha de entrar em competição. Tenha pena. Seja gentil.

Se não conseguir, invente uma desculpa e saia de perto. Mude de assunto. Alegue compromisso urgente. Finja que tocou o celular e saia falando. Eles são chatos mesmo. Irritantes até. Fazem isso por imaturidade. Por insegurança.

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Pessoas que precisam ser melhores trazem um sofrimento grande. Uma carência absurda. Precisam da aprovação de todo mundo. Querem parecer o máximo porque se sentem o mínimo.

Tem ideia do peso que isso tem? Ter que provar superioridade a toda hora? O fato de uma pessoa se impor como superior não te faz inferior. Releve. Nem ligue. É um coitado. Quem é bom, é bom.

Não precisa provar nada para ninguém. Se for, realmente, será reconhecido. Admirado. Pronto. Ninguém é maravilhoso em tudo.

Serei boa em algumas coisas. Ótima em umas duas ou três, no máximo. Péssima ou bem ruim em várias. É isso. Essa soma de altos e baixos sou eu. No que sou boa, servirei a mim e aos outros.

No que de mim for ruim, pedirei ajuda. Buscarei soluções com outras pessoas melhores. Esse combo de qualidades e defeitos é o que me faz satisfeito. Não sou tudo, mas sou bem razoável. Tentarei ir melhorando. Como placa de lugar em reforma:

Estarei em obras para melhor servir.

Não preciso ser A melhor. Só preciso é ser feliz. Conseguir a tranquilidade de saber que eu tenho valor. Meu valor, sem comparações. Ser eu mesma. Me aceitar com altos e baixos. Com carro velho, com celular antiquado. Nem melhor, nem pior. Apenas eu.

Mônica é carioca, professora e psicóloga clínica. Especialista em atendimento a crianças, adolescentes, adultos, casais e famílias.

Escreva contando sua história. Mande sua sugestão para [email protected]

Se quiser conhecer meus livros

Blog: 6 dicas de como lidar com pessoas difíceis e arrogantes | Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional

Como Lidar Com Uma Pessoa Que Se Acha Superior?© Depositphotos.com / Wavebreakmedia Pessoas arrogantes são um dos tipos mais difíceis de conviver, pois elas têm necessidade de ter sempre razão e estar acima dos outros.

No dia a dia, é necessário lidar com pessoas de personalidades que nem sempre nos agradam. Isso acontece porque os indivíduos aprendem diferentes valores ao longo de seus anos de desenvolvimento e, como consequência, cada pessoa tem a sua verdade e sua maneira de enxergar a vida. Para que a convivência em sociedade seja pacífica e positiva, com relacionamentos saudáveis e construtivos, é fundamental aprender a lidar com esses vários tipos de personalidade.

As pessoas arrogantes estão entre os tipos mais difíceis de conviver, pois o arrogante tem a necessidade de se sentir superior aos demais e nunca dá o braço a torcer. O grande problema é que, para se sentir bom o suficiente, este indivíduo normalmente inferioriza as outras pessoas e age como dono da verdade, tornando-se uma companhia desagradável.

Projeção emocional

No fundo, os arrogantes são pessoas com baixa autoestima e, justamente por isso, sentem necessidade de ser superior aos outros para que ninguém descubra suas inseguranças.

Pode ser extremamente cansativo conviver com pessoas que precisam provar a todo momento que são melhores e que acham que somente suas ideias são boas. Para a Inteligência Emocional, tudo o que vemos no outro é uma projeção do nosso inconsciente e geralmente temos dificuldade de lidar com alguém por causa de uma das seguintes razões:

  • Temos as mesmas características que a pessoa, e não aprovamos isso em nós mesmos;
  • Gostaríamos de ter alguma característica que a pessoa possui;
  • A pessoa tem comportamentos iguais aos de nossos pais.

Identificar o que está causando tanto incômodo é o primeiro passo para aprender a lidar com pessoas difíceis e arrogantes. Reflita sobre os motivos que fazem essa pessoa te afetar tanto e identifique se existe alguma projeção em relação a ela.

Como lidar com pessoas arrogantes

Escolha ser feliz

As pessoas arrogantes vivem para ter razão, e preferem estar com a razão do que encontrar felicidade.

Enquanto todos não aceitam e reconhecem que ele está certo, o arrogante causa polêmica e discórdias, estragando qualquer momento de felicidade.

O segredo é não competir e não entrar em disputa: quanto mais você bater de frente, mais arrogante a pessoa será. Por isso, deixe o orgulho de lado e escolha ser feliz, pacificando a discussão.

Mude o foco

Todas as pessoas têm pontos positivos e negativos, e o que muda sua relação com elas é justamente onde você coloca sua atenção. Se você enxerga somente o lado arrogante de uma pessoa, acaba perdendo a chance de ver quem ela realmente é.

Aceite as diferenças

Se você viver esperando que as pessoas sejam como você, dificilmente construirá relações saudáveis. Aprenda a somar em suas relações, percebendo de que forma o outro pode contribuir para sua vida.

Tenha compaixão

Todas as pessoas têm histórias e convicções diferentes. Por isso, o ideal é compreender o indivíduo, o contexto que ele vive e seus valores pessoais. Em vez de ficar apenas julgando, procure conhecer a história de vida do arrogante e, assim, entender seu comportamento. Aceite e respeite a forma de ser do outro.

Ajude sempre que possível

Converse seriamente com a pessoa arrogante, sem fazer críticas. Diga o quanto ela é importante e especial, mesmo se não tiver razão o tempo todo. Destaque a importância de respeitar a opinião dos outros, sem deixar as nossas de lado.

Desenvolva sua Inteligência Emocional

Para se relacionar positivamente, é necessário saber lidar com todos os perfis de pessoa. Se você quer desenvolver sua Inteligência Emocional para construir relações saudáveis, conheça o Método LOTUS e permita-se ser mais flexível.

Descubra como lidar com pessoas difíceis seguindo estas 7 dicas

Você é uma pessoa única, com uma personalidade e características próprias, assim como forma de se relacionar com as pessoas ao seu redor. É por isso que você não se dá bem com todo mundo, afinal, existem indivíduos que possuem comportamentos, valores ou formas de se relacionar que podem incomodar e, até mesmo, gerar conflitos.

Portanto, independentemente de onde você trabalhe, é muito provável que encontre essas pessoas complicadas e precise estabelecer uma relação que tende a ser bastante complexa e desgastante.

Mas não se desespere! É possível estar sempre aprendendo a lidar com pessoas difíceis, principalmente no ambiente corporativo.

Descubra agora algumas dicas e mudanças comportamentais aplicáveis ao seu dia a dia.

A importância de aprender a lidar com diferentes tipos de pessoas

Você já encontrou uma pessoa difícil — ou, até mesmo, mais de uma —, seja nas relações interpessoais ou no ambiente corporativo. Essas pessoas apresentam grandes desafios cotidianamente e ter um bom relacionamento interpessoal vai depender muito de como você encara essas adversidades.

Descobrir como lidar com pessoas difíceis e seus diferentes tipos de personalidades impacta diretamente seu desenvolvimento pessoal. Essa é uma bagagem que será extraordinariamente útil durante toda a nossa vida, tanto no ambiente de trabalho quanto no dia a dia.

Para aqueles que trabalham em ambientes corporativos, essa capacidade está intimamente relacionada ao sucesso profissional. Afinal, quando você sabe lidar com a diversidade, é capaz de trabalhar bem, mesmo diante de pessoas totalmente diferentes de você.

Por esse motivo, é fundamental aprender a se habituar com a individualidade de cada um, de forma harmônica.

Características de personalidades complicadas

O primeiro passo para quem está aprendendo a lidar com pessoas difíceis é entender quais são as suas principais características. Dessa forma, você é capaz de melhorar a sua compreensão sobre diferentes personalidades e entender quais são as melhores estratégias para administrar esse tipo de relação.Mas, afinal, como é essa pessoa difícil de lidar? Descubra agora!

São inflexíveis

Uma das coisas que faz com que uma pessoa seja difícil de lidar é a forma única com que ela enxerga o mundo, as situações e os outros indivíduos.

Ou seja, essas pessoas acabam se fixando em padrões muito específicos e fechados na hora de interpretar o mundo e não questionam se essa forma é correta ou adequada à situação em que vive.

Dessa forma, a maioria das personalidades complicadas tem uma tendência natural para a inflexibilidade. Isso significa que gostam de impor suas ideias sem ouvir as opiniões dos demais e têm dificuldade em mudar de comportamento.

Reclamam muito

Pessoas pessimistas e que enxergam a vida com o filtro da negatividade também são difíceis de lidar. Assim, uma das características desse tipo de indivíduo é reclamar muito, focando mais no problema do que na busca por soluções.

Portanto, elas estão sempre reclamando de algo, criticando colegas ou sendo agressivas no modo como se expressam.

Afinal de contas, não têm o costume de se colocar no lugar do outro — faltando-lhes, portanto, empatia e inteligência emocional.

São intolerantes

Você já conheceu alguém que perde o controle por coisas simples ou que é altamente intolerante com os outros? Essas também são características de pessoas difíceis, exigindo bastante serenidade de quem convive com elas.

Isso porque esses indivíduos não sabem como lidar com a diferença ou com os erros dos outros, também devido a uma falta de empatia.

Não conseguem tolerar quem se comporta ou pensa diferente delas, o que é refletido, na maioria dos casos, em comportamentos agressivos em relação aos demais.

Tem problemas de autoimagem

Outra característica de pessoas difíceis de lidar são os problemas de autoimagem. Ou seja, ela não é capaz de ver a si mesma como realmente é, criando uma ilusão de que é algo que não condiz com a realidade.Isso pode acontecer de diversas formas.

Há aquelas que acreditam ser mais espertas do que realmente são, não aceitando a opinião de outras pessoas e agindo sempre com agressividade e crítica em relação ao outro.

Porém, também existem indivíduos que acreditam não serem tão capazes quanto são, o que pode fazer com que “pisem” nos colegas ou sempre se coloquem abaixo dos outros.

7 dicas de como lidar com pessoas difíceis na prática

Agora que você já sabe quais são as características que predominam nesse tipo de personalidade, veja abaixo algumas dicas para lidar com elas.

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1. Desenvolva inteligência emocional

Fugir de situações irritantes em uma organização é praticamente impossível, dado o grande número de pessoas com as quais se convive diariamente. Porém, isso não significa que não existam soluções para minimizar conflitos ou diminuir a extensão dos seus danos.

Desenvolver inteligência emocional, ou seja, consciência e controle sobre os seus próprios sentimentos, é uma delas. A partir do momento em que você desenvolve essa competência, fica mais fácil contornar situações chatas e encontrar o equilíbrio no convívio diário com os colegas de trabalho.

Para isso, que tal investir em treinamentos comportamentais? Eles são essenciais para quem quer desenvolver essa e outras habilidades.

2. Tenha empatia e compreensão

Todo mundo passa por diversas situações desafiadoras durante a vida e, com as pessoas difíceis, não é diferente. Isso significa que existem motivos para que elas se comportem da forma como fazem, mesmo que não tenham consciência disso.Portanto, desenvolver empatia e compreensão é a melhor forma de afastar a raiva.

Para isso, tente ouvir com os ouvidos e ver com os olhos do outro, ou seja, se colocar no lugar da outra pessoa.

Também é necessário observar os comportamentos alheios sem julgamentos nem rótulos, afinal, não há como adivinhar o que o outro tem passado em sua vida, não é mesmo? Assim, comece tentando não levar nada para o lado pessoal que já é um bom começo.

3. Aceite as diferenças

Querer que todos ajam como você é o caminho mais curto para a frustração e o aborrecimento.

Portanto, antes de condenar alguém como uma “pessoa complicada”, tente analisar se o que irrita você é realmente relevante ou apenas uma opinião divergente da sua.

Todos têm algo para aprender e algo para contribuir com a sua evolução. Entender isso faz com que você aceite de forma mais fácil as diferenças.

4. Evite discussões

Evitar discussões não é a mais fácil das tarefas, mas é possível controlar o tempo de convivência com pessoas difíceis. Ou seja, converse somente o necessário e não dê brechas para assuntos que possam gerar aborrecimentos.

Pode parecer uma atitude radical, mas, em muitos casos, manter uma distância é a única maneira de evitar discussões e conflitos com colegas de trabalho.

Com isso, você terá mais tempo e paz de espírito para realizar suas atividades da melhor maneira possível.

5. Saiba impor limites

É muito comum que, para evitar conflitos, você adote um comportamento excessivamente simpático na hora de escutar as queixas dos outros. No entanto, é bom que saiba: pessoas difíceis costumam “fazer tempestades em um copo d’água” e o que seria facilmente resolvido se torna um grande problema.

Isso ocorre devido à característica que elas têm de estar sempre reclamando e estendendo um sofrimento desnecessário. É nesse momento que você precisa saber como impor limites — oferecendo soluções — ou, até mesmo, se distanciar.

Caso contrário, corre o risco de ficar horas a fio perdendo tempo ouvindo lamúrias sem necessidades.

6. Não se deixe contaminar

A falta de estabilidade emocional é um grande desafio encontrado em pessoas difíceis. Isso pode levar até mesmo a momentos em que você perde a noção do que é fato ou história.

Se não ficar atento, acabará se contaminando com toda essa negatividade.Tendo isso em mente, foque nos fatos e desconsidere os julgamentos de valor ou opiniões pessoais — suas e da pessoa.

Dessa forma, você conseguirá manter-se emocionalmente estável, mesmo sendo bombardeado por reclamações.

7. Foque em encontrar soluções

Imagine que seu colega de trabalho chegou até você reclamando de algo e não para de falar sobre o assunto. Em vez de alimentar a reclamação com perguntas excessivas sobre o ocorrido, tentem buscar juntos soluções práticas e diretas para resolver o problema. Dessa maneira, você apresenta formas de resolver as dificuldades e ainda encerra a sessão de lamentações.

8. Indique ajudar quando necessário

Muitas pessoas são consideradas difíceis por terem problemas relacionados à ansiedade, depressão e, até mesmo, outros transtornos psicológicos. Por não ter formação, você também não deve diagnosticar esse tipo de problema. Porém, no caso de suspeitas, aproveite para indicar ajuda profissional para os seus colegas.

A depressão, por exemplo, pode tornar as pessoas extremamente hostis, sensíveis às críticas e pessimistas. Já a ansiedade faz com que elas se preocupem muito com o futuro, esquecendo o presente.

Além disso, a bipolaridade, por exemplo, pode torná-la instável e com comportamentos contraditórios, conversando exageradamente em determinado dia e, algumas semanas depois, evitando ao máximo o contato social.

Portanto, saiba identificar esses comportamentos que indicam a necessidade de ajuda profissional e tenha tato e empatia na hora de indicar ajuda.Lidar com pessoas difíceis é uma necessidade no ambiente corporativo.

Com essas dicas práticas você está pronto para evitar conflitos e entender tais pessoas, de forma a tonar o ambiente de trabalho muito mais harmônico e agradável!Gostou das nossas dicas de como lidar com pessoas difíceis? Então leia nosso próximo artigo e aprenda, agora mesmo, como fazer um gerenciamento de conflitos eficiente e desenvolva ainda mais os seus relacionamentos interpessoais!

A necessidade de achar que está sempre certo(a) e suas consequências

Já parou pra pensar que neste exato momento cada pessoa no mundo está direcionando seu olhar para objetos, lugares e pessoas completamente diferentes? E mesmo que alguém olhe pro mesmo objeto que você, a percepção dessa pessoa sobre esse objeto também vai ser totalmente diferente?

Pessoas diferentes, percepções diferentes

Somos seres únicos, cada um de nós tem uma história, um contexto social, corpos diferentes, fomos criados por pessoas diferentes e dentro de uma cultura familiar diferente. Tudo isso influencia a forma como percebemos o mundo. 

Atualmente é bem comum vermos na internet pessoas ofendendo as outras (familiares brigando em grupos de WhatsApp) por causa de política, de religião, pela orientação sexual. 

O debate de ideias sempre será algo saudável, agora controlar e querer submeter o outro ao que achamos sobre determinados assuntos é desrespeitoso. Desde que não haja agravos, o outro sempre poderá ser exatamente do jeito que é. 

Somos nós que  temos que refletir se faz sentido ter pessoas que pensam tão diferente de nós na nossa rotina ou não. Às vezes queremos que o outro mude e pense como nós, mas não analisamos o quanto isso pode estar sendo uma atitude invasiva. O contrário também acontece, anulamos nossas percepções pra caber na visão de mundo de alguém com receio de sermos rejeitados.

Como as ideias contrárias às nossas nos afeta?

Em tempos de rede sociais em que muitas pessoas se acham no direito de fazer comentários desrespeitosos, compartilhar notícias falsas e entrar em discussões calorosas sobre política e religião, é  importante entender como ideias divergentes nos afeta. 

Muitas pessoas ao entrar em contato com conteúdos que diferem da forma como elas pensam, reagem disfuncionalmente. Esse é o retrato de pessoas  com o ego muito grande e uma compreensão muito pequena, especialistas em desestabilizar a harmonia do entorno. 

Em alguns casos, essas atitudes são capazes de afetar nossa saúde física e emocional. Além disso, muitas pessoas com esse perfil, alteram o convívio do entorno onde se vive, tornando o ambiente pesado e de difícil diálogo.

A tecnologia nos colocou em contato direto com diferentes pessoas, mas para que esse contato seja saudável, precisamos ser preparados para nos conectarmos com os outros, para sermos empáticos, respeitosos e inteligentes emocionalmente na hora de criar contextos equilibrados. 

O mundo não é simples assim. As pessoas constroem suas visões de mundo na beleza e expressão da pluralidade, nas diversas opiniões, nas diferentes perspectivas de pensamento diante das quais é importante para aprendermos, crescermos e avançarmos.

Se você se considera uma pessoa com esse perfil, que tem uma sofrível necessidade de ter sempre razão, saiba que é possível pedir ajuda e ser uma pessoa mais flexível e, consequentemente, leve e feliz. 

Segue algumas reflexões: 

  1. Você fala ou age como se o outro fosse um inimigo?
  2. Você age como se fosse derrotar ou destruir quem pensa diferente de você?
  3. Você tem uma visão dualista de certo ou errado? Ou o mundo é mais complexo do que você pensa?

E para você que tem encontrado pessoas que não respeitam sua visão de mundo e transformam diálogos em um guerra de opiniões, aqui vai algumas dicas para te ajudar a lidar com isso:

  1. Dê uma pausa nas redes sociais e em grupos de Whatsapp;
  2. Se conecte às redes de apoio que exercitem um olhar mais profundo;
  3. Respire e não tente não entrar em uma competição de opiniões. 

E para finalizar: você tem respeitado a visão de mundo do outro? Você tem respeitado a sua visão de mundo? 

Boas reflexões! 

Psicóloga Késia Carvalho  – CRP: 09/12252

https://blog.psicologiaviva.com.br/psicologos/kesiacarvalho/

Olá! Tudo bem? Sou psicóloga clínica e atuo presencialmente em Goiânia e via videoconferência clientes do Brasil e exterior. Atualmente estou como mestranda na Universidade de Brasília pesquisando sobre saúde mental. Minha atuação é fundamentada em uma abordagem fenomenológica, existencial e humanista, essa abordagem enxerga o ser humano em sua totalidade e se baseia no fato de que há múltiplos fatores envolvidos em sua saúde mental e todos esses fatores estão interligados. O atendimento psicológico é um recurso terapêutico que tem o objetivo de auxiliar o cliente na resolução de questões que trazem algum tipo de sofrimento psíquico como: término de relacionamento, timidez excessiva, ansiedade, insegurança, dificuldades de relacionamento, conflitos emocionais, baixa autoestima, estresse, tristeza, solidão e fobias.Todavia, a psicoterapia também é uma ótima ferramenta para trabalhar desenvolvimento pessoal, autoconhecimento e aprimoramento dos relacionamentos pessoais. Fique a vontade para tirar suas dúvidas. A psicoterapia é um recurso que usa técnicas científicas que pode te ajudar a compreender suas queixas e assim facilitar o processo de autoconhecimento. Nesse processo as pessoas aprendem a lidar com as demandas da vida, a ter mais autoaceitação e melhorar suas relações interpessoais. Acesse o meu canal profissional: https://kesia-carvalho-psi.negocio.site/

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