Como Lidar Com Pessoas Que Falam Muito?

Categoria dos serviços do psicólogo: ansiedade

Como Lidar Com Pessoas Que Falam Muito?

Ninguém está livre de ter que lidar com alguém que tenha comportamento agressivo. Seja na própria família, na escola ou no trabalho, é comum nos depararmos com adultos ou crianças que apostam na agressividade para conseguir o que desejam.

Muitos aspectos desencadeiam este comportamento e é importante que, quando este tipo de comportamento estiver atrapalhando a vida, a pessoa procure a ajuda especializada de um psicólogo.

Nesse texto nós vamos falar mais sobre a agressividade e como algumas técnicas podem facilitar o convívio com pessoas que têm esse perfil. Acompanhe.

O que torna as pessoas agressivas?

Quando a pessoa se acha melhor que os demais, há uma forte tendência de ela agir diante dos outros com agressividade.

Há também algumas pessoas que já nascem com um temperamento colérico e explosivo. Neste caso, quanto antes os pais procurarem um psicólogo, menos a criança e as pessoas que convivem com ela vão sofrer.

Uma terapia vai ensinar a moderar a forma de expressar emoções. Outro fator que gera agressividade é a insegurança emocional, que faz com que as pessoas temam e por isso, partem para o ataque pessoal.

Muitas vezes, os agressores nem percebam o quanto inconvenientes podem ser. Uma pessoa muito estressada por conta do trabalho árduo, por exemplo, pode se portar de modo agressivo em episódios isolados.

Há, ainda, os casos de transtorno de personalidade. Isso sem falar naqueles que têm a necessidade de ter razão sempre e que se tornam agressivos toda vez que são contrariados.

Como lidar com pessoas agressivas de todas as idades?

  • Evite contratacar. Os agressivos não percebem quando chegaram ao limite;
  • Ajude a pessoa agressiva a se sentir compreendida;
  • Acalme-a e mostre o quanto o comportamento agressivo é intolerável;
  • Use a razão mais do que a emoção;
  • Procure não interromper a pessoa no meio de um ataque de agressividade;
  • Mantenha a cabeça fria e faça perguntas objetivas do tipo: “O que está acontecendo aqui?” ou “Será que é necessária esta agressividade? Vamos conversar com calma!”;
  • Mantenha o olhar firme, mostrando por meio de sua expressão facial que está ouvindo e observando atentamente;
  • Não altere seu tom de voz, procurando até falar mais baixo do que de costume para a pessoa ter que se esforçar para te ouvir;
  • Não argumente. Espere a pessoa acalmar para conversar melhor sobre o que está sendo discutido;
  • Crie oportunidades para uma conversa franca, na qual você e a pessoa agressiva possam compartilhar opiniões e emoções;
  • Afirme sempre que você notou o comportamento agressivo e diga que isto o incomoda;
  • Pergunte diretamente a que ela atribui este comportamento.
  • ANSIEDADE
  • ESTRESSE
  • DEPRESSÃO

FAZER O TESTE

Um psicólogo seria útil?

As pessoas agressivas geralmente negam que estão com raiva ou se sentindo frustradas. Elas preferem atribuir a culpa do comportamento agressivo aos outros.

Você já deve ter ouvido alguém falar: “Nossa, fulano me tirou do sério.” Se este comportamento for recorrente, você precisa estar preparado para encontrar o melhor momento e aconselhar que a pessoa busque a ajuda de um psicólogo.

E quando a pessoa é alguém que trabalha com você? Neste caso, o comportamento agressivo se torna ainda mais problemático.

Nesse guia completo você vai conhecer tudo sobre psicólogos e psicoterapia. A escolha do psicólogo certo para você envolve diversos fatores. Descubra aqui.

COMO ESCOLHER O SEU PSICÓLOGO

  1. Se você está em uma posição de chefia e a pessoa faz parte da sua equipe, explique a ela que essa postura não é aceitável no ambiente profissional que vocês vivem.
  2. Se ela for seu par – ou seja, tem a mesma posição hierárquica -, ou é seu chefe, busque ajuda de seus superiores ou de um profissional da área de Recursos Humanos e exponha seu problema.
  3. Combinem de participar, juntos, de alguma reunião para que o outro também possa vivenciar uma atitude agressiva e, depois, decidir o que fazer.

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*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Autor: Thaiana F. Brotto

CRP 06/106524 – São Paulo

FORMAÇÃO

Graduação em Psicologia pela PUC-PR em 2008. Pós-graduação em Terapia Comportamental pela USP. E pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC

Como lidar com pessoas que falam demais? | Arita – Treinamento de Inteligência emocional

Como Lidar Com Pessoas Que Falam Muito?

Você deve conhecer uma pessoa que fala demais. Uma pessoa que fala tanto e que não dá espaço para outras pessoas falarem e participarem do assunto. Essas pessoas tagarelas geralmente têm dificuldade de ouvir o outro, sempre têm um caso para contar e com frequência repetem suas histórias. Elas misturam todos os assuntos, muitas vezes abordam temas que constrangem e dificultam a conversa ao impedir que outros falem. Estar em um mesmo ambiente com indivíduos assim pode ser enfadonho, por isso é preciso aprender a lidar com pessoas que falam demais.

Quando o ambiente é o trabalho, a convivência pode complicar. Pessoas tagarelas podem afetar diretamente a concentração de colaboradores próximos e isso pode impactar na produtividade. Além disso, é preciso muita paciência para evitar conflitos, já que o humor nem sempre resiste a uma atitude desagradável.

É preciso avaliar também que o ato de falar demais é um escudo poderoso para pessoas com certa fobia social.

Com medo da interação com o colega, o indivíduo fala sem parar evitando a empatia, emendando um assunto no outro, o que, com o passar do tempo acaba virando um escudo social.

Então, são pessoas que provavelmente estão passando ou que desenvolveram uma desestrutura emocional, que tem provocado reações em seu comportamento.

Veja algumas das características de pessoas que falam demais

  • Sujeito (a) repetitivo (a):  a pessoa tagarela se torna repetitiva e até utiliza o mesmo argumento em várias situações diferentes;
  • Mania de interromper: está é uma característica presente na pessoa que fala muito, que acaba não permitindo a conclusão do raciocínio da outra parte;
  • Falta de empatia: pessoas assim não se preocupam com a voz e o argumento de terceiros, fazendo com que a interação e a empatia sejam inviáveis, afetando o relacionamento;
  • Isolamento: quem fala demais tem a tendência a desgastar os relacionamentos ao seu redor, pois são indivíduos que acabam se tornando inconvenientes e afastam as pessoas do seu círculo de convivência.

5 passos para conviver com quem fala demais

Para não tornar o ambiente ainda mais constrangedor, é possível adotar algumas técnicas para lidar com colegas de trabalho que falam demais:

  1. Corte o assunto: pessoas que falam demais geralmente estão em busca de atenção. Portanto, não tenha peso na consciência e corte o assunto sinalizando para o tagarela, de maneira gentil e educada, que você precisa fazer outra coisa;
  2. Faça questão de falar: se você esperar que o tagarela lhe dê espaço para falar, muito provavelmente você não vai conseguir. Então a dica é peça para falar e se for interrompido insista para concluir o assunto.
  3. Seja monossilábico: caso também não deseje estender o papo, faça mão das expressões da nossa língua portuguesa para ir diminuindo o assunto. Responda apenas o básico para não ser mal educado. Não prolongue a discussão e aos poucos o tema vai se esvaindo.
  4. Mude o seu foco: não é porque a pessoa é inconveniente ao falar que ela só tem defeitos. Então tente enxergar as qualidades do amigo tagarela e desvie o foco para essas características.
  5. Afaste-se para ajudar: quando nos afastamos de alguém e esta pessoa percebe o afastamento ela se mostra mais aberta a entender os motivos e então é possível colocar nossa percepção de forma clara e educada levando a pessoa a uma reflexão.

Quando o tagarela é você

De repente, ao ler esta matéria, você acaba se deparando com o fato de que você talvez seja o colega de trabalho inconveniente que fala demais. E como é possível reverter isso?

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Além de receber com humildade o feedback dos colegas mais próximos o mais importante é buscar o autoconhecimento. O que está te levando a ter um comportamento excessivo? O que pode estar por trás dessa necessidade de falar o tempo todo? Uma das maneiras de descobrir é através de treinamentos de competências emocionais.

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Crédito: fizkes / Tipo de licença: Royalty-free / Coleção: iStock / Getty Images Plus

Como Lidar Com Pessoas Que Falam Muito?

Graduada em Psicologia pela Universidade Bandeirante de São Paulo e em Engenharia pela FEI, Lizandra Arita é também psicóloga Institucional e Clínica, atuando desde 1998 (22 anos) em treinamentos de autodesenvolvimento.

Especialista em PNL (Programação Neuro Linguística), Hipnose e Autohipnose, Rebirthing, Psicodinâmicas, Gerenciamento de Emoções e Conflitos, Lizandra é especialista em casos de depressão, ansiedade, processos emocionais ou comportamentais, problemas de relacionamento, fobias, pânico e transtornos obsessivos compulsivos.

Entre suas especializações, Lizandra tem formação em cursos de aperfeiçoamento de Master Practitioner pela SBPNL, Disney’s Approach to Quality Service (Disney Institute), Os Segredos da Mente Milionária (T.

Harv Eker), Unleash the Power Within (Anthony Robbins), Hipnose & Auto-Hipnose (Instituto AmanheSer), Formação Profissional em Renascimento (Instituto Renascimento), Rebirthing (Instituto Sinergia),Grupo Dirigido de Psicodinâmica em Negócios (Cogni MGR), The Healing Potential of Non-Ordinary States of Consciousness (Stanislav Grof), Movie Yoga – Turning Your Life into an Epic Adventure (Tav Sparks), The Adventure of Self-Discovery/A Holotropic Breathwork Experience (Stanislav Grof e Tav Sparks), Gerenciamento de Emoções e Conflitos (Cogni MGR) e Psicologia Pré e Peri Natal (ACT Institute).

Como lidar com interrupções ou pessoas que não sabem ouvir?

Olá, Speaker!

Sempre falo por aqui da importância do processo de escuta na comunicação e de como ouvir o outro com atenção é parte chave para criar um vínculo, elaborar uma estratégia de argumentação e tantos outros aspectos ligados às trocas verbais entre as pessoas.

Mas o que fazer quando o outro lado não sabe ouvir? E, pior ainda, faz interrupções a todo o tempo? Quem já passou por isso, especialmente em uma situação de exposição de fala, como uma apresentação em público, sabe o quanto as interrupções prejudicam a organização do raciocínio, não é?

Afinal, depois de ser interrompido uma, duas ou mais vezes, é um desafio colocar a cabeça no lugar e retomar a fala de onde havíamos parado. Por falar em desafio, é também muito difícil manter a paciência em situações assim, principalmente se as interrupções são frequentes.

O que fazer para lidar com tudo isso? Confira algumas dicas aqui!

Como Lidar Com Pessoas Que Falam Muito?

Como agir se o meu público me interrompe a todo o tempo?

Todos os públicos são diferentes e a verdade é que, mesmo conhecendo o perfil da nossa audiência, pode ser que sejamos pegos de surpresa por alguma razão.

Quando digo “público”, não me refiro apenas às pessoas que estão na plateia durante uma apresentação em público, mas a todos aqueles com quem dialogamos em situações de exposição de fala. Por exemplo: em uma reunião entre um profissional e seus clientes, o público será justamente tais clientes. Em uma negociação entre você e um potencial investidor, esse investidor será o seu público.

Seja qual for a sua audiência, há a possibilidade de que aconteçam interrupções e, como comunicador, você precisa saber lidar com elas. Interrupções são, na maioria das vezes, o resultado da dificuldade em saber ouvir.

Vejamos, então, algumas dicas para esses momentos (que podem ser nada agradáveis para nós, comunicadores):

– Reserve um espaço para perguntas e avise o seu público sobre isso. Para EVITAR ter que lidar com interrupções recorrentes, uma estratégia eficiente é avisar ao seu público, logo no início, que haverá um espaço para perguntas ao final da sua fala.

Você pode sugerir que as pessoas façam anotações ao longo da exposição e guardem suas dúvidas ou questionamentos para o final. Isso diminuirá a ansiedade, ao mesmo tempo que é uma forma de reter a atenção de quem tem dificuldade de ouvir os demais.

– Procure manter a paciência. E se, mesmo com a dica anterior, acontecerem interrupções? Bem, nesse caso, lembre-se que de nada adiantará ser rude ou intolerante com as pessoas que estão te interrompendo.

Tente manter a calma e, se as interrupções continuarem frequentes, esclareça que há um tempo no cronograma e que, para respeitar esse tempo, estará aberto a tirar dúvidas após a apresentação ou mesmo em contatos por e-mail ou telefone (se estiver disposto a isso, claro).

– Tenha suas palavras-chave sempre em mãos. Um dos grandes problemas das interrupções do nosso público – e que tornam mais prejudiciais ainda se acontecem de forma frequente – é, sem a menor dúvida, a dificuldade de retomar a nossa fala. Parar, ouvir a interrupção e respondê-la (se for o caso) demanda tempo e é, no fim das contas, uma saída do nosso roteiro.

Por isso mesmo, nas etapas prévias de preparação para a sua situação de exposição de fala (seja ela uma apresentação em público, uma reunião ou outras), procure fazer um roteiro com a sua fala, dividindo-o em tópicos e subtópicos e definindo, para cada um deles, palavras-chaves que possam ser usadas por você. Como elas são curtas e não requerem um tempo extenso de leitura, são estratégias úteis para retomar uma ideia sem ter que perder tempo checando longas anotações.

O que é, essencialmente, a comunicação? É uma troca entre pessoas, que podem ter perfis, personalidades e pensamentos bem diferentes entre si. Por isso, seja na nossa vida pessoal ou seja na nossa trajetória profissional, saber lidar com situações desconfortáveis – como as interrupções – faz parte do processo de aprendizado.

Isso significa ter inteligência emocional e lograr o melhor caminho, independentemente do contexto e dos obstáculos que aparecerem nele. Como comunicador, esteja ciente de que poderá lidar com pessoas que não sabem ouvir e que interrompem a todo o tempo e saiba como lidar com isso da melhor forma possível!

Fonte:

https://www.thespeaker.com.br/reacao-publico-apresentacoes/

Blog: 7 dicas de como lidar com pessoas que falam demais no ambiente de trabalho | Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional

Como Lidar Com Pessoas Que Falam Muito?© Depositphotos.com / blackcurrent Pessoas que falam demais podem prejudicar a concentração dos colegas de trabalho e reduzir a produtividade de toda a equipe.

Todo mundo tem um amigo tagarela, que gosta de contar suas histórias e tem dificuldade para ouvir o que os outros têm a dizer. Esse tipo de pessoa é aquele que conversa sozinho: pergunta, responde, dá opinião, critica e conclui sem dar uma pausa para que ocorra uma troca de informações. Os tagarelas misturam vários assuntos, falam de situações constrangedoras e inadequadas, não se importam com a opinião dos outros e dificilmente concluem um pensamento, dificultando a conversa.

Como lidar com um tagarela no trabalho

Pessoas que falam demais no ambiente de trabalho podem tirar a concentração dos colegas e fazer com que todos percam tempo. Além de tomar cuidado para não ter a produtividade prejudicada, é preciso ter paciência para lidar com pessoas que falam demais, de modo a evitar ter o humor e a energia alterados pela convivência com essas pessoas.

Uma vez que interromper uma conversa é considerado seja considerado desagradável, você pode utilizar outras abordagens para lidar com um tagarela no trabalho. Confira algumas dicas a seguir:

Compreenda as causas do falatório

O tagarela tem uma grande necessidade de ser ouvidos, de receber atenção e preencher seus conflitos emocionais com a energia dos outros. Compreender isso pode te deixar mais tolerante e menos irritado, já que a pessoa geralmente não tem culpa e nem consciência disso.

Em geral, crianças que cresceram sem poder falar nada e sem espaço para opinar tendem a se tornar adultos reprimidos e que precisam da atenção dos outros para se sentirem amados.

Não fique com peso na consciência

Os tagarelas falam tanto e com tantas pessoas que, muitas vezes, nem percebem quando são cortados. Eles sempre encontram outra pessoa para falar mais, pois estão apenas em busca de atenção. A dica, portanto, é um encontrar uma forma educada de dizer que precisa fazer outra coisa e peça licença sem se sentir culpado.

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Encontre seu espaço

Uma pessoa tagarela dificilmente dá espaço para você se expressar. Portanto, peça licença para falar e, se a pessoa te interromper, diga que ainda não concluiu e termine o assunto. Aos poucos, a pessoa perceberá que precisa ceder.

Seja breve

Se a pessoa é daquelas que te fica muito tempo falando sobre assuntos que não te interessam, responda apenas coisas básicas como “sinto muito”, “espero que passe”, “que legal” ou “tudo dará certo”. Não se prolongue com perguntas.

Mude o foco

Todas as pessoas têm pontos positivos e negativos, e o que muda sua relação com elas é justamente onde você coloca a sua atenção. Tente encontrar qualidades no tagarela e dê a chance de ele mostrar quem realmente é, apesar de falar muito.

Afaste-se e ajude

Se a situação for insustentável e for possível, simplesmente afaste-se do tagarela. Se ele perguntar o motivo de seu distanciamento, entenda que ele estará aberto a ouvir e aproveite para expor sua percepção de maneira educada.

Desenvolva sua Inteligência Emocional

Se você quer desenvolver sua Inteligência Emocional para construir relações saudáveis e aprender a lidar com pessoas de diferentes tipos, conheça o Método LOTUS e permita-se ser mais flexível.

Como lidar com pessoas que falam demais – Portal

Como Lidar Com Pessoas Que Falam Muito?

Pessoas que falam demais no ambiente de trabalho – Como lidar?

É provável que você conheça pessoas que falem demais. Esse tipo de perfil é muito comum e pode ser encontrado em diversos ambientes. Pode ser até que você seja uma dessas pessoas e não perceba. Quer saber mais sobre o assunto? É só continuar lendo o texto!

Como identificar a pessoa que fala muito no ambiente do trabalho

É muito mais fácil de encontrar pessoas que falam muito em locais profissionais ou em situações de pressão do que fora do trabalho ou em cenários de calmaria. Isso acontece porque quando você está vivendo seu dia a dia normalmente e sem grandes problemas ou quando você está se divertindo é mais difícil de perceber problemas.

  • Eu tenho o material certo
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  • método poderoso!
  1. Eu tenho o material certo
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Porém, estar em um local de trabalho ou em uma situação de pressão exige mais atenção e concentração, aumentando sua capacidade de perceber comportamentos que se destacam de forma positiva ou negativa.

Confira algumas das características de indivíduos que falam muito:

  • Interrupção: cortar o discurso dos colegas é uma das especialidades daqueles que falam além da conta. Em um debate, eles discursam incansavelmente sobre seus argumentos e não deixam que os outros  
  • Escuta não ativa: a escuta ativa acontece quando o outro ouve com atenção e empatia. Isso é necessário para a construção de qualquer relacionamento interpessoal saudável. No entanto, a pessoa que fala muito não tem o costume de ouvir com essa solidariedade.
  • Repetição: por conta da quantidade excessiva de tempo que fica falando, esse perfil começa a repetir argumentos em debates.
  • Estagnação: justamente por não ouvir a opinião alheia, quem fala demais não aprende assuntos novos ou consegue enxergar os fatos por outro ponto de vista.
  • Isolamento: com o passar do tempo os colegas passam a perceber as características dos outros e se afastam daqueles que incomodam ou que não acrescentam nada. Isso acontece porque os indivíduos que cometem ações como essas que estão descritas aqui dificultam o dia a dia daqueles que convivem com eles.

Como transformar esse cenário

As mudanças de comportamento não acontecem da noite para o dia, porém elas são possíveis e são bem-vindas. Se você já ouviu que fala muito de outra pessoa, pergunte a ela se isso acontece com constância. Caso sejam casos isolados, não há porque se preocupar.

Porém, se isso é regular, é ideal que você busque entender como isso acontece. Depois é essencial que você passe a reparar nisso e se policiar em conversas em grupo.

Caso você queira avisar a alguém que fala demais, lembre-se de fazer isso com respeito e tranquilidade para não criar inimizades e traumas.

Outra maneira muito interessante de reverter essa situação é investindo na educação contínua com o coaching. A formação Professional & Self Coaching (PSC) do Instituto Brasileiro de Coaching (IBC) é um excelente exemplo de método coaching que é efetivo e assertivo em elevar os indivíduos para o próximo nível de alto desempenho no âmbito profissional e pessoal.

Essa é o curso mais completo e moderno do Brasil, pois usa de ferramentas e técnicas que munem o coachee (aprendiz) de empoderamento e estímulo para ser a melhor versão de si mesmo.

O PSc dá 6 titulações que permitem que você progrida na sua profissão e até como coach, se quiser. Conheça quais são elas Professional, Extensão Universitária, Life Coach, Leader, Analista Comportamental e Life Coach. Este último item, aliás, é fruto do Self Coaching, uma técnica exclusiva do José Roberto Marques, master coach senior, fundador e presidente do IBC.

O Self Coaching ensina a desenvolver suas competências e habilidades ao mesmo tempo em que aprende a ser um coach.

Durante esse aprendizado, você aprende novos conceitos que levam você a pensar e descobrir novos assuntos; obtém conhecimento de novas habilidades que levam você a sentir e, consequentemente, a vivenciar novas experiências; e assimila novas capacidades que fazem com que você queria as praticar.

Tenho um convite especial. Quer se conhecer melhor?Clique aqui e aprenda muito mais sobre si mesmo!

Além disso, o curso ensina profundamente sobre a história e evolução coaching; o que é processo evolutivo; qual é o código de ética; o que é e quais são os princípios da psicologia positiva e da programação neurolinguística; como liderar com justiça; o que são roteiros estruturados; quais são as principais técnicas e ferramentas do coaching; o que são formulários de atendimento e processo de identidade; qual é o código de ética; e muitos outros temas interessantíssimos.

Como se não bastasse, todo o procedimento dessa formação também envolve o exercício constante do autoconhecimento, autodesenvolvimento e da inteligência emocional, essencial para quem deseja entender melhor a si mesmo.

Um ponto interessante para destacar desse curso é o aprendizado e aplicação da Teoria dos Perfis Comportamentais e o uso do Software do Coaching Assessment, uma ferramenta que é capaz de mapear as tendências comportamentais com a validação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

São com todos esses conceitos assimilados em aulas teóricas e práticas que o coachee será capaz de entender as causas do problema de “falar demais” e ainda poderá trabalhar esse ponto para que ele seja menos sabotador no seu dia. Isso tudo só é possível com o progresso constante que envolve uma mente aberta para aprender e para ensinar, estímulo para executar novidades e perpetuação das melhores práticas.

Essa formação é incrível, não é mesmo? Não é a toa que os profissionais que a fazem tem mais conhecimento a respeito de si mesmo, de liderança, de relacionamentos interpessoais, feedback 360°, patrocínio positivo, aprendizagem acelerada, auxiliares linguísticos, desenvolvimento de potencial próprio e da equipe e outros assuntos de destaque. Mais do que isso: esses profissionais também irão sentir a mudança positiva na vida pessoal, afinal, os dois setores acontecem ao mesmo tempo, por isso, o equilíbrio é fundamental.

Quer descobrir qual grau da sua felicidade?Clique aqui e acesse o “Termômetro da Felicidade”!

Agora que você já leu bastante sobre quem fala demais e sobre o coaching é hora de colocar esse novo conhecimento em ação! Reflita e avalie se você não é a pessoa que fala demais ou ainda se você não tem que avisar alguém para que essa pessoa se policie. Lembre-se de que o coaching é uma boa solução para esse caso e também para você que acha que ainda tem muito mais a oferecer para o mercado de trabalho e para quem convive ao seu lado.

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Como lidar com as pessoas com deficiência

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DICAS DE RELACIONAMENTO

Apresentamos a seguir algumas orientações que as pessoas podem seguir nos seus contatos com as pessoas com deficiência. Não são regras, mas esclarecimentos resultantes da experiência de diferentes pessoas que atuam na área e que apontam para as especificidades dos diferentes tipos de deficiências.

Como chamar

  • Prefira usar o termo hoje mundialmente aceito: “pessoa com deficiência (física, auditiva, visual ou intelectual)”, em vez de “portador de deficiência”, “pessoa com necessidades especiais” ou “portador de necessidades especiais”;
  • Os termos ”cego” e “surdo” podem ser utilizados;
  • Jamais utilizar termos pejorativos ou depreciativos como “deficiente”, “aleijado”, “inválido”, “mongol”, “excepcional”, “retardado”, “incapaz”, “defeituoso” etc.

Pessoas com deficiência física

  • É importante perceber que para uma pessoa sentada é incômodo ficar olhando para cima por muito tempo. Portanto, ao conversar por mais tempo que alguns minutos com uma pessoa que usa cadeira de rodas, se for possível, lembre-se de sentar, para que você e ela fiquem com os olhos no mesmo nível.
  • A cadeira de rodas (assim como as bengalas e muletas) é parte do espaço corporal da pessoa, quase uma extensão do seu corpo. Apoiar-se na cadeira de rodas é tão desagradável como fazê-lo numa cadeira comum onde uma pessoa está sentada.
  • Ao empurrar uma pessoa em cadeira de rodas, faça-o com cuidado. Preste atenção para não bater naqueles que caminham à frente. Se parar para conversar com alguém, lembre-se de virar a cadeira de frente para que a pessoa também possa participar da conversa.
  • Mantenha as muletas ou bengalas sempre próximas à pessoa com deficiência.
  • Se achar que ela está em dificuldades, ofereça ajuda e, caso seja aceita, pergunte como deve proceder. As pessoas têm suas técnicas individuais para subir escadas, por exemplo, e, às vezes, uma tentativa de ajuda inadequada pode até atrapalhar. Outras vezes, o auxílio é essencial. Pergunte e saberá como agir e não se ofenda se a ajuda for recusada.
  • Se você presenciar um tombo de uma pessoa com deficiência, ofereça-se imediatamente para auxiliá-la. Mas nunca aja sem antes perguntar se e como deve ajudá-la.
  • Esteja atento para a existência de barreiras arquitetônicas quando for escolher uma casa, restaurante, teatro ou qualquer outro local que queira visitar com uma pessoa com deficiência física.
  • Não se acanhe em usar termos como “andar” e “correr”. As pessoas com deficiência física empregam naturalmente essas mesmas palavras.

Pessoas com deficiência visual

  • É bom saber que nem sempre as pessoas com deficiência visual precisam de ajuda. Se encontrar alguém que pareça estar em dificuldades, identifique-se, faça-a perceber que você está falando com ela e ofereça seu auxílio.
  • Nunca ajude sem perguntar como fazê-lo. Caso sua ajuda como guia seja aceita, coloque a mão da pessoa no seu cotovelo dobrado. Ela irá acompanhar o movimento do seu corpo enquanto você vai andando. Num corredor estreito, por onde só é possível passar uma pessoa, coloque o seu braço para trás, de modo que a pessoa cega possa continuar seguindo você.
  • É sempre bom avisar, antecipadamente, sobre a existência de degraus, pisos escorregadios, buracos e outros obstáculos durante o trajeto.
  • Ao explicar direções, seja o mais claro e específico possível; de preferência, indique as distâncias em metros (“uns vinte metros à nossa frente”, por exemplo). Quando for afastar-se, avise sempre.
  • Algumas pessoas, sem perceber, falam em tom de voz mais alto quando conversam com pessoas cegas. A menos que ela tenha, também, uma deficiência auditiva que justifique isso, não faz nenhum sentido gritar. Fale em tom de voz normal.
  • Não se deve brincar com um cão-guia, pois ele tem a responsabilidade de guiar o dono que não enxerga e não deve ser distraído dessa função.
  • As pessoas cegas ou com visão subnormal são como você, só que não enxergam. Trate-as com o mesmo respeito e consideração dispensados às demais pessoas. No convívio social ou profissional, não as exclua das atividades normais. Deixe que elas decidam como podem ou querem participar.
  • Fique à vontade para usar palavras como “veja” e “olhe”, pois as pessoas com deficiência visual as empregam com naturalidade.

Pessoas com paralisia cerebral

  • A paralisia cerebral é fruto da lesão cerebral, ocasionada antes, durante ou após o nascimento, causando desordem sobre os controles dos músculos do corpo. A pessoa com paralisia cerebral não é uma criança, nem é portador de doença grave ou contagiosa.
  • Trate a pessoa com paralisia cerebral com a mesma consideração e respeito que você usa com as demais pessoas.
  • Quando encontrar uma pessoa com paralisia cerebral, lembre-se que ela tem necessidades específicas, por causa de suas diferenças individuais, e pode ter dificuldades para andar, fazer movimentos involuntários com pernas e braços e apresentar expressões estranhas no rosto.
  • Não se intimide, trate-a com naturalidade e respeite o seu ritmo, porque em geral essas pessoas são mais lentas. Tenha paciência ao ouvi-la, pois a maioria tem dificuldade na fala. Há pessoas que confundem esta dificuldade e o ritmo lento com deficiência intelectual.

Pessoas com deficiência auditiva

  • Não é correto dizer que alguém é surdo-mudo. Muitas pessoas surdas não falam porque não aprenderam a falar. Algumas fazem a leitura labial, outras não.
  • Ao falar com uma pessoa surda, acene para ela ou toque levemente em seu braço, para que ela volte sua atenção para você. Posicione-se de frente para ela, deixando a boca visível de forma a possibilitar a leitura labial. Evite fazer gestos bruscos ou segurar objetos em frente à boca. Fale de maneira clara, pronunciando bem as palavras, mas sem exagero. Use a sua velocidade normal, a não ser que lhe peçam para falar mais devagar.
  • Ao falar com uma pessoa surda, procure não ficar contra a luz, e sim num lugar iluminado.
  • Seja expressivo, pois as pessoas surdas não podem ouvir mudanças sutis de tom de voz que indicam sentimentos de alegria, tristeza, sarcasmo ou seriedade, e as expressões faciais, os gestos e o movimento do seu corpo são excelentes indicações do que você quer dizer.
  • Enquanto estiver conversando, mantenha sempre contato visual. Se você desviar o olhar, a pessoa surda pode achar que a conversa terminou.
  • Nem sempre a pessoa surda tem uma boa dicção. Se tiver dificuldade para compreender o que ela está dizendo, não se acanhe em pedir para que repita. Geralmente, elas não se incomodam em repetir quantas vezes for preciso para que sejam entendidas. Se for necessário, comunique-se por meio de bilhetes. O importante é se comunicar.
  • Mesmo que pessoa surda esteja acompanhada de um intérprete, dirija-se a ela, e não ao intérprete.
  • Algumas pessoas surdas preferem a comunicação escrita, outras usam língua de sinais e outras ainda preferem códigos próprios. Estes métodos podem ser lentos, requerem paciência e concentração. Você pode tentar se comunicar usando perguntas cujas respostas sejam sim ou não. Se possível, ajude a pessoa surda a encontrar a palavra certa, de forma que ela não precise de tanto esforço para transmitir sua mensagem. Não fique ansioso, pois isso pode atrapalhar sua conversa.

Pessoas com deficiência intelectual

  • Você deve agir naturalmente ao dirigir-se a uma pessoa com deficiência intelectual.
  • Trate-a com respeito e consideração. Se for uma criança, trate-a como criança. Se for adolescente, trate-a como adolescente, e se for uma pessoa adulta, trate-a como tal.
  • Não a ignore. Cumprimente e despeça-se dela normalmente, como faria com qualquer pessoa.
  • Dê-lhe atenção, converse e verá como pode ser divertido. Seja natural, diga palavras amistosas.
  • Não superproteja a pessoa com deficiência intelectual. Deixe que ela faça ou tente fazer sozinha tudo o que puder. Ajude apenas quando for realmente necessário.
  • Não subestime sua inteligência. As pessoas com deficiência intelectual levam mais tempo para aprender, mas podem adquirir muitas habilidades intelectuais e sociais.

Fonte:“O que as empresas podem fazer pela inclusão das pessoas com deficiência”Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social

www.ethos.org.br

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