Como Lidar Com Chefe Que Humilha?

Como Lidar Com Chefe Que Humilha?

Imagine ir para o trabalho e ser constantemente ameaçado e assediado pelo seu chefe? Ou dedicar 10 anos da sua vida e, na hora da esperada promoção, não ser reconhecido? Lidar com chefes que humilham, abusam, desprezam e que estão longe de ser uma fonte de inspiração foi tema do filme “Quero matar o meu chefe”, comédia que escracha a temática de conviver com superiores nada bonzinhos. No longa, três amigos desabafam sobre suas vidas e percebem que o único impedimento para a felicidade são os seus chefes. É claro que o filme foi escrito para tirar boas risadas do público que já se viu alguma vez em uma situação humilhante no ambiente de trabalho, mas fora das telonas, o problema chamado “assédio moral” cresce cada dia mais.

Desde que o mundo é mundo as relações interpessoais são o cerne da maioria dos problemas e eles tendem a piorar quando o status de poder entra em jogo. O filósofo renascentista Maquiavel é dono da célebre frase:Dê o poder ao homem, e descobrirá quem ele realmente é”.

Seja com as tribos e seus chefes, a realeza e os plebeus ou presidentes e  cidadãos, as relações de poder sempre ditaram como o mundo gira, mas não precisamos pensar grande, não, pois as relações de poder também acontecem nos lares e no trabalho de todo mundo.

É natural que a estrutura social a qual seguimos necessite de alguém para organizar as relações, o problema é quando há o abuso de poder.

O que é assédio moral?

Bullying empresarial, assédio moral ou mobbing são termos utilizados para descrever um tipo de violência compreendido como “toda e qualquer conduta abusiva manifestando-se sobretudo por comportamentos, palavras, atos, gestos, escritos que possam trazer dano à personalidade, à dignidade ou à integridade física ou psíquica de uma pessoa, pôr em perigo seu emprego ou degradar o ambiente de trabalho”, descreve Marie-France Hirigoyen, psiquiatra francesa especialista em mobbing.

Essa violência decorrente do abuso de poder entre adultos no ambiente profissional ainda existe em larga escala, ainda que a escravidão ou o mau trato a trabalhadores no início da industrialização tenham sido os capítulos mais perversos da nossa história. Embora o trabalho escravo e os maus tratos referentes a péssimas condições estruturais e de tratamento ainda existam atualmente — sim, ainda existe escravidão — abordaremos a violência psicológica sofrida pelos funcionários pelos seus chefes.

“O assédio moral engloba a desqualificação, o isolamento, a atribuição de tarefas de menor valor, a indução ao erro, o assédio sexual, a exclusão, as mudanças de horários e de atividades sem prévio aviso, abusos de poder etc.

Para Hirigoyen, o psicoterror gera hostilidade e maldade, ocasionando o aniquilamento psíquico que pode levar ao suicídio.

Muito mais que uma relação conflituosa, o assédio moral no trabalho (AMT) está relacionado a abusos hierárquicos, à dominação e à intencionalidade”, explica a  Revista Brasileira de Saúde Ocupacional.

Sinais de assédio moral

Muitos profissionais sofrem pressão psicológica para pedir demissão, metas inatingíveis e humilhações.

Quando esse tipo de comportamento é constante, é preciso tomar cuidado pois pode ser sinal de assédio psicológico no ambiente de trabalho.

Confira mais sinais com a lista publicada pela médica e autora do livro “Bullying – Mentes Perigosas nas escolas”, Ana Beatriz Barbosa Silva.

  • Comentários depreciativos quanto à sexualidade, à raça, ao credo, ao modo de ser, andar ou falar de determinado funcionário;
  • Humilhações e críticas persistentes;
  • Agressões verbais;
  • Olhares e risadinhas provocativas;
  • Ameaças constantes de demissão ou desvio de função para cargos inferiores;
  • Sobrecarga de tarefas com metas desgastantes e excessivas e com prazos muito curtos para serem realizadas;
  • Pouca ou quase nenhuma comunicação verbal, como se o trabalhador não existisse;
  • Falta de valorização e reconhecimento do desempenho do funcionário;
  • Isolamento ou exclusão de um determinado funcionário, a ponto de dirigir-se a ele por meio de outras pessoas ou como forma de forçá-lo a pedir demissão;
  • Fofocas maldosas, denegrindo a imagem do trabalhador.

O assédio moral no trabalho é mais comum do que imaginamos. Uma pesquisa realizada pelo VAGAS.com ouviu quase cinco mil pessoas em todo o país e constatou que 52% delas já sofreram algum tipo de assédio. Porém, o que mais chamou atenção é que 87,5% desses entrevistados não fizeram nenhuma reclamação trabalhista.

A maior parte – 39,4% d- disse que não fez a denúncia por medo de perder o emprego. Outros fatores apontados como inibidores foram receio de represálias, citado por 31,6% dos entrevistados, vergonha (11%), medo que a culpa recaia sobre o denunciante (8,2%) e sentimento de culpa (3,9%).

Já entre os que tiveram coragem de relatar o fato, acredite ou não, 74,6% afirmaram que o agressor permaneceu na empresa mesmo após a denúncia”, divulgou o site.

Assédio moral é crime? Felizmente, as soluções finalmente estão chegando. Em 2019, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto que criminaliza o assédio moral.

“Ofender reiteradamente a dignidade de alguém, causando-lhe dano ou sofrimento físico ou mental, no exercício de emprego, cargo ou função”, informa o texto publicado pelo Senado.

O projeto prevê que a pena para o crime seja detenção de um a dois anos.

Apoio psicológico

Muitos profissionais sofrem pressão psicológica para pedir demissão, humilhações e tendem e desenvolver transtornos psicológicos como depressão, ansiedade e burnout.

É importante que, caso a situação apresentada nesse artigo lhe seja familiar, procure um psicólogo imediatamente para que as devidas orientações psicológicas sejam realizadas.

Em casos de assédio moral, é importante estar atualizado com as normas e leis trabalhistas, além de consultar-se com um advogado.

A Telavita é uma plataforma de psicologia online pronta para lhe dar suporte. Estamos com você a qualquer hora e em qualquer lugar.

Tipos De Chefes Nas Empresas Que Deve Evitar – pme.pt Portal PME

Se já ouviu uma frase semelhante a estas (ou mesmo todas) é porque já tem experiência qb no mercado de trabalho para perceber que há chefes do piorio, que humilham, desrespeitam e envergonham os subordinados.

Afinal, quem pode afirmar que nunca, em nenhuma altura da sua carreira, teve de lidar com um chefe de temperamento difícil? Com uma, alguma ou mesmo todos os tipos de características que devemos evitar num chefe e listadas a seguir.

O chefe que fala mal do colaborador que antes ocupava a sua função

O carácter da chefia revela-se logo na entrevista. Aquele tipo de chefe que aproveita a oportunidade para falar mal do antigo funcionário que ocupava a sua função só revela falta de bom senso.

Em primeiro lugar porque mostra a sua própria incompetência para contratar um bom profissional e em segundo lugar porque, se ofende as capacidades do colega, no futuro – se sair da empresa – poderá ofender as suas.

O verdadeiro líder sabe reconhecer os valores de ex-colaboradores. 

O chefe mal-educado

A educação do chefe faz-se sentir assim que ele chega ao escritório. Claro que em empresas muito grandes, é capaz de passar meses sem se cruzar com o administrador mas em empresas mais pequenas a educação e simpatia é fácil de notar. O seu chefe tem dificuldades em dar um simples bom dia? Então prepare-se para uma relação difícil. Vai trabalhar num ambiente de maus modos.

O chefe que não aceita críticas nem sugestões

O seu chefe vê-o como um simples funcionário incapaz de sugerir melhorias para a empresa? Isso não é bom sinal. Um bom líder não só permite aos seus funcionários a apresentação de ideias e sugestões, como gosta genuinamente de as ouvir. Mas depois há os chefes que entendem as sugestões como ofensas pessoais. Evite-os.

O chefe que não valoriza o seu sucesso

Sabemos que até parece impossível, mas não é! Há chefes que ficam taciturnos com o sucesso dos seus colaboradores, particularmente aqueles que têm dificuldades em abrir os cordões à bolsa para pagar uma comissão ou bónus ainda que essa quantia seja bastante inferior à que a empresa lucrou.

O chefe que não investe na formação dos colaboradores

Se está numa situação de trabalhador-estudante sabe como é importante encontrar um chefe que valorize o seu esforço e não fique aborrecido porque tem de sair a horas para não chegar atrasado às aulas. Se o seu chefe não investe no seu crescimento, não invista na empresa dele.

O chefe que não percebe nada do negócio

É verdade. Há chefes que não percebem nada sobre o seu próprio negócio e só querem ganhar dinheiro com a empresa. São particularmente difíceis de suportar porque estão constantemente a falar do que desconhecem e a cobrar resultados, impor metas e objetivos sem a perceção exata do que estão a fazer.

O chefe que se atrasa no pagamento dos ordenados

Todos suportamos um atraso de quando em vez. É desculpável. Mas quando o chefe se atrasa constantemente no pagamento do ordenado ou não o paga de todo… a situação fica mais complicada. E pior ainda é o tipo de chefe que paga mal e a más horas e que não gosta de ser confrontado com isso. Um verdadeiro líder não cria tamanha instabilidade.

O chefe que não divide prémios

Seja porque é tonto ou simplesmente egoísta, o chefe que não partilha prémios com os seus colaboradores não merece o empenho de ninguém. O verdadeiro líder divide com os colaboradores viagens grátis, descontos em serviços, ofertas de produtos, etc.

O chefe que humilha os subordinados

Comece já a fugir a sete pés do chefe indiscreto que não perde uma oportunidade para ser indelicado e humilhar os colaboradores, às vezes à frente dos próprios clientes. Por muito incompetente que o colaborador seja, tem de ser respeitado.

O chefe que culpa os colaboradores por tudo o que acontece de mal na empresa

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Há uma espécie de chefes que não tendo confiança em si próprios, acabam por culpar os outros de tudo o que acontece de mal na empresa: desde a quebra nas vendas ao autoclismo avariado. Este tipo de chefe não lida bem com pessoas ambiciosas e tem sérias dificuldades em marcar uma posição entre os seus subordinados. A evitar.

O Chefe que só dita regras

O seu chefe adora regras, normas, códigos de conduta? Ama o regime militar e trata-o como um soldado? Não lhe gabamos a sorte… Livre-se dele.

Um chefe rigoroso e rígido, ainda se admite, agora um chefe ditador e severo, não. Até porque este tipo de pessoas tem tendência a usar da violência verbal (quando não física) sempre que desafiadas.

E o resultado é que gerem empresas imunes à evolução e à mudança.

O Chefe inconstante

Outro tipo de chefe a evitar é aquele cuja opinião difere consoante a pessoa que está a abordar, ou seja, aquele que tem diferentes pesos e medidas consoante a pessoa com quem está, que num dia está bem-disposto e no outro insuportável, que de manhã lhe diz que sim e à tarde que não… O chefe inconstante é, normalmente, uma pessoa difícil de se lidar até porque ele próprio é uma pessoa indecisa e insegura, e estas características não abonam a favor do crescimento das empresas.

O chefe amiguinho
Ora aqui está aquele tipo de chefe que à partida poderia ser o chefe dos seus sonhos mas que numa análise mais aprofundada se reconhece como tipo de chefe a evitar.

Isto porque muitas vezes a proximidade é a forma que encontra não para revelar a amizade que tem por si mas para ficar a par de todos os mexericos dentro (e fora) da empresa.

Esta proximidade pode ser muito prejudicial, por isso mantenha sempre alguma distância marcando uma divisória entre relação profissional e pessoal.

O chefe preguiçoso

Quem não conhece este tipo de chefe? Chega tarde ao escritório (nos dias em que aparece), não revela vontade para fazer nada, atrasa-se para as reuniões, não tem presente datas de compromissos, sai para almoços demorados e regressa ao final da tarde para marcar presença com duas ou três indicações lançadas para o ar. O chefe preguiçoso é uma pessoa cuja utilidade se limita ao mandar fazer. Nada que interesse a um colaborador empenhado em envolver-se num projeto que não esteja destinado a fracassar.

O chefe ausente

O chefe que está a assumir o cargo porque lhe foi imposto, porque o herdou, por uma questão de prestígio ou seja por que motivo for que não o seu desejo e ambição pessoal, não manifesta verdadeiro interesse no negócio.

Nem consegue interessar os outros. Acaba por não ter grande influencia direta no negócio e por delegar o trabalho todo para a sua equipa.

Pode funcionar numa empresa estável mas pode resultar numa falência numa empresa que esteja agora a iniciar a sua atividade.

O chefe perseguidor

O chefe perseguidor é aquele que escolhe uma vítima (você) para dedicar um ódio de estimação. É ótimo para os seus colegas porque aquele a ouvir as reclamações é sempre o mesmo, você. Péssimo para si.

Este tipo de chefe pode ir da embirração ligeira ao sadismo e perversidade. Muitas vezes o processo começa com uma ou outra crítica ao trabalho ou ao comportamento do subordinado (ou a ambos) e acaba numa humilhação pública.

Se está nesta situação, desista e procure outro emprego antes que este chefe dê conta de si.

O chefe stressado

O chefe stressado é aquele que anda sempre ansioso e não consegue controlar os nervos que, por sua vez, estão ligados a um medo em fracassar.

Este tipo de chefe tem tendência a dramatizar todos os problemas, imaginando o pior cenário, entre conspirações e intrigas contra si e contra a empresa. Devido à sua impaciência e ansiedade, infelizmente, não pode vir a ser um bom chefe para si.

Procure outro e até lá vá tentando mantê-lo permanentemente informado sobre o que está a fazer, fazendo regulares pontos de situação de cada projeto.

O chefe que nunca tem dúvidas e raramente se engana

Aquele chefe que nunca tem dúvidas e raramente se engana, ou seja, que tem a certeza que é o dono absoluto da verdade, até pode ser uma pessoa competente e inteligente, mas a prepotência só serve para esconder – e mal – a sua insegurança. Estes chefes têm a tendência a acreditar que só eles são verdadeiramente competentes e isso desmotiva qualquer equipa (porque a dificuldade em delegar competência é considerável) e irrita qualquer ser humano.

O chefe pessimista

O chefe pessimista é uma versão assustadora do chefe stressado. É uma pessoa com uma visão negativa do negócio que só perspetiva o pior dos cenários para a empresa.

O seu pessimismo dificulta a tomada de decisões pelo que prefere esperar até que uma solução se imponha naturalmente. Assim não tem de aceitar as consequências como resultado das suas decisões.

Se não conseguir ajudá-lo a ver o lado positivo de cada situação, fortalecendo a sua confiança para a tomada de decisões, desista.

O Chefe detetive

Este tipo de chefe tem como atividade preferida a descoberta de novas formas para implicar com os seus subordinados pelo que é capaz de perder horas a fio a tentar encontrar provas de falhas. Esta falta de confiança desrespeita as equipas, pelo que para lidar com este tipo de chefe é necessário ter sido abençoado com uma dose extra de paciência. O problema é que nem todos nascemos com ela…

O chefe aproveitador

O chefe aproveitador é capaz de tirar proveito do sucesso dos outros sem vacilar. Não tem vergonha de chamar a si os louros nem que com isso tenha de prejudicar os seus subordinados. Se não nasceu para sofrer injustiças, procure outro emprego.

O chefe mentiroso

Eis o chefe que mente! Mente descaradamente para culpar os subordinados de algo que ele próprio fez ou decidiu. Todos acabam prejudicados mesmo aqueles que arranjam provas de que não estiveram envolvidos em falhas (principalmente esses).

E agora, reveja a sua situação laboral e diga-nos se foi abençoado com um chefe compreensivo e respeitador ou se, pelo contrário, o seu chefe encaixa nalguma categoria da nossa lista. Não tem de gostar do seu chefe, é claro (se não o odiar já é bom), mas o sucesso de um subordinado também depende do patrão.

Aprenda o que fazer quando o chefe é grosseiro

Aprender a lidar com um chefe grosseiro pode ser a chave para o sucesso de uma carreira profissional. Mas, o que fazer quando a situação passa do limite?

Quando lidamos com um chefe que nos trata mal, fala grosserias, sarcasmos e ironias é importante manter a calma. Porém, manter-se calmo não é uma atitude simples de exercitar numa hora dessas.

Na maioria das vezes nos afetamos com esse tipo de comportamento. Além disso, atrapalha nosso desempenho no trabalho e nosso psicológico fica abalado. Ter uma plano de carreira em uma empresa conceituada é o sonho de muitas pessoas hoje em dia.

Mas, ao nos depararmos com um chefe grosseiro perdemos o ânimo. No entanto, é essencial ter pulso firme e compreender que fazer nosso trabalho com qualidade requer sabedoria, principalmente em casos como este.

Embora, não seja fácil manter o equilíbrio nem mesmo manter uma postura adequada, devemos aprender a lidar com comportamentos como este. Atualmente, chefes abusivos estão por toda a parte.

O que você precisa é analisar se a grosseria dele é apenas um comportamento trivial, ou se ultrapassa os limites da convivência abusiva entre hierarquias.

Então, confira algumas dicas importantes para que não perca o foco e ignore certas provocações vindas de seu chefe.

Como conviver com chefe grosseiro e o quer fazer

Antes de tudo, temos que analisar corretamente a situação. Em muitos dos casos o profissional entrou para um emprego novo, mas não está conseguindo se adaptar com seu novo gestor. Às vezes é só uma questão de comunicação falha, mas isso é fácil de resolver.

No entanto, é importante também refletir se isso não é assedio moral no trabalho. Entender as formas que isso ocorre e saber exatamente o porquê desse tratamento hostil vindo do seu superior.

Inúmeras pessoas questionam sobre como lidar com o chefe grosseiro. Foi por isso que decidimos escrever esse artigo e ajudar esses profissionais da melhor forma possível.

O que é um chefe grosseiro?

Primeiramente, devemos entender o que é uma pessoa grosseira e o que ela está fazendo que te afeta. Um chefe grosseiro não faz isso por estar irritado, mas por não ter boa educação para com o outro.

O chefe grosseiro não tem educação, não tem respeito pelo profissional, chama atenção do funcionário na frente de outras pessoas, crítica seu trabalho, é irônico, sarcástico e responde com palavras dúbias.

Saber lidar e se posicionar perante ele é o ponto de partida para que o clima fique melhor no ambiente de trabalho. Existe, também, uma certa distância de ser grosseiro e abusivo, confira alguns perfis!

Perfis de chefes tóxicos e grosseiros

1. Líder grosseiro terrorista

O líder tóxico que comete terrorismo é um dos mais comuns entre os chefes grosseiros. Esse tipo de chefe grosseiro não mede esforços e nem riscos para cometer suas ações terroristas sob seus funcionários. O propósito dele é passar por cima de todos para seu bel-prazer.

2. Líder que se faz de amigo

Esse tipo de chefe se faz de amigo, porém esta amizade não serve para criar vínculo. Nem tão pouco para deixar o clima no ambiente de trabalho bom, mas sim para fazer amizades benéficas a seus favor.

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Assim que pega sua confiança esse chefe faz grosserias e exige coisas de você. Além disso, te humilha perto das pessoas e logo após isso te trata como se nada tivesse acontecido. O profissional que trabalha com esse tipo de líder passa a maior parte do tempo pisando em ovos.

3. Líder que exerce assédio moral

Este tipo de chefe é um dos piores de se conviver no ambiente de trabalho. Isto porque, o assédio moral é algo grave, sério e difícil de identificar.

O assédio não tem limites e acontece de maneira depreciativa. Antes de tudo, é necessário saber que o assédio acontece de maneira constante, ou seja todos os dias no ambiente de trabalho.

O líder abusivo humilha o funcionário na frente dos outros constantemente, sem que seja uma situação inusitada. Sendo assim, podemos afirmar que este chefe está cometendo assédio moral e não só sendo grosseiro.

Nesse sentido, podemos avaliar dois tipos de personalidade. Aqueles com perfil de sociopata, uma vez que manipula a situação o tempo todo. E aquele que sabe exatamente o que está fazendo e faz por mero prazer.  

Por outro lado, existe também aquele líder que não percebe que está agindo desse modo, mas que mesmo assim o faz.

Identificar qual a situação está passando é o primeiro passo para aprender a lidar com ela.

Dicas do que fazer quando o chefe é grosseiro

1. Controle emocional

Embora ter controle emocional não seja tão fácil, você que está passando por essa situação, precisa trabalhar isso. Caso seu chefe grite ou te humilhe perto das pessoas, tente ficar o mais tranquilo possível.

Pense que ninguém tem controle sobre você! Ouça e depois faça o seguinte exercício:

O exercício consiste em conversar sobre o comportamento grosseiro do chefe com ele, em particular. Mostre-se insatisfeito com essa situação, mas fale tranquilamente e de forma segura.

Logo após isso, faça uma crítica direta sobre o comportamento grosseiro que seu chefe teve com você. Deixe claro que prefere ser tratado de outra forma. Inicie a frase na primeira pessoa – Eu acho que…

Peça por uma mudança, com tranquilidade fale seriamente, sem demostrar desequilíbrio. E para finalizar faça um elogio, sobre algum comportamento admirável que ele possa ter.

O chefe abusivo não irá mudar, pois esta é a personalidade dele. Caso identifique que o que acontece é assédio moral, aconselhamos que procure por outro ambiente de trabalho. Por outro lado, pode ser somente falta de comunicação, adaptação e controle emocional.

Analise bem todos os aspectos.

2. Perceba seu sentimento

O chefe grosseiro transmite a ação de ser mal educado com as pessoas, mas o impacto que essa ação vai te atingir pode ser controlada por você. Escolha que esse comportamento não irá te afetar de alguma forma. E com tranquilidade exercite para não levar as provocações para o coração.

Quando sabemos lidar com nosso emocional, tudo fica mais simples. Mas, saiba que ter controle é um exercício diário.

3. Não tenha o mesmo comportamento

Quando o chefe for grosseiro, não o trate da mesma forma, ou levante a voz com ele. Descer ao mesmo nível vai causar mal estar ao ambiente e principalmente a você. Então, levante a cabeça, ouça e fique tranquilo. Além disso, prepare-se para o que citamos no primeiro item, a conversa individual com ele.

4. Converse com o superior dele

Logo após os ataques, chame o chefe para conversar e diga educadamente que se sentiu desrespeitado. Além disso, proponha a mudança de comportamento e o elogie. Como falamos na primeira dica!

Sobretudo, não permita que tratem você dessa forma, pois o dia que permitir sempre te trataram assim.

Caso a conversa não dê resultados, procure o superior do seu chefe, ou o RH da empresa.

Como o profissional se sente quando o chefe é grosseiro?

Provavelmente todo mundo já passou por uma situação como essa, pois ter um chefe grosseiro é mais comum do que se imagina. Ele fica em cima, desrespeita, quer diminui os funcionários entre outras coisas.

Além disso, é visível a desmotivação do profissional que fica sem ânimo para trabalhar.

Aos poucos a vontade do profissional de estar naquela empresa se torna mínima. E o principal, pode prejudicar o rendimento e deixar esse funcionário doente.

Agora que você já sabe como identificar e como lidar com um chefe grosseiro, basta fazer o exercício. Nunca é fácil da primeira vez, mas saiba que essa postura te ajudará a ter mais confiança e com isso ele aprenderá te respeitar!

Mais dúvidas? Comente!

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Constrangimento Pelo Chefe

O número de trabalhadores que já passou por algum tipo de constrangimento em espaço corporativo tem sido mais veiculado pela imprensa nos últimos anos. Um exemplo disso é o estudo realizado pelo site Vagas com 4.

975 profissionais do Brasil que buscou entender quantas pessoas já sofreram com esse problema. Mais da metade dos entrevistados (52%) afirma já ter sofrido assédio moral ou sexual no ambiente de trabalho.

A pesquisa ainda indica que 34% dos participantes já foram testemunhas de situações de abuso.

Atualmente, há mais informações sobre o que pode e o que não pode ser feito na empresa por qualquer tipo de funcionário. Contudo, mesmo com todo o conhecimento a respeito do assunto disponível, muitas pessoas ainda enfrentam dificuldades, especialmente quando o assédio é praticado pelo chefe.

Mas, como se defender de uma figura de autoridade, que delega suas atividades e ainda paga o salário no fim do mês? Para te ajudar nessa tarefa, vou te passar algumas dicas de como lidar com o problema de maneira assertiva e inteligente, sem danificar a sua carreira ou o seu marketing pessoal. É só continuar lendo o texto para conferir!

Como definir o que é constrangimento no trabalho?

Veja o que pode ser entendido como constrangimento no trabalho e aprenda a identificar estas situações para se proteger. Acompanhe:

  • Instruções de trabalho abstratas que podem te induzir ao erro;
  • Críticas destrutivas;
  • Insultos;
  • Broncas e críticas destrutivas diante de outras pessoas;
  • Humilhação por conta da raça, opção sexual, religião, gênero e raça;
  • Brincadeiras discriminatórias em relação ao tipo físico, religião, gênero, opção sexual e raça;
  • Discursos discriminatórios em relação ao tipo físico, religião, gênero, opção sexual e raça;
  • Realização de trabalho em horários injustificados;
  • Proibição de convivência com outros colaboradores;
  • Elaboração de situações para que forcem um pedido de demissão;
  • Retirada de material de trabalho como a mesa, computador ou telefone para humilhar o funcionário diante dos demais;
  • Espalhar boatos sobre o trabalhador criando constrangimento no trabalho;
  • Usar a posição de autoridade para perseguir e humilhar.

Se você tiver passado ou conhece alguém que passou por algum cenário que não coloquei aqui é só escrever nos comentários no fim do artigo.

Como lidar com as situações de assédio em ambiente profissional

Na maioria dos casos, a dúvida que paira na cabeça de quem passa por uma situação de constrangimento no trabalho é qual é a medida correta para tomar. Para não se prejudicar, o funcionário que vive constantemente esse tipo de situação precisa ter mecanismos de defesa. Confira as dicas que separei que podem ajudar:

  • Abra um canal de diálogo com o seu gestor: se você se incomoda com o tom de voz que o seu chefe fala com você diante dos outros ou em particular, o melhor caminho é dizer isso diretamente a ele de forma educada e reservada. Para que fique mais fácil de ele entender, ilustre com exemplos e também explique como é ruim para o clima organizacional e também a sua motivação e produtividade no dia a dia. Em seguida, aguarde uma mudança de comportamento e colabore continuando a fazer sua parte.
  • Reúna evidências dos constrangimentos: se a conversa não surtiu efeito e você ainda está passando por constrangimento no trabalho, não deixe que a situação se torne maior para tomar uma providência. Para isso, você deve focar em reunir evidências de que seu superior realmente está lhe assediando. Pode ser um e-mail enviado para ele relatando a situação com cópia para uma testemunha, conversas de aplicativos como Whatsapp ou qualquer prova material de uma das situações humilhantes.
  • Avalie a possibilidade de denúncia: caso você já tenha tentado diálogo com o chefe e com a empresa e não obteve resultados, é hora de fazer uma denuncia ao seu sindicato ou à Justiça do Trabalho. Se a investigação apurar que a denúncia procede e que a empresa não agiu como deveria, pode responsabilizá-la judicialmente. Não peça a demissão antes desse passo para não perder seus direitos. Em geral, numa situação grave de constrangimento no trabalho, pode-se obter rescisão do contrato de trabalho sem perder seus direitos.
  • Procure outro emprego: se mesmo com todas as provas, você decidir que não quer levar o seu caso à justiça, o melhor caminho para se preservar de futuros assédios é buscar uma nova oportunidade em uma empresa em que você seja respeitado e valorizado por todos, inclusive o seu superior. Lembre-se de que você merece ser respeitado e não deve aceitar ser constrangido de modo algum.
  • Desabafe com pessoas próximas: é importante que você tenha amigos e familiares em que pode confiar, contando o que está acontecendo. Longe de ser fofoca, o objetivo é que você possa expor seus sentimentos em território seguro, podendo ser amparado. Essas conversas podem servir como combustível para que você se posicione exigindo que os seus direitos sejam respeitados.
  • Tenha acompanhamento médico: durante e após o processo de denúncia, é essencial que você tenha orientações de um profissional da saúde, como um psicólogo. Ele pode te ajudar a enxergar a luz no fim do túnel, além de te preparar emocionalmente para aguentar o dia a dia.
  • Desenvolva a sua inteligência emocional: com o coaching, você pode desenvolver a sua inteligência emocional, possibilitando que o gerenciamento de sentimentos. Assim, você tem a ação ideal para o momento certo. Não deixe que o seu gestor bagunce sua capacidade de se adequar emocionalmente.
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Você conhece outra saída além dessas que citei acima? Se sim, escreva quais nos comentários no fim do artigo. Infelizmente, o assédio moral no ambiente de trabalho é uma prática comum e, para que tenha fim, é necessário que os colaboradores atingidos tenham voz. Por isso mesmo, mostrei a você todos os conselhos acima. Corra atrás dos seus direitos!

7 frases que ajudam a neutralizar um chefe tóxico

São Paulo — Você tem uma sensação crônica de fadiga, tensão e sufocamento só de estar perto do seu chefe? Fica nervoso quando precisa apresentar algum tipo de problema para ele, com medo de uma reação intempestiva?

Talvez você tenha um gestor tóxico — e a palavra não é exagero. “Existem pessoas cujas atitudes fazem mal à saúde, porque emitem uma certa toxicidade para quem está em volta’”, diz a coach Eva Hirsch Pontes, professora convidada da Fundação Dom Cabral.

Instáveis, grosseiros, severos ou narcisistas, os líderes nocivos para suas equipes podem apresentar características diversas. Seu único ponto em comum, decorrente da falta de inteligência emocional, é não se dar conta do mal-estar que produzem.

“O líder tóxico tem algumas desordens primárias, que o impedem de enxergar o outro”, explica Pontes. “Em geral, tem uma baixíssima autoestima ou uma necessidade de controle para se sentir minimamente estruturado, além de diversas questões inconscientes que podem ter relação com sua infância e que são expressas de uma forma que machuca o outro”.

O principal problema está ligado aos seus padrões de comunicação. Na visão de João Luiz Pasqual, presidente da ICF (International Coach Federation) no Brasil, existem líderes que falam de forma assertiva, direta e sem rodeios — o que é bom. Algo totalmente diferente é o chefe que não toma o menor cuidado com as suas mensagens.

“São pessoas que alteram bruscamente seu padrão de comunicação por pequenos motivos, usam um tom de voz agressivo e às vezes até recorrem a xingamentos”, explica ele. Seus gestos e outros aspectos da linguagem corporal também espelham a dificuldade em se comunicar de forma serena e racional. O resultado são doses cavalares de adrenalina em quem está por perto.

Como você pode ser intoxicado

Além de prejudicar o seu equilíbrio emocional, a convivência diária com um chefe tóxico também pode fazer mal para seu organismo.

“O acúmulo de raiva ou tristeza sempre chega ao corpo”, diz Pontes. “Você libera o hormônio do estresse, o cortisol, e aí começam as alergias, disfunções estomacais, entre outros problemas fisiológicos”.  

Isso para não falar no preço que a sua carreira pode pagar. “Um chefe tóxico frequentemente compromete o desenvolvimento profissional e as possibilidades de ascensão do funcionário dentro da empresa”, afirma Pasqual. Afinal, uma grande dose de energia — que poderia ser usada para aprender e produzir mais — acaba sendo desperdiçada com conflitos interpessoais.

O clima instalado é de “salve-se quem puder”. Para evitar agressões do chefe, os liderados entram em uma espécie de modo de sobrevivência e até de competição, explica o presidente da ICF Brasil.

Frases para neutralizar essa toxicidade

Na visão de Pontes, aplacar os efeitos de um chefe tóxico sobre a sua vida é parecido com fortalecer o seu sistema imunológico contra um vírus. “Você precisa dormir bem, ter uma alimentação equilibrada, meditar, estar bem consigo mesmo para manter o controle”, explica a professora.

Não adianta varrer o seu incômodo para debaixo do tapete: é preciso saber nomear as emoções e saber por que você sente cada uma delas. Se você está com raiva, por exemplo, é importante buscar uma forma emocionalmente inteligente de liberar esse impulso agressivo — nem que seja em uma enérgica partida de tênis.

O segredo de profissionais que sobrevivem a gestores abusivos é uma elevada capacidade de automotivação. O conselho de Pasqual é não desistir dos seus propósitos e valores. “É preciso descobrir como ter prazer com os próprios resultados, independentemente do que acontece no entorno”, explica.

Em tempo: nada disso vale se o problema do seu líder for falta de ética. “Se ele está mentindo, enganando a empresa ou ferindo valores fundamentais, não basta simplesmente buscar táticas de autodefesa”, diz Pontes. “Nesse caso, o RH precisa ser envolvido”.

A boa notícia é que existem formas de não se contaminar (tanto) pelo problema. Os especialistas ouvidos por EXAME reuniram 7 situações de estresse provocadas por líderes tóxicos e, para cada uma delas, um exemplo de frase que pode servir de antídoto contra seu “veneno”. Confira:

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Diante de um ataque nervoso ou “chilique”, espere. Segundo Pontes, na hora da “birra”, é melhor não dizer nada, porque o outro não vai ouvir. “Entenda que ele está fora de controle naquele momento e é melhor aguardar uma oportunidade mais adequada para abordá-lo.”, explica ela.

Na hora certa, diga algo como “Você pode me ajudar a entender como eu poderia ter feito isso melhor?. Quando você oferece ajuda e pede dicas para melhorar a sua própria contribuição, mostrará que está se colocando como parte da solução, e não do problema.

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 Diante de um xingamento direcionado a você, também é importante prestar atenção ao timing. A melhor opção é não reagir imediatamente, porque a raiva e a tristeza podem prejudicar o seu raciocínio. Pasqual recomenda respirar fundo e, na hora mais oportuna, pedir para conversarem em privado.

Em uma sala reservada, diga como se sentiu. “Como em todo bom feedback, comece falando sobre aspectos positivos da relação entre vocês”, aconselha o presidente da ICF.

“Depois, fale concretamente sobre a situação do xingamento e fale algo como ‘Não consigo dar o meu melhor quando você fala dessa forma comigo’”.

Dizer simplesmente que você ficou ofendido não é suficiente; é preciso mostrar para o líder que você não produzirá bem se ele continuar tratando você de forma rude.

3

Diante de uma crítica destrutiva ao seu trabalho,procure saber se existem evidências que comprovem que a sua entrega realmente estava ruim. Se for o caso, é importante ter humildade para reconhecer isso. “Precisamos filtrar o que há de valor na crítica e só então conversar com o líder”, recomenda a professora da Fundação Dom Cabral.

Nessa conversa, é importante dizer algo como “Estou com dificuldade e gostaria da sua ajuda para fazer um curso ou receber dicas de um especialista”.

Para não se desgastar ainda mais, vale ter serenidade para desconsiderar o aspecto destrutivo da crítica e não confrontar o gestor diretamente.

A melhor resposta é mostrar que você não se ofende facilmente e está sempre disposto a aperfeiçoar sua entrega.

4

Diante de um líder controlador e desconfiado, que quer ser copiado em todos os e-mails, pergunte a ele: “O que você quer saber especificamente todos os dias?”. Você também pode se oferecer para mandar as notícias e atualizações mais importantes do trabalho de tempos em tempos. O essencial é deixar tudo combinado, para evitar a repetição da cobrança.

5

Diante de um líder autoritário, que não gosta de ser contrariado nem corrigido, colecione evidências de eventuais ideias contrárias às dele. Em algum momento, experimente dizer: “Andei fazendo pesquisas e encontrei algumas informações que podem enriquecer o nosso processo de tomada de decisão”.

Segundo Pontes, é importante apresentar as divergências como complementos, porque isso elimina a sensação de que se trata de uma batalha de argumentos. “Ele continua sentindo que está no controle e que você está apenas oferecendo subsídios”, diz a coach.

6

Diante de um líder viciado em trabalho, que fica irritado quando as pessoas não estão no mesmo ritmo, busque demonstrar entusiasmo pelas ideias que ele apresenta como forma de aplacar sua ansiedade.

Porém, quando ele exagerar nas cobranças, diga algo como: “Estou me dividindo entre os projetos A, B, C e D, e gostaria de saber qual deles você quer que eu priorize”. “Fazer esse tipo de pergunta ajuda a trazer foco para o seu gestor”, explica Pontes. De uma forma muito gentil, você está fazendo com que ele entenda que não consegue dar conta de tudo.

7

Diante de um líder rude, autoritário, centralizador e exigente ao extremo, que está acabando com a sua saúde e já está fazendo você pensar seriamente em pedir demissão, a saída pode ser mais radical.

Se você já tentou de tudo, talvez valha uma última tentativa: dizer algo como “Estamos juntos há tanto tempo, mas vejo que nossa relação está desgastada. Você quer meu apoio para transpor esses desafios?”.

É uma forma de desafiá-lo, e ao mesmo tempo mostrar disponibilidade para ajudá-lo. “Para dizer isso ao chefe, você precisa ser extremamente corajoso e seguro de que a empresa valoriza sua permanência na equipe”, diz Pasqual. “É arriscado, mas fazer essa pergunta pode mudar a sua vida para melhor dali em diante”.

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