Como Impedir Que O Periodo Venha?

Como Impedir Que O Periodo Venha?

Durante o período menstrual, uma boa dica é comer frutas como a melancia, que ajuda a amenizar dores, atua como anti-inflamatório, hidrata e desintoxica o organismo

Para muitas mulheres, o período menstrual é sinônimo de cólicas, enxaquecas, estresse, cansaço e indisposição para seguir a rotina. Mas você sabia que é possível amenizar esses sintomas através da alimentação? Existem alimentos que ajudam a amenizar o inchaço, as dores e até garantem bom humor. Interessante, né? Nós fizemos uma lista com 5 dos mais relevantes para esse período, confira!

1. Chocolate meio amargo garante bom humor, pois é fonte de triptofano (precursor da serotonina)

Você também gosta de comer doces quando está no período menstrual? Apesar de sorvetes, balas e biscoitos (doces industrializados e ricos em açúcar) não serem indicados, você pode sempre recorrer ao chocolate meio amargo. Ele é fonte de triptofano – aminoácido precursor da serotonina (“hormônio da felicidade”) -, é rico em antioxidantes, que combatem focos de inflamação e também auxilia no controle do colesterol.

Para manter o bom humor, a nossa dica é comer um pouco de chocolate meio amargo durante todos os dias do período menstrual. Assim, você mata a sua vontade de comer doce de forma mais saudável!

2. Melancia hidrata, desintoxica o corpo e ajuda a amenizar dores

Outra forma de matar a vontade de comer doce é investindo no consumo de frutas, que têm um açúcar natural (frutose) e são bem saudáveis.

A melancia, em especial, ajuda a hidratar e a desintoxicar o corpo, pois tem alto teor de água em sua composição.

Além disso, ela possui o aminoácido citrulina, que ajuda a amenizar dores musculares e é rica em vitamina A, C, do complexo B e antioxidantes, que reduzem as inflamações no corpo.

Além de consumir melancia no período menstrual, você também pode apostar em outras frutas benéficas, como as cítricas (limão, laranja, abacaxi e acerola), que têm alto teor de antioxidantes. A banana também é muito benéfica nesse sentido, pois é fonte de potássio e vitamina B6, nutrientes que ajudam a amenizar dores musculares.

3. Castanhas são fontes de magnésio, mineral que ajuda a aliviar as cólicas

O grupo das castanhas e oleaginosas, para quem não sabe, é considerado um dos mais benéficos para aliviar os sintomas do período menstrual.

Esses alimentos são fontes de magnésio, um mineral que ajuda a amenizar cólicas, dores de cabeça e garante mais bem-estar.

Além disso, as castanhas são fontes de vitamina E, nutriente que ajuda a diminuir o sangramento e também alivia dores no corpo.

Outras oleaginosas que você pode consumir: nozes, amêndoas e avelã.

4. Brócolis fornece ferro, magnésio, potássio, fibras e vitaminas que aliviam os sintomas da menstruação

Durante o período menstrual, a nossa dica é tentar ao máximo seguir uma dieta natural – evitando alimentos gordurosos e industrializados (que possam causar dores, gases ou algum desequilíbrio hormonal).

Em contrapartida, você pode (e deve) consumir mais vegetais e folhas verde-escuras, que são fontes de ferro – mineral que fica em falta no corpo por conta da perda de sangue. O brócolis, por exemplo, é um dos mais indicados.

Ele é rico em magnésio e potássio (nutrientes que amenizam dores), vitaminas A e C (que atuam com antioxidantes) e ainda fornecem fibras, que ajudam a manter o intestino em bom funcionamento – o que às vezes não acontece durante o período menstrual.

5. Sementes de abóbora são fontes de vitamina E e magnésio, que aliviam as dores

Assim como as oleaginosas, as sementes (de abóbora e girassol, por exemplo) também são ótimas para o período menstrual.

Elas fornecem uma boa dose de vitamina E e magnésio, que ajudam a aliviar as dores (tanto cólicas quanto enxaquecas) e garantem mais bem-estar.

Você pode usar sementes de abóbora de diversas formas: para preparar molhos, biscoitos, pães e até consumi-las assadas, como aperitivo. Fica a dica!

Bônus: tome chás calmantes e anti-inflamatórios

Além de comer os alimentos que recomendamos, uma boa sugestão é apostar em chás com calmantes e anti-inflamatórios, como o de camomila, calêndula e gengibre. Eles ajudam a aliviar a cólica e têm propriedades medicinais que garantem a eliminação de toxinas do corpo. Tente tomar um chazinho desses toda noite para relaxar e amenizar as dores. Você vai perceber que faz toda a diferença!

Suspender a menstruação é tendência entre mulheres jovens

Tomar a pílula já não é, apenas, sinónimo de embalagens com 21 comprimidos e intervalos de sete dias, muitas vezes prolongados por esquecimento no re-início da toma.

A pílula contínua é opção para mulheres que preferem suspender ou diminuir a menstruação, eliminando com isso sintomas da tensão pré-menstrual (TPM) e outros incómodos — uma opção que, segundo especialistas, já é mesmo uma tendência entre mulheres jovens. 

Nos Estados Unidos já estão disponíveis pílulas que acabam, de facto, com a menstruação ou que fazem com que apareça apenas de três em três meses. Em Portugal este tipo de contraceptivo oral não existe no mercado, pelo que a toma consecutiva de embalagens normais de 21 comprimidos, sem intervalo, é uma das soluções.

A outra passa pela escolha de pílulas mais recentes, com 28 comprimidos: 24 com substância e activa e quatro “brancos”, sem qualquer medicamento.

Fernanda Águas, presidente da Sociedade Portuguesa de Ginecologia (SPG), sublinha a diferença: “Tomar a pílula de forma contínua significa tomar comprimidos todos os dias com a forma activa do medicamento, o que é diferente de tomar todos os dias um comprimido.”

No primeiro caso, a mulher “toma o comprimido efectivo todos os dias, sem qualquer período de pausa nem hemorragia de privação”, explica a especialista. “É uma situação que habitualmente utilizamos quando há uma indicação nesse sentido — e há situações, do ponto de vista ginecológico, que aconselham a que se faça esse tipo de toma”, justifica.

Já na segunda opção, o que acontece é que o comprimido é tomado todos os dias, para “reduzir falhas e esquecimentos”, responsáveis pela lacuna do método. Diz Fernanda Águas que “tomar um comprimido todos os dias tem sido uma tendência”. Chegou-se à conclusão de que se a pessoa o fizer, a probabilidade de se esquecer é menor.

“Porque fazer a pausa leva a que não comece, muitas vezes, no dia certo.”

As pílulas contínuas têm 28 comprimidos

Este tipo alternativo de toma de pílula é mais popular entre as mulheres mais jovens, garantem Fernanda Águas e Teresa Bombas (presidente da Sociedade Portuguesa da Contracepção, SPDC), menos preocupadas com a suspensão da menstruação.

Isto porque, sugere a primeira médica, “para uma percentagem ainda grande das mulheres portuguesas é importante ter menstruação”.

“Esta nova geração gosta de não ter hemorragia, é uma vantagem: não menstruam, podem ir à praia à vontade e a prática de actividades físicas é muito mais fácil”, aponta Teresa Bombas, para quem a menstruação “é um acontecimento dos tempos modernos”.

“Se recuarmos anos na história da fertilidade, as mulheres tinham muitos filhos e, na maior parte do tempo, não menstruavam: ou estavam grávidas ou a amamentar”, sustenta a médica na Maternidade Daniel Matos, em Coimbra.

O uso contínuo da pílula, defende a presidente da SPDC, “deve ser preconizado apenas por boas utilizadoras”.

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Porque para utilizadoras não regulares, que se esquecem frequentemente, “pode dar uma falsa sensação de protecção” e, até, levar a uma gravidez com risco.

O mesmo acontece com outros métodos contínuos, como o anel vaginal ou o implante, que também suspendem ou diminuem a hemorragia de privação.

Ilda Ferreira, de 30 anos, tem um destes implantes contraceptivos há cerca de ano e meio, depois de ter tomado uma pílula contínua durante três anos.

Para a vigilante aeroportuária que vive em Gondomar, este tipo de métodos contínuos são ideais porque, por um lado, diminuem o esquecimento — mais vulgar quando se trabalha por turnos e “os horários ficam trocados” — e, por outro, são benéficos para mulheres com ciclos irregulares.

A pílula comum incentiva os esquecimentos, diz a presidente da SPDC

Entre estes dois métodos, Ilda teve uma filha — “e não houve qualquer problema em voltar a engravidar”, garante ao P3.

Informada pelo médico da existência destas pílulas, Ilda conseguiu, finalmente, regularizar os ciclos menstruais e diminuir os efeitos da TPM.

Hoje, com o implante (que tem a duração de três anos e pode ser retirado quando quiser), sente-se “lindamente”. “Estou sempre relativamente à vontade e não tenho qualquer preocupação por não menstruar.”

“As mulheres começaram a fazer a pílula contínua porque nós descomplicámos e desmistificámos os riscos”, conta Teresa Bombas.

“Percebemos muitas coisas ligadas à contracepção quando começámos a fazer consultas de interrupção voluntária de gravidez: a questão da gravidez não planeada não tem a ver necessariamente com o não uso de contracepção, mas com uma má adesão à mesma”, reflecte a ginecologista.

Quem pode usar a pílula contínua? Teresa Bombas responde

Não é o caso de Mariana Magalhães, que há cerca de seis anos toma contraceptivos orais na tentativa de melhorar uma “anemia crónica”. Ao fim de experimentar várias marcas, a jovem de 20 anos estabilizou numa pílula de 28 comprimidos.

Não nota qualquer diferença face às anteriores, em termos de sintomas, mas conseguiu, finalmente, controlar a anemia — um dos exemplos que sustenta a opinião de Fernanda Águas, ginecologista na Maternidade Bissaya Barreto, também em Coimbra.

É um medicamento relativamente mais caro, sim (cada embalagem custa 12 euros), e a menstruação de Mariana não foi suspensa.

A jovem formada em Ciências de Comunicação já chegou a encadear pílulas de 21 pastilhas “quando estava de férias, na praia”, depois de se certificar com o ginecologista de que tal atitude não traria riscos.

De resto, explica Mariana, tendência é, também, alterar o dia de início da toma — “pelo menos no que toca às minhas amigas e conhecidas”, sublinha.

Apesar de não existirem riscos comprovados neste tipo de toma, Fernanda Águas reitera: “Não sou eu que vou recomendar à pessoa a toma contínua, a não ser que haja uma indicação médica para tal.

” Isto porque, continua, a toma contínua pode levar ao “atrofiamento da parte de dentro do útero, o endométrio, e a consequentes spottings”, pequenas perdas que podem ser regulares. “Também temos de pensar que durante o período de pausa a pessoa não faz a ingestão de uma hormona exógena.

Há quem defenda que esse período livre pode ser vantajoso do ponto de vista de efeitos adversos, mas nada disso tem sido comprovado por trabalhos científicos”, conclui.

Menstruação prolongada: conheça as principais causas

O fluxo menstrual está presente na vida de toda mulher, desde a puberdade até a menopausa. Ela sinaliza o início da ovulação feminina que, em resumo, significa que o corpo já está preparado para uma gestação.

Quando o ciclo apresenta-se regular e com duração de 3 a 7 dias no mês, é um forte indicativo de que a saúde da mulher está em dia. Agora, o que pouca gente costuma prestar atenção, é na chamada menstruação prolongada.

Já ouviu falar sobre isso?

Em um primeiro momento, você pode até acreditar que esse fenômeno é comum e não deve ser motivo de preocupação. Mas não se engane: por trás da irregularidade do fluxo, há grandes chances de existir uma doença grave e que precisará de um intenso acompanhamento com um médico especializado no assunto: o ginecologista.

Pensando nisso, e para deixá-la antenada, criei um post com tudo o que você precisa saber sobre o assunto. Na leitura de hoje, explico as causas da menstruação prolongada e as principais formas de tratamento. Acompanhe e saiba mais!

Tudo sobre a menstruação irregular

Antes de descobrir o que é a menstruação prolongada, que tal entender, de fato, o que é um fluxo menstrual considerado saudável? Como falei, o ciclo menstrual tem início ainda na puberdade, que costuma ocorrer dos 10 até os 17 anos. Ainda assim, existem mulheres que menstruam antes ou após essa faixa etária.

A menarca — nome que se dá à primeira menstruação — é o indicativo que o corpo feminino começou a ovular e está pronto para uma gravidez. Contudo, caso não ocorra a fertilização, o endométrio (a mucosa que reveste o útero e foi formada para receber o embrião) se solta e provoca um sangramento: o famoso fluxo menstrual.

As menstruações regulares apresentam duração de 3 a 7 dias e devem ocorrer uma vez por mês.

Mas também é importante ter em mente que nem sempre esse é o cenário entre a maioria das mulheres.

Boa parte do público feminino apresenta menstruação irregular, o que dificulta o acompanhamento do período fértil e que, inclusive, pode ser uma consequência de sérias complicações de saúde.

A seguir, falo com mais detalhes sobre isso. Confira.

A menstruação prolongada

Normalmente, as mulheres estão acostumadas com o atraso da menstruação ou, até mesmo, a ausência do fluxo no mês. Fato este, responsável por deixar muitas pessoas desesperadas, uma vez que tal acontecimento, pode ser o anúncio de uma gestação inesperada ou uma complicação ginecológica.

Por outro lado, há situações em que o fluxo menstrual, simplesmente, se torna prolongado, ou seja, dura muito mais tempo do que o normal.

Para ser considerada prolongada, a menstruação precisa se estender por mais de 8 dias, esteja ela apresentando fluxo intenso, moderado ou leve. Nesses casos, é importante prestar atenção tanto na quantidade de sangue que vem sendo expelido, quanto na sua tonalidade. Juntos, esses detalhes ajudarão o médico a compreender melhor o que está acontecendo com o seu organismo.

Outro ponto que vale a pena ser considerado, é o número de vezes que a mulher troca de absorvente por dia. Caso passe de 6 trocas, isso pode significar que o fluxo está muito alto. O mesmo vale para a cor do sangue que, se estiver escura ou clara demais, o ideal é acionar imediatamente o ginecologista.

Consequências

Além do grande incômodo causado pela menstruação prolongada, essa complicação pode causar outros problemas. Esse é o caso da anemia, que surge em mulheres que apresentam um fluxo menstrual intenso e de longa duração.

Se a menstruação se estender por muito tempo, a paciente pode começar a apresentar tontura, fraqueza, indisposição, mal estar e deficiência de ferro no organismo necessitando, assim, uma intensa reposição do nutriente. Esse tratamento deve ser realizado por meio da alimentação e também pela ingestão de suplementos específicos.

As causas da complicação

Pouca gente sabe, mas há inúmeras causas por trás de uma simples menstruação prolongada. Essas razões podem variar muito, desde um problema hormonal até algo mais sério, como o câncer. Entre os fatores que mais contribuem para esse cenário, podemos destacar:

  • estresse e ansiedade;
  • alterações hormonais e distúrbios na tireoide;
  • alterações na ovulação;
  • mioma uterino;
  • erros de cálculo;
  • gravidez;
  • interrupção da pílula anticoncepcional;
  • pólipos no útero;
  • câncer;
  • doenças hemorrágicas;
  • uso de DIU, em especial, o de cobre.
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Atenção: há situações em que a menstruação fica irregular ou leva mais tempo para acabar por razões simples. O mais comum é que isso aconteça após o uso de medicamentos (como a pílula do dia seguinte), entre mulheres que estão entrando na menopausa ou, também, entre adolescentes que ainda não estão com o ciclo menstrual regularizado.

Por conta disso, é de extrema importância investir no acompanhamento médico para identificar a real causa do problema.

Diagnóstico

Para identificar o que está causando a menstruação prolongada, o médico precisará avaliar a região genital por meio do exame do toque. Já para um resultado mais apurado, muitos especialistas têm o costume de solicitar a realização de alguns exames de análise, sendo a colposcopia e o papanicolau os principais deles.

Os tratamentos para menstruação prolongada

Após identificada a causa da menstruação prolongada, o ginecologista pode recomendar diferentes tratamentos. Tudo dependerá da gravidade do problema e das alternativas disponíveis. As opções mais indicadas da atualidade são:

  • o uso de pílula anticoncepcional para equilibrar os índices de hormônios presentes no organismo;
  • a ingestão de medicamentos anti-inflamatórios, que ajudam a diminuir o sangramento;
  • dilatação e curetagem do útero, nos casos mais graves. Aqui, também é possível remover o endométrio ou o colo do útero, dependendo da situação da paciente.

Lembre-se: ao identificar a menstruação prolongada, evite a automedicação ou o uso de remédios caseiros que prometem contornar o problema. A melhor saída é recorrer a um especialista, que tem estudo e experiência suficientes para indicar a melhor solução.

E então, gostou de saber mais a respeito da menstruação prolongada, bem como as suas formas de tratamento? Espero que sim!

Se você deseja continuar se informando sobre a saúde feminina e os cuidados que o seu corpo merece, aproveite o momento e confira, agora, os 6 motivos para procurar uma clínica ginecológica!

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Quais são os métodos utilizados para bloquear a menstruação? – Clínica Mãe

Alguns métodos hormonais podem ser utilizados para suspender temporariamente as menstruações. Bloqueios com anticoncepcionais orais de progesterona ou combinados de estrogenios e progesterona, DIU de progesterona, implante de progesterona, injeção de progesterona de depósito, anel vaginal e adesivos contraceptivos podem ser utilizados para bloquear menstruações.

As principais indicações são cólicas, assaduras pós menstruais, endometriose, sangramento menstrual aumentado ou irregular e até para aquelas que preferem não menstruar.

Em casos de pacientes em programação cirúrgica para miomas, por exemplo, bloqueadores hormonais injetáveis podem ser usados para gerar menopausa química e diminuir o volume uterino, o que pode facilitar a cirurgia.

2) Quais as vantagens para a mulher?

Evitando a menstruação evita-se todo o desconforto gerado por ela: cólicas, assaduras pós menstruais, alergias a absorventes e até a TPM pode ser minimizada! Além disso, em mulheres que sangram muito evita-se anemia e em mulheres com endometriose minimizam-se cicatrizes e aderências pélvicas.

3) E as desvantagens?

Só existem desvantagens comprovadas do uso prolongado de análogos, que são os bloqueadores hormonais injetáveis. Por imitarem a menopausa, podem estar associados a ondas de calor, mal estares, secura vaginal e osteoporose.

Os demais métodos podem estar associados a escapes, que são sangramentos esporádicos em pequena ou mínima quantidade, mas que costumam ser raros e bem tolerados pelas mulheres.

Algumas mulheres retenção líquida com o método de injeção de progesterona, principalmente.

4) Existem várias dúvidas das mulheres, como se pode prejudicar a fertilidade, ou se é importante menstruar para haver limpeza do útero. Gostaria que explicasse a respeito

Não existe prejuízo algum à fertilidade quando se evita a menstruação, pelo contrário, em casos de endometriose, por exemplo, a supressão da menstruação poderá inclusive aumentar as chances de gravidez futura por evitar cicatrizes e aderências pélvicas.

O sangue perdido durante as menstruações, por outro lado, não é responsável por limpar o útero e sim por receber um futuro bebê, se a gravidez não acontece há renovação da parte interna do útero, isso é a menstruação. Quando usamos progesterona para suspender as menstruações a camada interna do útero não se espessa para esperar a gestação e por isso não há sangramento.

A injeção de progesterona de depósito, apesar de não causar infertilidade, pode manter seu efeito contraceptivo por alguns meses após o término de seu uso, evitando gestações neste período. Passado seu efeito, a função reprodutiva retornará normalmente.

5) Caso opte por bloquear a menstruação, por quanto tempo isso pode ser feito?

Período indeterminado, ou seja, pelo tempo que for conveniente à paciente, já que não há nenhum malefício do bloqueio. Se optado por injeção de progesterona de depósito o controle dos ossos é fundamental.

Menstruação e verão: Pode atrasar ou parar menstruação? E o absorvente na água? – ISTOÉ Independente

Menstruação e verão: Com o verão e as férias de fim de ano, tudo que a gente quer é curtir uma piscina/mar e poder relaxar sem preocupações. Contudo, pode ser que seu ciclo menstrual não esteja com as mesmas intenções que você e você menstrue bem no seu momento de relaxamento. Mas o que é possível fazer?

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Menstruação e verão: É possível atrasar ou parar a menstruação?

“A resposta é sim, caso a mulher já faça uso de anticoncepcional. É possível realizar emendas eventualmente para que não apresente fluxo menstrual.”, diz a ginecologista obstetra e mastologista, Dra. Fernanda Torras.Mas é importante sempre conversar com seu ginecologista para saber se o tipo de pílula que usa é adequada para este tipo de conduta.

Já para mulheres que não usam métodos hormonais, infelizmente, não é possível interromper a menstruação.

Outra saída para quem toma pílula, também pode fazer com que o ciclo desça antes do previsto, se a questão for poucos dias. “Neste caso, é possível interromper a cartela alguns dias antes e fazer a pausa menstrual antecipadamente”, diz Torras.

Já estou menstruada. Tudo bem se eu for para praia ou piscina menstruada?

Para ir à praia ou piscina menstruada, é necessário prestar atenção e escolher corretamente a roupa de banho, evitando cores claras e calcinhas cavadas.

É indicado o uso de absorvente interno ou coletor menstrual para evitar possíveis “acidentes”: “É incomum haver sangramento na água, pois a pressão impede os vazamentos, mas logo após, ele pode ocorrer.

Portanto, se existe fluxo, devem ser utilizados os métodos acima. E quando sair da água o absorvente interno deve ser trocado”, orienta a especialista.

Lembrando das trocas frequentes a cada 3 horas dos absorventes internos e período maior no uso dos coletores, de acordo com a intensidade de fluxo, higienizando obrigatoriamente a cada 12 horas.

Se seguir este padrão de trocas e cuidados, não ocorrerá vazamentos ou desconfortos pelo fluxo menstrual.

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Há ainda calcinhas de biquíni absorventes para uso em conjunto com absorventes internos e coletores, que garantem absorção em caso de vazamento acidental!

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Menstruação: quais os exercícios físicos mais recomendados para o período menstrual

Incomodada ficava a sua avó, dizia a antiga propaganda de absorvente. Mas a verdade é que menstruação é incômoda sim, mesmo para as mulheres do século 21, especialmente para as que sofrem com cólicas, dores nas costas e nas pernas, dores de cabeça e problemas intestinais.

Essencial para o funcionamento do organismo feminino, esse período, no entanto, ainda vem acompanhado de sintomas como desânimo, o que pode acarretar em uma redução no desempenho físico.

Como evitar, então, que o ciclo menstrual interfira na prática esportiva? Melhor: como usar a atividade física a seu favor, como uma forma de minimizar o desconforto e o desânimo?

Segundo estudo recente da Universidade Politécnica de Hong Kong, na China, fazer exercícios regularmente pode ajudar no alívio das dores causadas pela menstruação, também conhecidas como dismenorreia primária. A ginecologista Caroline Wall Obrali explica que isso acontece graças à produção de endorfinas no corpo, que são liberadas durante e após a realização de uma atividade física.

– A prática regular de atividade física, além de melhorar a qualidade de vida, proporciona o aumento da produção de endorfinas, que são os hormônios responsáveis pelo bem-estar. Esses hormônios amenizam os sintomas da TPM, melhoram as cólicas e a qualidade do sono e concedem disposição e estímulo para atividades diárias – ensina.

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As mulheres tendem a ficar sem ânimo para atividades físicas no ciclo menstrual — Foto: Getty Images

As mulheres tendem a ficar sem ânimo para atividades físicas no ciclo menstrual — Foto: Getty Images

Quais cuidados se deve ter ao praticar exercícios durante a menstruação?

De acordo com a ginecologista Caroline Wall Obrali, apostar em atividades físicas no período menstrual pode melhorar bastante a sensação das cólicas, principalmente por causa da elevação da temperatura do corpo. Ainda assim, a especialista recomenda não abusar.

– No período da menstruação, a produção de hormônios (estrógenos e progesterona) fica reduzida e, graças aos sintomas dessa fase, o rendimento para a prática de exercícios diminui. Sendo assim, o ideal é respeitar seu corpo e seus limites – aconselha.

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O pilates é muito indicado para o período menstrual — Foto: Istock Getty Images

O pilates é muito indicado para o período menstrual — Foto: Istock Getty Images

Quais os exercícios mais indicados para cada fase?

Na fase menstrual, os exercícios físicos mais indicados são aqueles que trabalham a respiração e o relaxamento, como caminhadas, yoga, pilates e alongamento. Mas, segundo a ginecologista Graciela Morgado, o mais importante é analisar o ciclo e criar treinos direcionados. Veja abaixo dicas da especialista de como escolher a atividade ideal para cada etapa da menstruação.

  1. Fase pré-menstrual (fase da TPM): Na fase pré-menstrual, a mulher tem uma queda nos níveis de progesterona e, sendo assim, a capacidade de concentração diminui e a fadiga ocorre mais rapidamente. A mulher se sente mais fraca, sente dores de cabeça e nos seios e fica menos paciente com os treinos. Em decorrência, o desempenho físico pode sofrer uma redução. Pode haver mais retenção hídrica (a mulher sente-se mais inchada), com mais indicação para os treinos aeróbicos, que causam liberação de endorfinas e garantem melhora do humor. Exemplos: corrida, caminhada, natação, ciclismo.
  2. Fase da menstruação: Evite treinos aeróbicos extenuantes, prefira caminhadas, yoga, pilates e alongamento. Também devemos respeitar o nosso corpo e deitar, colocar bolsa de água quente e ingerir chás. Mas o mais importante é tentar dar um ‘respiro’ para o corpo, mesmo que seja por 15 minutos, pois isso ajuda a melhorar a dor e, consequentemente, melhora o ânimo para a prática de exercícios físicos.
  3. Fase pós-menstrual: Na fase pós-menstrual, a crescente taxa de estrogênio e secreção de noradrenalina melhoram significativamente a performance. Aproveite e realize treinos mais intensos e de cargas altas.

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Frutas vermelhas são ricas em antioxidantes e vitaminas B — Foto: Istock

Frutas vermelhas são ricas em antioxidantes e vitaminas B — Foto: Istock

A alimentação pode ajudar?

Para as mulheres que sofrem com falta de ânimo e cólicas, a alimentação aparece como uma aliada na hora de amenizar os sintomas. A ginecologista Graciela Morgado, diretora médica da clínica EndoMater, afirma que alimentos como chocolates devem ser evitados, pois podem piorar a inflamação causada pela menstruação.

– Como a menstruação é um período de intensa inflamação local, muitas vezes procuramos falsos ajudantes, como a alimentação rica em chocolates. Inicialmente, o chocolate causa bem-estar, mas depois provoca um efeito prejudicial e gera mais inflamação e dor – pontua.

A nutricionista clínica e esportiva Hannah Médici Viersa, que trabalha com fertilidade e saúde da mulher, indica alimentos com poder antioxidante para o ganho de disposição durante o período menstrual.

– Durante a menstruação, a mulher precisa apostar em alimentos antioxidantes, como, por exemplo, canela, gengibre, uva roxa e chá verde.

Para os lanches, o ideal é consumir frutas vermelhas e roxas (morangos, cerejas, amoras e uvas), castanhas, sementes e alimentos alaranjados (mamão, manga, cenoura) – sugere.

– Outra dica é beber chá verde com rodelas de gengibre pela manhã, pois também ajuda a melhorar o processo inflamatório fisiológico que ocorre durante a menstruação, além de atenuar as cólicas e melhorar o estado de alerta e concentração.

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Evite chocolate nesse período: ele dá uma sensação de prazer na hora, mas depois pode contribuir para piorar o desconforto — Foto: IStock Getty Images

Evite chocolate nesse período: ele dá uma sensação de prazer na hora, mas depois pode contribuir para piorar o desconforto — Foto: IStock Getty Images

Dicas de alimentação para você melhorar o desempenho durante a menstruação:

  1. Aumente a ingestão de água;
  2. Evite chocolate, café, açúcar, sal e álcool;
  3. Dê preferência para os vegetais verdes escuros, carnes e cereais integrais, fontes de vitamina do complexo B, que reduzem o inchaço e a vontade de comer doces;
  4. Consuma alimentos fontes de ômega 3, como salmão, atum e linhaça, que ajudam no humor e evitam acne e celulite;
  5. Inclua oleaginosas na alimentação, como castanhas e nozes;
  6. Aumente a ingestão de fibras, a fim de ativar o intestino e melhorar a saciedade;
  7. Invista em alimentos com propriedades energéticas, antioxidantes e anti-inflamatórias, como:
  • Canela;
  • Gengibre;
  • Chá verde (especialmente chá verde com rodelas de gengibre, pela manhã);
  • Frutas vermelhas e roxas, como morangos, cerejas, framboesas, amoras e uvas;
  • Hortaliças ou frutas alaranjadas (mamão, manga cenoura).

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