Como Ignorar Uma Pessoa Que Fala Mal De Mim?

Pare por apenas 1 minuto, ou alguns segundos para pensar nas pessoas felizes e bem sucedidas que você conhece.

Elas são completamente diferente de tudo que já vimos, não concorda? As reações, os pensamentos, as atitudes, comportamento, cultura e educação. Tudo isso é diferente nessas pessoas.

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  • OBS: Preparamos uma apresentação com as principais dicas desse artigo. Confira a apresentação clicando na imagem abaixo
  • 9 coisas que as pessoas felizes preferem ignorar from Agendor
  • Confira o artigo na íntegra abaixo:
  • Podemos até acreditar, se quisermos, que elas são pessoas de outro mundo, porque não se parecem em nada com a grande maioria de pessoas que estão ao nosso redor.

Será que não é por isso que as pessoas felizes e bem sucedidas são minorias? Porque elas são completamente diferentes de todo o resto?

Essas pessoas ignoram os estereótipos, a negatividade, os problemas e nadam contra a maré para fazer a diferença em suas vidas. E não é só isso. Elas decidem ignorar algumas coisas também.

Aqui estão elas.

#1. O julgamento de outras pessoas

Tudo bem em ouvir os outros, mas não precisamos ceder ou nos preocupar com tudo que eles pensam, falam e acreditam.

Ao longo da sua vida, haverá muitos momentos em que o mundo vai calar e o que conta é a batida do seu coração. Então é melhor você conhecer muito bem o som da batida, porque é o que você precisa aprender a escutar.

Quando passamos muito tempo preocupado com o que os outros vão pensar, acabamos nos esquecendo de quem realmente somos.

Nós não temos que ser outra pessoa apenas para agradar os outros. Deixe as pessoas ficarem impressionadas e inspiradas por quem você realmente é.

Como Ignorar Uma Pessoa Que Fala Mal De Mim?

Não ceda ao julgamento de terceiros.

#2. Problemas do passado

Nem você, nem ninguém pode mudar o que já aconteceu. Então olhar em frente é a única opção que temos.

Não se estresse. Dê o seu melhor. Esqueça o resto. Nossos erros servem para nos ensinar, para guiar nossa intuição, não para nos definir.

Lembre-se que,  muitas vezes quando as coisas estão caindo aos pedaços, elas ainda continuam caindo em algum lugar. Só porque você não está onde quer estar hoje, não significa que você não estará lá algum dia.

#3. As pequenas frustrações

Um dia ruim é apenas um dia ruim. Ele vem e vai. Escolha aceitar isso, porque quanto mais rápido esse dia for embora, mais rápido um novo dia vem chegando.

É necessário deixar algumas coisas irem simplesmente pela razão de que elas vão pesar o seu coração e sua alma. Vá em frente e esqueça essas frustrações.

Atrás de cada belo dia, há algum tipo de luta. Atrás de todo dia ruim também. A gente cai, se levante, cometemos erros, vivemos e aprendemos. Somos humanos, não perfeitos. Podemos ter nos ferido, mas estamos vivos.

Pense no privilégio precioso que é estar vivo hoje. Às vezes, há tristeza em sua jornada, mas também há muita beleza. Você deve caminhar colocando um pé na frente do outro, mesmo quando doer, pois você nunca vai saber o que está esperando por você ao virar a curva.

#4. A dor do trabalho duro

Existem 2 tipos de dor na vida: a dor que te machuca, e a dor que te faz mudar. Mas quando você aprende com elas, as 2 são a mesma coisa. Se você quer algo, deve suportar a dor e trabalhar para isso.

Você pode não ser capaz de mudar o seu destino em 1 dia, mas você pode mudar a sua direção agora.  Lembre-se, a força não vem do que você pode fazer. Ela vem de superar as coisas que você não pode.

Situações difíceis constroem a força das pessoas bem sucedidas. Não importa o quanto dói agora, você tem que manter a cabeça erguida, ranger os dentes e continuar.

Como Ignorar Uma Pessoa Que Fala Mal De Mim?

Não deixe que o trabalho duro amedronte você.

#5. Ocupação insignificante

No início, você precisa dizer “sim” para um monte de coisas para descobrir e estabelecer seus objetivos.

Mais tarde, você precisa dizer “não” para um monte de coisas e se concentrar em seus objetivos.

Como Bruce Lee disse uma vez: “não é um aumento diário, mas uma diminuição diária. Corte fora tudo que não for essencial“.

Muitos de nós perdemos muito tempo com o que é urgente e não temos tempo suficiente para o que é importante. Não faça isso. Não é o que nós reivindicamos que são as nossas prioridades, mas como nós gastamos o nosso tempo a cada dia que revela a verdade.

#6. Pensamentos impacientes

A paciência não é sobre a espera. É a capacidade de manter uma boa atitude enquanto se trabalha duro no que você acredita. É a vontade de manter o foco, confiar dando um pequeno passo de cada vez, sabendo que a maneira que você move uma montanha é movendo uma pedra de cada vez.

Cada pedra que você move, não importa quão pequena, é um progresso.  Se você está trabalhando para melhorar a sua saúde, aprendendo uma nova habilidade. Você não pode esperar a gratificação instantânea.

Em vez disso, você deve dedicar-se a dar o melhor de sua capacidade e compreender que a verdadeira mudança leva tempo.

#7. Coisas que não podem ser controladas

Nunca force nada. Faça o seu melhor, deixe que as coisas aconteçam. Se for para ser, as coisas serão.

Não se abata com as coisas que você não pode controlar. Pare de falar sobre o problema e comece a pensar sobre a solução. Esqueça o que poderia dar errado por 1 segundo e pense no que já está certo.

Lembre-se, a mudança acontece por uma razão. Problemas e imprevistos são males necessários que nos empurra para frente, porque, eventualmente, acabam, mas as lições e maturidade que você ganha a partir disso dura uma vida.

#8. Receios infundados

A vida é sobre superar o medo e assumir riscos. Parece simples, mas nem tanto. Se você não arrisca nada, você arrisca tudo.

Verdade seja dita, nada na vida é para ser temido, é apenas para ser compreendido. Agora é a hora de expandir sua zona de conforto para que você possa experimentar coisas e entender mais.


A realidade, é claro, é que todo mundo fica com medo às vezes. Não se trata de não ter medo, mas o que você faz quando você se sente assim.

Quando você sentir dúvida, medo, ansiedade ou frustração, saiba que deixar fluir é tão bom quanto você puxar a sua mão para longe de uma chama de fogo.

Mantenha sua mente focada na bondade, sobre as possibilidades e em seus objetivos mais preciosos. O que começa em sua mente acaba em sua vida.

Como Ignorar Uma Pessoa Que Fala Mal De Mim?

Cuidado com os medos que te impedem de seguir em frente.

#9. Uma mentalidade cheia de amargura

Acredite em si mesmo em tempos difíceis. Acredite em sua capacidade para ter sucesso. Acredite que seu relacionamento vale a pena o esforço. Acredite que as pessoas cometem erros em seu caminho para a grandeza. Acredite que as pessoas podem ser insensatas e inteligentes, egoístas e generosas, estressadas e felizes ao mesmo tempo.

Acredite que pouquíssimas pessoas ferem as outras de propósito. Acredite que há muitos caminhos para o que é certo. Acredite em sua intuição, especialmente quando você tem que escolher entre 2 bons caminhos.

Acredite que as respostas estão lá fora esperando. Acredite que a vida irá surpreendê-lo novamente. Acredite que a viagem é o destino. Acredite que tudo vale a pena.

Mantenha distância desses pensamentos e atitudes

Problemas, situações difíceis e falta de incentivo sempre vão existir. Pessoas brilhantes enfrentaram problemas, julgamentos, falta de dinheiro e inspiração.

Mas lembre-se que, você pode internalizar tudo isso, e contaminar a sua saúde que, aí sim vai afetar para sempre a sua maneira de agir, ou você pode simplesmente levantar a cabeça e, continuar caminhando, mesmo quando as coisas estiverem te puxando pra trás.

As coisas podem não estar fazendo sentido agora. Mas, certamente, quando você enfrenta as coisas e segue em frente, tudo se encaixa. Uma mente positiva e obstinada é o segredo de qualquer sucesso.

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9 coisas que as pessoas felizes preferem ignorar

Dicas para lidar com pessoas que falam mal de você pelas costas – Jornal Em Foco

Este é um dilema. Muitas pessoas que estão a nossa volta nem sempre estão genuinamente interessadas em ajudar. Porém, precisamos aprender a conviver bem com toda a sociedade.

Nesta matéria, vamos elencar algumas atitudes que você pode tomar para blindar este tipo de comportamento que pode atingir seu rendimento na empresa, seus laços de amizade e até mesmo familiares:

  1. Atente-se à sua conduta: não é sempre que acertamos em nossas atitudes, mas temos a oportunidade de avaliar tudo o que fazemos para tomar melhores decisões no futuro. Se você errou, aprenda, se desculpe e não torne a errar.

  2. Faça a sua parte: não ceda às provocações de pessoas que se dedicam a te difamar. Pense que, enquanto elas dedicam o tempo delas a isso, você dedica o seu para crescer, se desenvolver e ser uma pessoa melhor.

  3. Faça o seu nome se tornar uma marca: para isso, vale investir no marketing pessoal, transformar suas redes sociais em ambientes de autopromoção. E isso não significa esquecer a sua vida pessoal, mas algumas coisas talvez não devam ser compartilhadas na internet, por exemplo. Em vez disso, procure ser o tipo de pessoa que vai agregar para outras – na internet e na vida real.

  4. Entenda que não é possível agradar a todos. Em algum momento, alguém vai entrar em conflito com você e, nesse momento, você precisa aprender com a situação. Se, a partir desse conflito, a outra pessoa se dedicar a te difamar, volte à dica número um e entenda que o melhor que você pode fazer pela sua imagem é seguir estes quatro passos.

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Blog: Festa de família: como lidar com parentes que falam mal de todo mundo | Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional

Como Ignorar Uma Pessoa Que Fala Mal De Mim?© Depositphotos.com / monkeybusiness Para evitar maiores problemas em sua família, é fundamental compreender que essas pessoas são seres humanos e assim como você eles também possuem sentimentos.

Quando a família se reúne para uma celebração, o evento é sempre muito divertido e emocionante — afinal, é sempre muito bom se conectar com suas raízes. Porém, mesmo em momentos de festa e confraternização, sempre existem aquelas pessoas que adoram fofocas e intrigas, que saem falando mal de um para o outro e acabam gerando grandes confusões e discórdias entre os familiares.

Para evitar problemas, é fundamental saber lidar esses parentes falsos e inconvenientes, garantindo uma boa convivência com a família.

Como funcionam as relações familiares

É importante compreender que os laços familiares não são construídos apenas de emoções como amor e alegria. A inveja e a rivalidade são emoções muito comuns nas relações entre irmãos que, desde crianças, disputam o amor e a atenção dos pais. E é comum que essa disputa também se estenda a pais e filhos, primos e até entre cunhados.

Neste contexto, é fundamental compreender que os familiares são seres humanos que erram, acertam, sentem medo, tristeza e raiva, têm sonhos e emoções. Esse conhecimento é essencial para lidar com os problemas de família sem que ninguém saia magoado e sem precisar se afastar das pessoas mais importantes da sua vida.

Dicas para lidar com parentes que falam mal de todo mundo

Coloque limites

Por mais que você goste do seu familiar que fala mal de todo mundo, estabeleça uma relação restrita e cautelosa a respeito das coisas que você conta da sua vida. Além disso, limite o espaço para que ele não fale da vida de outras pessoas para você. Evite também falar da vida de alguém para essa pessoa, para que ela não se sinta no direito de fazer o mesmo.

Uma boa estratégia é falar bem das outras pessoas e, cada vez que ela apontar um defeito, você aponta uma qualidade, mostrando o lado positivo da vida e das pessoas. Com o tempo, essa pessoa perceberá que também pode mudar o foco e o comportamento.

Não leve para o lado pessoal

Pessoas que falam mal dos outros, no fundo, são cheias de inseguranças e frustrações. Por não se sentirem capazes de realizar nada e não se aceitarem como são, sentem uma necessidade incontrolável de inferiorizar as outras pessoas, simplesmente para se sentirem melhor com elas mesmas.

Esses indivíduos agem assim porque não têm autoconhecimento suficiente para se aceitarem como são, e focam apenas em suas limitações e não sabem reconhecer seu potencial. Não vale a pena guardar ressentimento em relação a essas pessoas, pois elas já fazem muito mal para si mesmas.

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Tenha Inteligência Emocional

Toda relação é baseada em trocas e necessidades. Ter consciência do que existe por trás de cada relação é o primeiro passo para construir relações livres e saudáveis. Desenvolva a sua Inteligência Emocional e aprenda a lidar com as emoções que fazem parte de todos os seres humanos.

Blinde-se contra a fofoca e a maledicência

Como Ignorar Uma Pessoa Que Fala Mal De Mim?“Pessoas normais falam sobre coisas, pessoas inteligentes falam sobre ideias, pessoas medíocres falam sobre pessoas” – Platão

Há quem fale mal de você? Certamente. Sei que a fofoca abala muitas pessoas, a ponto de levar algumas a buscar tratamento e acompanhamento clínico para lidar melhor com a maldade alheia.

Naturalmente, esse mau hábito também atrapalha o projeto de estudos e de mudança de vida de nossos admiráveis concurseiros.

Se é o seu caso, caro leitor, e comentários de terceiros o têm afetado sensivelmente, você precisa se fortalecer para resistir a eles. Este texto, então, é para você.

Pode-se dizer que a propensão em falar mal dos outros é da natureza humana. Embora se trate de hábito tão antigo quanto a civilização em si, parece que ele encontrou o cenário perfeito na era atual, dos meios digitais, da internet, do anonimato virtual e das fake news.

Afinal, a falta do olho no olho favorece os covardes, que, seguros atrás de uma tela, se sentem muito à vontade para falar o que bem entenderem, sem medir as consequências de suas palavras. É preciso se blindar contra isso.

Para tanto, o ideal é primeiro compreender as raízes de tal fenômeno.

Então, por que as pessoas fofocam e falam mal dos outros?

Pode-se dizer que o ser humano tende a fofocar e a falar mal de seus semelhantes por cinco grandes motivos:

Quando uma pessoa fala mal de alguém para outra, cria uma espécie de conexão com sua interlocutora. Isso se deve ao fato de que a terceira pessoa objeto da fofoca está excluída da relação entre as duas que conversam. É como se fosse firmado um pacto entre as partes, que as torna coniventes. Elas passam a se perceber como aliadas.

O hábito de fofocar pode estar associado à falta de autoconfiança. Nesse caso, menosprezar um terceiro funciona como um mecanismo de autodefesa. Falar mal do outro produz a sensação de que se é melhor do que ele.

  • Por inveja ou preconceito.

Você já deve ter notado que os maiores alvos de fofocas são exatamente pessoas exemplos de sucesso ou de perseverança. É como diz o velho ditado: “Ninguém chuta cachorro morto.” Falar mal dos outros também pode ser resultado de algum preconceito que se tenha a respeito de uma dada classe social, de um gênero em específico ou de uma orientação sexual diferente da sua.

Como eu disse no artigo da semana passada, as notícias ruins se espalham com muito mais rapidez do que as notícias boas. Seguindo o mesmo raciocínio, é muito mais fácil chamar a atenção replicando fatos negativos e espalhando mentiras como se fossem verdades do que elogiando alguém ou tecendo comentários positivos sobre os outros.

  • Por falta de consciência – mesmo que sem intenção de machucar.

Não estamos dizendo que os indivíduos que falam mal dos outros são as piores pessoas do mundo. Particularmente, a fofoca é um hábito que repudio, mas não cabe nem a mim nem a você julgar quem o pratica. O fato é que muitas pessoas que ADORAM fofocar não percebem que é isso que estão fazendo.

Elas pensam de verdade que não se trata de fofoca; não imaginam que possam estar fazendo mal a alguém.

De minha parte, acredito mesmo que muitas delas acabam entrando na onda da fofoca ou até mesmo falando mal dos outros porque não estão plenamente conscientes do potencial deletério de suas palavras.

E quais são as consequências da fofoca?

  • Toda detração fala mais sobre o detrator do que sobre o detratado.

Já diz a sabedoria popular que, “Ao apontar um dedo, outros três estarão voltados para você” ou que, “Quando Pedro fala de Paulo, Pedro fala mais sobre Pedro do que de Paulo”. Ao falar mal de alguém, o detrator expõe muito das próprias dores.

Se analisarmos bem as palavras de um fofoqueiro, conseguiremos perceber seus maiores incômodos. Palavras são muito reveladoras, amigo leitor. Há pessoas que se julgam geniais, mas o mundo parece não reconhecer isso.

Será mesmo? Talvez caiba uma reflexão.

  • Ficamos expostos ao risco de sermos descobertos, e as consequências podem ser desastrosas.

Quando falamos mal de alguém com a falsa certeza de que nunca seremos descobertos, estamos sempre correndo riscos. Mentiras e fofocas podem arruinar um relacionamento, acabar com uma grande oportunidade, nos fazer perder o emprego… Cedo ou tarde, o fofoqueiro é descoberto. Sempre acontece. Os riscos são altos, e não há nada de bom nessa prática que faça valer a pena corrê-los.

  • A fofoca volta – em dobro!

Quem é fofoqueiro dá a entender que falar mal dos outros é um comportamento aceitável, o que pode servir de incentivo para que outras pessoas façam o mesmo.

Nesse caso, a fofoca pode retornar multiplicada: cada uma das pessoas que nos ouve falar mal de alguém se sente no direito de reproduzir tal comportamento.

É então que ela fala de nós para um terceiro, que, por sua vez, fala para um quarto, e assim sucessivamente. A chateação pode tomar uma dimensão bem maior do que poderíamos prever.

Ninguém quer se relacionar intimamente com alguém indigno de confiança. Pense bem: se você apenas supõe que há chance de uma pessoa com quem você conversou sair revelando informações que lhe foram confidenciadas, certamente não contará mais nada para ela. O relacionamento ficará prejudicado antes mesmo de ter a chance de amadurecer. Reflita.

  • Mentiras podem sair do controle.

Em situações menos graves, a má-fé na divulgação de informações falsas pode, por exemplo, comprometer o sucesso de um empreendimento. Em casos mais graves, fofocas podem manchar uma reputação.

Em situações fora do controle, mentiras podem até mesmo levar a vítima a atentar contra a própria vida. Estamos falando de algo muito sério, caro leitor.

É preciso ter consciência do poder das palavras, ou sofreremos todos com as consequências delas.

Agora que você se inteirou um pouco mais sobre o tema, poderia dizer: “Certo, entendido. Compreendi por que as pessoas fofocam e como as consequências dessa prática podem ser graves.

Mas como devo lidar com isso? É algo que me atrapalha hoje. Tira a minha paz, me deixa triste. Atrapalha os meus estudos. Afinal, sou humano, e é difícil ignorar cem por cento do que as pessoas falam.

Temos a natureza de buscar a aceitação social.”

Entendo sua preocupação, meu amigo, minha amiga. Posso lhe dar cinco dicas de como se blindar contra comentários nocivos, começando por um processo de reflexão acerca das suas próprias ações:

1. Tente diferenciar uma comunicação útil de uma fofoca no seu dia a dia.

Antes de abrir a boca para falar algo, reflita um pouco: o que você tem a dizer é apenas mais uma fofoca ou é, de fato, uma informação útil? Se há um propósito produtivo no dado que você quer compartilhar, trata-se de uma informação; se não há, é mera fofoca. Às vezes, precisamos colher informações sobre alguém para tomar uma decisão.

Nesse caso, procurar ou difundir uma informação não é incorrer em fofoca. Devemos, sim, por exemplo, comentar com um superior no trabalho, seja no serviço público ou na iniciativa privada, sobre uma atitude grave de um colega que pode prejudicar a organização. Isso deve ser feito de maneira técnica sempre, sem paixões e com pragmatismo.

  1. Redirecione uma conversa que está caminhando para se tornar uma fofoca.

Essa é uma excelente tática. Sempre que você perceber que uma dada conversa está para se transformar em fofoca sobre alguém, procure mudar o rumo da prosa.

Se for necessário, até elogie a pessoa que está para ser difamada, caso tenha algo positivo a dizer sobre ela, dando a entender que você não é do tipo que gosta de falar mal dos outros.

Pode acreditar: a tendência será as pessoas evitarem fofocar perto de você, o que vai ajudá-lo a não se envolver em situações ruins e que só atraem energia negativa.

Quanto mais você se colocar no lugar do outro, menos tenderá a ser sujeito ou objeto de fofocas. Sei que nem todos farão isso por você, mas a sua parte tem de ser feita. Como acredito muito na lei do retorno, entendo que de alguma forma você será recompensado por isso.

  1. Tenha um foco positivo em VOCÊ.

Aceite que é impossível ter controle sobre os outros ou sobre o que eles vão dizer e mantenha o foco no que você pode controlar: você mesmo. Agindo assim, a fofoca dos outros não o afetará.

Afinal, o que não tem remédio, remediado está, não é mesmo? Tome a decisão de não se preocupar com o que está fora do seu controle.

Se os outros querem perder tempo com práticas perversas e nocivas como a fofoca, eles que lidem com as consequências de seus atos.

  1. Evite relacionamentos tóxicos.

Sei que digo muito isso, mas não me canso de repetir: você PRECISA se afastar dos fofoqueiros e das pessoas que falam mal dos outros, sobretudo das que fazem isso de maneira consciente. Afaste-se de gente assim e veja como a sua vida vai melhorar.

Se você seguir esses cinco conselhos, garanto que passará a lidar muito melhor com comentários que antes perturbavam você. Além disso, na minha opinião, você conseguirá promover um ambiente muito mais agregador para você e as pessoas ao seu redor. A positividade é a base para construir a vida que você quer, merece e vai conseguir por meio dos estudos. Amém?

O que achou do artigo? Comente abaixo quais foram as suas impressões.

“Quem quer que fofoque para você irá fofocar sobre você” – Provérbio espanhol

GRAN sucesso,

Como lidar com as pessoas com deficiência

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DICAS DE RELACIONAMENTO

Apresentamos a seguir algumas orientações que as pessoas podem seguir nos seus contatos com as pessoas com deficiência. Não são regras, mas esclarecimentos resultantes da experiência de diferentes pessoas que atuam na área e que apontam para as especificidades dos diferentes tipos de deficiências.

Como chamar

  • Prefira usar o termo hoje mundialmente aceito: “pessoa com deficiência (física, auditiva, visual ou intelectual)”, em vez de “portador de deficiência”, “pessoa com necessidades especiais” ou “portador de necessidades especiais”;
  • Os termos ”cego” e “surdo” podem ser utilizados;
  • Jamais utilizar termos pejorativos ou depreciativos como “deficiente”, “aleijado”, “inválido”, “mongol”, “excepcional”, “retardado”, “incapaz”, “defeituoso” etc.

Pessoas com deficiência física

  • É importante perceber que para uma pessoa sentada é incômodo ficar olhando para cima por muito tempo. Portanto, ao conversar por mais tempo que alguns minutos com uma pessoa que usa cadeira de rodas, se for possível, lembre-se de sentar, para que você e ela fiquem com os olhos no mesmo nível.
  • A cadeira de rodas (assim como as bengalas e muletas) é parte do espaço corporal da pessoa, quase uma extensão do seu corpo. Apoiar-se na cadeira de rodas é tão desagradável como fazê-lo numa cadeira comum onde uma pessoa está sentada.
  • Ao empurrar uma pessoa em cadeira de rodas, faça-o com cuidado. Preste atenção para não bater naqueles que caminham à frente. Se parar para conversar com alguém, lembre-se de virar a cadeira de frente para que a pessoa também possa participar da conversa.
  • Mantenha as muletas ou bengalas sempre próximas à pessoa com deficiência.
  • Se achar que ela está em dificuldades, ofereça ajuda e, caso seja aceita, pergunte como deve proceder. As pessoas têm suas técnicas individuais para subir escadas, por exemplo, e, às vezes, uma tentativa de ajuda inadequada pode até atrapalhar. Outras vezes, o auxílio é essencial. Pergunte e saberá como agir e não se ofenda se a ajuda for recusada.
  • Se você presenciar um tombo de uma pessoa com deficiência, ofereça-se imediatamente para auxiliá-la. Mas nunca aja sem antes perguntar se e como deve ajudá-la.
  • Esteja atento para a existência de barreiras arquitetônicas quando for escolher uma casa, restaurante, teatro ou qualquer outro local que queira visitar com uma pessoa com deficiência física.
  • Não se acanhe em usar termos como “andar” e “correr”. As pessoas com deficiência física empregam naturalmente essas mesmas palavras.
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Pessoas com deficiência visual

  • É bom saber que nem sempre as pessoas com deficiência visual precisam de ajuda. Se encontrar alguém que pareça estar em dificuldades, identifique-se, faça-a perceber que você está falando com ela e ofereça seu auxílio.
  • Nunca ajude sem perguntar como fazê-lo. Caso sua ajuda como guia seja aceita, coloque a mão da pessoa no seu cotovelo dobrado. Ela irá acompanhar o movimento do seu corpo enquanto você vai andando. Num corredor estreito, por onde só é possível passar uma pessoa, coloque o seu braço para trás, de modo que a pessoa cega possa continuar seguindo você.
  • É sempre bom avisar, antecipadamente, sobre a existência de degraus, pisos escorregadios, buracos e outros obstáculos durante o trajeto.
  • Ao explicar direções, seja o mais claro e específico possível; de preferência, indique as distâncias em metros (“uns vinte metros à nossa frente”, por exemplo). Quando for afastar-se, avise sempre.
  • Algumas pessoas, sem perceber, falam em tom de voz mais alto quando conversam com pessoas cegas. A menos que ela tenha, também, uma deficiência auditiva que justifique isso, não faz nenhum sentido gritar. Fale em tom de voz normal.
  • Não se deve brincar com um cão-guia, pois ele tem a responsabilidade de guiar o dono que não enxerga e não deve ser distraído dessa função.
  • As pessoas cegas ou com visão subnormal são como você, só que não enxergam. Trate-as com o mesmo respeito e consideração dispensados às demais pessoas. No convívio social ou profissional, não as exclua das atividades normais. Deixe que elas decidam como podem ou querem participar.
  • Fique à vontade para usar palavras como “veja” e “olhe”, pois as pessoas com deficiência visual as empregam com naturalidade.

Pessoas com paralisia cerebral

  • A paralisia cerebral é fruto da lesão cerebral, ocasionada antes, durante ou após o nascimento, causando desordem sobre os controles dos músculos do corpo. A pessoa com paralisia cerebral não é uma criança, nem é portador de doença grave ou contagiosa.
  • Trate a pessoa com paralisia cerebral com a mesma consideração e respeito que você usa com as demais pessoas.
  • Quando encontrar uma pessoa com paralisia cerebral, lembre-se que ela tem necessidades específicas, por causa de suas diferenças individuais, e pode ter dificuldades para andar, fazer movimentos involuntários com pernas e braços e apresentar expressões estranhas no rosto.
  • Não se intimide, trate-a com naturalidade e respeite o seu ritmo, porque em geral essas pessoas são mais lentas. Tenha paciência ao ouvi-la, pois a maioria tem dificuldade na fala. Há pessoas que confundem esta dificuldade e o ritmo lento com deficiência intelectual.

Pessoas com deficiência auditiva

  • Não é correto dizer que alguém é surdo-mudo. Muitas pessoas surdas não falam porque não aprenderam a falar. Algumas fazem a leitura labial, outras não.
  • Ao falar com uma pessoa surda, acene para ela ou toque levemente em seu braço, para que ela volte sua atenção para você. Posicione-se de frente para ela, deixando a boca visível de forma a possibilitar a leitura labial. Evite fazer gestos bruscos ou segurar objetos em frente à boca. Fale de maneira clara, pronunciando bem as palavras, mas sem exagero. Use a sua velocidade normal, a não ser que lhe peçam para falar mais devagar.
  • Ao falar com uma pessoa surda, procure não ficar contra a luz, e sim num lugar iluminado.
  • Seja expressivo, pois as pessoas surdas não podem ouvir mudanças sutis de tom de voz que indicam sentimentos de alegria, tristeza, sarcasmo ou seriedade, e as expressões faciais, os gestos e o movimento do seu corpo são excelentes indicações do que você quer dizer.
  • Enquanto estiver conversando, mantenha sempre contato visual. Se você desviar o olhar, a pessoa surda pode achar que a conversa terminou.
  • Nem sempre a pessoa surda tem uma boa dicção. Se tiver dificuldade para compreender o que ela está dizendo, não se acanhe em pedir para que repita. Geralmente, elas não se incomodam em repetir quantas vezes for preciso para que sejam entendidas. Se for necessário, comunique-se por meio de bilhetes. O importante é se comunicar.
  • Mesmo que pessoa surda esteja acompanhada de um intérprete, dirija-se a ela, e não ao intérprete.
  • Algumas pessoas surdas preferem a comunicação escrita, outras usam língua de sinais e outras ainda preferem códigos próprios. Estes métodos podem ser lentos, requerem paciência e concentração. Você pode tentar se comunicar usando perguntas cujas respostas sejam sim ou não. Se possível, ajude a pessoa surda a encontrar a palavra certa, de forma que ela não precise de tanto esforço para transmitir sua mensagem. Não fique ansioso, pois isso pode atrapalhar sua conversa.

Pessoas com deficiência intelectual

  • Você deve agir naturalmente ao dirigir-se a uma pessoa com deficiência intelectual.
  • Trate-a com respeito e consideração. Se for uma criança, trate-a como criança. Se for adolescente, trate-a como adolescente, e se for uma pessoa adulta, trate-a como tal.
  • Não a ignore. Cumprimente e despeça-se dela normalmente, como faria com qualquer pessoa.
  • Dê-lhe atenção, converse e verá como pode ser divertido. Seja natural, diga palavras amistosas.
  • Não superproteja a pessoa com deficiência intelectual. Deixe que ela faça ou tente fazer sozinha tudo o que puder. Ajude apenas quando for realmente necessário.
  • Não subestime sua inteligência. As pessoas com deficiência intelectual levam mais tempo para aprender, mas podem adquirir muitas habilidades intelectuais e sociais.

Fonte:“O que as empresas podem fazer pela inclusão das pessoas com deficiência”Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social

www.ethos.org.br

Minhas colegas de trabalho estão falando mal de mim. E agora?

  • Desde que comecei a trabalhar, sempre ouvi que é preciso ter jogo de cintura para lidar com as pessoas, mas a verdade é que a gente só consegue entender isso quando passa por certas situações “da vida real”.
  • Uma dessas é quando alguém resolve falar mal de você, o que normalmente acontece pelas suas costas e prejudica a sua marca pessoal.
  • Mas, antes de dizer como lidar com essa situação delicada, eu preciso explicar quem são essas pessoas que falam mal ou querem nos prejudicar.

Eu as chamo de pessoas tóxicas: querem contaminar todos ao seu redor sem trazer nada de positivo ou construir algo. Elas estão cansadas ou insatisfeitas com o trabalho e querem que todos tenham o mesmo sentimento e, se alguém está feliz ou fazendo um bom trabalho, acaba virando um alvo.

É claro que existem casos em que se fala mal da pessoa porque ela deu motivo. Por exemplo, não interage com o grupo, quer sempre se impor ou simplesmente não consegue ter o jogo de cintura que eu falei ser necessário.

Como agir quando estão falando mal de mim?

Antes de mais nada, analise a situação e não tome nenhuma atitude precipitada que possa se arrepender depois.

Ouça o que foi dito. Mesmo que seja pelas suas costas, uma hora ou outra isso chega aos seus ouvidos.

O que foi dito é mesmo uma verdade ou é apenas mais um pessoa tóxica querendo te prejudicar?

Reflita sobre os motivos apresentados e tenha em mente o seguinte: se mais de uma pessoa tem a mesma impressão, pode ser uma falha sua. Por outro lado, se apenas uma colega fica te “difamando”, pode ser inveja ou falta de capacidade de exercer um bom trabalho.

Em ambos os casos, sempre é preciso esclarecer a situação da melhor forma possível, sem constranger e nem acusar.

Chame a pessoa que está falando mal de você para conversar, mas não inicie o papo com acusações ou intimidações. Seja mais sutil dizendo que está querendo melhorar profissionalmente e que gostaria de ouvir um feedback sobre seus pontos positivos e negativos.

Se a pessoa se sentir confortável acabará falando, apesar de nem sempre ela ser tão sutil como você. Pode também acontecer da pessoa não falar a verdade, te elogiar, mas ao você virar as costas voltar a falar mal de você.

Pessoas tóxicas nem sempre estão dispostas a mudar e a se expor. Lembre-se, se estão falando mal de você pelas costas isso significa que você está pelo menos um passo à frente.

Sempre tente resolver tudo de forma amigável, sem fazer um alarde da situação, pode ser isso que a outra pessoa estava esperando para te prejudicar ainda mais. Porém, se o outro lado for profissional, irá expor o que está acontecendo e te dar algumas dicas para que possa melhorar.

Se isso acontecer absorva tudo, pois te ajudará a se tornar uma profissional ainda melhor.

A sua marca pessoal pode te blindar

Um fato é certo, nunca vamos conseguir agradar a todos – ainda mais as pessoas tóxicas.

Porém podemos nos blindar contra falatórios sem fundamentos sobre a nossa postura, ética e capacidade técnicas.

Ter uma marca pessoal reconhecida nessas horas é fundamental, pois, sem nem mesmo te conhecer as pessoas sabem da sua capacidade e te veem como uma referência. Se alguém falar mal de você pelas costas, logo a sua marca será defendida, fazendo com que o assunto se encerre naquele mesmo momento.

Ter um objetivo bem definido ajudará a fortalecer a nossa marca pessoal, reforçando os nossos pontos fortes. Portanto, se as colegas de trabalho pensarem em falar mal de você, irão refletir antes de te expor.

É bem provável que te procurem pessoalmente para entender uma situação que não se sentiram confortável e ouvir o seu lado antes de sair falando para os 4 ventos apenas um lado da história.

Ser receptiva com as pessoas, ter uma marca pessoal forte, fazer uma auto avaliação reflexiva e ter um coaching para te orientar, ajudam a evitar essa situação. Por isso, se notar que estão falando mal de você é hora de refletir e fazer de tudo para acabar com esse falatório.

Forte abraço e lembre-se: Sua Marca é você!

Jac Lopes

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Como agir com pessoas que falam mal de você pelas costas

Ser inteligente em uma sociedade pouco instruída é como receber uma estrela de xerife no velho oeste bem no dia em que o bandido mais perigoso do local adentrou a cidade. Em outras palavras, o que quero dizer é o seguinte: as pessoas não querem saber o raio de conhecimento que você possui. Elas estão interessadas em si mesmas e em mais nada.

Basta averiguarmos com calma nossa comunidade e veremos que os intelectuais são sempre perseguidos, enquanto os demais são abraçados. Isso acontece porque vivemos em um mundo onde a inveja existe e os seres que aqui estão a valorizam demasiadamente. Por isso Fannie Flagg disse: “Lembre-se, se as pessoas falarem por suas costas, quer dizer apenas que você está dois passos à frente.”

Quando analisamos nosso inimigo devemos tentar discernir suas reais intenções, interpretando seus objetivos e agindo estrategicamente. Desta forma, devemos nos adequar a esses ataques, fazendo com que eles percam força e representatividade.

Por exemplo: no futebol, quando um atacante vai bater um pênalti e o goleiro adversário se aproxima dele, dizendo que vai adivinhar o canto e que vai defender a bola, ele está tentando desconcentrar o atleta para que o mesmo se desequilibre emocionalmente e perca a cobrança.

Neste caso, o que o jogador deve fazer é fechar os ouvidos e acreditar em si mesmo, porque fazendo isso, essa ação contrária cairá por terra e não afetará o resultado (ainda que ele perca o pênalti, porque ele não terá perdido por conta desse fator negativo e sim por ser uma obra do destino).

Do mesmo modo do exemplo acima, quando uma pessoa resolver nos agredir longe da nossa presença, devemos simplesmente não nos importar e nos mantermos firmes em nossa conduta.

Além disso, não devemos ter ódio, ou sentimentos de vingança por essa pessoa, haja vista que ela possui uma mentalidade atrasada e por isso, ostenta esse tipo de comportamento.

Em outras palavras, o desejo de tal criatura é que fiquemos entristecidos, chateados e revoltados com sua postura, logo uma ação inversa destrona o plano inicial dela e a faz se desmanchar por si mesma.

Portanto, seu oponente somente pode te atacar se você permitir que ele te ataque, porquanto o universo permite que sejamos responsáveis por nosso próprio destino (guardadas as devidas proporções). Assim, somos escultores de nossa existência e nossa moldura será perfeita se soubermos trabalhar nossa confiança para agirmos de forma inteligente perante os espinhos existentes em nossa trilha.

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A importância do marketing pessoal e da credibilidade

Quem possui uma marca pessoal forte tem uma certa blindagem perante cenários nebulosos. Com toda certeza, as pessoas pensam duas vezes antes de propagarem bobagens sobre alguém que tem crédito no mercado. Destarte, é fundamental trabalharmos nossa imagem, fazendo com que as pessoas vejam nossas virtudes e passem a nos olhar com deferência.

Vale aludir que com o passar do tempo, podemos visualizar que quanto mais investimos em nossa marca, mais crescemos perante a sociedade, pois nosso comportamento reflete para as pessoas quem realmente somos, de sorte que elas irão nos apreciar se formos criaturas virtuosas e, principalmente, se formos capazes de mostrar isso a elas.

A necessidade de se vigiar

As pessoas estão esperando nossos erros para poderem descortiná-los, ou seja, tudo o que elas precisam é de um motivo para nos prejudicar.

Deste modo, o que temos que fazer é vigiar nossas palavras, pois elas podem comprometer toda a nossa trajetória pessoal e profissional.

Não foi por acaso que Oscar Wilde disse: “Se soubéssemos quantas e quantas vezes as nossas palavras são mal interpretadas, haveria muito mais silêncio neste mundo.”

Digo isso porque muitos de nossos companheiros lançam armadilhas para nos apanhar, buscando nos encurralar constantemente. Daí a importância de se conhecer bem o inimigo e de também ter um grande cuidado com os falsos amigos, porque nem tudo aquilo que nossos olhos veem correspondem à realidade e precisamos enxergar além do óbvio em muitas situações.

Em linhas gerais, na dúvida, devemos sempre ter prudência e nunca deixar que nossa ansiedade nos atrapalhe em nossas escolhas. Vale lembrar também que pensar antes de falar é algo impreterível e inegociável, tendo em vista que o homem que aprender a refletir no tempo certo, conquistará todas as vitórias e se tornará quase imbatível com o passar dos anos (pratica = perfeição).

A preciosidade de se ter uma conduta coerente e coesa em todos os sentidos

Agradar a todos é impossível, todavia algumas pessoas possuem esse sonho utópico e infelizmente vivem sofrendo por isso. Sem dúvidas, se alguém busca ter uma vida própria e convicções únicas, é fundamental ter personalidade e não se deixar levar pelas teorias alheias.

Portanto, responda a si mesmo: você vive para si, ou para os outros? Sua liberdade é mais importante que qualquer coisa nessa vida, ou você se acostumou com cheiro do cárcere?

Pode parecer loucura, mas a maioria das pessoas existe para se preocupar com o que as outras vão pensar a respeito delas e não o contrário. São inseguras, teimosas, medrosas e completamente manipuláveis.

Não repita o erro delas, seja diferente: tenha força, energia, entusiasmo e garra, não permitindo que mandem em sua vida, pelo contrário, mostre que é você quem está no controle.

Para isso, crie suas crenças, valores, princípios e não se desvie deles, pois assim procedendo, você estará mostrando ao mundo no que consiste a essência de um homem íntegro e do que é formado o coração de um ser de notável nobreza.

Concluindo, digo que precisamos fazer com que esses tagarelas tropecem em suas próprias palavras, tornando-os reféns da própria hipocrisia. Com absoluta certeza, temos poder de influenciar e modificar o ambiente, fazendo com que o mundo seja uma esfera onde a lucidez, a honra e dignidade humana permeiem sempre o topo.

Há pessoas que (só) falam mal dos outros. Saiba porquê

No fundo, todos sabem o quanto é prejudicial dedicar uma boa parte do seu tempo a falar mal dos outros. Aprende-se pouco, evolui-se ainda menos, faz mal à saúde e, coloca-nos em risco, pois quando se é descoberto… as consequências são desastrosas.

Muita gente acredita que nunca será descoberta a sua faceta de falar mal de tudo e de todos, mas a prática mostra que, mais cedo ou mais tarde, o retorno acaba por ocorrer e, naturalmente que o confronto não é agradável.

Ainda assim, há pessoas que não conseguem viver de outra forma pelos seus sentimentos de insegurança, stress e ansiedade, pela má imagem que têm a seu respeito, o que as leva a projetar nos outros essa frustração. Também há quem acredite que, é através da destruição do outro que “progride na carreira” ou afasta as atenções alheias face aos seus aspetos negativos.

  • Apesar da tarefa ser delicada, é possível ajudar estas pessoas a encontrarem outras formas de vida mais saudável, mas isso exige mudanças profundas, seja na sua forma de pensar, seja no círculo de amigos onde a fofoca já está instalada.
  • As pessoas que passam a vida a falar mal das outras sofrem de medo, pois sabem que, um dia serão desmascaradas, no entanto, não conseguem deixar de “dar à língua”!
  • O problema coloca-se em ambos os sexos, muito embora as mulheres sejam mais “afamadas” no que se refere à vida alheia e aos seus pormenores, mas os homens também se interessam (e muito) pela destruição dos outros, sobretudo quando se sentem inferiorizados e frustrados.
  • A ciência garante que todos falam mal e que é humano sentir necessidade de reclamar por algo que se considera justo, no entanto, há formas de o fazer sem prejudicar os demais.

Uma reclamação educada e no lugar certo, acaba por ser uma crítica construtiva e por aliviar quem se sente injustiçado. Uma conversa esclarecedora com quem se teve um conflito, faz milagres, tal como ser capaz de dizer a verdade ao cônjuge ou a um amigo, por muito que isso custe ou possa fazer vacilar a relação.

Desabafar com uma pessoa de confiança, é assegurar que o assunto não ganha dimensão, muito menos comentários fora de contexto. Mas isso não é fofoca! É uma necessidade humana de extravasar algo que se sente e que se quer melhorar.

Quando se relata um episódio que nos aconteceu, estamos a tentar compreender o sucedido e a encontrar “espaço” dentro de nós para algo novo.

No entanto, é preciso escolher muito bem a quem se faz esse desabafo, sob pena de tudo se perder e até entrar no caminho errado.

Falar mal dos outros é um vício que se instala em muitos grupos, sendo que, a maior parte dos seus membros rapidamente se associa aos assuntos fraturantes e contra alguém. Estas pessoas sentem necessidade de se mostrarem melhores que os outros, pelo que se unem em prol da crítica de quem querem abater.

Ao mesmo tempo, também é comum que as pessoas “viciadas” em falar mal, sintam essa necessidade de comentar e reclamar em todas e quaisquer circunstâncias, a ponto de já não medirem as consequências dos seus atos. Estas pessoas falam mal da sua própria família, do cônjuge, de amigos e conhecidos, tudo porque se tornou habitual “só falar mal”.

As pessoas viciadas em falar mal, sentem um profundo alívio quando “descarregam” essa energia com alguém. Não importa com quem, é preciso é deixar esse mau pensamento, essa informação colhida num qualquer lugar, mas que atinge ferozmente alguém.

É preciso ter em conta que, esse desejo em destruir o outro, pode deixar um gosto amargo na boca e um retorno inesperado, pelo que é melhor pensar muito bem no que se diz e a quem se faz o comentário.

A Dra Sheri Jacobson, psicoterapeuta e diretora clínica da Harley Street Therapy, diz que, “falar mal é um resultado de stress descontrolado.” 

A especialista explica que, “quem se sente assoberbado ou ameaçado deve procurar uma válvula de escape saudável.” Quando tal não acontece, “tendemos a deitar tudo fora sem pensar nas consequências e a quem se pode estar a afetar.”

Em muitos casos, a reclamação transforma-se num tipo de prática coletiva que pode gerar um sentimento de proximidade com outros através da rejeição mútua de uma pessoa ou situação. “Quando reclamamos, muitas vezes procuramos alguém de confiança para concordar connosco, ficar ao nosso lado e minimizar as nossas inseguranças”, diz Jacobson.

Se este é o intuito de quem fala, pouco se pensa nas emoções de quem é o alvo dessa “violência” produzida pelos fofoqueiros, razão pela qual, um dia “o feitiço se vira contra o feiticeiro.”

A necessidade de falar mal resulta sempre de um sentimento negativo, seja pela inveja do outro, seja pela frustração de não conseguir ter ou ser, seja porque o outro o ameaça de alguma forma.

Na posição desta terapeuta, “são as criaturas infelizes que reclamam constantemente”. Estas pessoas são  inseguras e encontram no falar mal dos outros, uma fonte de segurança.

“A reclamação constante pode fazer com que alguém que secretamente se sente vulnerável pareça forte e capaz de resistir a tudo.”, diz Sheri acrescentando que, falar mal dos outros é esconder aquilo que nos envergonha e que se quer fazer de conta que não existe”.

Como o negativo atrai negatividade, falar mal não só prejudica as relações com os outros como a própria saúde e bem-estar.

“Reclamar e falar mal pode ser uma forma de inveja, que acaba por minar a nossa autoconfiança e ego, adverte Nicci Roscoe, de The Mind Makeover Artist. “Essa prática pode dominar a sua vida, prejudicar o sono e os momentos de lazer, bem como provocar exaustão, ansiedade e medo, sendo que o isolamento também será uma realidade de quem acaba por ficar sozinho.”

Falar mal afeta o trabalho, as relações de amizade, o casamento e tudo o que envolve o fofoqueiro. 

Sheri clarifica que, “faz bem desabafar com quem divide a vida connosco, pois não só alivia a tensão negativa de um dia mais delicado, como aproxima os casais, reforça a estabilidade e segurança, para além de minimizar o efeito negativo do que aconteceu ao longo do dia.”

Reclamar ou falar mal de alguém no ambiente errado – como no trabalho ou com um grupo desconhecido de pessoas – pode ser desastroso, adverte Nicci, pois “socialmente devemos zelar pela nossa imagem e não mostrar o nosso lado mais competitivo, invejoso e destrutivo.” Falar mal de um amigo ou colega, “dá lugar a uma imagem muito negativa de nós mesmos enquanto que causa desconfiança em quem lida connosco.” Quem não se recorda do célebre ditado: “Ouve dos outros para saberes de ti…”

Para a maior parte das pessoas, reclamar é um vício; um hábito terrível  e difícil de abandonar. Fala-se por tudo e por nada e sempre pelos piores motivos. Nicci diz que “a melhor forma de parar de reclamar ou falar mal é mudar o padrão de pensamento negativo”, isto porque, “reclamar pode tornar-se um círculo vicioso, pelo que, é melhor sair dessa realidade enquanto é tempo!

Para mudar é fundamental encontrar outras pessoas e um pensamento positivo capaz de modificar e substituir o padrão anterior.

Sheri reforça que, na maioria dos casos, a prática é coletiva e exige mesmo uma mudança de grupo para que a negatividade se afaste. Optar por grupos mais pequenos também ajuda a detetar se a conversa é destrutiva e qual o seu fundamento.

A terapeuta alerta que, “cada pessoa deve ser capaz de escolher os amigos e o grupo de pertença de forma a não se meter em fofocas que só a podem prejudicar.

“É uma responsabilidade pessoal, logo cada um tem de fazer as melhores opções e responder pelos seus atos.”

O primeiro passo é perceber o que se faz num determinado grupo e se vale a pena estar associado ou ligado por motivos tão negativos…

Os especialistas são unânimes em defender que, faz bem à saúde encontrar escapes mais alegres, formas de conviver mais desapegadas, descontraídas e sem espaço para falar mal dos outros, nem que isso passe por escolhas mais realistas e exigentes.

O ser humano facilmente cai “nesta armadilha”, seja pelo seu vazio emocional, seja pelos apelos dos fofoqueiros, seja pela necessidade de saber mais acerca de alguém.

O problema é que, essa aparente segurança, rapidamente se torna num círculo difícil de abandonar, pois quem se juntou a alguém para saber mais, também teve de falar demais e, mais cedo ou mais tarde, colher esses resultados.

Sem ponderar, acabou por ficar ligado a um determinado grupo e deixar também a sua imagem negativa. Se não sair depressa da situação, acabará por ficar dependente de um grupo de pessoas por ter tido excesso de curiosidade!

É difícil encontrar um grupo onde o falar mal não seja uma prática, logo tem de haver um cuidado muito grande no que se diz e nas “parcerias” que se faz…

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