Como Ignorar Alguem Que Te Faz Sofrer?

15 de janeiro de 2020

  |  Tempo de leitura: 9 minutos

A indiferença é um sentimento que machuca. Ele passa uma mensagem dolorosa para quem o recebe: “eu não me importo com você”. Esta apatia incompreensível nos causa angústia e temor. Passamos a elaborar razões para explicar a insensibilidade do outro, mas nem sempre conseguimos encontrar uma explicação boa o suficiente. 

O que fazer, então, diante desse comportamento? Como não se deixar levar pela impassibilidade alheia?

Como Ignorar Alguem Que Te Faz Sofrer?

O que é indiferença?

Este sentimento está associado a uma forma de desapego insensível e fria. O indivíduo indiferente não se importa com os sentimentos alheios. Se suas ações causam sofrimento, ele não liga. Se resultam em felicidade, ele também não se importa. Ou seja, é uma pessoa que parece ser uma casca oca incapaz de sentir e se emocionar. 

Como seres humanos que convivem em sociedade, queremos interagir, sentir, rir, chorar, conversar, sonhar, fracassar, tentar outra vez. É a experiência completa que torna a vida tão emocionante.  

A pessoa indiferente se afasta de praticamente todas as suas vivências, consciente ou inconscientemente, pois não consegue estabelecer uma ligação concreta com elas. Este sentimento é capaz de roubar o interesse pela vida e pelas pessoas, e necessita ser combatido. 

No relacionamento amoroso, a indiferença chega de mansinho. Ela se instala silenciosamente, mas seus resultados são caóticos. Quando isso acontece, muitos já começam a questionar se vale a pena insistir ou se devem seguir em frente. Afinal, como é possível ficar em um relacionamento com uma pessoa que não sente?

A indiferença nos relacionamentos

A vida é composta por momentos bons e ruins. Os bons se tornam lembranças calorosas que, com o passar dos anos, gostamos de reviver. Já os ruins nos causam sofrimento e embaraço. Procuramos esquecê-los o mais rápido possível, embora seja mais fácil lembrar-se de ocasiões negativas do que positivas. 

Em nenhuma circunstância, é saudável reagir com indiferença. Embora este sentimento possa ser útil às vezes, nos protegendo de emoções desagradáveis que ainda não sabemos como lidar, o mais sábio a se fazer é encarar as situações negativas de frente. 

Os relacionamentos também são feitos de momentos de extrema felicidade e de brigas e descontentamentos. A apatia não ajuda a amenizar as discussões ou a “ensinar uma lição” ao parceiro. Pelo contrário, ela ajuda a criar paranoia e desconfiança, além de deixar o outro ansioso perante a falta de respostas. 

É a sensação de estar sendo ignorado que dói. De repente, há um distanciamento entre o casal que não existia antes, levantando todo o tipo de questão sobre a longevidade do relacionamento. Será que o amor enfim acabou? O que você fez para receber esse tratamento? Quem é o culpado por isso? 

É possível, até mesmo fácil, reagir a uma acusação, um tom de voz alterado ou um desentendimento. Um parceiro indiferente, entretanto, não se importa com as nossas retaliações. Com administrar o abismo emocional que subitamente se abriu entre vocês?

Como lidar com a indiferença sem sofrer?

Para um relacionamento adquirir o status de duradouro, deve ser cultivado através do diálogo constante, demonstrações de afetoe pequenos acordos silenciosos entre o casal. Por exemplo, você acompanha o seu parceiro naquele churrasco que ele quer ir e ele assiste a aquele filme que você tanto deseja ver no cinema. 

Quando a possibilidade de conversa se esvai, o relacionamento está em um estado crítico. Por isso, a comunicação é o primeiro item desta lista de maneiras de lidar com este sentimento causador de incertezas,feita especialmente para ajudar você.  

Por mais que o foco deste artigo seja o relacionamento amoroso, essas dicas podem ser utilizadas tanto com relacionamentos familiares quanto de amizade. Qualquer forma de relacionamento precisa de manutenção para sobreviver. 

Inicie uma conversa

É possível que você não tenha percebido os pequenos acontecimentos que levaram a situação atual devido à correria do dia a dia e ao lugar comum onde os relacionamentos costumam estacionar com a convivência de anos. 

Conversar sobre o que está se passando na cabeça do parceiro é o melhor caminho para se livrar de suas desconfianças. Já deixo claro: é possível que esta conversa não seja nada agradável ou simples. 

Pode ser que seu parceiro tenha guardado meses ou até anos de descontentamentos com o relacionamento, pois não tinha coragem de exteriorizar suas verdadeiras emoções. Apesar da possibilidade de sofrimento, dialogar sobre o que está perturbando o relacionamento é o primeiro passo para encontrar a solução.

Modifique pequenos acordos

Talvez o relacionamento precise de pequenas mudanças para reencontrar a vivacidade. Se os acordos atuais não estiverem mais funcionando, seja por mudança de interesses ou objetivos de vida, está na hora de fazer novos. Esta renovação é uma forma de dar atenção às necessidades do parceiro bem como as suas. 

Para fazer isso, é preciso ser compreensível e paciente. Os novos acordos podem envolver experiências diferentes das que você está acostumado, mas é sempre bom dar uma chance ao novo em vez de recusar de primeira. A indiferença do parceiro pode ser motivada por várias razões e uma delas pode ser a mesmice da rotina. 

Seja realista 

Muitas vezes, deixamos nossas emoções falarem mais alto. Elas circundam a nossa mente em uma nuvem de desejos e expectativas que pode nos cegar para a realidade. 

Ao iniciar um relacionamento, devemos estar cientes que nem sempre a outra pessoa vai retribuir nossos sentimentos na mesma intensidade ou agir conforme esperamos. Caso contrário, corremos o risco de cair em desilusão. 

Nesses casos, uma das pessoas pode demonstrar falta de interesse. A comunicação novamente se faz necessária para compreender as expectativas do outro sobre o relacionamento para evitar sofrimentos futuros.

Fuja da culpa

É comum nessa situação querer culpar-se pela frieza expressada pelo parceiro. Muitos acreditam que o comportamento do outro, dentro de um relacionamento, é uma resposta ao seu próprio. Assim, atribuem a culpa da conduta indiferente do parceiro a algum feito cometido por eles mesmos e se torturam por terem errado.  

Como Ignorar Alguem Que Te Faz Sofrer?

Esqueça-se da culpa. 

Nos relacionamentos, às vezes temos atitudes que não percebermos ou não conseguimos explicar com clareza. Isso porque costumamos projetar traumas de infância, memórias boas e ruins, anseios e nossos próprios comportamentos no outro. Nem sempre o que nós fazemos ou o que outro faz é por “pura maldade”. 

Acima de tudo, somos pessoas imperfeitas com neuras próprias que, se estiverem causando algum tipo de sofrimento, devem ser devidamente tratadas. Por isso, devemos pensar menos em procurar culpados e mais em assumir a responsabilidade por nossos atos

A diferença está no sentimento. Ao tomar a responsabilidade dentro do relacionamento, sentimos a necessidade de ação, de consertar os erros e procurar caminhos mais positivos. A culpa, por outro lado, é paralisante e julgadora. 

Se não há o que fazer, afaste-se

Se você tentou de tudo para administrar a indiferença e nada deu certo, considere se afastar da pessoa. Não vale a pena ficar preso a um relacionamento sem sentimento por comodismo ou conveniência.  

Conviver com um parceiro apático é cansativo e sobrecarrega o emocional porque vivemos à procura de agradar o outro ou sanar dúvidas referente aos seus sentimentos. Como não podemos controlar as pessoas, o melhor a se fazer é procurar um novo amor em outro lugar. 

Términos são dolorosos, mas necessários tanto para a sua felicidade quanto a do seu parceiro. Faça isso da maneira mais amigável possível, sem acusações ou atribuição de culpa, para proteger os seus sentimentos. Não hesite, pois o tempo eventualmente cura as feridas do fim da relação.  

A carência afetiva pode ser a sua inimiga

A carência afetiva tornou-se um problema comum do século XXI. Muitas pessoas acabam apegando-se a outras para preencher o vazio emocional dentro delas. Relacionamentos podem perdurar por necessidade em vez de por amor, tornando-se uma fonte de afeto nada saudável. 

Ao deparar-se com a indiferença, o correto é procurar compreender suas origens e encontrar soluções para despertar os sentimentos adormecidos dentro da relação. 

Porém, como vimos no ponto anterior, nem sempre dá certo. Por vezes, duas pessoas estão melhores separadas, vivendo as próprias vidas e correndo atrás de objetivos próprios, do que unidas em um relacionamento sem amor. 

A carência afetiva pode deixá-lo cego para esta realidade e tentar convencê-lo a insistir no relacionamento por medo de ficar sozinho ou ser rejeitado. Portanto, se você sentir que:

  • Não consegue viver normalmente sem o parceiro.
  • Precisa aguentar a impassibilidade porque não vai encontrar outro relacionamento se este não der certo.
  • É melhor permanecer em um relacionamento ruim do que correr o risco da rejeição.

É possível que a carência afetiva esteja impedindo você de deixar um relacionamento sem futuro, criando sofrimento através de especulações, baixa autoestima e medo.

Se você possui grande dificuldade de lidar com a indiferença no relacionamento e acredita que um empurrãozinho será benéfico, um psicólogo pode ajudá-lo a compreender seus sentimentos. Na terapia, você também pode compreender as complexidades da mentalidade por trás da carência afetiva. 

Como Ignorar Alguem Que Te Faz Sofrer?

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Tatiana Pimenta

CEO e Fundadora da Vittude. É apaixonada por psicologia e comportamento humano, sendo grande estudiosa de temas como Psicologia Positiva e os impactos da felicidade na saúde física e mental.

Cursou The Science of Happiness pela University of California, Berkeley. É maratonista e praticante de Mindfulness. Encontrou na corrida de rua e na meditação fontes de disciplina, foco, felicidade e produtividade.

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O que fazer quando alguém te ignora – CHAVES PSICOLÓGICAS

Como Ignorar Alguem Que Te Faz Sofrer?

Quando alguém te ignora e, por sua vez, você não tem qualquer tipo de interesse nessa pessoa, não existe conflito emocional porque os interesses de ambos são totalmente compatíveis. Contudo, se alguém tem algum tipo de relevância para você e te ignora, podem surgir sentimentos negativos na pessoa ignorada.

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Em uma situação desse tipo, é provável que a pessoa reflita sobre o fato de não merecer esta indiferença, contudo, é mais adequado estar atento à objetividade dos fatos para aceitar e assumir esta situação o quanto antes. O que fazer quando alguém te ignora? Em Psicologia-Online, te oferecemos alguma orientação em relação a esta questão.

Você não pode mandar nos interesses da outra pessoa e, por muito injusto que possa parecer, essa situação é o que é. Quando uma pessoa te ignora não uma, mas muitas vezes, deixou clara a sua mensagem.

E, desde esse ponto de vista, o melhor é que você alimente o seu amor próprio tomando a decisão de se distanciar. A insistência, nesse tipo de situação, apenas vai gerar um efeito contrário ao que você deseja obter.

Se alguém te ignora e você insiste em chamar a atenção dessa pessoa, é provável que essa pessoa não goste da ideia.

O que fazer quando uma pessoa que você gosta te ignora

Assuma a situação na desportiva, sabendo que essas coisas acontecem. É impossível que todo o mundo goste de nós. Aceite essa situação, faça o luto da sua decepção e continue o seu caminho na companhia de todas as pessoas que gostam de você.

Como Ignorar Alguem Que Te Faz Sofrer?

Em alguns casos, esta circunstância pode ocorrer no ambiente profissional quando não existe afinidade entre duas pessoas da equipe. Em muitos casos, esta falta de simpatia não é uma questão de ambas as partes, mas sim de uma. O que fazer quando um colega de trabalho te ignora?

Em primeiro lugar, é conveniente que você diminua o contato com essa pessoa ao estritamente necessário por motivos laborais.

Contudo, nesse caso, a melhor decisão não é que você a ignore, simplesmente porque formam parte de uma equipe e, por isso, estão obrigados a se entenderem.

Embora seja difícil ser amável com uma pessoa que age com indiferença em relação a você, recomendamos que você seja o exemplo vivo da boa educação, não tanto por essa pessoa, mas por você mesmo e porque quer mostrar a sua profissionalidade.

Se você está passando por uma situação desse tipo no trabalho, pode tomar a iniciativa de recomendar planos de formação em inteligência emocional ao departamento de recursos humanos, uma vez que esses processos são muito benéficos para construir equipe. Também pode ser uma boa opção consultar um psicólogo sobre o caso para que el te ajude a saber como agir em uma situação desse tipo, conhecendo as particularidades do caso (o tipo de vínculo, a idade da pessoa e as suas circunstâncias).

Como Ignorar Alguem Que Te Faz Sofrer?

Em alguns casos, esta indiferença aparente é resultado de uma briga que não foi resolvida entre duas pessoas e que, em alguns casos, resulta na falta de contato entre pessoas que formam parte da mesma família. A frieza vai-se prolongando ao aumentar a própria indiferença, já que nenhuma das pessoas dá o primeiro passo para chegar à reconciliação.

A indiferença é traduzida em gestos tão simples como não cumprimentar a pessoa ao vê-la na rua ou não responder às suas chamadas e mensagens.

Se você está passando por uma situação desse tupo, tome a iniciativa do contato, sem questionar quem tem razão em relação ao que aconteceu.

Mesmo que uma pessoa esteja cheia de motivos, existe algo mais importante: a harmonia familiar. Na maioria das ocasiões, o perdão do reencontro é a melhor fórmula perante a indiferença.

Em uma situação desse tipo, o castigo da indiferença pode ser especialmente doloroso. Por esse motivo, recomendamos que você encontre o equilíbrio entre ocupar-se desse assunto (em relação às ações que dependem de você) e continuar o seu caminho centrando a sua atenção nas pessoas que te oferecem o seu reforço e companhia.

Este artigo é meramente informativo, em Psicologia-Online não temos a capacidade de fazer um diagnóstico ou indicar um tratamento. Recomendamos que você consulte um psicólogo para que ele te aconselhe sobre o seu caso em particular.

Se pretende ler mais artigos parecidos a O que fazer quando alguém te ignora, recomendamos que entre na nossa categoria de Emoções.

Ignorar uma Pessoa – Às Vezes é Necessário! – JRM Coaching

Home > Blog > Ignorar uma Pessoa – Às Vezes é Necessário!

Cada pessoa que passa pela nossa vida nos oferece alguma lição. Enquanto algumas nos ensinam através de bons exemplos, outras nos mostram que, muitas vezes, é necessário saber o momento de se afastar.

Ignorar uma pessoa é uma atitude delicada, que requer reflexão e cautela para que não magoemos alguém ou sejamos injustos.

Entretanto, quando a presença dela está te prejudicando de alguma forma, essa pode ser a melhor coisa a se fazer.

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7 Motivos Para Ignorar uma Pessoa e Seguir Adiante

Ninguém deve ignorar uma pessoa apenas porque ela o contrariou ou cometeu um erro, afinal somos todos seres humanos e esses são acontecimentos completamente naturais. Contudo, quando a companhia dela se mostra prejudicial, se afastar se torna o melhor caminho. Veja quais são os principais perfis que devem ser ignorados para o bem da sua saúde emocional.

1 – Pessoas Altamente Críticas

Os feedbacks das pessoas próximas são ótimas maneiras de fazer com que você se conheça mais e encontre seus pontos fortes, bem como os aspectos que precisam ser melhorados, desenvolvidos ou evoluídos em sua personalidade.

Essa troca é extraordinária e essencial em uma relação de amizade, mas perde o seu sentido quando acontece na forma de críticas que são feitas de maneira depreciativa, servindo apenas para te deixar para baixo.

Escolha manter ao seu lado apenas pessoas que te apoiam, aconselham e te ajudam a ser cada vez melhor.

2 – Pessoas Invejosas

Dizem que os verdadeiros amigos são aqueles que permanecem ao seu lado mesmo nos momentos mais delicados.

Acredito que também seja uma grande demonstração de amizade manter-se presente nas fases de maior felicidade e se alegrar com o sucesso do outro.

Afaste-se daqueles que não conseguem comemorar as suas vitórias contigo, pois a inveja é um sentimento nocivo e que não vale a pena ter por perto.

3 – Pessoas Que São as Donas da Razão

Outro tipo de pessoa que se mostra necessário ignorar inclui aquelas que acreditam serem donas da razão. Elas acham que estão sempre certas e fazem o possível para que você acredite que está errado. Uma relação com um indivíduo assim não é positiva porque ele não dá espaço para que expresse a sua opinião e pode fazer com que acredite que suas ideias são realmente inferiores às dela.

4 – Pessoas Que Se Fazem de Vítima

Diferente do perfil anterior, essas pessoas colocam-se sempre como meras vítimas de tudo o que lhes acontece.

Nesse sentido, nunca assumem a responsabilidade sobre suas ações e sempre colocam a culpa em terceiros.

A companhia delas é prejudicial porque, muitas vezes, fará com que sinta culpa por algo que não foi o verdadeiro responsável, te levando a se sentir emocionalmente sobrecarregado e sem confiança.

5 – Pessoas Negativas

Nós atraímos o mesmo tipo de energia que enviamos ao universo através de nossos pensamentos, palavras e ações.

Conviver com uma pessoa negativa poderá te influenciar a agir da mesma forma, atraindo negatividade para a sua vida.

Além disso, dificilmente você ouvirá alguma palavra de encorajamento vinda dela, pois aqueles que têm esse perfil costumam sempre ver apenas o lado ruim de tudo e a levar esta energia sorumbática para onde vão.

6 – Pessoas Mentirosas

Nesse caso, acredito que o título seja auto explicativo, afinal a mentira é algo do qual devemos sempre manter distância, seja em nossas próprias atitudes ou daqueles que convivem conosco.

Assim como a verdade liberta, a mentira aprisiona porque tem como objetivo enganar e se aproveitar da boa-fé dos outros.

Nenhuma relação se torna duradoura se não for construída na base da honestidade, verdade e sinceridade.

Você é feliz?

Como Ignorar Alguem Que Te Faz Sofrer?

7 – Pessoas Fofoqueiras

As pessoas fofoqueiras sufocam as suas frustrações ocupando-se com a vida alheia. E, não por acaso, os assuntos que mais gostam estão relacionados a situações delicadas vividas por terceiros.

Elas demonstram prazer ao comentarem quem vai ser demitido da empresa, quem está se separando, foi traído, está com problemas financeiros ou familiares, pois agem como se a infelicidade do outro fosse algo bom de assistir e comentar.

Na real, fazem isso para tornar sua vida um pouco melhor, pois quem está feliz de verdade não perde tempo agourando à vida dos outros.

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Como Ignorar Uma Pessoa Tóxica

Quando se trata de uma relação de amizade, talvez seja um pouco mais simples se afastar de uma pessoa que tenha um perfil tóxico, pois basta reduzir o contato gradativamente.

Entretanto, quando vocês trabalham juntos ou fazem parte da mesma família, pode ser um pouco mais delicado ignorá-la.

Mas, através de algumas medidas simples, é possível manter uma distância saudável e conseguir seguir em frente sem maiores problemas. São elas:

Evite Discussões: opte por realizar o distanciamento de forma pacífica, sem fazer acusações ou entrar em atrito com a pessoa, principalmente se as circunstâncias te obrigarem a continuar se encontrando com ela. Por mais que ela não mereça a sua consideração, faça isso por si mesmo, para que possa viver de forma tranquila e em paz.

Mantenha a Discrição: você não precisa anunciar para todos os conhecidos de vocês que está se afastando dessa pessoa, prefira fazer isso de forma discreta. Independente se ela tenha te causado algum mal, não queira pagar na mesma moeda porque isso pode fazer com que a situação se torne ainda pior.

Se sentir a necessidade de desabafar, faça isso com alguém da sua confiança e, se possível, fale diretamente para o indivíduo tóxico sobre as razões do seu afastamento, de modo a não deixar que fofocas minem ainda mais a relação.

Afaste-se aos Poucos: se você parar de repente de conversar com ela, poderá criar um mal-estar entre vocês e impactar em todo o ambiente, o que é ruim principalmente se trabalham na mesma empresa ou fizerem parte da mesma família. O ideal é que o afastamento aconteça aos poucos e de forma natural.

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Seja Educado: se precisar tratar de qualquer assunto com a pessoa, faça isso de forma educada, procurando falar apenas o essencial e sem dar detalhes a respeito da sua vida. Afinal, não é porque deseja afastá-la da sua vida pessoal que precisará destratá-la. Esse é um sinal de maturidade e respeito.

Valorize as Pessoas Positivas: assim como ignorar pessoas nocivas da sua vida é necessário, valorizar as boas companhias também é. Procure sempre agradecer e retribuir o bem que seus entes queridos te fazem, assim, estará tornando os laços que os unem ainda mais fortes.

Muitas vezes, se afastar de uma pessoa pode se mostrar um grande desafio, principalmente se a considerar muito.

Contudo, se a presença dela estiver te prejudicando de alguma maneira, o afastamento pode ser a melhor escolha para ambos.

Primeiro para que você possa se desintoxicar de suas más influências, e segundo para que a pessoa possa repensar suas atitudes e refletir sobre os efeitos dos seus comportamentos nocivos.

Não se sinta egoísta ao tomar essa atitude, pois, na realidade, trata-se de uma medida de autocuidado. Por isso, se puder escolher, não se obrigue a conviver com pessoas que te fazem mal e escolha sempre ter ao seu lado seres de luz que agreguem e iluminem o seu caminho e que ajudem a ser uma pessoa cada vez melhor. Faça o mesmo pelo outro e alimente a corrente do bem!

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Eu escolhi te ignorar

Dizem que…

Palavras e sentimentos misturados em diversas mensagens

Você vai superar

Dê o próximo passo em busca de sua felicidade

Amizade Masculina

Amizade de verdade não escolhe gênero

Anatole France

Um pouco da literatura francesa em suas frases!

Charles Chaplin

Dance na chuva com a estrela do cinema mudo!

Dia da Voz

Cantar é bom, mas é preciso ter cuidado com as cordas vocais

Cresci e amadureci

A evolução vem com os obstáculos que aparecem no caminho

Frases de Amizade

Para fortalecer os laços com seus amigos preferidos

Momentos mágicos

Alguns instantes que fazem a vida valer a pena

Conhecimento sem ação

Use a sua sabedoria ao longo de toda a sua caminhada

Desprezo da Pessoa que Ama

Cerca de 40 frases e pensamentos: Desprezo da Pessoa que Ama

De que adianta você amar uma pessoa e só receber desprezo em troca… Cansada!! Quando se ama alguém que não te ama, é o mesmo que amar um cacto, quanto mais aperta, mais dói… Eu desisti pq não aguento mais a dor!

Laila Cristina

Perfis Não te culpes se a tua maneira de amar foi intensa, e se a pessoa a quem este amor dedicaste, nem em ti pensa.
Existem seres que se julgam únicos, e sabem desprezar, deixar de lado a quem lhes dedica afeição.

Em seu íntimo, têm algo guardado que as fazem assim agir, julgam ser importantes, e esquecem serem, a proteção de outros, que à sombra delas vivem, só que para elas, estes a amam.
Perfis de seres humanos que nada são,
nada fazem, nada representam.

Os dias, irão mostrar o que elas fizeram de seus caminhos, e colocará aos olhos de todos, o retrato de uma pessoa amarga, triste e pobre, que ainda terá ao lado o espelho de sua alma a lhe mostrar a verdade.

Roldão Aires Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil

Membro da U.B.E

Roldão Aires

Nem sempre teremos aquela pessoa que a gente tanto despreza que nos ama de verdade para sempre pois chega um momento na vida que é chegada a hora de deixarmos elas partirem pois o tempo não pára só por conta do nossos sentimentos tudo está na vontade de Deus às vezes queremos tanto uma coisa mas Deus sabe que aquilo que a gente tanto quer não foi feito para nos e que só támos ali cumprindo um papel que nós sabemos que uma hora ou outra vai ter que chegar ao fim não adianta nós choramos pois quando o tempo vem ele leva tudo de nós até mesmo a saudade que a gente sente com tanta intensidade que está tão distante às vezes tão perto às vezes na mesma cidade alguns passos de nós que também está bem diante de nós e a gente não ver realmente só vemos quando não estar mas no nosso alcance pois nunca esqueça de fazer tudo hoje pois amanhã talvez não venha pois a vida às vezes nos prega várias peças nas nossas vidas mas quando é verdadeiro nem o tempo e a distância nos separa te amo hoje e sempre (Didi Moraes)

amanhã

Como no preparo do alimento, precisamos separar aquelas pessoas que não trazem nada de útil para nós, porque elas podem se tornarem o excesso que desprezamos dos alimentos e nos provocar a indigestão que não desejamos

Jader Amadi

Não é que desprezamos quem nos ama. A pessoa que faz o nosso coração bater mais forte, tem um toque diferente, inteligência e humor indiscutível, um jeito distinto de ver e viver a vida, e uma personalidade única.

Fabrício Fiuza

Afastar-se ou dar gelo é a melhor solução para um desentendimento? Entenda

Estratégia comum após longas discussões ou mesmo quando a relação não anda bem, dar um gelo em um amigo, familiar ou parceiro pode ser uma maneira de ganhar tempo e lidar com um sentimento incômodo ou mesmo esperar a situação se acalmar para retomar o diálogo.

Como ilustra a própria expressão que o descreve, esse comportamento consiste em interromper o diálogo e evitar o contato físico durante um determinado período de tempo, de maneira pontual, geralmente buscando que o outro reavalie os comportamentos que tenham desagradado.

“Dentro de um relacionamento, esse afastamento, que pode ser praticado por uma das partes ou ambas, consiste em ignorar o outro, não retornando ligações, mensagens, cancelando encontros e se afastando fisicamente e emocionalmente”, define Cláudia Regina Ribeiro, psicóloga clínica do HC-FMUSP (Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo).

Ainda segundo Ribeiro, isso normalmente acontece quando existem problemas no relacionamento ou a relação ainda não está muito bem estabelecida. “Falta segurança na comunicação e existe pouca proximidade”, esclarece.

No entanto, ignorar alguém, mesmo que pontualmente, independentemente do grau de relação estabelecido, pode não ser a melhor estratégia a ser tomada, além de não contribuir para a resolução do conflito ou da questão que gerou a necessidade de afastamento.

“A depender do contexto, este pode ser considerado um modelo de comunicação passivo-agressivo, uma vez que as pessoas utilizam dessa ferramenta como uma forma de se manter no controle da relação”, pondera Ilíada Alves, preceptora da Residência em Psiquiatria do Hospital das Clínicas Dr.

Ramadês Nardini e membro do Ambulim (Ambulatório de Transtornos Alimentares) do IPq (Instituto de Psiquiatria) o HC-FMUSP.

Ao diminuir a comunicação com o outro, o distanciamento aumenta e narrativas próprias que também podem ser criadas internamente por quem decidiu pela interrupção dos contatos.

“As ideias e pensamentos construídos para justificar esse distanciamento e a falta de informações sobre os motivos reais são geralmente piores do que a realidade, e acabam deixando em aberto fantasias, suspeitas e inseguranças no relacionamento” salienta Ribeiro.

Para ela, o excesso de silêncio e distância também pode dificultar o encontro de soluções e mesmo mudanças de comportamento e atitude.

Dar ao outro a possibilidade de vivenciar sua falta

Outra situação comum, relatada como justificativa ao afastamento deliberado de alguém, é a dificuldade em ser ouvido. Às vezes, os conflitos ganham proporções maiores porque não existe um processo de escuta e de entendimento do outro.

Para Mônica Soutello, psicóloga clínica especializada pela USP (Universidade de São Paulo) e diretora da Clínica Miosótis, o afastamento também pode produzir outros efeitos, como fazer com que o outro se perceba autor de determinadas atitudes que machucam e prejudicam a relação.

“Existem situações em que este afastamento se faz necessário pelo fato do relacionamento ter se tornado abusivo”, afirma.

Muitas vezes, existe uma tentativa reiterada de diálogo por uma das partes que não surte efeito, com o aumento dessa frequência. “Nesse sentido, o afastamento surge como possibilidade de demonstrar de outra maneira que algo não está bem, já que por meio do diálogo isso não foi possível”, orienta a especialista.

Nesse caso, um afastamento pontual pode ajudar o indivíduo a analisar a situação de outra forma, observando e reconhecendo seus próprios limites antes de definir a forma mais adequada de conduzir a situação conflituosa.

A manutenção de relacionamentos, independentemente de sua natureza, também é condicionada a determinados atributos que precisam ser adquiridos.

“As habilidades importantes para a condução efetiva de um relacionamento incluem evitar que as mágoas se acumulem, resolver os conflitos e restaurar ou terminar o relacionamento se necessário”, diz Alves.

É preciso comunicar o afastamento?

Para Cláudia Regina Ribeiro, a comunicação dessa necessidade pessoal de afastamento deve observar o vínculo estabelecido. Com alguém com quem se tem pouca intimidade e cuja relação acaba de iniciar não necessitaria, portanto, ser comunicado. “Se considerar importante ou não se sentir bem, é possível explicar o motivo do afastamento, desde que com tranquilidade e respeito”, ressalta.

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A questão muda de tom quando os relacionamentos são mais densos, mais longos e com contato frequente. “Em um relacionamento assim, é importante comunicar ao outro a necessidade desse tempo e explicar os motivos até mesmo em respeito ao que viveram juntos e a sua expectativa com o afastamento”, explica a psicóloga.

Em alguns casos, a ausência de comunicação do afastamento, utilizada como ferramenta para evitar conflitos, pode conter uma hostilidade disfarçada. Nesse caso, vale refletir sobre a importância de demonstrar empatia enquanto expressa o que sente ou durante o período de afastamento.

Entretanto, diante de uma tentativa de diálogo sem sucesso, o afastamento não comunicado pode ser uma ferramenta para impulsionar novas percepções.

“Diante de uma comunicação falha, devemos nos perguntar se o problema é da boca ou do ouvido”, afirma Mônica Soutello.

“Se for do ouvido, não adianta quantas vezes tentemos, o problema não se resolverá pois não há disponibilidade para escutar”, acredita a especialista.

Assim, o afastamento seria usado como uma forma de comunicar que algo mudou naquela relação, tanto para quem se afastou quanto para quem está afastado.

Quais os limites do “gelo”?

A sobrecarga emocional e a indecisão sobre o que realmente se deseja na relação também podem atrapalhar a capacidade de conduzir as situações conflituosas de modo efetivo. “Se distanciar pontualmente pode ajudar a lidar com o esgotamento emocional e pensar nas possibilidades de resolver um problema”, aponta Alves.

Ao manter uma distância do que está sendo vivido, temos oportunidade de enxergar melhor o que sentimos. Assim, conseguimos avaliar de forma mais sensata os prós e os contras da relação. Outro benefício é que o afastamento evita mágoas desnecessárias, colocando limites. “É como se mostrássemos até onde o outro pode ir ou não”, complementa Soutello.

Dividir a mesma casa, trabalhar ou estudar no mesmo ambiente não necessariamente estabelecem algum vínculo — e, além do mais, o afastamento é psíquico, não físico. Mas valem criar algumas regras — ou acordos de convivência — para que esse distanciamento não seja sentido ou interfira em outras relações em comum, criando situações constrangedoras.

No caso de relacionamentos muito conflituosos, desrespeitoso ou agressivos, o afastamento radical e até o rompimento definitivos devem ser considerados.

Em relacionamentos destrutivos, por exemplo, permanecer muito tempo nesse tipo de relação pode se tornar algo muito problemático.

“Dessa forma, o rompimento da relação somado aos investimentos nas outras esferas da vida pode ajudar a preservar o respeito por si, além de trazer benefícios à saúde mental”, pondera Alves.

Como saber que chegou a hora de uma reaproximação e de retomar o diálogo?

A decisão pela retomada do diálogo deve seguir um momento que seja favorável para ambas as partes. “A partir do momento em que que você perceber que conseguiu analisar a situação de forma clara e definir um objetivo para ela, esse é o momento”, reflete Alves.

É importante também observar se os comportamentos que geraram a necessidade de afastamento podem de fato mudar, e se houve algum ganho de maturidade que permita reiniciar a comunicação, ressignificando os problemas e as dores do passado.

Para retomar o diálogo, Ribeiro sugere iniciar uma conversa natural, demonstrando interesse no outro, incluindo-o nas atividades e eventos, informando sobre as novidades, seus aprendizados, curiosidades e principalmente os interesses em comum e recordações de momentos bons. Vale também compartilhar aspectos pessoais para que o outro descubra o que é realmente importante para você e as suas necessidades.

A retomada do relacionamento de maneira saudável também precisa considerar investimento nas habilidades de comunicação de ambas as partes, exercitando a escuta empática e a flexibilidade, validando o sentimento do outro e cultivando ações de afeto e cuidado.

5 exercícios para enfrentar o que nos faz mal

Certamente, ninguém nos ensinou a enfrentar o que nos faz mal diretamente, como nos ensinaram matemática na escola. Sempre disseram “não chore”, “o tempo cura tudo”, “vai passar”… Mas nada disso ajudou, e pode até ter piorado a situação. Portanto, hoje propomos 5 exercícios para enfrentar o que nos faz mal.

Ignorar a dor que você sente ou deixar que passe despercebida não é uma opção. Essa emoção precisa de uma atenção especial, mesmo que doa. Devemos enfrentá-la para que não fique reprimida e continue a corroer nossa pele por muitos anos.

Conselhos para enfrentar o que nos faz mal

1. Aprenda a soltar a dor

Para fazer o primeiro exercício, você vai precisar apenas de um lápis ou um objeto pequeno que não se quebre. Segure-o na sua mão e aperte com força, o máximo que puder. Agora, você vai imaginar que esse objeto são suas emoções, seus pensamentos, ou aquela pessoa que não lhe faz bem.

No começo, apertar este objeto será desconfortável. Depois, vai acabar machucando sua mão.

Quando isso acontecer, solte e permita que esse objeto, no qual você visualizou tudo o que lhe fazia mal, caia no chão.

Observe como você foi capaz de soltá-lo e como você se agarrava a ele. O mesmo ocorre com todas as emoções ou pessoas que lhe causam tanta dor. Você pode soltá-las.

Quando nos apegamos a certas situações, consideramos que já fazem parte de nós, mesmo que nos façam mal e não possamos perceber que somos nós que escolhemos sofrer. A qualquer momento, podemos nos desapegar.

2. Observe a maneira como você fala

Este segundo exercício para enfrentar o que nos faz mal vai ajudá-lo a entender de que maneira você fala. Talvez você acredite que o faça de uma maneira positiva, mas ficará surpreso quando descobrir que convive com mais frases e pensamentos negativos do que pensava. Para realizá-lo bem, vamos dar um exemplo.

Imagine que você está na academia e que alguém começa a conversar com você. Quando você se despede, a outra pessoa diz “Fico feliz por ter falado com você” e você demora a reagir.

Você fica um pouco nervoso e responde um pouco inseguro “Eu também”.

Enquanto você anda até os vestiários, não consegue parar de pensar em como é bobo e no papel de ridículo que sempre faz ao falar com outras pessoas.

O importante é que você esteja ciente de todas essas situações e que, quando puder, fique diante de um espelho e diga a si mesmo o que pensou. Isso é positivo? Você vai perceber como prejudica sua autoestima repetidas vezes sem se dar conta.

3. Prenda-se ao presente

Uma maneira de enfrentar o que nos faz mal é colocar em prática outro exercício: prender-se ao presente. Certamente você conhece a técnica do mindfulness. Portanto, vamos ver como você pode se concentrar no momento presente, esquecendo o passado e o futuro por um momento para superar a dor.

Durante uma semana, escolha algo em que você deseja se concentrar.

Por exemplo, na segunda-feira, em como você respira, na terça-feira, em como seus pés estão em contato com o chão, na quarta-feira, em como a água flui em sua pele ao lavar as mãos, lavar a louça ou ao tomar banho… Faça o mesmo para o resto dos dias da semana. Isso irá ajudá-lo a apreciar as pequenas coisas e lhe permitirá soltar um pouco mais o que lhe faz mal.

Apegar-nos ao que nos faz mal nos impede de desfrutar as pequenas coisas, porque tudo gira em torno dessa dor que podemos liberar a qualquer momento.

4. Coloque-se no pior cenário

Este quarto exercício para lidar com o que nos faz mal permitirá subtrair o drama da situação que está nos fazendo sofrer. Muitas vezes, as emoções obscurecem a visão de tal forma que parece que tudo é terrível. Por causa disso, você vai tentar se colocar no pior cenário.

Imagine que seu parceiro e você não estão bem. Você está, há algum tempo, apegado a um relacionamento que lhe faz mal e é difícil acabar com isso. Às vezes, você vê claramente a decisão que deve tomar, mas o medo o invade e impede que você aja. Embora seja difícil, pense no pior.

Qual é o pior que poderia acontecer? Talvez, ficar sozinho, ser diferente do resto de seus amigos por não ter um parceiro, não estar com alguém que lhe dá amor… Sugerimos que você anote todas essas circunstâncias difíceis, mas não dramáticas. Assim, você perceberá que muitas coisas que coloca no papel não são tão sérias.

Para cada resposta, tente dar razões pelas quais isso deveria lhe fazer mal. Em alguns casos, você verá que não obtém uma resposta que não seja absurda. Em outros, você perceberá que uma situação pode doer, mas o que te faz sofrer é o fato de se apegar a ela.

5. Uma pergunta essencial

Apegar-se à dor é algo que leva, inevitavelmente, ao sofrimento. Portanto, todos os exercícios para enfrentar o que nos faz mal que mencionamos podem ajudá-lo a ver mais claramente tudo que acontece com você. Assim, será mais fácil tomar uma decisão que o beneficie.

Para finalizar, um último exercício consiste em fazer uma pergunta essencial.

O que você diria para alguém que estivesse passando pelo mesmo que você? Imagine que é o seu irmão ou um amigo que está vivendo a situação pela qual você está passando.

A resposta para a pergunta que você fez será o que deve ser aplicado a você mesmo. Esta pergunta pode ajudá-lo a abrir os olhos.

“Tive que soltar o resto e segurar bem forte em mim mesma”.
-Anônimo-

Tendemos a nos apegar à dor, fazendo com que ela se transformasse em sofrimento. O irônico é que podemos soltá-la quando queremos, mas para conseguir isso, temos que estar conscientes do que estamos fazendo. Quantas vezes você se apegou ao que lhe fazia mal? Como conseguiu sair dessa situação?

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