Como Fazer Com Que A Menstruação Não Venha?

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*Tradução: Jade Augusto Gola

Desde o começo de 2020 a pandemia do coronavírus (COVID-19) está impactando decisões pessoais e de saúde das pessoas por todo o mundo. Enquanto a maioria das pessoas teve que mudar suas rotinas, mulheres e pessoas que menstruam sabem que os ciclos menstruais não pararam por causa da pandemia.

Você deve ter ouvido que a COVID-19 e o estresse causado pela pandemia podem ter efeito na previsibilidade dos ciclos; talvez você tenha percebido isso em seu próprio corpo. Se você notou mudanças no seu ciclo menstrual recentemente, talvez a pandemia tenha a ver com isso.

Vamos analisar agora como a COVID-19 está impactando a saúde feminina e menstrual.

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O estresse da pandemia pode impactar a minha menstruação?

Temos lido na Internet diversos relatos de como o estresse da pandemia se expressa, para muita gente, em mudanças nos ciclos menstruais.

Você não precisa ter uma infecção de COVID-19 para notar alterações em seus comportamentos menstruais. Viver durante uma pandemia já é uma experiência estressante o suficiente.

E o estresse, sabemos, pode ter influência sobre duração dos ciclos, padrões de sangramentos vaginais, menstruações dolorosas e sintomas pré-menstruais (1).

Todo o estresse físico, mental e financeiro de ter que lidar com as mudanças desses últimos tempos atingiu desproporcionalmente as mulheres e pessoas com ciclos.

Embora os homens tenham maior chance de morrerem de complicações de COVID-19 do que as mulheres (2), a pandemia revelou disparidades de gênero nos sistemas de saúde e de assistência social.

Pessoas trans e não binárias também são particularmente impactadas pela pandemia e são, deste modo, mais vulneráveis à COVID-19 (3).

Impactos da pandemia nas condições de trabalho foram mais significativas para as mulheres: desemprego, falta de assistência infantojuvenil, aulas virtuais e potencial exposição à COVID-19 no trabalho. Segundo o censo dos EUA, 73% dos trabalhadores de saúde identificam-se como mulheres (4), índice similar à média histórica de 70% no Brasil (12).

Grupos como profissionais domésticos e cuidadores informais são majoritariamente compostos de pessoas não brancas, imigrantes — e mulheres (5). Essas categorias incluem enfermeiras, faxineiras e cuidadoras de idosos, profissionais que continuaram trabalhando ao longo da pandemia.

E antes da crise do coronavírus, muitos dessas profissionais já trabalhavam sob condições precárias, como horas excessivas e sem convênio de saúde. As perdas de emprego devido à pandemia vêm impactando mais as mulheres que os homens, com 11% das mulheres declarando desemprego nos EUA, contra 4% dos homens (6).

Desemprego e subemprego significam a perda de benefícios como seguro de saúde e, portanto, dificuldade para acessar atendimento de saúde. Mulheres não brancas e imigrantes têm risco extra de não terem seguro (5).

Mesmo com seguro de saúde, acesso aos sistemas e a atendimento na maioria dos países têm sido limitado. Gestantes sofrem ainda mais estresse durante a pandemia, já que uma gravidez traz maiores riscos de sintomas graves de COVID-19 (7) e as restrições de visitas para evitar contágios aumentam o estresse desta fase (8).

Cerca de um terço das mulheres nos EUA reportaram limitações no acesso a serviços de saúde reprodutiva, o que inclui ter em mãos anticoncepcionais. Entre pessoas negras, não brancas, latinas, LGBTQIA e de baixa renda, é maior a fatia de pessoas que sofrem dificuldades para atendimento de saúde (9). Acesso ao aborto legal também viu restrições durante esta pandemia (9).

A violência doméstica e baseada em gênero aumentou no último ano (9).

Em resumo: mulheres e pessoas com ciclo estão lidando com muito estresse neste difícil momento. Além do esforço para lidar com as mudanças em casa e no trabalho, há as preocupações diárias sobre não se infectar ou ver entes queridos doentes ou mortos pelo vírus.

Se você está sofrendo de ansiedade e com as incertezas, saiba que tais sentimentos são válidos e bastante normais.

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Uma infecção de COVID-19 pode afetar minha menstruação?

Uma pessoa que contrai a COVID-19 pode notar mudanças significativas em seu ciclo menstrual. Até agora, pesquisadores ainda não sabem precisar de que maneira o vírus impacta nossos ciclos, mas uma teoria é de que o estresse que uma infecção dessas traz para o dia a dia faz com que o corpo altere padrões menstruais.

Um estudo de 2020 avaliou padrões menstruais de pessoas com COVID-19 e encontrou mudanças significativas. Na análise, a maioria das pessoas não relatou diferenças no volume da menstruação, mas 20% de participantes percebeu diminuição no sangramento (10).

Pessoas com casos severos de COVID-19 eram mais propensas a ter menstruações mais longas: ciclos com mais de 28 dias (10).

Em contrapartida, o momento em que você está no ciclo menstrual impacta os sintomas de uma infecção viral por coronavírus. Exacerbações e condições como asma e enxaquecas são comuns nas fases lútea e menstrual do ciclo (11).

Pesquisadores acreditam que níveis flutuantes do hormônio estrogênio podem influenciar algumas células de defesa do corpo, levando a pioras de sintomas de doenças e condições (11).

Essa mesma dinâmica hormonal pode intensificar os sintomas de COVID-19.

É provável que uma infecção de COVID-19 pode influenciar sua menstruação, do mesmo modo que o seu ciclo menstrual pode ter influência nos sintomas dessa doença.

Também é possível sofrer o estresse da pandemia ou uma infecção confirmada e nenhuma mudança ocorrer em seu ciclo.

A pesquisa sobre como esse vírus e os ciclos interagem ainda é muito incipiente, e mais estudos se fazem necessários.

Como saber se o estresse da pandemia ou a COVID-19 estão influenciado meu ciclo?

Você pode monitorar em seu Clue app quaisquer mudanças em seu ciclo, incluindo dores, volume do fluxo e duração da menstruação.

Também é útil monitorar alguns sintomas que podem ter correspondência com uma infecção de COVID-19, como energia, sono, temperatura, digestão e fezes. Monitorar te ajuda a notar mudanças nos padrões menstruais e em que momenta os sintomas aparecem ao longo do ciclo.

Com essas informações em mãos, você pode decidir que é hora de uma visita médica, ou pode mostrar o app para sua médica e conversar sobre suspeitas e alterações.

Se você busca apoio e informação, saiba que nosso time está aqui para ti. Monitore com regularidade e fale sempre conosco via

Menstruação atrasada: 9 causas e o que fazer

  • A menstruação atrasada nem sempre é sinal de gravidez, pois outras situações como o estresse em excesso, emoções muito fortes, alterações hormonais ou mesmo o consumo exagerado de cafeína ou de bebidas alcoólicas, podem levar ao atraso da menstruação.
  • Geralmente, este atraso na menstruação pode durar desde 1, 2, 3 ou 5 dias até 1 a 2 meses, sendo recomendado consultar o médico se a menstruação continuar atrasada por mais de 3 meses, para que a causa possa ser identificada e tratada.
  • Porém, se houve contato íntimo desprotegido alguns dias antes, existe a probabilidade de gravidez, sendo recomendado fazer um teste, que pode ser comprado nas farmácias.
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  • Se a menstruação está atrasada e a mulher já realizou pelo menos 2 testes de gravidez no último mês, com 7 dias de intervalo entre a realização do teste, e o resultado tenha dado negativo, é muito provável que não seja gravidez e o atraso na menstruação possa estar a ser causado por outras situações, como:

1. Excesso de atividade física

O excesso de atividade física, como acontece com atletas ou pessoas que estão em preparação para alguma prova ou competição esportiva, por exemplo, podem levar a alterações hormonais, como é o caso do aumento da prolactina, que pode levar ao atraso da menstruação. Porém, é importante que a pessoa saiba que é importante praticar atividade física regular, desde que não seja em excesso.

2. Dietas muito restritivas

Algumas dietas muito restritivas, podem levar a oscilações hormonais que causam alterações na menstruação. Além disso, a redução de aporte de nutrientes faz com que o organismo aproveite a pequena quantidade de nutrientes para funções mais importantes, o que se pode refletir em atrasos ou mesmo ausência na menstruação.

3. Alterações no sistema reprodutor

Alterações no sistema reprodutor, como endometriose, síndrome dos ovários policísticos ou a presença de miomas no útero, também podem causar oscilações nos hormônios sexuais femininos, podendo levar a alterações na menstruação.

4. Alterações do hipotálamo e hipófise

O hipotálamo e a hipófise são glândulas que estão localizadas no cérebro e que são responsáveis pela regulação dos hormônios sexuais. Doenças que causam alterações nestas glândulas podem levar a oscilações no ciclo e, consequentemente, atrasos ou antecipação da menstruação.

5. Pílula de uso contínuo

A pílula ou outros anticoncepcionais de uso contínuo, como fornecem hormônios ao organismo diariamente e sem pausas, impedem que ocorra a menstruação. Porém, podem ocorrer pequenos sangramentos ocasionalmente, mas em diferentes dias do ciclo.

6. Pré menopausa

Quando a fase da menopausa se começa a aproximar, é normal começarem a ocorrer atrasos ou mesmo falhas na menstruação. Algumas mulheres podem entrar na menopausa numa idade precoce e não perceber que é essa a causa dos atrasos da menstruação.

Saiba quando pode surgir a pré-menopausa e como identificar.

7. Pós-parto

No pós-parto, a menstruação só poderá voltar após a mulher parar de amamentar. Porém, é necessário usar métodos contraceptivos durante a amamentação, para evitar uma gravidez.

Leia também:  Como Dizer Aos Pais Que Estou Gravida?

Entenda quando é normal que a menstruação volte depois do parto.

8. Uso de anticoncepcional

Em algumas mulheres que deixam de usar anticoncepcional como a pilula, implante ou injeção anticoncepcional, o ciclo menstrual pode demorar cerca de 6 meses a voltar a ser regular, o que é perfeitamente normal, não havendo motivo para preocupação.

9. Estresse e ansiedade

O estresse pode influenciar a regulação hormonal, realizada pelo hipotálamo, no cérebro, levando a alterações na menstruação.

Algumas destas situações podem levar à ausência de menstruação por mais de 3 meses (amenorreia), sendo recomendado consultar o médico caso isso aconteça. Conheça outras causas que podem levar ao atraso da menstruação. 

Também se deve ter em atenção a situações de adolescentes que já tenham completado 16 anos de idade e ainda não menstruaram pela primeira vez.

Nesse caso, o ginecologista pode diagnosticar uma amenorreia primária, que deve ser investigada.

Esse atraso da menstruação pode estar relacionado a problemas como traumatismo craniano, prematuridade ou a defeitos no aparelho reprodutor, como hímen imperfurado, septo vaginal ou ausência de útero.

Como Fazer Com Que A Menstruação Não Venha?

Se a mulher tiver a menstruação atrasada, o primeiro passo é fazer um exame de gravidez de farmácia. Se a menstruação estiver atrasada por mais de 3 meses, e não for possível identificar a causa, deve-se ir ao ginecologista, para que ele possa identificar a causa e tratar o problema, podendo em alguns casos ser recomendado o uso de remédios para descer a menstruação.

O médico pode pedir exames, como o teste do progestágeno e a dosagem da prolactina, para conseguir identificar o motivo desse atraso e indicar o tratamento mais adequado.

Além disso, dependendo do que está a provocar o atraso na menstruação, também é importante:

  • Reduzir a intensidade do exercício físico;
  • Reduzir o estresse;
  • Manter uma alimentação equilibrada, evitando dietas muito restritivas;
  • Manter o peso ideal;
  • Tomar a pílula anticoncepcional, se recomendado pelo ginecologista, para regular o ciclo menstrual.

Além disso, também é recomendado fazer consultas médicas regulares, para identificar possíveis problemas de saúde ou doenças como ovários policísticos, endometriose, anorexia, bulimia, hipertireoidismo ou hipotireoidismo, que podem provocar alterações no ciclo menstrual.

Remédios Caseiros para Descer a Menstruação

Existem alguns remédios caseiros que podem ajudar a descer a menstruação, porém estes apenas devem ser tomados quando não existem suspeitas de gravidez.

1. Chá de Canela

Para preparar este chá, é necessário:

Ingredientes

  • 2 canelas em pau;
  • 1 xícara de água fervente.

Modo de Preparo

Adicionar a canela em pau à água fervente, tapar e deixar repousar durante 10 a 15 minutos. Passado esse tempo, retirar os paus de canela e beber quando estiver morno. Este chá deve ser bebido 1 a 2 vezes por dia até a menstruação descer e, se necessário, pode ser adoçado com um pouco de mel ou açúcar.

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  2. Para preparar este chá, é necessário:
  3. Ingredientes
  • 5 gramas de flores secas de agoniada;
  • 500 ml de água fervente.

Modo de Preparo

Adicionar as flores de agoniada à água fervente e deixar repousar durante 10 a 15 minutos e coar antes de beber. Deve beber 2 a 3 xícaras deste chá por dia até a menstruação descer.

Estes chás são opções naturais para quando a menstruação está atrasada em alguns dias e apenas devem ser tomados durante 5 a 10 dias, sendo recomendado consultar o médico caso a menstruação não venha durante esse tempo. Além disso, não há comprovação científica de que funcionem na regulação da menstruação. 

Quando deve vir a sua menstruação 

Insira seus dados a seguir e saiba quando deve vir a sua menstruação:

‘Parei de menstruar, achei que estivesse grávida, mas descobri menopausa aos 30’ – BBC News Brasil

Como Fazer Com Que A Menstruação Não Venha?

Crédito, Nicole Evans

Legenda da foto,

Nicole, agora na casa dos 40 anos, reflete sobre a sua experiência com a menopausa prematura

A neozelandesa Nicole Evans foi diagnosticada com menopausa prematura quando tinha apenas 30 anos. Abaixo, ela escreve para a série #100Mulheres da BBC (100 Women) sobre o choque que teve a respeito da infertilidade e sobre como descobriu o diagnóstico.

“A minha menstruação vinha ficando mais leve havia alguns anos.

Mas, quando eu mencionei este fato para profissionais de saúde do meu país, a Nova Zelândia, eles consideraram que isso era um efeito natural da pílula anticoncepcional.

Certo mês, quando eu não menstruei absolutamente nada, fui ao médico empolgada com a possibilidade de estar grávida. Eu estava casada havia um ano e nós estávamos começando a falar sobre bebês.

Mas o teste de gravidez deu negativo. Minha médica pediu que eu fizesse um exame de sangue e, com o resultado em mãos, me explicou que meus níveis hormonais não estavam normais.

Então, me encaminhou para um especialista hormonal. E eu fui diagnosticada com menopausa prematura.

Eu não sabia que os ovários poderiam parar de trabalhar nessa altura – então, a notícia chegou como um grande choque.

As feministas de hoje nos dizem que podemos ter tudo e desejar tudo, da nossa maneira e no nosso próprio tempo. Mas essa mentira nos custa caro quando as circunstâncias interferem no caminho que nós havíamos planejado.

Legenda da foto,

Fotografia antiga de Nicole Evans e seu marido, no dia do casamento

Quando a fertilidade da mulher é retratada – de forma errônea – como algo possível de atingir até os 50 anos, é fácil deixar os sinais de problemas de lado caso eles apareçam. Eu não tinha ideia de que, de forma geral, a fertilidade feminina começa a cair por volta dos 30 anos.

Nós decidimos buscar uma doação de óvulo de uma amiga maravilhosa e nos sentimos muito esperançosos. Esperávamos que isso seria a solução dos nossos problemas. Mas acabamos tendo apenas um embrião viável para transferir – e ele não resultou em gravidez. Foi muito traumático para todos que estavam envolvidos.

Um ano depois, outra amiga se ofereceu para nos ajudar. Mas, dessa vez, eu estava hesitante. Seria a última tentativa possível na rede pública de saúde. E eu, psicologicamente, estava me sentindo mais segura sem fazer o tratamento. Estar no meio de um tratamento de fertilidade pode exigir muita coragem.

Mas nós demos uma segunda chance ao tratamento, porque eu estava com 32 anos. O tempo estava correndo.

  • A menopausa é o estágio na vida de uma mulher em que ela para de menstruar.
  • A menstruação pode se tornar menos frequente, ao longo de meses ou anos, antes de cessar definitivamente.
  • Outros sintomas incluem ondas de calor, dificuldade de concentração, dores de cabeça, ansiedade, perda de apetite sexual e dificuldade de dormir.
  • A menopausa geralmente ocorre entre os 45 e 55 anos – a média do Reino Unido é 51 anos.
  • Cerca de uma em cada 100 mulheres com menos de 40 anos passam pela menopausa prematura, também conhecida como insuficiência prematura no ovário.

Fonte: NHS UK (serviço de saúde pública do Reino Unido)

Infelizmente, duas transferências de embriões que nós fizemos nessa segunda tentativa também não resultaram em gravidez. E nós não tínhamos os recursos financeiros e emocionais para investir em uma terceira tentativa.

Eu não conseguiria enfrentar um processo de adoção.

Tendo recém passado por um processo físico intenso, eu teria que ingressar em uma nova jornada desgastante – no relacionamento, emprego, vida doméstica, finanças – no exaustivo processo de adoção.

Claro que eu entendo porque o processo de adoção é rígido, mas eu simplesmente não conseguiria passar por isso logo após o trauma que eu havia vivido.

Eu atingi o fundo do poço. A dor emocional pela perda de um potencial filho estava lá, não importa o quanto nós tentássemos racionalizar sobre isso. E essa dor permaneceu comigo, até que algo ocorreu. Em uma certa noite, depois de passar um tempo com uma amiga e seu filho recém nascido, eu percebi que a vontade de ter um filho havia passado. Simplemente não existia mais.

Eu não consigo explicar isso de outra maneira que não a minha crença de que Deus retirou de mim aquela dor profunda. E olhando para trás, eu vejo que isso ocorreu porque Deus tinha algo melhor planejado para mim – uma relação mais próxima com ele.

Um grande número de médicos parecem desconhecer a menopausa prematura. No grupo de apoio que eu coordeno, conversei com muitas mulheres que, ao relatarem aos seus médicos que a menstruação estava irregular, só foram encaminhadas para um especialista após um longo tempo – isso quando foram enviadas.

Desde o meu diagnóstico, tenho feito terapia de reposição hormonal. Eu me sinto muito agradecida por esse tratamento porque, mesmo no início dos 40 anos, é muito difícil discutir sobre as ondas de calor da menopausa, mau humor e dificuldade de concentração.

É uma grande vantagem não ter que comprar, todos os meses, produtos de higiene para a menstruação. Mas levou um tempo até que eu reconhecesse os aspectos positivos.

Eu acredito que a cultura ocidental avessa ao envelhecimento e às dificuldades nos impede de lidar com os processos naturais da vida. Nós nos tornamos tão bons em encontrar maneiras de nos distrairmos da nossa dura realidade, nos alimentando com mentiras reconfortantes, que não temos ideia sobre o que pode tornar a vida verdadeiramente satisfatória.

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A menopausa prematura pode ter me trazido muita dor de cabeça. Mas também desmascarou a mentira de que a satisfação pode ser encontrada na saúde, na juventude e na perfeição. A nossa jornada de infertilidade foi uma crise em nossas vidas. E nosso mundo precisou ser reconstruído a partir das bases. Mas isso certamente nos tornou mais fortes, tanto individualmente como em casal.

Nos ensinou muitas lições: que nossa identidade verdadeira transcende as circunstâncias; que precisamos ter consciência das bençãos que recebemos; a ter mais compaixão com os outros; e a ter uma abordagem mais aberta em relação a vida. Nós podemos não ter tudo o que queremos, mas temos tudo o que precisamos.

A série #100Mulheres da BBC (100 Women) indica anualmente 100 mulheres influentes e inspiradoras de todo o mundo – contando suas histórias.

Refletindo o ano de 2018 para os direitos das mulheres, o #100Mulheres apresenta pioneiras que estão usando a paixão, indignação e raiva para provocar mudanças reais no mundo ao seu redor.

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10 causas para a menstruação atrasada

Toda menstruação atrasada é sinônimo de gravidez? Não é bem assim! Conheça outras causas que podem levar a um desequilíbrio no ciclo.

Como Fazer Com Que A Menstruação Não Venha?

A menstruação atrasada pode fazer algumas mulheres entrarem em desespero e outras celebrarem um grande sonho sem nem ao menos ter certeza de quais são as verdadeiras causas para isso ter ocorrido.

É muito comum associarmos um atraso na menstruação a uma possível gravidez, mas esse não deve ser nosso único foco para explicar a mudança, já que a falta de regularidade no ciclo menstrual pode ser consequência de vários outros motivos. Conheça os principais:

1. Situações de estresse e ansiedade

Sim, infelizmente aquele mês completamente louco no trabalho ou algumas das dificuldades que você está passando em sua vida pessoal podem ser uma das causas para a sua menstruação atrasada.

O estresse e a ansiedade são capazes de afetar o cérebro de maneira negativa. Assim, como a área responsável pelas emoções fica muito próxima da área que comanda a produção dos hormônios sexuais, um desequilíbrio emocional pode prejudicar o funcionamento da região vizinha, resultando em alterações na menstruação.

2. Pausa depois de uso prolongado de pílula anticoncepcional

As pílulas anticoncepcionais fornecem uma determinada quantidade de hormônios sintéticos ao seu corpo, de modo que os ovários ficam “adormecidos”, sem precisar cumprir suas funções.

Assim, depois de um uso prolongado da pílula, é possível que o corpo demore cerca de seis meses para voltar ao normal, pois os ovários precisam entrar no ritmo novamente. Em consequência, o ciclo menstrual pode ficar desregulado nesse período.

3. Excesso de atividade física

Quando uma mulher pratica atividades físicas em excesso ou tem uma rotina que exige muito dela fisicamente, é comum que o ciclo seja alterado. Isso acontece principalmente devido à redução dos níveis de gordura corporal, que armazena o estrogênio.

Atletas de alta performance muitas vezes fazem acompanhamento específico para a menstruação, já que seus corpos estão submetidos a cargas altíssimas de exercício físico.

4. Obesidade

A obesidade é uma das causas mais recorrentes para a menstruação atrasada, já que o acúmulo de gordura interfere na ação da hipófise, a glândula cerebral que regula a liberação dos hormônios, prejudicando a ovulação.

5. Dietas muito restritivas

Algumas dietas muito restritivas afetam a forma como o seu corpo se comporta em relação à menstruação por dois motivos. O primeiro deles está relacionado à queda dos níveis de gordura (de forma parecida com o que acontece com as mulheres atletas), e o segundo está relacionado a um estado de privação.

Quando o organismo enfrenta uma falta de nutrientes, ele pode entrar em um estado de reserva de energia para garantir sua sobrevivência, o que trabalha contra a ovulação e, em consequência, pode suprimir a menstruação.

6. Aproximação da menopausa

Para mulheres por volta dos 40 anos, um atraso na menstruação pode ser o primeiro sinal da aproximação da menopausa. Em alguns casos, essas mulheres acabam se assustando ao imaginar uma gravidez tardia, que provavelmente seria de risco.

Embora não haja um consenso entre os especialistas, a fase da pré-menopausa pode aparecer entre os 35 e os 48 anos. Quando acontece antes disso, trata-se de um caso de menopausa precoce que merece ser investigado.

7. Amamentação

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, não é só durante o período de gestação que a mulher sofre alterações na menstruação (nesse caso, a supressão). O aleitamento materno também é uma fase de mudanças hormonais que podem significar atrasos na menstruação, ciclos irregulares e variações na intensidade do sangramento.

8. Disfunções da tireoide

Os hormônios da tireoide influenciam a liberação dos hormônios sexuais pelos ovários. Assim, um mau funcionamento na glândula localizada no pescoço, tanto para mais quanto para menos, pode levar a alterações do ciclo menstrual e provocar irregularidades e atrasos.

9. Síndrome do ovário policístico

Esta síndrome é uma disfunção do organismo da mulher que leva à produção excessiva dos hormônios masculinos, causando acne, queda de cabelo, aumento dos pelos, aumento dos níveis de gordura e alterações no ciclo menstrual.

Seus sintomas nem sempre são claros, mas esta síndrome pode ser identificada por meio de exames periódicos. O tratamento pode incluir desde mudanças na dieta até o uso de medicamentos, o que deve ser seguido à risca já que a síndrome do ovário policístico também pode favorecer o surgimento de tumores e outros danos graves aos ovários.

10. Primeira menstruação recente

É normal apresentar irregularidades no ciclo menstrual por até dois anos depois da primeira menstruação (menarca), pois o sistema reprodutor ainda não está plenamente desenvolvido. Dessa forma, os atrasos são fenômenos característicos desse período.

Procure assistência médica

Mesmo que não seja uma gravidez, um atraso pode ser sinal de que alguma outra coisa não vai bem no organismo. Por isso, se você percebeu alguma mudança no seu ciclo e não encontrou um motivo para isso, é importante consultar um médico ginecologista para investigar as causas da menstruação atrasada.

  • Fonte(s): Área da Mulher, Tua Saúde e Terra.É muito comum associarmos um atraso na menstruação a uma possível gravidez, mas esse não deve ser nosso único foco para explicá-la

O que pode causar um atraso menstrual?

Atrasar a sua menstruação pode ser estressante. Você fica preocupada se está ou não grávida ou se há algo errado com você.

Embora gravidez e doença possam fazer com que a menstruação atrase ou simplesmente não venha, também há outros fatores, como estresse ou a variação natural do ciclo menstrual, que podem fazer com que a menstruação atrase” for “causar o atraso na menstruação. Continue a leitura para aprender tudo sobre as causas do atraso menstrual.

  • Se você tiver tido relações sexuais sem proteção e sua menstruação está atrasada, faça um teste de gravidez caseiro para descobrir se está grávida ou não.
  • Você também pode estar com a menstruação atrasada ou não menstruou devido a estresse, perda de peso repentina, excesso de atividade física, excesso de peso, amamentação, proximidade da menopausa ou uso de alguns contraceptivos.
  • Algumas condições médicas de longo prazo, como hipertireoidismo, síndrome do ovário policístico, diabetes e doença cardíaca, também podem fazer com que a menstruação cesse ou se torne irregular.
  • Muitas mulheres têm ciclos irregulares devido à variação natural.

Atrasos menstruais e gravidez

Se você tiver tido relações sexuais sem proteção, o atraso menstrual pode ser devido ao fato de você estar grávida. Primeiro, é recomendável fazer um teste de gravidez para descartar essa possibilidade, ou você pode conferir se precisa fazer um teste com nosso quiz “Estou grávida?”. 

Fique atenta aos sintomas precoces de gravidez; por exemplo:

  • seios sensíveis ao toque
  • enjoo matinal
  • frequência urinária
  • fadiga

Esses sintomas, juntamente com o atraso menstrual, podem significar que você está grávida.

Não estou grávida; então, por que minha menstruação está atrasada?

O teste de gravidez deu negativo, e sua menstruação ainda não veio. E agora? Há muitas razões possíveis para menstruação atrasada ou ausente ou, ainda, para que tenha cessado por completo. 

Se a possibilidade de gravidez não puder ser descartada com um resultado do teste negativo, a menstruação pode estar atrasada ou ausente devido a: 

  • Estresse: essa pode ser uma das principais razões de menstruação atrasada ou ausente. Tire um tempo para relaxar, fazer atividades físicas regulares ou até exercícios de respiração para controlar o estresse.
  • Perda de peso repentina: isso pode fazer com que a menstruação cesse, pois distúrbios alimentares ou restrição rigorosa de calorias podem cessar a produção dos hormônios necessários para ovulação.
  • Excesso de atividade física: atividade física em excesso ou intensa pode causar desequilíbrios hormonais.
  • Hipertireoidismo: a doença da tireoide pode interferir no ciclo.
  • Condições médicas de longo prazo: algumas condições, como doença cardíaca ou diabetes, podem causar atrasos menstruais ou menstruações irregulares. 
  • Excesso de peso ou obesidade: excesso de peso ou ganho de peso podem fazer com que o organismo produza estrogênio demais, o que pode afetar o ciclo menstrual.  
  • Síndrome do ovário policístico (SOP): os ovários policísticos possuem muitas bolsas subdesenvolvidas nas quais os óvulos crescem e, muitas vezes, eles são incapazes de liberar um óvulo, o que impede a ovulação. A SOP afeta uma em cada dez mulheres no Reino Unido e é responsável por um a cada três casos de menstruação irregular.
  • Proximidade da menopausa ou perimenopausa: com a proximidade da menopausa, que ocorre normalmente entre os 45 e 55 anos, os níveis de estrogênio começam a diminuir, e a ovulação pode ser menos frequente. Algumas mulheres, cerca de 1 em 100, enfrentam menopausa prematura, que ocorre antes dos 40 anos. Se sua menstruação não vem há 3 meses e você tem menos de 45 anos, consulte seu(sua) médico(a).
  • Amamentação: se você está em período de amamentação, suas menstruações podem ser irregulares ou não ocorrer.  Sua menstruação pode não vir até que você encerre o período de amamentação, mas isso não significa que você não esteja fértil; por isso, certifique-se de usar contraceptivo caso ainda não queira engravidar novamente. 
  • Contraceptivos: alguns tipos de contraceptivos, como a pílula anticoncepcional apenas com progesterona, a injeção contraceptiva ou o sistema intrauterino (SIU), podem fazer com que as menstruações cessem por completo. 
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Há muitas razões para o atraso ou a ausência da menstruação, e a maioria delas, como estresse, não é motivo para alarme; as menstruações podem voltar ao normal com algumas mudanças saudáveis no estilo de vida. 

No entanto, para descartar qualquer motivo de preocupação, se você tiver mais de um atraso menstrual, é recomendável consultar seu(sua) médico(a) para aconselhamento médico. 

Estou atrasada realmente?

Você pode achar que sua menstruação está atrasada, mas isso pode ser uma variação natural do seu ciclo normal.

Muitas mulheres passam por alguma variação de mês em mês nos seus ciclos, normalmente cerca de dois ou três dias; por isso, sua menstruação pode vir no 27º dia em um mês e no dia 33º dia em outro.

No entanto, para algumas mulheres, a variação é ainda maior: 46% dos ciclos podem ter um desvio de 7 dias ou mais; e 20%, 14 dias ou mais. 

Cada mulher tem um ciclo diferente; e, com a idade e a proximidade da menopausa, você pode notar que seus ciclos também se tornam mais irregulares. Caso ainda não faça isto, monitorar seus ciclos menstruais pode ajudá-la a descobrir o que é normal no seu caso e qual é a variação. Se você tem alguma preocupação, converse com seu(sua) médico(a). 

Menstruação prolongada: conheça as principais causas

O fluxo menstrual está presente na vida de toda mulher, desde a puberdade até a menopausa. Ela sinaliza o início da ovulação feminina que, em resumo, significa que o corpo já está preparado para uma gestação.

Quando o ciclo apresenta-se regular e com duração de 3 a 7 dias no mês, é um forte indicativo de que a saúde da mulher está em dia. Agora, o que pouca gente costuma prestar atenção, é na chamada menstruação prolongada.

Já ouviu falar sobre isso?

Em um primeiro momento, você pode até acreditar que esse fenômeno é comum e não deve ser motivo de preocupação. Mas não se engane: por trás da irregularidade do fluxo, há grandes chances de existir uma doença grave e que precisará de um intenso acompanhamento com um médico especializado no assunto: o ginecologista.

Pensando nisso, e para deixá-la antenada, criei um post com tudo o que você precisa saber sobre o assunto. Na leitura de hoje, explico as causas da menstruação prolongada e as principais formas de tratamento. Acompanhe e saiba mais!

Tudo sobre a menstruação irregular

Antes de descobrir o que é a menstruação prolongada, que tal entender, de fato, o que é um fluxo menstrual considerado saudável? Como falei, o ciclo menstrual tem início ainda na puberdade, que costuma ocorrer dos 10 até os 17 anos. Ainda assim, existem mulheres que menstruam antes ou após essa faixa etária.

A menarca — nome que se dá à primeira menstruação — é o indicativo que o corpo feminino começou a ovular e está pronto para uma gravidez. Contudo, caso não ocorra a fertilização, o endométrio (a mucosa que reveste o útero e foi formada para receber o embrião) se solta e provoca um sangramento: o famoso fluxo menstrual.

As menstruações regulares apresentam duração de 3 a 7 dias e devem ocorrer uma vez por mês.

Mas também é importante ter em mente que nem sempre esse é o cenário entre a maioria das mulheres.

Boa parte do público feminino apresenta menstruação irregular, o que dificulta o acompanhamento do período fértil e que, inclusive, pode ser uma consequência de sérias complicações de saúde.

A seguir, falo com mais detalhes sobre isso. Confira.

A menstruação prolongada

Normalmente, as mulheres estão acostumadas com o atraso da menstruação ou, até mesmo, a ausência do fluxo no mês. Fato este, responsável por deixar muitas pessoas desesperadas, uma vez que tal acontecimento, pode ser o anúncio de uma gestação inesperada ou uma complicação ginecológica.

Por outro lado, há situações em que o fluxo menstrual, simplesmente, se torna prolongado, ou seja, dura muito mais tempo do que o normal.

Para ser considerada prolongada, a menstruação precisa se estender por mais de 8 dias, esteja ela apresentando fluxo intenso, moderado ou leve. Nesses casos, é importante prestar atenção tanto na quantidade de sangue que vem sendo expelido, quanto na sua tonalidade. Juntos, esses detalhes ajudarão o médico a compreender melhor o que está acontecendo com o seu organismo.

Outro ponto que vale a pena ser considerado, é o número de vezes que a mulher troca de absorvente por dia. Caso passe de 6 trocas, isso pode significar que o fluxo está muito alto. O mesmo vale para a cor do sangue que, se estiver escura ou clara demais, o ideal é acionar imediatamente o ginecologista.

Consequências

Além do grande incômodo causado pela menstruação prolongada, essa complicação pode causar outros problemas. Esse é o caso da anemia, que surge em mulheres que apresentam um fluxo menstrual intenso e de longa duração.

Se a menstruação se estender por muito tempo, a paciente pode começar a apresentar tontura, fraqueza, indisposição, mal estar e deficiência de ferro no organismo necessitando, assim, uma intensa reposição do nutriente. Esse tratamento deve ser realizado por meio da alimentação e também pela ingestão de suplementos específicos.

As causas da complicação

Pouca gente sabe, mas há inúmeras causas por trás de uma simples menstruação prolongada. Essas razões podem variar muito, desde um problema hormonal até algo mais sério, como o câncer. Entre os fatores que mais contribuem para esse cenário, podemos destacar:

  • estresse e ansiedade;
  • alterações hormonais e distúrbios na tireoide;
  • alterações na ovulação;
  • mioma uterino;
  • erros de cálculo;
  • gravidez;
  • interrupção da pílula anticoncepcional;
  • pólipos no útero;
  • câncer;
  • doenças hemorrágicas;
  • uso de DIU, em especial, o de cobre.

Atenção: há situações em que a menstruação fica irregular ou leva mais tempo para acabar por razões simples. O mais comum é que isso aconteça após o uso de medicamentos (como a pílula do dia seguinte), entre mulheres que estão entrando na menopausa ou, também, entre adolescentes que ainda não estão com o ciclo menstrual regularizado.

Por conta disso, é de extrema importância investir no acompanhamento médico para identificar a real causa do problema.

Diagnóstico

Para identificar o que está causando a menstruação prolongada, o médico precisará avaliar a região genital por meio do exame do toque. Já para um resultado mais apurado, muitos especialistas têm o costume de solicitar a realização de alguns exames de análise, sendo a colposcopia e o papanicolau os principais deles.

Os tratamentos para menstruação prolongada

Após identificada a causa da menstruação prolongada, o ginecologista pode recomendar diferentes tratamentos. Tudo dependerá da gravidade do problema e das alternativas disponíveis. As opções mais indicadas da atualidade são:

  • o uso de pílula anticoncepcional para equilibrar os índices de hormônios presentes no organismo;
  • a ingestão de medicamentos anti-inflamatórios, que ajudam a diminuir o sangramento;
  • dilatação e curetagem do útero, nos casos mais graves. Aqui, também é possível remover o endométrio ou o colo do útero, dependendo da situação da paciente.

Lembre-se: ao identificar a menstruação prolongada, evite a automedicação ou o uso de remédios caseiros que prometem contornar o problema. A melhor saída é recorrer a um especialista, que tem estudo e experiência suficientes para indicar a melhor solução.

E então, gostou de saber mais a respeito da menstruação prolongada, bem como as suas formas de tratamento? Espero que sim!

Se você deseja continuar se informando sobre a saúde feminina e os cuidados que o seu corpo merece, aproveite o momento e confira, agora, os 6 motivos para procurar uma clínica ginecológica!

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