Como Evitar Que O Cachorro Lamba A Ferida?

Escrito por: China Zmuida

Escrito em: November 21, 2017

Como Evitar Que O Cachorro Lamba A Ferida?

Quando um cão lambe suas feridas, geralmente está tentando remover detritos ou aliviar o desconforto.

Porém, se isso for feito repetidamente, resultará em complicações graves, como o agravamento da ferida e dos sangramentos.

Como a saliva canina contém bactérias que podem provocar uma infecção, é importante desenvolver uma solução que impeça o animal de lamber excessivamente as feridas enquanto elas estiverem cicatrizando.

Como Evitar Que O Cachorro Lamba A Ferida?

Peça a um veterinário para fornecer um colar cervical ou um colar elizabetano. Coloque o colar em torno do pescoço do cão para impedir que ele lamba as feridas.

Step 2

Assegure-se de que o colar do cão seja grande o suficiente. Caso contrário, o animal será capaz de lamber as feridas nas pernas posteriores.

Remova o colar durante as refeições do cão, uma vez que, de acordo com o site Vet Info, um colar cervical pode impedir o animal de comer. Observe o cão enquanto ele come para garantir que ele não volte a lamber as feridas.

Tratamento tópico

Step 1

Como Evitar Que O Cachorro Lamba A Ferida?

Retire o excesso de pelos da área da ferida e limpe-a cuidadosamente com um sabão neutro e água. Aplique um antisséptico à ferida.

Step 2

Como Evitar Que O Cachorro Lamba A Ferida?

Ponha um pouco de suco de limão em um borrifador e borrife-o nas ataduras do cão. De acordo com o site Pet Health Care, os cães não gostam do sabor amargo e, por isso, evitarão lamber os curativos.

Step 3

Como Evitar Que O Cachorro Lamba A Ferida?

Aplique as ataduras às feridas do cão e utilize uma fita médica para atá-las. Enrole uma bandagem elástica sobre as feridas para garantir mais adesão.

Evitar que o meu cachorro lamba uma ferida

Como Evitar Que O Cachorro Lamba A Ferida?

Como Evitar Que O Cachorro Lamba A Ferida?

Ver fichas de  Cachorros

Algo próprio e instintivo dos cachorros é lamber as suas feridas. A primeira coisa que devemos ter em conta é porque é que eles fazem isso.

Temos animais que o fazem por problemas fisiológicos como dermatites, alergias ou irritação da pele por agentes externos, também temos os que o fazem por entediamento ou por estresse.

Por último, e como o título indica, pela presença de uma ferida, acidental ou cirúrgica.

Fisiologicamente devemos dizer que existe um motivo pelo qual lambem as suas feridas, sem importar a procedência.

Trata-se do ácido ascórbico da saliva que reage com os nitratos da pele dando como resultado o monóxido de hidrogênio, esto é conhecido como sialoterapia, uma vez que favorece a cicatrização. Infelizmente, também favorece a proliferação de germes e aumento das feridas.

Mas não devemos esquecer que a saliva tem uma certa quantidade de micróbios que vivem e proliferam, pacificamente, na boca do nosso cão, ao encontrar-se em um terreno novo e lábil, começam com a colonização.

Vejamos no artigo do Perito Animal como evitar que o nosso cão lamba uma ferida, que consequências pode trazer e como o podemos ajudar.

Para compreender um pouco mais os nossos companheiros de quatro patas, devemos dizer que os cães que vivem na natureza, quando têm uma ferida, a única forma de se limparem é através da lambida.

Não existe desinfecção ou uma pomada sanadora que os ajude. Assim sendo, devemos dizer que os maiores agentes contaminantes normalmente são eliminados.

Mas isso só se deve admitir em casos em que vivam no seu habitat natural e sem poderem ter uma desinfecção com água e sabão.

Como adiantamos na introdução, os cachorros podem lamber as feridas por diferentes motivos. Muitas vezes é a sua forma de comunicar com outros, de pedir alimento e de interagir com o mundo que os rodeia. Mas muitas vezes observamos que o nosso cachorro provocou uma ferida em ele mesmo.

Depois de uma lambida excessiva, principalmente nas patas dianteiras e pontualmente entre os dedos, observamos a falta de pele na região, vermelhidão e muitas vezes existe até sangramento.

Quando descobrimos isto corremos para o veterinário, onde nos informam que, na maioria dos casos, estas feridas são provocadas por estresse ou entediamento, ou seja, voltamos a casa mais decepcionados que no início porque estão nos dizendo que o nosso cão está sofrendo.

O nosso amigo peludo dá-nos alguns sinais que sem querer não os percebemos e acabam com estas marcas na sua pele.

Para os ditos casos podemos recorrer à Homeopatia, procurando um medicamento que o ajude a levar estas mudanças na sua vida com mais tranquilidade e sem tanto estresse.

Também pode recorrer a outras terapias naturais como o Reiki e as Flores de Bach mas não nos devemos esquecer de as combinar com passeios mais longos, jogos intensos e muitos mimos, que regra geral é o que estão pedindo.

No fundo há que observar que um animal que se lambe, também gera endorfinas que lhe acalmam o ardor ou coceira da ferida, gerando assim algum alívio. O melhor que podemos fazer é estar atentos ao nosso amiguinho para o poder ajudar se assim for preciso.

Como Evitar Que O Cachorro Lamba A Ferida?

O ideal é tentar averiguar corretamente qual é a causa da lambida frequente. Se foi por uma ferida devido a uma intervenção cirúrgica. Mas nos casos de não saber porque isso acontece e cada integrante da família tem uma opinião diferente, recorra ao veterinário para ouvir uma voz especialista.

Junto com o diagnóstico será aplicado um tratamento de acordo com a avaliação feita pleo veterinário e certamente algum creme para lhe colocar a cada 12 ou 24 horas segundo a indicação do profissional.

Existem várias ajudas para evitar que continue lambendo as feridas. Algumas podem ser:

  • Colar Elizabetano ou de plástico para que não chegue à região lesionada. A nosso ver, e pela nossa experiência, os cachorros sofrem muito com estes colares. Alguns ficam deprimidos e não querem comer, brincar nem passear. É muito importante que o tenham por períodos curtos, talvez só ficarem sozinhos em casa.
  • Tratamento homeopático ou algum tratamento natural que goste.
  • Mais brinquedos, jogos, passeios e distrações ao ar livre. Toda a família estará disposta a ajudar neste ponto.

Como Evitar Que O Cachorro Lamba A Ferida?

Se deseja ler mais artigos parecidos a Evitar que o meu cachorro lamba uma ferida, recomendamos-lhe que entre na nossa seção de Cuidado da pele.

Pet machucado? Veja dicas de remédios caseiros para tratar feridas em cachorro | Dicas | iG

Manter o animal de estimação quietinho em um canto é impossível. Eles são muito brincalhões e agitados, por isso é normal que acabem se machucando de vez em quando. A recomendação é sempre levá-lo ao veterinário, principalmente se o machucado for profundo. Mas, dependendo do caso, é possível tratar feridas em cachorro em casa.

Leia também: Pata machucada ou mordida de outro cão? Saiba como tratar feridas em cachorro

A dica para cuidar de feridas em cachorro
 é simples: basta limpar bem com água, desinfetar e cobrir com uma gaze. Lembre-se de impedir que o animal lamba a região para evitar infecção. Contudo, quando não se tem acesso a esses instrumentos em casa, o uso de remédios caseiros como um primeiro socorro pode ser uma alternativa.

Antes de a ciência inventar os medicamentos, as pessoas utilizavam métodos naturais para cuidar de ferimentos. Açúcar e mel, por exemplo, têm propriedades curativas, sendo altamente recomendados em caso de acidentes e lesões. Em certos caso é até melhor optar pela versão caseira, sem produtos químicos e completamente natural.

É importante sempre conferir com o veterinário a possibilidade de utilizar essa forma de medicamento antes de aplicá-la no animal. Confira alguns remédios caseiros
que são recomendados para cicatrização de machucados. 

Açúcar

Como Evitar Que O Cachorro Lamba A Ferida?

Reprodução/ Redes Sociais
Confira algumas opções de remédio caseiros para tratar feridas em cachorro

Açúcar é um dos produtos mais utilizados durante cicatrização de feridas devido às propriedades curativas. Uma de suas qualidades é promover a expulsão do tecido morto e promover a regeneração celular, assim como a criação de tecido granular para preencher a ferida aberta.

Ajuda, também, a secar as feridas já que absorve o excesso de umidade. Reduz o edema ou impede o surgimento do mesmo. Por fim, atua como poderoso bactericida e possui propriedade antisséptica, impedindo o desenvolvimento da infecção ou eliminando os microrganismos causadores. 

A eficácia do açúcar é tão grande que pode ser usado em lesões mais graves e profundas, como úlceras, e em casos de infecção. Porém, vale ressaltar que nesses casos é imprescindível o atendimento médico. O uso desse produto só após a aprovação do veterinário. 

Para prepara essa mistura, aqueça 100 ml de água e retire do fogo quando atingir a fervura. Acrescente 250 g de açúcar e misture bem para dissolvê-lo. Deixe esfriar e aplique na ferida após limpar e desinfetar. Enfaixe o ferimento com gaze e, após 10-12 horas, troque o curativo. 

Evite conservar essa mistura por mais de um dia. Como é preparado com alimento, existe a chance de estragar ou atrair insetos. O mais adequado é preparar novamente sempre que for utilizar. 

Quando a ferida for simples e superficial, você pode polvilhar o açúcar diretamente na região afetada. É possível utilizar na versão em pó ou granulado. Para isso, desinfete o machucado e polvilhe o produto por cima até cobri-lo completamente. Feche com gaze e atadura, fazendo uma leve pressão para garantir que o remédio faça efeito.

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Deixe o remédio agir por apenas algumas horas, sem exercer 12 horas. Repita todo o processo quando for preparar um novo curativo. 

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Aloe vera

Como Evitar Que O Cachorro Lamba A Ferida?

reprodução shutterstock
Confira algumas opções de remédio caseiros para tratar feridas em cachorro

A aloe vera é uma das plantas mais utilizadas na criação de medicamentos para ferimentos e com fins terapêuticos. A capacidade de cura está em um de seus ingredientes, chamado acemanann. Esse mucopolissacarídeo tem propriedades anti-inflamatórias, calmantes e estimulantes na proliferação de células, o que acelera a cicatrização e regeneração do tecido. 

Além disso, o aloe vera acalma a coceira, alivia a dor e previne possíveis infecções. Também possui propriedades antifúngicas, o que é ótimo quando o machucado é causado por fungos. 

Para utilizar os benefícios dessa planta, recolha algumas folhas de aloe vera que estiverem próximo da terra, pois são mais velhas e com maiores propriedades curativas. Faça um corte na vertical para extrair a polpa. Caso esteja muito espessa, mistura com um poucod de água. 

Aplique essa pasta na ferida após ser limpa e desinfetada. Finalize cobrindo com uma gaze e bandagem. Torque o curativo seguindo as instruções do especialista e deixe a ferida respirar antes de repetir os passos. 

Mel

Como Evitar Que O Cachorro Lamba A Ferida?

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Confira algumas opções de remédio caseiros para tratar feridas em cachorro

As propriedades do mel se assemelham as do açúcar: bactericida, calmante e antisséptico. Também regenera o tecido granular e do epitélio, promovendo e acelerando o processo de cura. Pode ser usado para tratar feridas leves, infectadas, queimaduras, úlceras e lesões mais profundas que não sejam muito grandes. 

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Para utilizar as propriedades desse produto, limpe e desinfete a ferida primeiro. Depois, aplique uma camada de mel puro. É importante escolher um de qualidade para garantir bons resultados, como mel de manuka. Por último cubra a lesão com gaze e ataduras. Deixe o remédio agir durante as horas estipuladas pelo veterinário.

Troque o curativo removendo a bandagem e deixando a ferida pegando um ar. Repita todo o processo para colocar uma nova gaze. Dependendo do tipo de ferimento, a bandagem pode ser trocada uma vez ao dia. Verifique com o veterinário a frequência de troca. 

Folhas de couve

Como Evitar Que O Cachorro Lamba A Ferida?

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Confira algumas opções de remédio caseiros para tratar feridas em cachorro

Assim como os produtos anteriores, as folhas de couve são ótimas para cicatrizar ferimentos devido a grande quantidade de vitamina A. É também uma fonte de vitaminas do complexo B e C, além de atuar como vermífugo. 

Para utilizar as propriedades desse alimento, é necessário preparar um emplasto. Portanto, amasse algumas folhas de couve até liberar um sumo esverdeado. Ponha essa pasta em um plástico filme e envolva a região afetada depois de ser limpar e esterilizada, de forma que as folhas esmagadas fiquem sobre o ferimento.

Enrole novamente com mais plástico para manter o emplasto firme no local. Por último, coloque faixa e esparadrapo para proteger o curativo. Limpe a região todos os dias e repita a aplicação o processo na frequência determinada pelo veterinário. 

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Vale ressaltar que as medidas informadas acima são apenas para primeiros socorros
 ou medicamentos com recomendação veterinária. Sempre procure um especialista o mais rápido possível, sobretudo quando há fer idas em cachorro
muito profundas, em carne viva, infectadas ou com muito tecido morto.

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Cachorros lambem as feridas por um motivo bem inteligente

Se você já teve um cãozinho ou se já observou o comportamento de um, sabe que é comum quando cachorros lambem as feridas. Eles fazem isso de uma forma instintiva, obviamente, mas, segundo a ciência, existe um motivo bem inteligente por trás disso.

Conforme especialistas, quando eles lambem as feridas estão, na verdade, colaborando para a cicatrização dos ferimentos. O hábito também ajuda na vascularização do tecido ferido e a acabar com a bactéria no machucado, acelerando assim o processo de recuperação da pele.

Como Evitar Que O Cachorro Lamba A Ferida?

Por que eles lambem as feridas

Agora, se você ainda não entende porque a lambida dos cães pode fazer isso tudo, a resposta é bem simples: os segredo está na saliva desses bichinhos. Estudos mostraram que a grande responsável por esse efeito curativo é uma substância chamada histatina 5 e que está presente na babinha dos cães.

Mas, claro, dependendo do ferimento a saliva não pode ser considerada a única forma de cura. Se o seu cachorro estiver com uma ferida profunda ou que não fecha, o mais indicado é procurar um veterinário para que o problema receba o tratamento adequado.

Como Evitar Que O Cachorro Lamba A Ferida?

Ainda sobre as propriedades curativas da saliva dos cachorros, se eles lambem as feridas compulsivamente esse pode não ser um fator positivo e é preciso interferir.

Isso porque, se ao mesmo tempo aquela substância que mencionamos ajuda a curar, a saliva dos cães também contam com um monte de outras bactérias que podem acabar contaminando o machucado, já que eles costumam lamber também as coisas mais impróprias possíveis.

É por esse mesmo motivo que a lambida dos cachorros em feridas humanas não é indicado. Isso pode acabar infeccionando o ferimento e causando transtornos bem graves às pessoas.

Como Evitar Que O Cachorro Lamba A Ferida?

E aí, sabia desse pequeno detalhe sobre aquela lambidinha do seu amiguinho? Agora, falando em cães, pode ser que essa matéria também seja bem útil para você: Como ensinar seu cachorro a fazer xixi e cocô no lugar certo.

Fonte: Vix, UmComo

Lamber A Ferida | Bicho Saudável

Como Evitar Que O Cachorro Lamba A Ferida?

Você já deve ter visto algum cachorro passeando na rua com um colar, parecido com um abajur no pescoço.

O nome é colar Elizabetano em homenagem à rainha Elizabeth que usava golas enormes ou como diz a lenda, precisou usar um apetrecho semelhante para evitar que roesse as unhas dos pés(!!!).

  • Este colar é fundamental para evitar que os cães e gatos se mordam, se cocem ou se lambam exageradamente.
  • Em algumas situações é impossível que uma lesão cicatrize se o animal continuar mordendo ou lambendo o tempo todo.
  • Nos casos de tratamentos oftálmicos (nos olhos) também é muito importante, os animais tendem a passar as patas e esfregar os olhos quando sentem dor ou coceira.
  • Também recomendamos seu uso em alguns pós-operatórios para que eles não arranquem os pontos com os dentes.
  • Os animais usam a boca para conferir qualquer novidade ou sensação diferente no seu corpo.

Se um papel gruda no pelo, por ex., eles rapidamente retiram com a boca.

Quando eles sentem algum prurido (coceira) ou dor, a reação é a mesma.

E não há limites! Eles são capazes de se coçarem até surgir uma ferida!

  1. Já vi um caso tão grave, em que o animal se mordeu tanto, que precisamos amputar a ponta da sua cauda (um caso de automutilação).
  2. Nestes casos, é preciso investigar se o animal está sofrendo de um comportamento compulsivo -saiba mais, clicando aqui.
  3. Para evitar estas situações, recomendamos o uso do colar Elizabetano.
  4. Existem colares de diferentes modelos: de plástico duro, opaco, transparente, de nylon acolchoado, de acetato e até os feitos em casa.
  5. Não sei dizer qual é o melhor, depende muito de cada animal.
  6. Mas se o seu animal for muito pequeno (ou um gato) certifique-se que o colar não é muito pesado.
  7. É fundamental que o tamanho do colar ultrapasse a ponta do focinho, senão não adianta, ele pode alcançar a lesão com a boca.
  8. Por este motivo, sugiro que o animal vá a petshop e experimente diferentes modelos e tamanhos para escolher o mais adequado.
  9. A adaptação nem sempre é fácil, mas eu costumo recomendar que se coloque o colar e só retire quando não for mais necessário.
  10. Eu também morro de pena, mas a maioria dos animais acaba se acostumando com o uso contínuo.

Os primeiros momentos podem ser difíceis, eles batem nas paredes, nas portas e nas nossas pernas (use calças!).

  • Eles costumam se atrapalhar para comer e para deitar, mas podemos ajudar subindo o pote de comida (apoiando em cima de um suporte) e oferecendo um “travesseiro”.
  • Eu percebo que quando retiramos o colar, o animal fica super feliz, mas ao recolocar ele sofre para se adaptar de novo.
  • Se deixarmos direto, eles se adaptam mais rápido.
  • Se numa emergência você precisar de um colar e não tiver como comprar, experimente fazê-lo em casa.
  • Para os cães, podemos usar baldes (eu gosto também dos “cestinhos”, por serem bem leves e permitirem a visão lateral), mas é importante medir o comprimento do focinho.
  • Basta cortar o fundo e adaptar alças para passar a coleira no pescoço.
  • Para os gatos ou cachorros muito pequenos, podemos usar radiografias antigas, um plástico grosso ou até mesmo uma cartolina firme.
  • Cortamos um arco e em seguida unimos as pontas com uma fita colante, isso pode ser feito diretamente no pescoço do animal, para não precisar da coleira.
  • Pode ser necessário cortar, “derreter” ou proteger pontas que possam machucar a pele do seu animal.
  • Em algumas situações é possível proteger a lesão com um curativo ao invés de usar o colar, como vestir uma meia numa pata machucada, por ex.
  • Mas alguns animais comem a meia e alcançam a ferida em 2 minutos!
  • Outra alternativa é utilizar uma roupa cirúrgica para proteger a cicatriz de uma cirurgia abdominal (para saber mais, clique aqui).
  • Os cães costumam aceitar bem a roupa, mas os gatos tendem a virar estátua!
  • Avalie a melhor opção e converse com o/a veterinário/a do seu animal.
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Tudo sobre: Dermatite por Lambedura

  • Não é considerada emergencial
  • Afeta cães e gatos
  • Não transmissível para humanos
  • Não é contagiosa
  • Pode exigir exames complementares
  • Castração não influencia

A dermatite por lambedura, também chamada de granuloma de lambedura, é reflexo do ato compulsivo e repetido do animal em lamber seus membros, geralmente anteriores, podendo acometer a região dorsal do carpo e metacarpo (“mãos”), tarso e/ ou metatarso (“Pés”). Tal ato leva à ausência de pelos na região, lesões/ feridas e úlceras.

A causa é idiopática, ou seja, não se conhece ao certo o que desencadeia esta atividade compulsiva, mas sabe-se que que está relacionada ao comportamento do animal no que diz respeito à ansiedade e estresse. Pode acometer qualquer animal independentemente de sexo, raça ou idade, sendo mais frequente em cães e rara em gatos. Alguns estudos de caso mostram certa prevalência em cães adultos, das raças

Dobermann, Labrador Retriever, Golden Retriever, Border Collie, Boxer e Pastor Alemão.

. Tais raças são caracterizadas por comportamento ativo e hiperatividade, podendo ter relação com a casuística da dermatite por lambedura.

Diversas são as causas de estresse e ansiedade nos animais, sendo as principais: solidão, falta de atividades, confinamento, introdução de novos animais no mesmo ambiente, separação de outro animal ou dos filhotes, entre outras.

O estresse gera a liberação de substâncias endógenas como a endorfina que, ao mesmo tempo que promove uma sensação de euforia, também causa certa anestesia no animal, como ocorre nos humanos.

Sendo assim, o animal se lambe compulsivamente pela euforia acumulada, ao mesmo tempo que não sente dor no local.

A dermatite por lambedura tem início de duas formas, sendo a primeira ocasionada pelo ato constante de lamber uma ferida pré-existente, e a segunda pelo surgimento de uma lesão pela própria lambedura compulsiva.

  • Os sinais clínicos de lesões são observados nos membros anteriores e/ ou posteriores do animal
  • -Alopecia
  • -Fístulas cutâneas
  • -Feridas cutâneas
  • -Úlceras cutâneas
  • -Hiperemia local
  • -Hiperatividade
  1. Associação de sinais clínicos, anamnese e exames laboratoriais.
  2. Exames que o médico veterinário pode solicitar:
  3. -Raspado de pele
  4. -Exame citológico
  5. -Exame histopatológico 
  6. -Hemograma
  7. Observação: A realização e a definição de necessidade de exames complementares são decisões do Médico Veterinário.

Diagnósticos diferenciais: neoplasia, granulomas, furunculose bacteriana, calcinose, demodicose, dermatofitose, distúrbios de hipersensibilidade.

Para o tratamento da dermatite por lambedura deve-se primeiramente identificar as causas que levam o animal ao estresse para serem explicadas aos tutores e corrigidas.

Se isso não for feito, a causa primária da afecção irá persistir e o animal continuará a se ferir.

Nos casos em que houver complicações como, por exemplo, infecção bacteriana secundária, a antibioticoterapia deve ser indicada pelo Médico Veterinário.

Existem diversos fármacos que auxiliam no controle de distúrbios comportamentais em animais, como ansiolíticos, florais, antidepressivos, bloqueadores ou substitutos de endorfina, entre outros. A recomendação do Médico Veterinário com base na avaliação do animal é imprescindível para se obter resultados desejados.

Ainda, existem no mercado produtos tópicos com gosto desagradável, que auxiliam o animal a parar de se lamber.

As medidas de controle e profilaxia envolvem apenas o controle de distúrbios comportamentais dos animais, iIsto é, o tutor deve se atentar a quais fatores causam estresse e ansiedade em seu animal e tentar controlá-las.

Muitas vezes, a simples mudança na rotina do animal já apresenta melhoras. Além disso, deve-se evitar deixar os cães por muito tempo sozinhos, fornecer um espaço agradável para circulação, não deixá-los presos em casa ao longo do dia inteiro, entre outras medidas de conforto, principalmente em raças com predisposição à hiperatividade e ansiedade.

HLINICA, K. A. Dermatologia de pequenos animais: Atlas colorido e Guia Terapêutico. Rio de Janeiro: Elsevier Brasil, 2011.

WILLEMSE, T. Dermatologia clínica de cães e gatos: guia para o diagnóstico e terapêutica. São Paulo: Manole, 2002. 

SCOTT, D. W.; MILLER, W. H.; GRIFFIN, G. E. Dermatologia de pequenos animais. 2 ed. Rio de Janeiro: Interlivros, 1996.

WEISS E. & FREZE K. Histological classification of tumors of domestic animals: Tumors of the skin. Bull. World Health Org. Int. 50(1/2):79-100, 1974 

Recomendamos levar o seu pet a um médico veterinário para um diagnóstico precisoComo Evitar Que O Cachorro Lamba A Ferida?

Conheça a importância do colar elizabetano para cães e gatos – BLOG | CEVEK

Cuidar da saúde e bem-estar dos animais de estimação é sempre importante para mantê-los felizes e alegres. Atualmente, um dos itens mais comuns quando falamos em cuidados especiais com pets é o colar elizabetano para cães e gatos. 

O colar elizabetano, conhecido popularmente também como “colar da vergonha”, é um acessório extremamente importante para cuidar da saúde de cães e gatos.

Isso se deve ao fato de que esse colar tem como função evitar que os animais possam lamber partes do corpo que passaram por cirurgias ou que estão machucadas, por exemplo. 

Afinal, qual a importância do colar elizabetano?

Como mencionamos, o colar elizabetano evita que o cão ou gato entre em contato direto com alguma parte do corpo machucada ou sensível, que precisa ficar longe da saliva e língua do animal. 

Esse comportamento é completamente natural e inerente aos animais. Afinal, os cães e gatos, quando estão feridos ou machucados, têm a necessidade de lamber o local, de modo a limpá-lo para evitar infecções. 

Como Evitar Que O Cachorro Lamba A Ferida?

  • Contudo, é possível que a saliva do pet possa agravar ainda mais o machucado, podendo gerar infecções perigosas para a própria saúde.
  • Outro fator que torna o colar elizabetano importante é que o excesso de lambidas do animal pode acabar removendo pontos e curativos, atrapalhando, assim, o processo de cura e recuperação. 
  • Portanto, além de comprometer todo o tratamento, o contato do animal com o machucado pode também piorar a situação
  • Então, devido a necessidade de proteger o local machucado de cães e gatos é que foi criado o colar elizabetano. 
  • Leia também nosso artigo sobre como ter animais exóticos e silvestres

Como surgiu o colar elizabetano para cães e gatos?

A ideia do colar elizabetano é restringir os movimentos de um animal, de modo a evitar problemas e imprevistos no processo de recuperação.

Agora, o que poucas pessoas sabem é que sua origem está atrelada ao uso em humanos. 

Acredita-se que o colar elizabetano surgiu na Inglaterra ao longo do século XVI. O colar da vergonha como conhecemos seria baseado em um modelo desenvolvido para a rainha Elizabeth I quando ainda era criança. O intuito era evitar que ela pudesse roer as unhas dos pés.

Com o tempo, alguns funcionários do palácio adaptaram o acessório para os animais, evitando que pudessem lamber as feridas, melhorando sua recuperação.

Não à toa, utiliza-se o termo “elizabetano” para definir o colar da vergonha. 

Tipos de colar elizabetano para cães e gatos

O colar elizabetano é conhecido pelo seu formato de cone, que restringe os movimentos do cachorro na região do pescoço e cabeça. Logo, conforme o uso desse acessório foi se tornando mais comum para recuperação de cães e gatos, novos tipos de colares também acabaram aparecendo. 

  1. Além do modelo mais comum, em plástico, é possível encontrar tipos de colares mais confortáveis e macios, com o objetivo de oferecer mais conforto ao cão e gato ao longo do processo de recuperação. 
  2. Existem modelos feitos com plástico mais macio, com bordas acolchoadas, com nylon, com tecidos de textura de papel e até mesmo com material inflável. 
  3. Os tamanhos também variam, desde modelos menores para cães pequenos e gatos, até os maiores, para cachorros de grande porte. 

Confie no colar elizabetano!

  • Agora que conhece a importância do colar elizabetano para cães e gatos, fica fácil compreender o papel que ele desempenha na recuperação dos pets. 
  • Por mais que o animal sinta-se desconfortável, cabe ao tutor prezar pela saúde do bichinho e manter o colar durante o período estipulado pelo médico veterinário
  • Para ler mais conteúdo como este, fique ligado no Blog da Cevek. 

Lambedura psicogênica em cães: o que fazer?

O que fazer quando a lambedura do cão vira uma compulsão? Tudo começa com uma lambidinha na pata aqui, outra ali. Uma hora vira uma ferida e o hábito de lamber está instalado. O comportamento compulsivo que alguns pets têm em lamber as patas (ou outras regiões do corpo, como o rabo) é conhecido como lambedura psicogênica e pode surgir como consequência de um distúrbio comportamental.

Entre os problemas mais comuns associados à lambedura compulsiva estão a ansiedade, a mudança repentina de ambiente, chegada de outro animal, o abandono durante muitas horas ou dia, além da falta de estímulos mentais e físicos em qualquer fase da vida do pet. 

Mas se lamber não é um ato natural dos pets? 

De certa forma sim, desde filhotes, quando a mãe os lambe, como forma de carinho e até higiene. No entanto, quando o cão começa a repetir esse comportamento em si de maneira repetitiva e sempre que algo o incomoda, pode ser perigoso. Isso porque a lambedura repetitiva pode causar lesões na pele, além de ser um sinal que algo não vai bem com o cão.

Sinais da lambedura em cães

Existem sinais que o tutor deve notar caso desconfie que o cão está com “mania” de se lamber todo o tempo:

  • Mudança na coloração do pelo na região (uma cor ferrugem). Isso ocorre devido à acidez da saliva;
  • Queda de pelos;
  • Ferida na região afetada.

É comum que os cães comecem a lamber um local e essa constante provoque uma ferida. A agressão física causada pelo ato repetitivo de se lamber impede a ferida de cicatrizar e acaba predispondo o animal a uma infecção secundária.

O que fazer com o cão que se lambe o tempo?

Somente um veterinário pode realizar o diagnóstico se o caso trata-se de uma dermatite por lambedura ou não. Por isso, é sempre importante contar com a ajuda de um profissional, preferencialmente, um especializado em comportamento animal. Além dos cuidados com comportamento psicológico do animal, será importante tratar o problema cutâneo. 

O tratamento da pele pode incluir o uso de antibióticos, antiinflamatórios, além do uso de colares elizabetanos (cone) para impedir o acesso à área até que a lesão comece a cicatrizar. Também é indicado o uso de suplementos naturais que auxiliem na reparação da pele. 

O suplemento Equilíbrio, da Botica Pets, contém compostos bioativos, ou seja, a “parte mais interessante” de ingredientes naturais como a cenoura (fonte de antioxidantes, vitamina A e carotenóides, que estimulam a reconstituição dos tecidos, auxiliando no tratamento de dermatites), a clorela  (rica em clorofila, melhora a imunidade do pet, promove a desintoxicação do organismo e estimula o crescimento e a recuperação dos tecidos) e a acerola (contém vitamina C, que aumenta a resistência às infecções e facilita a formação de colágeno, melhorando a cicatrização).

Confira o depoimento da veterinária Rita de Cássia Navarro Pinhanelli, em que ela conta a sua experiência com o uso do suplemento Equilíbrio para uma paciente com lambedura psicogênica:

“Tratei uma paciente com dermatite por lambedura, uma Border Collie chamada Ayla.  Além de exercícios físicos para reduzir a ansiedade, ela utiliza a fórmula Equilíbrio e responde muito bem. A proprietária parou o uso por um tempo e a cachorra voltou a se lamber. Logo, reiniciou novamente o uso da fórmula. Recomendo!”. 

Estímulos físicos e mentais: qual a importância?

Nem todo mundo pode dar atenção ao pet o tempo todo. Se a causa da lambedura psicogênica do pet é a ansiedade, é preciso criar alternativas que ajudem o cão a ficar bem sozinho. Neste sentido, os estímulos físicos e mentais são muito importantes. 

Assim como nós, os cães também sentem tédio em ficar em casa sem fazer nada. Por isso, preparar o pet e o ambiente que o peludo vai ficar durante todo o dia é uma das ações mais importantes para que você não tenha problemas ao deixá-lo sozinho. Veja algumas dicas:

Passeio: se precisa deixar o cachorro sozinho muito tempo, lembre-se de passear com ele antes de sair de casa. Um passeio de cerca de 30 minutos de caminhada fará com que o cão gaste energia na rua e, ao chegar em casa, ficará menos agitado. Saiba que os passeios são importantes e devem ser feitos diariamente, mesmo que o seu pet tenha quintal à disposição.

Rodízio de brinquedos: um dos erros mais comuns é deixar sempre o mesmo brinquedo para o pet ao sair. A novidade sempre é interessante, por isso, faça um rodízio de brinquedos todas as semanas.  

Esconda recompensas: esconder petiscos pela casa antes de sair pode ajudar também. O cão ficará concentrado em buscar as recompensas e o tempo passará mais rápido.

Som ambiente: ao sair, deixe a televisão ou o som ligado, em um volume não muito alto, para distrair o pet dos barulhos fora de casa.

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Eu posso deixar o meu cão lamber a própria ferida?

Os cães e outros animais costumam ficar toda hora com a própria língua nas áreas do seu corpo onde exista algum machucado. Dessa forma, costumam aliviar a dor ou a coceira que sentem. Mas nós devemos deixar o nosso cão lamber a sua própria ferida?

Como costuma acontecer em quase todos os casos, os cientistas não conseguem chegar a um consenso sobre essa questão. Isso porque nada é uma verdade absoluta. O que hoje parece ser uma verdade absoluta, amanhã pode se tornar algo ultrapassado.

Podemos afirmar que, mesmo que tenha sido demonstrado que a saliva de cães possui alguma propriedade curativa, também não está errado afirmar que contém algumas bactérias que podem fazer com que a ferida infeccione.

Assim, por hora, é melhor impedir que seu bichinho lamba as partes machucadas. Além disso, é importante recorrer ao veterinário para que ele indique o melhor tratamento que você deve usar para curar a região lesionada.

Uma pergunta que não pode ser respondida incontestavelmente é se devemos ou não deixar um cão lamber a sua própria ferida. Por hora parece que, apesar de haver a presença de algumas substâncias benéficas na saliva dos bichinhos, corre-se o risco de infecção devido à existência de alguns micro-organismos prejudiciais.

Os prós e os contras de deixar o cachorro lamber a sua própria ferida

Uma análise química da saliva canina demonstra que ela contém proteínas antimicrobianas e antifúngicas. Por isso, ela ajuda a curar as diversas feridas e a reduzir as cicatrizes.

Mas a presença de outros germes nesse líquido faz com que se corra o risco de agravar a situação. Sobretudo, se forem feridas maiores ou mais profundas.

Além disso, se as lesões ficarem úmidas por conta das lambidas constantes, o mais provável é que demorem a cicatrizar. Além disso, pode ser que os cães fiquem lambendo a ferida de forma compulsiva, machucando-se ainda mais.

Como tratar as áreas machucadas dos bichinhos

  • Se a ferida do seu animal de estimação for superficial, você mesmo pode fazer um curativo nela, conforme as orientações dadas por um profissional.
  • Ele saberá indicar os antissépticos adequados à pele do seu cachorro e, se for necessário, que tipo de remédio e em que dose você deve administrá-lo.
  • Mas se a lesão for mais profunda ou se você perceber que existem outros sinais de urgência, leve o seu bichinho ao veterinário o mais rápido possível.

De qualquer jeito, como você não pode deixar o seu cão lamber a própria ferida, é preciso fazer um curativo ou um emplastro. E, a partir desse momento, você deverá ficar de olho no animal, pois ele pode querer retirá-lo. Nesses casos, será preciso recorrer a um colar elizabetano.

De acordo com pesquisas recentes, a saliva do cão fortalece o sistema imunológico das pessoas que convivem com eles. Por esse motivo, pode ajudar a prevenir, por exemplo, o surgimento de alergias em seres humanos.

Na Colômbia, uma tese de doutorado realizada na Universidade de Santander, na sede de Cúcuta, determinou que a saliva é capaz de inibir o crescimento de algumas bactérias e que, além disso, pode contribuir nos processos de cicatrização.

Por outro lado, um estudo feito na Universidade do Arizona sugere que os micróbios presentes no estômago dos cães teriam um efeito probiótico em nosso organismo. Esse benefício nos seria transmitido através da saliva dos bichinhos e fortaleceria nossa flora intestinal.

Por hora, não deixe que seu bichinho lamba as próprias feridas

No final das contas, ninguém questiona isso, já que a saliva dos cães contém componentes bacterianos, mas ninguém se atreve a afirmar que não possua também alguns componentes positivos.

Por tais motivos, por hora, é melhor não deixar o cão lamber as próprias feridas. Além disso, você deve impedir que ele lamba a ferida de outros cães, e, inclusive, de outras pessoas. Preste especial atenção no caso de crianças.

E mesmo que a natureza seja sábia e por mais que achemos que, se o cão ficar lambendo instintivamente a ferida é porque sabe que dessa maneira vai curá-la, por isso mesmo, podemos afirmam que faz isso porque é a única “ferramenta” que tem a sua disposição para tentar aliviar o desconforto ou a dor que a lesão provoca nele.

Vamos manter vocês a par de quaisquer novidades a respeito do que surgir no mundo da pesquisa científica.

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