Como Evitar Que As Fezes Ficarem Duras?

Para fazer coco do jeito certo, deve-se sentar no vaso sanitário com os joelhos acima da linha do quadril, pois isto relaxa o músculo puborretal, facilitando a passagem das fezes pelo intestino.

Por isso, esta posição é ideal para quem sofre com prisão de ventre, que é caracterizada por fezes ressecadas, duras e difíceis de serem eliminadas. A prisão de ventre pode causar inchaço, dor abdominal e hemorroidas, e normalmente é causada por uma alimentação pobre em fibras e água, e pela falta de atividade física.

Confira alguns alimentos que devem ser adicionados na dieta para combater o intestino preso.

Qual a posição correta

A posição correta para fazer coco é sentar no vaso sanitário com o joelhos elevados, acima da linha do quadril, como se estivesse sentado de cócaras no chão. Ficar nesta posição permite relaxar o músculo puborretal e liberar a passagem do intestino, facilitando a saída das fezes.

Como Evitar Que As Fezes Ficarem Duras?

Para conseguir ficar nesta posição no banheiro, pode-se utilizar um apoio para os pés como um banquinho pequeno, uma caixa de sapatos, um balde ou um cesto virado ao contrário.

O vídeo a seguir mostra em detalhes como é a posição adequada para facilitar a passagem das fezes:

Como Evitar Que As Fezes Ficarem Duras?

Porque a posição é importante para fazer coco

A posição para fazer coco é importante porque pode facilitar ou dificultar a passagem das fezes. Ao ficar sentado no vaso sanitário como se estivesse numa cadeira, com os joelhos na mesma altura do quadril, o músculo puborretal prende o intestino e impede a passagem das fezes, como mostrado na figura a seguir.

Como Evitar Que As Fezes Ficarem Duras?

O mesmo não acontece quando se faz coco na posição de cocaras, pois o músculo fica mais relaxado e libera o intestino, permitindo a passagem das fezes.

Mais truques para acabar com o intestino preso

A melhor hora para treinar o intestino para evacuar é após alguma refeição pois todo o tubo gastrointestinal é estimulado favorecendo a movimentação das fezes para ser expulsa, evitando assim o ressecamento do bolo fecal que não fere o anus e é fácil de ser eliminado.

Outra dica para acabar com o incomodo da prisão de ventre, que pode inclusive dificultar o emagrecimento, é ir ao banheiro sempre que der vontade e não ficar segurando as fezes por muito tempo. Por outro lado não se deve fazer força quando não se tem vontade, pode provocar hemorroidas.

Alimentação para curar a prisão de ventre

Pequenas mudanças nos hábitos alimentares ajudam a curar a prisão de ventre, como:

  • Beber 2 litros de água por dia, pois a água hidrata as fezes, o que facilita sua passagem ao longo do intestino;
  • Comer frutas e legumes com casca e bagaço, sempre que possível, pois isso aumenta o consumo de fibras;
  • Adicionar sementes como linhaça e chia em sucos e iogurtes;
  • Comer alimentos integrais, como pão, arroz, macarrão e farinha;
  • Comer iogurtes com probióticos, que são bactérias que melhoram a saúde intestinal;
  • Comer 2 nozes no café da manhã.

Além da alimentação, também é fundamental praticar atividade física pelo menos 3 vezes por semana, pois o exercício deixa o intestino mais ativo e ajuda no combate à prisão de ventre.

Veja a receita do chá de ameixa para prisão de ventre

Conheça os 5 alimentos mais poderosos para o intestino!

Uma alimentação saudável e rica em fibras pode ajudar o intestino a funcionar melhor. Porém existem alguns alimentos que possuem ação mais efetiva quando o assunto é aliviar a constipação. Conheça os 5 alimentos mais poderosos para o intestino e o porquê de serem os mais recomendados para os casos de intestino preso.

Como Evitar Que As Fezes Ficarem Duras? Farelo de trigo Segundo pesquisas, o farelo de trigo é considerado o alimento que possui melhor ação em casos de prisão de ventre. Ele nada mais é do que a casca do grão de trigo e, apesar de conter glúten, é riquíssimo em fibras e pode ajudar muito.

Ameixa Rica em fibras solúveis (polpa) e insolúveis (casca), a ameixa melhora o trânsito das fezes porque aumenta a absorção de água durante a formação do bolo fecal.

Além das fibras, a fruta ainda é rica em sorbitol, que também ajuda a amolecer as fezes e facilita no processo da evacuação.

Qualquer tipo de ameixa possui essas propriedades, porém a ameixa preta é a mais recomendada.

Mamão Famoso e queridinho de todos que convivem com a prisão de ventre, o mamão é rico em fibras que auxiliam a irrigar o bolo fecal e dar maior volume às fezes. Com grande concentração de papaína, uma enzima digestiva presente na fruta, auxilia a acelerar o processo digestivo e, consequentemente, estimula a evacuação.

Farelo de aveia Também é rico em fibras solúveis e insolúveis, além da beta-glucana, que pode auxiliar para um bom funcionamento intestinal. Estimula o crescimento das bactérias boas da flora intestinal e melhora a consistência das fezes, o que facilita sua mobilidade no intestino.

Água SIM! A água é fundamental para que o processo digestivo seja concluído com sucesso – não somente para o intestino, mas para todos os órgãos do nosso corpo. Uma boa hidratação aliada a um cardápio com consumo de fibras, vai assegurar um bom trânsito intestinal.

  • Como Evitar Que As Fezes Ficarem Duras?
  • O que comer é tão importante quanto o que não comer Com certeza existe uma gama muito grande de alimentos além dos recomendados acima que podem ajudar com a prisão de ventre, como abacate, grão de bico e outros.
  • Assim como também existe uma gama enorme de alimentos que não devem ser ingeridos em períodos de constipação porque podem agravar os casos de prisão de ventre. São alguns deles:
  • Suco de maçã, pera, goiaba, caju ou limão.
  • Arroz branco, pão francês, pão de forma, torrada, biscoito de polvilho, biscoito de água e sal, tapioca, macarrão.
  • Pizzas, hambúrgueres, salgadinhos, bolachas recheadas, bolos e tortas de farinha branca.

Agora que você já sabe quais são os alimentos que podem ser incluídos em sua rotina alimentar para ter um intestino regulado, opte pela sua saúde e pelo seu bem-estar. Escolha com consciência!

Referências: https://bit.ly/2S6ziHA https://bit.ly/30hDzfL https://bit.ly/347Em41

Prisão de ventre (constipação intestinal)

Como Evitar Que As Fezes Ficarem Duras?

Prisão de ventre é um distúrbio caracterizado pela dificuldade persistente para evacuar. As causas mais comuns são dieta pobre em fibras, pouca ingestão de líquidos, sedentarismo e consumo excessivo de proteína animal. 

Prisão de ventre e intestino preso são os nomes populares pelos quais é conhecida a constipação (ou obstipação) intestinal, um distúrbio comum caracterizado pela dificuldade persistente para evacuar. É preciso considerar, entretanto, que não existe um padrão rígido para classificar a frequência normal de funcionamento dos intestinos, que pode variar de 3 a 12 vezes por semana.

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Só se considera um quadro típico de constipação, quando ocorrem duas ou menos evacuações por semana e/ou o esforço para evacuar é grande demais e pouco produtivo.

Algumas pessoas se queixam de que o intestino não funciona regularmente em ambientes estranhos, ou quando quebram a rotina, como ocorre durante as viagens, por exemplo. Essa alteração, porém, costuma desaparecer tão logo a pessoa retoma suas atividades habituais.

A constipação é um transtorno mais comum nas mulheres, especialmente durante a gravidez, nas crianças e nos idosos.

Causas

As causas mais comuns da prisão de ventre costumam ser a dieta pobre em fibras, a pequena ingestão de líquidos, o sedentarismo, assim como o consumo excessivo de proteína animal e de alimentos industrializados. Não atender à urgência para evacuar, quando ela se manifesta, também pode comprometer o funcionamento regular dos intestinos.

A prisão de ventre pode, ainda, estar associada a doenças do cólon e do reto, como diverticulose, hemorroidas, fissuras anais e câncer colorretal.

Pode, igualmente, ser provocada pelo uso de certos medicamentos e por alterações neurológicas e do metabolismo.

Estresse, depressão e ansiedade são outras ocorrências capazes de interferir nos hábitos intestinais.

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A complicação mais comum da constipação é o fecaloma, massa compacta de fezes endurecidas, que se deposita no reto ou no cólon-sigmoide, e interrompe o trânsito intestinal. A tendência é o fecaloma aparecer mais nas pessoas com dificuldade de locomoção, como os idosos acamados e os cadeirantes.

Sintomas

Os sintomas da prisão de ventre podem variar de uma pessoa para outra ou na mesma pessoa nas diferentes crises. Os mais característicos são:

  • Número reduzido de evacuações;
  • Dificuldade para eliminar as fezes que se apresentam ressecadas, muito duras e pouco volumosas;
  • Sensação de esvaziamento incompleto dos intestinos.

No entanto, esses não são os únicos sintomas. Desconforto, distensão e inchaço abdominal, mal-estar, gases e distúrbios digestivos são manifestações  que também podem estar correlacionadas com a prisão de ventre.

Diagnóstico

O levantamento da história do paciente, seguido de um exame clínico minucioso, é o passo fundamental para o diagnóstico da constipação.

Exames de laboratório, como hemograma e sangue oculto nas fezes, e de imagem – enema opaco, colonoscopia e tempo de trânsito das fezes – são importantes para determinar as causas do distúrbio, estabelecer o diagnóstico diferencial e conduzir o tratamento.

Tratamento

Posto que a prisão de ventre é apenas um sintoma e não uma doença em si, o objetivo do tratamento é corrigir as causas do distúrbio. A maioria dos pacientes se beneficia com mudanças na dieta e no estilo de vida.

Basicamente, a primeira delas consiste na maior ingestão de fibras (legumes, verduras, frutas, cereais integrais, etc.

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), de alimentos com propriedades laxativas, como o mamão e a ameixa, de farelos em pó misturados aos alimentos ou diluídos em água ou em sucos e de suplementos com fibra na forma de biscoitos ou comprimidos.

A segunda, é beber bastante líquido (aproximadamente dois litros por dia, se não houver contraindicação médica, pois pessoas com insuficiência cardíaca ou renal, por exemplo, podem não tolerar esse volume de líquido).Praticar atividade física é outra medida essencial para o bom funcionamento dos intestinos.

Em alguns casos, porém, pode ser necessário prescrever o uso de supositórios e de enemas (lavagens intestinais) para facilitar a eliminação das fezes. Em virtude de possíveis efeitos adversos, o uso de laxativos deve ser criteriosamente orientado por um médico. Finalmente, só em situações muito especiais e raras, é preciso recorrer à cirurgia para retirada do fecaloma endurecido.

Recomendações

  • Vá ao banheiro sempre que tiver vontade;
  • Beba muito líquido, mas álcool com moderação, porque ele ajuda a desidratar as fezes;
  • Saiba que a ingestão de farelo em pó pode aumentar a produção de gases;
  • Coma frutas, se possível com casca, nos intervalos entre as refeições;
  • Tente administrar as situações de estresse e as crises de ansiedade. Se precisar de ajuda, não se acanhe. As emoções podem ter influência sobre o funcionamento dos intestinos. Lembre-se de que esse órgão já foi chamado de segundo cérebro;
  • Procure assistência médica se notar mudanças significativas nos hábitos intestinais. Não deixe também de ir ao médico, se as fezes estiverem muito ressecadas ou muito finas, se houver sinais de sangramento, ou se você estiver emagrecendo sem nenhuma explicação aparente.

Aprenda a aliviar e prevenir a prisão de ventre | CUF

A obstipação é nada mais nada menos que a dificuldade na regular progressão das fezes ou na incapacidade total em evacuar, afetando pessoas de todas as idades.

O que acontece é que as fezes ficam mais duras e secas, sendo que o grau de obstipação varia de pessoa para pessoa, podendo durar um curto período de tempo ou ser crónica, causando dor e desconforto e afetando a qualidade de vida.

Mas quem vive este problema, dispensa explicações e procura, sim, soluções para aliviar ou até prevenir a dificuldade em evacuar. Encontre dez aqui.

Para aliviar e prevenir a prisão de ventre

Beba água com fartura

A ingestão de água pode não aliviar os sintomas imediatamente, mas é meio caminho andado para prevenir a prisão de ventre, pois amolece as fezes e facilita a evacuação.  Beba todos os dias 6-8 copos ou 1,5-2L por dia. Não se esqueça que os refrigerantes e as bebidas com álcool e cafeína podem contribuir para a desidratação e agravar o problema.

Coma mais fibras

Especialmente as provenientes de fruta fresca (não só ameixas) e vegetais. Substitua ainda o pão branco por pão ou cereais integrais.

As fibras têm a capacidade de amolecer as fezes, retendo a água, e de acelerar a sua viagem pelo intestino. Aponte para um consumo de cerca de 30 gramas diariamente.

Vá aumentando a dose aos poucos para não se ver a braços com outro problema: a flatulência (os famigerados gases).

Mexa-se mais

A razão é simples: ao fazer exercício físico, mesmo que seja só caminhar 45 a 60 minutos por dia, estará a obrigar os músculos dos intestinos a trabalhar. Quando se diz que os intestinos estão preguiçosos, é bem verdade. Não é por acaso que as pessoas sedentárias e os idosos sofrem mais de obstipação.

Cuidado com os laticínios

Para algumas pessoas, o leite e os seus derivados não são amigos do intestino. Experimente reduzir o consumo dos alimentos deste grupo e observe se os seus hábitos intestinais melhoram. 

Atenção aos medicamentos

Verifique se a culpa da sua obstipação não é dos medicamentos que está a tomar. A lista de fármacos que “prendem” o intestino é longa e inclui alguns analgésicos (opiáceos), ansiolíticos, antidepressivos, suplementos de ferro ou de cálcio e diuréticos.

Use laxantes (orais ou em supositório) com conta, peso e medida

O abuso, tanto nas doses como na frequência, deste tipo de medicamentos pode causar dependência e agravar ainda mais os sintomas. Sendo uma das suas formas de atuação reter água no intestino, se houver necessidade de os tomar deve beber pelo menos um copo de água antes e outro cerca de 30 minutos depois. Isto permite um efeito maior com uma dose mais pequena.

Se sentir vontade, vá à casa de banho

Não “aperte”, esperando que a vontade passe, nem tente despachar-se a correr. Neste caso, a pressa é mesmo má conselheira.

Cumpra um horário

Procure estabelecer um período de dez minutos, de preferência sempre à mesma hora, para evacuar. Treinar o intestino pode ser a chave para que ele funcione como um relógio suíço.

Redobre os cuidados nas férias

Saiba que a prisão de ventre gosta de “apanhar boleia” de quem vai de férias. Se quer que tudo flua da melhora maneira, abasteça-se de líquidos e alimentos bons para o intestino e evite a comida processada das áreas de serviço e dos aeroportos.

Consulte o seu médico assistente

Se a prisão de ventre é recente e contraria os seus hábitos intestinais, consulte um médico. Este pode ser um sintoma de uma série de doenças (designadamente neurológicas, metabólicas e digestivas) que podem e devem ser tratadas.

Prisão de ventre: sintomas, remédios e 8 dicas para evitar

A prisão de ventre ou constipação intestinal (CID 10 – K59.0) acontece quando os movimentos do intestino tornam-se difíceis ou menos frequentes e você tem fezes muito ressecadas, que exigem um esforço muito grande na hora de evacuar, comumente associado a uma sensação de cólica e desconforto.

A constipação não é definida necessariamente pelo número de vezes que você vai ao banheiro, uma vez que a duração normal de tempo entre as evacuações varia muito de pessoa para pessoa.

Você pode ir ao banheiro a cada dois ou três dias, por exemplo, mas se a evacuação não é desconfortável, você não está com prisão de ventre.

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Algumas pessoas podem inclusive ir ao banheiro todos os dias, mas sofrerem de constipação justamente pela dificuldade ao evacuar ou pela sensação de não ter evacuado o suficiente.

Causas

A constipação ocorre mais comumente quando os resíduos de fezes se movem muito lentamente através do trato digestivo, ficando duras e ressecadas. A constipação crônica tem muitas causas:

Bloqueios no cólon ou reto pode retardar ou parar o movimento das fezes. As causas incluem:

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Doenças que afetam os nervos do cólon e reto podem fazer com que esses órgãos não trabalhem de maneira eficiente para contrair e movimentar fezes através do intestino. As causas incluem:

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Doenças que afetam os músculos pélvicos podem causar constipação crônica. Esses problemas incluem:

  • Incapacidade para relaxar os músculos pélvicos e permitir a evacuação
  • Músculos pélvicos não coordenam o relaxamento e contração corretamente
  • Músculos pélvicos enfraquecidos

Doenças e condições que perturbam o equilíbrio dos hormônios podem levar à constipação, incluindo:

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  • Diabetes
  • Hiperparatireoidismo
  • Gravidez
  • Hipotiroidismo.

Hábitos e estilo de vida também podem dificultar os movimentos intestinais, causando a prisão de ventre. Veja:

  • Ingestão de água inadequada
  • Ingestão de fibra inadequada
  • Interrupção da dieta regular ou de rotina
  • Viajar
  • Sedentarismo
  • Comer grandes quantidades de produtos lácteos
  • Estresse
  • Resistir ao impulso de defecar, o que às vezes é o resultado da dor de hemorroidas
  • Uso excessivo de laxantes que, ao longo do tempo, enfraquecer os músculos do intestino
  • Medicamentos antiácidos que contêm cálcio ou alumínio
  • Medicamentos sedativos e narcóticos
  • Medicamentos para baixar a pressão arterial
  • Depressão
  • Transtornos alimentares
  • Síndrome do intestino irritável.

Fatores de risco

Fatores que podem aumentar o risco de constipação crônica incluem:

  • Estar na meia idade
  • Ser uma mulher
  • Baixa ingestão de água
  • Dieta pobre em fibras
  • Sedentarismo

Sintomas

Sintomas de Prisão de ventre

Você é considerado constipado se tiver dois ou mais dos seguintes sintomas por pelo menos três meses:

  • Esforço durante a evacuação
  • Fezes duras mais do que o normal
  • Evacuação incompleta
  • Duas ou menos evacuações por semana

Outros sintomas podem incluir:

  • Inchaço ou dor abdominal
  • Vômitos

Diagnóstico e Exames

Buscando ajuda médica

Muitas vezes, mudanças simples na rotina podem já solucionar o incômodo que é a prisão de ventre. No entanto, caso essas atitudes não resolvam o problema, procure um médico para tirar suas dúvidas e receber maiores orientações.

Na consulta médica

Especialistas que podem diagnosticar prisão de ventre são:

  • Clínico geral
  • Nutricionista
  • Nutrólogo
  • Gastroenterologista
  • Proctologista

Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:

  • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
  • Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade
  • Se possível, peça para uma pessoa te acompanhar
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O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:

  • Quando os sintomas começaram?
  • Os sintomas são contínuos ou ocasionais?
  • Quão grave são os sintomas?
  • O que, se alguma coisa, parece melhorar os sintomas?
  • O que, se alguma coisa, parece piorar os sintomas?
  • Os sintomas incluem dor abdominal?
  • Os sintomas incluem vômitos?
  • Você recentemente perdeu peso sem esforço?
  • Quantas refeições você faz por dia?
  • Quanta água e fluidos outros que você bebe por dia?
  • Você vê sangue misturado nas fezes, na água do vaso sanitário ou no papel higiênico?
  • Você tem algum histórico familiar de problemas digestivos ou câncer de cólon?
  • Você tem quaisquer outras condições médicas?
  • Você começou a tomar quaisquer novos medicamentos ou recentemente mudou a dosagem de seus medicamentos atuais?

Não hesite em fazer outras perguntas, caso elas ocorram no momento da consulta.

Diagnóstico de Prisão de ventre

A maioria das pessoas não precisa de exames para diagnosticar constipação. Apenas um pequeno número de pacientes com constipação tem um problema médico mais sério. Portanto, procure fazer mudanças de estilo de vida para solucionar a condição.

Se a prisão de ventre persistir mesmo após todas as alterações, é possível consultar um médico para esclarecer suas dúvidas e mudar as estratégias.

Vale lembrar que é importante consultar um médico anualmente para fazer exames gerais e conversar sobre sinais e sintomas que eventualmente surgiram.

Os testes e procedimentos utilizados para diagnosticar constipação crônica incluem:

  • Sigmoidoscopia
  • Colonoscopia
  • Avaliação da função músculo do esfíncter anal (manometria anorretal)
  • Avaliação dos movimentos intestinais (estudo de trânsito no cólon)
  • Raio-X do reto durante a defecação (proctografia)
  • Exames de sangue para verificar possíveis alterações hormonais

Tratamento e Cuidados

Tratamento de Prisão de ventre

A maioria das pessoas com prisão de ventre precisará apenas fazer mudanças em sua alimentação e estilo de vida para tratar a doença. No entanto, em alguns casos, podem ser necessários tratamentos mais específicos:

Se você está passando por uma prisão de ventre eventual, os laxantes são uma opção para aliviar o problema.

No entanto, deve ficar atento caso a questão persista, pois a necessidade de uso crônico (mais de três vezes na semana) destes medicamentos é sinal de que é preciso fazer outras alterações ou mudanças no estilo de vida para que o intestino passe a funcionar melhor.

Quando a prisão de ventre não é solucionada com essas alterações, é necessário investigar, pois o problema pode ir além de uma simples constipação e esconder outras causas.

De acordo com Nathália Nascentes, médica coloproctologista, o uso de laxantes como tratamento contínuo só é prescrito após descartar outros problemas.

“Vai ser indicado àquele paciente que tem uma constipação que já foi investigada, a dieta e a ingestão de água estão nos níveis adequados, e mesmo assim ainda há a constipação.

Ao final de toda a pesquisa de doenças que causam essa condição, o paciente será classificado com uma constipação funcional”, diz.

Nesse caso, será feita a indicação do uso de um laxante que se adeque com o perfil do paciente, alinhado com a sua rotina e de acordo com o seu histórico médico. A escolha do medicamento deve ser individualizada, respeitando outras condições médicas que o paciente possa ter.

Outros casos que obrigam o uso de laxantes são procedimentos como a lavagem intestinal. Há também casos em que o paciente está com uma constipação intensa e o médico irá receitar o laxante como medida paliativa para aliviar o intestino do constipado.

Isto porque o medicamento é recomendado quando a prisão de ventre já está instalada, mas não faz parte do tratamento para educar o intestino.

Os laxantes podem ter origem natural ou sintética. Os primeiros agem regulando o funcionamento intestinal e no geral são feitos de fibras, como um suplemento alimentar.

  • Os laxantes sintéticos, por sua vez, são divididos em duas categorias: osmóticos e apáticos.
  • Laxantes osmóticos
  • Os osmóticos atuam puxando a água presente nas paredes do intestino para o meio do órgão, diluindo a massa fecal e eliminando-a.
  • Laxantes apáticos

Os laxantes apáticos agem causando uma irritação na parede do intestino, forçando a evacuação. É como se o intestino identificasse um corpo estranho e precisasse expeli-lo do corpo, o fazendo por meio das fezes.

Por isso, é possível dividir os medicamentos para tratar prisão de ventre em algumas classes. As mais comuns são:

  • Agentes formadores de bolo fecal (psyllium, plantago ovata)
  • Lubrificantes (óleo mineral)
  • Agentes osmóticos (lactulose, compostos por magnésio, macrogol, PEG-polietileonoglicol)
  • Irritativos (bisacodil, fenolftaleína, senne, cáscara sagrada).

Uso contínuo de laxante para prisão de ventre

É indispensável entender as causas da prisão de ventre, pois ela pode ser consequência de maus hábitos alimentares, sedentarismo ou questões emocionais. Caso todas as mudanças de estilo de vida tenham sido aplicadas, o uso de laxante pode ser considerado.

Porém, é importante compreender que o uso contínuo e crônico de laxantes pode trazer malefícios à saúde.

Caso a pessoa esteja recorrendo aos laxantes com muita frequência (uso contínuo), é necessário conversar com um especialista para que seja feita a indicação do produto adequado para cada quadro clínico.

“Pacientes com cardiopatias, por exemplo, podem ter uma alteração da condução do ritmo cardíaco e até evoluir o quadro para uma arritmia caso seja feito o uso de um laxante inadequado. Por isso, é importante que esses medicamentos não sejam utilizados de forma indiscriminada”, explica a coloproctologista Nathália Nascentes.

O biofeedback utiliza dispositivos para ajudá-lo a aprender a relaxar e apertar os músculos da pélvis. Relaxar os músculos do assoalho pélvico na hora certa durante a defecação pode ajudar a passar fezes mais facilmente.

Durante uma sessão de biofeedback, um tubo especial (cateter) é inserido em seu reto. O terapeuta orienta-o através de exercícios para relaxar e apertar os músculos pélvicos, alternadamente. A máquina vai medir sua tensão muscular usar sons ou luzes para ajudar você a entender quando você relaxou seus músculos.

A cirurgia pode ser uma opção se você já tentou outros tratamentos e sua constipação crônica é causada por retocele, fissura anal, estenose ou câncer. Para as pessoas que já tentaram outros tratamentos sem sucesso e que têm o movimento intestinal anormalmente tem a cirurgia como opção. A cirurgia para remover o cólon raramente é necessária.

Medicamentos para Prisão de ventre

A prisão de ventre crônica pode ter diversas causas, de modo que o tratamento varia de acordo com o diagnóstico estabelecido pelo médico.

Por isso, somente um especialista capacitado pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Os medicamentos mais comuns no tratamento de prisão de ventre são:

  • Brometo de Pinavério 100mg
  • Brometo de Pinavério 50mg
  • BuscoDuo
  • Digestil (gotas)
  • Digesan
  • Dulcolax
  • Fleet Enema
  • Lactulona
  • Muvinlax

Se os sintomas persistirem, busque esclarecimento médico a respeito da sua saúde.

É importante ficar atento às receitas caseiras sem comprovação de eficácia, pois elas podem ser perigosas à saúde.

Convivendo (prognóstico)

Convivendo/ Prognóstico

Prevenção

Prevenção

1. Coma mais fibras

São elas as responsáveis pela formação do bolo fecal, além de facilitar o trânsito dos alimentos no intestino. Portanto, são fundamentais para a manutenção da flora intestinal.

As fibras podem ser divididas entre solúveis e insolúveis. As primeiras estão presentes em polpa de frutas e farelo de cereais e auxiliam no funcionamento do nosso metabolismo.

As insolúveis – encontradas em verduras e alimentos integrais – são as que ajudam efetivamente no funcionamento intestinal, combatendo a prisão de ventre. Deve-se ingerir de 25 a 35 gramas distribuídas ao longo do dia.

O bagaço de frutas possui uma alta concentração de fibras, o que melhora o funcionamento intestinal, auxilia no controle dos níveis sanguíneos de glicose e colesterol e fornece maior sensação de saciedade.

É muito importante beber bastante água todos os dias, pois ela se mistura às fibras e fazem as fezes ficarem mais volumosas e pastosas, impedindo o ressecamento. Com isso, o efeito das fibras sobre o movimento intestinal se torna mais eficaz.

A necessidade diária de água varia para cada pessoa e é influenciada por diversos fatores, como a atividade física. De maneira geral, para pessoas saudáveis, recomendamos a ingestão de dois litros de água por dia.

Pelo fato de a ingestão de água potencializar os efeitos das fibras, de nada adianta tomar litros de água por dia e não ingerir a quantidade adequada de fibras. O inverso também é valido.

Durante o exercício físico, o intestino tem o seu funcionamento estimulado, devido aos movimentos que o corpo faz. A prática de exercícios é essencial para a saúde, podendo contribuir de maneira até mesmo indireta para a cura da prisão de ventre.

Mastigar bem não só ajuda o organismo a digeri-los melhor, como também evita o mal estar intestinal.

A digestão de alguns alimentos já se inicia na boca, através da enzima amilase, e a mastigação faz parte desse processo. Mastigar bem facilita o início do processo de digestão e, consequentemente, de todo o restante, incluindo o intestino.

Tanto o estresse quanto a ansiedade podem ocasionar sintomas gastrointestinais, seja ele uma prisão de ventre ou uma diarreia. Para aqueles que já sofreram do problema, o estresse pode fazer com que os sintomas retornem.

Os especialistas recomendam a adoção de hobbies ou técnicas de relaxamento para a redução do estresse e da ansiedade.

Pessoas que não têm o hábito de ir regularmente ao banheiro podem apresentar maior irritabilidade, alterações no humor e agravamento dos sintomas de prisão de ventre.

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A recomendação é ir ao banheiro de uma a duas vezes por dia. É importante reservar horários específicos do dia para a prática, pois assim o corpo se habitua e tem menos chances de desenvolver constipação intestinal.

O intestino tem a presença de bactérias boas e ruins. Quando as boas estão em grande quantidade, evitam os danos causados pelas ruins, que são os casos de diarreia, aumento do risco de câncer de cólon, dor abdominal, gases e outros.

Os iogurtes probióticos possuem uma série dessas bactérias boas. Para ter um intestino saudável, devemos incluir os probióticos na nossa alimentação, pois eles vão equilibrar a flora intestinal.

Eles devem estar presentes na alimentação juntamente com as fibras, pois um potencializará a ação do outro. O consumo deve ser diário porque, uma vez que interrompido, perde-se o efeito desejado.

Alguns iogurtes intitulados probióticos não possuem as bactérias necessárias para melhorar o funcionamento do intestino. Por isso, procure um médico antes de iniciar qualquer tratamento do tipo, pois ele indicará o iogurte mais adequado.

Pessoas que sofrem com a prisão de ventre devem evitar alimentos ricos em gordura saturada, gordura trans, açúcar e sódio.

Em relação às bebidas, é importante prestar atenção ao consumo daquelas com quantidades excessivas de açúcar, como refrigerantes e xaropes; cafeína, como chás e café; e sódio, como refrigerantes diet e isotônicos.

A ingestão desses alimentos pode prejudicar o pleno funcionamento do intestino, contribuindo para o aparecimento da prisão de ventre. Por isso, devemos sempre realizar a leitura de rótulos na hora da compra, a fim de escolher produtos mais saudáveis.

Convivendo (prognóstico)

Complicações possíveis

As complicações da constipação crônica incluem:

Referências

  1. Nutrólogo Roberto Navarro (CRM-SP 78392), membro da Associação Brasileira de Nutrologia
  2. Gastroenterologista Carolina Pimentel, do Núcleo de Gastroenterologia do Hospital Samaritano, em São Paulo
  3. Gastroenterologista Cátia Rejania Ribeiro de Melo (CRM-SP 67677), do Núcleo de Gastroenterologia do Hospital Samaritano
  4. Gastroenterologista Flavio Steinwurz (CRM-SP 38811), especialista do Hospital Albert Einstein
  5. Gastroenterologista Roberto Rizzi (CRM-SP 45768), especialista do Hospital São Luiz

Constipação em adultos – Distúrbios digestivos – Manual MSD Versão Saúde para a Família

Alguns laxantes são seguros para uso em longo prazo. Outros laxantes devem ser usados apenas ocasionalmente. Alguns laxantes são bons para evitar a constipação, outros para tratá-la. Há vários tipos de laxantes, incluindo os seguintes:

  • Agentes de aumento do bolo fecal
  • Amolecedores do bolo fecal

Os agentes de aumento do bolo fecal, como o farelo e o psílio (que também se encontra na fibra de muitas verduras), dão volume às fezes e absorvem água. O aumento do volume estimula as contrações naturais do intestino e fezes volumosas, que contêm mais água e são mais moles, com trânsito mais fácil.

Os agentes de aumento do bolo fecal atuam lenta e suavemente e são considerados um dos métodos mais seguros para promover defecações regulares. No geral, esses agentes são utilizados em pequenas quantidades inicialmente. A dose é aumentada de forma gradual até a regularidade ser atingida. As pessoas que utilizam agentes de aumento do bolo fecal devem beber líquidos sempre em abundância.

Esses agentes podem causar problemas com o aumento dos gases (flatulência) e inchaço.

Amolecedores do bolo fecal, como docusato ou óleo mineral, agem lentamente para amolecer as fezes, facilitando sua passagem.

Além disso, o discreto aumento do bolo fecal resultante desses medicamentos estimula as contrações naturais do intestino grosso, permitindo, assim, uma eliminação mais fácil. No entanto, para algumas pessoas, essa consistência amolecida das fezes é desagradável.

Amolecedores do bolo fecal são melhores para pessoas que devem evitar esforços, como aquelas com hemorroidas ou que passaram por cirurgia abdominal recentemente.

Os agentes osmóticos atraem grandes quantidades de água para o intestino grosso, tornando as fezes moles e fluidas. O excesso de líquidos também distende as paredes do intestino, estimulando as contrações. Esses laxantes consistem em sais ou açúcares que são mal absorvidos.

Eles podem causar retenção de líquidos em pessoas com doença renal ou cardíaca, especialmente quando dados em doses elevadas ou frequentes. Em geral, laxantes osmóticos são razoavelmente seguros, mesmo quando usados regularmente.

Entretanto, agentes osmóticos contendo magnésio e fosfato são absorvidos para a corrente sanguínea apenas parcialmente, podendo ser danosos a idosos, pessoas com insuficiência ou doença renal e pessoas que utilizam medicamentos que afetam a função renal (como diuréticos, inibidores da enzima conversora de angiotensina [ECA] e bloqueadores do receptor da angiotensina II).

Embora seja uma ocorrência rara, algumas pessoas desenvolveram insuficiência renal ao tomarem laxantes com fosfato de sódio por via oral para eliminar as fezes do intestino antes de serem feitas radiografias do trato digestivo ou uma colonoscopia.

Laxantes estimulantes (como fenolftaleína, bisacodil e antraquinonas) contêm substâncias irritantes, como senna e cáscara. Essas substâncias estimulam as paredes do intestino grosso, fazendo com que elas se contraiam e movimentem as fezes.

São úteis para a prevenção da constipação nas pessoas que estão utilizando medicamentos que quase certamente provocam constipação, como os opioides.

Laxantes estimulantes são utilizados frequentemente para esvaziar o intestino grosso antes da realização de exames diagnósticos.

Tomados via oral, os laxantes estimulantes tendem a provocar uma defecação semissólida em seis a oito horas, porém, comumente provocam cólicas. Assim como supositórios, os laxantes estimulantes geralmente entram em ação em 15 a 60 minutos.

O uso prolongado de laxantes estimulantes pode provocar depósitos anormais de um pigmento escuro no revestimento do intestino grosso (um distúrbio denominado melanosis coli). Outros efeitos colaterais incluem reações alérgicas e perda de eletrólitos do sangue.

Igualmente, o intestino grosso pode se tornar dependente de laxantes estimulantes, levando à síndrome do intestino preguiçoso. Portanto, os laxantes estimulantes devem ser usados apenas por breves períodos.

Bisacodil é um medicamento eficaz para constipação crônica.

Antraquinonas são encontradas na senna, cáscara sagrada, babosa e ruibarbo, e são componentes comuns de laxantes fitoterápicos e sem receita médica.

A lubiprostona opera fazendo o intestino grosso secretar líquidos extras, o que facilita a passagem das fezes. Ao contrário de outros laxantes estimulantes, a lubiprostona é segura para uso prolongado.

Os antagonistas do receptor de opioide mu (por exemplo, metilnaltrexona, naloxegol, naldemedina e alvimopan) são medicamentos usados para tratar a constipação intestinal que não é aliviada por outras medidas.

Esses fármacos são concebidos para bloquear os efeitos dos opioides sobre o intestino, sem interferir com o alívio da dor oferecido pelos opioides.

Os efeitos colaterais mais comuns incluem dor de estômago, diarreia, náuseas, vômitos e dor de cabeça.

Alguns efeitos colaterais
Agentes de aumento do bolo fecal (fibra)*
Inchaço, passagem de gás (flatulência) e má absorção de ferro e cálcio Os agentes de aumento do bolo fecal geralmente são usados para prevenir ou controlar a constipação crônica.
Menos inchaço do que com outros agentes fibrosos
Amolecedores do bolo fecal
Amolecedores do bolo fecal podem ser usados para tratar a constipação e são frequentemente usados para ajudar a preveni-la. O docusato não é eficaz para constipação grave.
Inflamação pulmonar causada por gordura nos pulmões (pneumonia lipídica), má absorção de vitaminas solúveis em gordura, desidratação e perda de controle da defecação (incontinência fecal)
Cólicas abdominais e flatulência Os agentes osmóticos são melhores para tratar a constipação do que para preveni-la.
Sais de magnésio (hidróxido de magnésio e citrato de magnésio) Muito magnésio no corpo (toxicidade por magnésio), desidratação, cólicas abdominais e incontinência fecal
Incontinência fecal (relacionada à dosagem)
Casos raros de insuficiência renal súbita
Cólicas abdominais e flatulência
Antraquinonas (encontradas na senna, cáscara e óleo de rícino) Cólicas abdominais e desidratação Os laxantes estimulantes não são usados se houver possibilidade de obstrução intestinal. O uso prolongado pode causar danos ao intestino grosso. A lubiprostona pode ser usada em caso de constipação crônica. Ela está disponível para uso prolongado.
Incontinência fecal, baixa concentração de potássio no sangue (hipocalemia), cólicas abdominais e queimação retal com uso diário de supositório
Cólicas abdominais, flatulência Não utilizada em crianças
Náusea, particularmente quando o medicamento é tomado com o estômago vazio, e dor de cabeça
Tontura, infecção do trato urinário (incomuns)
Dor de cabeça, dor abdominal
Retenção de óleo mineral ou de oliva Ainda que raramente, administrar um enema pode prejudicar o reto se o procedimento for feito de forma agressiva.
Sobrecarga hídrica se muita água for absorvida
Concentração elevada de fosfato no sangue (hiperfosfatemia)
* A dose de suplementos de fibra deve ser aumentada gradativamente ao longo de várias semanas, até chegar à dose recomendada.
† Estes medicamentos podem apenas ser adquiridos com receita médica.

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