Como Evitar Que As Cebolas Grelem?

Como Evitar Que As Cebolas Grelem?
Na geladeira? Em uma caixa? Qual é a melhor forma? Leia mais >>

Hoje trouxe para vocês dicas e idéias de como guardar batatas, alho e cebola.

Como Evitar Que As Cebolas Grelem?

Batatas

1- Antes de guardar, verifique se não tem nenhum dano ou podridão.

2-  Não guarde na geladeira. Abaixo de 4º C, o amido se transforma em açúcar, tornando a batata adocicada.

3- Armazene em um local escuro, em sacos de papel ou juta, de preferência abertos, para que a umidade possa sair.

Como Evitar Que As Cebolas Grelem?

  • Cebola
  • 1- Remova brotos e peles secas.
  • 2- Não guarde as cebolas junto com as batatas, pois a cebola pode absorver a umidade da batata e estragar rápido.
  • 3- O ideal é guardar as cebolas penduradas em um saco de malha em local ventilado.

Como Evitar Que As Cebolas Grelem?

  1. Alho
  2. 1- Guarde o alho em local fresco e escuro.
  3. 2- Armazene em um organizador, em que o ar circule, de preferência com furos.
  4. 3- Não guarde na geladeira, pois podem ficar macios e mofados.

Como Evitar Que As Cebolas Grelem?

Esse organizador com furos, permite a ventilação.

Como Evitar Que As Cebolas Grelem?

Pendurado, economiza espaço.

Como Evitar Que As Cebolas Grelem?Como Evitar Que As Cebolas Grelem?

Gosto muito da ideia da gaveta e o pote de madeira sobre a bancada fica funcional e decorativo.

  

Como Evitar Que As Cebolas Grelem?

Tudo em um, para quem tem espaço na cozinha.

Como Evitar Que As Cebolas Grelem?

Mais opções de organizadores para batatas.

E vocês, como guardam o alho, cebola e a batata?

(Imagens: pic2fly.com, reuseit.com, the.gardenweb.com, ebay.co.uk, welke.nl, Fonte de informação: ehow.com.br)

Como cortar cebola sem chorar: 5 truques

Como Evitar Que As Cebolas Grelem?

Foto: shutterstock

Chega de chororô: confira 5 truques simples para cortar cebola.

Você já sabe que vai ser um drama: começa a cortar a cebola e os olhos ardem. As lágrimas aparecem. Você sabe o motivo disso? O motivo das lágrimas é o gás sulfóxido de tiopropanal.

 Ele é resultante da reação entre uma enzima e outros compostos que existem na cebola. Quando o vegetal é cortado, esses compostos e a enzima entram em contato uns com os outros, o que acaba formando o gás que faz você ir às lágrimas.

Mas você não vai precisa passar por isso! Confira os 5 truques para cortar cebola sem chorar:

Como Evitar Que As Cebolas Grelem?

Foto: shutterstock

Dicas simples vão evitar as lágrimas na hora de cortar a cebola.

Faca afiada

Você tem um afiador de facas em casa? Se não tem, é hora de investir em um: quando usamos uma faca que não está amolada para cortar a cebola, acabamos esmagando as camadas do vegetal, o que faz com que os gás seja liberado, irritando os nossos olhos. Corte a cebola com a faca mais afiada que você tiver. Mas cuidado para não se cortar, hein? Confira as nossas dicas de como cortar cebola sem acidentes!

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Água gelada

Para evitar que o gás seja liberado enquanto você corta a cebola, deixe-a de molho em água gelada por cerca de meia hora antes de usar a faca. Se você conseguir cortar a cebola dentro de um recipiente com água, vai ser melhor ainda!

Cebola no congelador

O truque é simples: deixe a cebola entre 10 e 15 minutos no congelador antes de cortar. Com as cebolas mais durinhas e geladas, as enzimas que entram em contato com os compostos, formando o gás, vão ficar quietinhas e não vão contribuir para que as lágrimas se formem. Melhor chorar por outra coisa, né? Quer dizer, melhor chorar só de alegria ao ver suas cebolas cortadinhas sem drama!

Água na boca

Esse truque parece doido, mas funciona: coloque um pouco de água na boca e deixe lá enquanto corta a cebola. O gás liberado pela cebola vai reagir na água dentro da boca, e não nos nossos olhos.

Ventilador ligado

Esta dica vai servir para espantar o calor e o gás da cebola: ligue o ventilador e deixe que o vento ajude a levar o gás que faz você chorar! Chega de olhos vermelhos e irritados na hora de cozinhar!

Agora que você já conhece todos os truques para não chorar enquanto corta cebola, que tal preparar uma receita com esse vegetal? Escolha uma do TudoGostoso: torta de cebola, cebola caramelizada, anéis temperados de cebola, sopa de cebola e cebola em conserva.

Para cortar cebola sem chorar: 5 técnicas para dar adeus às lágrimas nos olhos

Você já parou para pensar por que a gente chora cortando cebola? Existe uma explicação química para isso: quando cortado, esse vegetal libera enzimas que, em contato com outras células, geram um tipo de ácido.

Esse ácido acaba irritando os nossos olhos e, quando percebemos, o rosto já está cheio de lágrimas. Mas a boa notícia é que existem alguns truques que ajudam a amenizar essa situação e facilitam muito a nossa vida na hora de cortar a cebola.

Quer conhecê-los? Nós listamos os mais eficientes. Confira!

1. Coloque um pouco de água dentro da boca na hora de cortar a cebola

Uma dica inusitada – mas que dá supercerto – é colocar um pouco de água dentro da boca na hora de cortar a cebola. É importante que você mantenha a boca cheia enquanto corta e, apenas depois de terminar, engula a água. Não se sabe ao certo o porquê de essa tática funcionar – no entanto, ela realmente ajuda bastante e é bem simples de fazer.

2. Deixe um ventilador ao seu lado para afastar o ácido que causa as lágrimas

Outra dica interessante para evitar o chororô da cebola é recorrer ao ventilador portátil. Basta colocar o aparelho no seu lado enquanto você corta a hortaliça. O vento consegue afastar as enzimas, e, com isso, elas não atingem os olhos.

Essa também é uma alternativa bem fácil e que dá supercerto! Você só tem que tomar cuidado para que o ventilador esteja bem limpo (livre daquelas poeiras que, geralmente, ficam retidas na grade do aparelho).

Assim, você evita que alguma sujeira voe em direção à comida.

3. Deixe uma vela acesa ou um pote de água quente ao lado da tábua de corte

Você sabia que as velas também podem ser grandes aliadas nessa hora? Pois é, para que você não chore cortando a cebola, basta acender uma vela ao lado da tábua em que o alimento está sendo cortado.

As chamas atraem as enzimas e, assim, os seus olhos ficam mais protegidos. Em vez de usar uma vela, você também pode colocar um pote pequeno com água quente perto da tábua de corte.

Essa água também consegue atrair o ácido e, desse modo, proteger os seus olhos. Simples, né?

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4. Coloque a cebola no congelador por 15 minutos e use uma faca bem afiada

Na hora de cortar cebolas, o seu freezer também pode ser um grande aliado. Uma boa dica é deixar o vegetal no congelador por cerca de 15 minutos antes de cortá-lo.

Além disso, procure usar uma faca bem afiada, ok? Assim, você apenas fatia a cebola de forma precisa, sem que muitas enzimas sejam liberadas. Facas cegas, por outro lado, podem amassar o vegetal.

Neste caso, as células do alimento ficam quebradas e são maiores as chances de você chorar enquanto corta a cebola.

5. Use um óculos de proteção

Por mais que pareça estranho, essa dica realmente funciona! Afinal, os óculos funcionam como barreiras de proteção para os nossos olhos, impedindo que as enzimas da cebola atinjam a córnea.

Por isso, a nossa dica é sempre usar um óculos comum (pode ser de grau mesmo) ou um próprio para proteção. Algumas pessoas mais radicais (e criativas) até usam óculos de natação na hora de cortar a cebola.

Estilo não falta!

Colheita e pós-colheita

A manutenção da qualidade dos bulbos da cebola e a adequada conservação pós-colheita dependem inicialmente do correto reconhecimento do ponto de colheita.

Algumas mudanças fisiológicas que resultam na máxima qualidade dos bulbos para consumo são visualmente expressas no campo e subsidiam a definição do momento ideal de colheita.

A observação criteriosa destes sinais, associada ao manuseio cuidadoso por ocasião da realização dos tratos culturais e dos procedimentos pós-colheita, pode garantir a integridade dos bulbos, reduzindo, a nível mínimo, os danos mecânicos e o estresse sofrido pelos tecidos.

Esses cuidados também são válidos durante o armazenamento, que deve oferecer as condições ideais para que o produto seja acondicionado, pelo maior espaço de tempo possível, sem perda apreciável de seus atributos de qualidade, como sabor, aroma, textura, cor, teor de umidade e valor nutricional.

Para que a proposição de técnicas de manejo e conservação pós-colheita para a cebola seja bem sucedida, é necessário que sejam reconhecidos os eventos biológicos durante o desenvolvimento do bulbo e os fatores que influenciam suas respostas. Após a colheita, a manutenção da qualidade é possível a partir da utilização de meios que reduzam a velocidade com que esses eventos acontecem ou previnam a ação degradativa de agentes externos.

Alguns elementos auxiliam a decisão do momento da colheita. Os mais importantes e de uso prático são:

  • o estado de umidade das duas ou três folhas externas (catáfilas) do bulbo: elas devem estar secas no momento da colheita;
  • a condição de umidade da folhagem: pelo menos 2/3 da folhagem deve estar seca por ocasião da colheita;
  • amolecimento dos tecidos do “pescoço” (pseudocaule) do bulbo: o ponto de colheita é reconhecido pela curvatura da folhagem, principalmente nas cultivares de “pescoço” fino.

A partir da observação dessas mudanças no final do ciclo da cultura, recomenda-se que a colheita seja realizada quando a maioria das plantas tenha sofrido tombamento (ou “estalo”), como resultado do murchamento da folhagem, acompanhado de amarelecimento. Nesse momento, o bulbo pode ser arrancado com facilidade e armazenado por um período de tempo maior.

Não há um consenso a respeito da proporção exata de plantas que deve ter sofrido tombamento para que se reconheça o ponto ideal de colheita.

Alguns autores recomendam 50-60%, enquanto outros indicam que aproximadamente 70% das plantas devem estar tombadas no momento da colheita.

Porém, vale destacar que a observação visual, o manejo dado à cultura e as condições climáticas no período de colheita podem ser definitivos no ajuste desta proporção.

Para reduzir perdas durante o armazenamento e/ou transporte, é importante que a irrigação seja gradualmente diminuída a partir do início da maturação dos bulbos, podendo ser interrompida duas a três semanas antes da colheita.

A definição exata do período de interrupção da irrigação dependerá das características físicas do solo e das condições climáticas predominantes no período.

O objetivo dessa prática é reduzir o conteúdo de água dos bulbos, uma vez que o alto conteúdo de umidade favorece o crescimento de microrganismos, comprometendo a qualidade e a comercialização.

Se, contudo, a colheita for realizada antes do momento ideal, o alto conteúdo de umidade na folhagem e no “pescoço”, a maior largura do “pescoço” e a presença de substâncias reguladoras de crescimento podem estimular a brotação após a colheita.

A cebola colhida imatura ou “verde”, como se denomina popularmente, apresenta, ainda, a desvantagem de perder muito peso com a evaporação da água e ter má conservação uma vez que não há uma adequada cicatrização no local de corte das folhas, prejudicando o produtor e o consumidor.

De um modo geral, no Brasil, é mais comum a realização da colheita manual dos bulbos, apesar da possibilidade de uso da colheita mecanizada. Para a colheita manual, são utilizadas facas para facilitar o corte das raízes de cebola.

Os dias secos e ensolarados são os melhores para a colheita da cebola.

Depois de colhida, a folhagem da cebola precisa ser seca para que posteriormente seja feito o corte do “pescoço”. Esse procedimento de secagem é denominado cura e consiste na exposição do material colhido a temperaturas altas durante um determinado período. Além da redução do conteúdo de água, a cura tem como objetivo promover o desenvolvimento da coloração externa do bulbo.

A temperatura adequada para a cura da cebola é de, aproximadamente, 30ºC, sendo o processo concluído quando as películas externas do bulbo adquirem cor intensa, apresentam-se secas e quebradiças, desprendendo-se facilmente quando esfregadas com os dedos.

Neste momento, o pescoço se mostra firme e seco. Isso geralmente ocorre aos 10 a 15 dias após a colheita, na maioria das regiões produtoras. Porém, nas condições do Nordeste, a cura é concluída em 3-5 dias. Após finalizado o processo, é feito o corte das ramas.

Em geral, a cura resulta numa perda de peso dos bulbos que varia de 3 a 5%, quando a colheita é realizada no momento certo. Porém, se os bulbos foram colhidos precocemente, ainda úmidos ou com os tecidos externos verdes, ou se a umidade do solo durante a colheita foi mantida alta ou, ainda, se a temperatura de cura foi muito elevada, a perda de peso pode ser superior a 10%.

A cura pode ser natural ou artificial. A cura natural é realizada no campo ou em galpões. Quando realizada no campo, os bulbos geralmente são arrumados em fileiras sobre o solo e protegidos da radiação solar direta pelas próprias folhas. A distribuição dos bulbos pode ser feita na própria linha de plantio, dispondo as ramas no sentido de declive do terreno.

No caso de chuvas durante a colheita, a cebola deve ser recolhida imediatamente para galpões. Nestes galpões, que devem ser secos e ventilados, as plantas permanecerão até que as folhas sequem e a cura seja completada.

A cura artificial é realizada nas regiões onde as condições climáticas, principalmente a ocorrência de chuvas e períodos de temperaturas baixas associadas à nebulosidade, não permitem que o processo seja realizado ao natural. Neste caso, são utilizados ventiladores com ar natural ou aquecido (secadores) ou até mesmo processos mais sofisticados como cura a vácuo e com radiação infravermelha.

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A cura com a utilização de ar aquecido pode ser feita em um processo dinâmico, através do fluxo do ar sobre o produto deslocado por uma esteira, ou em um processo estático, no qual o ar é forçado entre os bulbos através de dutos perfurados.

A cura estacionária é a mais comum no Brasil, sendo praticada em Santa Catarina, em estufas de fumo ou em câmaras construídas especialmente para esse fim. A temperatura utilizada para secagem é de 46 a 48 °C, por um período de tempo que varia de 16 a 32 horas. Nessas estufas, a cebola é colocada em caixas para facilitar o movimento do ar quente.

As câmaras especiais são construídas de alvenaria, dotadas de um sistema de aquecimento por fornalhas e dutos de aquecimento.

Independente do sistema adotado, a cura permite que os tecidos se tornem menos permeáveis ao fluxo de umidade e mais resistentes a infecções. Portanto, podem ser armazenados por períodos maiores.

Principais alterações químicas nos bulbos durante a cura e o armazenamento

Durante a cura e o armazenamento, ocorrem várias modificações na composição do bulbo, que interferem na sua qualidade final. A perda de água é a mudança mais evidente, sendo mais intensa no processo de cura.

Mudanças em compostos relacionados ao sabor do bulbo também são importantes. A quantidade total de açúcares, por exemplo, tende a diminuir quando o armazenamento é prolongado.

Já o conteúdo de ácido pirúvico, responsável pelo sabor picante (pungência), pode aumentar ou diminuir durante o armazenamento, dependendo da cultivar.

Também pode ocorrer a emissão de brotos e raízes durante o armazenamento. Essa é uma das principais causas de perdas pós-colheita em bulbos de cebola, que pode ser evitada se as condições de armazenamento forem adequadas. Em geral, a brotação é favorecida por condições de temperaturas amenas, desde 5 a 20ºC, dependendo da cultivar, e por umidade relativa alta.

As principais etapas ou procedimentos pós-colheita aos quais os bulbos podem ser submetidos são:

  • Limpeza ou retirada de pedras e torrões: deve ser realizada antes do armazenamento dos bulbos, para evitar contaminação e facilitar a aeração;
  • Corte do “pescoço”: deve ser feito imediatamente após a cura, exceto quando os bulbos forem comercializados em réstias (tranças), com o objetivo de evitar que a folhagem sirva de foco de contaminação. A altura do corte não deve ser superior a 4 cm. Em geral, deixa-se 1 cm de pseudocaule;
  • Corte das raízes: deve ser realizado rente à base, tendo-se o cuidado de não ferir o bulbo;
    • Seleção: visa eliminar os bulbos que não apresentam características comerciais ou que não atendem aos padrões de qualidade exigidos pelo mercado. São selecionados, para classificação e embalagem, os bulbos: – inteiros – sadios – limpos – praticamente isentos de parasitos – livres de umidade externa – livres de odor ou sabor desagradável
    • – em condições de serem manuseados ou transportados, atingindo o mercado de – destino.
  • Classificação: os bulbos selecionados devem ser classificados conforme normas ou regulamentos vigentes no mercado de destino. O critério inicial de classificação baseia-se no diâmetro transversal dos bulbos (calibre).

    Para cada faixa de calibre, os bulbos podem ser agrupados em quatro categorias: extra, categoria I, categoria II e categoria III, diferenciadas entre si pela presença ou ausência de defeitos e pelo grau de tolerância (limites máximos) admitido para esses defeitos.

    Os defeitos mais comuns em bulbos de cebola são: cortes, cicatrizes de ferimentos, manchas, deformações, bulbo duplo, caule fibroso, sinais de podridões, brotamento e danos causados por insetos.

    1. Embalagem: após classificados, os bulbos podem ser comercializados das seguintes formas: – soltos em caixas, sacos ou sacolas; – embalados em cartelas ou redes de malhas perfuradas, acondicionados ou não em embalagens secundárias;
    2. – em réstias, com as últimas folhas atadas.

Para o mercado interno, a cebola poderá ser comercializada em réstia, sendo, neste caso, classificada apenas em relação à categoria. Não é permitida, entretanto, a comercialização de cebolas em réstia entre países membros do Mercosul.

O emprego de sacos pequenos de ráfia ou de embalagens de papelão ou de madeira laminada é considerado mais adequado, uma vez que fornece maior proteção a danos mecânicos, como pancadas, abrasão (atrito), compressão e cortes, que ocorrem durante a movimentação, armazenamento e transporte dos bulbos e levam à deterioração.

Qualquer que seja a embalagem usada, a mesma deve ser nova, limpa e seca, além de conter um rótulo com as especificações: nome do produto, cultivar, calibre, categoria, peso líquido, origem do produto e data de embalagem.

Alguns fatores, como doenças pós-colheita, brotação, enraizamento, perda de peso e respiração, determinam o período de conservação pós-colheita dos bulbos de cebola. Estes fatores estão diretamente associados à infra-estrutura do ambiente de armazenamento.

Como regra geral, a cebola deverá ser embalada em locais cobertos, secos, limpos, ventilados, com dimensões de acordo com os volumes a serem acondicionados e de fácil higienização, a fim de evitar efeitos prejudiciais à qualidade e conservação do mesmo.

Da mesma forma, o transporte deve assegurar uma conservação adequada ao produto.

Para que seja possível armazenar os bulbos por um período de tempo compatível com a distribuição no mercado final, a temperatura e a umidade relativa devem ser os principais elementos controlados durante o armazenamento e transporte.

Geralmente, as cultivares que têm alto teor de matéria seca, alta pungência, boa dormência e que tenham sido colhidas no ponto de colheita ideal, bem como submetidas à cura podem ser armazenadas por até cinco meses sob temperatura ambiente e umidade relativa (UR) entre 60 e 80%.

Condições de UR maiores não são recomendadas porque favorecem a brotação e o desenvolvimento de podridões, como a causada por Aspergillus niger.

Para regiões produtoras que necessitam armazenar os bulbos por períodos extensos, pode-se fazer uso da refrigeração, recomendando-se temperaturas de 4-6ºC e UR de 70-80%. Contudo, o armazenamento de cebola em câmaras frias ainda não é comum no Brasil.

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Por sua vez, a armazenagem convencional é utilizada principalmente no Sul, em Santa Catarina, onde os bulbos são acondicionados em sacarias, em caixotes, ou a granel com as ramas. Neste caso, as cebolas dispostas umas sobre as outras não devem superar a altura de empilhamento de 40 cm.

Neste sistema, o bulbo fica somente exposto à ventilação natural, o que pode ser responsável em alguns anos pela alta taxa de doenças.

Para reduzir o problema, recomenda-se usar barracões arejados, que permitam uma ventilação regular e adequada, onde os bulbos podem ser mantidos por 2 a 3 meses.

No Semi-Árido brasileiro, a cebola é acondicionada em galpões abertos sob temperatura ambiente, até o momento de transporte para o mercado de destino.

Nestas condições, a duração do período de armazenamento, transporte e distribuição, geralmente, é compatível com os requisitos dos mercados atendidos.

No entanto, é importante que sejam observados manejo nutricional, fitossanitário, de irrigação e solo adequados à cultura, bem como os procedimentos de colheita, cura, manuseio e operações pós-colheita, coerentes com a obtenção e a oferta de um produto de qualidade superior.

Como Estocar Cebolas

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    Estoque cebolas tardias. As cebolas que você colhe na primavera e no verão não são resistentes o suficiente para serem estocadas. Elas devem ser comidas em poucas semanas após a colheita. Plante cebolas para estocar que sejam colhidas no outono, desde que essas variedades sejam capazes de durar até o inverno.[1]

    • Se você planta suas próprias cebolas, planeje estocar as cebolas durante a primavera.
    • Elas ficarão prontas no final do verão ou no início do outono, quando a parte de cima da planta começa a declinar e secar.
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    Estoque cebolas picantes. Estas, opostas a cebolas suaves, têm componentes sulforosos que podem fazer você chorar quando você as descasca e também ajudam a preservar as cebolas durante o inverno.

    As cebolas mais suaves não têm este sistema de autopreservação, então elas devem ser ingeridas em algumas semanas após serem colhidas.

    As seguintes variedades de cebolas servem bem para uma estocagem em longo-prazo:[2]

    • Cebolas amarela (cebola-pera).
    • As Cebolas brancas só devem ser estocadas se os seus talos forem pequenos. .
    • Cebolas roxas (mais comuns nos Estados Unidos).
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    Seque as cebolas. Após as cebolas serem colhidas, espalhe-as em uma área ventilada de forma que elas possam endurecer. Não retire as cascas. Deixe as cebolas curarem por duas a quatro semanas.[3]

    • Seque as cebolas em um local longe da luz do sol e da umidade. A luz do sol pode alterar o sabor das cebolas e deixá-las azedas. Coloque uma lona em sua garagem ou outro local escolhido. O ambiente deve ser seco, quente e ventilado.
    • As cebolas estão curadas quando seus talos não estão mais verdes. As cascas das cebolas devem estar mais esbranquiçadas em torno do talo e bem apertadas em torno das cebolas.
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    Apare as cebolas. Uma vez que os talos estejam completamente secos, use uma tesoura ou faca para aparar as raízes das cebolas.

    • Descarte as cebolas que ainda tenham talos verdes neste momento, como também aquelas que estejam machucadas ou tenham as cascas partidas.
    • Corte as folhas pelo menos 2 cm acima do bulbo, ou deixe-as intactas e junte-as.
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    Escolha um local frio e escuro para estocar suas cebolas. O espaço deve ter uma temperatura mantida entre 4 e 10 °C. Muitas pessoas optam por estocar cebolas em uma adega de raiz ou porão. Se o espaço for muito quente, suas cebolas começarão a brotar. Se o local escolhido for muito frio, as cebolas começarão a apodrecer.[4]

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    Mantenha o espaço de estocagem seco. As cebolas absorvem facilmente a umidade, e a umidade do ar apodrecerá sua produção. O nível de umidade deve ser mantido em 65 a 70%.[5]

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    O local deve estar sempre bem ventilado. Manter um fluxo de ar entre as cebolas evitará que elas estraguem.

    • Para uma boa ventilação, guarde as cebolas em cestas de malha, sacolas aramadas ou em meias de náilon.
    • Se você decidir usar meias com opção de estocagem, faça um nó entre cada bulbo. Use os bulbos voltados para a parte de baixo e amarre-os dessa maneira, separando cada cebola. Você também poder usar barbante ou laços bem fortes entre as cebolas para mantê-las separadas.
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    Tente guardar suas cebolas em meias-calças. Não, você não leu errado: meias-calças mesmo. Dê um nó na parte inferior da meia-calça, coloque a cebola dentro dela e faça um novo nó na meia-calça, um pouquinho acima da cebola. Coloque mais uma cebola e amarre. Siga acrescentando cebolas e fazendo nós até encher a meia-calça.[6]

    • Dessa maneira, as cebolas conseguirão respirar normalmente. A umidade com a qual entraram em contato vai evaporar, aumentando a validade das cebolas.
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    Use os bulbos mais grossos primeiro. Os bulbos mais grossos são os mais velhos e não vão durar tanto quanto as mais novas, as cebolas menores.

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    Inspecione as cebolas estocadas regularmente. Tire um momento ou outro para verificar suas cebolas. Retire qualquer uma que tenha começado a apodrecer.

    • Você pode ainda comer cebolas que começaram a brotar. Somente retire a parte verde antes de usá-la em uma receita.[7]
    • Se uma cebola estiver melada ou descolorida, não se arrisque a comê-la.
    • Guarde alguns bulbos a mais para plantar na primavera.
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    Guarde cebolas sem casca no congelador. Corte suas cebolas e coloque-as em camadas em uma folha para fazer biscoitos e leve ao freezer. Após estarem congeladas, retire as cebolas da folha e estoque-as em sacos para congelamento no freezer. Um dos pontos negativos dessa opção é o espaço de estocagem limitado.[8]

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    Embrulhe as cebolas restantes e estoque-as na geladeira. Ao cozinhar, geralmente sobram partes de cebolas. Para estocar de forma apropriada essas cebolas restantes para usar mais tarde, embrulhe a cebola em plástico e coloque na gaveta de vegetais na geladeira.[9]

  • Deixe as cebolas longe das batatas ao estocá-las. As cebolas absorverão a umidade das batatas, fazendo as cebolas estragarem.

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