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Bebê nasce dois meses após a bolsa da mãe estourar em SC

Como Evitar Que A Bolsa Estoure?Bebê seguia internada nesta quarta em São Joaquim (Foto: Frederico Mendes/Arquivo Pessoal)

Uma bebê nasceu 63 dias depois que a bolsa da mãe se rompeu em São Joaquim, na Serra catarinense. Durante esse período, a gestante precisou ficar praticamente todo o tempo deitada no hospital para evitar a perda do líquido amniótico. A menina Maria Clara nasceu com 1,56 quilo na sexta (6), com 30 semanas e 4 dias de gestação, e seguia em incubadora nesta quarta-feira (11).

A bolsa da mãe, de 27 anos, se rompeu com 21 semanas, o equivalente à metade de uma gestação, que normalmente varia de 38 a 42 semanas. O rompimento costuma ocorrer após 37 semanas.

“Ela veio ao meu consultório reclamando de perda de líquido”, contou o médico-obstetra que fez o parto, Frederico Mendes. Depois de verificar que houve o rompimento da bolsa, a equipe médica procurou o porquê de isso ter ocorrido tão cedo.

“Dois fatores provocam isso: infecção, que ela [mãe] não tinha, e má formação fetal. Foi investigado, feito exame de ultrassom, e o bebê não tinha problemas”, continuou o médico. Por essa inspeção, foi constatado que a criança estava com 300 gramas.

Existem alguns milagres na medicina, acredito que este seja um deles”

Em seguida, o médico conversou com a gestante. “A gente decidiu interná-la na ciência de que era provável que ela entrasse em trabalho de parto naturalmente, dentro de dois ou três dias. Tratei como se ela tivesse alguma chance com o bebê, não quis interromper a gestação”.

Acompanhamento Porém, dias se passaram e a mulher não entrou em trabalho de parto. Para que ela não perdesse o líquido amniótico, que envolve o feto enquanto ele está dentro da bolsa, a mãe passou 63 dias praticamente deitada em uma cama inclinada, só se levantando para ir ao banheiro.

Enquanto o tempo passava, novos exames eram feitos, e mostravam que o bebê estava crescendo. “Comemoramos quando o ultrassom deu 600 gramas, e também quando passou de um quilo”, disse o médico.

Tempos depois, houve motivo para preocupação. “Quando estava com 30 semanas e dois dias, ela [Charlô] começou a perceber que o neném diminuiu a movimentação”. Além disso, a mãe teve sangramento.

Como Evitar Que A Bolsa Estoure?Mendes é médico-obstetra há seis anos (Foto: Frederico Mendes/Arquivo pessoal)

Nascimento Foi feito novo exame de ultrassom e verificado que o bebê estava em sofrimento fetal. Como a criança estava com 1,56  kg, a equipe médica decidiu pela cesariana de urgência.

“O neném nasceu chorando bem forte”, contou o médico. Maria Clara foi colocada na incubadora. “O pediatra fez toda a avaliação, não teve nenhum indicativo de atraso neurológico, o teste com a fonoaudióloga deu tudo normal. Só nasceu com baixo peso”.

A menina está no berçário “para engordar”, disse o médico. Ela deve ficar mais duas ou três semanas, até ganhar dois quilos, e receber alta. A mãe saiu do hospital na segunda. Por enquanto, Maria Clara recebe leite por sonda.

“Existem alguns milagres na medicina, acredito que este seja um deles”, disse o médico.

O que fazer quando a bolsa estourar

Quando a bolsa estourar, o ideal é manter a calma e ir ao hospital, pois tudo indica que o bebê irá nascer. Além disso, é recomendado ir ao hospital sempre que houver suspeita de ruptura da bolsa, pois qualquer laceração, por menor que seja, pode facilitar a entrada de microrganismos, afetando o bebê e a mulher.

A ruptura da bolsa é quando o saco amniótico, que é a bolsa membranosa que envolve o bebê, se rompe e libera o líquido que está em seu interior. De forma geral, esse é um dos sinais que surgem no início ou durante o trabalho de parto.

Como Evitar Que A Bolsa Estoure?

Como saber se a bolsa estourou

Quando a bolsa estoura, há liberação de um líquido transparente o amarelo claro e sem odor, cuja liberação não é possível controlar e pode sair em muita ou pouca quantidade de forma constante. Nem sempre é possível identificar quando a bolsa estoura e, por isso, é importante entrar em contato com o médico sempre que surgir dúvida sobre o rompimento.

Normalmente, alguns dias antes da ruptura da bolsa, a mulher sente a expulsão do tampão mucoso, que é uma secreção amarela e espessa responsável por tapar o colo do útero, protegendo o bebê. Em algumas mulheres esse tampão pode estar misturado com sangue e sair com alguns pontos vermelhos ou marrons, como se fosse o final da menstruação.

O que fazer

Assim que a bolsa romper, é importante que a mulher não entre em pânico, sendo recomendado colocar um absorvente noturno, pois assim o médico conseguirá saber qual a cor do líquido, além de ter uma ideia da quantidade de líquido que foi perdido, avaliando se existe algum risco para a mulher ou para ao bebê.

Em seguida, é recomendado consultar o médico que acompanha a gestação ou ir à maternidade para que seja feita uma ecografia e, assim, seja possível saber a quantidade de líquido amniótico perdido, assim como avaliar se o bebê está bem.

O que fazer se a bolsa romper antes das 37 semanas?

Quando a bolsa estoura antes da 37ª semana de gestação, conhecida como ruptura prematura de membrana, é importante que a mulher vá ao hospital o mais rápido possível para que possa ser feita uma avaliação.

O que fazer quando a bolsa romper e não houver contrações

Quando a bolsa rompe é esperado que as contrações uterinas que marcam o início do trabalho de parto surjam em pouco tempo. No entanto, as contrações podem demorar até 48 horas para aparecer, todavia, é aconselhado ir para a maternidade após 6 horas do rompimento da bolsa porque este rompimento permite a entrada de microrganismos no útero aumentando o risco de infecções.

No hospital o médico poderá esperar algumas horas para verificar se as contrações se iniciam espontaneamente, oferecendo antibióticos para diminuir o risco de infecção, ou poderá induzir o parto normal com o uso de hormônios sintéticos ou dar início à cesárea, dependendo de cada caso.

Sinais de alerta

Se a bolsa estourou e a mulher ainda não foi para a maternidade é importante ficar atenta aos seguintes sinais de alerta:

  • Diminuição dos movimento do bebê;
  • Mudança na cor do líquido aminótico;
  • Presença de febre, mesmo que baixa.

Estas situações podem indicar complicações para a mulher e para o bebê e, por isso, é importante estar atento a esses sinais, já que pode ser necessário fazer uma avaliação médica.

Quando ir para a maternidade

É recomendado ir à maternidade quando a bolsa estourar antes das 37 semanas de gestação, até 6 horas após o rompimento da bolsa (quando se deseja o parto normal) e imediatamente se a bolsa romper antes da data da cesariana marcada pelo médico. Saiba reconhecer os sinais de trabalho de parto.

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A bolsa estourou, e agora? Um guia sobre todas as etapas antes do parto normal

Última modificação: 8 de dezembro de 2015 às 07:09 por oRedacao.

A Revista da Mulher ouviu especialistas para orientar a gestante a identificar os sinais do corpo quando se aproxima a hora do nascimento do bebê

Como Evitar Que A Bolsa Estoure?

Trabalho de parto não começa somente depois que a bolsa estourou.

No fim da gravidez a ansiedade costuma aumentar, o que pode atrapalhar a interpretação correta dos indícios de que o nascimento do filho se aproxima. Os sintomas variam de acordo com cada mulher e diferem a cada gestação. O mais provável, porém, é que o trabalho de parto se inicie na forma de cólicas-contrações, antes mesmo da bolsa estourar. 

“As contrações são o sinal mais comum para 60% das mulheres.

Outro indício de que chegou a hora do parto é, sim,  a ruptura da bolsa, identificável pelo vazamento de líquido amniótico pela vagina, que ocorre em 20% das gestações.

O aviso de que a hora chegou também pode ser um pequeno sangramento. Apenas em menos de 2% dos casos, as mulheres não apresentam nenhum destes sintomas”, explica médico obstetra e ginecologista Franco Loeb Chazan.

Embora as contrações sejam o prenúncio mais comum do início do trabalho de parto, na forma de cólicas, elas são também o sinal que mais confunde as grávidas.

Isso porque o nono mês de gestação é um período no qual a mulher pode se sentir menos confortável com o corpo.

É normal que a mulher esteja inchada, registrando uma pressão maior sobre os órgãos internos e sentindo mais o peso do bebê, que vai encaixando-se na pélvis.

“Tudo parece conspirar para que a gestante confunda pequenos mal-estares com cólicas. Para ter certeza de que as dores são a do nascimento, saiba que inicialmente elas são pequenas, aparecem na parte final da coluna ou na bexiga e são acompanhadas do endurecimento do útero”, diz o obstetra. 

Engenheira de profissão e atualmente formada em doula – assistente de parto, com ou sem formação médica – Andrezza Souto é ativista do parto normal humanizado há 8 anos e uma das fundadoras da primeira ONG de apoio a gestantes de Maceió (AL), a Roda Gestante. Andrezza explica que as contrações que indicam o início do trabalho de parto podem ocorrer em três fases;

  • Os pródromos. As contrações podem durar dias e serem contrações falsas
  • Fase latente. Quando o trabalho de parto ganha ritmo e as contrações se tornam ritmadas e com maior duração;
  •  Fase ativa. As contrações tornam-se mais intensas, mais longas e mais próximas (a cada 5 minutos, aproximadamente).

Para evitar a ida à maternidade à toa, a grávida deve observar se as contrações são regulares, se a intensidade tende a aumentar e se o intervalo entre elas diminui.

“No primeiro filho, recomendamos que a grávida espere para sair de casa quando contar contrações regulares a cada cinco minutos, por cerca de 40 minutos.

A partir do segundo filho, principalmente se os outros nasceram de parto normal, é melhor não esperar tanto”, orienta o Dr. Chazan.

Quando a bolsa que envolve o bebê se rompe, o nascimento por parto normal costuma ocorrer em, no máximo, 24 horas. Saber se a bolsa estourou nem sempre é tão fácil de identificar.

Quando acontece na parte inferior, um volume grande de líquido vaza de uma só vez. Se ela se dá em regiões mais altas, os jatos são intermitentes e menores, como se a grávida estivesse perdendo urina.

“Para não ficar na dúvida sobre quando a bolsa estourou é importante saber que o líquido amniótico tem um cheiro bem diferente do da urina e a coloração lembra água-de-coco”, esclarece o obstetra Franco Loeb Chazan. Mas nem sempre o trabalho de parto ou o nascimento acontecem somente depois que a bolsa estourou.

“A ruptura da bolsa pode ocorrer em qualquer uma das etapas da contração e não precisa necessariamente ocorrer o vazamento do líquido amniótico para se ter início o trabalho de parto.

Muitas mulheres passam todo o trabalho de parto com a bolsa intacta e acontece, às vezes, de o bebê nascer empelicado (envolvido pela bolsa)” alerta a doula e fundadora da ONG Roda Gestante, Andrezza Souto.

Andrezza reitera que em primeiro lugar a mulher que deseja um parto normal precisa se informar, para não correr o risco de acabar submetida a uma cesariana desnecessária . “Saber os tipos de partos, fisiologia do parto, fisiologia da gestação, buscar grupos de apoio a gestantes. Esse requisito é fundamental principalmente aqui no Brasil, já que possuímos uma das maiores taxas de cesariana do mundo”, conclui a doula.

Copyright foto: iStock

Rompimento da bolsa das águas ou bolsa amniótica

sexta-feira, 24 de julho de 2015

O que é a bolsa amniótica1?

A bolsa amniótica1 ou âmnios, chamada às vezes de saco amniótico, é uma bolsa cheia de líquido, dito líquido amniótico2, dentro da qual o feto3 humano e de muitos outros animais se desenvolve. Ela serve para conter o feto3 e protegê-lo contra traumatismos, variações de temperatura e infecções4.

Além disso, o líquido amniótico2 amortece o efeito sobre o feto3 de eventuais contrações uterinas. Trata-se de uma bolsa fina e transparente, mas muito resistente, conectada à placenta e ao cordão umbilical5 e que começa a se formar desde a implantação do embrião.

Ao final da gestação humana a quantidade de líquido amniótico2 varia de 500 a 1.000 ml.

O que é o rompimento da bolsa amniótica1?

No final da gestação normalmente a bolsa amniótica1 se rompe e o líquido amniótico2 extravasa e sai pela vagina6. O trabalho de parto então se inicia. Mas algumas mulheres podem sentir as primeiras cólicas7 ainda antes que a bolsa amniótica1 tenha se rompido, sinal8 de que ela se romperá logo em seguida.

Algumas vezes a bolsa amniótica1 se rompe antes que a gestação tenha chegado à sua 37ª semana, quando se consideraria o parto a termo. Isso pode acontecer em virtude de fatores externos (estresse, excessos físicos, traumas, etc.) ou internos (infecções4).

Nesses casos, deve-se tentar prolongar a gestação ao máximo que seja possível, mas a gestante precisará de cuidados especiais: repouso, antibióticos, monitoramento contínuo de si e do bebê. Quando a bolsa se rompe depois que a gestação já completou 37 semanas ou mais, as mulheres entram espontaneamente em trabalho de parto, algumas horas depois.

Chama-se amniorrexe à perda do líquido amniótico2 e ela pode acontecer prematuramente, sem uma causa identificável.

No entanto, sabe-se que distúrbios como infecções4 genitais e urinárias, incompetência istmo-cervical, inserção baixa da placenta, distensão uterina exagerada, fetos com apresentação pouco comum, traumas e infecção9 na própria cavidade uterina, entre outros, podem precipitar esse quadro. Mesmo que a bolsa se rompa prematuramente, o parto pode ser adiado, pois o líquido amniótico2 continua sendo produzido pela placenta.

Quais são os sinais10 de rompimento da bolsa amniótica1?

A ruptura da bolsa pode acontecer a qualquer momento do trabalho de parto, mas quase sempre acontece quando a mulher já está sentindo as primeiras contrações. Muitas mulheres relatam que ouvem um leve som de ruptura, um “ploc”, no momento em que a bolsa estoura.

A bolsa amniótica1 pode se romper em qualquer ponto e com qualquer extensão e disso dependerá a quantidade de líquido perdido. O que mais dificulta ter certeza sobre o rompimento da bolsa é a quantidade variável de líquido que é eliminada.

Algumas mulheres perdem de uma só vez uma grande quantidade de líquido, enquanto outras apenas o eliminam em pequenas gotas.

Se o líquido amniótico2 é eliminado em grande quantidade, pode não haver dúvidas, mas se ele sai em pequenas quantidades pode ser confundido com urina11 ou outras secreções vaginais.

Em se tratando de líquido amniótico2, a eliminação em geral não se repete, o que pode acontecer nos demais casos. Em todos os casos, a sensação da mulher é a de “fazer xixi na calça”, sem possibilidade de conseguir segurar.

A observação da saída de líquido amniótico2 pelo orifício do colo do útero12 é uma indicação absoluta do rompimento da bolsa amniótica1.

Uma ultrassonografia13 que indique diminuição do líquido amniótico2 é um método auxiliar importante, mas não definitivo, uma vez que existem outras causas para a diminuição da quantidade de líquido amniótico2.

Quando a bolsa se rompe, o líquido amniótico2 não é eliminado em sua totalidade e a saída do corpo do bebê costuma ser acompanhada de uma nova eliminação de grande quantidade de líquido.

A perda do líquido amniótico2 na maioria das vezes é indolor, ele é transparente e não tem cheiro ou tem um leve cheiro de água sanitária, o que ajuda a diferenciá-lo da urina11 e das secreções vaginais. Se com o líquido sair alguma coloração amarelada ou sanguinolenta14, isto é normal.

Se houver alguma secreção escura ou esverdeada, isso pode significar um descolamento da placenta ou algum problema com o feto3.

E depois do rompimento da bolsa amniótica1?

Com a saída do líquido amniótico2 a cabeça15 do bebê é puxada para baixo e fica numa posição mais propícia para o nascimento. Mesmo depois do rompimento da bolsa, o líquido continua sendo produzido normalmente pela placenta, até o nascimento do bebê. Se a bolsa estourou, não entre em desespero, pois é esperado que isso aconteça ao final da gravidez16.

Use uma toalha ou absorvente e vá para a maternidade. Depois do rompimento, o parto normalmente vai ocorrer dentro de 48 horas.

Nos hospitais ou maternidades costuma acontecer que a bolsa amniótica1 seja perfurada artificialmente, se ela não rompeu espontaneamente, como meio de fazer o trabalho do parto progredir mais rapidamente, mas isso não deve ser feito de maneira rotineira, devendo ser reservado para situações especiais.

Em algumas poucas ocasiões pode acontecer que a bolsa amniótica1 não se rompa e o bebê nasça ainda envolto por ela (“empelicado”) e a crendice popular considera isso um sinal8 de sorte. Se a bolsa se romper prematuramente, a consequência pode ser a prematuridade.

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Outra complicação possível é o risco de infecção9 fetal e/ou materna e por isso podem ser preventivamente receitados antibióticos, para evitar as infecções4 causadas por bactérias.

Pode ocorrer também o prolapso17 do cordão umbilical5, que é quando o cordão sai pela vagina6 antes de o bebê emergir.

ABCMED, 2015. Rompimento da bolsa das águas ou bolsa amniótica. Disponível em: . Acesso em: 28 abr. 2021.

Nota ao leitor:As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

O que fazer quando a bolsa estourar? Saiba o que é bolsa rota, causas e tratamento

por que a bolsa estoura antes da hora

Entre as causas da bolsa se romper antes da hora estão as infecções bacterianas que podem atingir a vagina e acometer o útero durante a gestação e os choques mecânicos.

O consumo de álcool, tabaco e drogas também podem ocasionar a situação.

Os especialistas também consideram a abertura do colo do útero – em alguns casos, o tamanho estrutural da abertura do órgão pode facilitar o acesso de germes.

O QUE fazer se a bolsa estourar prematuramente

Identificar o aparecimento desse problema nem sempre é uma tarefa fácil.

Portanto, é necessário e urgente que, após verificar alguma irregularidade, a gestante procure o serviço de saúde mais próximo ou seu médico.

Além da história clínica, como é chamado o conjunto de informações fornecidas pela paciente ao médico, os especialistas realizam exames de inspeção da vulva e o especular estéril.

Embora a ruptura da bolsa sempre represente perigo para o bebê, quando acontece a partir das 34 semanas de gestação, isto é, quando o bebê já possui 8 meses, o quadro é mais ameno em relação às complicações ligadas à prematuridade. Nesse caso, o parto costuma ser feito em até 24h horas.

Caso a ruptura surja antes de a gestação completar 8 meses de idade, os médicos, geralmente recomendam a internação de emergência e administração de medicamentos.

Os exames de sangue pedidos nesse momento são fundamentais e necessários para identificar se há ou não uma infecção em curso, bem como para saber o estado de saúde do bebê.

Se não houver riscos maiores, a conduta médica habitual é a tentativa de estender, ao máximo, o período gestacional.

Para evitar a bolsa rota, é fundamental que a gestante realize um pré-natal adequado, seguindo todas as recomendações médicas necessárias. Atividades que necessitem de um esforço muito grande , como pegar peso, também devem ser evitadas.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

  • Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Santa Catarina – “Avaliação de testes diagnósticos na rotura prematura de membranas”.
  • Ministério da Saúde – Secretaria de Atenção à Saúde – Departamento de Ações Programáticas Estratégicas – “Gestação de Alto Risco – Manual Técnico”, 2012.
  • Hospital Universitário de Santa Maria – “Protocolo Clínico do Hospital Universitário de Santa Maria”.
  • Sistema Único de Saúde e Prefeitura de São Paulo – “Protocolos de Obstetrícia”.
  • Universidade Federal do Rio de Janeiro – Rotinas Assistenciais da Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro – “Rotura Prematura das Membranas Ovulares”.

Os três últimos passos da gravidez antes de o bebê nascer: contração, rompimento da bolsa e dilatação

Com a proximidade do parto, as futuras mamães começam a observar alguns sinais de que chegou a hora. É o caso da contração, do rompimento da bolsa amniótica e da dilatação, os últimos passos da gravidez antes de o bebê nascer.

Tudo começa a partir de 37-38 semanas, quando a gestante observa a “queda do ventre” (sensação de que a barriga baixou). Porém, é quando surgem as contrações uterinas que podemos dizer que a mulher está em trabalho de parto.

Elas são capazes de promover a dilatação e a ruptura da bolsa, posteriormente. Vamos entender cada um desses momentos?

1 – Contrações uterinas:

O primeiro e principal sinal de que o bebê está pronto para nascer.

É a contração que promove a dilatação progressiva do colo do útero, espécie de válvula que veda por baixo a cavidade uterina e que se abre no fundo da vagina.

Portanto, o trabalho de parto é um processo dinâmico que depende das contrações. Mas, como saber se estas são realmente contrações de trabalho de parto ou de treinamento? Bom, cada caso é diferente.

Algumas pistas podem indicar que é contração pré-parto: acontecer a partir das 37 semanas; parecer gases ou cólica menstrual forte, acompanhada de calafrios; dar um aperto no útero e desconforto no abdômen, dos lados ou nas contas; e sentir uma pontada na região da vagina. Ainda assim, se a gestante não tiver certeza de que o bebê está chegando, o ideal é monitorar as contrações. Intensidade e frequência determinam se são próprias do trabalho de parto.

As de treinamento, chamadas de Braxton Hicks, surgem por volta da 20ª semana de gestação e duram menos de 60 minutos, sem ritmo e dor.

Aquelas que indicam trabalho de parto são regulares, ritmadas, acompanhadas de dor e aumentam de intensidade. Elas ocorrem a cada 20 minutos e evoluem até um intervalo de três a cinco minutos.

Nos dois tipos de contração, no entanto, a barriga fica sempre muito dura.

Portanto, antes de pensar no próximo sinal e fazer qualquer deslocamento para a maternidade, é recomendável que a parturiente cheque com tranquilidade, durante umas duas horas, se as contrações são características da fase ativa e não apenas da fase latente, que são chamadas de “alarme falso” ou “treinamento”. Se for trabalho de parto de fato, siga para o hospital e comece a observar se vai ocorrer o passo dois desta lista.

2 – Ruptura da bolsa:

Durante a gravidez, o bebê fica protegido dentro de uma espécie de bolsa de membranas cheia de líquido, a chamada bolsa amniótica. Em um dado momento, há a rotura dela, podendo ocorrer antes ou durante o trabalho de parto.

Muitas mulheres têm medo de que a bolsa rompa em público, mas isso não é comum. O normal é que ocorra já com a gestante na maternidade, em pleno trabalho de parto.

Quando acontece a rotura, o líquido flui pelo canal do colo uterino e se exterioriza pela vagina.

Não é difícil identificar que a bolsa estourou, já que a perda de água é intensa. Raros são os casos em que o rompimento se dá sutilmente, gotejando aos poucos.

O aspecto líquido é importante e deve ser de cor clara, levemente opalescente, por vezes com alguns grumos esbranquiçados.

Líquido de cor esverdeada ou com material escuro ou fétido é sinal de que o bebê deve estar em uma situação de sofrimento, o que requer intervenção médica de urgência para acelerar o nascimento.

O estouro da bolsa, no entanto, não significa que o bebê nascerá imediatamente. Geralmente, as mulheres entram em trabalho de parto em até 24h da rotura. Manter a calma é essencial, não há por que apressar.

Afinal, se o bebê está pronto e a bolsa estoura, ele vai vir! Porém, caso o trabalho de parto não se inicie em algumas horas, aí sim pode ser feita a indução ou realizada a cesárea.

Importante frisar que, se a bolsa não romper antes das 34 semanas, devem ser feitos exames para garantir que não há risco de infecção.

3 – Dilatação:

A dilatação nada mais é do que o alargamento do colo do útero a fim de permitir a passagem do bebê. Ela começa com um centímetro, no início do trabalho de parto, e pode chegar a 10 centímetros na hora do nascimento.

Todas as gestantes dilatam, mas, para algumas, o processo pode levar muitas horas ou até dias. Normalmente, na fase ativa do parto, quando se tem cinco centímetros de dilatação, a tendência é que dilate um por hora, em média.

Porém, a verdade é que é impossível prever a duração da dilatação ao longo do trabalho de parto.

Existem alguns mecanismos naturais, inclusive, para agilizar a dilatação e que podem ser utilizados a partir da 37ª semana, quando o bebê está pronto.

São eles: relações sexuais, consumo de tâmaras e alimentos quentes, caminhadas, estimulação dos mamilos, massagens, banho quente, etc. No entanto, é bom ter em mente que pode ser que nenhuma das alternativas funcione.

Afinal de contas, é o neném e o seu corpo que decidem quando é a hora.

Então, mesmo que as contrações tenham acontecido, mesmo que a bolsa tenha estourado, pode ser que não haja dilatação suficiente para que o bebê nasça.

Passadas algumas horas, se o parto não ocorrer voluntariamente, talvez seja necessário recorrer à indução. De acordo com o protocolo de obstetrícia brasileiro, uma gestação normal dura até 42 semanas.

Após esse período, manter a gravidez pode trazer riscos à mãe e ao bebê. Nesse caso, se a mulher não entrar em trabalho de parto, o mais indicado é induzir.

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A bolsa estourou e agora?

Primeira coisa: esqueça aquelas cenas de novela em que a bolsa rompe e a criança nasce em minutos. Importante saber que apenas de 10 a 15% das gestantes apresenta a ruptura da bolsa antes do trabalho de parto começar. O restante vai romper durante o trabalho de parto e até não romper (a minoria, cerca de 1%). Portanto, se a bolsa romper, não precisa sair correndo para o hospital!

  • Como saber se estourou mesmo?
  • Muitas mulheres perguntam se vão saber quando a bolsa romper, se não vão confundir com uma pequena perda de urina, por exemplo. Então vamos lá:
  • – O rompimento da bolsa geralmente acontece em casa, de madrugada.
  • – Faz uma espécie de ploc, como se uma bolha estourasse dentro da barriga.
  • – Nossa calcinha é úmida devido à lubrificação vaginal; Já o líquido amniótico (o que está presente dentro da bolsa) molha a calcinha, molha a cama, molha o chão (…).
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– Não precisa ter medo de que o líquido amniótico saia todo, ele vai vazando aos poucos. Além disso, a cabeça do bebê desce e serve de tampão, impossibilitando que ele fique sem líquido.

– O líquido amniótico tem um cheiro característico que lembra cheiro de cândida, de esperma. Ele é transparente, como água de coco, e geralmente tem um pouco do vérnix do bebê (aquela camada branca de gordura que recobre o corpinho).

Em alguns casos, a bolsa estoura mais pra cima e faz com que a mulher tenha pequenas perdas de líquido amniótico, podendo gerar dúvida quanto ao rompimento ou não.

Nesses casos, um exame clínico geralmente diagnostica.

Lembrando que não é recomendado fazer exame de toque com a bolsa rompida, já que é ela quem torna o ambiente do bebê estéril e o toque expõe a mulher e o bebê a um maior risco de infecção.

Quanto tempo demora para o bebê nascer depois que a bolsa rompe?

As evidências científicas mostram que nas gestações a termo, 50% das pacientes vão entrar em trabalho de parto nas primeiras 16 horas e 95% em até 76 horas. Nas gestações pré-termo, 40% das pacientes entrarão em trabalho de parto nas primeiras 48 horas e 63% em até uma semana. É praticamente impossível as instituições hospitalares esperarem esse tempo todo.

O que geralmente acontece é: a bolsa rompe, a mulher vai imediatamente para o hospital.

Chegando lá, começa a ser manejada, espera-se de 2h a 3h, o colo permanece fechado, sem dilatação, e a equipe indica cesárea argumentando que o trabalho de parto não está evoluindo.

A questão é: será que essa mulher não teve dilatação, não teve passagem, ou não esperaram o tempo necessário para seu corpo agir?

Nossa experiência mostra que se esperamos ao menos 48h temos uma grande chance dessa mulher entrar em trabalho de parto e parir sem nenhuma intervenção. Nesse período, a mulher é acompanhada, sugerimos métodos de indução natural e, na maioria da vezes o corpo faz seu trabalho só com os métodos naturais, sem nem precisar de indução com medicamentos.

Quanto tempo posso esperar em casa até ir para o hospital depois que a bolsa rompe?

Cada hospital e cada médico costuma adotar um tempo médio para iniciar o antibiótico e prevenir infecções. Não existe um consenso único. Alguns hospitais iniciam imediatamente o medicamento e outros aguardam 12h, 18h.

O ideal é que a mulher pergunte ainda no pré-natal qual a conduta adotada pelo Obstetra em caso de bolsa rota para entender qual o seu limite de espera.

Aqui, cabe um adendo importante: não pode ficar em casa sem assistência com a bolsa rompida, ok?

Fique atenta:

– É importante observar a cor do líquido Aminiótico, então colocar um absorvente ajuda. Se o líquido for clarinho, com cheiro normal, é possível ficar em casa até 6h após o rompimento da bolsa, dar uma caminhada, fazer acupuntura (de preferência com um profissional que tenha experiência em indução de parto), tomar um banho e um chá bem quente para ver se o trabalho de parto evolui.

  1. – Evite o exame de toque.
  2. – Acompanhe a movimentação do bebê.
  3. – Se alimente normalmente.
  4. – Não é necessário fazer repouso.
  5. – Comente com o mínimo de pessoas possível para não aumentar a adrenalina e atrapalhar os hormônios do parto.
  6. – Namorar pode ajudar o trabalho de parto a engrenar, mas sem relação sexual com penetração.
  7. – É importante verificar a temperatura a cada 4h e se manter bem hidratada.
  8. Sinais de alerta

– Se o líquido Amniótico não estiver clarinho é sinal de atenção: líquido esverdeado, marrom, ou com sangue é necessário ir para o hospital passar por uma avaliação médica. A cor do líquido não quer dizer que será necessário uma cesárea e nem é motivo de pânico, mas requer avaliação.

– Se a bolsa rompeu antes da idade gestacional ideal para o parto (a partir de 37 semanas) é necessário ir para o hospital, mesmo que a sua equipe não vá induzir o parto imediatamente.

Mantenha a calma

Desde que o mundo é mundo as bolsas rompem e as mulheres seguem parindo seus bebês.  O monitoramento e o cuidado são importantes, mas não é motivo de pânico. Lembre-se: logo menos seu bebê estará em seus braços. Falta de informação e desespero faz com que saíamos correndo para a maternidade e é aí que as intervenções desnecessárias acontecem.

Thais Bernardo é Parteira da Commadre e idealizadora do Curso Parto sem Neura.

Foto: Flávia Jacob Fotografia

O que fazer quando a bolsa estoura

Por que a bolsa rompe?

Durante a gravidez, o bebê fica protegido, no útero, dentro de uma membrana, que fica cheia de líquido amniótico. Quando essa membrana se rasga por algum motivo, o líquido acaba passando pelo colo do útero e saindo pela vagina. É a chamada ruptura ou rotura espontânea das membranas — que, aliás, não dói.

Com muitas mulheres, a bolsa rompe sozinha mais ou menos no final da primeira fase do trabalho de parto. Mas, para cerca de 10% das grávidas, a bolsa rompe sem aviso, antes mesmo de o trabalho de parto começar. São aquelas cenas famosas de filmes e novelas, em que o aguaceiro pega todo mundo de surpresa.

Com 2% das gestantes, a ruptura acontece antes de chegar às 37 semanas.
Como vou saber se a bolsa rompeu mesmo?

A quantidade de líquido que escapa pode variar bastante. Pode ser uma enxurrada, e aí você não vai ter dúvida nenhuma. Mas pode ser bem menos, um pouquinho por vez. A cabeça do bebê pode funcionar como uma “tampa” que não deixa o líquido escapar quando você está de pé ou sentada.

Uma saída é deitar de lado e tossir, para ver se o líquido escapa. Se escapar, provavelmente é a bolsa mesmo.

Muitas mulheres descrevem a sensação de rompimento da bolsa com um “xixi na calça” — só que não dá para segurar, por mais que se tente.

Há mulheres que afirmam ter escutado um som de “pop”, como se fosse o estouro de um balão.

Mas, se sua calcinha amanheceu molhada, não precisa ser necessariamente a bolsa. Pode ser xixi mesmo, já que o bebê pressiona a bexiga no final da gravidez e os escapes podem acontecer. Pode ser suor. E pode ser também secreção vaginal ou o tampão mucoso (que é mais gelatinoso, não totalmente líquido).

Em caso de dúvida, o melhor mesmo é procurar assistência médica, principalmente se você estiver com menos de 37 semanas. Os médicos podem testar o líquido para saber se é o líquido amniótico ou não.
Acho que a bolsa estourou. O que devo fazer?

Em primeiro lugar, não entre em pânico, e não se preocupe com a molhadeira ou com a sujeira. Pegue uma toalha e coloque um absorvente — mesmo que ele não dê conta, vai ser bom para os médicos verificarem a coloração do líquido.

O líquido pode ser transparente ou amarelado, e ter um pouco de sangue junto. Se estiver escuro ou esverdeado, é preciso ir imediatamente para a maternidade, pois isso pode indicar sofrimento fetal.

Se você está com menos de 37 semanas e a bolsa estourou, ou está vazando líquido, entre em contato com o médico e vá para o hospital o mais rápido possível (mesmo que você não tenha certeza). O obstetra vai avaliar a necessidade de fazer o parto ou esperar mais um pouco, em condições controladas, para evitar infecções.

Caso você esteja grávida de mais de 37 semanas, avise o médico, prepare as coisas e vá para a maternidade, mesmo sem contrações.

Não precisa necessariamente sair correndo, principalmente se for o primeiro filho, porque ele ainda deve demorar para nascer. Dá tempo de tomar um banho em casa (de preferência não de banheira) e conferir a mala da maternidade.

O sexo, porém, é contra-indicado nessa situação.
Posso esperar para ver se o trabalho de parto começa sozinho?

Em muitos países, os médicos esperam até mais de 24 horas depois do rompimento da bolsa para fazer o parto. Cerca de 90% das mulheres grávidas de mais de 37 semanas que tiveram a bolsa rota entram em trabalho de parto naturalmente em até 48 horas.

Existe o risco de infecção: a vagina forma um canal direto com o útero com a bolsa rota, porque não há mais a proteção da membrana. Por isso, aqui no Brasil, grande parte dos médicos opta pela cautela máxima e dificilmente permite que a mulher espere 24 horas para entrar em trabalho de parto por si só, isso nos casos de rotura da bolsa depois de 37 semanas.

O fato de ainda não estar com contrações não significa que a dilatação será impossível. Você pode pedir para esperar no próprio hospital, para passar algumas horas em casa para ver o que acontece, ou ainda para ter o trabalho de parto induzido. O médico pode optar por dar antibióticos para reduzir o risco de infecção.

A cesariana só é necessária se houver sinais de infecção ou se a indução não estiver funcionando, depois de mais de pelo menos 12 horas. Converse com o médico.

  • São sinais de alerta:
    * qualquer indício de febre (é bom verificar a temperatura a cada quatro horas)
    * diminuição dos movimentos do bebê
  • * mudança na cor e no cheiro do líquido amniótico
  • Caso você note uma dessas coisas, mesmo que já esteja na maternidade, procure um médico ou enfermeiro e relate o que está sentindo.
  • Fonte: Babycenter

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