Como Eu Gostaria De Explicar Agora O Que Na Altura Nao Sabia?

Como Eu Gostaria De Explicar Agora O Que Na Altura Nao Sabia?

Tipografia significa a impressão dos tipos, sendo que tipo é a fonte, ou a letra. Atualmente, Tipografia é o nome dado ao estudo, criação e aplicação de caracteres, estilos, formatos e disposição visual de palavras.

  • Hoje em dia a tipografia é conhecida por ser uma ferramenta essencial do design gráfico, e tem extrema importância na construção do seu branding. Atualmente, Tipografia é o nome dado ao estudo, criação e aplicação de caracteres, estilos, formatos e disposição visual de palavras
  • Você gostaria de escolher uma tipografia que tenha impacto positivo e traga benefícios para sua marca?
  • Isso porque ela é capaz de representar, graficamente, valores e posicionamento da empresa, além de despertar sentimentos e percepções do público.
  • Por isso, uma tipografia mal utilizada é um grande tiro no pé, e pode levar sua estratégia de marketing por água abaixo.
  • Mas você sabia que, na verdade, tipografia é um tipo de impressão?

Com este artigo, você vai aprender o que é tipografia e tudo sobre essa área de estudo. Ao final, tenho certeza, se sentirá mais confiante na hora de defender o uso de uma ou outra fonte do seu site, blog, e-book ou qualquer outro material, digital ou impresso.

  1. Se restarem dúvidas ou se você tiver algo para complementar, por favor, deixe um comentário!
  2. Boa leitura!
  3. Antes de continuar, se você quer aumentar sua vendas e saber quais são as melhores estratégias para promover seu negócio online, clique aqui para receber o Guia Completo de Marketing Digital.
  4. Como Eu Gostaria De Explicar Agora O Que Na Altura Nao Sabia?

O Que é Tipografia?

Tipografia é, na verdade, a impressão dos tipos, sendo que tipo é a fonte, ou a letra.

Antigamente, os tipógrafos usavam as letras em moldes de ferro, por exemplo, para imprimir as palavras. Com o processo, era natural que o papel acabasse com uma textura, algo como um relevo baixo, em função da batida da impressão.

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Tipologia é o estudo dos tipos, uma necessidade que aumenta a cada dia, com a enorme variedade de fontes existentes – e o tanto que isso influencia na percepção e identidade de uma marca.

Apesar disso, em dia é mais comum usarmos o termo tipografia também para o estudo, já que o processo de impressão não existe mais (ou, pelo menos, não é muito utilizado).

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Também temos a família tipográfica, que são fontes diferentes com as mesmas características base, mas com diferenças em espessura, largura ou outros atributos.

tipo é como chamamos a fonte. Ou seja, o desenho de uma determinada fonte, que pode ser criada especialmente para uma ocasião.

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É o caso da Coca Cola, por exemplo, que tem uma fonte exclusiva, desenhada para sua marca (apesar de hoje já existir o alfabeto para download, mas não tenho certeza quanto às restrições de uso – melhor tomar cuidado!).

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  • O bom uso da tipografia é essencial para transmitir uma ideia de mensagem não-verbal, sendo capaz de agregar conceitos que despertam sensações e valores.
  • Os profissionais da área de design, comunicação e marketing têm a tipografia como uma de suas principais ferramentas de trabalho.
  • História da Tipografia
  • O processo de impressão tipográfico tem sua origem com a criação dos tipos móveis, realizada pelo alemão Gutenberg, no início do século XV.
  • Com a invenção, a imprensa foi rapidamente difundida na Europa, e chegou na América Latina pelo México, em 1539.

No Brasil, entretanto, essa indústria chegou tarde. Isso porque a corte portuguesa não permitia a entrada de tipografias por aqui.

Somente em 1808 que o país começou a contar com esse tipo de impressão. Até então, eram utilizadas prensas, em que utilizava-se uma matriz e, com ela, imprimia-se cada folha individualmente.

Até 1822, a Imprensa Régia, com suas prensas de mesa, detinham o monopólio de impressões brasileiras. Com a independência do Brasil, iniciou-se o processo de evolução das prensas e métodos de impressão, com diversos novos modelos.

Até 1970, em que o sistema offset roubou a cena por ser mais adequado às grandes tiragens da indústria gráficas.

Com isso, método de impressão tipográfico perdeu espaço, mas não foi extinto. Isso porque ele tem características peculiares, com resultados que outros processos não são capazes de alcançar.

Qual a Importância da Tipografia Moderna

A indústria tipográfica é, literalmente, o início do design gráfico e da comunicação imprensa, como um todo. Por isso, conhecer e respeitar a história é muito importante para manter viva a alma gráfica.

Entender o passado é uma importante etapa para que fazer o presente. Conhecer a história pode auxiliar muito na construção de uma visão crítica – e ela é essencial para quem trabalha com design gráfico.

  1. Não compreender o sistema tipográfico acaba sendo uma limitação à criatividade do designer.
  2. Com as novas tecnologias digitais, ficou ainda muito mais fácil para que o profissional crie sua própria tipografia e desenvolva seu alfabeto, criando layouts e marcas únicas, completamente alinhadas ao interesse e posicionamento da empresa.
  3. Além disso, é possível alinhar processos de impressão atuais com o processo tipográfico, para baixas tiragens e buscando uma apresentação única, rica como uma gravura.
  4. Com o resgate do passado, um certo saudosismo, cada vez mais forte nas novas gerações, será cada vez mais comum retomarmos processos, conceitos, ideias e valores de métodos já ultrapassados.
  5. Não à toa, existem diversos layouts, marcas e mesmo design de ambientes lançando mão de uma identidade mais retrô, vintage, que estão na moda hoje em dia.

Tipos de Fontes Comuns

Na tipografia, as fontes se dividem entre algumas classificações, conforme sua forma.

Vou apresentar as 4 principais, mas não significa que não existam outras formas de classificação do tipo, como slab-serif, monospaced, gaélico, não-ocidental e muitos outros.

Serif

A fonte serifada é aquela que tem pequenos traços e prolongamentos nas extremidades da fonte. É o caso da Times New Roman, por exemplo:

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As fontes serifadas são muito utilizadas para longos textos, como jornais e revistas. Isso porque ela é mais confortável aos olhos para leituras demoradas.

Existe mais de um tipo de serifa, que são classificadas em 4 grupos: estilo antigo, serifa de transição, moderno e laje.

As fontes serifadas e as sem serifas são os dois principais tipos de classificação tipográfica.

Sans Serif

  • Bem, acredito que agora ficou fácil, né?
  • A fonte sem serifa é aquela retinha, que não tem os prolongamentos característicos da fonte serifada.
  • O exemplo mais comum é a Arial.

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  1. Uma fonte sem serifa é usada para textos curtos.
  2. Apesar disso, a ABNT não se opõe ao uso da fonte Arial para trabalhos acadêmicos, apesar de ser mais comum o uso da Times New Roman, pelo conforto de leitura já mencionado.
  3. O que trabalhos acadêmicos têm a ver com design gráfico?
  4. Talvez pouco, mas achei um bom exemplo para dizer que você não precisa se apegar a regras: uma combinação inteligente de tipografia pode enriquecer e muito o seu material.

Cursiva

A tipografia cursiva, também conhecida como Script ou manuscrita, é aquela que imita a letra manual.

Uma muito conhecida é a Monotype Corsiva. Isso pois ela é um dos padrões de fontes oferecidos em softwares muito utilizados, como Microsoft Word.

  • Mas existem diversas fontes manuscritas, uma mais linda do que a outra!
  • Você pode utilizar uma tipografia como essa para convites, por exemplo, pois elas costumam ser mais elegantes.
  • Dependendo o material que você pretende criar, uma boa ideia pode ser combinar uma fonte cursiva com uma sem serifa, por exemplo, criando um contraste.

Display

As fontes display são aquelas mais “artísticas”, que não se enquadram nas classificações anteriores.

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  1. São fontes comemorativas, mais enfeitadas, que podem trazer no alfabeto símbolos e figuras, como animais e objetos, ou remetem à ideia de festa, quadrinhos, tecnologia, etc.
  2. Nem preciso dizer que é preciso cuidado na hora de utilizar uma fonte display, não é?
  3. Nem pense em escrever um artigo com esta fonte, pois a leitura será, sem dúvida, prejudicada.

No entanto, ela pode complementar ou destacar seu material, se bem utilizada (e bem escolhida!).

Como Escolher a Fonte Correta Para o Meu Site?

  • Como Eu Gostaria De Explicar Agora O Que Na Altura Nao Sabia?
  • Se você está pensando em rever as fontes utilizadas no seu site, ou está iniciando agora o seu negócio, vamos às dicas práticas.
  • Você precisa, antes de qualquer coisa, escolher uma fonte de internet.
  • Isso mesmo: nem todas as fontes são utilizáveis na internet – embora seja possível, não é recomendável.
  • Não tem porque dificultar: escolha uma fonte apropriada para evitar que os usuários tenham problema na sua visualização.

Área do paralelogramo

Os paralelogramos são polígonos que possuem quatro lados, dois a dois paralelos.

Pertencem ao conjunto dos paralelogramos as seguintes figuras: quadrados, retângulos, losangos e outros paralelogramos que não possuem características específicas para serem classificados.

A fórmula usada para calcular a área de cada uma dessas figuras varia de acordo com suas características específicas. A seguir, confira a fórmula para o cálculo de cada uma dessas áreas.

Área do paralelogramo

Uma figura que possui lados opostos paralelos é chamada de paralelogramo. Uma das consequências dessa definição mais exploradas em vestibulares e Enem é o fato de os lados opostos serem congruentes. Essas propriedades específicas podem ser estudadas mais amplamente aqui. Para calcular a área do paralelogramo (AP), podemos usar a seguinte fórmula:

AP = b·h

  • b = base do paralelogramo, que costuma ser a medida do lado voltado para baixo;
  • h = altura do paralelogramo, ou seja, a distância entre a base e seu lado oposto.
Leia também:  Como Cada Signo Mostra Que Está Interessado?

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  • Exemplos:
  • Calcule a área de um paralelogramo cuja base é igual a 13 cm e a altura é igual a 22 cm.
  • AP = b·h
  • AP = 13·22
  • AP = 286 cm2
  • Calcule a altura de um paralelogramo cuja área é igual a 121 cm2 e a base mede 11 cm.
  • AP = b·h
  • 121 = 11·h
  • 121 = h 11      
  • 11 = h
  • Logo, a altura é 11 cm.
  • Área do retângulo

Os retângulos são paralelogramos que possuem os quatro ângulos retos. Dessa maneira, os retângulos herdam todas as características e propriedades dos paralelogramos, inclusive a área.

OBS.: Todo retângulo é um paralelogramo, mas nem todo paralelogramo é um retângulo.

  1. Dessa maneira, a área do retângulo é igual à área do paralelogramo:
  2. AP = b·h
  3. Como Eu Gostaria De Explicar Agora O Que Na Altura Nao Sabia? Exemplo de retângulo com destaque para as medidas b e h
  4. Área do quadrado

Um quadrado é um retângulo que possui todos os lados congruentes. Para mais informações a respeito dos quadrados, clique aqui.

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O quadrado também é um paralelogramo, portanto, a área do paralelogramo vale para o quadrado. É comum que as questões sobre essa figura só evidenciem um de seus lados. Para calcular a área, basta lembrar que todos os lados são iguais e substituir b e h pelo mesmo valor.

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  • Exemplos:
  • Calcule a área de um quadrado que possui lado igual a 9 cm.
  • AP = b·h
  • AP = 9·9
  • AP = 81 cm2
  • Calcule o lado de um quadrado cuja área mede 25 cm2.
  • AP = b·h
  • Como os dois lados possuem a mesma medida, podemos escrever:
  • AP = b·b
  • AP = b2
  • 25 = b2
  • Fazendo a raiz quadrada em ambos os membros da equação, teremos:
  • 5 = b
  • O lado do quadrado é igual a 5 cm.
  • Observe que, como os lados (l) do quadrado são congruentes, questões sobre sua área sempre envolverão uma multiplicação do comprimento do lado por ele mesmo. Sendo essa a definição de potenciação, podemos escrever a área do quadrado (AQ) da seguinte forma:
  • AQ = l·l
  • AQ = l2
  • Área do losango

Os losangos são paralelogramos que possuem todos os lados congruentes. Não os confunda com os quadrados, que, além de congruentes, também possuem todos os ângulos iguais a 90°.

A área do losango não é calculada a partir de sua base e altura. São necessários os comprimentos de suas duas diagonais para isso. Sendo assim, dadas as diagonais D e d de um losango, sua área (AL) pode ser encontrada pela fórmula:

AL = D·d        2

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  1. Exemplos:
  2. Calcule a área de um losango cuja diagonal maior mede 5 cm e a diagonal menor mede 4 cm.
  3. AL = D·d         2
  4. AL = 5·4         2
  5. AL = 20         2
  6. AL = 10 cm2
  7. Por Luiz Paulo Moreira
  8. Graduado em Matemática

Método Montessori

Método Montessori é a perspectiva educacional desenvolvida por Maria Montessori e seus colaboradores [1] a partir da observação do comportamento de crianças em ambientes estruturados e não estruturados. Seu objetivo é ajudar o desenvolvimento da vida da criança, de forma integral e profunda.

A pedagogia montessoriana é fundamentada na observação, e por isso dá suporte ao desenvolvimento infantil de forma especialmente eficaz.

Desde 2007, estudos com alto grau de confiabilidade vêm sendo desenvolvidos para verificar a eficácia de Montessori, e a cada nova publicação, confirmamos que as descobertas de Maria Montessori e seus colaboradores são mesmo o melhor caminho para ajudar o desenvolvimento das crianças, incluindo aspectos cognitivos, sociais, emocionais, de conteúdo e de desenvolvimento cerebral.

Não creio que haja um método melhor que o montessoriano para sensibilizar as crianças sobre as belezas do mundo e para despertar sua curiosidade para os segredos da vida.

Gabriel García Márquez, Prêmio Nobel de Literatura

Maria Montessori (1870-1952) foi uma psiquiatra italiana e uma das primeiras mulheres a se formarem em Medicina na Itália [2]. No final do séc.

XIX, as condições de vida e tratamento de crianças com deficiências internadas em instituições psiquiátricas era terrível, e Montessori, em parceria com um colega e um professor da Universidade de Roma, trabalharam para transformar essas condições, e oferecer às crianças chances de um desenvolvimento mais completo e uma vida melhor.

Para isso, criaram a Escola Ortofrênica, cuja base eram textos de antropologia pedagógica e os métodos didáticos desenvolvidos por Édouard Séguin. Os resultados do trabalho do trio foram surpreendentes, e algumas das crianças conseguiram aprender mais na Escola Ortofrênica do que as crianças sem deficiências aprendiam nas escolas regulares da época.

Estimulada por isso, Montessori voltou a estudar em cursos livres da Universidade que tratavam de Filosofia da Educação, Psicologia Experimental e Antropologia Pedagógica [2], até que em 1907 teve a chance de usar os mesmos princípios para montar uma escola em São Lourenço, um bairro da periferia de Roma e experimentar livremente novos métodos pedagógicos. A Casa das Crianças, como foi chamada essa instituição, deu a Montessori a chance de observar o comportamento de crianças com desenvolvimento típico, em liberdade, num ambiente que era reestruturado a cada nova demonstração das necessidades de desenvolvimento das crianças.

Lá, os filhos de famílias que trabalhavam até dezoito horas por dia e eram quase todas analfabetas, alfabetizaram-se muito melhor e mais rápido do que se esperava – na época – para a idade e classe social.

Além disso, tornaram-se crianças tranquilas, admiravelmente educadas, gentis e generosas, concentradas, independentes e disciplinadas.

Assim, nasceu a Pedagogia Científica, uma abordagem educacional que se transforma a partir das observações que o professor faz, enquanto as crianças vivem no ambiente com liberdade para fazer tudo o que as conduza a um bom desenvolvimento.

Montessori em escola fundada por Alexander Graham Bell e família, 1913. Créditos a Montistory.

O método Montessori se espalhou por toda a Terra, e Maria Montessori viajou por todo o planeta espalhando os segredos da infância, que ela descobria com cada vez mais precisão e profundidade conforme observava crianças em ambientes sociais e geográficos variados, e conforme trocava e colaborava com dezenas de professores ao redor do mundo. Sua proposta foi a criação de uma nova ciência da educação, e hoje as ciências cognitivas e as neurociências dão suporte a cada uma de suas descobertas, com novas publicações todos os anos comprovando a precisão de seus insights e observações, e a eficiência e eficácia da abordagem pedagógica que desenvolveu.

Olhando para o número de escolas montessorianas no mundo (somente 25.000) podemos ter a impressão de que a disseminação das ideias de Montessori não foi tão grande. Mas a presença de Montessori se mede menos pela presença de seu método “completo” nas escolas, e mais por aspectos dele que se tornaram valores universais:

  • mesas e cadeiras baixas,
  • a presença cada vez menor de castigos nas escolas,
  • uma educação baseada no trabalho sensorial,
  • a importância do movimento na primeira infância,
  • o uso de materiais concretos que as crianças possam manipular na escola,
  • a comunicação respeitosa entre professores e alunos,
  • e a valorização das descobertas científicas sobre o desenvolvimento para a prática pedagógica.

Todas essas foram inovações que Montessori criou, ou que existiam antes dela, mas foram reorganizadas e disseminadas por seus livros e cursos, mais do que por qualquer outra influência na história da educação [3].

A Criança no Método Montessori

A grande descoberta montessoriana é que as crianças são as construtoras da humanidade[4]. Do ponto de vista montessoriano, não são os adultos que “constroem” as crianças, mas as crianças que fazem os adultos. O adulto depende dos esforços da criança.

Esse é o tamanho de sua importância – ela não é mais um ser passivo que será aquilo que fizermos dela, mas um ser ativo, que se esforça o tempo todo para preparar a humanidade de amanhã.

Por isso, o empenho da criança vai sempre na direção de se tornar cada vez mais independente dos adultos, cada vez mais forte e mais potente.

Para Montessori, o desenvolvimento acontece em fases, que são chamadas de Planos de Desenvolvimento. A cada plano, as crianças buscam um novo patamar de independência em relação aos adultos.

Primeiro Plano do Desenvolvimento (0 a 6 anos)

Nesta primeira fase da vida, as crianças têm dois grandes objetivos: aprender como o mundo funciona, para saber como funcionar no mundo [5], e adquirir independência física em relação ao adulto.

Aprender como o mundo funciona quer começa por absorver o mundo, suas imagens, sua linguagem, suas regras e sua cultura, suas leis físicas, químicas e biológicas. Isso não é fácil, e as crianças contam com a enorme capacidade do cérebro infantil de se transformar a cada nova informação.

Montessori não podia observar o cérebro, mas observava o comportamento, e sabia que as crianças tinham um tipo de mente muito especial [5]. Chamou-a de “Mente Absorvente”, e com isso explicou como a criança parte do “nada” e chega a construir um ser humano competente e forte em breves seis anos de vida.

A independência física, outro pilar deste primeiro momento do desenvolvimento, pode ser resumida em uma frase, dita pelas crianças: “Me ajuda a fazer sozinho” [6]. Elas querem aprender, mas não querem que os adultos façam as coisas para elas. Querem fazer.

É pela ação que elas se constroem e se transformam. As crianças enfrentam as dificuldades e os fracassos das primeiras tentativas e insistem até o sucesso e o aprendizado.

Montessori dizia que nunca devemos interromper uma criança em alguma coisa que ela acredita que consegue fazer sozinha, não importa quão lento seja o seu progresso.

Este Primeiro Plano é guiado por Períodos Sensíveis [5]. Ciclos durante os primeiros anos de vida em que o interesse, o foco, e os esforços da criança são direcionados completamente para uma área do desenvolvimento.

Há períodos sensíveis para o movimento, a linguagem, os sentidos, a escrita, a matemática… E se a criança tiver liberdade para perseguir seus interesses durante os períodos sensíveis, se desenvolverá com mais facilidade, fluidez, aparentemente sem esforço e os resultados serão muito superiores ao que seriam se os períodos sensíveis fossem ignorados ou suprimidos.

Conforme fazem coisas cada vez mais difíceis, as crianças dominam o mundo mais próximo de si, começam a ansiar pelo mundo desconhecido, e aí chegam à fase seguinte.

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Segundo Plano do Desenvolvimento (6 a 12 anos)

As crianças do Segundo Plano do desenvolvimento já dominaram bastante do mundo mais próximo. Elas sabem cuidar de si, e até conseguem cuidar dos outros e do seu ambiente.

A independência física está conquistada o suficiente, e agora elas desejam alcançar outros mundos, que não podem ser tocados [7].

Mundos distantes: outros continentes, o universo, as civilizações do passado, a Terra na época de sua formação e os animais na história de sua evolução.

Sobre as crianças mais novas, do Primeiro Plano, Montessori dizia que suas “mãos são os instrumentos da inteligência humana” [5]. Se é assim, a imaginação é a mão da criança de 6 a 12 anos. É com a imaginação que a criança investiga e compreende os mundos distantes e inatingíveis.

Lendo, ouvindo, estudando, imaginando, as crianças conquistam a independência intelectual. Aprendem a pensar sem a ajuda dos adultos [8].

E porque pensamos melhor quando pensamos juntos, essas crianças trabalham melhor quando trabalham em grupo, com uma mediação cada vez menor e mais sutil.

É inevitável que, nessa intensa convivência, problemas morais apareçam, e uma frase importante para as crianças de 6 a 12 anos é “Isso não é justo!”. Se para entender o mundo as crianças precisam fazer perguntas, escutar e contar muitas histórias, para compreender aspectos morais e de convivência, é necessário dar espaço para a análise [9].

Não devemos resolver os problemas delas, e nem é adequado dispensar as crianças diminuindo a importância do que dizem – mesmo quando elas estão questionando os nossos comportamentos. O trabalho do adulto no Segundo Plano do desenvolvimento é dar elementos para a compreensão, e depois permitir a reflexão livre – perguntas, histórias, diálogo e tempo.

A socialização fica cada vez mais importante na vida das crianças, até chegarem à adolescência.

Crianças (6 a 12 anos) em uma sala montessoriana discutem fungos.

Terceiro Plano do Desenvolvimento (12 a 18 anos)

Para um adolescente, a parte mais importante do dia a dia é a convivência com outros adolescentes. A independência que estão conquistando é social, eles valorizam a socialização sem a presença ou ajuda do adulto.

Ser socialmente independente significa, por um lado, resolver os próprios problemas, sem apego ao ponto de vista que os adultos possam expressar – e às vezes resistindo a esses pontos de vista, como forma de se tornar livre deles.

Mas também significa compreender, de forma mais profunda e complexa, como a sociedade funciona: a cidade, a cultura, a ideologia, a economia, a ciência e a política [10, 13].

Para o adolescente, é importante pertencer a um grupo. Ser aceito como é, sem precisar se encaixar [11, 12].

É fundamental que os adolescentes tenham a chance de estudar, trabalhar, conviver em grupo, por longos períodos.

Criar ambientes que estimulem a formação de grupos saudáveis é o grande trabalho do adulto para o adolescente. Um grupo saudável é aquele que permite o pertencimento, e que tem uma finalidade que vai além de si mesmo.

O adolescente precisa entender qual é sua função na comunidade a que pertence. A escola, o bairro, a cidade. Por isso, os grupos devem ter uma interação com a comunidade mais ampla. Devem servir a alguma coisa [26]. O adolescente precisa trabalhar, e precisa ser remunerado.

A remuneração mais eficaz é a financeira, porque dá a ele algum grau de independência social, mas o trabalho tem uma finalidade mais pedagógica (aprender a trabalhar, a ter colegas e responsabilidades) do que econômica [13], e na eventualidade do trabalho remunerado não ser possível, trabalho voluntário ou mesmo troca de serviços e mercadorias é possível e funciona [25].

Integrado a diversos grupos, e percebendo sua função social, o adolescente chega à idade adulta.

Quarto Plano do Desenvolvimento (18 a 24 anos)

O início da idade adulta ainda é, para Montessori, um plano importante do desenvolvimento. Já fora da escola, na universidade ou no curso de aprendizados que o conduzirão a uma carreira, o adulto busca compreender seu caminho e seu motivo de existir. Montessori tem um termo que nos ajuda aqui, embora ela mesma não o utilize para falar do adulto: Papel Cósmico [14].

Todos os seres têm uma função no equilíbrio cósmico, e não é diferente com os adultos. Todos os adultos exercem alguma atividade que contribui para o delicado tecido cósmico. Na maior parte das vezes, nosso papel cósmico não é o que está escrito em nosso contrato de trabalho.

Pode ser que sejamos contratados para ensinar Geografia, mas nossa maior contribuição pode ser o diálogo com os alunos nos corredores, que os ajuda a encontrar um caminho profissional. Podemos ser gerentes de loja, mas nossa maior contribuição pode ser ajudar os clientes a enxergarem o que há de mais belo em seus rostos e corpos.

O contrato é nosso papel individual, e é o que garante o sustento de nossas famílias. O papel cósmico é o que garante o equilíbrio de todo o universo.

Todos os adultos têm um papel cósmico, mas ele não pode ser descoberto nos bancos das universidades, e Montessori defendia que desde cedo os adultos trabalhassem [13], como assistentes e aprendizes, para se tornarem hábeis em suas profissões, e para conhecerem o mundo, além das paredes das universidades. Um adulto que pudesse encontrar sua contribuição para o mundo, e se tornar hábil nessa contribuição, sem ceder as tentações do poder e da posse [13], teria encontrado o caminho para criar um mundo “poderoso, rico e puro”, e se saído muito bem em seu desenvolvimento [13].

Cheguei no país com seis anos e imediatamente fui para uma escola Montessori. […] Eu realmente acho que me beneficiei da educação Montessori, que de algumas maneiras dá aos alunos muito mais liberdade para fazer as coisas do seu jeito, e para descobrir.

 Interessante que meu parceiro Larry Page também tenha ido a um jardim de infância e pré-escola Montessori; é algo que temos em comum. Eu acho mesmo que algum crédito da vontade de ir atrás de seus interesses… você pode ligar isso àquela educação Montessori.

Aos 42 anos, catadora de lixo aprende a ler com filho de 11 anos – BBC News Brasil

Aos 42 anos, catadora de lixo aprende a ler com filho de 11 anos

17 março 2017

A BBC Brasil voltou ao encontro da catadora de lixo Sandra Maria de Andrade, de 42 anos, e de seu caçula, Damião, de 11 anos, para mostrar a eles a repercussão, em português e inglês, da reportagem sobre eles, que comoveu o país.

Sandra não sabia nem ler nem escrever, mas está sendo alfabetizada com a ajuda do filho.

Ela se emocionou ao ver impressa a própria história. E Damião faz agora planos de aprender inglês.

Assista ao vídeo – e relembre abaixo a história deles:

Crédito, Agil Fotografia/BBC Brasil

Legenda da foto,

Aos 42, Sandra aprendeu a ler e a escrever com o filho Damião, de 11

“Mãe, mãe, quer ler comigo? É uma historinha. E tem figuras”. “Desmaiada” em uma rede após horas garimpando lixo na rua, para vender, foi assim – aos sussurros de Damião Sandriano de Andrade Regio, de 11 anos, o mais novo dos sete filhos – que Sandra Maria de Andrade, de 42 anos, começou a decifrar as letras do alfabeto e a despertar para o mundo da leitura.

Até um ano atrás, não sabia ler nem escrever. Em uma casa encravada numa rua de areia em Jardim Progresso, periferia de Natal, no Rio Grande do Norte, ela era o retrato dos 758 milhões de adultos no mundo apontados em um estudo da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), na semana passada, como incapazes de ler ou escrever uma simples frase.

No Brasil, são 12,9 milhões de pessoas ou 8,3% da população com mais de 15 anos.

Sandra não sabia fazer nem o próprio nome. “Espiava” quem visse lendo um livro e pensava “ah, se eu soubesse também. Se tivesse uma coisa que eu pudesse roubar, queria que fosse um pouquinho daquela leitura”, disse à BBC Brasil. Ela tentou estudar, mas não pode.

Foi forçada a trabalhar desde cedo. Abandonada pela mãe aos três anos, diz que a avó, com quem passou a morar, lhe entregou a um casal que a impediu de ir à escola. Ela teve de trabalhar na lavoura, em casas de farinha (locais em que mandioca é ralada ou triturada) e fazendo faxina.

Um dia, quando ajudava no cultivo de bananeiras, viu crianças passando na porta com cadernos debaixo do braço. “Queria ir para onde iam, mas diziam: vá trabalhar. E eu chorava”. Aos 12 anos, na tentativa de reencontrar a mãe, fugiu. Foi rejeitada. Nunca entendeu o motivo. “Ela não me aceitou. E o homem dela quis me fazer mal nesse tempo. Eu não sabia o que era aquilo”, relembra.

Sem família por perto, Sandra passou a viver “na casa de um e de outro” vizinho. “Toda vez que ela (a mãe) trocava de marido eu procurava ela, que era pra ver se me amparava. Mas ela sempre me rejeitou”. A menina achava que “a mãe tinha que agarrar os filhos com unhas e dentes”. Passou então a “sentir um vazio”. Foi viver nas ruas e comer o que achava no lixo.”

Um homem lhe ofereceu casa e comida quando tinha 13 anos. Viveram como marido e mulher, tiveram três filhos e uma história que, para Sandra, significou “levar tanta porrada”, a ponto de achar que estava morta.

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Em 12 de junho de 1996, na frente dos filhos, foi golpeada várias vezes com uma faca, teve parte dos cabelos arrancados com os dentes e, já se sentindo dormente depois de tanta dor, chegou a dizer a uma das crianças: “Com fé em Deus, se sua mãe escapar macho nenhum bate mais nela”. No dia seguinte, fugiu levando os três filhos.

“Me perguntavam na rua se eu tinha sido atropelada e mandavam eu dar parte dele. Mas eu não tinha instrução, não tinha ninguém pra me apoiar. Meu negócio era sair dali”. A ideia de Sandra era “enfrentar o mundo”.

A vida sem ler

Mas o mundo, quando tinha letras estampadas, “era como uma folha em branco” que dificultava até a hora de pegar um ônibus. Em busca de ajuda, ela precisava confidenciar a quem cruzasse o seu caminho: “Eu não sei ler”. E pedia: “Você pode ler pra mim?”.

Crédito, Agil Fotografia/BBC Brasil

Legenda da foto,

'Eu tomava banho, deitava na rede, ele vinha e me chamava pra ler. Eu queria ver os desenhos, mas também queria aprender as letras', conta Sandra

Mas, sofrimento maior foi, anos depois, fazer a carteira de identidade e ter de estampar no documento a impressão digital em vez da assinatura. Fruto de um segundo casamento e com aproximadamente três anos de idade, Damião, ouvindo a mãe mensurar o tamanho da vergonha, “muito grande”, fez um pacto com ela naquele dia: “Eu vou aprender e, quando aprender, vou ensinar à senhora”.

A mãe já catava lixo para vender à reciclagem e a outros compradores que batem à porta. A essa altura, não sabia o que era carteira assinada, estava separada do segundo marido e carregava a tristeza de ter enterrado quatro dos sete filhos – todos ainda na infância, vítimas de doenças que acha difícil explicar, e uma das filhas após um atropelamento.

Ver Damião ir e voltar da escola era um dos momentos de alegria. Cada dia que o filho chegava, contava a ela, “já morta de cansaço”, tudo o que havia lido e aprendido. Ela se orgulhava: “Ele vai ser o que eu queria ser”.

Damião também tinha o estímulo da professora. Ela dava aulas de reforço e o incentivava a pegar livros na escola. “Foi com esses livrinhos que tudo foi se desenganchando” para Sandra. “Eu tomava banho, deitava na rede, ele vinha e me chamava pra ler. Eu queria ver os desenhos, mas também queria aprender as letras. Ficava curiosa.”

O mais próximo que ela havia chegado da escola foi em uma turma de jovens e adultos em que aprendeu o “ABC”, mas que acabou abandonando por não parar de ter dúvidas e travar sempre que chegava no “e”, letra que traduz como “uma agonia de vida”. Ela ficava “apavorada” por não saber. “Sentia revolta”.

Damião desvendou o “e” para a mãe explicando que era o mesmo que um “i”, só que fechado e sem o ponto. O “h” virou uma cadeirinha” e o R o mesmo que um B, só que “aberto”. Ele começou a ensinar as letras do nome dele e as letras do nome dela. Até Sandra aprender a escrever.

“Quando eu aprendi, disse: vou fazer outra identidade que é pra quando chegar nos cantos eu dizer: eu sei fazer meu nome. Pra mim, já era tudo eu saber. Chegar lá, o povo dizer assine aqui e eu dizer: agora eu já sei, não sinto mais vergonha”.

Crédito, Agil Fotografia/BBC Brasil

Legenda da foto,

'Eu quero ver ela aprendendo comigo. Quero que aprenda as palavras que ela sente aqui dentro', disse Damião

Escrever o próprio nome foi uma conquista. A palavra “mãe” também. Em uma reunião da escola, “morreu de felicidade” ao assinar a primeira vez como responsável da criança. “Tinha que escrever o que eu era dele. Eu escrevi mãe, caprichado, bem grande.”

Damião, devotado à mãe, quer ir além. “Eu quero ver ela aprendendo comigo. Quero que aprenda as palavras que ela sente aqui dentro. Ela gosta de falar amor, paixão. Já sabe um monte de palavras. Ela sabe as mais simples”.

Leitura

Mãe e filho leram, juntos, 107 livros em 2016, se considerados apenas os contabilizados na escola. A lista, porém, fica maior se incluir outros títulos que Sandra encontrou no lixo. O preferido dela, faz questão de dizer, “é Ninguém nasce genial“. “Escrevi meu nome nele. Porque ninguém nasce gênio. Porque eu achava que não precisava mais saber, achava que era tarde pra saber.”

Para Damião, outro livro foi mais impactante. Tratava da história de um anjo que vivia acorrentado e só conseguiu se libertar quando ensinou um ser humano a rezar e os dois viraram amigos.

“É tipo eu e minha mãe. Eu estou ensinando uma coisa a ela e ela me ensina outra. Eu era novinho, ela me cuidava, eu cuidava dela. Ela dava um abraço em mim eu dava dois. Foi assim que nós começamos a nos amar.”

Crédito, Agil Fotografia/BBC Brasil

Legenda da foto,

Mãe e filho leram, juntos, 107 livros em 2016, se considerados apenas os contabilizados na escola

O menino também leu sobre aventuras, amizade, paixão e amor ao próximo.

Nesses momentos, diz que “vai pra outro mundo”. Que fica com “uma imaginação infinita”.

“Eu quero que a leitura me leve pra qualquer canto”, diz. Neste ano, irá para o 6º ano na escola.

Na casa onde divide cada palavra que aprende com a mãe, a ajudou a escrever, na parede da frente, uma mensagem em letras verdes, maiúsculas: “CANTINHO DA FELICIDADE ONDE HÁ DEUS NADA FALTARÁ”.

Reportagem e imagens: Renata Moura / Edição: Ana Terra

Deau – Diz-Me Só

Nesta curva tão terna e lancinanteQue vai serQue já é, o teu desaparecimentoDigo-te adeusE como um adolescenteTropeço de ternura, por tiBezegolComo gostaria de explicar agora o que na altura não sabiaPoder voltar atrás, mas manter a cabeça friaAdormecer contigo minha maior alegriaAi como eu te queriaComo seria não termos deixado ser levado pelo ventoJuntos enfrentarmos a erosão que trás o tempoJuntos conduzirmos pra vida o nosso rebento, é o meu lamentoDeauEscondeste o passado e o futuro fugiu com o que existe entre nósApós, o muro quebrado quebraste o laço que existe no pós(São) por nos que a vida afronta(Eu) tenho de pagar a contaJuro, amar na amargura quando a loucura encontraForma de marcar presença, com gente sem consciênciaConsistência perdida, a boca dispensa, o coração não pensaSentença pesada, há quem o digaMarca, navega na vaga da vidaAmor quando tiveres de partidaDiz-me só quem te guiaBezegolComo gostaria de explicar agora o que na altura não sabiaPoder voltar atrás, mas manter a cabeça friaAdormecer contigo minha maior alegriaAi como eu te queriaComo seria não termos deixado ser levado pelo ventoJuntos enfrentarmos a erosão que trás o tempoJuntos conduzirmos pra vida o nosso rebento, é o meu lamentoDeauParece que ficas para saber a falta que tu me fazesTroçar da forma como eu tentei decorar os espaçosGuardar o tempo dentro de uma caixa de sapatosCom o intuito de voltar atrás sempre que os tiver calçadosSabes, solas de nuvens não dão para escombrosTraz-me de volta os teus braços, arranhei os ombrosFaz-me sentir esse teu mais que tudo e todosCom o rasto dos teus passos são quando me afasto dos sonhosBezegolComo gostaria de explicar agora o que na altura não sabiaPoder voltar atrás, mas manter a cabeça friaAdormecer contigo minha maior alegriaAi como eu te queriaComo seria não termos deixado ser levado pelo ventoJuntos enfrentarmos a erosão que trás o tempoJuntos conduzirmos pra vida o nosso rebento, é o meu lamentoDeauPor vezes faço por esses ladosOnde mindinhos dados juramos ver-nos tornados velhinhos contra tornadosRemoinhos e tempestades, com filhos criados vida de baixos e altosSaltando de palcos em palcosCruzar veredas com a verdade das varizesAmar até tornar fútil kits de rímel e vernizesAcredita, pensei mesmo que te iria verOnde a nossa varanda teria a vista mais bonita pro douroBezegolComo gostaria de explicar agora o que na altura não sabiaPoder voltar atrás, mas manter a cabeça friaAdormecer contigo minha maior alegriaAi como eu te queriaComo seria não termos deixado ser levado pelo ventoJuntos enfrentarmos a erosão que trás o tempo

Juntos conduzirmos pra vida o nosso rebento, é o meu lamento

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