Como Encontrar Pessoas Que Ja Faleceram?

Em outubro de 2017, a Receita Federal implementou uma integração que diminuiu consideravelmente as ocorrências de casos de fraude de óbito no Brasil.

Naquele mês, os cartórios de Registro Civil de 15 estados passaram a utilizar um sistema integrado às bases de dados da Receita Federal.

Dessa forma, a situação do Cadastro de Pessoa Física (CPF) é automaticamente atualizada mediante a emissão de um Registro de Óbito.

O resultado é que, agora, validar um número de CPF no momento do onboarding da sua empresa inclui a verificação da situação de óbito daquela pessoa, impedindo assim o cadastro de fraudadores utilizando o nome de indivíduos que já faleceram. Mas por que isso fez tanta diferença? E será que a medida acabou totalmente com as situações de fraude de óbito? Quais são as outras possibilidades decorrentes desse tipo de fraude?

Além de impedir o cadastro de fraudadores, também é importante entender mais sobre a fraude de óbito porque, ao cometer uma infração nesse sentido, é possível obter ilegalmente uma série de vantagens, como o recebimento indevido de pensões e outros benefícios. Portanto, continue a leitura e saiba mais sobre a fraude de óbito.

Benefícios pagos ilegalmente mediante fraude de óbito

Em fevereiro de 2019, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) reportou os estados brasileiros que, no ano anterior, mais precisaram ressarcir à União valores ilegalmente pagos por benefícios. A análise foi feita pelo setor do INSS responsável pela investigação de fraudes e ilegalidades cometidas contra o instituto.

Ocupando os três primeiros lugares estão, respectivamente, São Paulo, Rio de Janeiro e Piauí — somente o último teve que devolver R$ 12,5 milhões aos órgãos públicos.

Esse foi o valor total pago dentro do estado por benefícios indevidos.

A maioria deles foi decorrente do pagamento de pensão, ou seja, situações em que familiares continuam recebendo esse valor no lugar de beneficiários após o falecimento destes.

Nesses casos, o fraudador é denunciado criminalmente e deve ressarcir integralmente os valores sacados indevidamente. Caso isso não seja feito, o valor será futuramente descontado de sua aposentadoria.

O papel das instituições bancárias na detecção de uma fraude de óbito

Os bancos são importantes aliados do INSS para solucionar casos de fraude de óbito. Depois de identificada uma irregularidade, as instituições bancárias podem, por meio de suas câmeras de segurança, ajudar a identificar quem foram os autores dos saques indevidos. Esses indivíduos podem, então, ser condenados a ressarcir o valor total.

E como é identificada uma irregularidade do tipo? O INSS faz um reconhecimento de vida anualmente e, ao descobrir que determinado indivíduo já faleceu, verifica a existência de saques em nome dessa pessoa. Se houver, inicia-se o contato com os respectivos bancos, e posteriormente da Polícia Federal, para a verificação da identidade dos fraudadores.

A relação entre fraude de óbito e fraudes de identidade

Além do uso indevido de uma pessoa falecida para fins de receber benefícios, há ainda outra possibilidade, relacionada a fraudes de identidade: a falsificação de óbito. Esse é um risco enfrentado por praticamente todas as empresas e, portanto, é necessário entender seu funcionamento para estabelecer medidas de prevenção.

Nessa situação, acontece o uso do nome e até mesmo do histórico de um indivíduo falecido como base para a criação de uma falsa identidade. Assim, o fraudador tenta conseguir acesso a serviços, produtos, crédito etc. por meio do nome de um indivíduo que já morreu, visando principalmente empresas e serviços com um nível baixo de segurança.

Casos de fraude de identidade são extremamente prejudiciais às vítimas — que, na maioria das vezes, apenas descobrem a situação quando seus próprios nomes são classificados como sujos no mercado por causa das ações do fraudador.

Outra possibilidade é quando um indivíduo que está vivo descobre que há uma certidão de óbito emitida em seu nome. Normalmente, isso acontece quando a vítima da fraude é, por exemplo, impedida de votar por estar na lista de eleitores falecidos, como aconteceu com um cidadão de Mogi das Cruzes, em São Paulo.

Nesse caso, o fraudador que utilizava o nome de um cidadão idôneo faleceu e foi enterrado com o nome de sua vítima, fazendo com que uma certidão de óbito fosse emitida para um indivíduo que, na verdade, permanecia vivo. Dessa forma, a vítima não pôde exercer o seu direito de votar.

Como prevenir a fraude de óbito na sua empresa

O recebimento de benefícios indevidos atinge principalmente o INSS, mas qualquer empresa está sujeita a aceitar como cliente, fornecedor ou prestador de serviço uma pessoa que está cometendo uma fraude de identidade com o nome de um indivíduo falecido.

Entretanto, identificar uma fraude de identidade desse tipo durante o processo de cadastro da sua empresa é simples.

Como a base de dados dos cartórios é integrada ao sistema da Receita Federal, conforme explicamos na introdução, uma solução de background check que tenha a Receita Federal como fonte e que seja capaz de validar um número de CPF é capaz de identificar pessoas tentando fazer o cadastro com o CPF de uma pessoa falecida.

Trata-se de uma verificação básica e fundamental para a saúde da sua empresa. Afinal, como mostramos, além dos danos causados pela própria fraude de óbito, esse tipo de irregularidade pode ter consequências ainda mais complicadas. Portanto, identificar os indivíduos idôneos passa pela validação do número do CPF.

Além da Receita Federal, a solução de background check da idwall consulta outras mais de 200 fontes para que o seu onboarding seja automatizado, seguro e rápido. Quer saber mais? Entre em contato agora mesmo com os nossos especialistas!

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Como encontrar documentos de familiares falecidos

Para quem almeja pedir uma cidadania estrangeira, além de encontrar a certidão de nascimento do antepassado estrangeiro, é necessário localizar todas certidões de nascimento, casamento e óbito de familiares nascidos no Brasil.

E ainda apostilar e então preparar a pasta. Essa é uma tarefa que às vezes pode ser mais complexa do que localizar documentos no exterior.

A ideia aqui é então te ajudar a desvendar como encontrar documentos de familiares falecidos!

Eu já passei esse perrengue e, depois de desvendar alguns caminhos, resolvi escrever para ajudar quem está nessa missão. Como comentei no post sobre as buscas que realizei para localizar certidões de nascimento no exterior, levantei documentos de familiares italianos e espanhóis. Do primeiro foi dificílimo e do segundo, entretanto, tranquilo.

Lembrando que pra quem quer saber mais sobre busca de documentos para cidadania tenho esse vídeo bem aprofundado!

Vamos começar então pela explicação de quem está numa situação mais fácil. Você conhece a data exata ou o ano? E o nome correto de todos no documento, além da cidade em que está registrado? Ou tem a cópia deles? Esse é o melhor dos mundos! Você pode, portanto, pedir a certidão direto no cartório.

Mais abaixo conto como fazer para encontrar documentos de familiares falecidos quando você não tem os dados. Se for seu caso, desça mais pra ler!

Como pedir os documentos de familiares falecidos no cartório

Basta você ir ao cartório onde o documento estiver registrado. Se for longe, alguns estados estão com cartórios interligados e você pode pedir em um e retirar o documento em um outro.

Se não for o caso da sua região e não estiver na mesma cidade, tenho uma boa notícia. Sites como Registro Civil  ou Cartório 24 horas fazem isso por você e te entregam em casa.

Qual a diferença entre esses dois sites para encontrar documentos?

O primeiro atende algumas regiões. Não oferece apostilamento nem documentos em inteiro teor (normalmente solicitados para esse processo). É, contudo, mais barato, eficiente e rápido.

O segundo cobre todo Brasil e oferece todo tipo de emissão, mas o processo é moroso. Eles demoram semanas para identificar o pagamento. Além disso, tardam a solicitar ao cartório. E, como resultado, às vezes você espera dois meses para receber em casa. Isso aconteceu comigo e, por isso, esperei dois meses para um dos documentos chegar.

Qual é o custo de pedir certidões online de seus familiares?

O Registro Civil tem o preço só um pouco mais caro do que pedir direto no cartório. O Cartório 24 horas é super caro. Se puder, evite fazer com eles. Minha experiência não foi legal.

Qual é a melhor forma de solicitar as certidões de familiares falecidos?

Direto no cartório se for fácil pra você. Como eu disse, a boa notícia é que algumas cidades estão com cartórios interligados. No Estado de São Paulo, por exemplo, conseguimos pedir um documento registrado em outra cidade para ser expedido pelo cartório perto de casa.

Depois da experiência ruim com o Cartório 24 horas, como os documentos da minha família estão em cartórios do mesmo estado, não faço mais o pedido on-line.

Vou no cartório mais fácil pra mim, ou melhor, peço para algum familiar ir, pois moro no exterior. Geralmente, demora uma semana pra ficar pronto.

E ainda melhor: os documentos que fiz assim saíram metade do preço ou até menos do que pelo Cartório 24 horas.

Em todos esses casos em importante você saber direitinho a grafia do nome das pessoas, nome dos pais, a data ou ao menos o ano e o cartório correto.

Eu tive esse desafio. Assim, eu não sabia onde estava a certidão de casamento e a de óbito do meu bisavô italiano. Vou te contar como fiz para encontrar documentos de familiares falecidos!

O casamento foi, contudo, fácil. Encontrei em pastas antigas dos meus avós o registro do casamento dos meus bisavós na igreja.

Como naquela época existia cartório no Brasil, o documento da igreja não seria válido. Eu então fiz minha primeira solicitação no site Registro Civil colocando os mesmo nomes e data e direcionei o pedido para o cartório da cidade onde estava a igreja. Deu certo! Assim, recebi em uma semana a certidão – não em inteiro teor, a comum – em casa.

Hoje, contudo, sei uma estratégia que recomendo você usar antes de pedir o documento. É só para confirmar se os nomes e a data da igreja e cartório batem. Essa é a dica mais valiosa desse texto, pois bati muita cabeça antes de saber disso!

Leia também:  Como Livrar-se Do Chefe Quando Nos Conhecemos?

Assim como sites de árvores genealógicas têm documentos antigos digitalizados que estão situados em outros países, eles também possuem arquivos do Brasil. Alguns estados, como São Paulo e Rio de Janeiro estão com boa parte dos livros de registro arquivados lá.

Family Search

O melhor site para buscar documentos digitalizados e dados de registros, na minha opinião, é o Family Search. Não precisa pagar nada. Sim! Para fazer isso ele é de graça! Basta se inscrever, acessar a aba “Documentos”, clicar em Brasil e colocar o nome da cidade.

Boa parte dos arquivos não está indexados, ou seja, não tem o nome atribuído à respectiva página.

Com isso, se você não localizar pelo nome do parente, você precisa pesquisar a cidade, selecionar o cartório, selecionar o livro (por registro de nascimento, óbito ou casamento e data) e depois, com muita paciência, navegar página a página até encontrar o registro que procura.

Se você tiver a data e o cartório certo, conseguirá correr as páginas e achar rapidinho. Se não tiver, respira fundo e corra uma a uma que uma hora você chega no que procura.

Como encontrar documentos de familiares falecidos que não estão indexados no Family Search

Se você não achou na busca pelo nome e também não sabe a cidade, não vai conseguir pela opção que acabei de dar, eu sei. Mas então entra a investigação. Comece a conversar com a família sobre o tema, checar com pessoas antigas o que sabem e em que lugares os antepassados viveram.

Assim, vá tecendo um mapa com raio de cidades e possibilidades.

Depois que conversar com todos os familiares (inclusives primos de 5o grau, tios avós, etc) mais velhinhos, possivelmente, terá boas pistas que te ajudarão a buscar nos livros de família que estão no Family Search.

A minha experiência para localizar documentos não indexados de familiares não falecidos

Vou te contar minha experiência pessoal. Meu bizavô morreu nos anos 1940 com uma doença que foi uma epidemia na época, a lepra. Naqueles tempos, quando se descobria que alguém tinha lepra, o estado mandava levar essa pessoa a força para atendimento médico.

Não se sabia, portanto, onde a pessoa estava e a informação sobre o óbito vinha desencontrada e com atraso. Bem, meu bizavô foi levado para um lugar que meu avô não soube onde era e lá morreu. Com isso, só se sabia o ano e a data aproximada.

Eu sempre escutei que tinha sido em São Paulo.

Eu fiz uma pesquisa em uma série de cartórios de São Paulo, porém gastei uma super grana com isso e nunca encontrei. Foi depois delas, contudo, que descobri a ferramenta do Family Search e lá achei!

O que eu fiz então?

Conversando com a minha avó, minha mãe descobriu que ele deveria ter ido a um lugar especificamente destinado a pessoas com essa doença. Tínhamos mais uma pista. Fiz também uma pesquisa sobre a lepra na cidade de São Paulo. Descobri que o Emílio Ribas era o hospital que costumava tratar desse assunto e que o cartório de Bela Vista que registrava os óbitos do centro médico.

Eu fui lá nos livros do cartório da Bela Vista e olhei o ano, um antes e um depois da referência que eu tinha do óbito. Foi horrível. Vi vários nomes de mortos, motivos de falecimento e, inclusive, vários bebês que nasceram já mortos. Depois de um dia inteiro nisso e sem encontrar, tive de ampliar o raio.

Li então numa tese que existiam no estado os chamados preventórios, onde a pessoa passava por uma triagem para verificar a gravidade da doença, e os asilos colônia, nos quais os doentes em estágio avançado ficavam até morrer. Sim! Foi difícil digerir essas informações. Fiquei, portanto, bem mal de descobrir que meu bisavô tinha passado por tudo isso.

Foi então que listei todos os preventórios e os asilos colônia do Estado de São Paulo. O próximo passo foi classificá-los por distância da cidade onde morava minha família. Uma vez feito o mapeamento, comecei as pesquisas nos livros no site!

Como fiz a pesquisa sem saber o lugar

Olhei o livro daquele ano na primeira cidade e nada. Fui pesquisar a segunda cidade. Algo me dizia para olhar com cuidado. Eu, de alguma forma, sentia que ia encontrar ali. Olhei então o arquivo da segunda cidade e ali estava, no mesmo ano e o nome certinho, registrado como falecido no asilo colônia e enterrado na mesma cidade.

Agora contando parece que foi rápido. Mas não foi. Demorei anos para conseguir levantar todas essas fontes e informações!

Assim, se você estiver numa missão que pareça impossível, não desista. Preparar a documentação para pedir uma cidadania é um exercício de paciência e persistência. A cada documento, uma vitória. A cada descoberta, estamos mais próximos do percurso de quem veio ao mundo antes de nós para que hoje existíssemos.

Hoje sou mais Norcia!

Hoje eu posso dizer: sou mais Norcia do que era. Como diz minha mãe, agora sou então mais Norcia que todos da família. E eu não abro mão dessa cidadania por nada, pois além de ser meu sangue, todo esse enredo e aflições fazem parte da minha história.

A cidadania italiana é para mim mais que uma porta de entrada para alguns países.

A cidadania é a minha conexão com meu avô que tanto amo – infelizmente, está falecido -, que me educou, cuidou de mim, buscou-me na escola quando estava doente e transmitiu o meu sobrenome.

Ele também ensinou as primeiras palavras e expressões italianas que conheci, além das primeiras receitas e informações sobre a cultura e a história daquele país.

Foi me avô quem fez o pai e o irmão virarem nome de rua na cidade onde moraram e que começou as buscas sobre a história da família e os documentos dos antepassados. Se hoje existe uma arvore genealógica dos Norcia no Brasil, foi meu avô que fez, completinha, com fotos e histórias de diferentes gerações.

Meu avô é então a minha conexão com a Itália, com a história de quem veio antes de mim, com o sobrenome que eu não abro mão por casamento nenhum nem deixo de querer colocar em meus filhos por vir do lado materno. Sempre fui Norcia, sempre me chamaram de Norcia, por mais que não seja meu último sobrenome.

Sou Daniela e sou Norcia, neta de Loretto, o homem que um dia sonhou ter a cidadania dos pais, por resgate da família que perdeu tão cedo e sem saber muito o porquê. Além disso, eu sou a Daniela Norcia que achou o que o avô sempre quis encontrar, completou a história que ele desconhecia e agora pode fazer com que todos os filhos, netos e bisnetos dele sejam italianos como ele sempre sonhou.

Eu não sei dizer precisamente quantos anos essa busca pela cidadania durou. Eu era pequena.

Quando eu era adolescente lembro de meu avô tentar achar a certidão de nascimento do pai pessoalmente na Itália, mas não conseguiu. Por anos, milhares de contatos.

Contudo, há exatos dez anos meu avô faleceu. E eu segui então na nossa saga. Por ele e por todos nós de casa consegui. Podemos voltar às origens.

Você também pode conseguir!

Se é isso que você está buscando, desejo, portato, com todo carinho, que consiga também. E que seja algo de grande significado a todas as gerações não pelo papel, mas pelo o que o papel carrega de história e vínculo.

Se precisar saber o que é e como funciona o apostilamento ou como encontrar documentos no exterior, explico também tudo aqui no blog! Fiz também um post explicando como montar a pasta para cidadania italiana.

Você encontra ainda aqui como tirar a cidadania italiana se você mora no exterior com base na experiência que tive na França e, ainda, como reconhecer cidadania espanhola de filhos e netos de espanhóis. E muito mais sobre o tema!

Conte com o que eu puder dar de informações por meio da minha experiência pessoal. Sei que não é um processo fácil. Então escreva na caixa de comentários que ajudo com a informação que eu puder!

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Como encontrar documentos de familiares falecidos

22 pessoas contam como tiveram contato com entes queridos já falecidos

“Ela estava convencida de que a luz brilhante era meu irmão, conectando-se comigo no momento em que eu estive mais perto do céu.”

“Algumas semanas atrás, tive um sonho bem vívido de que estava almoçando com meu falecido avô. Antes de irmos embora, ele me entregou uma caixa do perfume Chanel Nº 5 e disse para eu dar para minha avó no aniversário dela.

Quando acordei, contei o sonho para minha mãe. Ela me perguntou se eu sabia que o aniversário da minha avó era aquela semana e que esse era o perfume favorito dela – eu não sabia.

Parece que meu avô sempre deu a ela esse perfume como presente de aniversário, e eu nem imaginava!”

—k4e458cc89

“A irmãzinha da minha melhor amiga vinha lutando contra o câncer há muito tempo. Ela tinha quase cinco anos quando faleceu, há cerca de um mês.

Recentemente fui à casa da minha amiga e lá havia um grande castelo de brinquedo com o qual a irmã dela sempre brincava.

Nós estávamos sentadas lá quando, do nada, uma das luzes do castelo se acendeu e fez um barulho. Nós achamos que era ela.”

—lmniccum01

“Meu melhor amigo morreu em um acidente de carro quando estávamos no último ano do ensino médio, e eu realmente acredito que ele salvou minha vida lá do céu.

Seis meses depois que ele morreu, eu me envolvi em um acidente de carro estranhamente parecido com o dele. Eu poderia ter morrido facilmente, mas de alguma forma saí sem nenhum arranhão, mesmo o carro tendo ficado destruído.

Acontece que o colar dele estava pendurado no espelho retrovisor e eu só descobri isso depois do acidente.

Leia também:  Como Fazer Alguem Fazer O Que Voce Quer?

—brynnc40458a4e6

“Quando eu era pequena, sempre que fazia beicinho, meu avô dizia: 'É melhor você esticar o lábio antes que um pássaro apareça e venha fazer cocô nele!' Bem, ele faleceu quando eu estava na faculdade.

Uma semana depois, eu estava andando pelo campus, preocupada com alguma coisa boba, quando, sem cerimônia, um pássaro fez cocô NO meu lábio.

Agora, sempre que vejo um pássaro preto, sei que meu avô está rindo e dizendo para eu me animar.

—hilarye499b264b4

“Eu tenho um irmão que faleceu antes de eu nascer. Depois que me formei no ensino médio, fui viajar para a Europa. Eu e meus amigos escalamos o Monte Pilatus na Suíça e decidimos tirar fotos no topo. Eu tirei fotos de todos os meus amigos no mesmo lugar, mas, ao tirarem fotos de mim, eles repararam que em todas as fotos havia um brilho estranho. Não houve jeito de fazer aquilo desaparecer.

Depois, quando cheguei em casa e mostrei as fotos para minha mãe, ela disse que estava convencida de que a luz brilhante era meu irmão, conectando-se comigo no momento em que eu estive mais perto do céu.

—sarahg4def616cd

“Meu tio, que era como um pai para mim, faleceu um dia depois do meu aniversário. O filho dele insistiu em mantê-lo vivo por aparelhos, mas depois seus órgãos deixaram de funcionar e ele morreu.

Quando saímos do hospital, olhei para fora da janela do carro e notei que havia apenas uma estrela no céu. Ela era muito brilhante e estava na direção do hospital.

Por alguma razão isso me fez sentir que era ele.”

—decibel1191

“Minha namorada tem um baú cheio de cobertores e brinquedos antigos em casa. Um dos brinquedos é um ursinho que canta, dado de presente a ela pela avó.

Um dia, quando estávamos saindo pela porta, uma música começou a tocar de dentro do baú. Minha namorada correu, pegou o ursinho de pelúcia e virou-o para ver se ele estava com pilhas. Não estava.

Então o urso parou de tocar, e ela se deu conta de que a avó havia falecido exatamente oito anos atrás.”

—mpshanny87

“O animal favorito da minha bisavó sempre foi a borboleta monarca. Durante a cerimônia, ao lado da sepultura, todos os presentes notaram uma linda borboleta monarca pousar sobre as flores em cima do caixão. Todos nós entendemos que foi sua última maneira de nos fazer sorrir e nos tranquilizar de que ficaríamos bem sem ela.

Depois, durante semanas, ligávamos um para o outro toda vez que víamos o mesmo tipo de borboleta. Todos nós vimos as borboletas dela e sentimos sua presença. Elas também pousaram em lugares estranhos, como diretamente na nossa mão ou no nosso cabelo, e até seguiram nossos carros. Cada experiência com borboletas foi mágica, e ainda penso nela toda vez que vejo uma.”

—hillzsharp

“Dois anos atrás, eu e meus familiares mais próximos fomos visitar meus avós para ver algumas coisas que minha bisavó havia deixado para minha mãe antes de falecer. Enquanto minha mãe examinava as coisas, ela encontrou uma jarra que ela lembrou que minha bisavó usava para servir suco de laranja ou chá para as visitas.

Mesmo assim, ela não tinha espaço para a jarra e decidiu colocá-la junto com outras coisas para doação. Mas, de alguma forma, a jarra acabava aparecendo em uma ou outra caixa com as coisas que seriam mantidas. Minha mãe não fez isso, nem meus irmãos, nem meu avô, nem meu primo. Por fim, minha mãe disse: 'Ok, bisa, parece que você quer mesmo que eu fique com a jarra. Vou ficar.

' Depois que ela disse isso, a jarra não mudou mais de lugar.

—kathrynrose42

“Cerca de um ano após a morte do meu tio, a filha dele deu à luz o primeiro filho. Meu pai, minha tia (a viúva do meu tio) e eu fomos conhecer o bebê. Quando estávamos fazendo o registro como visitantes, tivemos que fornecer um documento com foto para a emissão de um crachá. O funcionário disse que, de alguma forma, as fotos do meu pai e da minha tia já constavam nos arquivos.

De repente, olhei para meu pai e exclamei: não era você na foto, ERA MEU TIO! Todos nós começamos a chorar. Minha tia deu um grande abraço no meu pai e disse: 'Obrigada por trazê-lo com você!' Minha prima quase caiu da cama quando viu o crachá e disse que tinha rezado para que o pai dela conhecesse seu novo neto!”

—brittanyf44f707b7f

“Meu padrasto faleceu há pouco mais de dois anos. No verão passado, eu e minha meia-irmã recebemos um telefonema dele: um da residência dele e outro do lugar onde ele faleceu. Quando atendemos, ninguém respondeu. Quando fomos a esses lugares, ninguém foi capaz de explicar as chamadas que recebemos.”

—sarahl43b602d2e

“Minha bisavó morreu quando minha mãe tinha 12 anos. Elas eram muito próximas. Mais tarde, minha mãe me contou que, quando ela já era mais velha, viu nossa avó sentada na beira da cama, usando seu vestido favorito e sorrindo para ela.

Avançando para quando eu tinha 2 ou 3 anos de idade e minha mãe me levava para visitar o túmulo da minha bisavó… Ela conta que eu ria e brincava de bater palminha sozinha, mas parecia que eu estava brincando com outra pessoa.

Ela acha que era com a nossa avó.”

—missmandagal

“Quando eu tinha 23 anos, meu namorado faleceu em um acidente de carro. Mais ou menos um ano depois, eu trabalhava como garçonete e vi um cara entrar e comer sozinho. Ele perguntou meu nome e ficou visivelmente incomodado quando eu disse.

Depois que ele foi embora, recebi um telefonema de um ex-colega de trabalho dizendo que um amigo dele havia acabado de sair do restaurante e pedia para que eu fosse até o meu carro.

Fui até lá e encontrei um bilhete sobre um cara de chapéu vermelho parado ao lado do meu carro. Meu namorado sempre usava um chapéu vermelho.

No bilhete, meu cliente de antes dizia brevemente que às vezes tinha contato com espíritos e que um cara de chapéu estava tentando falar comigo. E sabe o que MAIS? O bilhete continha coisas que NINGUÉM MAIS além do meu namorado saberia.”

—kaylynk3

“No dia da minha formatura, eu estava chateada porque não conseguia encontrar o colar que minha falecida avó tinha me dado.

Eu já estava chateada porque ela não estaria lá comigo, e esse colar era a única coisa que fazia me sentir perto dela depois da sua morte.

Procurei no quarto por horas, revirei todas as prateleiras, tirei o colchão da cama… Eu e meus pais viramos a casa inteira de cabeça para baixo procurando o colar.

Chorei durante toda a cerimônia pensando que o tinha perdido. Mas, quando cheguei em casa, depois de pendurar o chapéu de formatura e o vestido, vi o reflexo do colar no espelho. ELE ESTAVA PENDURADO NO PORTA-RETRATO COM A FOTO DO DIA DO CASAMENTO DELA.

—alexandrakohr97

Cerca de cinco meses após o falecimento do meu avô, minha família procurou um clarividente da cidade.

Meu avô foi a primeira pessoa a se manifestar, pedindo desculpas às filhas por ter usado sunga e tê-las feito passar vergonha nas praias de Portugal.

Depois ele pediu para ver a medalha de guerra dele, que minha tia tinha trazido sem que soubéssemos. Foi meio esquisito e engraçado!”

—samantham4b4f82fa5

“Meu irmão desenvolveu um tumor cerebral no ensino médio, mas ainda assim conseguiu entrar na faculdade e viver uma vida bastante normal. Como ele tinha convulsões quase todos os dias, acabou fazendo amizade com a enfermeira da faculdade.

O filho da enfermeira havia morrido alguns anos antes devido ao mesmo tipo de tumor do meu irmão, por isso eles ficaram muito próximos. Um dia, meu irmão prometeu a ela que, se morresse, iria visitá-la.

Por fim, o câncer progrediu e ele teve que abandonar a faculdade.

Cerca de um ano depois, de repente, ela sentiu que deveria saber como ele estava. Seu telefonema chegou menos de cinco minutos depois que ele havia falecido. Foi muito reconfortante para minha mãe saber que ele havia cumprido a promessa.”

—lesliep44877c299

“Quando eu estava no primeiro ano do ensino médio, minha família tomou a difícil decisão de sacrificar a cachorra da família que estava travando uma dura batalha contra o câncer. Naquela mesma noite, todos nós tivemos o mesmo sonho com ela descendo a estrada a caminho de casa. Não sei se isso conta, mas todos nós tivemos certeza de que ela estava nos dizendo que estava bem.”

—noellethompson

“Uma noite, eu tive o sonho mais vívido de que eu estava em uma festa de aniversário e minha falecida avó estava lá. Ela estava toda elegante, era mais jovem e cheia de vida.

Minha avó segurava dois gêmeos – um menino e uma menina – ambos com cabelos cacheados. Havia uma vela #1 em cada bolo de aniversário e todos cantavam parabéns.

Mas minha avó não parava de perguntar: 'Onde ele está?' várias e várias vezes, referindo-se ao meu agora ex-marido. Eu acordei chorando.

Três meses depois, descobri que estava grávida de gêmeos – um menino e uma menina. Os dois têm cabelos cacheados. Eu e meu ex nos separamos um pouco antes do primeiro aniversário dos bebês, e ele não tem mais contato comigo nem com as crianças. Aquele sonho foi, sem dúvida, um aviso. Eu ainda tenho arrepios.

—buttercup2018

“Quando adotei meu primeiro filho alguns anos depois da morte da minha mãe, me sentia muito sozinha. Eu sentia que não tinha ninguém para me ajudar a 'ser mãe'. Foi então que eu percebi que não conseguia lembrar como era a voz da minha mãe. Isso partiu meu coração.

Alguns dias depois, eu estava procurando o livro do bebê para preencher com os dados do meu filho. Foi aí que eu encontrei uma fita cassete na mesma caixa.

A gravação era da minha mãe falando comigo e com o meu irmão… Só bobagens, mas era ela. A voz dela.

Eu nunca tinha visto aquela fita antes e nunca vou saber como ela foi parar naquela caixa, mas me trouxe uma parte dela de volta e nunca vou questionar isso.”

—joannea4385dd878

“Um grupo de amigos me enviou algumas flores depois da morte da minha mãe. Eram lírios brancos: a maioria dos botões estava fechada ou apenas começando a desabrochar.

Os últimos botões que começaram a abrir eram na verdade cor de rosa, mas não pareciam diferentes dos outros antes disso.

Minha mãe costumava me mandar lírios cor de rosa no meu aniversário todos os anos, então foi muito reconfortante para mim.”

—lesliel4548bd106

“Minha irmã comprou a casa da minha avó depois que ela faleceu. Lentamente, ela começou a mudar as coisas e a renovar os ambientes. De vez em quando ela encontrava um grampo de cabelo.

Não no tapete ou numa prateleira, mas no peitoril da janela ou na TV. Eles apareciam onde não tinham estado minutos antes.

Tomamos isso como um sinal de que a vovó – que estava sempre bem vestida e impecavelmente penteada – apreciou e aprovou as mudanças.

Minha avó se foi há cinco anos e minha irmã AINDA encontra os grampos dela!”

—l40fa4f176

“Quando eu tinha 20 anos, eu e meus amigos nos reunimos e ficamos bêbados. Quando voltávamos para casa, nenhum de nós estava usando o cinto de segurança e fomos atingidos por um caminhão. O motorista estava bêbado e em alta velocidade, mas milagrosamente ninguém se feriu. Isso ocorreu por volta das 2 da manhã.

No dia seguinte, tive a sensação de que minha avó havia falecido. Minha mãe me ligou de manhã para dizer que, infelizmente, ela tinha morrido. Por curiosidade, perguntei em que horário tinha acontecido. Ela disse que por volta das 2 da manhã.

Eu sei que parece loucura, mas tenho absoluta convicção de que minha avó foi meu anjo da guarda naquela noite e morreu no meu lugar. Sinto saudades dela todos os dias e sempre serei grata por ela e por salvar a minha vida.”

—marissalynns417d3ce02

A tradução deste post (original em inglês) foi editada por Victor Nascimento.

O que fazer com os pertences de alguém querido que morreu?

Falar sobre a morte de uma pessoa querido não é fácil para ninguém. Por mais que a pessoa seja espiritualizada, quando a saudade bate sempre vem uma tristeza e melancolia, misturadas com uma sensação de vazio que nada ou ninguém preenche. E esta saudade é ainda mais forte nos dias que antecede o Dia de Finados.

» Cuidado: brigas e conflitos acabam com a energia da casa» Siga Vida e Estilo no Twitter» vc repórter: mande fotos e notícias » Chat: tecle sobre a notícia

É muito comum, nesta época, sonhar com eles. Sonhos tão reais que, quando acordamos, muitas vezes os procuramos em nosso dia a dia, em nossa realidade, até lembrarmos que foi só um sonho. Acordamos do sonho e percebemos que o encontro com “eles” não foi neste plano, e sim em outras esferas.

Iremos descobrir o quanto eles nos fazem falta ainda hoje. Teremos saudades de suas palavras, broncas, carinhos, piadas, zangas e brincadeiras e, principalmente, de seu amor.

Seja ele um amor de mãe ou de pai, seja o amor de um filho ou neto, seja o amor de um companheiro ou companheira, nestes dias esta sensação estará mais forte e presente.

Cada um irá “curtir” estas lembranças, sensações e energias de sua maneira.

Ninguém poderá recriminar como você fica ou se sente neste dia. Devemos respeitar as crenças e sentimentos do próximo em relação aos Dia de Finados e como ele trabalha ou encara o falecimento de uma pessoa amada e querida.

E como Feng Shui trabalha a questão “morte ou partida de pessoas queridas”? De uma forma respeitosa e simples. Respeitosa, pois cada pessoa encara a morte conforme sua crença e valores pessoais e o Feng Shui respeita esta visão pessoal.

E com simplicidade pois no Feng Shui tudo tem o momento de começar e de terminar. O ciclo da vida se move, e sempre se renova. Um movimento simples e corriqueiro.

Na verdade, os orientais têm uma forma mais simples de encarar a morte. Já os ocidentais têm outra bem diferente. A tradição oriental é facilmente compreensível, quando entendemos que “orar” pelas boas energias, lembranças, alegrias, ensinamentos, carinho e amor de nossos ancestrais irá garantir e transmitir boas energias para seus descendentes diretos e gerações futuras.

No meu dia a dia profissional como consultor de Feng Shui, sempre sou questionado sobre este tema: a morte de pessoas queridas, o que fazer com os objetos, as fotos e outras questões.

Como são muitas as dúvidas e sempre se repetem, selecionei as mais comuns e vou procurar esclarecer ou mitos e verdades sobre o tema.

Dúvidas mais comuns: 1) Podemos ter fotos de pessoas falecidas em casa ou na empresa? Dizem que é ruim ter estas fotos em ambientes?Sim, podemos ter fotos de pessoas falecidas dentro dos ambientes, expostas ou guardadas.

Não há motivo algum para não ter fotos de pessoas falecidas nos ambientes. De forma alguma estas fotos irão trazer má energia à casa e às pessoas.

Estas fotos tanto podem estar guardadas em álbuns, como expostas em porta-retratos, bem à vista de todos, sem problema algum.

2) É verdade que não podemos ter fotos de pessoas mortas e vivas juntas expostas, porque dá azar?Mentira. Falar que dá azar estar ao lado de uma pessoa querida que já faleceu é uma tremenda falta de respeito e pura ignorância.

3) Por que toda a vez que vejo a foto de meu marido (ou mulher) já morto sinto-me mal e choro? Será que a foto que tem más energias que podem provocar isto?Não, com certeza não é a foto que lhe passa más energias.

O que acontece muitas vezes é que temos muito apego a pessoa falecida e não é fácil dos separarmos e aceitar o fato. No começo é normal. Mas, se depois de muito tempo isso continuar, há alguma coisa errada com você. Cuide-se.

4) Gosto de acender velas para meus antepassados e familiares falecidos dentro de casa. Isto pode trazer algum mal?Não é recomendado. A maioria das religiões não aconselha este ritual.

Agora, se sua religião, fé ou crença permitir este tipo de ritual, se é comum, claro que pode. Caso não for de sua crença ou habito religioso, não deve acender.

Os espíritas e umbandistas, por exemplo, não gostam de acender velas para pessoas falecidas dentro de casa, pois não acham a prática deste ritual apropriado dentro de uma residência ou qualquer outro ambiente.

Muitos católicos mandam rezar missas a seus antepassados.

5) Tenho mania de conversar com meus antepassados. Isto é bom ou ruim?Se você se sente bem conversando com eles, sem problema. Mas é conversar e não chorar ou brigar.

6) Já me falaram que não devemos lembrar ou pensar nas pessoas mortas dentro de nossas casas, porque irá trazer más energias. Isto é verdade?Eu acredito que o pior é pensar nos vivos. É pura mentira. Devemos sim, todos os dias, termos boas lembranças de nossos antepassados.

O que não podemos é ficar todos os dias chorando a morte de alguém querido. Isto não faz bem nem para nós, nem para o espírito de quem morreu.

7) Podemos guardar objetos pessoais de pessoas mortas dentro de casa?Sim, podemos e devemos guardar objetos pessoais de que pessoas mortas.Joias, canetas, aneis, relógios, coleções etc devem ser mantidos e usados normalmente. Use o que puder. Tenha certeza de que será muito bom.

8) E quanto às roupas, sapatos e utensílios? Podemos guardar?Pelo Feng Shui só há uma situação negativa em ter roupas e sapatos: quando eles estão parados e sem uso. Neste caso temos um ambiente com energia estagnada ou parada.

Agora, se as roupas e sapatos forem usados, maravilha. Em geral, as pessoas doam a maioria das roupas, guardando só o que forem usar. Não fique com as roupas paradas em armários e malas. Ou use ou doe.

9) Depois de quanto tempo podemos mexer nas coisas, roupas e objetos pessoas que morreram?Não é uma regra, mas tenho visto muitas pessoas aguardarem sete ou trinta dias da data da morte, o chamado período de luto. Ai começam a mexer nestes pertences. Ou doam ou usam.

10) Podemos reformar na casa toda depois que uma pessoa morreu?Após o período de luto é importante começar a mexer na casa. Mas não tenha pressa. Faça quando tiver vontade e condições de fazer as mudanças. Deixe a casa com sua cara e energia.

Mas, muitas vezes para dar uma levantada no “pique” das pessoas, uma pintura ou troca de moveis ajuda muito.

11) Há muitos anos perdi meus pais ou meu filho, e para senti-los mais próximo a mim mantenho o quarto deles fechado, com todos os moveis e objetos da época que eles eram vivos. Não mudei nada.

Isto é bom ou ruim?Isto é péssimo em todos os sentidos e energias. Manter um ambiente fechado provoca estagnação de energia para a casa e seus habitantes.

Manter um ambiente igual e intocável, como na época em que os moradores eram vivos, é um atraso energético imperdoável. Faz mal para todos, vivos e mortos.

O pior é que tem gente que mantém casa igual, com a mesma decoração por anos seguidos, depois que o companheiro morreu só para ter lembranças dele.

12) Qual dica que o Feng Shui pode nos dar?Tenha boas lembranças. Sinta a energia deles. E viva muito, mas muito feliz sempre.

Ficou com dúvida? Quer saber mais sobre o trabalho de Franco Guizzetti, ou entrar em contato com ele, clique aqui.

Somos tomados por uma sensação de vazio que nada ou ninguém preenche
Foto: Getty Images

Fonte: Especial para Terra

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