Como É Que Se Faz Vidro?

Você sabe como é feito o vidro? Qual a sua origem e por que surgiu?

Como É Que Se Faz Vidro?

No post de hoje, iremos abordar um pouco sobre esse material tão comum que todos nós temos em nossas casas,

mas que muitos desconhecem a sua origem. Você está preparado?!

O vidro é usado para diversas finalidades seja para decoração como para sua proteção e segurança.

Porém, na realidade, o que muitos desconhecem é a sua história e também  a fabricação de vidro nos dias atuais que

iremos abordar aqui. Vamos lá?!

História do Vidro

  • Antes de dar início a explicação sobre a fabricação de vidro, é fundamental que você conheça a história do vidro.
  • Não se sabe com precisão a origem do vidro, mas, com a descoberta de objetos de vidro nas necrópoles egípcias,
  • pode se garantir que  foi registrado na história há pelo menos 4 mil anos.
  • Historiadores e pesquisadores acreditam que a fabricação de vidro foi aperfeiçoada pelos romanos,
  • que, já naquela época, dominavam os processos de lapidação, pintura, coloração, gravura e até a moldagem do próprio vidro.
  • Ainda, Veneza, se tornou a verdadeira fábrica de vidros, lá foi experimentado uma grande expansão.
  • Isso fez que os venezianos se tornassem famosos pela sua habilidade em trabalhar com o vidro.

Como É Que Se Faz Vidro?

Ilustração de fabricação de vidro

  1. Segundo relatos da história, os venezianos eram tão importantes na forma em que trabalhavam com o vidro que o
  2. material foi proibido de ser exportado.
  3. E mais, todas as fábricas de vidros se concentravam em uma ilha chamada Murano – próxima da cidade de Veneza
  4. para facilitar o controle e processo de produção.
  5. Mas para a nossa felicidade, alguns operários venezianos conseguiram fugir da ilha.
  6. Eles se direcionaram para a Alemanha onde fez com que o vidro se prosperasse por toda a Europa,
  7. e em seguida, pelo mundo inteiro!
  8. Fato é que muitos dos venezianos que tentaram fugir de Murano foram mortos por rebeldia e desobediência.
  9. No entanto, não podemos tirar o mérito de que os venezianos são os verdadeiros responsáveis pela expansão desse
  10. material que todos temos em nossas casas.
  11. Além da Alemanha, França e Inglaterra contribuíram para o aperfeiçoamento em que se diz respeito fábrica de vidro
  12. e valorizando o caráter estético e artístico do material.
  13. Um avanço para  fábrica do vidro foi a marcante Revolução Industrial que consolidou o vidro como conhecemos
  14. atualmente.

Como é feito o vidro?

  • Como É Que Se Faz Vidro?
  • O vidro está muito presente em nossas vidas e pode ser moldado de qualquer maneira:
  • pára-brisas, janelas dos automóveis, lâmpadas, portas, guarda-corpo, recipientes, copos, janelas, etc.
  • As matérias-primas do vidro sempre foram as mesmas há milhares de anos…
  • Somente a tecnologia é que mudou, acelerando o processo e possibilitando maior diversidade para seu uso.
  • O vidro é feito por (72%) areia, (11%) calcário, (14%) barrilha (carbonato de sódio), (2%) alumina (óxido de alumínio) e (1%)  corantes ou descorantes.
  • A mistura resultante de matérias-primas é levada ao forno de fusão em que sob o efeito do calor se transforma em vidro.
  • Após esse processo o vidro é conduzido às máquinas de conformação.
  • Elas são utilizadas de acordo com o tipo de vidro que se pretende obter – aproveite para conhecer os tipos de vidro para portas e para janelas!
  • Depois disso, a peça de vidro deve ser recozida, isto é, deve ser esfriada lentamente até a temperatura ambiente.
  • Isso é fundamental para deixar o vidro ainda mais durável e resistente para a segurança e conforto dos consumidores.

Você sabia? Curiosidade sobre como é feito o vidro

  1. Como a ideia é falar sobre como é feito o vidro, quem inventou, etc.
  2. Será que você conhece essas curiosidades que iremos apresentar agora?
  3. O estado físico do vidro em que cientistas classificam o vidro como um sólido amorfo, sem forma.

  4. Algo como um sólido quase líquido, um meio-termo entre esses dois estados físicos.
  5. Esse estado físico quase ganhou uma condição única, chamada de vítreo.

  6. A controvérsia existe porque, embora pareça sólida, ele tem a estrutura molecular de um líquido e também pela sua
  7. dureza cristalina.

Reciclagem do vidro

Como É Que Se Faz Vidro?

  • reciclável, ou seja, pode ser reutilizado novamente na fabricação de vidros novos sem perder a qualidade e sua
  • essência.
  • Assim como o vidro é feito, na reciclagem os vidro devem ser separados por tipo e cores.
  • O vidro comum funde a uma temperatura a mais de 1000ºC, enquanto que a temperatura de fusão da fabricação do vidro é de 1600ºC.
  • Isso reflete em economia de energia e água, maior durabilidade dos fornos e ainda reduz a extração, beneficiando o meio ambiente.
  • O vidro usado retorna às vidraçarias em que é lavado, triturado e os cacos de vidros são misturados da mesma forma
  • de como é feito o vidro: areia, calcário, sódio, barrilha, alumina e descolorante.

A PS e o Vidro

Como É Que Se Faz Vidro?

A PS do Vidro está no mercado há mais de 30 anos. Teve seu início no bairro do Campo Belo em São Paulo.

  1. A experiência, habilidade e qualidade com os seus produtos e claro, preços acessíveis para o público,
  2. fizeram da pequena vidraçaria de bairro, um dos maiores atacadistas e varejistas de vidros, espelhos e acessórios de
  3. São Paulo.
  4. Atualmente, a PS possui atendimento em quatro lojas: Unidade Morumbi, Unidade Vila Olímpia, Unidade Saúde e
  5. Unidade Perdizes.
  6. E conta ainda com estrutura própria de produção e beneficiamento de peças sob medidas, fora de esquadro, corte,
  7. colagem e acabamento.
  8. Além disso, temos uma enorme preocupação e cuidado com os nossos clientes que sempre estão em primeiro lugar.
  9. Procuramos oferecer aos clientes a excelência no atendimento, na qualidade, na diversificação
  10. e oferta de produtos no mercado de vidros, espelhos, ferragens, alumínios, decoração, acessórios e afins.
  11. No entanto, se você deseja uma vidraçaria que ofereça qualidade, diversificação em vidros.

Além de preocupação com a segurança, conforto dos clientes e ótima recepção no atendimento, escolha a PS do Vidro, pois a garantia de qualidade é certa!  Peça um ORÇAMENTO ONLINE.

Texto: Ana Tamires

Vidro: história, composição, tipos, produção e reciclagem

O vidro é feito de uma mistura de matérias-primas naturais. Conta-se que ele foi descoberto por acaso, quando, ao fazerem fogueiras na praia, os navegadores perceberam que a areia e o calcário (conchas) se combinaram através da ação da alta temperatura. Há registros de sua utilização desde 7.000 a.C. por sírios, fenícios e babilônios.

Hoje o vidro está muito presente em nossa civilização e pode ser moldado de qualquer maneira: nos pára-brisas e janelas dos automóveis, lâmpadas, garrafas, compotas, garrafões, frascos, recipientes, copos, janelas, lentes, tela de televisores e monitores, fibra ótica e etc.

As matérias-primas do vidro sempre foram as mesmas há milhares de anos. Somente a tecnologia é que mudou, acelerando o processo e possibilitando maior diversidade para seu uso.

Composição do Vidro

O vidro é composto por areia, calcário, barrilha (carbonato de sódio), alumina (óxido de alumínio) e corantes ou descorantes.

Como É Que Se Faz Vidro?

Tipos de Vidro

Existem muitos tipos de vidros que apesar de partirem da mesma base, possuem composições diferentes, de acordo com a finalidade a que se destinam. Veja a tabela a seguir.

Tipos Aplicações
Vidro para embalagens garrafas, potes, frascos e outros vasilhames fabricados em vidro comum nas cores branca, âmbar e verde;
Vidro plano vidros de janelas, de automóveis, fogões, geladeiras, microondas, espelhos, etc .
Vidros domésticos tigelas, travessas, copos, pratos, panelas e produtos domésticos fabricados em diversos tipos de vidro;
Fibras de vidro mantas, tecidos, fios e outros produtos para aplicações de reforço ou de isolamento;
Vidros técnicos lâmpadas incandescentes ou fluorescentes, tubos de TV, vidros para laboratório, para ampolas, para garrafas térmicas, vidros oftálmicos e isoladores elétricos.

Produção de Vidro

Toda a matéria-prima é levada a um misturador.

A mistura resultante é levada ao forno de fusão, onde, sob o efeito do calor, se transforma em vidro e é conduzido às máquinas de conformação, que são utilizadas de acordo com o tipo de vidro que se pretende obter.

Após conformada, a peça de vidro deve ser recozida, isto é, deve ser esfriada lentamente até a temperatura ambiente, aliviando, desta forma, as tensões que normalmente surgem durante a conformação e tornando a peça mais resistente.

Reciclagem de Vidro

Dentre as principais vantagens do vidro está o fato dele ser 100% reciclável, ou seja, ele pode ser usado e posteriormente utilizado como matéria-prima na fabricação de novos vidros infinitas vezes sem perda de qualidade ou pureza do produto.

Como É Que Se Faz Vidro?

No processo de reciclagem os produtos devem ser separados por tipo e cores. Por exemplo, as embalagens de geléia e os copos comuns não devem ser misturados aos vidros de janela. As cores mais comuns são o âmbar (garrafas de cerveja e produtos químicos), o translúcido ou “branco” (compotas), verde (refrigerantes) e azul (vinho).

O vidro usado retorna às vidrarias, onde é lavado, triturado e os cacos são misturados com mais areia, calcário, sódio e outros minerais e fundidos. Veja gráfico abaixo:

COMPOSIÇÃO DO VIDRO COM CACO

Como É Que Se Faz Vidro?

A química de fazer o vidro:

A reciclagem preza pela qualidade do vidro, você sabia?

O processo de reciclagem prima pela qualidade do vidro e para sua execução é realizada uma análise prévia do material a ser reciclado – o caco de vidro – para eliminar impurezas que possam contaminar o vidro a ser produzido. Além disso, evita danificar os fornos e outros equipamentos utilizados.

Todo material reciclado passa por um beneficiamento, ou seja, as tampas e rótulos precisam ser retirados e as embalagens precisam passar por um processo de lavagem para que o resíduo seja removido.

Impurezas no Vidro

  • Pedras, Cerâmicas, Concreto, Louças e Cristal
  • São consideradas como impurezas, produtos inorgânicos estranhos à formulação do vidro sodacal, difíceis de serem fundidos nas temperaturas do forno de fusão e que, consequentemente,possam gerar falhas ou defeitos no produto final, como pedras, cerâmicas, concreto, louças e cristal
  • Material Orgânico (plástico, papel e terra)
  • Em princípio volatizam às altas temperaturas, porém em excesso podem alterar a atmosfera do forno, resultando em reações químicas que alteram a cor ou criam bolhas.
  • Metais Ferrosos ou não Ferrosos
Leia também:  Como Ver Que Tarifario Tenho Meo?

Contaminam o vidro, provocando manchas de cor totalmente diferentes do vidro base. Provocam bolhas ou aparecem no produto final na forma de defeitos metálicos e/ou pontos pretos, manchas, nuvens de bolhas, etc. O ferro metálico reage com o material refratário do forno de fusão, chegando a furar a sola e as paredes do forno, interrompendo a fabricação ou no mínimo, diminuindo a sua vida útil.

Vidros Farmacêuticos / Laboratório

Embalagens de vidro que contenham elementos químicos, nocivos a saúde ou corrosivos (classe 1) devem ser descontaminados antes de ir para a reciclagem. Para maior segurança, procure o Órgão Ambiental de sua região para dar o destino final adequado para o material.

Segregação de cacos para Reciclagem de Vidro Plano

O caco de vidro plano (float (liso) ou impresso) não deve ser misturado ao de embalagens. Sua reciclagem é feita junto às indústrias fabricantes e através de recicladores especializados, que adquirem caco junto à rede de venda de vidros de reposição para veículos.

O caco laminado também pode ser reciclado por um círculo ainda menor de receptores, os quais processam o mesmo através de moagem, removendo o filme plástico de PVB (polivinilbutiral), que se limpo de forma adequada (livre de caquinhos) também pode vir a ser reciclado.

Assim se você desejar reciclar algum caco de vidro plano, incluindo espelhos, a forma mais prática é oferece-o a uma vidraçaria de seu bairro, que participe da coleta de caco, destinando o caco gerado para um sucateiro.

  1. OBS: O vidro aramado não é reciclável.
  2. ÍNDICE DE RECICLAGEM DE VIDRO NO BRASIL
  3. 1991 – 15%
    1993 – 20%
    1995 – 25%
    1997 – 35%
    2000 – 40%
    2003 – 42%
    2005 – 43%
  4. 2007 – 49%
  • Em anos recentes, o índice de reciclagem no setor de embalagem de vidro tem se situado ao redor de 40%, com o uso de caco externo de origem diversa.
  • Fonte: ABIVIDRO
  • FIQUE POR DENTRO:
Além de ser 100% reciclável o vidro é muito bem aplicado para embalagens retornáveis. Neste caso a embalagem apenas sofre um processo de esterilização e pode ser utilizada novamente, como é feito com os cascos retornáveis de bebidas.

  • O uso de embalagens retornáveis reduz a necessidade de fabricação de novas embalagens, e conseqüentemente resulta em economia na extração de matéria-prima, nos gastos da fabricação e na emissão de poluentes proveniente do processo industrial.
  • No processo de reciclagem, o vidro comum funde a uma temperatura entre 1000oC e 1200oC, enquanto que a temperatura de fusão da fabricação do vidro, a partir dos minérios, ocorre entre 1500oC e 1600oC. Isso reflete em economia de energia e água, maior durabilidade dos fornos e ainda reduz a extração, beneficiamento e transporte dos minérios, diminuindo ainda mais os gastos energético e de materiais.
  1. Fonte: Youtube
  2. SAIBA MAIS:
  3. Informações básicas para montagem de negócio de Reciclagem de Vidro
  4. Cartilha: Vidro – Coleção Consumo Sustentável e Ação
  5. Cartilha: Plano de Gerenciamento Integrado de Resíduos Vítreos – FEAM – MG
  6. ABIVIDRO
  7. Como descartar vidro quebrado em segurança
  8. Como montar uma recicladora de vidro

Quer mandar vidros para a reciclagem? Procure um Ponto próximo de sua casa em nossa página.

Já imaginou poder contribuir para semear a educação ambiental por aí?

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Como o vidro é fabricado? Como o vidro é fabricado nas indústrias?

O vidro é um material bastante usado em nosso cotidiano. Sua utilização inclui recipientes de remédios, garrafas de cervejas e refrigerantes, mesas, janelas, espelhos, copos, pratos, objetos de arte e decoração e os mais diversos, sem os quais não vivemos sem. Mas como o vidro é fabricado? Do que ele é feito? Como é possível que ele fique em formatos tão variados e belos?

Bem, o método clássico e mais utilizado atualmente para a produção do vidro é chamado de fusão/resfriamento. Resumidamente, as matérias-primas são misturadas, levadas ao aquecimento em temperaturas elevadíssimas, o que causa a sua fusão (derretimento), moldadas no formato desejado e, depois, resfriadas.

A principal matéria-prima do vidro é a sílica ou dióxido de silício (SiO2 ), que está presente na areia. Mas nas fábricas costuma-se utilizar outra forma cristalina do dióxido de silício, que é o quartzo, mostrado a seguir:

Como É Que Se Faz Vidro? O quartzo é uma forma cristalina do dióxido de silício

Os outros dois componentes que formam o vidro são a barrilha ou soda (carbonato de sódio – Na2CO3) e o calcário (carbonato de cálcio – CaCO3). Esses três materiais são triturados, transformados em pó e, depois, misturados na proporção adequada, formando o que é chamado de mistura vitrificável. Essa mistura é levada para o forno, a uma temperatura de cerca de 1500ºC.

barrilha + calcário + areia → vidro comum + gás carbônico Na2CO3 + CaCO3 + SiO2 → silicatos de sódio e cálcio + gás carbônico x Na2CO3 + y CaCO3 + z SiO2 → (Na2O)x . (CaCO)y . (SiO2)z + (x + y) CO2

Com a fundição, forma-se uma espécie de massa pastosa com uma viscosidade próxima à do mel, que é formada pelos silicatos de sódio e cálcio.

Na fabricação artesanal, o artesão, com bastante habilidade, coleta a quantidade de vidro líquido que necessita com uma ferramenta chamada cana de vidreiro e começa a realizar a sua modelagem através de um molde.

Conforme as imagens a seguir mostram, a parte oca ou a parte de dentro de jarras ou garrafas de vidro, por exemplo, é feita quando o artesão assopra dentro do molde com a cana de vidreiro, que é um tubo oco, semelhante a um cano fino.

Podem ser usados também maçaricos para manter certas partes da peça na temperatura certa para realizar a modelagem, pois, depois de resfriado, não é possível mais moldar o vidro.

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Como É Que Se Faz Vidro? Etapas de fabricação de vidro de modo artesanal

Com base nesse processo, podemos definir o vidro como um produto inorgânico fundido que atinge por resfriamento uma condição rígida, sem que ocorra cristalização.

No entanto, a demanda de vidro é muito grande para esse método artesanal de fabricação. Por isso, nas indústrias, o método de produção sofre algumas variações. Entre elas, adicionam-se à mistura vitrificável cacos de vidro, que é um processo de reciclagem de vidro utilizado.

Aí sim é que essa mistura vai para o forno de fusão. Conforme você pode verificar na reação mostrada mais acima, há uma liberação de gás carbônico (CO2) para que não se formem bolhas no vidro.

Essa mistura é levada para as máquinas de conformação, que realizam a sua moldagem em grande escala.

O resfriamento do vidro precisa ser de forma gradual de acordo com o artigo que está sendo produzido.

Depois de rígido, o vidro passa por mais uma etapa de tratamento térmico, na qual fornos o reaquecem (etapa de recozimento), mas, depois, ele é novamente resfriado.

O vidro feito assim fica transparente. Para a produção de vidro colorido, é necessária a adição de alguns compostos à mistura vitrificável antes do processo de produção. Para obter o vidro vermelho, por exemplo, adicionam-se selênio e cádmio; para o vidro verde, cromo; para adquirir a cor azul, chumbo; e para obter o âmbar, usa-se uma mistura de enxofre, resina vegetal e grafite.

Como É Que Se Faz Vidro? Garrafas feitas com vidros coloridos

Dependendo do tipo de vidro que se deseja obter, são adicionadas outras substâncias que lhe conferem propriedades superiores. Veja três exemplos: cristal, alta sílica e borosilicato.

O cristal é um tipo de vidro especial que recebe a adição de, pelo menos, 24% de chumbo, por isso, ele é chamado de silicato de chumbo.

Esse material é usado na fabricação de taças, jogos de utensílios de mesas e em peças artísticas, bem como na fabricação de intrumentos ópticos, como lentes e prismas, tubos de TV, anteparos para blindagem de radiação gama e como vidro para solda.

O cristal possui a vantagem de ser lapidado mais facilmente, o que inclui gravações e polimento.

Existe também outro tipo de vidro que é bastante resistente ao calor e ao ataque de substâncias químicas, a alta sílica. No entanto, a sua produção apresenta um inconveniente: sua fusão só ocorre em temperaturas de cerca de 2000 ºC.

Leia também:  Resíduos Que Podem Ser Utilizados Como Fonte De Produção De Energia?

Esse vidro é formado por altos teores de sílica (cerca de 96%) e é utilizado em equipamentos especiais de laboratório. Porém, a maioria das vidrarias de laboratório, como pipetas, buretas, dessecadores, béqueres, etc.

, é formada por um tipo de vidro denominado borossilicato.

vidro

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Produção do Vidro

A produção de vidro faz-se através da moagem da matéria-prima: a sílica (proveniente da areia siliciosa), o óxido de cálcio (fornecido pelo carbonato de cálcio) e o óxido de sódio (fornecido pelo sulfato de sódio ou pelo carbonato de sódio

).

Em seguida, a mistura moída é homogeneizada e cozida num forno. Após ter perdido toda a água, junta-se a esta massa o fundente, que, em geral, é constituído por bocados de vidro finamente moídos. A temperatura é elevada até 1200 a 1400 o C de acordo com a composição da matéria-prima

.

  • Nesta fase juntam-se-lhe os aditivos (dióxido de manganês, borato de sódio e óxido de arsénio) e os corantes (óxidos metálicos), se for caso de se querer obter vidros coloridos. A partir daí a temperatura do forno desce até aos 800 a 400 o C, sob a qual o vidro fica pastoso, pronto a ser moldado
  • Muitas vezes é necessário proceder ao recozimento do vidro para melhorar as suas características, com vista à eliminação das tensões residuais que condicionam a sua resistência ao choque
  • A fabricação do vidro remonta a 5000 anos antes de Cristo, com o descobrimento da impermeabilização das vasilhas através de um verniz que se obtinha a partir de uma mistura fundida de soda natural (substância que se encontrava em grandes proporções no deserto ocidental do Egito), ou extraída das cinzas de certas plantas ricas em alcalis, com pedra calcária ou cal e areia de quartzo. Deitava-se este líquido sobre os recipientes depois de frios ou submergia-se em massa de fusão e ficava coberto de uma película solidificada de vidro
  • Com o tempo, o homem foi conhecendo as vantagens deste verniz, em particular a sua maleabilidade às temperaturas inferiores ao seu ponto de fusão, propriedade na qual se fundamentam algumas das primeiras técnicas do vidro
  • A classificação do vidro é muito diversificada, dependendo do seu processo de fabrico e da sua utilização, sendo as mais correntes as seguintes: vidro laminado, normalmente usado em janelas, sendo produzido através da passagem do vidro em fase pastosa por cilindros; vidro prensado, obtido através de moldagem em prensas, usado normalmente para fabricar placas, ladrilhos e corpos ocos de forma simples; vidro oco soprado, vidro fabricado manualmente e usado em garrafas e vasos; vidro para ótica, vidro usado para óculos e instrumentos de grande precisão, como máquinas fotográficas e microscópios; vidro orgânico, usado em claraboias e janelas, pois tem grande resistência ao choque e à flexão; vidro solúvel, usado para o fabrico de sabões e para materiais protetores contra o fogo em madeiras e tecidos.
  • História da Arte do Vidro

. . . .

Os mais antigos exemplares de objetos em vidro foram descobertos no Médio Oriente e datam do terceiro milénio antes de Cristo. Muitos deles eram fabricados a partir de vidro natural esculpido

.

No Egito eram fabricados jarros em vidro desde o reinado de Tutmósis III (cerca de 1500 a. C.).

Quinhentos anos mais tarde esta técnica conheceu grande desenvolvimento nos territórios da Síria e na Mesopotâmia, dois dos maiores centros produtores de objetos manufaturados em vidro, cuja tecnologia será difundida para a região mediterrânica pelos povos comerciantes da Ásia Menor. Foi precisamente com um destes, os Fenícios, que se inventou a técnica do sopro, no século I a. C

.

Os romanos expandiram geograficamente a sua utilização.

Criaram objetos em vidro transparente e coloridos, decorados com cenas históricas e mitológicas onde representavam figuras naturalistas em baixo relevo ou lapidadas.

Era também frequente a aplicação de pintura sobre os vidros. O mosaico colorido executado com tesselas de vidro, muitas vezes aplicando folha de ouro ou prata no seu interior, conheceu neste período o seu apogeu

.

Com a queda do império verificou-se o declínio da manufatura de vidro, embora se tivessem preservado as tecnologias e formas estilísticas, como o mosaico.

Tornou-se frequente a aplicação de chapa de vidro em janelas, nomeadamente nos grandes templos góticos, onde membranas translúcidas e coloridas (vitrais) preenchiam os enormes vãos dos edifícios.

Os melhores exemplares de vitrais datam dos séculos XII e XIV e foram realizados em França e Inglaterra

.

Durante o Renascimento, Veneza desempenhou o papel de principal centro produtor de vidros artísticos, mantendo essa posição até ao século XVII.

A sua indústria, concentrada na ilha de Murano, empregava um vidro muito dúctil e plástico que assume formas escultóricas de grande requinte. A partir de Veneza, a arte do vidro expande-se para toda a Europa.

Em França, Nevers conheceu o seu auge artístico durante a centúria de seiscentos

.

Durante o período Barroco tornaram-se famosos os vidros de Praga, de Nuremberga e de Potsdam. No século XVIII, em pleno período neoclássico, a Inglaterra recuperou muitas das soluções romanas difundindo-as para a Europa e para as suas colónias.

Nesta altura surgem as primeiras experiências de produção em série que viriam a democratizar o acesso às peças em vidro, separando claramente os objetos de carácter industrial daqueles produzidos artesanalmente que reivindicavam valor artístico

.

Com a Arte Nova a arte do vidro conhece um forte desenvolvimento criativo sob o impulso do americano Louis Tiffany e dos franceses Émile Gallé e René Lalique. Só mais tarde, na altura de revalorização da atividade de design foi reconhecido a alguns produtos industriais o valor cultural e artístico que inegavelmente apresentavam

.

Em Portugal a produção de vidros artísticos conheceu um notável impulso com a criação por D. João V da Real Fábrica da Coina que posteriormente foi deslocada para a Marinha Grande, onde constituiu o embrião da mais importante região vidreira portuguesa.

Sob determinação do Marquês de Pombal que nomeou Guilherme Stephens para a direção da fábrica em 1769, esta unidade tornou-se uma das maiores da Europa, destacando-se pela qualidade das suas peças de vidro e cristal.

Doada mais tarde ao Estado, esta unidade fabril tornar-se-ia conhecida por “Fábrica-Escola Irmãos Stephens

“. &

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Como referenciar: vidro in Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2021. [consult. 2021-04-19 22:07:12]. Disponível na Internet: https://www.infopedia.pt/$vidro

Vidro – Wikipédia, a enciclopédia livre

Esta página cita fontes confiáveis, mas que não cobrem todo o conteúdo. Ajude a inserir referências. Conteúdo não verificável poderá ser removido.—Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico) (Agosto de 2019)

Vasos de vidro coloridos.

Em ciência dos materiais o vidro é uma substância sólida e amorfa, que apresenta temperatura de transição vítrea[1]. No dia a dia o termo se refere a um material cerâmico transparente geralmente obtido com o resfriamento de uma massa líquida à base de sílica.

Em sua forma pura, o vidro é um óxido metálico transparente, de elevada dureza, essencialmente inerte e biologicamente inativo, que pode ser fabricado com superfícies muito lisas e impermeáveis.

Estas propriedades desejáveis conduzem a um grande número de aplicações. No entanto, o vidro geralmente é frágil, quebra-se com facilidade.
O vidro comum se obtém por fusão em torno de 1.

250 °C de dióxido de silício, (SiO2), carbonato de sódio (Na2CO3) e carbonato de cálcio (CaCO3).

História

Os povos que disputam a primazia da invenção do vidro são os egípcios e os fenícios. Segundo a Enciclopédia Trópico:

“Os fenícios contam que ao voltarem à pátria, do Egito, pararam às margens do Rio Belus, e pousaram sacos que traziam às costas, que estavam cheios de natrão (carbonato de sódio natural, que eles usavam para tingir lã). Acenderam o fogo com lenha, e empregaram os pedaços mais grossos de natrão para neles apoiar os vasos onde deviam cozer animais caçados. Comeram e deitaram-se, adormeceram e deixaram o fogo aceso. Quando acordaram, em lugar das pedras de natrão encontraram blocos brilhantes e transparentes, que pareciam enormes pedras preciosas. Um deles, o sábio Zelu, chefe da caravana, percebeu que sob os blocos de natrão, a areia também desaparecera. Os fogos foram reacesos, e durante a tarde, uma esteira de liquido rubro e fumegante escorreu das cinzas. Antes que a areia incandescente se solidificasse, Zelu plasmou, com uma faca aquele líquido e com ele formou uma empola tão maravilhosa que arrancou gritos de espanto dos mercadores fenícios. O vidro estava descoberto.”

Esta é uma das versões, um tanto lendária. Mas, notícias mais verossímeis, relatam que o vidro surgiu pelo menos 4.000 anos a.C.. Julga-se entretanto que os egípcios começaram a soprar o vidro em 1.400 a.C.

, dedicando-se, acima de tudo, a produção de pequenos objetos artísticos e decorativos, muitas vezes eram confundidos com belas pedras preciosas. Sua decomposição é de 4000 anos.

Leia também:  Como Dizer Que Amamos Uma Pessoa?

A cada 1000 kg de vidro leva-se 1300 kg de areia.

Em Portugal

Taça de vidro.

Foi só no século XVIII que se estabeleceu em Portugal a indústria vidreira — na Marinha Grande — e ainda hoje esta existe. Anteriormente, há notícia, desde o século XV, da existência de alguns produtores artesanais de vidro. É conhecido o labor do vidreiro Guilherme, que trabalhou no Mosteiro da Batalha. O vidro era obtido através da incineração de produtos naturais com carbonato de sódio (erva-maçaroca). Houve diversos fornos para a produção vidreira em Portugal, mas a passagem de uma produção artesanal, muito limitada, para a produção industrial foi lenta. Uma fábrica existente em Coina veio a ser transferida para a Marinha Grande, em consequência da falta de combustível. Estava-se no reinado de D. João V. A proximidade do Pinhal de Leiria, teria aconselhado a transferência da antiga Real Fábrica de Coina. Depois, o Marquês de Pombal concedeu um subsídio para o reapetrechamento desta fábrica vidreira na Marinha Grande.

Em 1748 estabeleceu-se na Marinha Grande John Beare, dedicando-se ali à indústria vidreira. A abundância de matérias primas e de carburante aconselhavam o fomento dessa indústria naquela região.

Em 1769 o inglês Guilherme Stephens beneficiou de importante protecção do Marquês de Pombal e estabeleceu-se na mesma localidade: subsídios, aproveitamento gratuito das lenhas do pinhal do Rei, isenções, etc.

A Real Fábrica de Vidros da Marinha Grande desenvolveu-se a ponto de ser Portugal, a seguir à Inglaterra, o primeiro país a fabricar o cristal.

Actualmente, o Palácio Nacional da Ajuda, possui uma valiosa colecção encomendada aos irmãos Stephens, adquirida na altura pelo rei D. Luís I e pela sua mulher, a rainha Dª. Maria Pia.

Sólido versus líquido

Existem controvérsias quanto aos mecanismos de caracterização do vidro na transição do estado líquido para o sólido.
Em meados da década de 1980 R.C.

Plumb propôs que os vidros de antigas catedrais eram mais grossos na base, pois teriam escoado com o tempo[2]. Essa ideia perdura até os dias de hoje, muito embora já tenha sido provada matematicamente falsa.
Edgar D.

Zanotto em 1998 publicou artigo na revista American Association of Physics, com um cálculo a partir da seguinte equação:

τ = η / G

em que τ é o tempo de relaxação, η é viscosidade (Pa·s) e G o Módulo de cisalhamento (Pa).

Em 1999, foi publicada uma revisão do cálculo tomando como base o valor de viscosidade de equilíbrio do vidro na temperatura ambiente.

O novo resultado foi de 10²³ anos [3], ou seja, mais de 2 nonilhões , sendo assim impossível qualquer escoamento perceptível nos poucos milhares de anos de uma catedral.

Vidro e o meio ambiente

Ainda não se pode determinar o tempo que o vidro fica exposto no meio ambiente sem se degradar.

O vidro é um material cujo tempo de degradação no meio ambiente é indeterminado, no entanto, é totalmente reciclável. Além disso, do ponto de visto energético e ambiental, o consumo e produção do material se mostraram mais vantajosos que o PET, se atendida a condição de reciclagem do produto a partir de um valor crítico, estimado em 80%.[4][5]

Composição

São basicamente compostos por areia, calcário, barrilha, alumina, corantes e descorantes.
As matérias primas que compõem o vidro são os vitrificantes, fundentes e estabilizantes.

  • Os vitrificantes são usados para dar maior característica à massa do vidro e são compostos de anidrido sílico, anidrido bórico e anidrido fosfórico.
  • Os fundentes possuem a finalidade de facilitar a fusão da massa silícea, e são compostos de óxido de sódio e óxido de potássio.
  • Os estabilizantes têm a função de impedir que o vidro composto de silício e álcalis seja solúvel, e são: óxido de cálcio, óxido de magnésio e óxido de zinco.
  • A sílica, matéria prima essencial, apresenta-se sob a forma de areia; de pedra cinzenta; e encontra-se no leito dos rios e das pedreiras.

O óxido de alumínio é um componente de quase todos os tipos de vidro. Certos componentes dos medicamentos ou de soluções nutritivas podem incorporar o alumínio do vidro e causar intoxicação. [6][7]

Depois da extração das pedras, da areia e moenda do quartzo, procede-se a lavagem a fim de eliminar-se as substâncias argilosas e orgânicas; depois o material é posto em panelões de matéria refratária, para ser fundido.

A mistura vitrificável alcança o estado líquido a uma temperatura de cerca de 1.300°C e, quando fundem as substâncias não solúveis surgem à tona e são retiradas. Depois da afinação, a massa é deixada para o processo de repouso, de assentamento, até baixar a 800°C, para ser talhada.

Fabricação

Fabricação de peças em vidro usando moldagem por sopro.

A fabricação é feita no interior de um forno, onde se encontram os panelões. Quando o material está quase fundido, o operário imerge um canudo de ferro e retira-o rapidamente, após dar-lhe umas voltas trazendo na sua extremidade uma bola de matéria incandescente.

Agora, a bola incandescente deve ser transformada numa empola. O operário gira-a de todos os lados sobre uma placa de ferro chamada marma. A bola vai se avolumando até assumir forma desejada pelo vidreiro.

Finalmente a peça vai para a seção de resfriamento gradativo, e assim ficará pronta para ser usada.

Tipos de vidros

Obsidiana: vidro formado naturalmente.

  • Vidro para embalagens – garrafas, potes, frascos e outros vasilhames fabricados em vidro comum nas cores branca, âmbar e verde;
  • Vidros para a construção civil – Vidro plano – vidros planos lisos, vidros cristais, vidros impressos, vidros refletivos, vidros anti-reflexo, vidros temperados, vidros laminados, vidros aramados, vidros coloridos, vidros serigrafados, vidros curvos e espelhos fabricados a partir do vidro comum;
  • Vidros domésticos – tigelas, travessas, copos, pratos, panelas e produtos domésticos fabricados em diversos tipos de vidro;
  • Fibras de vidro – mantas, tecidos, fios e outros produtos para aplicações de reforço ou de isolamento;
  • Vidros técnicos – lâmpadas incandescentes ou fluorescentes, tubos de TV, vidros para laboratório (principalmente o vidro borossilicato), para ampolas, para garrafas térmicas, vidros oftálmicos e isoladores elétricos;
  • Vidro temperado – aquecimento entre 700° e 750° através de um forno e resfriamento com choque térmico, normalmente a ar, causando aumento da resistência por compactação das camadas superficiais. O aumento da resistência mecânica chega a 87%. O vidro após o processo de têmpera não poderá ser submetido a lapidação de suas bordas, recortes e furos.
  • Vidro laminado – composto por lâminas plásticas e de vidro. É utilizado em para-brisas de automóveis, claraboias e vitrines.
  • Vidros comuns decorados ou beneficiados – São os vidros lapidados, bisotados, jateados, tonalizados, acidados, laqueados e pintados, utilizados na fabricação de tampos de mesas, prateleiras, aparadores, bases e porta-retratos. Nas espessuras de 2 mm a 25 mm (já se fabricam vidros planos de até 50 mm, para fins especiais em construção civil).
  • Vidro Colorido – Para o vidro ficar colorido é necessário a adição de alguns matérias antes da fundição por exemplo: para ficar na cor vermelho cadino e selênio, já o beje é necessário ter uma mistura de enxofre, resina vegetal e grafite.[8]
  • Vitrocerâmica – obtido submetendo o vidro comum a temperaturas elevadas (500°C-1000°C) o que provoca a sua cristalização. Possui maior resistência.

Principais características

  • Reciclabilidade
  • Transparência (permeável à luz)
  • Dureza
  • Não absorvência (impermeável a fluidos)
  • Ótimo isolante elétrico
  • Baixa condutividade térmica
  • Recursos abundantes na natureza
  • Durabilidade

Vantagens

  • Reciclável;
  • Higiênico;
  • Inerte;
  • Versátil;
  • Impermeável;
  • Transparente;
  • Difícil corrosão.[9]

Desvantagens

  • Fragilidade;
  • Preço mais elevado;
  • Peso relativamente grande;
  • Menor condutibilidade térmica;
  • Dificuldade no fechamento hermético;
  • Dificuldade de manipulação.

Ver também

  • Reciclagem de vidro
  • Vidro vulcânico
  • Outside vapor deposition

Referências

  1. ↑ Elliott, S.R. (1994) Amorphous Solids: An Introduction. In: Catlow, C. R. A. (eds.), “Defects and Disorder in Crystalline and Amorphous Solids”, NATO Advanced Studies Institutes Series; Series C, Mathematical and Physical Sciences, 418, Kluwer Academic Publishers, Dordrecht: 73-86. ISBN 0792326105.

  2. ↑ Plumb, R. C. (1989) Antique windowpanes and the flow of supercooled liquids. Journal of Chemical Education, 66(12): 994-996.
  3. ↑ “Do cathedral glasses flow?” Edgar D. Zanotto & Prabhat K. Gupta – American Journal of Physics – March 1999 – Volume 67, Issue 3, pp.

    260-262 March 1999

  4. ↑ Souza, William José de; Silva, Sidinei Silvério da (2019). «Economia solidária: o caso das cooperativas de reciclagem de Maringá-PR / Solidarity economy: the case of the recycling cooperatives of Maringá-PR». Brazilian Applied Science Review (1): 417–438. ISSN 2595-3621.

    Consultado em 20 de janeiro de 2021 

  5. ↑ «Energy and environmental analysis of glass container production and recycling». Energy (em inglês) (12): 2137–2143. 1 de dezembro de 2009. ISSN 0360-5442. doi:10.1016/j.energy.2008.09.017.

    Consultado em 20 de janeiro de 2021 

  6. ↑ O problema da contaminação na determinação de traços de alumínio. Disponível em: www.scielo.br
  7. ↑ Alumínio nas veias. http://revistapesquisa.fapesp.br/2013/10/17/aluminio-nas-veias/
  8. ↑ Anderson Rocha, Anderson Rocha. «Fabricante e Vidraçaria Porto Alegre». vidracariaportoalegre.com. Vidraçaria Porto Alegre. Consultado em 22 de março de 2018 
  9. ↑ http://mundoestranho.abril.com.br/materia/por-que-o-acido-nao-corroi-vidro

Ligações externas

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Vidro

  • «Capítulo Solidos Não-Cristalinos, Portal de Ciência dos Materiais , Cetec/Redemat» 
  • «Is glass liquid or solid?»  by Philip Gibbs on the spr USENET physics FAQ
  • «Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro» 
  • «A Origem do Vidro (em A Origem das Coisas)» 
  • «Vidro – Como se fabrica (em Vidraria de Laboratório)» 

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