Como É Que Se Faz Um Filho?

Como É Que Se Faz Um Filho?

O choro é a principal maneira de os bebês se comunicarem.  É a forma que eles têm de chamar atenção e expressar suas necessidades. Vai demorar um pouco até que o seu filho aprenda a falar – então, cabe a você descobrir o que o bebê está tentando lhe dizer.

No começo, pode ser difícil interpretar os diferentes tipos de choro do bebê, mas com o tempo você vai tirar isso de letra e conseguirá reconhecer e atender o que o seu filho precisa. Para cada tipo de choro, existe uma causa. Conheça as principais perguntas que você deve fazer para entender o choro do seu filho:

Por que o bebê chora?

Os recém-nascidos também podem chorar muito, sem que isso signifique que estão fazendo birra ou tenham algum problema de saúde.

A única forma de comunicação do recém-nascido é através do choro, então ele chora quando há uma situação de desconforto, como fome, frio. E esse choro é sem lágrima.

As glândulas lacrimais ainda estão pouco desenvolvidas; elas vão amadurecer e começar a funcionar no final do primeiro mês.

Com o tempo, os bebês aprendem formas mais elaboradas de transmitir desconforto, mas talvez isso não represente menos choro. Em meio a toda preocupação e todo o cansaço que a chegada do filho traz, outro cuidado que não pode faltar é dar a ele muito carinho e amor. Essa linguagem qualquer criança entende desde que estava na barriga e nenhum médico precisa passar a receita de como se faz.

Como entender o que o bebê quer?

Sono, fome, cólica e fralda suja são apenas alguns dos motivos que podem fazer com que os bebês comessem a chorar desesperadamente e até as mães mais experientes podem se confundir na hora de tentar decifrar a mensagem que eles querem nos passar.

Olhe para o bebê, tente entender o que ele diz. Bebê fala? Sim, com expressão corporal, com caras e bocas, com choros e barulhos.

É preciso respeitar o bebê, saber que ele é um ser humano completo que tem as emoções de um adulto: raiva, medo, tristeza, mágoa, tédio… Sem achar que tudo é manha, fome ou cólica!

Não existe uma fórmula mágica para descobrir o que aflige o bebê. “Descobrir a causa do choro, muitas vezes, é um trabalho de tentativa e erro.

Muito bonito na teoria é achar que, pelo barulho, você consegue identificar o verdadeiro motivo, mas na prática vem o choro da fralda molhada junto com as lágrimas do sono e da fome.

Bem-vindos à vida real”, explica a pediatra Patrícia Rezende, do grupo Prontobaby.

Quando o bebê chora?

Se isso geralmente acontece depois de mamar, pode ser que ele sofra com gases ou refluxo. Se ele costuma chorar num mesmo horário todos os dias, pode ser cólica. Mas, se o choro é irregular e até aleatório, isso pode fazer parte do temperamento do seu filho – alguns bebês choram mesmo mais do que outros. Como É Que Se Faz Um Filho?

Durante o choro, o que ele faz com o corpo?

Observe seus movimentos: se ele costuma puxar os pés até o peito, provavelmente são gases. Se ele fica rígido e arqueia as costas, pode ser sinal de duas coisas: refluxo ou até mesmo temperamento dele, fazendo com que ele tenha vontade de fechar-se para o mundo.

O que geralmente o acalma?

Se arrotar ou quando ele faz exercícios de pernas alivia o choro, pode ser que você tenha ajudado a passar uma bolha de gás. Se ele melhora quando está sentado ereto, pode ser refluxo! Já bebês com cólica podem ter o choro aliviado por distrações como o som da água corrente ou algo que desperte sua curiosidade até, pelo menos, que a cólica passe ou melhore.

Os cinco tipos diferente de choros

A idade dos bebês é a primeira coisa que precisa ser avaliada. “O bebê nasce absolutamente dependente e por um determinado tempo após o parto, enquanto se desenvolve, precisa de mais apoio. Os primeiros 90 dias são como se a criança ainda estivesse sendo gestada.

Ela se assusta com barulho e luminosidade, além de não estar acostumada a sentir calor, frio e fome. Todas essas sensações são muito novas e o choro pode ser por uma dessas causas”, explica a pediatra.

Confira os cinco principais tipos de choro do bebê e dicas de como lidar com cada um:

Choro de aconchego

O cueiro pode se tornar o seu melhor amigo. Isso porque, ao nascer, seu filho tem um reflexo primitivo e se assusta com o que está ao redor. Mantê-lo enrolado simula a sensação de afago que ele tinha na barriga da mãe e o ajuda a dormir melhor.

Choro em movimento

Lembre-se: quando ainda estava na barriga, o bebê era mantido em movimento, já que você não ficou nove meses estática. Portanto, dar uma leve ninada em seu filho pode acalmá-lo quando estiver deitado e começar a chorar.

Choro tem hora

Devemos observar o horário do choro. Se for sempre à noite, pode ser que a criança não esteja dormindo o necessário. Isso explica o cansaço no fim do dia, com o adulto com sono acumulado.

O bebê pode sofrer com efeito vulcânico: como se um vulcão estivesse ali acumulando cansaço o dia todo para entrar erupção à noite.

Antes de chegar a essa conclusão, é importante observar se o xixi e o cocô estão normais e se o seu o bebê está ganhando peso adequadamente, para eliminar outras causas orgânicas.

Quando eles perdem o choro

Algumas crianças podem, durante crises de choro, inspirar e prender involuntariamente a respiração, podendo até desmaiar. Apesar de rápido, o episódio é apavorante para os pais. Nesse momento, é preciso que você mantenha a calma e fique ao lado do seu filho, mantendo-o deitado, se possível.

Atitudes como molhar o rosto ou pulsos do bebê, dar água ou sacudi-lo devem ser evitadas. Quando isso acontecer, é importante que a mãe comunique ao pediatra para que ele verifique se foi realmente uma crise de perda de fôlego ou se tem algo por trás.

Você pode tentar distrair a atenção do seu filho para evitar novas crises.

Choro de fome

É comum ter dificuldade para alimentar seu filho nos primeiros dias, já que vocês dois ainda estão aprendendo a lidar com a amamentação. O bebê entende a fome quase como uma dor, mas, antes de abrir o berreiro, ele manda alguns sinais e é possível identificá-los. Abrir e fechar as mãos, chupar o dedo, esticar-se e aumentar os movimentos do corpo são alguns alertas que a mãe pode perceber. Se o bebê já estiver chorando, com movimentos corporais acelerados e coloração avermelhada, é aconselhável acalmá-lo antes de alimentá-lo. Como É Que Se Faz Um Filho?

  • O guia do choro do bebê
  • Separamos dicas para te ajudar a identificar e lidar com cada tipo de choro de seu filho:
  • Fome

Se seu bebê estava dormindo por duas ou três horas e acordou chorando, pode querer mamar. Amamente-o, oferecendo os dois peitos alternadamente. Comece por aquele em que ele mamou por último.

Desconforto

Verifique se a fralda está suja e a troque. Veja se a roupa de cama está limpa e se ele não está com frio ou calor.

Insegurança

Um movimento brusco, luz forte ou um barulho podem fazer o recém-nascido chorar. Muitos choram durante a troca e no banho. Acaricie o bebê e segure-o com firmeza, mas com suavidade ao trocá-lo e banhá-lo.

Cansaço

Quanto mais exausto o bebê, mais difícil acalmá-lo e o choro pode alcançar proporções ensurdecedoras. Identifique o sono antes da exaustão: ele boceja e puxa as orelhas, por exemplo, antes de começar a chorar. Crie um ritual calmante que preceda a hora do sono, cantando e embalando-o ao colocá-lo no berço.

Fonte: Revista Pais & Filhos

“Socorro, como explico para os meus filhos de onde vêm os bebês?” | Se Conselho Fosse Bom

Como É Que Se Faz Um Filho?

Olá! Tenho uma menina de 8 anos em casa e mais um casal de enteados da mesma idade. Tenho observado que as crianças estão descobrindo sua sexualidade mas acredito que eles ainda não sabem o “be a bá” das coisas. Qual a melhor forma de falar sobre sexo e sexualidade com eles? Como explicar de onde vem os bebês? Lembro que minha mãe nunca teve uma conversa franca sobre o assunto comigo e não quero fazer o mesmo com a minha filha.
– Mamãe em crise.
Cara mamãe em crise.
Você tem razão, não faça como a sua mãe. O melhor mesmo é conversar. Aos 8 anos de idade, eles já devem ter pescado algumas coisas e devem ter muitas dúvidas sobre o assunto. Diga que você quer explicar de onde vêm os bebês e peça para eles fazerem as perguntas que quiserem. Responda o que eles realmente estão perguntando. (Não precisa entrar em detalhes que eles não pediram para saber). E o mais importante: converse como se fosse a coisa mais natural do mundo – porque no fundo é. Se eles perceberem que você está desconfortável, vão entender que o assunto é tabu.

Assim, comece explicando a parte mais fácil: que todos os meses as mulheres produzem um óvulo, enquanto que homens produzem milhões de espermatozóides por dia. Para fazer um bebê, é preciso que essas duas gametas se encontrem. Óvulo e espermatozoide então se misturam e se transformam em um feto, que vai crescer dentro da barriga da mãe.

Quanto à parte mais… anatômica, digamos, é melhor ser sincera também. Explique que existe uma coisa chamada sexo, que é feita entre adultos. Explique que o pênis do homem fica duro e entra na vagina da mulher (é melhor chamar as partes do corpo com os nomes corretos mesmo), e que o ato é bom para os dois. Diga que sexo é algo que só deve ser feito entre duas pessoas que estejam a fim.

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E o principal: por que não incluir o seu marido na conversa?

Gostou das dicas? Eu não tirei tudo da minha cabeça. Boa parte vem do nosso dossiê “Como explicar o mundo para as crianças”. Tem essa e muitas outras respostas lá. Dá uma olhada.

– Reprodução/Superinteressante Como É Que Se Faz Um Filho?

Após começar a fazer faculdade e morar sozinho (eu tenho 17 anos), ando transando todo final de semana com a mesma menina. Só tem uma questão: o papo acabou. Meu maior problema é que eu realmente gosto dela e não consigo mais conversar normalmente sem ficar aquele silêncio constrangedor.

O que fazer? Procurar outro relacionamento, insistir nos papos chatos ou simplesmente não fazer nada e ver até quando isso vai durar?
-Mudo
Caro mudo
Se ela topa ir voluntariamente para a sua casa todos os fins de semana é porque algum interesse em você ela deve ter. Acho que, porque você gosta dela, está muito auto-crítico.

Lembre-se de que nem todas as conversas precisam ser filosóficas, profundas, sobre o sentido da vida. Imagino que você já tenha conversado com algumas pessoas ao longo da sua vida. Faça o mesmo com ela. Fale sobre o seu dia, seus hobbies, os professores da faculdade, os amigos em comum. Provavelmente, ela vai responder alguma coisa.

Preste atenção nessa resposta – e comente em cima. Olha só! Isso já é uma conversa!

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Atenção aos sinais de que seu filho precisa de um psicólogo | Blog Leiturinha

Por vezes, algumas mudanças na vida de uma criança, como a separação dos pais, a chegada de um irmão mais novo e a mudança de escola podem desencadear alterações de comportamento.

Caso apenas o suporte da família não seja suficiente para que a criança enfrente este momento, é hora de procurar a ajuda de um(a) profissional.

O acompanhamento de um psicólogo infantil colabora para que os pequenos e pequenas consigam lidar melhor com suas emoções e seus sentimentos, seja raiva, medo, ciúme, insegurança ou ansiedade.

Por isso, se você quer descobrir os sinais de que seu filho ou filha precisa de um psicólogo infantil, confira abaixo a nossa matéria. Afinal, é importante que os pais e responsáveis estejam sempre atentos ao comportamento das crianças. Acompanhe!

6 sinais de que é hora de procurar um psicólogo infantil

Alguns comportamentos indicam que é necessário a ajuda de um psicólogo infantil.

Tristeza, prostração, apatia, perda de interesse, agressividade ou choro excessivo, por exemplo, podem ser sinais de que algo não vai bem com seu pequeno ou pequena.

Por isso, para ajudar você a perceber se é preciso procurar um acompanhamento profissional, veja a seguir os principais indicativos de que é hora de procurar um psicólogo infantil. 

1. Alteração brusca ou exagerada de comportamento

De fato, pode acontecer da criança mudar de forma exagerada seu modo de se comportar, sem que isso necessariamente signifique um problema. No entanto, em alguns casos, as mudanças podem prejudicar a saúde ou os relacionamentos do pequeno ou pequena, gerando sofrimento.

Normalmente, essas alterações significativas no comportamento infantil ocorrem em determinadas situações. Durante o sono, quando a criança faz xixi na cama ou se recusa a dormir sozinha, quando antes o fazia. Na alimentação, quando a criança passa a comer de forma exagerada ou deixa de ter apetite. Ou, ainda, na escola, demonstrando problemas comportamentais ou de aprendizagem, por exemplo.

Vale lembrar que, nesse último caso, a escola pode se tornar uma grande aliada dos pais e responsáveis, já que os professores têm a oportunidade de observar a criança ao longo do dia, quando os pais não estão presentes. Por isso, não deixe de conversar com professores, diretores e coordenadores pedagógicos. 

2. Comportamentos agressivos

A agressividade exagerada, quando não resolvida por conversas em família, pode ser um sinal de que a criança não está lidando bem com algum sentimento ou situação. Dessa forma, é indicado procurar ajuda profissional. O psicólogo infantil irá apoiar os pais e responsáveis na descoberta da origem dos comportamentos agressivos e até poderá ajudar na abordagem dessas emoções.

3. Agitação, inquietude ou dificuldade em manter a atenção

Por vezes, muitas crianças são diagnosticadas com TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) e acabam sendo medicadas sem real necessidade. Em casos de agitação, inquietude e falta de atenção, a terapia, por exemplo, pode ser uma grande aliada. Afinal, a terapia infantil ajuda não só a criança, como também os pais e familiares a lidar com essa situação.

Além disso, na maioria das vezes, uma mudança de comportamento e de atitude dos responsáveis pode até mesmo resolver o problema da criança. Isso porque eles exercem uma grande influência sobre o que as crianças sentem, pensam e como se comportam.

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4. Problemas escolares

Seja por problemas comportamentais, seja por alguma dificuldade de aprendizagem, a psicoterapia infantil tem muito a contribuir nos casos de problemas escolares, orientando os pais e também a escola a lidar com o pequeno ou pequena. Por isso, caso existam queixas escolares, procure um psicólogo infantil que possa contribuir com adultos e crianças.

5. Regressão de alguma fase do desenvolvimento

A regressão de alguma fase do desenvolvimento pode ser bastante comum quando há a chegada de um irmão mais novo, por exemplo. Ou, ainda, em situações em que a criança se sente insegura por algum outro motivo. Nesse sentido, é importante ficar atento e observar o pequeno ou pequena.

Se a criança voltar a repetir comportamentos de uma fase anterior do desenvolvimento infantil, o acompanhamento de um profissional pode ajudar bastante. Assim, será possível acolher e apoiar toda a família.

6. Saúde prejudicada

Às vezes, as crianças ficam doentes sem que os pais encontrem uma causa biológica ou física para esse quadro. Isso acontece porque é comum que as crianças não consigam verbalizar suas dores e inseguranças. E, então, aparecem sintomas, comportamentais ou mesmo físicos. Ou seja, é o corpo falando pela criança.

Desse modo, se seu filho ou filha está apresentando sintomas, como febre ou dor de barriga, sem que exista uma explicação médica, é importante procurar ajuda profissional. Um psicólogo infantil irá ajudar a identificar a situação que está desencadeando essa situação.

Como é o trabalho do psicólogo infantil?

Muitos pais e responsáveis se questionam sobre o que as crianças irão fazer durante uma consulta com o psicólogo infantil.

De fato, as sessões de terapia de adultos e crianças possuem dinâmicas e abordagens bastante diferentes. Saiba, então, que o psicólogo infantil trabalha basicamente a partir do lúdico.

Isto é, a criança vai às sessões e brinca, com o terapeuta ou sozinha.

Enquanto isso, suas questões são abordadas de forma indireta. Dessa forma, os conteúdos são mais facilmente acessados pelo psicólogo infantil, pois a criança os expressa por meio do brincar. Além disso, a participação dos pais na terapia é fundamental, pois o trabalho realizado pelo profissional depende muito do envolvimento ativo da família no tratamento da criança.

Nesse sentido, é importante que os pais conheçam seus filhos e os observem em casa, para que possam contribuir com o trabalho do terapeuta. Em alguns casos, inclusive, os próprios pais são instruídos a frequentar a terapia, pois seus comportamentos e modos de pensar precisam ser trabalhados para que os comportamentos das crianças melhorem.

Como a literatura infantil pode ajudar?

Abordando temas delicados de forma lúdica e dialogando com o imaginário dos pequenos e pequenas, os livros infantis são capazes de fazer uma ponte entre os adultos e as crianças. Ou seja, tratando a temática desejada de forma leve, seja em casa, na clínica ou em instituições de saúde e proteção social, por exemplo.

Além disso, os livros infantis são ideais para quebrar o gelo, principalmente na prática com grupos. Dessa forma, por meio da leitura de um livro, é possível viabilizar um ótimo trabalho sócio emocional e educativo com crianças e também adolescentes.

Em casa, os pais e responsáveis também usar o livro infantil para conversar com as crianças sobre emoções e sentimentos.

Pensando nisso, a Loja Leiturinha tem uma categoria especial para que os adultos iniciem essa discussão com os pequenos e pequenas ainda dentro do lar.

Assim, com livros delicados e especiais, é possível dialogar com as crianças sobre temas complexos, como o medo, a chegada do irmão e muito mais!

O Coelho Escutou

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Foi então que chegou o coelho. E tudo o que o coelho fez foi ouvir; e era só disso que o Tito precisava.

O que fazer quando algo dá errado em nossa vida? Os conselhos podem ser muitos! Mas poucos são aqueles que apenas nos escutam, sem opinar. E na infância acontece a mesma coisa! Pensando nisso, o livro O Coelho Escutou, da autora Cori Doerrfeld, é um lançamento exclusivo da Leiturinha que fala justamente sobre a importância de escutar aqueles que amamos.

Com ilustrações comoventes e uma narrativa bastante delicada, O Coelho Escutou é indicado para crianças de 5 a 8 anos de idade. Com ele, é possível falar sobre raiva e frustração, já que nem sempre tudo sai como planejado, não é mesmo?

Se você gostou do livro O Coelho Escutou e quer levá-lo para sua casa, acesse o site da Loja Leiturinha! Basta clicar aqui.

Percebeu como a leitura pode fazer a diferença na vida de uma criança? Então, se você quer viver as melhores histórias com os pequenos e pequenas, faça parte do Clube Leiturinha! Acesse o site e descubra o plano ideal para incentivar a leitura desde cedo!

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Vou ter um filho, e agora? Saiba como se preparar financeiramente

A chegada de um bebê na família é motivo de festa. Para os futuros papais, é o momento de se preparar para receber o novo integrante. Há muito para planejar: enxoval, quarto e adaptações na casa, no automóvel, na rotina de trabalho e, é claro, no orçamento. Diante de tantas mudanças, você deve estar se perguntando: vou ter um filho, e agora? Aliás, quanto custa ter um filho?

Uma vida financeira estável fará toda a diferença para que essa nova fase seja tranquila e que sua família possa crescer de forma saudável e próspera. Por isso, trouxemos algumas dicas que vão lhe ajudar a tirar de letra a organização do novo orçamento. Acompanhe!

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Vou ter um filho. Quanto isso custa?

Especialistas estimam que um bebê consome de 20 a 30% do orçamento mensal da família, dependendo das escolhas que os pais fizerem, como plano de saúde, vestuário, alimentação e educação.

Antes mesmo do seu filho nascer, é importante adaptar os gastos para ter essa quantia prevista sobrando. Se não houver essa folga na renda, reveja alguns hábitos antes da chegada da criança, pois os primeiros meses após o nascimento são delicados e nada favoráveis a uma mudança de estilo de vida.

Na hora de fazer as contas sobre quanto custa ter um filho, também é válido considerar a renda que os pais terão quando a mãe entrar em licença maternidade, pois, em alguns casos, principalmente para profissionais autônomos, isso pode significar uma redução significativa no orçamento familiar.

Quais os principais gastos com a chegada de um filho?

Enxoval

Com a notícia da gravidez, uma das primeiras atitudes que os novos papais tomam — com muito entusiasmo — é montar o enxoval do bebê. Ter um filho faz você mergulhar em um mundo repleto de roupas, decorações e acessórios, universo que pode levar os mais inexperientes a pensar que, se não tiverem tudo aquilo, não estarão preparados.

Porém, não é bem assim. Esteja ciente de que, para haver tranquilidade desses primeiros anos do bebê, o que importa é uma vida financeira estável, pois ela permitirá que vocês se dediquem ao bem-estar e ao desenvolvimento da criança.

O enxoval do bebê envolve, basicamente, carrinho, cadeira de descanso, berço, roupinhas, decoração de quarto e móveis. Pesquisando em sites conhecidos, como Alô Bebê, Mega Loja do Bebê, Tricae e Abracadabra, a compra total desses itens (com bom nível de qualidade) sai entre R$ 4 mil e R$ 8 mil, dado que existem pequenas variações entre as lojas.

Caso o casal tenha um pouco mais de tempo para a chegada do pequeno, vale a pena também dar uma olhada em e-commerces internacionais, como Ali Express. Apesar do câmbio alto da atualidade, é ainda possível encontrar produtos interessantes (como roupas e carrinhos) a preços convidativos.

Vale lembrar que a estratégia mais inteligente é diluir a compra do enxoval do bebê em múltiplas lojas (ao invés de comprar tudo no mesmo local). Se for possível, comprar aos poucos também ajuda a dar sustentabilidade ao investimento.

Como você pôde ver, a resposta para o questionamento “quanto custa ter um filho” depende das estratégias de despesas. E outra dica: antes de ir às compras, converse com mães que tiveram bebês recentemente e descubra o que é realmente necessário.

Fraldas

Carrinho de bebê: em média, R$ 700,00; cadeira de balanço: em média, R$ 300,00; kit berço: entre R$ 300,00 e R$ 600,00. Você pode até estar assustado com os valores dos itens de enxoval, mas o custo com fraldas, acredite, é um dos grandes desafios dos pais de primeira viagem.

Mas quanto se gasta com isso até o desfralde? De modo geral, o consumo de fraldas tem o seguinte escalonamento:

Idade do bebê Fraldas/dia/média Fraldas/mês/média
Até 1 mês 10 fraldas 300 fraldas
De 1 a 5 meses 8 fraldas 240 fraldas
De 5 a 9 meses 8 fraldas 240 fraldas
De 9 a 12 meses 8 fraldas 240 fraldas

Essa é um escala média do quantitativo de fraldas até 1 ano (média de 1.020 no período).

Considere que:

  • um pacote de fraldas para recém-nascidos, de 36 unidades, custa em média R$ 30,00;
  • um pacote G com 64 unidades não sai por menos de R$ 50,00;
  • geralmente, até os 2 anos, a criança já está pronta para deixar as fraldas.

Fazendo as contas por estimativa, já dá para imaginar que o custo com fraldas será alto, certo? A pergunta “quanto custa ter um filho” passa muito pelas despesas contínuas com esse produto.

Pediatras e medicamentos

Por fim, devem ser considerados os acompanhamentos contínuos com pediatra e medicamento. É imprescindível ter um plano de saúde e, se possível, um fundo já criado com a intenção de cobrir remédios casuais que possam ser necessários, principalmente nos primeiros 6 meses de vida.  

Como se preparar para ter um filho com planejamento estratégico?

Crie uma reserva de emergência

Quando se trata de ter filhos, não dá para ficar à mercê imprevistos. Dessa forma, recomenda-se reservar10% da renda mensal para um fundo de emergências. Se possível, comece a guardar cedo, de modo que, quando a criança nascer, já haja em torno de três meses de gastos mensais reservados para o sustento familiar diante de uma crise.

Adapte temporariamente as necessidades de sua família

Quando a família aumenta, algumas necessidades mudam. Trace um plano para se adequar a essas novas necessidades o quanto antes. Pode ser que vocês precisem se mudar para uma casa maior, para um lugar mais tranquilo, ou mesmo trocar de carro para acomodar melhor a todos.

Quanto ao trocar de automóvel, se não houver urgência, a melhor opção é aderir a um consórcio. Dessa forma, você pode começar a aplicar seu dinheiro na realização dessa meta sabendo o prazo máximo em que ela será concretizada… e sem juros sobre as mensalidades, o que não aconteceria no caso de um financiamento.

Faça um chá de fraldas/bebê

Esses eventos sociais não servem apenas para juntar amigos e familiares para comemorar a chegada de seu pequeno; no atual momento de crise e com o mundo de despesas que se avizinha, fazer um chá de fralda e/ou de bebê ajuda demais a diminuir o peso das despesas (muitas vezes, acima de 30%).

Lembra que dissemos que a pergunta “quanto custa ter um filho” depende da estratégia adotada?

Não espere seu filho crescer para pensar no futuro

É muito mais fácil prever os gastos dos primeiros anos de vida de uma criança do que os de seu futuro. Por isso, nunca é tarde para se preparar para pagar escola, faculdade, cursos e outras necessidades de seu filho até a vida adulta. O futuro chegará e esperará que você esteja pronto.

Considere então a possibilidade de abrir uma poupança para esses projetos, depositando pequenas quantias por mês. Se você começar com apenas R$100,00, aos 18 anos seu filho poderá resgatar mais de R$40 mil, um valor que pode fazer toda a diferença para ele comprar o primeiro carro, cursar uma faculdade ou fazer um intercâmbio.

Para esses fins, você pode também fazer um consórcio, especialmente em razão do longo período de investimento até a maioridade de seu pequeno. Ele poderá aguardar pela contemplação da carta de crédito sem grandes preocupações. Como no consórcio não há pagamento de juros, a modalidade se torna uma excelente opção para antecipar-se financeiramente.

Os inusitados fatores que definem o sexo de um bebê – BBC News Brasil

  • Zaria Gorvett
  • Da BBC Future

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Crédito, Thinkstock

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Estatísticas mostram que, no mundo, nascem 109 meninos para cada 100 meninas

Desde o início dos tempos, muitos casais fazem de tudo para tentar escolher o sexo de seus filhos. Na Idade Média, as mulheres acreditavam que podiam aumentar as chances de ter um menino se os maridos virassem o rosto para o leste durante a ejaculação. Outras apostavam em seduzir os homens com um coquetel de vinho tinto misturado com útero de coelha.

Hoje em dia, uma rápida busca na internet revela uma enorme variedade de “fórmulas infalíveis” – desde tomar certas vitaminas e xaropes até a escolha de roupas. Mas quem se informa um pouco mais entende que se trata de uma questão de probabilidade – e que não há como enganar a sorte.

No entanto, estudos recentes mostram que a humanidade, inadvertidamente, tem driblado o acaso há milhares de anos – e os verdadeiros fatores por trás disso são tão estranhos quanto qualquer outro jamais imaginado.

Já se sabe, por exemplo, que grandes acidentes naturais ou crises humanitárias vêm acompanhados do nascimento de mais meninas, assim como o jejum do Ramadã (mês sagrado para os muçulmanos), por exemplo.

Por outro lado, estudos dizem que as mulheres com personalidades dominadoras e as que se alimentam com comidas mais calóricas teriam mais probablidades de dar à luz um menino. E homens bilionários teriam 65% mais de chances de conceber um herdeiro do que uma herdeira.

Mais importante, a predisposição para ter mais filhos de um sexo do que de outro é algo que está codificado na nossa genética. Estatísticas apontam que homens com mais irmãs tendem a conceber meninas, enquanto aqueles com mais irmãos acabam sendo pais de meninos.

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O bilionário Elon Musk, fundador da Tesla Motors e outras empresas, tem seis filhos meninos

Na realidade, a probabilidade de conceber crianças de um sexo ou do outro nunca foi exatamente de 50%. Em todo o mundo, nascem cerca de 109 meninos para cada 100 meninas.

Há uma explicação para isso: os homens têm sistemas imunológicos mais frágeis, colesterol mais alto, mais problemas cardíacos, maior predisposição ao diabetes, mais casos de câncer e menos chances de sobreviver a tudo isso.

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Na sociedade atual, eles também representam 60% das vítimas de assassinatos e 75% das fatalidades em acidentes de trânsito, e apresentam três vezes mais chances de cometer suicídio. Por tudo isso, uma mulher precisa dar à luz uma proporção maior de meninos para que sobreviva um número equiparável ao de meninas.

Intrigados por essa ligeira disparidade entre os nascimentos de cada sexo, o americano Robert Trivers, hoje antropólogo na Universidade Rutgers, e o cientista de computação Dan Willard, da Universidade de Albany, nos Estados Unidos, desenvolveram uma das mais famosas teorias da biologia evolucionária, a chamada “hipótese de Trivers-Willard”.

Ela sugere que fêmeas de mamíferos conseguem ajustar a proporção de gêneros entre suas crias dependendo de sua condição biológica. Segundo essa teoria, a evolução “driblaria” a pressão natural pela manutenção da proporção 50:50 para favorecer uma situação em que determinado sexo teria mais chances de sobreviver e se reproduzir.

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Isso explicaria, por exemplo, o fato – comprovado cientificamente – de que mulheres em idade fértil se sentem atraídas por homens mais dominantes e de um status social mais alto.

Segundo estudos, aqueles que conseguem fazer fortuna ou serem influentes tendem a se casar mais cedo e com mais frequência, além de terem mais casos extraconjugais do que outros homens. Aqueles nas camadas sociais mais baixas enfrentam mais dificuldades para encontrar uma parceira, de acordo com a mesma teoria.

Já as mulheres enfrentam menos competição e têm mais chances de encontrar um parceiro e produzir sua cria, mesmo que ela se resuma a apenas um menino.

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Entre algumas espécies, machos têm que competir para encontrar uma parceira, enquanto fêmeas têm mais escolhas

Tudo isso pode soar um tanto sexista, mas Trivers argumenta que a justificativa é o fato de que as fêmeas investem mais na criação dos filhotes, enquanto que o macho pode ajudar a conceber o bebê, mas deixar essa tarefa para a mãe.

Entre os animais como o veado-vermelho, o elefante-marinho e o gorila, os riscos são ainda maiores. Os chamados “machos alfa” chegam a ter um harém de centenas de fêmeas, enquanto espécies mais frágeis ou que ocupam uma esfera mais baixa da hierarquia podem nunca chegar a se reproduzir ou morrer na tentativa.

Há ainda a questão dos recursos. Como tendem a ser maiores, meninos demandam mais alimentos do que meninas – em muitas sociedades, também precisam de mais educação e dinheiro. Para produzir um filho capaz de se tornar um macho dominante, os pais precisam fazer um grande investimento.

Com isso em mente, Trivers e Willard propuseram que em um cenário favorável, em que os pais têm um status social mais alto e há uma boa provisão de alimentos, faz mais sentido, do ponto de vista evolucionário, produzir mais meninos.

Em condições menos favoráveis, a seleção natural deveria favorecer os pais que tiverem mais filhas, já que elas tendem a gerar mais filhos independentemente de serem bem-sucedidas socialmente ou particularmente atraentes.

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O presidente americano George Bush e sua mulher, Barbara, tiveram quatro meninos e duas meninas

Nos anos 1980, cientistas descobriram que entre os veados-vermelhos, as fêmeas dominantes têm 60% mais chances de conceberem machos. E a primeira evidência de que isso também pode ocorrer entre seres humanos veio da China.

Entre o fim dos anos 1950 e início da década de 1960, profundas transformações econômicas deixaram milhões de chineses passando fome. Pesquisas com o censo da época mostraram que, entre 1960 e 1963, o número de meninos nascidos na China foi de 104 para cada 100 meninas, uma diferença de cerca de 5% para a proporção média mundial. A percentagem só se normalizou no país depois de 1965.

Mesmo com todos esses elementos, a proporção entre meninos e meninas nunca deixou de ser razoavelmente equilibrada. Segundo Keith Bowers, ecologista da Universidade de Memphis, isso acontece por causa do consumo de recursos representado por cada sexo. “Meninos precisam de mais alimentos do que meninas. Portanto, produzir muitos deles criaria um ambiente familiar mais competitivo”, explica.

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Na China, a política do filho único formou uma geração com 60 milhões mais homens do que mulheres

Se todos os pais tivessem meninos quando as condições são favoráveis, estes enfrentariam dificuldades de encontrar uma parceira ou um território quando crescessem. “Ao longo do tempo, é de se esperar que se chegue a números praticamente idênticos entre machos e fêmeas”, diz Bowers.

Para Corry Gellatly, biólogo evolucionista da Universidade de Utrecht, na Holanda, esse reequilíbrio natural já pode estar ocorrendo. Na China, onde há uma preferência cultural por meninos, a introdução da política do filho único levou a um salto no número de abortos de meninas e de nascimento de meninos.

Mas entre as famílias que tiveram permissão para ter mais filhos, as chances de conceber uma menina na primeira tentativa era muito maiores do que a média do país.

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Isso, no entanto, não deve aliviar o desequilíbrio criado pela política do filho único, agora suspensa. Em 2015, havia na China 60 milhões a mais de homens do que de mulheres. Estima-se que, até 2030, um em cada quatro homens chineses nunca se casará.

Outros estudos apontam que em sociedades com uma abundância exagerada de homens há mais casos de violência doméstica, crime organizado e assassinatos. Há até quem preveja que esse grupo cada vez maior de solteiros frustrados pode ser atraído para a carreira militar, o que levaria a mais conflitos internacionais.

Talvez seja a hora de aceitar que a natureza sabe melhor do que ninguém o que fazer para manter a proporção de machos e fêmeas mais equilibrada.

  • Leia a versão original desta reportagem (em inglês) no site da BBC Future.

Todos os fins de semana, senhores e senhoras lotam a Praça do Povo em Xangai na esperança de arranjar matrimônios.

19 novembro 2016

Como saber se o meu filho não está escutando bem

É importante identificar problemas de audição no bebê nos primeiros 6 meses de vida, pois quanto mais cedo for diagnosticado o problema, mais cedo se poderá iniciar o tratamento e, dessa forma, evitar problemas de desenvolvimento, especialmente da fala e das capacidades sociais da criança.

Para identificar se o bebê não está escutando corretamente, os pais, familiares ou professores do jardim de infância devem estar atentos a alguns sinais de alarme, que incluem:

Até 3 meses de idade

  • Não reage a sons altos, como um objeto caindo perto ou um caminhão passando na frente da casa;
  • Não reconhece a voz dos pais e, por isso, não fica mais calmo quando os pais falam com ele;
  • Não acorda quando se fala alto perto, especialmente quando estava silêncio no quarto.

3 a 8 meses de idade

  • Não olha em direção aos sons, quando se liga a televisão, por exemplo;
  • Não faz qual tipo de som com a boca;
  • Não utiliza os brinquedos que fazem mais barulho, como chocalho ou brinquedos com sons;
  • Não muda de comportamento ou de expressão quando se diz 'não' ou se dá uma ordem com a voz.

9 a 12 meses de idade

  • Não reage quando se diz o nome do bebê;
  • Não responde a música, dançando ou tentando cantar;
  • Não diz palavras expressões simples como 'ma-ma' ou 'da-da';
  • Não reconhece palavras para objetos simples como 'sapato' ou 'carro'.

Geralmente, a capacidade do bebê ouvir é avaliada ainda na maternidade com um teste de surdez, chamado de exame da orelhinha, que ajuda o médico a verificar a audição do bebê e a detectar precocemente algum grau de surdez. Veja como é feito o teste da orelhinha.

No entanto, a audição do bebê pode estar perfeita após o nascimento, mas diminuir até alguns meses após o nascimento, devido a lesões no ouvido ou infecções, como catapora, mononucleose ou meningite, por exemplo. Assim, os pais devem estar atentos a outros sinais que podem indicar que seu bebê tem problemas em ouvir.

Como não prejudicar a audição do bebê

Embora a maior parte de casos de surdez infantil não possa ser evitada, pois é provocada por alterações genéticas, existem outros casos, especialmente de diminuição da audição após o nascimento, que podem ser evitados. Assim algumas dicas importantes incluem:

  • Evitar inserir objetos dentro do ouvido do bebê, mesmo cotonetes, pois podem causar lesões no interior do ouvido;
  • Estar atento a sinais de infecção nos ouvidos ou gripe, como cheiro fétido no ouvido, febre, coriza ou recusa para comer, por exemplo;
  • Evitar expor o bebê a sons muito altos, especialmente durante muito tempo.

Além disso, é muito importante dar todas as vacinas do Programa Nacional de Vacinação, para evitar o desenvolvimento de infecções, como catapora ou meningite, que podem provocar surdez.

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