Como E Que Se Faz Filhos?

Como E Que Se Faz Filhos?

Olá! Tenho uma menina de 8 anos em casa e mais um casal de enteados da mesma idade. Tenho observado que as crianças estão descobrindo sua sexualidade mas acredito que eles ainda não sabem o “be a bá” das coisas. Qual a melhor forma de falar sobre sexo e sexualidade com eles? Como explicar de onde vem os bebês? Lembro que minha mãe nunca teve uma conversa franca sobre o assunto comigo e não quero fazer o mesmo com a minha filha.
– Mamãe em crise.
Cara mamãe em crise.
Você tem razão, não faça como a sua mãe. O melhor mesmo é conversar. Aos 8 anos de idade, eles já devem ter pescado algumas coisas e devem ter muitas dúvidas sobre o assunto. Diga que você quer explicar de onde vêm os bebês e peça para eles fazerem as perguntas que quiserem. Responda o que eles realmente estão perguntando. (Não precisa entrar em detalhes que eles não pediram para saber). E o mais importante: converse como se fosse a coisa mais natural do mundo – porque no fundo é. Se eles perceberem que você está desconfortável, vão entender que o assunto é tabu.

Assim, comece explicando a parte mais fácil: que todos os meses as mulheres produzem um óvulo, enquanto que homens produzem milhões de espermatozóides por dia. Para fazer um bebê, é preciso que essas duas gametas se encontrem. Óvulo e espermatozoide então se misturam e se transformam em um feto, que vai crescer dentro da barriga da mãe.

Quanto à parte mais… anatômica, digamos, é melhor ser sincera também. Explique que existe uma coisa chamada sexo, que é feita entre adultos. Explique que o pênis do homem fica duro e entra na vagina da mulher (é melhor chamar as partes do corpo com os nomes corretos mesmo), e que o ato é bom para os dois. Diga que sexo é algo que só deve ser feito entre duas pessoas que estejam a fim.

E o principal: por que não incluir o seu marido na conversa?

Gostou das dicas? Eu não tirei tudo da minha cabeça. Boa parte vem do nosso dossiê “Como explicar o mundo para as crianças”. Tem essa e muitas outras respostas lá. Dá uma olhada.

– Reprodução/Superinteressante Como E Que Se Faz Filhos?

Após começar a fazer faculdade e morar sozinho (eu tenho 17 anos), ando transando todo final de semana com a mesma menina. Só tem uma questão: o papo acabou. Meu maior problema é que eu realmente gosto dela e não consigo mais conversar normalmente sem ficar aquele silêncio constrangedor.

O que fazer? Procurar outro relacionamento, insistir nos papos chatos ou simplesmente não fazer nada e ver até quando isso vai durar?
-Mudo
Caro mudo
Se ela topa ir voluntariamente para a sua casa todos os fins de semana é porque algum interesse em você ela deve ter. Acho que, porque você gosta dela, está muito auto-crítico.

Lembre-se de que nem todas as conversas precisam ser filosóficas, profundas, sobre o sentido da vida. Imagino que você já tenha conversado com algumas pessoas ao longo da sua vida. Faça o mesmo com ela. Fale sobre o seu dia, seus hobbies, os professores da faculdade, os amigos em comum. Provavelmente, ela vai responder alguma coisa.

Preste atenção nessa resposta – e comente em cima. Olha só! Isso já é uma conversa!

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Engravidar de menino: 3 métodos confirmados pela ciência

Quem determina o sexo do bebê é o pai, porque possui gametas do tipo X e Y, enquanto que a mulher possui apenas do tipo X.

Assim, para ter um menino é preciso conjugar o gameta X, da mãe, com o Y, do pai, para obter um bebê com o cromossomo XY, que representa um menino.

Dessa forma é preciso que os espermatozoides que carregam os gametas Y penetrem no óvulo, em vez dos espermatozoides X, para garantir o desenvolvimento de um menino.

Para isso, existem algumas dicas comprovadas pela ciência que podem aumentar as chances de um espermatozoide Y chegar ao óvulo, no entanto, não são 100% eficazes e podem, mesmo assim, dar origem a uma menina.

De qualquer forma, o mais importante é que o bebê seja sempre recebido com felicidade, independentemente do sexo. Se está tentando ter uma menina, veja nosso outro conteúdo com métodos para engravidar de menina.

  • Ainda assim, casais que desejem ter um menino em específico, podem tentar as dicas com comprovação científica, já que, mesmo que acabem não funcionando, não afetam a saúde da mulher, nem do bebê.
  • Como E Que Se Faz Filhos?
  • Não são conhecidos muitos estudos sobre a influência de fatores externos sobre o sexo do bebê, além da genética. No entanto, dos que existem, é possível destacar 3 estratégias que parecem aumentar as chances de ter um menino:

1. Ter relações perto da ovulação

Segundo um estudo feito na Holanda em 2010, quanto mais perto da ovulação ocorrer a relação sexual, maior parece ser a probabilidade de ter um menino, já que os espermatozoides do tipo Y nadam mais rápido que os do tipo X, chegando mais cedo ao óvulo. Isso significa que a relação sexual só deve acontecer no dia anterior à ovulação ou no próprio dia, durante as primeiras 12 horas.

A relação também não deve acontecer muito tempo antes da ovulação, pois os espermatozoides Y, embora sejam mais rápido, também parecem ter menor tempo de vida, o que faz com que, se a relação acontecer muito tempo antes, apenas os espermatozoides X estarão vivos no momento da fecundação.

Como fazer: o casal deve ter relação sexual apenas 1 dia antes da ovulação ou o próprio dia, até 12 horas após.

2. Aumentar a ingestão de potássio e sódio

O potássio e o sódio são dois minerais importantes que parecem também estar relacionados com as chances de ter um bebê menino.

Isso porque num estudo feito no Reino Unido, com mais de 700 casais, foi identificado que mulheres que tinham uma dieta mais rica em sódio e potássio pareciam ter um maior número de filhos, enquanto mulheres que faziam uma alimentação mais rica em cálcio e magnésio, tinham maior número de filhas.

Este resultado foi ainda confirmado num estudo feito na Holanda, em 2010, e por outro no Egito, em 2016, onde mulheres que fizeram uma dieta mais rica em potássio e sódio tiveram taxas de sucesso superiores a 70% em conseguir ter um menino. Assim, os investigadores afirmaram que aumentar o consumo de alimentos ricos nesses minerais, assim como fazer suplementação, podem ajudar a mulher a ter um menino.

Embora não seja conhecido o mecanismo pelo qual a alimentação parece influenciar o sexo do bebê, o estudo feito no Egito sugere que os níveis de minerais podem interferir com a membrana do óvulo, aumentando a atração por espermatozoides do tipo Y.

Como fazer: a mulher pode aumentar o consumo de alimentos ricos em potássio, como abacate, banana ou amendoim, assim como aumentar o consumo de sódio.

No entanto, é importante ter cuidado com o consumo exagerado de sódio, já que pode resultar em aumento da pressão arterial e hipertensão, além de complicações na futura gravidez.

Assim, o ideal é que se faça adaptações na dieta com acompanhamento de um nutricionista. Veja uma lista dos principais alimentos com potássio.

3. Ter relações no dia de pico ou nos 2 dias seguintes

O dia de pico é um conceito que foi apresentado com o método de Billings, que é uma forma natural de avaliar período fértil da mulher através das características do muco vaginal. Segundo este método, o dia de pico representa o último dia em que o muco vaginal está mais líquido e acontece cerca de 24 a 48h antes da ovulação. Entenda melhor o que é o método de Billings.

Segundo um estudo feito na Nigéria em 2011, ter relações no dia de pico ou nos 2 dias seguintes parece aumentar as chances de ter um menino. Este método vai de encontro com a estratégia de ter relações perto da ovulação, uma vez que o dia de pico acontece cerca de 24h antes da ovulação.

A explicação por trás deste método parece estar também relacionada com a velocidade dos espermatozoides do tipo Y, que parecem chegar mais rápido ao óvulo. Assim como no método da ovulação, a relação também não deve acontecer antes do dia de pico, já que os espermatozoides Y podem não sobreviver para fecundar o óvulo, ficando apenas os do tipo X.

  1. Como fazer: o casal deve preferir ter relações apenas no dia de pico ou nos durante os dois dias seguintes.
  2. Como E Que Se Faz Filhos?
  3. Além das estratégias que foram estudadas, também existem outras popularmente conhecidas que não têm qualquer tipo de comprovação ou que ainda não foram estudadas. Essas incluem:

1. Comer mais carne vermelha

Vários estudos indicam que de fato a alimentação da mulher pode afetar o sexo do bebê, no entanto, os principais estudos se prendem com o consumo de alguns minerais em específico, como cálcio, sódio, magnésio ou potássio, não existindo provas de que o consumo de carne vermelha possa aumentar as chances de ser menino.

Embora algumas carnes vermelhas, como a vitela, o boi ou o cordeiro possam de fato ter maior composição e potássio, não são a melhor opção para a saúde, devendo-se dar preferência para outros alimentos como o abacate, o mamão ou a ervilha. Ainda assim, qualquer alteração da dieta deve ser sempre adequada com ajuda de um nutricionista.

Leia também:  Porque Ficou D Dinis Conhecido Como O Lavrador?

2. Chegar ao clímax ao mesmo tempo que o parceiro

Este método popular é baseado na ideia de que durante o clímax a mulher libera uma secreção que ajuda os espermatozoides que carregam os gametas Y a chegar primeiro e a penetrar o óvulo. Porém, não existem estudos que relacionem o momento do clímax com o sexo do bebê, não sendo possível confirmar este método.

3. Usar a tabela chinesa

A tabela chinesa foi durante muito tempo usada como um método popular e caseiro para selecionar o sexo do bebê. No entanto, um estudo feito na Suécia entre 1973 e 2006 não encontrou qualquer eficácia no uso deste método para prever o sexo do bebê, mesmo após avaliar mais de 2 milhões de nascimentos.

Por esse motivo, a tabela chinesa não é aceita pela comunidade médica para predizer qual o sexo do bebê, mesmo depois da mulher engravidar. Confira mais sobre a teoria da tabela chinesa e porque não funciona.

4. Posição para engravidar de menino

Este é outro método que não está estudado mas que é construído sobre a ideia de que ter uma relação sexual em posições em que a penetração é mais profunda leva a uma maior taxa de ter um menino, já que facilita a entrada dos espermatozoides Y.

Porém, como não existem estudos feitos com este método, ele não é considerado um meio comprovado.

Gravidez após vasectomia ou laqueadura: é possível

Diversos motivos levam as pessoas a recorrerem a procedimentos que geram a infertilidade consentida. Dois dos procedimentos médicos que levam a esterilização de pessoas que não desejam uma gravidez futura são a vasectomia e a laqueadura. O primeiro, refere-se ao processo feito por homens e o segundo, o processo feito por mulheres.

Cada pessoa tem o seu motivo para realizar o procedimento que impede uma futura gestação, normalmente, por já ter tido filhos. Mas não é incomum pessoas que se arrependem da decisão, seja por estarem em um novo relacionamento, ou por uma mudança de ideia do próprio casal.

Para essas pessoas, existe solução! No post de hoje você vai saber que a gravidez após vasectomia ou laqueadura é possível. Quer saber como? Confira o nosso post!

  • Laqueadura e vasectomia: o que são esses procedimentos médicos?
  • Laqueadura
  • A laqueadura também é conhecida como ligadura tubária ou salpingotrispia, e é o processo cirúrgico que bloqueia as tubas uterinas, de forma que os espermatozóides são impedidos de chegar até os óvulos.
  • E num grande número de casos a laqueadura é feita durante uma cesárea, mas isso não impede que o procedimento seja realizado na mulher que optar pela cirurgia fora da gravidez.  

Para realizar a ligadura tubária, é preciso estar dentro de alguns pré-requisitos que são de exigência da legislação. Duas exigências são que o procedimento só pode ser realizado em mulheres com idade superior a 25 anos e que essa mulher deve ter pelo menos dois filhos vivos.

Vasectomia

Já a vasectomia é o procedimento médico de esterilização para homens que sabem que não desejarão ter filhos no futuro.

O método contraceptivo masculino é realizado por meio de cirurgia. Nela, os espermatozóides são impedidos de chegar até o líquido do esperma porque os canais que nos quais os espermatozóides passam, são cortados.

Muitos homens têm dúvida se ao recorrerem à vasectomia continuarão ejaculando. A resposta para essa dúvida é de que sim, a ejaculação permanece. O que acontece com homens que realizaram o procedimento é que não os espermatozóides não estão presentes no sêmen, isso faz com que o homem seja estéril.

É possível engravidar após laqueadura ou vasectomia?

Pessoas que passaram por uma vasectomia ou pela laqueadura ainda podem ter um filho biológico. A solução para esses procedimentos está principalmente na fertilização in vitro.Em alguns casos, a depender da técnica empregada na esterilização, tempo da cirurgia e idade da mulher, uma cirurgia de reversão poderia estar indicada.

A expressão in vitro vem do latim e é usada para descrever processos biológicos que acontecem fora de um sistema vivo, normalmente em recipientes de vidro e controlados por um ambiente de laboratório. E é essa a base da Fertilização in Vitro: o recolhimento de gametas para que a fecundação seja feita em laboratório. Após a fecundação, os embriões são transferidos para o útero materno.

  1. Como E Que Se Faz Filhos?
  2. Gravidez para mulheres que fizeram laqueadura
  3. A menos que a mulher realize uma cirurgia para reverter a laqueadura, a fertilização in vitro é a única maneira para a mulher engravidar.

Em tais casos, a fertilização in vitro é possível porque o óvulo é fecundado pelo espermatozóide fora do corpo da mulher. Depois de ser fecundado e se tornar um embrião, ele será colocado no útero para que a gestação comece.

Na técnica de fertilização in vitro para mulheres que realizaram a laqueadura, a coleta de óvulos acontece por meio de uma agulha,inserida no fundo vaginal, sob anestesia.

Depois de coletados, os óvulos são misturados cultivados com os espermatozoide sem meio de cultura por 2 a 5 dias, masculino e em seguida armazenadas em uma incubadora que tem a temperatura de cerca de 37ºCpor 24 horas.

A escolha da temperatura é por causa do interior do útero materno, que tem valor semelhante.Depois deste período os embriões formados são transferidos para o útero materno.

O sucesso da fertilização in vitro depende de vários fatores. Os principais são a idade da mulher e a qualidade dos óvulos. Quanto mais jovem, mais chances de gravidez ela tem, pois com o passar dos anos, a mulher perde aos poucos a sua fertilidade.

Gravidez para homens que fizeram vasectomia

Para casos de homens que passaram pela vasectomia mas desejam ter filhos biológicos, existem duas opções: realizar uma cirurgia para reversão da vasectomia ou optar pela fertilização in vitro com Injeção Intracitoplasmática de Espermatozóides. Conhecida pela sigla FIV/ICSI, a injeção é aplicada após aspiração de espermatozóides do epidídimo.

Para os homens que realizaram vasectomia, mas se arrependeram e optaram pela fertilização in vitro, a coleta dos espermatozóides que normalmente seria feita através da ejaculação por masturbação, acontece por procedimentos cirúrgicos. Depois de anestesiado, o homem é submetido a coleta dos seus espermatozóides por extração testicular ou epididimária.

Depois de coletados, os espermatozóides são  preparados em laboratório e em seguida injetados nos óvulos para que ocorra a fertilização. Depois de cultivados por 2 a 5 dias. Em seguida,o próximo passo é transportar os óvulos fertilizados fazendo os embriões são transferidos a transferência para o útero materno através de um cateter especial.

A FIV/ICSI associada à aspiração dos espermatozóides do epidídimo tem resultados de gravidez bem parecidos com a fertilização in vitro habitual. Os números variam de 20% a 55%, e dependem  principalmente da de fatores como a idade da mulher que fará a gestação.

A fertilização in vitro surge como uma ótima opção para homens e mulheres que realizaram processos de esterilização voluntária. Ficou com alguma dúvida sobre os processos e tratamentos? Deixe a sua pergunta nos comentários.

Vou ter um filho, e agora? Saiba como se preparar financeiramente

A chegada de um bebê na família é motivo de festa. Para os futuros papais, é o momento de se preparar para receber o novo integrante. Há muito para planejar: enxoval, quarto e adaptações na casa, no automóvel, na rotina de trabalho e, é claro, no orçamento. Diante de tantas mudanças, você deve estar se perguntando: vou ter um filho, e agora? Aliás, quanto custa ter um filho?

Uma vida financeira estável fará toda a diferença para que essa nova fase seja tranquila e que sua família possa crescer de forma saudável e próspera. Por isso, trouxemos algumas dicas que vão lhe ajudar a tirar de letra a organização do novo orçamento. Acompanhe!

Como E Que Se Faz Filhos?

Vou ter um filho. Quanto isso custa?

Especialistas estimam que um bebê consome de 20 a 30% do orçamento mensal da família, dependendo das escolhas que os pais fizerem, como plano de saúde, vestuário, alimentação e educação.

Antes mesmo do seu filho nascer, é importante adaptar os gastos para ter essa quantia prevista sobrando. Se não houver essa folga na renda, reveja alguns hábitos antes da chegada da criança, pois os primeiros meses após o nascimento são delicados e nada favoráveis a uma mudança de estilo de vida.

Na hora de fazer as contas sobre quanto custa ter um filho, também é válido considerar a renda que os pais terão quando a mãe entrar em licença maternidade, pois, em alguns casos, principalmente para profissionais autônomos, isso pode significar uma redução significativa no orçamento familiar.

Quais os principais gastos com a chegada de um filho?

Enxoval

Com a notícia da gravidez, uma das primeiras atitudes que os novos papais tomam — com muito entusiasmo — é montar o enxoval do bebê. Ter um filho faz você mergulhar em um mundo repleto de roupas, decorações e acessórios, universo que pode levar os mais inexperientes a pensar que, se não tiverem tudo aquilo, não estarão preparados.

Porém, não é bem assim. Esteja ciente de que, para haver tranquilidade desses primeiros anos do bebê, o que importa é uma vida financeira estável, pois ela permitirá que vocês se dediquem ao bem-estar e ao desenvolvimento da criança.

O enxoval do bebê envolve, basicamente, carrinho, cadeira de descanso, berço, roupinhas, decoração de quarto e móveis. Pesquisando em sites conhecidos, como Alô Bebê, Mega Loja do Bebê, Tricae e Abracadabra, a compra total desses itens (com bom nível de qualidade) sai entre R$ 4 mil e R$ 8 mil, dado que existem pequenas variações entre as lojas.

Caso o casal tenha um pouco mais de tempo para a chegada do pequeno, vale a pena também dar uma olhada em e-commerces internacionais, como Ali Express. Apesar do câmbio alto da atualidade, é ainda possível encontrar produtos interessantes (como roupas e carrinhos) a preços convidativos.

Vale lembrar que a estratégia mais inteligente é diluir a compra do enxoval do bebê em múltiplas lojas (ao invés de comprar tudo no mesmo local). Se for possível, comprar aos poucos também ajuda a dar sustentabilidade ao investimento.

Leia também:  Como Saber Quem E O Proprietario De Um Veiculo?

Como você pôde ver, a resposta para o questionamento “quanto custa ter um filho” depende das estratégias de despesas. E outra dica: antes de ir às compras, converse com mães que tiveram bebês recentemente e descubra o que é realmente necessário.

Fraldas

Carrinho de bebê: em média, R$ 700,00; cadeira de balanço: em média, R$ 300,00; kit berço: entre R$ 300,00 e R$ 600,00. Você pode até estar assustado com os valores dos itens de enxoval, mas o custo com fraldas, acredite, é um dos grandes desafios dos pais de primeira viagem.

Mas quanto se gasta com isso até o desfralde? De modo geral, o consumo de fraldas tem o seguinte escalonamento:

Idade do bebê Fraldas/dia/média Fraldas/mês/média
Até 1 mês 10 fraldas 300 fraldas
De 1 a 5 meses 8 fraldas 240 fraldas
De 5 a 9 meses 8 fraldas 240 fraldas
De 9 a 12 meses 8 fraldas 240 fraldas

Essa é um escala média do quantitativo de fraldas até 1 ano (média de 1.020 no período).

Considere que:

  • um pacote de fraldas para recém-nascidos, de 36 unidades, custa em média R$ 30,00;
  • um pacote G com 64 unidades não sai por menos de R$ 50,00;
  • geralmente, até os 2 anos, a criança já está pronta para deixar as fraldas.

Fazendo as contas por estimativa, já dá para imaginar que o custo com fraldas será alto, certo? A pergunta “quanto custa ter um filho” passa muito pelas despesas contínuas com esse produto.

Pediatras e medicamentos

Por fim, devem ser considerados os acompanhamentos contínuos com pediatra e medicamento. É imprescindível ter um plano de saúde e, se possível, um fundo já criado com a intenção de cobrir remédios casuais que possam ser necessários, principalmente nos primeiros 6 meses de vida.  

Como se preparar para ter um filho com planejamento estratégico?

Crie uma reserva de emergência

Quando se trata de ter filhos, não dá para ficar à mercê imprevistos. Dessa forma, recomenda-se reservar10% da renda mensal para um fundo de emergências. Se possível, comece a guardar cedo, de modo que, quando a criança nascer, já haja em torno de três meses de gastos mensais reservados para o sustento familiar diante de uma crise.

Adapte temporariamente as necessidades de sua família

Quando a família aumenta, algumas necessidades mudam. Trace um plano para se adequar a essas novas necessidades o quanto antes. Pode ser que vocês precisem se mudar para uma casa maior, para um lugar mais tranquilo, ou mesmo trocar de carro para acomodar melhor a todos.

Quanto ao trocar de automóvel, se não houver urgência, a melhor opção é aderir a um consórcio. Dessa forma, você pode começar a aplicar seu dinheiro na realização dessa meta sabendo o prazo máximo em que ela será concretizada… e sem juros sobre as mensalidades, o que não aconteceria no caso de um financiamento.

Faça um chá de fraldas/bebê

Esses eventos sociais não servem apenas para juntar amigos e familiares para comemorar a chegada de seu pequeno; no atual momento de crise e com o mundo de despesas que se avizinha, fazer um chá de fralda e/ou de bebê ajuda demais a diminuir o peso das despesas (muitas vezes, acima de 30%).

Lembra que dissemos que a pergunta “quanto custa ter um filho” depende da estratégia adotada?

Não espere seu filho crescer para pensar no futuro

É muito mais fácil prever os gastos dos primeiros anos de vida de uma criança do que os de seu futuro. Por isso, nunca é tarde para se preparar para pagar escola, faculdade, cursos e outras necessidades de seu filho até a vida adulta. O futuro chegará e esperará que você esteja pronto.

Considere então a possibilidade de abrir uma poupança para esses projetos, depositando pequenas quantias por mês. Se você começar com apenas R$100,00, aos 18 anos seu filho poderá resgatar mais de R$40 mil, um valor que pode fazer toda a diferença para ele comprar o primeiro carro, cursar uma faculdade ou fazer um intercâmbio.

Para esses fins, você pode também fazer um consórcio, especialmente em razão do longo período de investimento até a maioridade de seu pequeno. Ele poderá aguardar pela contemplação da carta de crédito sem grandes preocupações. Como no consórcio não há pagamento de juros, a modalidade se torna uma excelente opção para antecipar-se financeiramente.

Qual é a melhor idade para se ter filhos? – BBC News Brasil

Como E Que Se Faz Filhos?

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Será que existe uma idade ideal para ter filhos?

Não há dúvidas entre os cientistas de que a fertilidade natural vai diminuindo progressivamente ao longo da vida. Apesar disso, é cada vez mais comum nas sociedades ocidentais as pessoas terem filhos mais tarde.

No caso de países como o Reino Unido, mais de 50% dos bebês nascem de mulheres acima de 30 anos. No Brasil, esse índice também tem aumentado – segundo o IBGE, até 2005, 13% das mulheres tinham filhos entre os 30 e 34 anos; agora, esse número chega a mais de 20%. Cresce também o número de bebês que nascem de mães acima dos 35 anos, quando a fertilidade feminina é bem menor.

E não são só elas que “sofrem” os efeitos do tempo nesse quesito. Homens também têm sua fertilidade diminuída após os 35 anos – e, de acordo com estudos recentes, na medida em que os pais têm filhos quando estão mais velhos, aumenta a chance de os bebês nascerem com problemas.

No entanto, formar uma família não é apenas uma questão de fertilidade. Os fatores sociais e econômicos também têm um papel importante.

Por isso, a BBC consultou cinco especialistas de diferentes áreas sobre qual seria a melhor idade para começar uma família, levando em consideração questões biológicas, sociológicas, planejamento familiar e diferenças de gênero.

Sarah Matthews, consultora de ginecologia no Hospital Portland, de Londres, e especialista em fertilidade, considera que, levando em conta apenas a biologia, a idade com menor risco de complicações na gravidez e no pós-parto é entre 25 e 29 anos.

Ela afirma que há muita falta de informação sobre fertilidade. As escolas que oferecem aulas de educação sexual, segundo a especialista, se concentram geralmente na prevenção da gravidez, e, por isso, muitos homens e mulheres entram na idade adulta sem ter nenhuma informação sobre fertilidade.

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Mulheres que desejam engravidar podem se sentir numa corrida contra o tempo por causa de seu relógio biológico

“Às vezes, recebo mulheres de 48, 49 anos que chegam à consulta com um novo companheiro, mas, como a menstruação delas está um pouco irregular, querem entender o que está acontecendo. E ficam completamente chocadas quando eu digo que elas estão entrando na menopausa e, por isso, já não podem mais ter filhos”, contou.

“Os tratamentos de fertilidade in vitro podem aumentar as chances de se conceber, mas não podem fazer o relógio voltar para trás.”

A socióloga Melinda Mills, da Universidade de Oxford, no Reino Unido, afirma que, do ponto de vista social, há mais benefícios quando os casais escolhem ter filhos mais tarde.

“Entendo e concordo com a perspectiva biológica, mas, pela perspectiva demográfica, o que vemos nos estudos é que, quando os casais retardam a formação de uma família, há um aumento de renda para eles de cerca de 10% por cada ano postergado. Isso é notável.”

“Por isso, diria que a melhor idade seria 30 anos ou um pouco mais.”

Ela cita vantagens: há estudos que mostram que os filhos de mulheres mais velhas atingem níveis educacionais melhores e têm um desenvolvimento cognitivo maior.

Os motivos para isso não estão na idade, mas, em geral, na questão socioeconômica. Os pais tendem a ter uma maior estabilidade em seus empregos e a ter condições financeiras melhores quando são velhos, por conta da experiência que acumularam no mercado de trabalho.

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'Os tratamentos de fertilidade in vitro podem até aumentar as chances de gravidez, mas não voltam no relógio', diz especialista

Para Sophia Walker, líder do Partido da Igualdade das Mulheres no Reino Unido, “nunca há um bom momento para ter filhos”.

Isso porque, para as mulheres, “existem barreiras estruturais que fazem com que ter filhos seja uma decisão muito, muito difícil”, afirma Walker, que também é mãe.

“Pensava que teria muitas opções e, depois que tive filhos, descobri que não era assim, tudo se tornou muito pior. E nenhum dos homens com quem eu trabalho parece viver os mesmos problemas na paternidade.”

Walker cita o custo de creches para as crianças, a diferença salarial entre homens e mulheres e o impacto nas carreiras das mães pela falta de flexibilidad para dividir as tarefas nos cuidados dos filhos como fatores que têm um grande impacto sobre a decisão de se ter filhos ou não.

Ela ressalta que, enquanto essas questões não forem resolvidas, o tema da natalidade seguirá afetando a economia dos países e, principalmente, a situação da mulher na sociedade.

Heather Joshi, especialista em demografia econômica na Universidade de Londres, também diz que “não há idade ideal”: “Acho que a melhor resposta para isso é: quando você se sentir pronta.”

“Não acredito que há muitas mulheres com menos de 20 anos de idade que estejam prontas como as de 30. Mas as mulheres com 30 anos enfrentam a questão biológica, de ser mais díficil engravidar conforme ficam mais velhas”, pontua.

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Por outro lado, Joshi observa que casais mais jovens acabam não conversando sobre suas intenções de formar uma família na primeira fase da relação, quando ainda estão na casa dos vinte anos.

É comum que eles descubram depois que têm expectativas diferentes – e isso acaba retardando o momento em que terão filhos.

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Estudos mostram que idade com que casal tem filhos afeta diretamente sua renda

Adam Balen, especialista em medicina reprodutiva da Universidade de Leeds e diretor da Sociedade Britânica de Fertilidade, afirma que “a fertilidade natural vai piorando com a idade tanto nas mulheres, quanto nos homens”.

“Mas é claro que o efeito maior ocorre nas mulheres, que nascem com um número determinado de óvulos e os vão perdendo ao longo da vida”, diz.

“É difícil precisar qual seria a idade em que a fertilidade começa a diminuir de forma mais rápida e, obviamente, também há fatores genéticos envolvidos.”

Em geral, quando perguntam qual seria a idade ideal para ter filhos, as pessoas estão pensando em ter mais do que um.

Há estudos recentes interessantes sobre isso: uma pesquisa feita na Holanda, por exemplo, concluiu que, se uma mulher quer ter 90% de chance de ter uma família com três filhos, ela precisa começar a tentar quando ainda tem 23 anos de idade.

Se ela quiser dois, o ideal seria começar quanto tem por volta de 27 anos. E, se quiser somente um, pode começar a tentar quando tiver 32.

Qual o custo de um filho?

Dentre todos os momentos pelos quais passamos em nossas vidas e decisões que temos que tomar poucos são tão delicados e maravilhosos quanto os relacionados a ter um filho. Todos os eventos envolvidos rendem um bom livro, filme ou série.

Contudo, a seriedade também exige bastante dos pais. E o faz também na área financeira. O custo de um filho não é algo que possamos, definitivamente, chamar de barato. É necessário muito planejamento, estrutura e disciplina para proporcionar qualidade a nossos filhos. Em nosso artigo de hoje falaremos sobre como é possível fazê-lo.

Como é a família brasileira?

A tradicional família brasileira mudou consideravelmente. Se nossos avós costumavam ter uma quantidade de filhos que resvalava fácil nos dois dígitos (quando não ultrapassava), nas últimas décadas a média de filhos por família caiu drasticamente.

As oscilações econômicas, problemas sociais, a emancipação feminina para o mercado de trabalho foram fatores que contribuíram para a queda. No Brasil a média está, inclusive, abaixo da média mundial: 1,7 contra 2,1. O custo de um filho parece ter assustado muita gente…

E as mudanças não se restringem apenas à quantidade de filhos que constituía a “clássica família brasileira”, geralmente com pai, mãe e três filhos, ou mais. Nos últimos trinta anos esse formato se transmutou em famílias, em várias ocasiões, que optaram por não ter filhos.

Decidiu ter filhos? É hora de se planejar

Mas, a partir do momento que a decisão de ter um bebê está tomada é possível adotar algumas medidas e planejar o “financiamento” de outras de forma disciplinada e racional, para que o custo de um filho não seja tratado de forma inadequada.

Um ponto do qual as pessoas que decidiram ter um filho devem estar conscientes e que se faz muito pertinente falar é que a chegada de um bebê incorre em mudanças de hábitos por algum tempo. E as mesmas não são importantes apenas para proporcionar um ambiente saudável para o desenvolvimento do fofinho.

Na prática os valores gastos com passeios, viagens e outros itens comuns em uma vida “pré-filho” podem e devem ser destinados à manutenção do mesmo.

Também há os impactos na carreira, principalmente na das mulheres, que, em muitas ocasiões, injustamente são demitidas porque decidiram ter um filho.

Independente desse triste fato, um período de afastamento das funções empregatícias em tempo integral é necessário, por isso, é importante verificar se apenas a outra parte do casal conseguirá arcar com todas as despesas e com o custo de um filho.

  • É importante também:
  • – Fazer pequenos reparos na casa;
  • – Quitar eventuais dívidas;
  • – Abrir uma conta de investimento;
  • – Criar de um fundo de reserva para o período em que um dos pais estiver longe do trabalho.

Contrate um bom plano de saúde, pois um bom pré-natal é praticamente garantia certa de um bom parto. Despesas como exames, consultas, testes sanguíneos e o teste do pezinho entram nessa conta. Sem contar com um bom hospital, um bom médico e a equipe que acompanhará a gestante.

Qual o custo de um filho?

Bem, já parece estar claro que o custo de um filho não é barato. Porém, de forma objetiva: de quanto, exatamente, estamos falando? Quanto custa aos pais bancarem um filho desde a gravidez até a idade adulta, digamos, até os 23 anos?

Segundo o Instituto Nacional de Vendas e Trade Marketing (INVENT), as despesas variam de acordo com a classe social à qual a família pertence. Para famílias de classe alta o custo pode variar de R$ 1 milhão a R$ 2 milhões.

Já para famílias de classe média o valor se enquadra entre R$ 320 mil e R$ 640.000. Veja a tabela a seguir:

Renda mensal da família Despesa dos 0 aos 23 anos com o filho
Até R$ 2.000,00 R$ 53.700,00
De R$ 2.000,00-R$ 6.000,00 R$ 407.100,00
De R$ 6.000,00-R$ 25.000,00 R$ 948.100,00
⮚      R$ 25.000,00 R$ 2.000.000,00 ou além

Na maior cidade do Brasil e uma das maiores do mundo, São Paulo, esses valores podem ir de R$ 60.000,00 nas áreas mais humildes a até R$ 5 milhões nas áreas mais abastadas.

Em todos os casos, fica bastante evidente que esses montantes não são disponibilizados de uma hora pra outra. Ou seja, é necessário economizar. Então, como fazê-lo? Vamos lá.

Roupas, brinquedos e livros: Faça bom uso das redes sociais para encontrar sites nos quais seja possível encontrar brinquedos usados em bom uso a preços mais módicos. O mesmo é válido para livros. No caso do segundo, há também os sebos, ótima opção já que nos últimos anos eles elevaram a qualidade de seu serviço, oferecendo obras muito melhor conservadas e ainda a preços baixos.

Brechós e feiras populares são ótimas opções para roupas. Sem contar sites nos quais também se podem encontrar peças em ótimo estado a preços muito convidativos.

Mais atividades, menos “casulo”: A era digital é maravilhosa, nós sabemos. Mas ligou um alerta quando à forma de criação dos filhos já que uma cena muito comum é ver crianças muito pequenas com Smartphones, celulares e tablets se “divertindo”.

Além do problema do desenvolvimento da capacidade de se relacionar isso impacta o bolso dos pais negativamente em virtude dos altos preços.

Uma solução, é trocar as atividades tecnológicas por outras ao ar livre como parques ou áreas de lazer de shoppings não pagas. Promova atividades e brincadeiras em sua casa ou na casa dos amiguinhos.

Além de custar menos, essas atividades ensinam lições valiosas.

Puxe o freio de mão nas compras para o bebê: “Criança cresce igual abóbora”, já dizia vovó. De fato. Evite antecipar compras de roupas, fraldas e outros itens que, certamente, vão se perder já nas primeiras semanas de vida de seu pimpolho.

Aceite presentes dado por familiares, amigos, vizinhos, colegas de trabalho ou conhecidos e compre o essencial. Observe com cuidado o desenvolvimento do bebê para, de posse de sua conta de investimento, desembolsar quando necessário.

Não o mime: Parece óbvio. Mas não é. E o que isso tem a ver com economizar? Amigos tem TUDO a ver. Muitos pais e mães são tomados por uma culpa incomensurável ao deixar os filhos com outra pessoa para poder trabalhar, por exemplo. Por isso compram “presentinhos” como forma de se desculpar.

Errado. Muito errado. O custo de um filho não precisa passar por este ponto. É importante explicar-lhes desde tenra idade que presentes são para ocasiões específicas ou especiais. Além de começar a ensinar-lhes o valor do dinheiro, é importante para não mediocrizar datas especiais e contribuir para evitar o consumismo.

Boa alimentação: Além da questão da saúde impacta positivamente ao economizar futuramente com consultas, exames, remédios e, talvez, até gastos com hospitais.

Bem, como pudemos ver é muito importante traçar um roteiro para receber um filho em nossas vidas. Ainda que o assunto possa parecer frio e calculista, ele não é. É necessário, exatamente para que recebamos o maior presente em nossas vidas de forma tranquila e prazerosa.

O custo de um filho, emocionalmente é zero, pois as alegrias que ele nos dá são infinitas. Porém, devemos ter os pés no chão quanto todas as suas necessidades e também as dos pais até que ele atinja a idade adulta.

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