Como É Que Se Chama Um Cão Que Não Tem Patas?

Como É Que Se Chama Um Cão Que Não Tem Patas?

A pata de cachorro é uma das partes mais importantes do corpo do animal. Entenda!

A saúde do cachorro depende de muitos cuidados com o corpo do animal – inclusive com as suas patinhas! São elas que dão todo o suporte necessário para que o cãozinho possa correr, brincar e pular, do jeitinho que eles gostam. Muitos tutores não dão a devida atenção à pata do cachorro, e isso pode acabar desencadeando uma série de problemas na região, que trazem muito desconforto para o animal. Reunimos aqui tudo o que você precisa saber sobre essa parte do corpo dos cães: desde cuidados e doenças que podem atingir o local, até curiosidades e truques básicos (como ensinar o cachorro a dar a pata, por exemplo). Confira!

Entenda como é a anatomia da pata de cachorro

• Unhas: a unha de cachorro funciona como um espécie de “garra” do animal, já que ele também pode utilizar essa região do corpo como mecanismo de defesa e/ou ataque. É uma área que precisa ser muito bem cuidada e que deve ser cortada regularmente para evitar que o animal fira a si mesmo ou outras pessoas sem querer.

• Almofadas (coxins) digitais: essa parte corresponde aos “dedos” dos cachorros, sendo a parte mais macia localizada nas extremidades da pata. Os coxins ajudam a reduzir o impacto e funcionam como uma espécie de amortecedor.

• Almofada (coxins) do metacarpo: composta basicamente de gordura, é a região que corresponde à palma da mão. Devido a grande quantidade de gordura presente, o cãozinho consegue pisar em terrenos frios sem nenhum problema, mas é preciso ficar atento a solos com a temperatura muito quente, pois isso pode acabar causando desconforto ao animal.

• Almofadas (coxins) do carpo: essas almofadinhas ficam localizadas nas patas dianteiras do cachorro, atuando como uma espécie de “freio” e evitando que o bichinho escorregue.

• Ergôs: conhecido também como o “quinto dedo” do cachorro, o ergô é considerado um dedo interno e que possui uma função semelhante ao do polegar humano. Ou seja, é com ele que o cãozinho consegue segurar a comida e outros objetos.

Pata: cachorro precisa de cuidados especiais com essa parte do corpo

A pata de cachorro é naturalmente mais resistente, já que as almofadinhas são mais ásperas e grossas. Ainda assim, é de extrema importância ter bastante cuidado com essa região do corpo do animal para evitar problemas e doenças. Por isso, o tutor deve sempre se atentar a questões como a higiene e a tosa dos pelos que ficam próximos das almofadinhas.

Os pelos precisam ser cortados nessa região para evitar o surgimento de parasitas (como os carrapatos) e bactérias, que podem desencadear problemas na pata do seu amigo. Além disso, a pelagem longa nessa área pode deixar as patas mais escorregadias. 

Outro cuidado muito importante é não levar seu doguinho para passear quando o sol estiver muito forte, pois a alta temperatura do asfalto pode acabar queimando e machucando a pata de cachorro.

Prefira sempre o início da manhã, entre 6h e 10h, ou no final da tarde (após 16h), quando o sol está menos agressivo.

Depois do passeio, sempre limpe as patinhas com um pano limpo e úmido ou com lenços umedecidos indicados para pets.

Unha de cachorro: como fazer a higiene do local?

Assim como os humanos, o seu cãozinho também precisa cortar as unhas e pode sofrer com a unha encravada. Além disso, se elas ficarem muito compridas podem acabar ferindo o animal ou arranhando outras pessoas sem querer. O tamanho da unha de cachorro também é um fator que influencia  na maneira como o animal anda, já que elas podem acabar atrapalhando-o.

Mas afinal, como saber qual é a quantidade de unha que precisa ser cortada? Nos cãezinhos que tem a unha mais clara, o ideal é cortar somente a área mais transparente da unha. Já nos cachorros de unha preta, o tutor deve cortar aos poucos até chegar a curvatura.

Mas vale lembrar que em hipótese nenhuma deve-se cortar o sabugo, hein? Isso pode trazer muita dor ao animal e sangramento. Para fazer o corte, você precisa de uma tesoura específica para pets.

Se você estiver inseguro, o melhor é levar o seu cachorro a um veterinário ou pet shop para que alguém com experiência faça o procedimento.

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Pata de cachorro: os coxins (ou almofadinhas) ajudam a amortecer todos os movimentos do cãozinho

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Pata: cachorro pode sofrer com alguns problemas na região, como fraturas, contusões e luxações

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Cuidado com a pata: cachorro também pode apresentar dermatites no local

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Sempre limpe as patas do cachorro depois dos passeios

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Cuidados dos animais

O carrapato em cachorro, assim como as pulgas, é uma das principais causas de aborrecimento nos donos de pets. Mesmo usando coleiras ou remédio para carrapato, o animal não está livre de pegar esses parasitas tão incômodos e que podem causar problemas graves.

Às vezes, um simples passeio ao ar livre já pode gerar dores de cabeça se o local estiver infestado. Para controle, é importante não só proteger o animal, mas também fazer uma limpeza do ambiente: estudos mostram que os carrapatos podem sobreviver até 200 dias em um lugar sem se alimentar.

Pensando nisso, vamos te ensinar como acabar com carrapatos no quintal com ingredientes que você pode ter em casa.

Cuidados dos animais

Até mesmo os tutores mais experientes podem cometer alguns erros quando o assunto é cuidar de gato. Uma dúvida muito comum, por exemplo, é se a castração de gato é realmente necessária.

Além disso, muitos humanos cometem o erro de tratar os felinos como se eles fossem cães, embora eles tenham comportamentos claramente distintos.

No geral, os gatos são mais reservados, independentes e valorizam muito sua privacidade, diferente dos cachorros. P

Cuidados dos animais

Ter um cãozinho em casa é só alegria, mas é sempre bom que o dono esteja preparado para lidar com alguns comportamentos inconvenientes do animal. Um deles é o xixi fora do lugar para deixar o cheiro em todos os cantos da casa.

O que fazer para o cachorro parar de marcar território? O costume é desagradável e pode até tirar o sossego de muitos tutores por aí.

Para te ajudar, separamos algumas dicas para evitar que o cachorro marque território em casa e faça xixi onde não deve. Acompanhe!

Cuidados dos animais

Mesmo que muitas vezes sejam esquecidas na hora dos cuidados, as orelhas do seu cachorrinho são bem sensíveis e precisam de bastante atenção. De vez em quando, é comum que algum incômodo pontual faça o seu cachorro ficar coçando a orelha, mas quando isso se torna algo frequente e você percebe um incômodo maior no animal, vale a pena ficar atento.

Alguns dos problemas mais comuns que podem acometer as patas do seu amigo são contusões, luxações e até mesmo fraturas.

A contusão pode ocorrer, por exemplo, quando o cãozinho bate com a pata sem querer em algum lugar e o músculo acaba inchando e formando um hematoma. É uma situação que costuma melhorar após um tempo, sem a necessidade de intervenções.

No entanto, se o bichinho demonstrar estar sentindo muita dor, levá-lo ao veterinário é a melhor solução. Assim, o médico pode verificar se alguma medida deve ser tomada.

A luxação, por sua vez, afeta diretamente a articulação das patas do cachorro, fazendo com que o osso mude de lugar. Muitas vezes é uma situação bem perceptível e que provoca muita dor no animal, sendo primordial levar o pet ao veterinário para buscar o melhor tratamento. Em alguns casos, a cirurgia pode ser necessária. 

Já quando a pata de cachorro sofre algum tipo de fratura, quase sempre a cirurgia é a melhor alternativa. Isso porque, como o osso foi quebrado, o procedimento cirúrgico costuma ser muito mais eficaz do que a utilização de talas, por exemplo. Mas lembre-se: sempre busque a opinião de um especialista no assunto para saber qual é a atitude necessária para cuidar do seu amigo.

Pata de cachorro: veja outros problemas que podem afetar a região

Alergias: o contato com certas substâncias, como o pólen, podem desencadear uma crise alérgica na pele do animal. Por isso, sempre fique de olho no que rodeia o seu amigo para ele não correr o risco de ter alguma alergia.

Queimaduras: as queimaduras são mais comuns do que se imagina, e elas normalmente são originadas devido ao contato com o solo muito quente. Para evitá-las, o mais recomendado é passear com o cachorro nos horários em que o sol não estiver tão forte.

Leia também:  Como Saber Qual A Nossa Missao Na Terra?

Ressecamento da pele: com a queda da temperatura, a pata de cachorro pode acabar ficando ressecada, assim como a sua pele no geral. Por isso, existem cremes hidratantes específicos para cães que podem ajudar a contornar essa situação. Converse com um veterinário.

Parasitas: geralmente, o surgimento de parasitas na região das patas está atrelado aos pelos que ficam em volta das almofadinhas – por isso eles devem ser cortados regularmente.

Pulgas, carrapatos e ácaros são os parasitas mais comuns.

Caso o tutor perceba a presença de algum deles no corpo do animal, é fundamental tomar medidas para acabar com o problema – como o uso de remédios para carrapato e pulgas.

Problemas psicológicos: situações de estresse ou ansiedade em excesso podem fazer com que o cachorro crie o hábito de morder ou lamber a própria pata como forma de “alívio”. Isso pode acabar provocando machucados na região. Esteja sempre atento ao comportamento do seu bichinho para evitar que isso aconteça!

6 curiosidades sobre pata de cachorro que você provavelmente não sabia

1) É possível saber o tamanho do cachorro filhote pela pata. Para descobrir isso, basta analisar a região. Se ela for desproporcional e maior do que o resto do seu corpo, isso quer dizer que ele ainda vai crescer bastante. Já se a pata de cachorro for menorzinha, o porte dele será pequeno.

2) Os cães têm cerca de 319 ossos no total, mas a maioria deles fazem parte exclusivamente das patinhas do animal. Quem diria que uma região tão pequenininha tem tanto osso, né?

3) Depois de um passeio, experimente fazer uma massagem na pata de cachorro. Isso ajuda o animal a relaxar e aliviar as tensões – e pode até deixá-lo mais calmo. Não insista se ele não gostar do carinho, ok?!

4) Os ergôs, chamados de “quinto dedo” dos cães, são bastante úteis quando o animal quer “agarrar” um objeto – seja para brincar ou para comer. Eles não fazem muita diferença na hora de amortecer ou de absorver impactos, como as almofadinhas.

  • 5) Os ossos da pata de cachorro são fundamentais para o seu suporte, já que o animal costuma se apoiar principalmente nos dedos, e não no calcanhar.
  • 6) O cheirinho desagradável que costuma acompanhar a pata de cachorro é causado por bactérias e fungos da região, mas que não trazem malefícios ao animal.
  • Redação: Juliana Melo

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Anatomia canina – Wikipédia, a enciclopédia livre

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Anatomia canina. Partes externas do corpo de um cão Rottweiler. 1: testa/crânio. 2: stop. 3: focinho. 4: trufa/nariz. 5: orelha. 6: protuberância occipital. 7: lábios. 8: boca. 9: mandíbula. 10: garganta. 11: pescoço. 12: cernelha. 13: lombo. 14: garupa/quadril. 15: raiz/inserção de cauda. 16: cauda. 17: coxa. 18: pontas dos jarretes. 19: jarrete. 20: patas. 21: perna. 22: joelho/patela. 23: flanco. 24: barriga. 25: cotovelo. 26: 27: metacarpos. 28: perna. 29: antepeito/ ponta do esterno. 30: tórax. 31: ombro. 32: escápula.

A anatomia canina divide-se em cinco grandes áreas, cada qual com suas especificidades em avaliar o corpo do canino. São elas: a externa, a osteologia, a artrologia, a miologia e os estudos dos órgãos internos. Quadrúpede e digitígrado, o corpo do cão é sustentado pelos quatro membros e caminha sobre os dedos.[1] Entre suas características mais gerais estão a sua longevidade e suas estruturas básicas interna e externa, como o stop, a cabeça, o nariz, as espáduas, a garupa, os ombros, o flanco, tórax, cotovelos, joelhos, jarretes, boletos, patas posteriores e munhecas.[2]

Características físicas

Tal como a maioria dos mamíferos predadores, o cão tem musculatura forte, um sistema cardiovascular que suporta tanto rápidas corridas quanto de resistência, e dentes que permitem capturar uma presa, segurá-la e despedaçá-la.

Representação gráfica de um esqueleto de cão

No esqueleto do cão podemos observar os ossos das patas, onde nos membros anteriores temos: Carpo (pulso), Metacarpo (mão), Falanges (dedos) e nos membros posteriores: Tarso (calcanhar), Metatarso (pé) e Falanges (dedos).

Suas patas podem impulsioná-lo com rapidez, saltando o quão necessário for para caçar e dominar uma presa. Consequentemente eles possuem pés pequenos com dedos bem juntos, e caminham sobre as almofadas dos pés (sendo, assim, animais de locomoção e postura digitígrada).

Suas patas traseiras são bem rígidas e robustas; suas patas dianteiras são soltas e flexíveis, e um único músculo as une ao torso do animal.

Crânios de cães. O maior, de um cão da raça são-bernardo, ao lado de um menor, de um cão da raça bolonka.

O tamanho do focinho do cão varia conforme a raça. Os tamanhos do focinho têm nomes diferentes. Cães com focinhos longos, tal como o pastor-alemão, são chamados mesocefálicos, e cães com um focinho encurtado, tal como o pug, são chamados braquicefálicos.

Anatomia canina, alguns órgãos, e músculos dos membros posteriores e anteriores.

Todos os cães (e todos os canídeos atuais) têm um ligamento que conecta as apófises espinhosas da primeira vértebra torácica à parte de trás do osso axial (segunda cervical ou osso do pescoço), o qual suporta o peso da cabeça sem esforço muscular ativo, poupando desta forma energia corporal.

[3] Este ligamento é análogo em função (porém diferente em exatos detalhes estruturais) ao ligamento da nuca encontrado em ungulados.

[3] Este ligamento permite aos cães suportarem o peso de suas cabeças enquanto percorrem longas distâncias, tal como fazem ao seguirem rastros de odores com seus focinhos rentes ao solo, sem que gastem muita energia.[3]

Apesar da criação seletiva ter modificado a aparência de muitas raças, todos os cães mantêm as características básicas de seus ancestrais.

Os cães não têm clavícula (ao contrário dos humanos) permitindo um grande comprimento de passada para corridas e saltos.

Eles andam sobre quatro dedos, dianteiros e traseiros, e têm dedos vestigiais (chamados ergôs) em suas patas dianteiras, e às vezes nas traseiras.

É discutível se os dedos vestigiais ajudam os cães a ganharem tração quando correm, pois em alguns animais os dedos vestigiais fazem contato com o solo quando correm, e a unha do dedo vestigial geralmente se desgasta da mesma forma que as unhas dos outros dedos, pelo contato com o solo. Apesar disso, em muitos cães o dedo vestigial nunca toca o solo; neste caso sua unha nunca se desgasta, e tem que ser frequentemente aparada para manter um tamanho seguro.

Os dedos vestigiais não são totalmente inúteis. Eles podem ser usados para ajudar a manter firme ossos e outros objetos que os cães segurem com as patas. Apesar disso, em alguns cães estas garras não parecem estar conectadas à perna exceto pela pele. Nestes cães estes dedos não são usados para firmar, pois o dedo vestigial pode ser virado ou dobrado. [2]

Variações entre raças de cães

O ancestral do cão era do tamanho de um Dingo, e seu esqueleto levou cerca de 10 meses para atingir a maturidade.

As raças miniatura têm esqueletos que atingem o tamanho de adulto em poucos meses, enquanto nas raças gigantes, tais como o Mastiff o esqueleto leva de 16 18 meses para atingir a maturidade.

O nanismo afetou as proporções dos esqueletos de algumas raças, tais como o Basset Hound.

Anatomia externa

Na anatomia externa do cão, sua altura é medida do chão à cernelha, que vai do ponto onde encontram-se suas costas e seu pescoço, até a pata.[4]

Anatomia interna

Sistema respiratório

Pulmão e Diafragma canino, respectivamente

O sistema respiratório é o conjunto de órgãos responsáveis pelas trocas gasosas entre o organismo dos animais e o meio ambiente, ou seja, a hematose pulmonar, possibilitando a respiração celular.[5]

Esse sistema tem como principal função absorver oxigênio e eliminar boa parte dos gases residuais das células do organismo, como por exemplo o dióxido de carbono. Como cães possuem poucas glândulas sudoríparas em sua pele, isto explicaria o fato de não suarem, sendo assim o sistema respiratório também desempenha um papel importante na termorregulação corpórea.[6]

Os cães por serem mamíferos apresentam dois pulmões grandes e com lobos, de aparência esponjosa devida à presença de um sistema de ramificações delicadas dos bronquíolos em cada pulmão, terminando em câmaras fechadas de paredes finas (os pontos de trocas gasosas), chamadas de alvéolos.

A presença de uma estrutura muscular, o diafragma, exclusiva dos mamíferos, divide a cavidade peritoneal da cavidade pleural, além de auxiliar as costelas na inspiração.

Leia também:  Que Vos Ameis Uns Aos Outros Como Eu Vos Amei?

Sistema digestivo

Os órgãos que compõem o sistema digestivo canino são:[7]

  • Boca
  • Língua
  • Esôfago
  • Estômago
  • Fígado
  • Pâncreas
  • Intestino grosso
  • Intestino delgado
  • Recto
  • Ânus
  • Ceco de cão.

  • Trato digestivo canino. Em exposição no MAV/USP.

  • Estômago de cão.

  • Vista interna do estômago canino.

  • Língua de cão.

  • Íleo canino. Em exposição no MAV/USP.

  • Estrutura vascular do fígado de cão.

Ver também

  • Cinologia
  • Lista de raças de cães

Referências

  1. ↑ «Elementos da anatomia canina». Guia Prático da Criação Canina. Consultado em 22 de junho de 2010 [ligação inativa]
  2. ↑ «Cães». Portal São Francisco. Consultado em 22 de junho de 2010 
  3. a b c Wang, Xiaoming and Tedford, Richard H. Dogs: Their Fossil Relatives and Evolutionary History. New York: Columbia University Press, 2008. pp.97-8
  4. ↑ Tausz, Bruno. «Nomenclatura anatômica da Cinofilia». Tudo sobre cães. Consultado em 24 de abril de 2011. Arquivado do original em 21 de setembro de 2010 
  5. ↑ Krukemberghe Fonseca. «Sistema Respiratório». R7. Brasil Escola. Consultado em 11 de dezembro de 2012  A referência emprega parâmetros obsoletos |língua2= (ajuda)
  6. ↑ Washington State University. «Respiratory System of the Dog». Consultado em 1 de junho de 2017 
  7. ↑ Washington State University. «Digestive System of the Dog». Consultado em 31 de maio de 2017 
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Os 10 truques mais populares para cães | Guia para ensinar o seu!

Quando, a partir de uma ordem, um cão gira em círculo ou acena com a pata, as expressões de encanto e os aplausos entusiásticos estão garantidos.

Porém, mais importante do que a admiração da audiência é como o seu cão se sente com tudo isto. Felizmente, a maioria dos cães é, por natureza, bastante curiosa – querem estar ocupados e adoram estar em boa forma.

E tudo valerá ainda mais a pena se for incluída uma recompensa, como uma guloseima ou uma carícia de reconhecimento do dono.

Sabendo que a prática de truques é bastante benéfica para a relação entre cão e dono, é comum alguns donos estabelecerem objetivos demasiado ambiciosos. Antes de dar início aos treinos é importante ter presente que nem todos os truques são apropriados para todos os cães.

Embora a maioria dos cães apresente uma certa disposição para aprender – especialmente se as “aulas” vierem acompanhadas de recompensas –, o seu tamanho, constituição física e peso podem impedi-los de praticar determinados truques.

Além do mais, os cães, tal como nós, têm preferências individuais; por exemplo, se o seu patudo não gostar de se deitar de costas, não deve incentivá-lo a rebolar e, ainda, se não gostar de saltar, esqueça o “apanhar a guloseima no ar”.

O pressuposto fundamental para a prática de truques com o seu cão é a diversão de ambos. A verdade é que o sentimento de realização os atingirá bem mais depressa se o prazer for o vosso foco, ao invés de praticarem um exercício obstinadamente, enquanto o patudo preferia estar enroscado na sua manta.

Praticar os truques deve constituir uma experiência positiva para o seu cão. A pressão e a severidade não fazem parte da equação dos treinos. Seja cuidadoso e pratique os truques passo a passo. Seja paciente com o animal e respeite o seu ritmo de aprendizagem.

Estes conselhos não significam que deve desistir se o animal não participar no truque ou caso este último não resulte de imediato. Por vezes, o cão precisa de algum tempo para entender o que o dono pretende dele. É essencial que observe o animal atentamente e aprenda a interpretar o seu comportamento.

Se, por exemplo, se mostrar desmotivado, o melhor a fazer é dar o treino por terminado e continuar noutra altura – com o tempo irá aperceber-se facilmente se o cão tem vontade de continuar ou se já está com a mente noutra atividade.

É, então, fácil concluir que a prática de truques contribui para o melhor entendimento do seu patudo. Ao mesmo tempo, o animal ganha confiança no dono, pois este responde às suas necessidades.

Concluindo: o verdadeiro sucesso de um truque não está na execução perfeita de uma acrobacia, mas sim no período de treino em conjunto. Um treino consistente e progressivo e os pequenos sucessos alcançados, promovem a autoconfiança e fortalecem os laços entre si e o seu patudo.

Confiança mútua, fiabilidade e ordens inequívocas constituem os pilares fundamentais para uma educação bem-sucedida – e o mesmo se aplica à prática de pequenos truques. Porém, cativar o animal para as regras e para os truques requer um pouco mais de esforço.

Embora o desejo para agradar faça parte da natureza de algumas raças de cães, estes animais são, no fundo, egoístas, sabendo que os comportamentos desejados lhes trarão muitos benefícios, ao passo que os indesejados serão ignorados ou até penalizados.

No caso de outras raças, conhecidas por serem obstinadas, é possível observar como interpretam a execução de uma ordem, isto é, se lhes trará algum benefício ou não.

A técnica de anseio por elogios pode ser aplicada ao treino dos truques. A verdade é que os cães optam pelo caminho que lhes promete os melhores resultados, ou seja, se prevêem a existência de uma recompensa após um exercício bem-sucedido, estarão, naturalmente, motivados para participar.

Reforços positivos na forma de guloseimas, de mimos ou de um brinquedo muito ansiado aproximarão dono e cão do objetivo mais depressa e com maior confiança do que a adoção de uma postura de penalização perante um exercício mal concluído.

Assim, as recompensas devem ser oferecidas imediatamente a seguir aos sucessos, para que o animal entenda que tipo de comportamento é desejável e lhe dará acesso aos esperados elogios. Os cães vivem no momento presente, associando a reação do dono com a situação atual.

É também importante finalizar cada sessão de treino com um sentimento de concretização – ao notar que determinado exercício ainda sobrecarrega demasiado o animal, o melhor é recuar uns passos e dirigir-lhe uma ordem que este consiga executar com segurança e recompense-o por isso.

Só depois disto é que deve dar o treino por finalizado. E o animal manter-se-á bem-disposto e com vontade de continuar.

Para que a prática dos truques que lhe apresentamos neste artigo seja bem-sucedida, é fundamental que o animal domine os comandos básicos, como “Senta” ou “Aqui”. Apenas dê início aos exercícios quando o seu patudo responder com segurança a este tipo de ordens.

Por outro lado, certifique-se que escolhe o período ideal para dar início ao treino conjunto – se o cão estiver cansado ou com fome não demonstrará grande interesse pelos truques. Mesmo após as refeições é importante o animal usufruir de uma hora de descanso para a digestão.

Descansado e alimentado, acompanhará o treino com entusiasmo.

Os 10 truques mais populares

O clássico dos clássicos, e também a base para muitos outros truques, é dar a pata. Embora este truque seja comparativamente fácil de aprender, ainda assim será necessária alguma paciência (e algumas guloseimas) até que o animal responda à sua ordem com confiança, oferecendo ambas as patas.

  • Vamos lá começar: lance o comando “Senta!” e ajoelhe-se ao lado do cão. Com a sua mão, erga uma das patas do animal e enuncie, de forma inequívoca, a ordem “Dá a pata”. Repita este processo até que o cão erga a pata por si mesmo logo que o comando é enunciado. Recompense-o de imediato com uma guloseima. Em alternativa, pode esconder a guloseima desde o início na sua mão e mantê-la próxima da cabeça do animal – este irá tentar chegar perto da mesma, usando, muito provavelmente, a sua pata. Ofereça-lhe a recompensa e diga com clareza “Dá a pata”. Com o passar do tempo, o seu patudo terá interiorizado o exercício de tal forma que levantará a patinha logo que o dono disponha a mão aberta à sua frente.

Dar mais cinco ou, designações mais comuns, high five ou give me five, é um comportamento bastante casual para nós, humanos, não se restringindo ao mundo do desporto, sendo uma expressão de êxitos partilhados.

Não é de estranhar então que este truque se tenha vindo a tornar bastante popular também entre os cães.

Se o seu patudo já está à vontade no truque anterior, dar a pata, certamente lhe irá ensinar este movimento com rapidez.

  • Vamos lá começar: erga a mão na vertical (e não na horizontal, como no exercício anterior) e enuncie o já nosso conhecido comando “Dá a pata”. Logo que o animal levante a pata, ofereça-lhe uma recompensa. É normal se ao início o seu patudo ficar um pouco confuso, já que o está a recompensar sem que tenha colocado a pata na sua mão. À medida que avançam na prática, irá habituar-se ao novo exercício, e logo que tenham estabelecido uma rotina deve introduzir a nova ordem – “Dá cá mais cinco” ou “High five”.
Leia também:  Como Ligar Para Alguem Que Te Bloqueou?

Com a execução mais fluida do exercício pode experimentar fazê-lo à distância, isto é, vá-se afastando cada vez mais do animal até que, a certa altura, este não lhe consiga tocar na mão ao levantar a pata.

Recompense-o logo que erga a pata e este irá compreender que este gesto é suficiente.

Quando estiverem mais afastados, volte a erguer a mão na vertical em jeito de cumprimento e o seu patudo irá “acenar-lhe” com a patinha.

“Sentar e pedir” é um exercício muito popular e consiste no facto de o cão se sentar nas patas traseiras e erguer as dianteiras.

Para tal, o animal transfere o peso para trás e até que encontre o equilíbrio nesta posição pode, dependendo das suas habilidades, demorar algum tempo.

É importante que durante o treino deste truque o cão se sente na parte posterior do corpo – se ficar de pé não está a concretizar o exercício devidamente.

  • Vamos lá começar: tal como nos dois truques anteriores, a primeira parte do exercício consiste em fazer com que o animal se sente. Guie o cão junto a uma parede e enuncie a ordem “Senta!”. Idealmente, este irá sentar-se com as costas encostadas à parede – assim, conseguirá encontrar o equilíbrio, evitando que se levante, um gesto que será contraproducente, já que terá de se sentar novamente. De seguida, mostre-lhe uma guloseima e guie-a, com a mão, por cima da cabeça do animal. Atenção: não deve fazê-lo demasiado alto, ou o patudo pôr-se-á de pé. Logo que o cão se endireite e erga ligeiramente a pata para alcançar a guloseima, enuncie o comando “Senta e pede!” e recompense-o com o snack. Caso o cão se ponha de pé, repita o comando “Senta!” e guarde a guloseima até que este eleve apenas as patas dianteiras.

Este exercício deriva da modalidade dog dancing. O dono coloca-se de frente para o cão e, alternadamente, ergue a perna direita e a esquerda. De forma sincronizada, o animal ergue também a pata direita e a esquerda. Parece então que animal e dono estão a marchar em conjunto no mesmo sítio.

  • Vamos lá começar: a realização deste truque requer uma condição prévia – o domínio da ordem “dar a pata”. Dê a ordem para o animal se sentar e coloque-se à sua frente. Agora, ao pedir ao cão que dê a pata, erga a sua perna direita ao invés da mão. Os cães que já interiorizaram esta ordem irão instintivamente erguer a pata, além de se orientarem a partir da sua perna. Por outro lado, se o cão se mostrar desorientado e não seguir a ordem, ajude-o colocando a sua mão estendida sobre a sua perna. Elogie-o logo que eleve a pata ao mesmo tempo que você ergue a perna e ofereça-lhe uma pequena guloseima. De seguida, repita o exercício, mas erguendo, desta vez, a perna esquerda – o animal deve também levantar a outra pata. Pratiquem o exercício várias vezes e torne-se mais exigente na oferta da guloseima, isto é, recompense-o apenas quando repetir por duas, quatro e seis vezes seguidas a elevação alternada da pata em relação à sua perna.

Este truque tem duas fases: em primeiro lugar, o animal toca num objeto com a pata e, depois, derruba-o. Dominando estes movimentos, é possível ensinar-lhe, por exemplo, a fechar portas com a patinha.

  • Vamos lá começar: coloque um objeto com interesse (uma garrafa de plástico ou um peluche, por exemplo) numa divisão da casa e chame a atenção do seu cão para tal. Aguarde para ver o que acontece. Se o animal se aproximar do objeto e o tocar com a pata, elogie-o exaustivamente e recompense-o com uma guloseima. Repita o processo, apontando para o objeto e felicitando o patudo assim que lhe tocar com a pata. No dia seguinte, experimente ampliar o exercício e acrescente a ordem “derruba” – a partir de agora, assim que o cão tocar no objeto, diga “Derruba!”. Passados alguns dias, este comando estará de tal modo consolidado que o patudo irá reagir se o dono apontar para outras coisas no apartamento e enunciar a ordem.

Para o ensinar a fechar portas, aponte para a porta da divisão onde se encontram e diga “Derruba!”. Quando o seu patudo tocar na porta com a pata, recompense-o.

Para se certificar que efetivamente fecha a porta, enuncie o comando “Derruba! Fecha a porta!” e recompense-o apenas quando tocar na porta com força suficiente para a fechar.

Gradualmente, aumente a distância que o separa da porta até que baste apontar para a mesma a partir do sofá ou da mesa e dizer “Derruba! Fecha a porta!”.

Com este truque o objetivo é o cão rolar uma vez sobre as costas, voltando à posição inicial. Tendo em conta que alguns cães não apreciam particularmente deitar-se de costas, este exercício requer particular destreza e um pouco de paciência. E, claro, excelentes motivadores serão os snacks preferidos do seu cão e aos quais raramente tem acesso.

  • Vamos lá começar: respondendo ao seu comando, o animal está sentado à sua frente, com a zona posterior do corpo e ambos os cotovelos a tocar no chão. Segure a guloseima especial que selecionou para este exercício em frente ao seu nariz, de modo a tocar-lhe no focinho, mas sem que a consiga comer. De seguida, guie lentamente a mão de modo a que o animal incline a cabeça para trás e direcione as costas para o chão. O animal irá seguramente tentar alcançar a guloseima com o focinho, e, no melhor dos casos, virar-se de imediato. Caso o patudo hesite em deitar-se de costas encoraje-o, apoiando-o para alcançar a posição desejada.

Não deixa também de ser divertido observar os cães dobrados a rastejar junto ao chão, tocando-lhe com a barriga, e lentamente a regressar à posição inicial. No entanto, serão necessárias algumas sessões de treino até que o seu patudo domine este truque – a verdade é que rastejar é um movimento que não faz parte da locomoção natural dos cães.

  • Vamos lá começar: enunciado o respetivo comando, o animal senta-se e o dono ajoelha-se a seu lado. Suavemente, coloque uma mão por detrás das suas costas e com a outra segure uma guloseima à frente do seu focinho; lentamente, afaste a mão e aproxime-a do chão. Caso o animal se queira levantar com a intenção de seguir a guloseima na sua mão, empurre-o com cuidado na direção do chão. Enuncie a ordem “Rasteja!” ou outra semelhante. Assim que o patudo rasteje, ainda que ligeiramente, para a frente, elogie-o e dê-lhe a guloseima. Repita o exercício até que o animal responda à sua ordem e rasteje. Quando, passados alguns dias, o cão controlar estes movimentos, já não precisa de manter a mão por detrás das suas costas e experimente ainda sentar-se a alguma distância dele. Segure o snack perto do chão e dê a ordem – assim que o animal rastejar, recompense-o; se tentar levantar-se, diga “Senta!” mais uma vez. Felicite-o com a recompensa assim que execute o exercício completo.

O intuito deste truque é que o seu patudo rode sobre o seu próprio eixo – para a esquerda ou para a direita. Este movimento é pouco familiar para alguns cães, mas ao darem conta que há uma recompensa associada, é com motivação que se dedicam ao exercício.

  • Vamos lá começar: coloque-se em frente do seu patudo e segure uma guloseima perto do seu focinho (à semelhança do que é feito no exercício “Rolar”). Mova agora a mão num movimento circular por cima da sua cabeça e até às suas costas, obrigando o cão a mover-se também num círculo para acompanhar a mão. Enuncie então uma ordem apropriada, como “Vira-te” ou “Roda”. Assim que o animal girar sobre o seu próprio eixo, recompense-o. Repita o exercício até ao ponto em que o cão o domine à distância – para tal, vá-se afastando gradualmente do seu patudo até que este gire sobre si mesmo apenas a partir da observação do movimento circular da mão do dono e da sua ordem.

Semelhante a alguns dos truques anteriores, como sapatear ou rodar, o slalom pelo meio das pernas constitui um exercício bastante popular na modalidade de dog dancing.

E acreditamos que mesmo os animais menos entusiastas relativamente a passos de dança irão gostar de executar este truque.

Porém, é fundamental que o cão o alcance, no máximo, até à altura do joelho – de outro modo, não estará seguro enquanto se move e o animal passa pelo meio das suas pernas.

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