Como Dizer Ao Namorado Que Quer Engravidar?

Diante de tantas falas e situações que se repetem, quem sabe essa lista-amiga ajude a esclarecer alguns pontos.

Como Dizer Ao Namorado Que Quer Engravidar?

Pois é, pessoal, eu não sou uma alienígena, nem uma ciborgue, muito menos alguma criatura mítica habitante dos confins da Terra (#chatiada). Sou apenas uma jovem mulher que, como muitas outras, não quer ter filhos.

*COMASSIM VOCÊ NÃO QUER SER MÃE, SÓ SE CONHECE O AMOR VERDADEIRO COM A MATERNIDADE, INSTINTO NATURAL DA MULHER!*

Calma, pega leve nos clichês. Aqui vai uma lista de 13 coisinhas que você precisa saber antes de discutir esse assunto com uma mulher que não planeja ter filhos.

1) Não querer ter filhos não significa que eu não goste de crianças.

Mas entre gostar delas e ser mãe delas existe uma enorme diferença. Posso brincar, conversar e aprender com uma criança sem ter responsabilidade nenhuma. Depois de meia horinha, a devolvo para os pais e pronto, sigo meu caminho feliz da vida. A dinâmica é totalmente oposta quando se é mãe.

2) E também não tem problema não ser fã de crianças.

Faz sentido que uma mulher que não seja chegada a crianças não queira ter filhos. É um pensamento muito lógico: não gosto de lidar com crianças, logo, não terei crianças.

Isso não significa que mulheres que não querem filhos vão marchar pelas ruas empunhando cartazes de “Abaixo as Crianças” ou Chega de Mães”. Nem que vão desrespeitar seus direitos. Elas só não têm habilidade ou interesse (seja por falta de convívio, seja por questões pessoais) com/em crianças.

Muitos homens colocam a “falta de jeito com os pequenos” como motivo para não serem ou não quererem ser pais. Todo mundo leva numa boa. Por que com mulheres seria diferente?

3) Eu sei que posso mudar de opinião.

Já quis ser psicóloga, dentista e obstetra. Me formei em Publicidade e Propaganda. Mudar de ideia(s) ao longo da vida é normal e, quando se trata de decidir sobre a maternidade, eu sei que posso mudar minha opinião um dia.

Mas, por enquanto, essa é minha decisão, meu desejo, a forma como enxergo meu futuro. Gostaria de ser respeitada. Do mesmo modo que eu era respeitada ao dizer que queria seguir essa ou aquela carreira.

4) Dizer que não deseja ser mãe já engloba o ato de adoção.

Uma mãe que adota não é menos mãe do que aquela que gesta o bebê por nove meses. É família, sacrifício, cuidado e cobrança do mesmo jeito. Quando eu digo que não quero ter filhos, não importa se seriam gerados dentro ou fora de mim, planejados ou acidentais, biológicos ou adotivos. Eu não quero ter filhos. Ponto.

5) Optar por não ter filhos não significa que você não queira casar ou ter um(a) parceiro(a).

É engraçado explicar isso, mas há várias formas de construir um casamento e/ou relação duradoura. Algumas delas não envolvem filhos.

Como Dizer Ao Namorado Que Quer Engravidar?
Surpresaaaa

Não ser mãe não é sinônimo de ser solteira ou não desejar se envolver sério com ninguém ou coisa parecida. Pode ser, mas não necessariamente é. Varia de pessoa pra pessoa. Como tudo na vida.

  • 6) Eu mesma cuidarei de mim na velhice.
  • Essa explicação merece ser separada em tópicos:
  • 1) É preciso ser muito autocentrado(a) para ter filhos pensando em troca de favores.

2) Ter filhos(as) não significa que cuidarão de você na velhice. Todo mundo conhece pelo menos uma história de pais abandonados quando mais precisaram. Sem falar que o(a) filho(a) pode se mudar pra outro país, falecer, ele(a) mesmo(a) precisar de cuidados. Há várias possibilidades para o plano de amparo na terceira idade não funcionar.

3) Meu estilo de vida será pensado para assegurar uma velhice o mais tranquila possível para mim, já que não contarei com pessoas mais jovens que seriam “encarregadas” dos meus cuidados nessa fase. Portanto, minhas economias e planejamentos vão sempre levar esse futuro em consideração.

4) Falando nele, existem casas de repouso maravilhosas por aí.

7) Minha decisão não está condicionada à presença ou à falta de um homem.

Não deixei de ter filhos porque “ainda não conheci quem me fizesse mudar de ideia” ou “não encontrei a pessoa certa pra formar uma família”. A pessoa certa pra mim inclusive nem desejaria esse modelo familiar tradicional.

Já deu de condicionar as escolhas de uma mulher à presença ou à falta de homens, né? Podemos pensar, agir e sentir por conta própria, obrigada.

8) Não sou amargurada, ressentida, má, triste ou egoísta.

Não ter filhos, muitas vezes, é um ato de responsabilidade e consciência.

Há milhares de motivos pelos quais uma mulher pode não desejar a maternidade: a forma excludente como as mães são tratadas, dificuldades de inserção no mercado após ter filhos, a situação crescente de violência e escassez em que se encontra o mundo, o modo como crianças são tratadas no Brasil, a falta de amparo financeiro e psicológico para criar os filhos, inabilidade para lidar com questões relativas ao cuidado com a criança/adolescente, traumas pessoais, problemas familiares, entre outros.

Essa mulher pensou em cada um deles e tomou a decisão que julgou mais acertada. Ela levou em conta essa vida que surgiria, e qual tratamento seria destinado a ela. Que obstáculos enfrentaria, em que contexto cresceria, quais seriam suas oportunidades. É um nível de reflexão que, infelizmente, muitos pais não têm ao aumentar a família.

Mulheres que não desejam filhos acabam pensando mais nas consequências da maternidade do que boa parte daqueles que as condenam.

9) Minha escolha não ofende nenhuma mãe.

Parem com essa mania de achar que uma mulher afronta ou desrespeita as mães e/ou mulheres que desejam ser mães ao dizer que não quer ter filhos. Uma coisa não tem nada a ver com a outra.

Quero mais é que as mães sejam amparadas, valorizadas e compreendidas. Minha decisão pessoal não é um insulto à decisão pessoal de outras mulheres.

Do mesmo modo que respeito as que desejam e/ou vivem a maternidade, só espero que também respeitem meus planos de não ter filhos.

10) Chega da piada da louca dos gatos.

Ou a de que vou ficar pra titia. Ou a de que vou morrer de arrependimento. Ou a de que serei babá gratuita pros filhos das amigas [quero nem ter o meu, quem dirá cuidar do filho alheio].

O que essas piadas têm de engraçado? Elas só mostram o seu preconceito comigo e com as minhas decisões. Não importa se nos conhecemos há muito ou há pouco tempo. Minha reação será a mesma:

  1. Como Dizer Ao Namorado Que Quer Engravidar?
    Afe, melhore
  2. 11) Minha missão na Terra não é procriar.
  3. Já tá cheio de gente no planeta e não faltam pessoas dispostas a colocar mais serumaninhos no mundo.
  4. Relaxa que a extinção da espécie não será por minha causa.
  5. 12) Ser mulher não equivale a ser mãe.
  6. Nem toda mulher quer um buquê de flores, nem toda mulher quer usar maquiagem, nem toda mulher quer cozinhar no domingo e tchan tchan tchan tchan: nem toda mulher quer ser mãe o/

A ideia de que uma mulher só é completa com a maternidade é extremamente restritiva e injusta, inclusive com as próprias mães. Reduz todas as suas qualidades e conquistas ao segundo plano. Qualquer coisa que faça vale menos do que ter (ou não ter) tido filhos.

Crenças como essa continuam impedindo que mulheres tenham mais oportunidades e expandam seus horizontes.

13) Eu não lhe devo satisfações.

Eu não preciso enumerar todos os motivos pelos quais não quero ser mãe toda vez que o assunto “maternidade” entra na roda de conversa. Eu não preciso andar com uma placa escrita “Desculpe, não quero ter filhos” pendurada no pescoço. Eu não preciso ouvir todas as mil e uma ~alegrias~ que a vida de mãe proporciona, porque eu não quero essa vida.

O que faço com o meu corpo e futuro dizem respeito a mim. Se eu escolho consultar outras pessoas sobre isso, é uma decisão própria, baseada na minha vontade, e as pessoas com quem eu conversar serão personagens secundários nessa história. A protagonista da minha conduta e dos meus desejos sou eu.

E se eu nunca lhe pedi opinião, conselho ou informação sobre maternidade, é porque não acho que você seja relevante para ajudar a construir meu posicionamento. Você não foi convidado(a) pra essa conversa então, por favor, mantenha-se fora dela.

Como já diz a canção:

Como Dizer Ao Namorado Que Quer Engravidar?
E tenho dito 😉

Gravidez planejada: o que fazer antes de decidir ter um bebê

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Foto: Getty Images

Independentemente de ter sido planejada ou de ter sido descoberta num momento em que o casal ainda não esperava, a gravidez é um período mágico e de transformações – não só para a gestante, mas para toda a família envolvida.

Mas é fato que uma gestação planejada apresenta certas vantagens em relação a uma gestação “surpresa”. Isto porque, quando planejada, todos os fatores necessários para uma boa gravidez para a mãe e para o bebê são mais fáceis de serem alcançados, anteriormente à gestação.

Márcio Coslovsky, ginecologista e obstetra especialista em reprodução humana da Primordia Medicina Reprodutiva, no Rio de Janeiro, aponta como principais vantagens de uma gravidez planejada: “poder realizar um check-up clínico que antecede a gravidez e emagrecer, caso necessite. Também é uma oportunidade para tratar alguma eventualidade apontada nos exames de check-up prévios”.

Para o ginecologista e obstetra, dois ou três meses normalmente é um tempo razoável para a mulher começar a planejar sua gravidez.

Engana-se quem pensa, porém, que planejar a gravidez significa simplesmente ir ao ginecologista e dizer “estou querendo ter um bebê”. Existem inúmeros fatores que devem ser levados em consideração antes desta tomada de decisão e vários outros para serem colocados em prática quando a decisão de engravidar estiver totalmente certa.

9 coisas para pensar e fazer antes de planejar a gravidez

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Você acha que chegou a hora de “aumentar a família”, que está preparada para receber um bebê e, por isso, quer, o quanto antes, engravidar! Mas, calma: achar não é o suficiente, é preciso ter certeza, afinal, filho, por melhor que seja, é uma responsabilidade para a vida inteira.

“A mulher, antes de pensar em engravidar, deve consultar três áreas: a idade reprodutiva, a estabilidade da relação e o equilíbrio profissional e financeiro, ou seja, o conjunto biológico, emocional e racional deve estar em perfeita harmonia”, comenta Cristiane M. Maluf Martin, psicanalista da Clínica Crisma, especialista em Psicanálise, Terapia de Casais, Psicodiagnóstico, Ludoterapia e Dinâmicas de Grupo.

“É importante levar em consideração tudo antes de planejar uma gravidez, seja no aspecto físico, mental, financeiro e espiritual, pois com certeza essa decisão vai mexer com todas as áreas da sua vida”, acrescenta Cristiane.

Neste sentido, você confere orientações do que deve pensar e fazer antes de começar, de fato, a planejar a gravidez.

1. Aproveitar a vida

Antes de tomar a decisão de engravidar, de acordo com Cristiane, o casal deve aproveitar e desfrutar a vida despreocupada sem filhos. “Viaje, namore muito, durma até tarde, surfe, monte a cavalo, enfim, faça tudo que te der prazer e tiver vontade”, diz.

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2. Fazer algumas perguntas para você mesma

Ter um filho é um compromisso para a vida toda, então, de acordo com Cristiane, é importante fazer algumas perguntas para si mesma, como, por exemplo:

  • “É de comum acordo com o meu parceiro?”
  • “Eu e ele temos diferença de religião, já discutimos como isso vai ser para a criança futuramente?”
  • “Como vou conciliar o trabalho com a educação da criança?”
  • “Ambos estamos dispostos a abrir mão do luxo, como dormir até mais tarde, por exemplo?”

3. Pensar nas condições financeiras

Uma criança precisa ser planejada em todos os sentidos, inclusive no financeiro. “É importante que o casal faça uma estimativa de gastos e verifique se o orçamento familiar, no momento, pode passar por essa significativa alteração”, destaca Cristiane.

“É recomendável que o casal tenha economias para que possa arcar com os gastos que se disparam, principalmente nos últimos meses da gravidez, e durante a preparação para a chegada do bebê”, acrescenta a psicanalista.

“Deve-se ter em mente que essa escolha tem um preço, ‘a gente dá um jeito’ não é a melhor maneira de pensar”, lembra Cristiane.

4. Pensar no espaço físico

É muito importante ainda pensar no espaço físico. “Pensar se há lugar na casa para um bebê, se a região é legal para criar um filho… O momento é ideal para lidar com uma possível reforma ou mudança de casa, pois é uma ótima terapia”, comenta Cristiane.

5. Cuidar de si mesma

Cristiane lembra que ninguém nasce preparada para ser mãe. “Ter um filho é uma responsabilidade e um compromisso, uma decisão que deve ser meditada com tranquilidade, confiança e sinceridade”, diz.

“Portanto, organize seus sentimentos e saúde mental, mulheres que sofrem de depressão tendem a ter mais dificuldade para engravidar. Caso você não esteja com a ‘cabeça boa’, é melhor buscar ajuda antes de engravidar, porque as mudanças hormonais são intensas e, muitas vezes, podem provocar depressão na gravidez e depressão pós-parto”, explica a psicanalista.

“Se a mulher estiver equilibrada no momento da gravidez, tudo tende a ser mais fácil, inclusive o parto. Ressalto que a gravidez NÃO é uma doença, porém deve estar claro para a mulher que as alterações físicas e psicológicas são inevitáveis”, acrescenta Cristiane.

É importante ainda a mulher cuidar da sua saúde física, também. “Será que estou me alimentando bem?”; “Será que tenho bons hábitos de vida?”; “Minha saúde, de uma forma geral, está bem?” são alguns dos pontos a serem pensados.

6. Ter uma conversa franca com seu parceiro

O casal precisa ter a certeza de que está preparado para ter um filho. “Não é uma decisão qualquer, portanto, ambos devem estar atentos à emoção dessa decisão, mas em nenhum momento deixar a razão de lado”, diz Cristiane.

“Como anda seu relacionamento? O futuro pai do bebê e você têm a mesma vontade? Pensar em um filho como solução para uma relação que anda abalada pode ser uma armadilha, pois a situação em si exige várias renúncias, ou seja, essa escolha acaba nos dando menos do que perdemos, e isso pode gerar um desconforto interno chamado ansiedade.

O pequeno ser assume o comando de tudo à sua volta, por exemplo, os horários da casa, a estrutura do quarto, os móveis da sala, tudo passa em torno da necessidade e dos desejos dos pequenos”, comenta a psicanalista.

Essas mudanças podem acontecer em maior ou menor grau, mas certamente tem uma influência em como a vida do casal funciona a partir do nascimento do bebê.

Cristiane ressalta que o maior erro de uma pessoa é achar que um filho vai trazer felicidade ao casal. “Pois, na verdade, o que deve estar claro para o casal é que o filho vai compartilhar a felicidade que já existe, mesmo porque seria muito egoísmo da parte de ambos colocar essa responsabilidade na criança”, destaca.

7. Estar preparada para enfrentar opiniões

Se o casal, de fato, tomar uma decisão importante como esta, certamente vai acabar ouvindo diversas opiniões – algumas no sentido de incentivar, outras, talvez, com a proposta de questionar.

“Que bom! Já estava na hora, né?”; “Vocês têm certeza que querem ter um filho? Dá trabalho!”; “Será que vocês não são muito novos para isso?”… Esses são alguns exemplos de comentários que podem surgir.

Mas, vale ressaltar: a decisão é unicamente do casal.

“E ambos devem ter em mente que independentemente de comentarem sobre o desejo de terem um filho, as cobranças são reais em qualquer família ou roda de amigos, porém, não significa que esses palpites devem ser aceitos.

Por exemplo, a pessoa começa a namorar, cobram o casamento; depois que ela se casa, a cobrança é em relação aos filhos; depois que o casal tem o primeiro filho, perguntam quando vem o segundo, e assim por diante”, comenta Cristiane.

“Ressalto que o casal deve manter uma postura firme, para colocar limites e enfrentar as perguntas e críticas da família e dos amigos, e deixar claro para eles sobre como se sentem desconfortáveis com os questionamentos”, acrescenta a psicanalista.

8. Ir ao dentista

Do ponto de vista mais prático, é bom a mulher ir ao dentista para checar, de uma forma geral, como está a saúde da sua boca.

“É importante ir ao dentista antes da gravidez e durante a gravidez. Existe uma fragilidade na gengiva ocasionada pela gestação que pode causar sangramentos gengivais e pequenos focos de infecção na boca”, destaca o ginecologista Coslovsky.

9. Pensar sobre o obstetra que a acompanhará

É interesse começar a pensar no médico que você gostaria que te acompanhasse durante a gravidez e no parto. Seu ginecologista de confiança faz isso ou você terá que buscar um novo?

“O obstetra que acompanhará a gravidez tem que ser alguém com experiência e de conhecimento atualizado, com quem a gestante tenha e/ou faça um bom relacionamento”, destaca Coslovsky.

7 passos para planejar a gravidez

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Você e seu parceiro estão mesmo decididos: querem ter um bebê e vão começar a planejar a gravidez a partir de agora. Abaixo você confere alguns passos que deve colocar em prática para garantir uma gestação de sucesso:

1. Busque o peso adequado

Se estiver acima do peso, é interessante buscar entrar no seu peso adequado (que poderá ser informado por seu médico). “Isso não é fundamental, mas é muito melhor para a mulher.

As pessoas que estão acima do peso têm mais chances de ficar diabéticas ou hipertensas na gravidez.

A gravidez é uma sobrecarga para o corpo, e se a mulher já estiver sobrecarregada pela obesidade, configura-se um somatório de problemas”, explica Coslovsky.

Para perder peso, não há segredos: é preciso unir uma alimentação saudável e balanceada à prática de alguma atividade física.

2. Pare de fumar

Coslovsky destaca que o cigarro é um inimigo da fertilidade. “Ele antecipa a menopausa, diminuindo a função ovariana. Uma vez grávida, as substâncias tóxicas atravessam a placenta e aumentam as chances de prematuridade e baixo peso fetal. Para quem deseja engravidar, o cigarro deve ser abandonado para ontem”, diz.

3. Diminua a ingestão de bebida alcoólica

“Para pessoas que bebem socialmente, não há problemas em engravidar. Mas, a partir do momento que a gravidez for descoberta, é preciso parar de beber”, explica o ginecologista.

4. Realize check-up clínico

A mulher deve fazer um check-up completo para verificar como está sua saúde. De acordo com Coslovsky, existem exames fundamentais que devem ser feitos antes da mulher engravidar.

“Sorologias para afastar infecções.

Sorologia para rubéola e toxoplasmose, glicemia, Papanicolau, ultrassons para diagnosticar possíveis malformações dos órgãos reprodutivos e exames de HIV, sífilis e hepatites”, explica.

5. Interrompa o uso do método contraceptivo e tenha relação sexual no período fértil

Se estiver fazendo uso de algum método contraceptivo, como, por exemplo, anticoncepcional, é necessário interrompê-lo.

É fundamental ainda se informar sobre seu período fértil, que é o momento do ciclo menstrual em que se torna mais provável a fecundação do óvulo pelo espermatozoide e, portanto, a gravidez. Ou seja, é o momento em que ocorre a ovulação — quando o ovário libera um ou mais óvulos para serem fecundados.

Considera-se que a ovulação acontece sempre no meio do ciclo, ou seja, em torno do 14º dia de um ciclo normal de 28 dias. Então, já que o desejo é engravidar, o período ideal para ter relações é de 3 dias antes a 3 dias depois do dia esperado para a ovulação.

6. Comece a tomar ácido fólico

A mulher que está tentando engravidar pode começar a tomar ácido fólico. “É uma boa ideia. O ácido fólico é benéfico para diminuição da má formação fetal e dos defeitos no tubo neural do bebê, como a anencefalia”, explica Coslovsky. Consulte o seu obstetra e sua nutricionista para que juntos eles possam criar um plano de nutrição adequado para a vinda do bebê.

7. Atente-se à sua alimentação

A mulher que está desejando engravidar não precisa necessariamente mudar sua alimentação (ao menos que tenha hábitos ruins e os reconheça, como, por exemplo, consumir muita fritura e doce). “Ela deve ficar atenta às carnes cruas e saladas mal lavadas, por causa da toxoplasmose. Fora isso, os outros hábitos alimentares podem continuar os mesmos”, diz Coslovsky.

Há muitas dúvidas e até mitos sobre o consumo de café, mas, de acordo com o ginecologista, o café não é contraindicado na gravidez ou no planejamento dela. “Sem exageros e com bom senso o consumo é permitido, mas é preciso moderação”, lembra.

De toda forma, é sempre importante conversar claramente com o médico sobre possíveis alterações que devam ser feitas na alimentação.

Por fim, além destas questões práticas, é muito importante controlar a ansiedade neste período e, também, “zelar pelo relacionamento”, não deixando que esta fase de preparação para a gravidez se torne algo penoso, estressante.

A relação sexual para ter um filho também deve ser especial, de consagração de uma união, o casal deve aproveitar para desfrutar deste momento e nunca realizá-lo por obrigação (somente com aquela ideia fixa de gerar um bebê). Esta é uma fase que pede cumplicidade, amor e romantismo!

Quando um dos cônjuges não quer ter filhos e o outro quer: O que fazer? | Familia

Você casou, quer formar uma família, mas seu cônjuge não quer filhos. E agora? Veja o que você pode fazer.

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Há algum tempo atrás ter filhos significava status para a família, principalmente se fossem do sexo masculino. A mulher que não conseguia dar filhos ao marido era mal vista e muitas vezes discriminada.

Hoje essa situação não existe mais em muitas culturas, certamente pode haver culturas que mantenham esses valores, mas na maior parte da nossa sociedade ocidental a decisão de ter filhos tem sido tomada muito mais tarde e a decisão de não ter filhos tem sido cada vez mais adotada.

Embora a cultura de que a mulher tem por propósito de vida ser mãe ainda seja muito difundida, como uma sociedade em constante transformação é possível que duas pessoas se apaixonem e cada uma delas tenha uma opinião diferente quanto a esse assunto.

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Antes do casamento

A fase do namoro serve justamente para que o casal se conheça, para que saibam quais os objetivos de vida um do outro. Nessa fase já se deve saber o que a pessoa espera ao iniciar uma vida a dois.

E as expectativas devem ficar bem claras para ambos.

Se já na fase de namoro um dos dois deixa claro que não quer ter filhos o outro deve repensar se realmente deseja entrar em um relacionamento assim, pois essa questão é de alta relevância e pode causar muito sofrimento futuramente.

Um grande erro

Um erro muito cometido entre as pessoas é achar que após o casamento conseguirá fazer o outro mudar de opinião. Isso até pode acontecer, mas será um risco alto demais a ser assumido. Quando nos casamos devemos ter em mente que não temos o poder de mudar ninguém além de nós mesmos.

Após o casamento

O casamento pressupõe um plano de vida traçado em conjunto. Se a questão sobre ter filhos já foi conversada antes, mas mesmo assim um dos cônjuges ainda não aceita, o ideal será o casal sentar e conversar francamente.

Cada um deve expor suas expectativas, vontades, inseguranças e seus medos. Buscar a ajuda de um psicólogo pode ajudar nessa fase.

Ter em mente quais são os aspectos que estão envolvidos será de grande benefício não só para o cônjuge que quer ter filhos compreender que deve respeitar o tempo do outro, como também, para o cônjuge que não quer ter filhos compreender o porquê se sente tão inseguro e o que pode fazer para buscar segurança.

Depois dessa conversa clara algumas metas devem ser traçadas e um compromisso assumido por ambos os cônjuges.

Nunca se deve forçar uma situação, como por exemplo, ficar tentado convencer o outro, pois a decisão de ter filhos não se trata de uma disputa de quem tem o melhor argumento. E muito menos forçar uma gravidez, tais atitudes podem colocar o relacionamento em risco e terminar em separação.

Quando um dos cônjuges for categórico e realmente decidir por não ter filhos o outro tem apenas duas alternativas: se quiser que o relacionamento continue deve aceitar plenamente e de coração, nesse caso deve avaliar se conseguirá viver feliz dessa forma. Caso saiba que não poderá ser feliz e um acordo não for possível, a separação será a outra alternativa.

O que é importante avaliar

O mais importante é o casal avaliar que essa decisão deve ser tomada em conjunto, tanto a decisão de ter filhos, como a decisão de não ter filhos.

Se não puderem tomar essa decisão juntos é sinal que o relacionamento, em algum momento, se tornará um peso e um sofrimento para uma das partes.

Para que o casamento se mantenha e o amor prevaleça ambos precisam colocar as necessidades do outro em primeiro lugar e trabalhar dentro de si suas próprias inseguranças. Com um coração sincero e amor verdadeiro ambos poderão chegar a uma solução que proporcione felicidade mútua.

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Karin Hueck – "Socorro, meu marido quer ter filhos, mas eu não quero. E agora?"

Tenho 31 anos e eu e meu companheiro estamos juntos há 9. Ele sempre demonstrou vontade de ter filhos e eu achava que essa vontade apareceria com o tempo para mim, mas isso não aconteceu. Recentemente conversamos a respeito e expliquei a ele que não quero ter filhos. Ele ficou bastante decepcionado, pediu um tempo para pensar, mas ao final disse que preferia continuar em nossa relação. No entanto, sinto que ele não está bem resolvido com esta situação pois traz esse assunto em discussões, alegando que eu “tomei uma decisão que afeta a vida dele”. Sinto que estamos estamos armando uma bomba relógio, mas não quero me separar dele por causa disso. O que devo fazer? 

– Bomba relógio

– Cara bomba

Eu consigo entender o impulso inicial do seu companheiro.

Dá medo de encerrar um relacionamento bem-sucedido de um dia para o outro por causa de uma coisa que poderá vir a acontecer um dia – e dá para entender por que ele decidiu deixar as coisas como estão por um tempo. Ao mesmo tempo, ele tem razão: ter ou não ter filhos é o tipo de decisão individual que todo mundo deveria poder tomar por si. 

Você não me parece ser uma pessoa leviana: esperou 9 anos para a vontade de ter filhos aparecer – e nada de ela dar as caras até agora.

Não tem nada de errado com essa escolha, mas o ideal é que você tenha ao seu lado alguém que concorde com ela. Infelizmente, acho que você já sabe a resposta. Nada indica que nenhum de vocês dois vá mudar de opinião.

O melhor é deixar cada um seguir seu caminho – com ou sem fraldas sujas no meio.

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Minha mãe teve câncer e faleceu há pouco menos de 1 ano. Nao consigo perdoar a minha irmã pela forma como ela agiu durante o período da sua doença. Ela se isolou, não assumiu responsabilidades, não deu apoio emocional para a minha mãe ou dividiu as tarefas comigo e as outras pessoas da família.

Sempre fomos próximas, mas não consigo entender porque ela se comportou dessa forma e nossa relação nunca mais foi a mesma desde o falecimento de nossa mãe. Não quero que seja assim para sempre, mas nao consigo perdoá-la e tenho medo de tocar no assunto e nossa relação ficar ainda pior.

O que posso fazer?

– Magoada demais

– Cara magoada

Nem todo mundo reage às tragédias da vida da mesma forma. E mais do que isso: também não existe uma única maneira correta de reagir nesses casos. Talvez sua irmã tenha ficado em negação esse tempo todo, achando que sua mãe iria se recuperar.

Talvez ela não tenha preparo emocional para lidar com algo tão difícil – nada, por exemplo, indica que ela seria uma ajuda nas responsabilidades práticas. Parece que você, além de estar magoada, também está sentindo a falta da sua irmã e acho que vocês merecem ter uma conversa sincera.

Dê mais um tempo para que você consiga encontrá-la sem despejar toda essa raiva. 

Algo me diz que sua irmã sabe que não se comportou da maneira como era o esperado. Lembre-se de que ela também perdeu a mãe. E quem desperdiçou a chance de ficar por perto até o final foi ela, e não você. 

A minha cunhada Maria* é um amor de pessoa, não mede esforços pra ajudar ninguém e nos damos superbem. Uns anos atrás, ela saía escondido com um amigo do meu marido, o Felipe*. Ninguém sabia, e eu acho que ela contou só pra mim.

Acontece que essas saídas aconteciam enquanto ele namorava outras pessoas. Felipe teve diversos relacionamentos e diversas vezes eles saíram juntos. Eu nunca consegui dizer a ela que reprovava essa atitude. Péssimo, eu sei.

Eu simplesmente ouvia, mas nunca conseguir dar aquele puxão de orelha, sabe?

O ponto é que agora o Felipe começou a namorar outra menina, a Ana, que se tornou minha amiga também. E para piorar a Maria começou a namorar também um amigo nosso. E agora a Maria e a Ana também são amigas! Socorro! É muita falsidade pra um ambiente só! 

Eu não sei o que fazer, eu às vezes acho que devo ficar na minha, mas me sinto muito mal com a Ana, por considerá-la minha amiga. Mas também me sinto muito mal com a Maria, pois é minha cunhada.

Às vezes em alguma conversa acabamos falando de traição, de como isso é ruim, de que se uma souber de algo do namorado da outra pra contar… E eu só quero chorar nesses momentos. Me ajude, por favor.

Não posso contar isso pra ninguém, então não sei o que fazer rs…

– Perdida no meio do rolo

– Cara perdida

Infelizmente, não consigo me compadecer do seu sofrimento.

Não me parece que você tentou evitar a confusão – pelo contrário, parece que você ficou esses anos todos apenas preparando a pipoca pra acompanhar os rolos dos seus amigos.

Você também nunca deixou claro o que pensava disso tudo: não condenou a Ana (ou o Felipe, que é quem de fato namorava outras pessoas) e fez promessas que você sabia que não ia conseguir cumprir, de delatar as traições alheias. 

Lembre-se que nada disso diz respeito a você. Não sei qual seria o objetivo de contar tudo agora. Ou seja, pode ser difícil ficar quieta diante de tanta “falsidade”, mas esse esforço é o mínimo que você pode fazer a essa altura.

*Os nomes foram alterados.

Você também está com uma pergunta sem resposta? Mande para o [email protected] – que elas serão respondidas anonimamente.

O que fazer quando a vontade de ter um filho parte do homem

A mulher deve ser franca e tentar não agir com egoísmo, deixando o companheiro livre para realizar esse sonho Foto: Dreamstime

Há mil recursos para atenuar as marcas do tempo nos cabelos, no rosto e no corpo das mulheres: tinturas, preenchimentos, cirurgias. Mas, no que se refere ao relógio biológico reprodutivo, o passar dos anos é implacável.

As mulheres já nascem com todos os seus óvulos, que vão amadurecendo ao longo da vida. Muitas adiam cada vez mais a maternidade por causa da carreira e de outras aspirações, como a compra da casa própria. Quando se dão conta, resta pouco tempo para realizar esse desejo.

Após os 35 anos, só metade das mulheres engravida naturalmente. Ansiosas, muitas têm a impressão nítida de ouvir um tiquetaque. É o sinal de que é preciso ter um filho, já.

Mas e o inverso: será que essa vontade incontrolável pode acontecer também com o sexo masculino? Afinal, o relógio biológico também apita para os homens?

Sem ultimatos

Nem todo mundo consegue lidar tão bem com esta questão. “Dependendo do nível de comunicação do casal, podem emergir brigas”, alerta o psicólogo Antonio Carlos Amador Pereira.

“Muitas vezes, a mulher decide que não quer filhos e esquece que é parte de um casal. Cada um precisa se colocar no lugar do outro.

Se a mulher, por exemplo, se propuser a pensar no assunto e os dois juntos estipularem um prazo, ambos vão se tranquilizar e a relação sairá fortalecida.”

Magdalena Ramos, terapeuta de casal e de família, de São Paulo, observa que o assunto aparece naturalmente na época do namoro, só que em forma de projeto a se concretizar.

“Mas, no início do casamento, os dois devem começar a fazer planos e fixar metas sobre a melhor época para a vinda de uma criança.” O tempo passou na janela e nada rolou? Num primeiro momento, nem o homem nem a mulher devem fazer colocações irreversíveis.

“É preciso dar ao outro um tempo razoável para amadurecer a ideia”, explica Antonio Carlos. E se a mulher pressentir que a vontade de ser mãe não vai chegar? Nesse caso, a única saída é a honestidade.

“Ela tem que ser franca e tentar não agir com egoísmo, deixando o companheiro livre para realizar esse sonho, caso o anseio pela paternidade seja maior que a cumplicidade entre ambos”, diz Magdalena.

Observadora das grandes mudanças sociais, a antropóloga carioca Mirian Goldenberg acredita que a paternidade tende a se tornar uma escolha tão importante para o homem quanto para a mulher. “Cada vez mais, ele não quer ser mero reprodutor ou provedor.

Quer participar ativamente da decisão de ter ou não um bebê e da vida dos filhos”, analisa. Segundo os especialistas, porém, a vontade incontrolável de ter filhos costuma surgir mais tarde no sexo masculino, talvez porque eles não sejam tão pressionados culturalmente.

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“Nossa sociedade obriga as mulheres a terem filhos para não se sentirem fracassadas. Em outros países, isso não ocorre”, explica Mirian.

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Quero engravidar! Como conversar isto com meu parceiro?

Não há uma receita pronta para abordar seu parceiro sobre a vontade de engravidar. Vai depender de cada relação. Há casais que demoram anos. Outros decidem em poucos meses.

O primeiro passo, indiscutivelmente, é ter a sua própria certeza.

Lembre-se: a mulher é quem vai gerar a criança, ela terá seu corpo transformado e, no primeiro ano de vida, exercerá um papel muito mais primordial do que o do homem.

A decisão de engravidar tem de ser tomada a dois. Se o seu companheiro não quiser, as chances de haver problemas antes, durante e depois da gestação são imensas. Ter um filho é uma responsabilidade para toda a vida, ao mesmo tempo em que traz para ela um novo e gigantesco significado. O amor dos pais pelos filhos é o maior do mundo.

Antes de se preocupar em escolher as palavras certas, é preciso tocar numa questão que até pode ser espinhosa, dependendo do caso: você está com um parceiro que alimenta os mesmos sonhos que os seus? Ainda antes da fecundação, diz a psicologia, quando um casal pensa em ter um filho, essa criança, de alguma forma, já ocupa um espaço. O contexto que precede a gravidez fará parte da história do bebê. Esta criança é querida pela mãe? É desejada pelo pai? E os avós? O que pensam sobre o nascimento? E o restante da família? Ao tomar a decisão de engravidar e, em seguida, ao iniciar as tentativas, você já estará começando a construir a história do seu filho.

A gravidez e a vida profissional

Você precisa discutir com seu parceiro sobre a questão da disponibilidade financeira e de tempo. Uma criança gera custos: enxoval, exames, parto, pré-natal. Também requer tempo e dedicação. É necessário refletir sobre quais são os planos de carreira de cada um dos pais e chegar à conclusão de que o filho cabe neste momento.

Honestidade ao iniciar as tentativas

Cada casal tem o tempo certo para iniciar o diálogo sobre ter um filho. Mas o momento crucial, para uma gestação saudável, deve ser antes das primeiras tentativas.

Seu parceiro deve saber e concordar quando você decidir que terá as primeiras relações sexuais sem o uso de preservativos. O instante em que se para de tomar pílula precisa ser consensual.

A decisão tem de ser a dois, ou seja: o outro precisa querer.

Gestação e as privações

Discutir com seu companheiro, antes de decidir ter um filho, poderá ser excelente para garantir uma gestação saudável sem cair na enganação dos contos de fadas. Tente descobrir, em primeiro lugar, o que você espera do seu parceiro como pai.

Em seguida, pergunte a ele sobre coisas do cotidiano de quem tem uma criança: ele estará disposto em não fumar perto de você durante a gravidez, por exemplo? Ele ajudará você a levantar à noite e trocar uma fralda ou dar uma mamadeira? O que ele espera da educação da criança? Reflitam para chegar em acordos sobre estas questões. Quantos menos discussões e brigas, melhor!

A criança e o casamento

É notório que o surgimento de uma criança, embora magnífico, trará uma mudança na rotina do casal, principalmente quando se trata do primeiro filho.

A relação a dois jamais será a mesma uma vez que tomará uma forma triangular, com a existência de um terceiro, completamente vulnerável e dependente, principalmente da mãe. É muito comum que haja desentendimentos entre a mulher e o homem nos primeiros meses do bebê.

A tendência natural, a mais comum, é a mãe se voltar quase que completamente para a criança. Por este motivo a paciência e o carinho de seu companheiro serão essenciais, tanto com você como com o bebê.

Aproveite cada segundo

Ao decidir engravidar, aproveite cada momento da gestação. Acaricie sua barriga, fique no silêncio para tentar escutar o coraçãozinho, mas também coloque boa música para o feto, que já reagirá depois de alguns meses ao som e a outros estímulos. Desfrute dessa reação.

Converse com seu filho enquanto ele ainda estiver na barriga. A voz da mãe acalma e ajuda a estabelecer vínculo de afeto ainda antes do nascimento. Faça muitas fotos enquanto estiver grávida, uma em cada mês, pelo menos. Mais tarde, poderá usá-las para contar a seu filho a história de seu nascimento.

Se prepare para o parto e faça o possível para conseguir amamentar: além de elevar as chances de uma vida saudável, a amamentação trará uma experiência fantástica à mãe. Será um dos primeiros passos para uma relação de amor para toda uma vida.

Além disso, dizem os médicos, ajuda a mulher a perder peso e aumentar a autoestima.

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O que fazer quando um dos dois não quer ter mais filhos?

Uma das diferenças mais fortes que um casal pode enfrentar tem a ver com o número de filhos que cada um quer ter.

Ao se tratar de uma decisão que deve ser tomada pelos dois, será difícil chegar a um acordo, já que um terá que ceder.  Se você está passando por uma situação como essa, queremos ajudar você a superá-la.

Possíveis causas dos problemas de ter mais filhos ou não

Durante a fase do namoro não é incomum imaginar a família que você formará junto com seu parceiro. Ambos fantasiam a casa onde vão morar, conversam sobre ter ou não animais de estimação e falam do número de filhos que gostariam de ter.

Quatro, dois, nenhum? O certo é que uma vez que os dois estejam casados, as expectativas de cada um podem mudar e quem sabe algum dos dois já não queira mais ter filhos.

Isso acontece, basicamente, porque já não se trata apenas de imaginar, mas sim de enfrentar a realidade, suas responsabilidades e as despesas da casa. Assim, se antes você sonhava em ter quatro filhos, é possível que agora que conhece tudo o que precisa para manter uma casa, pense que não terão capacidade de manter uma família tão grande, e devam mudar seus planos.

Apesar da questão econômica, que, na maioria das vezes, determina a quantidade de filhos que um casal vai ter, existem mulheres ou homens que resistem à ideia de não ter filhos que sonhavam em ter quando jovens. Pode ser que um aceite a realidade, mas talvez o outro persista na sua tentativa de ter uma família grande, ainda que saiba que não conta com os recursos para sua manutenção.

A situação econômica dos casais tem grande influência sobre a quantidade de filhos que decidem ter. Por isso, você deve pensar o que fazer se o seu marido não que ter mais filhos.

Quando se dá as boas-vindas ao primeiro filho, ainda não se percebem as diferenças entre os critérios da paternidade. Mas quando um dos dois começa a propor que já é hora de se preparar para um segundo filho, é possível que o outro não esteja preparado e comecem a surgir dificuldades no casamento.

Quando você quer ter mais filhos, mas o seu marido não

A psicóloga familiar Viviana Briceño alerta que muitas vezes, depois do primeiro filho, a mãe quer que a família continue se expandindo; ao passo que é provável que o pai demonstre resistência em avaliar se a situação econômica é apta para trazer outro filho ao mundo e prefira adiar a decisão.

“Os problemas surgem desde o momento em que a mulher quer engravidar, mas o marido manifesta desacordo quanto a isso.

A visão de um quer se impor sobre a do outro para demonstrar quem está com a razão. Ambos esquecem que conceber um filho requer algo além de vontade.

A condição indispensável é uma família estável e em harmonia”, esclarece a especialista em planejamento familiar.

Nesses casos, a mulher pode se aventurar em conceber um filho, subestimando a opinião do marido, acreditando que o novo bebê trará a alegria que a casa necessita; mas o efeito da gravidez pode ser o contrário: aumentar as desavenças e, inclusive, produzir uma ruptura familiar.

Acima de dinheiro, um novo bebê necessita de uma família estável e em harmonia.

É possível também que a mamãe não esteja preparada para ter outro filho e se sinta pressionada pelo seu marido para engravidar de novo. As consequências disso seriam negativas e poderia desencadear uma rejeição da mulher às tarefas relacionadas à maternidade.

Se você já é mãe e passa por uma situação parecida à descrita acima, o mais aconselhável é que mantenha um diálogo aberto e sincero com seu parceiro e cheguem juntos à decisão mais acertada para ambos. Uma decisão que não obrigue ninguém a fazer algo que não deseja, nem a renunciar a algo que anseia.

As razões para ter ou não ter filhos são imensas, de acordo com cada família. O segredo para dar certo está em que seu marido e você façam tudo o que estiver em suas mãos para que um assunto tão especial como o fato serem pais não se torne um problema.

Escute o outro e tente entender a perspectiva dele. Conversem sobre as circunstâncias que deveriam girar em torno do nascimento de um bebê.

Entrem em um acordo quanto às datas para ter outro bebê. Se o momento chegou, mas não estão dadas as condições, sejam compreensivos um com o outro e até lá desfrutem do filho e do relacionamento que vocês já têm.

Levem em consideração que o fato de serem pais não pode ser uma obrigação. É uma responsabilidade muito grande que deve ser assumida e desejada pelos dois.

A decisão de trazer crianças ao mundo é exclusiva da família. Dessa forma, não podemos dizer a você o que fazer. Mas nos atrevemos a aconselhar você que se planeje ter filhos quando o casal estiver em seu melhor momento. Assim, cultive sua relação com o seu marido e você verá que será mais fácil tomar decisões em conjunto.

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