Como Descobrir O Curso Que Quero Fazer Na Faculdade?

Se a dúvida “Qual curso devo fazer?” tem rondado a sua mente e a incerteza tem tirado o seu sono, é hora de se respirar fundo e buscar uma solução.

  • Além disso, você precisa saber que não está sozinho. 
  • Essa decisão é mesmo difícil e atormenta muita gente.
  • Mais da metade dos estudantes do 3º ano ainda não é capaz de optar por uma faculdade, sabia?
  • O levantamento foi feito pelo Portal Educacional. 
  • Mas o segredo para lidar com essa escolha é buscar informação, e o primeiro passo você já deu, que foi chegar até este artigo.
  • Nas próximas linhas, você vai descobrir o que fazer para optar por um curso e se sentir confiante e seguro com a sua decisão.

Siga acompanhando até o final para conferir todas as dicas. Boa leitura!

O que fazer quando não se sabe que curso fazer?

  1. Como Descobrir O Curso Que Quero Fazer Na Faculdade?
  2. Chorar, gritar e se descabelar, certamente, não estão na lista do que fazer.
  3. É preciso manter a calma e lidar com o processo da forma mais natural possível.
  4. Lembre-se de que até os executivos mais bem-sucedidos passaram por essa situação.
  5. E, então, é só colocar algumas dicas em prática, das quais falaremos ao longo deste artigo, e chegar até a sua decisão.

Como saber qual o curso ideal para mim?

  • Como Descobrir O Curso Que Quero Fazer Na Faculdade?
  • Para saber qual é o curso ideal para você, vale investir em autoconhecimento e recorrer a algumas ferramentas.
  • Veja só:

Entenda seu perfil e interesses

O primeiro passo para acertar na escolha da carreira é, sem dúvida, refletir sobre as suas características e desejos.

Afinal, embora as habilidades possam ser desenvolvidas com muito treino, todos nós já nascemos com certos atributos naturais.

Alguns são mais comunicativos. Já outros possuem forte capacidade analítica. Há quem tenha o dom musical ou facilidade com esportes, por exemplo.

  1. Considerar essa propensão, portanto, é fundamental para uma escolha mais assertiva.
  2. No entanto, além das particularidades, é preciso ponderar também os interesses. 
  3. Se você não tem tanta facilidade com números, mas tem o sonho de trilhar em alguma profissão que envolve matemática, não pode ignorar esse fato.
  4. Ainda que não exista um talento nato, é perfeitamente possível aprender e dominar uma área de conhecimento.
  5. É claro que, para isso, deve haver muita disciplina e empenho.

Faça um teste vocacional

  • Dedicar um tempo para pensar no que você gosta e quer fazer é imprescindível. 
  • Mas nem sempre é fácil chegar a uma conclusão.
  • Por isso, algumas ferramentas, como o teste vocacional, podem ajudar.
  • Ele consiste, basicamente, em um questionário que avalia o seu perfil. 
  • É preciso apenas responder às perguntas e checar o resultado, que indica as profissões que mais combinam com você.

Isso não significa que você deva seguir exatamente a resposta do teste.

Mas, certamente, será um excelente subsídio para você se guiar.

Como escolher qual curso devo fazer?

Como Descobrir O Curso Que Quero Fazer Na Faculdade?

Além de descobrir quais são os cursos mais compatíveis com o seu perfil, é preciso percorrer mais algumas etapas. Confira quais são:

Conheça o máximo de profissões que puder

É comum termos mais conhecimento sobre as carreiras tradicionais e amplamente difundidas, como médicos, administradores, advogados e etc.

Mas elas não são as únicas profissões. Na verdade, existem inúmeras outras.

  1. Além disso, uma mesma área de formação permite atuações bem distintas.
  2. Quem se forma em Jornalismo, por exemplo, pode escolher trabalhar em veículos de comunicação, no departamento de marketing institucional de empresas, como assessor de imprensa ou como redator de artigos de blog, por exemplo.
  3. Viu só como as oportunidades de trabalho são diferentes?
  4. Portanto, investigue com afinco todas as áreas e suas possibilidades.

Faço o que gosto ou gosto do que eu faço?

  • Este é um grande dilema de quem está planejando ingressar no ensino superior.
  • Você já deve ter ouvido as pessoas dizerem que não seguiram a profissão dos sonhos porque não dava dinheiro, não é mesmo?
  • Bem, saiba que este pensamento é equivocado.
  • É claro que é preciso avaliar com cuidado o cenário e a perspectiva de futuro da profissão, mas isso não deve ser o fator central da sua decisão.
  • Quem trabalha por obrigação e não gosta do que faz pode não se dedicar tanto quanto quem ama a carreira.
  • E isso, certamente, faz diferença no sucesso profissional.

Saiba quais são os seus verdadeiros interesses

  1. Já falamos um pouco sobre a importância de identificar seus interesses.
  2. Mas, vale reforçar o assunto.
  3. Depois de pesquisar sobre todas as profissões e oportunidades de atuação, faça mais uma reflexão.
  4. Isso porque, ao longo do processo, você pode descobrir novas predileções.
  5. Pensar no seu propósito e na sua realização é uma constante.

Passo a passo para escolher qual o curso você deve fazer

  • Como Descobrir O Curso Que Quero Fazer Na Faculdade?
  • Para ajudá-lo a escolher o curso certo, preparamos um passo a passo. 
  • Assim, você pode seguir todas as fases e não se sente desamparado nessa difícil decisão. Acompanhe:

Desenvolva autoconhecimento

Pensar, refletir, identificar…

Para que essas ações aconteçam, é preciso exercer o autoconhecimento.

Ou seja, o conhecimento de si mesmo. E essa não é tarefa simples. É preciso desenvolvê-la.

Ficar em silêncio, questionar os próprios hábitos e registrar os sentimentos em um papel são algumas formas de começar esse processo.

Inicie por aí.

Faça um teste de personalidade

  1. Além do teste vocacional, que indica a sua vocação para as profissões, também existem testes de personalidade.
  2. Com base em seu padrão comportamental, ele ajuda a traçar o seu perfil.
  3. Assim, você pode se conhecer melhor.

Informe-se sobre as diferentes áreas do conhecimento

  • Estamos mais habituados a classificar os cursos em duas grandes áreas: Exatas e Humanas.
  • No entanto, elas não são as únicas. 
  • Ciências Biológicas e Ciências Sociais, por exemplo, também fazem parte.
  • Por isso, vale pesquisar sobre cada uma delas e conhecer os cursos que as integram.

Pesquise as profissões do seu interesse

  1. Depois das etapas de autoconsciência, você, provavelmente, terá uma lista de profissões que mais agradaram.
  2. Com isso, inicie uma busca detalhada sobre elas.
  3. Além de descobrir quais são as competências exigidas, também procure saber sobre as funções exercidas.

Fique por dentro do mercado de trabalho

  • Esta também é uma parte importante da sua decisão de curso.
  • É preciso entender a dinâmica do mercado de trabalho. 
  • E, para isso, além de pesquisar sobre o panorama econômico, por exemplo, vale conversar com profissionais da área.
  • Afinal, como eles já estão inseridos no meio, a visão deles é bem real do que acontece.

Conheça as modalidades de ensino

  1. Decidiu a profissão e o curso?
  2. Bem, é hora de avaliar as modalidades de ensino.
  3. O EAD, por exemplo, é um modelo que tem crescido muito e se tornado preferência entre os estudantes.

  4. Isso porque ele permite mais flexibilidade nos estudos, uma vez que é possível assistir às aulas de qualquer lugar do mundo, apenas com um dispositivo conectado à internet.
  5. Além disso, as mensalidades são mais acessíveis.

  6. Pese todos os prós antes de fazer a sua escolha, ok?

Analise o curso do seu interesse

  • Cada instituição de ensino segue uma grade curricular diferente, ainda que a base deva ser a mesma.
  • Mas algumas são mais práticas e têm foco no desenvolvimento de habilidades.
  • Outras têm perfil mais teórico.
  • Por isso, consulte todas as informações antes de se matricular.

Pesquise a instituição no MEC

  1. Jamais se esqueça deste passo.
  2. Você deve se certificar de que a instituição de ensino escolhida é credenciada e reconhecida pelo MEC.
  3. Sem isso, o seu diploma não é válido e você encontrará muitas portas fechadas pelo caminho.

Confira as avaliações de alunos e ex-alunos

  • Aqui, o caso é bem parecido com o bate-papo com profissionais da área.
  • Também vale conversar com alunos e ex-alunos do curso.
  • Eles poderão esclarecer sobre a dinâmica da instituição e do curso e isso ajudará você a ficar mais confiante da sua decisão.

Conclusão

  1. E, então, depois de ler este artigo, ficou mais fácil dar o pontapé inicial na decisão de qual curso fazer?
  2. Lembre-se de que essa indecisão é normal e você não deve sofrer com ela.

  3. Manter a tranquilidade nesse momento é trivial para você fazer boa escolhas.
  4. Se estiver muito preocupado com o assunto, procure conversar com seus familiares e amigos.
  5. Isso ajudará a aliviar a tensão.

Não se esqueça também de seguir todo o passo que mostramos aqui. Percorrer todas as etapas é fundamental.

  • Para continuar a sua pesquisa sobre os cursos, você pode continuar navegando no site da PUC Goiás e consultar todas as formações disponíveis.
  • Na página de cada curso, você consegue ver informações sobre o mercado de trabalho, a grade curricular e o investimento necessário. 
  • Os cursos são ofertados na modalidade de ensino a distância.
  • Se surgir alguma dúvida no caminho, você pode entrar em contato pelos canais de atendimento.
  • O importante é você estar convicto da sua escolha.
  • E se a sua decisão for a PUC Goiás, saiba que você estudará em uma instituição de ensino qualificada.
  • São mais 60 anos de tradição, formando profissionais preparados para enfrentar os desafios do mercado de trabalho.

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Qual faculdade fazer? 5 passos para não errar na escolha

Você tem apenas 17 anos e já é confrontado a responder uma das perguntas mais importantes da sua vida inteira: qual faculdade fazer?

Não importa que você esteja em um turbilhão de hormônios que fazem você ora estar revoltado com seus pais, ora querendo mudar o mundo, ora pensando apenas em sexo. As pessoas esperam que você defina, desde já, qual faculdade fazer, qual profissão vai seguir pelo restante da vida.

E assim você fica frente a frente com o formulário do Enem ou do vestibular e tem que marcar um xis em alguma das opções definidas. Publicidade? Ciência da Computação? Fonoaudiologia? Ou algo mais tradicional como Direito, Medicina, Engenharia?

Algumas pessoas têm a sorte de já saber o que quer fazer da vida desde a mais tenra idade. É aquela menina que já praticamente nasceu sabendo que quer se dedicar ao teatro. Ou o garoto que é um advogado natural desde que deixou as fraldas.

Mas e você, que não tem nem ideia de para onde ir? Como definir qual faculdade fazer sem medo de se arrepender dessa decisão pelos próximos 40, 50, 60 anos?

Sabemos que definir qual faculdade fazer é algo que terá um grande impacto não somente durante os quatro ou cinco anos que você terá que se dedicar diariamente ao curso de graduação, mas também sobre a sua vida profissional como um todo.

Definindo um método objetivo de escolha

Assim, a primeira ação que você deve tomar para escolher qual faculdade fazer é definir um método objetivo de escolha.

A maior parte das pessoas que fica em uma encruzilhada sobre qual faculdade fazer acaba tomando a decisão por impulso, de forma emocional, quando chega o fim do prazo para entregar o formulário de inscrição do Enem ou do vestibular.

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Claramente, esta não é a melhor forma de decidir qual faculdade fazer. O que você precisa é de um método, um sistema testado e aprovado que reduza as suas chances de erro.

Se você analisar friamente, o que você está fazendo aqui é escolher a profissão que seguirá para o restante da vida, se tudo der certo. Então você precisa pensar não apenas na faculdade, mas sim na atividade que estará desempenhando oito horas por dia, cinco dias por semana, por cerca de 30 anos ou mais depois que terminar a faculdade.

Sendo assim, o método deve seguir cinco passos essenciais:

  1. Visualizar o seu futuro
  2. Reduzir as opções a uma das três grandes áreas
  3. Listar as opções viáveis dentro da área escolhida
  4. Analisar tendências de mercado
  5. Tomar a decisão, mantendo um Plano B

Neste artigo, vamos ver um a um esses passos. Antes, no entanto, pegue papel e caneta (não serve o computador) para anotar as suas respostas. Comecemos por…

1. Visualizar o seu futuro

Como Descobrir O Curso Que Quero Fazer Na Faculdade?

O primeiro passo a ser dado para definir qual faculdade fazer é realizar um exercício de imaginação.

Esqueça por um momento toda história de Enem, vestibular, faculdade, salário etc. Abra sua mente para pensar: se nenhuma dessas coisas fosse um obstáculo, o que você se vê fazendo pelo restante da vida?

  • Qual a coisa que você gosta tanto de fazer que faria até de graça, se isso fosse possível?
  • Não tenha vergonha dos seus próprios pensamentos.
  • Se você gosta, por exemplo, de super-heróis e histórias em quadrinhos, anote isso. Você pode sim ganhar dinheiro com isso, sendo um jornalista especializado no assunto, sendo desenhista, sendo roteirista, sendo editor de revistas, mantendo um site especializado em quadrinhos…
  • Se você gosta de passar o dia malhando na academia, você pode vir a ser um personal trainer, um nutricionista, um fisioterapeuta, um médico, um educador físico.

Como escolher o curso certo para o seu perfil?

Procure conhecer bem a si mesmo e aos cursos e carreira que pretende seguir. Com certeza você já ouviu muito isso, mas de fato esse encaminhamento é a melhor forma de escolher uma profissão.

E buscar referências e informações com amigos, familiares, amigos dos seus pais e outras pessoas que já estão no mercado de trabalho ou na faculdade é a melhor maneira de conseguir esse conhecimento.

Além disso, Denise Retamal, diretora-executiva da RHIO’S Recursos Humanos e responsável pelo programa de orientação de carreiras “Jobs of the Future”, defende que o estudante, antes de escolher um curso, pense na carreira que deseja para a vida. “Hoje, mais importante do que a profissão é a carreira que você constrói. O mercado pede expertise, que á soma de conhecimentos multidisciplinares com experiências múltiplas – não necessariamente de trabalho, mas de vida”, diz ela.

Isso exige dois passos. Primeiro, é preciso olhar para dentro de si e analisar suas habilidades, gostos e personalidade.

Depois, deve procurar as carreiras que possam combinar com você e buscar a maior quantidade possível de informações sobre elas. Veja palestras, congressos, pesquise sobre o mercado, converse com profissionais da área.

Conhecer a universidade e tentar participar de atividades por lá, incluindo até algumas aulas, também pode ajudar você a se decidir.

O intuito, nessa etapa, não é decidir por uma profissão, como geólogo ou médico.

É descobrir áreas e temas de interesse com os quais você gostaria de trabalhar a longo prazo – por exemplo, exploração mineral ou cirurgia infantil.

“Há carreiras, como a nanotecnologia, que podem ser aplicadas em vários segmentos. Não adianta escolher um curso de graduação sem saber o que vai fazer com ele”, completa Denise.

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COMO FAZER A ESCOLHA CERTA
1. Analise-se
Liste são suas habilidades, gostos e personalidade
2. Busque informações de fora
Procure as carreiras que permitirão aplicar e desenvolver suas habilidades e gostos e junte a maior quantidade possível de informações sobre elas

A ideia é que, se você já sabe aonde quer chegar na carreira, terá mais clareza para definir os passos e ferramentas necessários para isso – como os cursos de graduação e especialização que vai fazer, os idiomas que precisa aprender, estágios e a melhor instituição para estudar (dependendo do lugar, os cursos podem ter focos diferentes), por exemplo. “Com esse preparo, ao final do curso a sua inserção no mercado de trabalho já será mais natural”, afirma Denise.

Ao longo desse processo, é bom considerar certas questões. Manoela Costa, gerente da PageTalent, uma consultoria especializada no recrutamento e seleção de estagiários e trainees, listou algumas perguntas que você deve fazer a si mesmo:

PERGUNTE-SE:
– Em que profissões poderei usar as habilidades que já tenho?
– Eu conheço bem o curso que pretendo fazer? Já dei uma olhada na grade para ver que matérias vou estudar?
– Em que locais, empresas e cargos poderei aplicar os conhecimentos adquiridos na faculdade?

Em relação à profissão escolhida, reflita e escreva em um papel as respostas às seguintes questões:

SOBRE A PROFISSÃO QUE VOCÊ PENSA EM FAZER:
 – Que atividades terei de fazer nessa profissão e vou gostar?
 – Que atividades terei de fazer e não vou gostar?
 – Que atividades não farei, mas gostaria de fazer?
 – Que atividades não farei e não gostaria de fazer?

Depois de fazer isso, é preciso considerar se as vantagens e desvantagens vão compensar.

Você vai se sentir realizado se não puder usar algumas de suas habilidades? E se tiver de fazer coisas que não gostaria? Se não consegue ver sangue, por exemplo, e ainda assim quer fazer Medicina, vale se perguntar por que você quer tanto essa carreira e se o saldo será positivo no fim do processo. “O ideal seria a pessoa conseguir conciliar as duas coisas: habilidade e hobby”, diz Manoela.

A primeira etapa desse processo de escolha (o autoconhecimento) é com você. Na segunda, a gente pode ajudar.

Conversamos com especialistas de cada uma das grandes áreas (saúde, administração e negócios, meio ambiente e ciências agrarias, ciências sociais e humanas, comunicação e informação, ciências exatas e informática) para descobrir qual o perfil dos alunos de cada curso e que habilidades eles precisam ter para se dar bem na carreira. Veja a tabela no início da matéria e clique em cada uma para descobrir.

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  • escolha
  • Especial Carreiras
  • Graduação
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  • Vestibular

Não sei qual faculdade fazer! E agora? Saiba mais aqui!

“Não sei qual faculdade fazer”: essa sentença já passou pela mente de muitas pessoas — desde jovens que ainda estão concluindo o ensino médio até profissionais que desejam dar novos rumos à carreira. De fato, existem cursos muito interessantes nas mais diversas áreas de atuação, e definir apenas um não é tarefa fácil.

Pensando em ajudar, preparamos uma lista com fatores para considerar nesse momento. Siga a leitura e saiba como escolher um curso superior!

Fale com colegas no mesmo desafio

Possivelmente, aquela mesma frase “não sei qual faculdade fazer” já esteve presente em alguma roda de conversa entre amigos, não é? Isso porque essa é uma dúvida comum entre muitas pessoas — então, em primeiro lugar, pode ficar tranquilo que há mais gente nesse barco.

Se falaram sobre o assunto, estão no caminho certo. Reunindo o conhecimento de cada um, mesmo que não seja muito, vocês podem conquistar bons insights. Além disso, esses diálogos servem como um importante motivador para todos do grupo. Assim, mantêm as pesquisas constantes, vão descobrindo mais sobre suas afinidades, compartilham informações e assim por diante.

Saiba qual área do conhecimento tem mais interesse

Faça o exercício de retornar aos seus anos de ensino fundamental e médio. Naquele período, pense:

  • nas matérias de que você mais gostava e nas quais garantia boas notas com facilidade;
  • nas disciplinas diante das quais sentia dificuldade, mas, ainda assim, as apreciava;
  • nos conteúdos dos quais não gostava e, por isso, sentia-se desmotivado nos estudos.

Só com essas informações em mente, já é possível eliminar algumas alternativas. Se você nunca entendeu muito bem a Fórmula de Bhaskara e não tem muita afinidade com matérias de Exatas, pode descartar carreiras como as Engenharias, Economia, Ciência da Computação, entre outras.

Pense também no que você tem mais interesse em fazer em seus momentos de descanso. Quais são seus hobbies? Ainda que não seja possível torná-los uma carreira, podem ajudar na decisão. Vamos supor que você toque algum instrumento. Isso o leva a pensar em profissões para quem gosta de música, a exemplo de produtor audiovisual, radialista, jornalista etc.

Para ter uma ideia mais clara de como cada carreira funciona, você também pode participar de iniciativas como o Giro de Profissões. É uma excelente maneira de definir a direção da sua vida profissional!

Pense em como você se imagina profissionalmente

Como você se vê daqui a 5 anos? E nos 10 seguintes? Esse é o tipo de pergunta bastante frequente em entrevistas de emprego, não é mesmo? Pois saiba que são questionamentos muito úteis para decidir qual faculdade fazer. Só que, dessa vez, você deve direcionar o raciocínio para questões profissionais.

Veja alguns exemplos a seguir, tendo em mente os próximos anos da sua vida.

  • Você se imagina trabalhando em um escritório?
  • Tem interesse em cuidar do bem-estar das pessoas?
  • Importa-se em atuar em campo?
  • Gostaria de lidar com dados?
  • Qual é a sua relação com tecnologias e suas evoluções?

A partir dessas respostas, faça uma lista das possíveis profissões que se encaixam nessas demandas. Essa primeira definição ainda poderá se alterar bastante, mas já é um bom início para direcionar sua escola.

Leia sobre os cursos na internet

Com essa lista em mãos, que comecem as pesquisas! Veja outras ramificações dessa carreira, quanto tempo dura o curso, o que se aprende durante esse período e assim por diante. Não deixe de verificar, também, como anda o mercado de trabalho para esses profissionais, a média salarial etc.

Além disso, vá atrás das graduações mais procuradas pelos estudantes. Pode ser que a sua carreira ideal não esteja entre elas, porém, você toma contato com as tendências do momento e para os próximos anos. Isso já é um bom indício de que o mercado da área é promissor e que oferece boas oportunidades de trabalho para recém-formados.

Por fim, pesquise sobre as melhores faculdades que oferecem os cursos pelos quais você mais se interessou. Veja aquelas que se preocupam com a formação de excelência de seus alunos, que oferecem uma infraestrutura completa e contam com professores qualificados. Algumas delas permitem, inclusive, facilidades na segunda graduação, caso queira muito investir em um complemento.

Converse com profissionais formados

Sabe quem mais entende de profissões e salários, além de outras particularidades do mercado? Os profissionais que já se formaram e estão em plena atuação. Eles passaram pelos mesmos questionamentos de “não sei qual faculdade fazer” e chegaram a uma conclusão de alguma forma.

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Questione-os sobre quais caminhos os levaram à decisão e se estão satisfeitos. De preferência, fale também com quem atua na área de seu interesse. Pergunte sobre os desafios que encontra no dia a dia, o que precisa aprender continuamente para uma melhor atuação e quais conselhos pode dar para você.

Faça um teste vocacional

Por fim, se ainda assim não chegar a uma conclusão sobre qual faculdade fazer a partir das dicas anteriores, considere ir em busca de um teste vocacional. Ele consiste em um questionário sobre toda a sua vida até o momento, a fim de motivá-lo a pensar a respeito de preferências, afinidades, habilidades, fraquezas e assim por diante.

Vale lembrar que essa orientação vocacional funciona apenas com um guia para nortear a sua decisão. O resultado do teste não é uma fórmula mágica ou um mandamento ao qual você precisa seguir para se dar bem no mercado. No fim das contas, é exatamente isso: a escolha é de sua responsabilidade.

Tanto o teste quanto os outros profissionais, seus amigos ou mesmo familiares podem ajudar bastante a clarear as ideias. Mas só você entende se as suas expectativas profissionais caminham ao encontro de determinada profissão sugerida.

Pode ser uma missão complicada, mas viu só como não é impossível? A partir de agora, será possível substituir o pensamento de “não sei qual faculdade fazer” por “já tenho ao menos uma direção a seguir”. Logo mais, com muita pesquisa e uma dedicação extra à autoanálise, você saberá qual é a profissão adequada para suas expectativas.

Com as dicas deste post você conseguiu ter boas ideias de como escolher que faculdade fazer? Saiba que elas não param por aqui. Assine nossa newsletter e receba as novidades por e-mail em primeira mão!

Não sabe qual faculdade escolher? 6 perguntas para tirar suas dúvidas | São Judas – Campus Unimonte

Para muitos estudantes, a pressa de terminar uma etapa da adolescência (representada pelo ensino médio) e ingressar de vez na vida adulta, ou a pressão causada pelo vestibular, pode motivar escolhas erradas e frustrações futuras com o curso de graduação e com o seu próprio poder de decisão.

Para não ter nenhuma dúvida sobre qual faculdade escolher, você deve se fazer algumas perguntas básicas, que exigem autoconhecimento, realismo e muita pesquisa. Quer saber quais são? Continue lendo o nosso post!

“Quais são as disciplinas que tenho mais facilidade?”

A afinidade em relação a um curso de graduação pode ser identificada ainda na escola, a partir da sua relação com algumas disciplinas. Gostar de matérias como História, Português e Literatura pode apontar para uma preferência pela área de Humanas.

No entanto, é preciso ter cuidado com esse critério de escolha, porque apenas gostar de uma disciplina não significa que você será bom em uma profissão. Além disso, muitas profissões costumam trazer matérias de outras áreas. Por exemplo, será muito comum que em graduações da área de Saúde você se depare com Estatística e Cálculo.

Antes de ingressar em uma universidade, pesquise a grade curricular do curso com que você vai se deparar. Além dos sites da própria faculdade, existem guias de profissões que apresentam melhor um panorama geral de todas as carreiras e suas áreas de pesquisa.

“O que eu conheço sobre a profissão que quero seguir?”

Muitos estudantes têm dúvidas de qual faculdade escolher, principalmente por conta de informações erradas ou falsas expectativas.

É muito comum que ao ingressarem em Jornalismo, por exemplo, os universitários acreditem que se tornarão os novos apresentadores do Jornal Nacional, logo após a formatura.

Esse é um erro que pode comprometer toda a graduação e é a maior causa de desistência de um determinado curso.

Quando se trata do seu futuro profissional, informação nunca é demais.

Utilize a internet, vá a palestras da área que deseja seguir, visite a faculdade em que deseja ingressar, assista a uma aula pública e, se possível, converse com profissionais que já possuem uma carreira bem-sucedida e também os recém-formados. Essas pessoas te apresentarão um panorama realista da profissão e o que você vai enfrentar para chegar até onde elas chegaram.

“Minhas habilidades são compatíveis com essa profissão?”

Infelizmente, mesmo com todo amor a uma área, um profissional dificilmente será bem-sucedido se não tiver as habilidades e competências que ela exige. A faculdade é um excelente local para aprimorar o que você já tem e te preparar para o mercado de trabalho, mas é preciso olhar para si mesmo e perguntar se a sua personalidade é realmente compatível com aquela profissão.

Se você não gosta de trabalhar em grupo ou falar em público, dificilmente se encontrará nas áreas de Comunicação ou de Letras. Se não consegue argumentar ou reivindicar seus direitos, pode não se dar bem como advogado. Se não gosta de lidar com pessoas ou ter contato humano, talvez não seja um bom médico. Percebeu?

Sua criação, seus valores pessoais, sua visão de mundo e as suas habilidades são fatores que influenciam diretamente na sua carreira. Muitas vezes, nos perguntamos como pessoas com pouca formação conseguem ser tão boas no que fazem, e essa é a resposta: elas encontraram a sua vocação e utilizaram o autoconhecimento para isso.

“Como está o mercado de trabalho para essa área?”

Sabemos da importância e do peso que a empatia por uma determinada profissão tem na hora de decidir qual faculdade escolher. Esse é um fator essencial, mas precisa vir aliado a uma perspectiva realista sobre o mercado de trabalho e sobre as suas exigências. Pois chegará a hora em que você terá que enfrentá-lo, e só o amor pelo que faz não será suficiente para se destacar.

Para entender o mercado e como está a sua competição, é preciso pensar sempre além. Profissões que estavam em baixa há alguns anos, hoje, são as que mais empregam e demandam profissionais competentes. Enquanto as consideradas mais tradicionais e com excelente remuneração estão saturadas de recém-formados em busca de um emprego, e com pouca perspectiva de crescimento.

Fique ligado nas tendências, por meio de revistas, internet, jornais, e, principalmente, nos cadernos de economia. E tenha em mente que nem sempre a sua formação será utilizada para um caminho tradicional. Não são poucos os exemplos de pessoas graduadas que se tornaram empreendedoras ou que mudaram de carreira no meio do percurso. Esteja aberto às possibilidades.

“Que retorno financeiro quero ter e em que ambiente quero trabalhar?”

Dinheiro não deve ser o fator principal para escolha de uma profissão, afinal, dificilmente, você será bom se não fizer o que ama. Trabalhar com desânimo, perder a ânsia de inovar e a vontade de enfrentar desafios representam o que se chama de fracasso profissional.

O ideal é que você consiga aliar um bom retorno financeiro, que lhe traga estabilidade e ajude a realizar seus projetos, com a sua satisfação pessoal. E, para fazer isso, é necessário entender quanto você poderá ganhar na sua profissão e qual o ambiente ideal de trabalho para que você se sinta um profissional pleno.

Quando se fala em remuneração, analise a média salarial da região ou estado em que você deseja atuar, se há oportunidades fora desses locais e até em outros países, qual será o salário inicial e onde estão as melhores oportunidades.

É preciso pensar também no futuro. Mesmo que um valor seja suficiente para você hoje, daqui a 5 ou 10 anos, ainda será possível construir uma família ou ter independência com esse mesmo salário?

Quando se trata do ambiente de trabalho ideal, é preciso ter cuidado também para não criar falsas expectativas. Mesmo amando a área de Contabilidade, você se vê em um escritório fechado lidando com números?

As perguntas essenciais para fazer a si mesmo são: gosto de ter contato com pessoas ou prefiro estar sozinho? Me sinto confortável com um horário de trabalho fixo ou quero ter mais flexibilidade? Prefiro trabalhar em um ambiente formal ou que tenha mais liberdade?

Todos esses fatores devem ser relevados como prós ou contras para que você encontre uma profissão com o seu perfil.

“O que está realmente motivando a minha decisão?”

Por fim, após fazer todas as perguntas apresentadas nesse artigo, sugerimos que você pergunte a si mesmo o que realmente está motivando a sua decisão. Perceba se os seus pais, amigos ou uma expectativa social não estão te levando a seguir um caminho que parece bom agora, mas que pode não te trazer felicidade.

Se a sua decisão está sendo feita para agradar outra pessoa, e não a si mesmo, é hora de repensá-la. Se a sua real motivação é ter sucesso, fique atento também se a sua escolha possibilitará que isso aconteça. O mundo real pode trazer surpresas nada agradáveis para as nossas expectativas, e algumas áreas exigem muito mais do que talento dos seus profissionais.

Independentemente de qual seja a sua escolha, procure se manter qualificado, por meio de cursos, novos idiomas, viagens de intercâmbio e qualquer experiência que te torne um profissional diferente e relevante para o mundo. No mais, se mantenha determinado e boa sorte!

E você, já enfrentou dúvidas sobre qual faculdade escolher? Está passando por essa situação agora? Compartilhe sua experiência com a gente! O espaço para comentários é todo seu. Além disso, se quiser se informar sobre o vestibular, clique aqui.

Anda perdido e não sabe qual faculdade fazer? Veja estas 14 dicas!

Tempo de Leitura: 7 minutos

Como saber qual faculdade fazer? Essa é uma dúvida muito comum entre os que querem ingressar no ensino superior, afinal, se trata de uma decisão importante e que terá um grande impacto tanto na vida profissional quanto na pessoal. A boa notícia é que existem várias formas de tornar essa decisão um pouco mais fácil.

O primeiro passo, sem dúvida, é o autoconhecimento: é preciso saber mais sobre você mesmo, entender o que gosta e o que não gosta de fazer, quais são seus sonhos e, principalmente, como você gostaria de se ver no futuro.

A seguir, preparamos 14 dicas para ajudar você a escolher o curso ideal para o seu perfil! Continue a leitura e confira!

1. Visualize seu futuro

Como você se imagina daqui a 10 anos? Essa é uma pergunta comum em entrevistas de emprego, mas que também pode ajudar muito na escolha de uma faculdade.

Sabemos que algumas profissões proporcionam um retorno financeiro mais rápido e oferecem mais estabilidade, enquanto outras demandam um pouco mais de tempo para que o profissional possa “construir seu nome” ou conquistar uma boa vaga. Além disso, os cursos têm durações diferentes — tudo isso pode impactar a sua escolha.

Pense sobre seu futuro e tente imaginar exatamente como gostaria de estar em alguns anos — lembrando de manter as possibilidades dentro da realidade. Depois, faça o caminho inverso e trace os passos que você precisa dar para chegar aonde deseja.

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2. Faça testes vocacionais

O teste vocacional é uma excelente ferramenta para escolher pelo curso e tomar uma boa decisão. Existem diversos testes online que, com base nas respostas que você dá para as perguntas, indicam quais são os cursos que mais combinam com o seu perfil. Existem, ainda, os testes vocacionais profissionais, que podem ser feitos com psicólogos, oferecendo resultados mais precisos.

3. Escolha uma grande área

Existem três grandes áreas do conhecimento:

  • Ciências Humanas;
  • Ciências Exatas;
  • Ciências da Natureza.

Saber qual delas mais interessa você já é um bom começo para escolher que faculdade fazer. Pesquise sobre as três áreas e tente organizá-las da seguinte forma:

  • me interessa;
  • não interessa tanto, mas seria possível encontrar algum curso legal;
  • não faria de jeito nenhum.

Cada área é composta por vários cursos. É possível que alguns despertem seu interesse e outros não, mas a indicação de preferência por uma área é algo fácil de notar e de grande ajuda na hora de escolher a faculdade certa.

4. Faça uma lista de interesses

Pegue uma folha de papel e comece a listar os seus maiores interesses. Escreva tudo o que passar pela sua cabeça! Em seguida, pegue outra folha e divida em três colunas, de forma parecida com o que fez com as áreas do conhecimento.

Na primeira coluna, coloque coisas que interessam muito você, aquelas que fazem os seus olhos brilharem. Na segunda, escreva as que interessam um pouquinho menos, e na última as que, apesar de ainda interessarem, não são sua preferência no momento.

Para o terceiro passo, pegue mais folhas. Agora você trabalhará somente com os itens que colocou na primeira coluna, escrevendo cada um deles em uma folha separada e fazendo listas de prós e contras. No fim, você terá uma indicação lógica do que realmente parece mais interessante naquele momento.

5. Pesquise as tendências de mercado

Sabemos que o interesse por um curso não é o único fator determinante na escolha de uma profissão. Pesquisar sobre as tendências de mercado é uma boa forma de descobrir quais são as profissões que estarão em alta no futuro.

O cenário do país está em mudança constante, influenciado por inúmeros fatores — desde a estabilidade política, passando pelos avanços da tecnologia, até o aumento na expectativa de vida da população. Para descobrir as tendências, fique de olho em jornais e pesquise em sites especializados.

6. Converse com pessoas que estão na faculdade

Uma ótima forma de saber mais sobre os cursos que interessam — além da grade curricular e da descrição dada pelas faculdades — é conversando com pessoas que já estão estudando. Assim, você terá uma visão do que é o curso, na prática.

Pergunte sobre as aulas, o que é estudado, as oportunidades de estágio e qualquer outra coisa que você considere útil para ajudar na sua decisão.

7. Conheça as possibilidades que a profissão oferece

Quando já tiver um ou mais cursos em mente, é hora de ir mais fundo para saber sobre a realidade da profissão.

Várias faculdades e instituições educacionais realizam feiras de profissões todos os anos — elas são excelentes oportunidades para que você conheça um pouco mais sobre o que cada curso tem a oferecer. Geralmente, reúnem alunos ou profissionais da área disponíveis em stands para conversar com os vestibulandos.

Outra forma de conhecer melhor as possibilidades é procurando pessoas do setor para conversar.

Pode ser um primo, um tio, um amigo ou algum profissional que você admira — nada impede de procurar o contato online e tentar um diálogo, pois o máximo que pode acontecer é ele não responder.

Se for possível, você também pode visitar os locais de trabalho e passar um dia inteiro vivenciando a rotina da área.

8. Avalie o conteúdo programático

Outro passo fundamental é comparar as grades curriculares dos cursos que você está considerando. Até porque, cada faculdade oferece um conteúdo programático diferente, podendo apresentar diferenciais que não podem deixar de ser considerados no momento da escolha.

Inclusive, saber exatamente o que você vai estudar ao longo do período da graduação é essencial, portanto não deixe de conferir a grade, assim como as disciplinas que serão ministradas. Procure, por exemplo, entender se as matérias estão alinhadas com as necessidades, objetivos e práticas do mercado de trabalho da área.

Para complementar, você também pode averiguar na instituição de ensino se são ofertadas disciplinas optativas e, ainda, se os estudantes podem fazer aulas de outros cursos. Tudo isso servirá para tornar a formação ainda mais completa e multidisciplinar — um fator que contribui para enriquecer ainda mais a experiência discente.

9. Liste as faculdades onde você gostaria de estudar

Você pode também fazer uma lista das faculdades onde gostaria de estudar, elencando a localização, qualidade do corpo docente, currículo, valor da mensalidade, método de ensino, entre outras informações. Isso possibilitará que você levante critérios e visualize quais se adéquam à sua realidade e necessidades.

Além de permitir que você conheça as opções, certamente será muito mais simples tomar uma decisão adequada, uma vez que já estará claro o que cada instituição pode oferecer. Nesse momento, é interessante ainda verificar qual a nota dos cursos de graduação, geralmente determinados pelo Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes) a cada três anos.

Isso porque, a faculdade pode ser classificada de acordo com a quantidade e especificidade de suas graduações, e dos variados graus de abrangência ou especialização que oferece.

10. Verifique se a instituição é reconhecida pelo MEC

No portal do MEC é possível encontrar o status de todas as instituições de ensino do Brasil, possibilitando que você veja se o curso do seu interesse é autorizado e reconhecido. O órgão avalia periodicamente os diversos aspectos de uma faculdade com o intuito de monitorar a qualidade da educação no país.

As principais avaliações realizadas são feitas pelo Enade, que analisa os conhecimentos adquiridos pelos alunos ao longo do período da graduação, pelo CPC, que indica a qualidade dos cursos e, também, pelo IGC, que verifica a qualidade da instituição como um todo.

Por meio do levantamento, as faculdades recebem notas que variam de 1 a 5, sendo que o ideal é que alcancem, no mínimo, uma pontuação igual ou acima de 3. Portanto, sempre que estiver em dúvida sobre a escolha, não deixe de fazer a verificação, optando pela instituição mais bem avaliada.

11. Busque indicadores de qualidade

É imprescindível buscar por indicadores de qualidade da faculdade e do curso desejado. Para isso, cheque sua posição no IGC, que vai de 1 a 5, e seu conceito institucional.

O índice sintetiza a qualidade de todas as graduações do Brasil e, para calculá-la, utiliza-se como base o CPC, que é formado por meio dos resultados do Enade e, também, por outros fatores, como a titulação dos professores que compõem o corpo docente e a infraestrutura.

O ideal é procurar por uma faculdade que ofereça uma gama de serviços para os estudantes, como atividades extracurriculares, projetos de iniciação científica, oportunidades de fazer intercâmbio, além de parcerias com outras instituições de ensino. Tudo isso representa um enorme diferencial que pode pesar no momento de tomar a decisão.

Após isso, faça uma visita ao campus e verifique as instalações físicas, o estado das salas de aula, laboratórios, assim como os métodos de ensino utilizados e, também, como a faculdade é vista no mercado. Com isso, você confirmará a veracidade das informações disponibilizadas pelo IGC, tendo a certeza de que está fazendo a escolha adequada.

12. Pesquise sobre o corpo docente

Um dos critérios que mais pesa em relação ao ensino superior é, justamente, o corpo docente qualificado e atualizado.

Portanto, é preciso identificar se a instituição que você escolheu conta com profissionais especializados, tanto com mestrado quanto com doutorado no currículo.

Entretanto, é preciso considerar muito mais do que a formação acadêmica, por exemplo, verificando se os professores do curso têm experiências diferenciadas no mercado.

No caso de faculdades que oferecem a modalidade EAD, confira se o docente conta com a qualificação específica em educação a distância e formação superior na área do curso. Muitas vezes, por terem um custo menor com infraestrutura física, os cursos a distância recebem mais investimentos da faculdade, possibilitando o redirecionamento dos recursos para a contratação dos melhores professores.

Este é, sem dúvida, um dos pontos mais importantes na hora de fazer a sua escolha. Afinal, os educadores farão parte de toda a sua trajetória de ensino, sendo verdadeiros tutores de seu processo de aprendizagem.

13. Converse com alunos e ex-alunos

Outra dica é conversar com alunos e ex-alunos, pois ninguém vai saber falar melhor da instituição do que quem estuda ou estudou nela. Certamente, os discentes poderão contar com propriedade como foi a experiência no curso e, também, outras informações detalhadas sobre a infraestrutura, a metodologia de ensino utilizada e a qualidade da graduação.

A conversa pode ajudar você a esclarecer dúvidas e trazer conselhos e dicas sobre a condução da vida acadêmica, mostrando como foram as vivências dos estudantes após a conclusão do curso. Também pode indicar muito sobre a aceitação dos formandos no mercado de trabalho, um ponto que pode fazer toda a diferença na sua escolha.

14. Avalie o custo-benefício

Por fim, avalie o custo-benefício da faculdade que, para além do valor da mensalidade, inclui o deslocamento que será feito da sua casa, a qualidade do ensino, a infraestrutura, o método pedagógico utilizado, entre outros. Também é interessante analisar outros pontos, por exemplo, se a instituição oferece atividades extracurriculares e empresas juniores que fomentam a pesquisa.

Deve-se ter em mente de que não é unicamente o preço que qualifica um bom curso, e sim o retorno financeiro dado ao formado após a conclusão dos estudos. Assim, o valor justo de uma graduação deve ser calculado com base no acréscimo do salário que a especialização promoverá ao profissional.

Depois de todas as dicas, duas coisas precisam ser ressaltadas: primeiro, aquilo que você gosta de fazer por hobby pode não agradar tanto assim como profissão — é preciso pensar nesses limites. Segundo, nenhuma escolha é definitiva.

É claro que o objetivo é fazer a escolha certa, no entanto, é normal que suas opiniões, sonhos e valores mudem com o tempo. Caso perceba que a faculdade escolhida não é a que você de fato queria, lembre-se de que mudar é sempre uma possibilidade.

Esperamos que as dicas tenham auxiliado você a saber qual faculdade fazer. Pode ser que os resultados sejam divergentes e que a decisão demore um pouco mais do que você imaginava, mas seguindo as orientações facilmente sua escolha será muito bem fundamentada e terá grandes chances de dar certo!

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